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Hotline Miami | Primeiro Gole

hotline miami
Hotline Miami (Imagem Divulgação)

O jogo já data do fim de 2012, mas como saiu o 2 recentemente, quis dar uma conferida no primeiro jogo da série. É FODA!

Hotline Miami tem a premissa de trazer a nostalgia 8/16 bits e não só nos gráficos. O jogo apela pela repetição, já que o nível de dificuldade é um pouquinho alto e nada que atrapalhe o replay. Por ser curto e bem simples – para fazer este primeiro gole, joguei os 5 primeiros capítulos – você o jogará novamente para conseguir mais pontos, nada além disso.

O game foi desenvolvido pela Dennaton Games – fusão dos nomes Dennis e Jonatan, criadores do jogo – e lançado para tudo, menos Nintendo. O jogo ficou marcado por sua carnificina e trama bem pesada, tudo num clima Miami 80’s. Por sinal, a trilha sonora do game é MUITO BOA!

Sangue & Bala

O jogo se passa em Miami no final dos anos 80 e seu personagem é um assassino – sem nome – que sai por aí resolvendo suas tretas com máscara de animais. Cada capítulo você vai recebendo novas armas e novas máscaras, esta última lhe dando habilidades especiais. Se você curte Miami Vice ou Scarface, o jogo é perfeito para você!

Com um “quê” indie, não há muitos extras e a galera poupou no gameplay. Dependendo de seus reflexos e habilidades – que você vai melhorando com o tempo – dá pra zerar o jogo em 1 ou 2 horas. O estilo do game é bem interessante de se jogar com o mouse do computador e sendo um top down shooter, pode beneficiar os jogadores de MOBA, no que diz o respeito de mirar no inimigo.

Tudo o que você precisa fazer é MATAR

Já que o jogo é trazer um pouco do sentimento arcade de ser, não há muita variedade. Você simplesmente tem as falas de suas missões e aí meu amigo, é entrar em seu carro e partir para o extermínio. O jogo possui algumas variações de prédios, 35 tipos de armas – pra quem curte Shadow Warrior, tem katana – e o que tem de “diferencial” é a combinação do capítulo + máscara. Se você sentir que o capítulo está tenso para completar, reinicie a missão com outra máscara que pode te ajudar. E são mais de 20 máscaras!

Repeat Eterno

Não tenha vergonha, não há nenhum problema em reiniciar o capítulo, afinal o jogo tem um nível de dificuldade um pouco alto por causa disso. Isto não influencia em nada no replay do jogo e mais, você não passará horas e horas jogando-o, já que é do tipo “jogue e zere”.

No momento não há pontos negativos quanto ao jogo, a não ser que você tenha menos de 16 anos e não curta muito o estilo gráfico e oldschool de ser. Fora isso, vai agradar a galera que curte os GTA da vida – principalmente os dois primeiros – e quem procura testar seus reflexos. E outro detalhe, o game não passa dos 300 MB e está em promoção junto com a sequência na STEAM!

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High School DxD Born | Data e Mais Novidades


Mais novidades foram reveladas a cerca da terceira temporada, intitulada de High School DxD Born.

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Além da data de estreia, 4 de Abril, os horários e canais também foram divulgados. Você confere AQUI! E claro, o que interessa pra gente é o AT-X  

Logo (Imagem Divulgação)
Logo (Imagem Divulgação)

Além disso, anda saindo uma compilação de histórias curtas, o High School DxD Dx, o primeiro volume por sinal, saiu agora, 10 de Março e veio também com um blu-ray, intitulado Oppai, Tsutsumimasu! contendo cenas “cortadas” e inéditas, funcionando com um OVA. Na última Dragon Age, foi anunciado o segundo volume deste livreto com histórias curtas e a data de lançamento para 9 de Dezembro. O OVA que virá, também já tem título: Yomigaeranai Fushichou.

Agora é aguardar pela terceira temporada!

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No Limite do Amanhã | Review

Quando a Terra é tomada por alienígenas, Bill Cage (Tom Cruise), relações públicas das Forças Armadas dos Estados Unidos, é obrigado a ir para a linha de frente no dia do confronto final. Inexplicavelmente ele acaba preso no tempo, condenado a reviver esta data repetidamente. A cada morte e renascimento, Cage avança e, antecipando os acontecimentos, tem a chance de mudar o curso da batalha com o apoio da guerreira Rita Vrataski (Emily Blunt).

O Poder Blockbuster

Não sei quanto a vocês, mas eu, #BELLAN adora um bom blockbuster. Ainda melhor se uma adaptação de algo que a gente gosta e um plus ainda maior se é com um ator que SABE fazer blockbuster: No caso, Tom Cruise.

O cara já tem mais de 30 anos de carreira – deslanchando de vez em Top Gun: Ases Indomáveis – e não há uma fase se quer ruim do ator. Não diferente, Edge of Tomorrow/No Limite do Amanhã é mais um grande filme que acrescenta à carreira do astro de Hollywood.

Assim como o mangá, No Limite do Amanhã é uma adaptação da light novel All You Need Is Kill de Hiroshi Sakurazaka e já adianto: Há diferenças entre o filme e o mangá ilustrado pelo mestre Obata. Como não tivemos acesso ainda ao livro, não sabemos o QUANTO a adaptação cinematográfica é fiel a história original. Com isso, mais a frente em nosso texto, faremos uma comparação do mangá com o filme dirigido por Doug Liman.

Save Game

Parecido com o mangá – que também fizemos o review – temos o personagem principal, Major William CageKeiji Kiriya no mangá – “porta-voz” do exército dos Estados Unidos que é rebaixado a soldado e colocado em frente de batalha para lutar contra os extraterrestres. No filme No Limite do Amanhã, dá-se a entender que um meteorito cai na região de Hamburgo na Alemanha. Este é o primeiro foco da força extraterrestre e que não demora muito para se espalharem pelo mundo.

As forças armadas, mais especificamente a ‘United Defense Forces/UDF’ cria uma espécie de exoesqueleto para lutar contra tais criaturas, estas chamadas de Mimic/Miméticas/Mimetizadores. Estas criaturas, pelo que parece, só querem saber de uma coisa: Exterminar toda a raça humana. Quando Cage vai para a frente de batalha, por inexperiência, ele morre. E aí que tá a cereja do bolo da trama: Ele acaba voltando toda vez que morre.

Protagonismo

William Cage, o personagem interpretado por Tom Cruise é o dono da vez no filme. Apesar de que no mangá acontece uma divisão bem bacana entre Cage/Keiji e Vatraski, na adaptação hollywoodiana não acontece isso e até sentimos falta de mais de aparições da atriz Emily Blunt interpretando Rita Vatraski. *Uma curiosidade é que a atriz fez Looper. Quem não assistiu este aqui, vale à pena também!*

Comparando mais ainda o mangá com o live-action, temos um Cage/Keiji mais bundão nas telonas, e poxa, interpretado por Tom Cruise, o cara mais “invencível” das telonas. Isto é bem incomum de se ver. Voltando a trama, o cara é tipo um garoto propaganda do exército e só passava comunicados na TV e fazia alguns contatos diplomáticos entre países. O interessante é que, por ser ainda mais bundão que no mangá, dá pra reparar que no filme ele faz o looping mais vezes.

Dinâmica

Ahhh que beleza <3, referências. A cena de desembarque na região da costa da França, é bem próxima ao que vimos na cena da praia da Normandia em ‘O Resgate do Soldado Ryan‘ de Steven Spielberg, e tão sensacional quanto. É bem bacana ver algo meio “starcraftiano” e para quem curte 2ª Guerra Mundial, vai se identificar bastante com o filme.

Se formos falar em roteiro, temos um filme até que bem conciso e sem muitas janelas a fechar. Claro que por se tratar de um blockbuster, muita coisa vem mastigadinha, principalmente em questão mais técnica das criaturas e de como elas chegaram, mas são contextualizações até que interessantes. Se pegarmos o ritmo e dinamismo do filme, ele funciona muito bem até sua metade, onde parece perceptível que os roteiristas não conseguiriam mais chamar a atenção com surpresas no looping. Mas não compromete de forma alguma o filme e ele se estende bem até seu fim.

Mangá vs Filme

Se você assistir pensando em ver algo como o mangá, desista, não adianta. Como sempre falamos por aqui, adaptação não é transposição e se você quer algo como o mangá, leia o mangá. O filme por si só, alimenta muito bem seus telespectadores e sim, há diversas mudanças.

Enquanto no mangá tínhamos uma carga emocional e dramática latente, no filme a presença do poder audiovisual é bem maior. Dá pra categorizar No Limite do Amanhã como um filme de ação, o que não pode-se dizer com toda certeza do mangá. Mas não se engane, a adaptação é muito boa e a essência está toda ali. Ainda não podemos comparar com o light-novel, mas acredita-se que por se tratar da arte escrita, a ação deve ser ainda menos presente.

Enquanto que no mangá…

  • Rita usa um machado, no filme uma espada;
  • Rita tem o simbólico apelido “a cadela do campo de batalha”, no filme “vadia de ferro”;
  • O “looper” tem dores de cabeça, no filme ele tem “visões”;
  • Os mimetizadores parecem-se com chuchu dentados, no filme são uns “tentáculos-dentados ligados no 220v”;
  • Há uma interação social no refeitório, no filme tem o pessoal do J-Squad, o qual Cage faz parte;

Virtudes

No Limite do Amanhã é um bom filme com ótima direção. Tom Cruise e Emily Blunt  – bem como todo J-Squad – estão muito bem no filme e as cenas de ação em conjunto com os efeitos especiais, farão o telespectador ficar preso em todo seu decorrer. Os problemas, como já dito anteriormente, nem de longe prejudicam o longa, apenas dá-se um desconforto para aqueles que buscam um roteiro mais “apurado” ou com surpresas, e pode ter certeza, do começo ao fim, muitas acontecerão.

Um conceito bacana utilizado no filme é a metalinguística da ironia. Em diversos momentos o filme nos “prega” uma peça, vou lhes explicar: Em diversas cenas, Cage age como se nunca tivesse vivenciado aquele momento, de forma bem irônica mesmo. Da mesma forma que ele “dribla” a perspicácia de Rita, também acabamos caindo na dele. Outra cerejinha do bolo é o humor bem empregado. São diversas cenas de repetição – e de mortes – que acabamos rindo com seu desfecho. *É tipo você jogando e morre sempre. Mas está próximo de um save. Ou tá usando o recurso save-state desenfreadamente.*

Outro detalhe, que pode passar despercebido é de que, assim como no mangá, Rita usa uma armadura de cor vermelha. No filme, nenhuma citação é descrita ou não passa nenhuma intenção de Cage utilizar uma armadura de cor azul. O detalhe deste tópico é que o mimetizador que “domina” Cage é da cor azul.

Seja All You Need Is Kill ou Edge of Tomorrow, ambas obras estão muito bem recomendadas. Surpreenda com o filme do mangá e surpreenda com o filme do filme, que graças a Liman, não é coxinha.


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Evangelion | Projeto Levará ‘Lança de Longinus’ Até a Lua!


Já sendo direto. Para quem não lembra da cena, olha só:

A campanha crowdfundingProject to Pierce the Moon With the Spear of Longinus‘, visa angariar 100 milhões de ienes (algo próximo de 825 mil dólares) para literalmente, cravar uma lança de Longinus na Lua! E você acha absurdo? Que nada, até o presente momento, já foram arrecadados 35% do montante e estima-se que a meta ocorra até 2016.

evangelion longinus lua
Brasão do Projeto (Imagem Divulgação)

 

Iniciado no dia 5 de Abril do ano passado, a campanha faz parte da celebração do aniversário de 20 anos da franquia Neon Genesis Evangelion e a lança com 24 centímetros, estará a bordo de uma nave espacial americana. E é isso, Nerd Power até a Lua! <3 

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Highschool of the Dead | Panini lançará Spin-off


A Panini ainda não parou com seus anúncios de novos títulos. A vez agora é de Highschool of the Head!

Gakuen Mokushiroku: Highschool of the Head foi lançado em 2011 e tem o formato de “tirinhas”, ou mais especificamente yonkoma/4-koma. Serializado pela Dragon Age, tem ilustrações de Shouji Satou baseada nas histórias de Daisuke Satou. Possuindo 16 capítulos e satiriza a obra principal Highschool of the Dead, com um plot bem simples: Está rolando um apocalipse zumbi e um grupo de estudantes tenta sobreviver em sua escola.

Highschool of the Head sai ainda este semestre, com UM volume!

Highschool of the Head (Imagem Divulgação)

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Alexyus Cruz – Borboletas Envenenadas | Suco Apresenta

Já estivemos antes com Alexyus Crus: Memento e agora o Clube das Aberrações vem com mais uma HQ online! Borboletas Envenenadas. Segue o release:

O Filosofo Alexyus Cruz em nova aventura online, dessa vez voltada para o suspense. Borboletas Envenenadas foi um fanzine lançando pela primeira vez em 2010 e que agora encontra nesse ‘remake‘ a mesma ideia, com novos traços e cores por Wagner Kurts. História completíssima em somente 22 páginas.

“Na trama, Melissa é uma bela dama que em um passeio na floresta foi envenenada sem motivo aparente por um arqueiro. Van Heryus um viajante, se coloca em risco a fim de descobrir o ocorrido com a mulher e encontrar o antídoto para curá-la. Contudo o viajante não sabe que uma criatura sombria com interesses desconhecidos espreita seus passos”.

Borboletas Envenenadas é uma história de camadas. Nem tudo é o que aparenta, além de trazer algo a se pensar apresenta uma narrativa singular, misturando quadrinho, contos de fadas e o teatro.

Para ler ONLINE
Para fazer DOWNLOAD (41 MB)

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Shingeki no Kyojin: No Regrets | Novo Mangá da Panini!


 No último 07 de Março, a editora Panini anunciou seu mais novo título de mangá: Shingeki no Kyojin: No Regrets!

O spin-off é focado na trama entre Rivaille/Levi e Erwin, com acontecimentos que precedem o arco da série principal. O mangá já foi finalizado no Japão com 2 volumes e tem previsão para sair em Abril por aqui.

Capa Japonesa - História por Gan Sunaaku e arte de Hikaru Suruga (Imagem Divulgação)
Capa Japonesa – História por Gan Sunaaku e arte de Hikaru Suruga (Imagem Divulgação)
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The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D | Review

Eu posso não concordar com muitas das políticas da Nintendo, mas não podemos chamar a Big N de preguiçosa: The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D é muito mais que o mesmo jogo com uma resolução maior, como é a moda dos “remaster” que invadiu os consoles recentemente.

Confira também: Elite: Dangerous | Review

The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D é um remake caprichado da versão de Nintendo 64 com diversas melhorias em relação ao original, tornando o remake de 3DS um jogo que vale a pena ser jogado, tanto por quem nunca jogou, quanto para quem jogou o original.

YOU’VE MET WITH A TERRIBLE FATE, HAVEN’T YOU?

majoras mask
Créditos ao Thiago! (Screenshot Divulgação)

Majora’s Mask é um dos jogos mais sombrios da série, chegando a dar origem à história de Ben e uma interpretação bem perturbadora a respeito do enredo. (Veja AQUI sobre a história. Veja AQUI a interpretação, mas cuidado, tem spoilers sobre a história do jogo).

O jogo se passa, de acordo com a timeline oficial, logo após os eventos de Ocarina of Time, considerando a história a partir da época do Link criança.

Desta forma, o jogo começa com Link vagando por uma floresta, procurando por um(a) amigo(a) querido (a) que não via há muito tempo. Após ser vítima de uma brincadeira do vilão Skull Kid, Link acaba em Clock Town em Termina, onde a lua está caindo, e o herói tem apenas três dias para impedir Skull Kid, recuperar um artefato roubado e salvar a cidade.

Para a sorte do protagonista Link, o jogo traz mecânicas para lidar com o tempo esguio. Ao fim, o jogo dura mais que o pequeno tempo que Link tem antes que o mundo acabe.

Além da missão principal, há diversas sidequests que envolvem ajudar os diferentes habitantes de Termina, sendo algumas bem simples e curtas, como vencer um minigame, outras são bem longas e precisam de vários itens para que possa completa-las.

A missão principal em si não é tão longa, mas as sidequests e a busca por todos os itens e mascaras dão estendem o jogo até uma duração satisfatória.

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The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D (Imagem Divulgação)

NÃO EXATAMENTE O MESMO JOGO QUE VOCÊ CONHECE

Majora’s Mask 3D é essencialmente o mesmo jogo lançado para Nintendo 64 em 2000. As mecânicas seguem o mesmo padrão dos outros jogos da franquia. Link tem uma espada, um escudo, pode rolar ou saltar para os lados e encontra diversos itens, tais como o já famoso arco e flechas e as tradicionais bombas.

A novidade do jogo é a introdução das máscaras. Durante a jornada, Link encontra diversas máscaras, que são usadas como se fossem itens. Algumas poucas máscaras são especiais, e permitem ao Link se transformar em outro personagem.

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The Legend of Zelda Majora’s Mask 3D (Imagem Divulgação)

Outras apenas garantem algumas habilidades especiais ao personagem, tal como correr mais rápido, dançar ou até mesmo a falar com sapos. Há também algumas que são necessárias apenas para cumprir algumas missões, como para mostrar que está procurando por certo alguém ou entrar em lugares restritos.

Do mesmo modo, há também os tradicionais dungeons da série. Porém, em Majora’s Mask, as dungeons principais aparecem em uma quantidade significativamente menor que o seu predecessor, Ocarina of Time. Felizmente, há várias mini dungeons para compensar.

Porém a versão para Nintendo 3DS não é exatamente igual à versão original do Nintendo 64. Além da mudança no visual, a Nintendo mudou algumas partes do jogo original. Alguns itens não estão no mesmo local, algumas recompensas também foram trocadas. Foram incluídos alguns save points novos e agora o jogador não precisa mais voltar ao início para salvar.

Além disso, há a inclusão de um modo pesca, parecido com o do Ocarina of Time. Não modifica o curso do jogo, mas é uma opção para o jogador se divertir quando não tiver salvando o mundo.

A maior diferença sentida, porém, foram nas batalhas contra os chefes. Todos eles tiveram a mecânica refeita de forma que em diversas vezes quebrei minha cara ao chegar confiante que sabia como vencer e no fim não era bem assim. O destaque fica para o chefe da última dungeon, a batalha foi bem surpreendente.

Falando em gráficos, visualmente o jogo está muito bonito. É claro, devido à limitação do 3DS, a resolução é baixíssima. Jogá-lo em uma tela grande FullHD seria penoso, porém, na tela pequena do portátil os gráficos se encaixam perfeitamente. Além da melhoria nas texturas, para algo mais parecido com o Ocarina of Time 3D, houve também uma mudança na coloração do jogo.

Desta forma, Majora’s Mask 3D é um jogo muito mais colorido que o original. Embora visualmente mais bonito, acredito que o visual mais dark combina melhor com o clima sombrio do jogo do que esse visual mais colorido e alegre.

REMAKES COMO ESSE SÃO COISAS LEGAIS PARA SE TER… HEH, HEH.

Majora’s Mask 3D é um excelente remake de um excelente jogo. Naturalmente, se você não gostou do jogo original, não há nada na versão de 3DS que irá lhe fazer mudar de idéia. Mas se gostou, ou ainda, se ainda não o jogou, recomendo jogar esse remake.

A Nintendo fez um trabalho primoroso com essa versão, trazendo além de uma atualização gráfica, algumas mudanças que mantém o jogo fresco até para quem já jogou.

Para aqueles que não jogaram, se a franquia The Legendo of Zelda lhes agrada, deem uma chance a Majora’s Mask, pois o jogo é uma emocionante viagem atrás de um mundo fantástico, repleto de personagens carismáticos, ainda que num tom um pouco mais sombrio que os demais jogos da série.

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