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Cosplayers brilham na gamescom latam 2026 em edição histórica em São Paulo

cosplay gamescom latam 2026
Foto: @sucofm / @fotobelga

A gamescom latam 2026 terminou com seus corredores tomados por mais de mil cosplayers e um público recorde de 154 mil visitantes. Realizado de 29 de abril a 3 de maio no Distrito Anhembi, em São Paulo, o evento consolidou sua posição como o maior evento de games da América Latina em sua terceira edição.

Cosplayers marcam presença e animam o público

Entre os destaques visuais da edição, os cosplayers foram um dos elementos mais celebrados pelos visitantes. Mais de mil participantes fantasiados percorreram os corredores do Anhembi, criando um ambiente imersivo que misturou comunidade, criatividade e cultura pop.

A presença expressiva do cosplay reforça o caráter de celebração da gamescom latam, que vai além dos negócios e conecta diretamente os fãs às franquias e personagens que amam.

Recordes de público e negócios

O crescimento de 17,5% no público em relação à edição anterior colocou a gamescom latam 2026 no topo de seu próprio histórico. Foram mais de 400 jogos presentes, mais de 60 lançamentos e 175 expositores de 23 países.

No setor B2B, o evento também bateu recordes: mais de 13 mil reuniões de negócios foram realizadas — alta de 46% ante o ano anterior — com expectativa de movimentar US$ 180 milhões em novos negócios nos próximos meses.

Grandes marcas e lançamentos antecipados

Gigantes como Warner Bros. Games, Nintendo, Roblox, Riot Games, Electronic Arts, Supercell e Remedy Entertainment levaram experiências jogáveis ao público. Entre os títulos em destaque estiveram LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight, Invincible VS, Phantom Blade Zero e Marvel Tokon: Fighting Souls.

A programação contou com mais de 300 horas de conteúdo, 500 palestrantes e a participação de criadores como Cellbit e os grupos Creative Squad e Arkanis, que reuniram mais de 2 mil influenciadores.

BIG Festival celebra o desenvolvimento independente

Integrado ao evento, o BIG Festival recebeu inscrições de 960 jogos de 75 países, com 81 títulos finalistas em 18 categorias. O Brasil liderou as inscrições, com 451 projetos, seguido por países latino-americanos como México, Colômbia, Costa Rica e Uruguai.

A gamescom latam 2026 foi realizada com patrocínio master do Banco do Brasil, apoio da Claro e parceria com a Abragames, entre outros.

GALERIA COSPLAY – GAMESCOM LATAM 2026

Fotos: @fotobelga

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Paladino em Diablo IV: Lord of Hatred | Vale a pena jogar a nova classe da expansão?

paladino diablo iv
Imagem Divulgação

O Paladino chegou a Diablo IV como a grande novidade da expansão Lord of Hatred, virando centro das atenções de quem busca um personagem que mistura destruição sagrada com resistência de tanque. A classe já estava disponível antecipadamente na Temporada 11, Intervenção Divina, para quem fizesse a pré-venda da expansão.

Guerreiro de linha de frente por natureza, o Paladino empunha espadas, maças e escudos imbuídos pela Luz, escalando os atributos de Força e Fé. A proposta é simples e eficiente: causar dano sagrado massivo sem abrir mão de uma defesa quase impenetrável: um tanque sagrado!

Quem são os Paladinos de Diablo IV?

No universo do jogo, os Paladinos pertencem aos Guardiões da Luz, uma facção fundada por um ex-Paladino Zakarum com um objetivo claro: evitar que a corrupção e os erros das ordens anteriores se repetissem. A base filosófica da classe é sustentada por cinco virtudes, as mesmas que vemos com os Arcanjos maiores: Coragem, Justiça, Esperança, Destino e Sabedoria.

O processo de formação é exigente. O guerreiro precisa se dedicar completamente ao treinamento até ouvir o chamado da Luz no alto do Alcance da Luz. É um sacrifício total para alcançar o potencial máximo da classe. Na narrativa da expansão, um Paladino solitário retira sua armadura e espada dourada do esquecimento para enfrentar as hordas demoníacas e desafiar diretamente Mephisto, o Senhor do Ódio. Por sinal, leia aqui o CONTO oficial disponibilizado.

paladino diablo iv
Imagem Divulgação

O que faz o Paladino ser tão divertido de jogar

Na Temporada 11, peguei o Paladino para jogar e achei a gameplay bem gostosa e com muita coisa passiva, sem ficar apertando ou dando muitos cliques, sabe?. As animações são bem executadas, o combate é rápido e responsivo, e a sensação de poder progressivo é constante.

A sobrevivência também é um ponto forte. Com escudos robustos, armaduras pesadas e habilidades como a Consagração que cura enquanto você combatem, o Paladino aguenta pancada de um jeito que poucas classes conseguem. É o personagem ideal para quem gosta de estar no meio da bagunça sem se preocupar em morrer a cada encontro difícil. Sabe aquele momento com dezenas e dezenas de monstros em volta? Paladino cabe aí!

E quando o assunto é dano, a classe até que impressiona. Habilidades icônicas como Martelo Abençoado, o famoso Hammerdin e Punho dos Céus são capazes de destruir conteúdos de endgame com relativa facilidade. Builds otimizadas chegam a explorar multiplicadores de dano sem teto de limite, resultando em números absurdos. Acompanhe AQUI as melhores builds para sua classe no endgame.

Outro diferencial são as auras coletivas. Diferente de outras classes, o Paladino pode emanar efeitos como Fanatismo e Desafio que beneficiam todos os aliados próximos, tornando a classe especialmente valiosa no modo cooperativo.

O sistema de Juramentos muda tudo

A mecânica central do Paladino é o sistema de Juramentos (Oaths), desbloqueado no nível 15. Nesse ponto, o jogador escolhe um caminho sagrado que redefine o estilo de jogo.

Quer focar em dano crítico? O Zelote é o caminho. Prefere suporte e transformação? O Discípulo oferece isso, incluindo a possibilidade de uma transformação angelical temporária com asas e alta mobilidade na variação chamada Árbitro. Ou se a ideia é resistência máxima, o Inexorável, também chamado de Juggernaut, transforma o Paladino em uma muralha praticamente intransponível.

Essa escolha é o coração da versatilidade da classe e garante que cada jogador adapte a experiência ao próprio estilo, sem depender de uma única build dominante.

paladino diablo iv
Imagem Divulgação

Pontos de atenção antes de escolher a classe

O Paladino não é perfeito, e é honesto falar sobre isso. O recurso Fé, necessário para muitas habilidades, pode ser um gargalo se a rotação não for bem gerenciada, com tempos de inatividade no meio de encontros intensos são frustrantes.

Por ser uma classe de corpo a corpo, o Paladino também fica mais exposto a ataques de área de chefes do que um Necromante ou Feiticeiro, por exemplo. Exige leitura de campo e posicionamento, especialmente no endgame e dificuldades extremas.

O início do jogo também costuma decepcionar um pouco. A classe só começa a mostrar seu verdadeiro potencial entre os níveis 30 e 50, quando as sinergias com itens únicos e os Juramentos se consolidam. Quem espera dominar o mundo logo nos primeiros momentos pode se frustrar.

Vale a pena jogar o Paladino?

Para quem gosta da fantasia de um guerreiro sagrado resistente, com poder destrutivo crescente e flexibilidade de builds, o Paladino é uma das adições mais completas que Diablo IV já recebeu. Quem jogou o Cruzado em Diablo III vai sentir uma familiaridade imediata, inclusive no estilo Capitão América de arremesso de escudos, mas com uma profundidade mecânica bem maior.

ADQUIRA DIABLO IV AGORA

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Estúdio brasileiro 2 Wegdes é um dos destaques da gamescom latam 2026

litany 2 wedges
Imagem Divulgação

O estúdio e publicadora 2 Wedges marcou presença na gamescom latam 2026 em três espaços distintos levando novidades para o público gamer. Como principal anúncio a revelação mundial de Caravana 2000, o playtest do esperado Litany e o prêmio de competição de pitch da Abragames com Sigils of Nightfall.

Caravana 2000 é um roguelike survival que carrega o humor brasileiro energético das interwebs. Então, já sabe? Segura o gingado e prepare-se para o caos total! Combinando entre tensão e absurdo, apresenta uma identidade visual única e já chama atenção pela identidade visual.

Litany é um roguelike deckbuilder de fantasia sombria, desenvolvido pela MiniGoof, que marcou presença na gamescom latam com sua jogabilidade e o anuncio do playtest aberto Com a essência de combos e sinergias, os heróis em Litany devem romper um ciclo de maldições em batalhas por turnos, construindo seus melhores decks.

Sigils of Nightfall levou uma premiação da Abragames, na categoria competição de pitch. Esse roguelike deckbuilder impressionou a galera e tem o premiado RPG de mesa Mörk Borg como referência. Não é a primeira premiação de Sigils of Nightfall, já ganhando Melhor Jogo Overrall no STUN Games Awards e finalista na EVA Awards 2025 e Level UY 2025.

Então o que achou dos anúncios da 2 Wedges que vão da mesa de RPG às ruas brasileiras prometendo momentos únicos e caóticos, entre samba e sangue e aquela carta no topo do baralho definindo seu destino? Adicione o Caravana 2000, Litany e Sigils of Niightfall na sua lista de desejo da Steam.

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Han Gong-ju chega à Filmicca nesta sexta com história inspirada em crime real que chocou a Coreia do Sul

HAN GONG-JU
Imagem Divulgação

O filme sul-coreano Han Gong-ju estreia na Filmicca no dia 15 de maio. Dirigido por Lee Su-jin e protagonizado por Chun Woo-hee, o longa de 2013 é inspirado em um caso real de abuso coletivo ocorrido em 2004 na cidade de Miryang, na Coreia do Sul, e aborda as consequências do trauma, o silêncio imposto às vítimas e a impunidade dos agressores.

A história do filme

A trama acompanha Gong-ju, uma jovem obrigada a mudar de escola após ser vítima de um incidente traumático. Desamparada pelos pais, ela é acolhida na casa da mãe de seu antigo professor. O passado demora a alcançá-la, mas quando isso acontece, a revelação é devastadora.

Lee Su-jin constrói a narrativa por meio de flashbacks não lineares, entrelaçando o horror do passado com o distanciamento do presente sem recorrer ao sensacionalismo. O foco está na protagonista, não nos eventos em si. O resultado é um retrato honesto e perturbador de como a sociedade trata aquelas que sobrevivem.

Chun Woo-hee interpreta Gong-ju como uma jovem resiliente, esperançosa e talentosa, entregando uma atuação que ancora o filme em sua humanidade. O elenco conta ainda com Jung In-sun, Kim So-young e Lee Young-lan.

O caso real por trás do filme

Em 2004, dezenas de estudantes do ensino médio de Miryang agrediram sexualmente um grupo de garotas ao longo de meses. O caso chocou a Coreia do Sul não apenas pela brutalidade dos crimes, mas pela resposta das instituições: as vítimas foram culpabilizadas, pressionadas e, em muitos casos, forçadas a abandonar a escola. Os agressores receberam penas brandas.

É a partir desse silêncio que Lee Su-jin concebeu Han Gong-ju — não como uma reconstituição do caso, mas como um alerta sobre uma ferida ainda aberta na sociedade sul-coreana.

Reconhecimento internacional

O filme teve sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Busan em 2013, onde venceu o CGV Movie Collage Award e o Citizen Reviewers’ Award. Desde então, acumulou oito prêmios em festivais internacionais, incluindo Rotterdam, Deauville e Fribourg. Na estreia internacional, no Festival de Marrakech, ganhou o primeiro prêmio do júri internacional, presidido por Martin Scorsese.

Han Gong-ju estreia na Filmicca nesta sexta-feira, 15 de maio.

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Trovão no Bangers Open Air 2026: Hard’n’Heavy Brasileiro dos Anos 80 com Futuro Brilhante

trovão bangers 2026
Foto: @sucodm / @brunobellan

Desde o começo do ano ando ouvindo Trovão. São dois discos — Prisioneiro do Rock’n’Roll (2021) e Diamante (2025) — curtos, concisos e uma delícia de som. Hard’n’heavy com pegada AOR e aquele clima de tokusatsu dos anos 80 que qualquer criança que cresceu vendo Jaspion vai reconhecer de imediato, inclusive no visual do vocalista.

Queria muito ver ao vivo. O Bangers 2026 deu a oportunidade. E bicho, que performance.

Rocky, Anos 80 e Imersão Total

O show abriu com o tema de treinamento de Rocky. Já era. O tom estava dado antes de uma nota ser tocada.

O que o Trovão faz ao vivo não é só tocar as músicas, mas também constrói um ambiente. A estética dos anos 80 está presente sem forçar a barra: não é fantasia, é identidade. A movimentação no palco é intensa e precisa, e o vocalista Gustavo “Trovão” Eid comanda a cena com domínio total — cada seção da música tem uma resposta física no palco que puxa o público junto. Você vibra porque a banda vibra primeiro.

O som estava equilibrado, o que fez toda a diferença. O Trovão é o tipo de banda que ganha muito quando a engenharia de som está no lugar — e dessa vez estava.

A Banda, a Música, o Momento

Alexandre Gatti e Igor Senna nas guitarras entregaram as harmonias que são marca registrada do estilo, com aquele peso melódico que remete ao heavy clássico britânico. Lucas Chuluc no baixo, Alan Caçador na bateria e José Lucas Fuza nos teclados completaram uma banda coesa e profissional do início ao fim.

“Seres da Noite”, “Princesa do Fogo” e “Até o Fim” foram os picos de energia da plateia. Cantadas em português, com letras de pegada sociopolítica que não perdem a força melódica, uma combinação rara e bem executada.

O público estava animado, com uma presença notável de fãs vindos do Chile — sinal de que o alcance da banda já começa a cruzar fronteiras.

Waves Stage É Pouco

Assim como o Seven Spires no dia anterior, o Trovão merecia um palco maior. O Waves Stage ficou pequeno para a energia que a banda trouxe. Mas diferente de uma injustiça definitiva, aqui parece mais uma questão de tempo: essa banda vai voltar, e vai voltar num palco maior. É a trajetória natural de quem entrega o que o Trovão entregou no Bangers 2026.

Gustavo Eid carrega na bagagem passagens por bandas como Selvageria e Tiger. Experiência que aparece na maturidade de palco de alguém que sabe exatamente o que está fazendo.

Veredicto

O Trovão foi uma das alegrias do festival. Heavy metal brasileiro cantado em português, com identidade visual forte, músicos de alto nível e uma energia ao vivo que poucos conseguem replicar. Para quem ainda não conhece: Prisioneiro do Rock’n’Roll e Diamante são o ponto de entrada. Mas a experiência completa é ao vivo.

O futuro é brilhante. E começa agora. E que venha o próximo álbum!

GALERIA TROVÃO NO BANGERS OPEN AIR 2026

TROVÃO NO BANGERS 2026

  1. Preso ao Passado
  2. Trovão
  3. Princesa do Fogo
  4. Até o Fim
  5. Olhos da Cidade
  6. Diamante
  7. Prisioneiro do Rock ‘n’ Roll
  8. Insanidade
  9. Seres da Noite
  10. Não Lembre Mais de Mim (Vapor cover)
  11. Linha de Frente

Cobertura: Suco de Mangá, Fotos: @brunobellan | Bangers Open Air 2026 — Memorial da América Latina, São Paulo, 26 de abril de 2026

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A Ordem de Diablo III | Um livro que vale mais pela lore do que pela narrativa

a ordem diablo livro review capa
Capa Divulgação

Demorou mais de dez anos para eu finalmente sentar e ler A Ordem. Sempre tive curiosidade, especialmente por saber que o livro se passa dez anos após os eventos de Diablo II, da destruição da Pedra do Mundo, e funciona como ponte direta para o terceiro jogo da franquia. A curiosidade venceu. O resultado foi… misto.

O que o livro entrega

O foco da história é Deckard Cain em sua busca pelos últimos remanescentes da Ordem Horádrica, enquanto tenta decifrar uma profecia que aponta para o fim dos tempos. É, na essência, uma jornada do herói, mostrando a evolução de Cain desde um jovem rebelde e descrente até o último dos Horadrim. Para quem só conhece o velho sábio dos jogos, isso é bastante satisfatório.

O livro também explica como Cain e Leah se encontraram e por que ele se torna seu guardião. Sempre tive curiosidade sobre a infância dela, e o livro entrega: Leah cresceu sendo pária em Caldeum, sofrendo bullying por ser vista como forasteira de uma cidade amaldiçoada: Tristram. A xenofobia do lugar dá contexto para quem vai jogar o terceiro jogo e entende a personagem de forma bem diferente depois.

Quando Gillian enlouquece, vítima dos efeitos dos Males Supremos, Leah ficaria sozinha e órfã. Cain vira seu tio e os dois partem juntos para uma aventura que passa por Caldeum, regiões de Kurast e chega até Gea Kul, lugar que conhecemos melhor em Diablo IV.

O problema com o pacing

Aqui mora a grande dificuldade do livro. O ritmo é lento, as descrições se alongam além do necessário e os flashbacks interrompem o fluxo da narrativa em momentos ruins. A insistência de Cain em reclamar da própria velhice e limitações físicas, que no começo tem charme, começa a cansar com o tempo.

Até a metade do livro, grande parte das informações já é conhecida por quem jogou Diablo III, o que esvaziava a surpresa para quem lê agora. A obra claramente foi pensada para ser lida antes do jogo, e esse contexto faz diferença.

Para quem vale a leitura

Nos últimos capítulos, o livro se recupera. Há revelações importantes e algumas que só encontramos em Diablo IV e, mais especificamente, na expansão Lord of Hatred. É exatamente aí que A Ordem justifica sua existência.

Standalone, ele não funciona bem. A narrativa não se sustenta sozinha, e os personagens às vezes parecem apresentados de forma apressada, dificultando a conexão emocional. Mas como peça de lore, é um aprofundamento no universo de Santuário para quem já é fã e ele cumpre o papel com competência.

Se você nunca jogou a franquia, talvez consiga acompanhar a história, mas vai perder boa parte do que torna o livro especial. Se você é veterano e quer detalhes íntimos da mitologia, vai encontrar aqui exatamente o que procura.

a ordem diablo livro capa
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Donald Gibb, o Ray Jackson de O Grande Dragão Branco, morre aos 71 anos

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Imagem Divulgação

O ator Donald Gibb faleceu na última terça-feira em sua casa no Texas, aos 71 anos, após uma longa batalha contra problemas de saúde. A informação foi confirmada por seu filho, Travis Gibb, ao site TMZ.

Conhecido por interpretar o valentão Ogre na franquia A Vingança dos Nerds e o lutador Ray Jackson em O Grande Dragão Branco, ao lado de Jean-Claude Van Damme, Gibb se tornou um ícone do cinema cult dos anos 1980 e 1990.

“Donald amava o Senhor e sua família, amigos e fãs com todo o seu coração”, disseram familiares ao TMZ, pedindo orações e privacidade neste momento.

donald gibb dragao branco
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Carreira marcada pelo cinema e pela televisão

Além dos papéis que o consagraram, Gibb participou de filmes como Conan, o Bárbaro, U.S. Marshals e Hancock. Na televisão, acumulou aparições em Esquadrão Classe A, Seinfeld, Arquivo X e The Young and the Restless, entre outras produções. Um de seus trabalhos mais duradouros foi o personagem Leslie “Dr. Death” Crunchner na série da HBO 1st & Ten, que interpretou entre 1985 e 1991.

Nos últimos anos, mesmo longe dos grandes holofotes, o ator mantinha presença ativa em convenções e eventos de cultura pop, onde era recebido com carinho por fãs de filmes cult que marcaram gerações.

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Fading Echo | Jogamos o RPG de ação com visual de HQ na gamescom latam 2026

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Imagem Divulgação

Confrontamos o Paradoxo no game Fading Echo na gamescom latam 2026! O Suco de Mangá testou o game, que está com demo disponível para download na Steam e conta agora como foi a experiência.

Sobre o que é o game Fading Echo

Como One, o jogador embarca em uma aventura em um RPG de ação para entender sobre o passado da protagonista e garantir o futuro do universo onde ela vive. Com ritmo bastante acelerado e diálogos perspicazes e divertidos que acompanham a jornada, o jogo chama a atenção de cara.

Elenco de peso

Para adicionar uma carga ainda mais interessante ao jogo, um nome de atores de peso fará parte do elenco. Alguns nomes famosos são: Samantha Béart (Karlach em Baldur’s Gate 3) que será a protagonista do game, Laura Bailey (Abby em The Last of Us Part II), Liam O’Brien e Matthew Mercer, vilão escalado para a história.

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Mecânica

Altamente focado em elementos naturais, como água e fogo, o game encanta pela estética visual e combate intenso que oferece certo espaço para experimentação. Transforme-se em água para se locomover onde antes não cabia, cause dano à inimigos de fogo, ou utilize fogo para causar dano a inimigos inversos.

Utilizando o cenário, é possível ousar, combar e maximizar o potencial de dano que a personagem pode dar. No entanto, não só saber a hora de atacar é importante, recuar também é e o jogo indica quando através de efeitos visuais dos oponentes.

Entretanto, os movimentos de combate, ao menos no tempo oferecido pela demo, se tornam um tanto quanto repetitivo com o passar do tempo.

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Imagem Divulgação

Visual encanta

Um dos pontos altos da experiência certamente é o visual, tanto in-game quanto em cutscenes. Com forte influência das histórias em quadrinho, principalmente pelo uso de onomatopeias, o game diverte, desafia e encanta.

Quando lança o game Fading Echo?

A previsão de lançamento de Fading Echo está prevista para o terceiro trimestre de 2026, mas você já pode testar uma hora de gameplay com a demo na Steam (botão abaixo).

RESERVE AGORA NA STEAM

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