Este é o mais novo anúncio de lançamento da editora Abril com seus mangás Disney!
Miriya & Marie conta com apenas um único volume e chega no preço padrão de R$ 13,00. Como acontece com os outros, primeiro na região Sul e Sudeste – próximo do dia 27 de Março – e até o meio do ano nas demais localidades.
Sinopse: Miriya era uma menina rica que levava uma vida tediosa e sem sentido no Japão… até ser transportada para a Paris do ano 1910! Fora de sua época, em uma cidade estranha a ela, Miriya descobre que faz parte de uma dinastia de bruxos e que, para desenvolver suas habilidades, precisa das aulas de magia da gatinha branca Marie. A mundialmente famosa personagem do filme Aristogatas agora é uma felina dotada de poderes mágicos, capaz de falar com os humanos. Conduzindo sua aluna japonesa por lugares tão fascinantes quanto esquisitos, Marie ensina lições de vida, respeito e confiança neste novo e diferente mangá Disney, feito para crianças curiosas e adultos que não perderam o dom de sonhar.
E se por um acaso e motivo, sua vida começasse a repetir, todos os dias. Como resolveria isso?
É o que acaba pegando de supetão o protagonista Keiji Kiriya, um soldado de ‘Unidade de Armadura Mecanizadas‘ – Mechas, simples assim ^^ – que acaba perdendo seu braço em combate e puff, acorda em seu leito, um dia antes daquele “amanhã”.
Para ele, no início, tudo passava de um sonho. Mas não é que ele acaba morrendo de novo? E de novo? É aí que ele se toca – isso lá pela 5ª morte – que há algo a mais aí. Algo que ele tem de fazer, pois não é possível, isso tem um significado.
All That You See
O mangá é relativamente novo e foi lançado no meio de 2014, não dando nem UM ano de diferença para a JBC lançá-lo por aqui. Tudo deve-se, claro, pelo lançamento Hollywoodiano do filme estrelado por Tom Cruise e Emily Blunt, No Limite do Amanhã (Edge of Tomorrow).
Porém, o mangá – assim como o filme principalmente – é baseado num light novel de 2004, escrito por Hiroshi Sakurazaka e ilustrado por Yoshitoshi Abe, este último aí, conhecido por ser character design de Serial Experiments Lain e Haibane Renmei, só para citar dois. Ele também é responsável por direcionar as características das personagens ao mestre Takeshi Obata (Death Note, Bakuman), que ilustrou o mangá. Quanto ao roteiro adaptado, ficou a cargo de Ryousuke Takeuchi.
Volume 1 de All You Need Is Kill, publicado pela Editora JBC (Imagem Divulgação)
All That You Taste
A ambientação do mangá se passa no Japão e mais exatamente na Península de Boso, onde uma base militar – uma das poucas que restam no mundo – está em constante ataque das criaturas extraterrestres, que para piorar, há indícios de um “ninho” na ilha de Okinawa. É com isso que diversas forças militares são enviadas para esta base, dentre elas a americana, liderada pela jovem Rita Vatraski.
Como de praxe, as criaturas – Mimetizadores, estes que para quem joga RPG, são parecidos com Beholders dentuços – só são danificadas num ataque mais direto e próximo, o que é um dos motivos da utilização dos mechas de combate. Armas comuns não fazem efeitos e cada soldado está munido de três tipos de armamento:
Metralhadora 20mm
Pouco eficaz e mais utilizada para distração a longa distância;
Lança Foguetes
Utilizando granadas termobáricas, estas armas já são mais eficientes a média distância;
Bate Estacas
O que pode realmente matar a criatura, lançando lanças de Carboneto de Tungstênio. O problema: Curto alcance!
A história do mangá começa quando a guerra já está durando alguns anos – ou décadas – e em muitos momentos dá-se a acreditar que ela acabará apenas quando uma das raças se extingua por completo. Enquanto que os Mimetizadores não temem NADA e atacam o que vier pela frente, um dos problemas dos soldados humanos é a experiência. São poucos os que resistem a um combate, o que acaba tornando ainda mais complicado o embate.
All You Feel
O protagonista da série é Keiji Kiriya. Ele não é um soldado experiente, mas logo de cara percebe-se que quanto mais ele luta, mais “sangue-no-zóio” ele fica. Por se tratar de uma obra seinen, seus pensamentos e dramas psicológicos, virão à tona, a cada página e ação dada.
Ele tem um colega de quarto, chamado Jin. Este aí, não aparece muito, mas acabamos nos identificando com ele pois, cada vez que o loop acontece, temos a mesma cena deles acordando juntos na beliche. Ao contrário de seu amigo, Keiji é mais centrado e focado em seus objetivos. Leva sempre o treinamento a sério e tem um apreço grande pelo sargento de sua divisão.
Apesar de ter um alto dom de aprendizagem, o garoto tenta se superar a cada dia que retorna. Esta, da superação é a característica mais forte do personagem e vai permear por toda a obra. Voltando ao Keiji – muitas vezes, seu traço até lembra o Light Yagami de Death Note – o cara fica um MEGA soldado, já que além de saber tudo que acontece no outro dia, ele está com os reflexos mais ágeis também.
Volume 1 de All You Need Is Kill, publicado pela Editora JBC (Imagem Divulgação)
All That You Love
Rita Vratask – sempre me travo ao falar este nome – é a segunda personagem do mangá. Apesar da obra ter apenas dois volumes, ela poderia facilmente figurar no alto escalão das “garotas fodonas”, podendo estar par a par de uma Mikasa da vida.
Há diversas surpresas na leitura do mangá e uma delas se diz respeito a Rita. Se falarmos em convicção e pensamento lógico rápido, a garota dá muito bem conta do recado e outra coisa: Não se engane pela sua aparência frágil. Ela segura um machado de 200kg e não mede esforços para aniquilar diversas criaturas num só golpe.
Olha só o apelido que ela ganhou entre os soldados: A cadela do campo de batalha que oblitera tudo que é Mimetizador que encontre pela frente. É para poucos não? E seu lema de vida então: Erradicar deste planeta, absolutamente TODOS os Mimetizadores. FODA!
All That You Hate
Pode-se dizer que All You Need Is Kill não possui falhas. Em alguns momentos seu ritmo pode parecer um pouco arrastado em certas cenas de batalha e que por outro lado, um colírio para os olhos esta arte de Obata. A obra mantém-se bem em seus 17 capítulos e se por algum motivo você não se empolgar, é por que de fato, ela não lhe tocou.
Mas um aviso aqui é dado: O primeiro volume segue um ritmo diferente do segundo, que é totalmente puxado ao “psicológico” e é o que dá cor a toda trama. E voltamos naquilo: O mangá não é uma obra de ação e mais, não tem como foco os extraterrestres. O foco da trama aqui é superação e sabedoria.
Graphic novel de All You Need Is Kill (Imagem Divulgação)
All You Distrust
Como falado lá no começo do texto: Como Keiji vai voltar a viver novamente e parar de viver este looping? Falando nisso, sabe quando ele vai matar seu primeiro Mimetizador? Na 21ª vez!
Toda vez que Keiji morre, ele começa um treinamento novo ou testá-os em batalha. É curioso saber que o cara está “acostumado” com a morte, com o sabor e com a dor que ela pode lhe trazer. E já vou avisando: O cara perde membros, tripas, cabeça… ou seja, já sabe o teor de tudo que é tipo de dor.
Já adiantando – e não encare como um spoiler – são centenas de vezes que o loop acaba acontecendo e o mais interessante é que não fica repetitivo. A narrativa dá conta de que cada capítulo um nó da história é desatado e faz com que você fique cada vez mais preso à leitura, querendo saber o que vai rolar pela frente.
All You Save
Mas claro, a cereja do bolo: Keiji + Rita. Se você pensa naquele casalzinho todo bonitinho lutando junto, pode apostar! Isso aqui até que existe, tanto que muito da técnica que ele aprende em combate, foi vendo-a em combate. Você já assistiu ‘Como Se Fosse A Primeira Vez’? Vai se identificar com diversas cenas e até se emocionar. Não dá pra falar muita coisa, mas né, é fácil de sacar que rola algo entre os dois. Uma química? Um romance? Leia aí 😉
Além desta carga mais romântica e psicológica, há muito da filosofia por aqui também. Pode ser que a morte seja uma maldição ou uma benção, porquê não? Imagina viver a imortalidade, o quão tedioso seria depois um período de tempo, ou vivê-la e não ter aprendido o que deveria-se aprender.
Capa do volume completo de All You Need Is Kill, publicado pela Editora JBC (Imagem Divulgação)
All You Need Is Kill
Este conceito de voltar, treinar e fazer o melhor é um sinal de que deveríamos aproveitar cada segundo do tempo e fazer o nosso melhor sempre. Não temos esta “chance” de Keiji, mas né, quantas vezes nos perguntamos “ah, se eu pudesse fazer diferente”. Para este pensamento estar cada vez menos presente em nossas cabeças, é viver o dia, viver como se fosse morrer amanhã. Quanto ao “tudo que você precisa é matar” do título, pode ser com relação aos nossos preconceitos e egos.
Um mangá para poucos? Não! Recomendado para toda a galera. Se ele consegui passar o que queria da light novel? Não sei. Se o filme conseguiu passar? Também não sei, pois ainda não o assisti – mas já tá no gatilho. Se você quer mais um filme relacionado a este tema, tem um grande clássico do Bill Murray, ‘Feitiço do Tempo’, recomendadíssimo também.
O Katsucon é conhecido pela presença de grandes cosplayers de renome mundial. Realizado no Gaylord National Resort & Convention Center, no estado da Marilândia e não muito distante de Washington D.C. , o Katsucon de 2015 não foi diferente dos outros: Excepcional! Pelo menos, é o que podemos acompanhar nestes dois vídeos. Confira!
Fazendo parte da enxurrada de mangás da editora Abril – se ainda não viu o anúncio, AQUI – ‘Stitch‘ e ‘Wall-E‘ chegam ainda este mês nas bancas do sudeste e até o meio do ano em todo o Brasil.
Wall-E
Wall-E (Imagem Divulgação)
Sinopse: No ano de 2105, a humanidade deixou a Terra para viver no espaço. Não era uma missão para conhecer o cosmo. Era apenas uma fuga. Uma tentativa de escapar de um planeta tomado pelo lixo e arrasado pela poluição. Ficaram para trás robôs encarregados de recolher os resíduos.
As pessoas voltariam somente quando o serviço estivesse terminado. O serviço nunca terminou. 700 anos se passaram, e o berço da espécie humana permanece inabitável, totalmente sem vida. Um único robô de limpeza continua ativo, realizando incansavelmente a tarefa que lhe confiaram.
Lançamento: 20 de Março, R$ 13,00
Stitch
Stitch: Bem-vindo à Ilha Izayoi (Imagem Divulgação)
Sinopse: Stitch, o alienígena fugitivo que caiu na Terra, se tornou um sucesso mundial assim que estreou no longa “Lilo & Stitch”, de 2002. Sua aceitação pelo público foi tão grande que suas aventuras começaram a ser contadas em desenhos animados e, posteriormente, em uma versão feita para a TV japonesa.
No anime, e neste mangá, Stitch não cai no Havaí, mas sim na Ilha Izayoi, em Okinawa, onde conhece uma garotinha tão adorável quanto Lilo, a valente carateca Yuuna. Mas, para você não achar que Lilo foi esquecida, esta edição especial traz histórias com a amiga havaiana também.
A mais nova HQ do universo Tormenta, 20 Deuses, ganhou data de lançamento pela editora Jambô!
A pré-venda já começou ontem (4/3) e você pode adquirir a cópia física ou digital, clicando AQUI.
Primeiro volume de ’20 Deuses’ (Imagem Divulgação)
Por longos séculos, Valkaria foi aprisionada pelo crime de criar a Tormenta — o grande mal que ameaça tudo e todos. Agora, a Deusa da Humanidade parece disposta a fazer algo a respeito. Ou melhor, levar um novo herói a desafiar esse flagelo.
Aqui começa a jornada de Mateo em busca das Medalhas dos Aspectos, que invocam o poder dos vinte deuses. Uma jornada através de Arton, um mundo de problemas que apenas os deuses podem resolver. Ou causar!
De Marcelo Cassaro e Rafael Françoi, 20Deuses é o novo mangá no mundo de Tormenta RPG, mesmo lar de Holy Avenger, O Inimigo do Mundo, Ledd, DBride e outras grandes aventuras! Inclui material de bastidores inédito.
E não é que Freeza acabou se rendendo a propaganda da Terra?
O refrigerante Mets acabou contratando o ser mais poderoso do universo para atuar em seu comercial. E não para por aí. O cara dança mais que o Michael Jackson em Billie Jean! E ainda solta uns raio da morte pra lá e pra cá com seus capagandas.
E mais, se você ainda não viu o novo trailer do filme de Dragon Ball, onde Freeza mostra sua nova forma, veja AQUI!
O game clássico de 1996 retorna em comemoração do seus quase 20 anos de franquia. Ainda não imaginamos o que a Capcom pretende no ano que vem – e se realmente pretende – mas já vai preparando o coração para surpresas. Falando em coração, o seu deve estar trabalhando bem para encarar novamente o primeiro clássico de Resident Evil.
Foi uma surpresa o remake ter saído para o Game Cube – e na época, exclusivo – até mesmo mais que o segundo capítulo ter saído para Nintendo 64. E mais de 10 anos depois, a galera queria uma versão 1080p e a Capcom cumpriu com esta belezura!
Horripilantemente Nostálgico
Você pode ter jogado dezenas de vezes a primeira versão do game, mas com esta belezura aqui, você não sentirá mais “em casa”. A não ser que você já tenha curtido um pouco o remake no Game Cube, aí sim, as coisas melhoram. Então se você vem lá do Playstation para essa: Além de um tratamento visual mais polido, assombroso e até mais assustador, novas áreas foram criadas – êta floresta horripilante – e a ordem de exploração mudou, assim como a maioria dos enigmas.
Quanto a história, vamos dar uma resumida aqui: Raccon City está sendo assombrada há anos pela história de que uma mansão nos subúrbios da cidade, abriga uma organização e que anda fazendo experimentos biológicos. É aí que você – Como Jill Valentine ou Chris Redfield – é enviado junto ao Esquadrão de Resgate e Táticas Especiais (STARS), composto de dois times: Alpha e Bravo. O último, acaba desaparecido – o que culmina nos acontecimentos de Resident Evil 0 – e você, junto ao Alpha, começa sua missão dentro da mansão.
Geração Sem Autosave
Com toda certeza, Resident Evil é um jogo para poucos. Se você está acostumado com a atual indústria dos games, pode sentir muita frustração durante o jogo, como não conseguir salvar, não conseguir atirar e andar ao mesmo tempo ou pelo simples fato de ficar correndo de um lado para o outro como uma barata tonta, sem saber o que fazer.
Apesar dos mapas estarem mais refinados e dinâmicos, se o jogador não prestar atenção nos detalhes de cada sala, com toda certeza vai ficar travado e o replay do game pode cair drasticamente, ou seja, pense muito bem em jogar numa dificuldade mais difícil, principalmente se você nunca jogou o game.
REcomendação
A transposição para o 1080p até que funcionou bem, a não ser pelo embaçamento de diversas texturas. Talvez este seja o ÚNICO defeito do jogo. Se você é dasantigas, uma dica: Tem diversas opções de controles. Mas né, nada como jogar do jeito “original”.
Se recomendamos o jogo, nem há o que falar não é? Se você NUNCA jogou ou só jogou a partir do 4, preste bem atenção: Não é um jogo de Ação e sim de Exploração. Enigmas, sustos, trilha sonora é o que dá todo o clima de tensão do jogo. Zumbis… ah sim, estes, sinceramente… são os coadjuvantes desta história 😛
Ae galera, novo trailer no ar e mais: Vem com a mais nova forma de Freeza!
Em Dragon Ball Z: A Ressurreição de Freeza – numa tradução livre de Fukkatsu no F/Ressurrection of F – temos a volta do maior de todos os vilões, o ser mais forte do universo, Freeza. Sabe-se lá como ele voltou, mas ele esta aí e Goku e seus amigos partirão para mais uma aventura!
O filme estreia dia 18 de Abril nos cinemas Japoneses, e sairia aqui também! Porém, a FOX resolveu adiar para 15 de Outubro, tudo porquê o lançamento está próximo de Os Vingadores 2: A Era de Ultron. BAHHHH Vamos deixar a choradeira de lado e curtir o trailer: