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Baby Steps | Primeiro Gole

Baby Steps é uma série de mangá de tênis, lançada desde 2007 na Weekly Shounen Magazine (de séries como Tsubasa e Fairy Tail), que foi adaptada entre 2014 e 2015 em duas temporadas animadas totalizando 50 episódios.

O mangá de Hikaru Katsuki conta a história de Maruo, um estudante que começa a jogar tênis no primeiro ano do ensino médio e, apesar do começo tardio, decide que quer se tornar um campeão no esporte.

Descrição mais honesta e direta impossível, certo? Se for possível descrever Baby Steps em duas palavras, essas são certamente as melhores. Honesto, direto, está no nome da série o que ela propõe: mostrar os “passos de bebê”, iniciais e desajeitados, de Maruo no universo do tênis, e seu desenvolvimento em um jogador respeitável. Baby Steps não tem segredos, mistérios, é o equivalente “comédia pastelão” do anime de esportes: a proposta é mostrar um jovem garoto evoluindo em um determinado esporte, aqui, o tênis. Tudo bem, mas e aí? Qual é a graça de Baby Steps, e por que a série já está com 40 volumes compilados no momento dessa postagem?

Também assim como seu título, Baby Steps pode afastar o leitor à primeira vista por uma série de más primeiras impressões – shounen de esportes longão, com um design de personagens muito simples e até infantil, uma animação medíocre, uma música de abertura que se repete por 50 longos episódios…? Escolhas confusas. Baby Steps tem diversas falhas técnicas óbvias que nos faz compreender rapidamente por que não tem o hype de um Haikyuu!!, por exemplo. Mesmo assim eu, que não sou nenhuma fã de tênis nem de séries tão convencionais, me senti presa desde o primeiro episódio. Por quê? Sucede que por trás dessas falhas reside uma série realmente muito boa para qualquer fã de anime de esportes, e indo além disso, para qualquer fã de séries sobre desenvolvimento de personagem, superação, reflexões sobre o próprio corpo e sobre como bons hábitos podem ser cultivados. É uma série verdadeiramente motivadora, mesmo que não esfregue essa mensagem em momento algum.

O contato com o esporte

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Baby Steps (Imagem Divulgação)

Maruo é a princípio um garoto como, diria, muitos fãs de anime – que não tem absolutamente nenhum contato com esporte nenhum. Maruo, na realidade, é um estudante “nota 10”, que só tira as melhores notas da classe sempre e só se importa em estudar muito para ter um bom futuro. Um dia, sua mãe, preocupada com a má influência que seus hábitos excessivos podem ter para a sua saúde – porque Maruo é realmente obsessivo com estudo! – decide que seu filho deve praticar um esporte, e é assim que Maruo entra em contato com uma espécie de ginásio ou centro de treinamento de tênis local. Como muitos jovens, Maruo não começa a praticar um esporte porque quer ser uma lenda ou sei lá o que, mas simplesmente porque sua mãe falou “vai lá e faz”. E ele vai lá. Ele meio que gosta de uma tenista, a Natsu, começa a achar que esse negócio de tênis não é tão ruim assim, e começa a praticar.

Sucede que esse ginásio é dividido em vários “graus”, sendo que os melhores atletas competem apenas com outros no seu nível. Como muitos de seus colegas no clube praticam o esporte há muito tempo, todos estão em níveis acima do seu, e Maruo se dá conta plenamente da sua falta de habilidade logo no começo da série, quando ele é humilhado por um garotinho com a metade do tamanho dele, no grau mais fácil do ginásio. Aí, ele tinha duas opções: desistir totalmente do tênis e nunca mais dar as caras lá, ou, bem, se esforçar para melhorar. E como alguém que sempre se esforça demais em tudo que faz, e tende a obter bons resultados, ele vai pelo segundo caminho.

Contando sempre com o apoio de outras figuras muito importantes, como bons treinadores, pais que o ajudam como podem, e seus velhos e novos amigos, dentre os quais a Natsu, Maruo começa a trilhar o longo e ardiloso caminho que qualquer jovem que começa a praticar um esporte tardiamente precisa percorrer para se tornar um campeão. De fato, a personalidade obsessiva de Maruo é o grande ponto-chave de todo o enredo de Baby Steps: é o que faz Maruo ainda ter alguma chance de se destacar naquele universo fortemente competitivo, e além de ser a chave do seu sucesso, é também grande parte do humor da série.

No começo, Maruo é um estudante especialmente popular por anotar tudo da aula. Tudo. Suas anotações são motivo de popularidade, e também de suas notas, sempre no primeiro lugar da sala. Sucede que ele leva esse hábito pro tênis: durante todas as pausas entre os sets, Maruo começa a tomar por hábito anotar, ou desenhar rapidamente todas as jogadas suas e do oponente e os resultados. Dessa forma, ele consegue descobrir como jogam seus oponentes, quais suas tendências, que jogadas ele faz melhor e tudo mais, mesmo durante a partida. É esse jeito “nerd” e disciplinado de Maruo que acaba revelando um jogador que, apesar do começo tardio, é talentoso. Sabendo disso, o rapaz passa a se esforçar cada vez mais. Será possível para esse rapaz superar as lendas e prodígios do tênis?

Motivação

Talvez o mais incrível de Baby Steps seja o quão motivador é o anime. O aspecto motivacional é um ponto importante de séries de esporte em geral, e o próprio nome da série já diz muito sobre ela, ao ser interpretado da forma correta: é a história de Maruo que, como um bebê que começa a andar, vai traçando passos desajeitados e progressivamente melhores. E o que realmente nos prende a Baby Steps é a mesma coisa que nos prende à história de atletas com inícios tardios e que venceram; é ver como um garoto com nenhuma habilidade para o atletismo consegue, usando fórmulas originais e criativas e com muita dedicação, conquistar um espaço entre as pessoas que começaram mais cedo. É lembrar a máxima de que nem sempre quem sai na frente chega na frente, e aprender a acreditar no seu potencial.

Apesar das lições muito importantes e episódios com competições bastante empolgantes de se assistir, com bastante raciocínio lógico e ensinamentos sobre o esporte, a apresentação de Baby Steps em si deixa bastante a desejar. As duas temporadas tem exatamente o mesmo nível de qualidade técnica, o que por um lado é bom – já que se você gostou do começo vai gostar do resto do mesmo jeito. Por outro lado, é tão parecido que até a música da abertura não muda uma única vez em 50 episódios. O nível da animação é o esperado do estúdio Pierrot (Naruto, Bleach): OK, mas muitas vezes deixa a desejar. Realmente não tem como dar muitos pontos para a apresentação de Baby Steps. Mas, se você conseguir deixar de lado a primeira impressão forte de mediocridade que a série tende a passar, vai encontrar um anime de esportes que se sustenta pela história, relativamente realista e com uma série de diferenciais.

É delicioso acompanhar o “nerd bizarro” Maruo conhecendo novas pessoas e expandindo seu mundo. É delicioso aprender com ele, não só sobre tênis, mas também sobre como é sempre possível se superar e fazer melhor do que você espera – uma lição que vale pra vida como um todo. É um anime colorido, bastante divertido, com pitadas de humor e algumas partidas que realmente deixam o espectador ansioso e cheio de expectativas. É o anime de esportes mais diferentão do mundo? Não, é até bastante convencional. Mas não deixa de ser bastante divertido, e acima de tudo, sólido. Para quem quer assistir um bom anime de esportes sobre tênis, que foca muito na parte técnica e realista do esporte em si – diferentemente de clássicos como o desafiador-à-Física Prince of Tennis, ou o dramático Ace wo Nerae! – Baby Steps é uma pedida excelente.

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BUD está de volta em Grow Up, novo jogo da Ubisoft

A Ubisoft acaba de anunciar que Grow Up, novo jogo de aventuras acrobáticas e sequência de Grow Home, de 2015, já está disponível em versão digital para Xbox One, Playstation 4 e PC.

Coelhos malucos da Ubisoft invadem os dispositivos móveis com o jogo Rabbids Heroes

Criado pelo pequeno time da Reflections, um estúdio da Ubisoft, Grow Up é um game em que os jogadores devem guiar o simpático robozinho BUD até um planeta rico em fauna e flora, e reconstruir a nave dos seus pais, chamada de MOM. Após um acidente lunar, várias partes da MOM foram espalhadas por este planeta e BUD não tem escolha a não ser embarcar em uma missão vertiginosa e alucinante, onde ele salta, rola e voa por ilhas flutuantes de quatro diferentes ambientes para recolher cada peça da nave.

Com muitas habilidades inéditas e uma nova melhor amiga conhecida como POD, BUD vai viver uma grande aventura. Usando o equipamento Floradex, os jogadores poderão moldar o mundo ao seu gosto, além de clonar plantas estranhas e maravilhosas encontradas durante a jornada e se lançar às alturas nos passeios entre as ilhas. Novos desafios cronometrados e itens colecionáveis também levarão a uma experiência ainda mais imersiva que poderá ser desfrutada no próprio ritmo do jogador.

Grow Up Ubisoft

Para mais informações sobre Grow up, visite AQUI.

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Pokémon iniciais que adoramos | Top Suco

Salve treinadores e treinadoras do SUCO, hoje no TOP SUCO temos um tema especial, nossa equipe de jornalismo Pokémon após horas de reuniões com Professor Carvalho, decidiu qual dos pokémon iniciais de cada geração levaria de cada continente.

Pegue sua pokédex, sua pokébola e seu pokégear, que o suco começará a sua jornada!

Charmander (Kanto)

Arte por Yamio (http://www.deviantart.com/art/Charmander-203588530)
Arte por Yamio

Começando pelo clássico, escolhemos o queridinho Charmander para nos representar, mesmo que eu (Soket) prefira o Squirtle. Charmander é um reptiliano bípede, geralmente encontrado em bandos em regiões montanhosas quentes, dizem que se a chama do rabo dele apagar ele morre, para nossa sorte isso não passa de um mito, não é?

Assim como os outros iniciais de Kanto, Charmander é uma das estrelas da equipe do Ash sendo o terceiro Pokémon dele a evoluir até o ultimo estágio, sendo o primeiro com Butterfree e o segundo Primeape. Nos jogos, ele evolui para Charmeleon no level 16 e posteriormente para Charizard , o querido de todos, no level 36 e ainda 2 mega evoluções: Charizard Y, a qual mantem o Fogo/Voador e Charizard X que é Fogo/Dragão! Acho que o golpe que marca o Charizard é o Arremesso Sísmico utilizado na animação… mas o Lança Chamas é o principal.

Cyndaquil (Johto)

Arte por Eluva
Arte por Eluva

Atravessando as montanhas de prata, vamos para johto e nossa escolha – a qual eu também sempre escolho-, foi Cyndaquil. O pokémon lembra um equidna(Knuckles é você?) que tem um nariz pontudo e uma cavidade nas costas por onde exala chamas. Naturalmente é um Pokémon tímido, mas quando se sente ameaçado e irritado as chamas aumentam de tamanho.

Assim como Totodile e Chikorita, Cyndaquil também é um Pokémon que está presente no time de Ash mostrando grande lealdade ao treinador e durante a liga de Sinnoh, ele evolui para Quilava enfrentando a equipe rocket! Nos jogos, Cyndaquil evolui no level 14 para Quilava e depois, o meu preferido dessa geração, Typhlosion, no level 36. O golpe assinatura é Flame Wheel ou se preferirem a Roda de Fogo, “and burn burn burn the ring of fire, ring of fire…”

Torchic (Hoenn)

Arte por Lurking Spork
Arte por Lurking Spork

Na terra dos guardiões do céu, do mar e da terra, escolhemos Torchic. O pokémon é um pequeno pintinho com sua crista amarela “que cabe aqui na minha mão”. Dizem que suas bolas de fogo chegam a 1000ºC e que qualquer um que abrace ele, sente o calor das chamas que vivem internamente. Detalhe: mesmo odiando a escuridão, sempre acompanhará seu treinador.

Na animação, May companheira de Ash, tem um Torchic na sua equipe que a auxilia nas competições e criando uma grande rivalidade com o Treecko de Ash. Então, Torchic evolui para Combusken no level 16 ganhando habilidades de lutador e no level 36 para Blaziken, o algoz de Ash durante a liga Johto. Quem não se lembra do Sky Uppercut e do Blaze Kick tirando Charizard da batalha e o sonho de ser campeão? Blaziken também tem uma mega evolução que o deixa muito mais rápido do que já é!

Piplup e Chimchar (Sinnoh)

Arte por Vani-Fox
Arte por Vani-Fox

Ao norte da Montanha Coronet, a região de Sinnoh trouxe um empate na redação do SUCO. A discussão foi ferrenha, batalhas de duplas e trios, battle royale até antes do lançamento da nova franquia. Então ficamos com dois: Piplup, o pinguim, tem grande resistência ao frio um excelente nadador ficando mais de 10 minutos mergulhando para caçar, ele faz parte do time de Dawn. Evolui para Prinpilup no level 16 e depois evolui para Empoleon no level 36 ganhando subtipo de metal, com o pinguins da antártica não se brinca e nem com seu Hydro Pump e Flash Cannon!!!

Chimchar, presente na equipe de Ash após Paul o abandonar, o Pokémon chimpanzé de fogo é muito ágil e é capaz de subir árvores e escalar montanhas com grande habilidade, evolui para Monferno no level 14 e ganha muita força e um verdadeiro lutador no level 36 para Infernape, mas todo cuidado é pouco, pois não só de chamas seus punhos podem acertar seus adversários.

Snivy (Unova)

Arte por Sa-Dui
Arte por Sa-Dui

Na Nova Iorque do Pokémon, nosso escolhido é Snivy. Sim, temos um inicial de grama finalmente!!! Snivy, o reptiliano de grama é um Pokémon calmo que usa suas habilidades das três folhas que estão no seu rabo, essas que traz nutrientes para ele por fotossíntese e também permitem a agilidade do pokémon durante as batalhas.

Quando Ash começa suas aventuras em Unova, ele enfrenta um novato com seus recém Snivy e o Pikachu perde, (como um Pikachu level 80 perde para um poké level 5? Anime hehe) mas ele encontra com um durante sua jornada sendo um membro muito importante para conquistar insígnias com seu golpe de Atração. Ele evolui para Servine no level 17 e consequentemente para Serperior, a serpente mística, no level 36 e o Leaf Storm é decisivo nos combates!

Fennekin (Kalos)

Arte por Joltik92
Arte por Joltik92

Andamos bastante e chegamos com os pés cansados e com Kalos, a “Paris” de Pokémon. Lá, temos a raposa mística de fogo, Fennekin. Os vapores quentes que saem de sua orelha atingem temperaturas de 200 ºC, é temperamental e gosta de mastigar gravetos.

Membro da equipe de Serena, Fennekin evolui para Braixen no level 16 e Delphox no level 36 adquirindo poderes psíquicos com seu graveto mágico e aparência de estudante de Hogwarts. Apesar de sua elegância, seu Fire Blast é devastador! Até o momento não se tem conhecimento de uma forma especial como o Greninja do Ash. Vamos ver o que a animação ou o próximo game pode trazer!

Litten (Alola)

litten
Arte por Hiraiviny

As ilhas de Alola é o próximo ponto de viagem para todos os treinadores do mundo. Em novembro com o lançamento de Pokémon Sun & Moon, iremos embarcar nessa nova aventura! Dentre Rowlet, Litten e Popplio qual é a sua escolha? Nós do suco já temos uma preferência: O Pokémon gato de fogo: Litten!

Por enquanto não temos muitas informações sobre esse pequeno, independente e calmo Pokémon.

Quais são seus preferidos? Qual inicial dentre todos você levaria para uma grande jornada? Eu e meu Cyndaquil nos despedimos em busca de todos os pokémons! Até a próxima geração treinadores!

*Imagem de capa, originalmente por Huiro 

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Com2us participa da BGS 2016 e comemora com jogadores brasileiros dois anos de sucesso de Summoners War

Profissionais da Com2us que vêm da Coreia do Sul especialmente para a BGS, também estarão no estande comemorando a segunda participação na feira, o segundo aniversário de Summoners War e o estrondoso sucesso de 60 milhões de downloads do jogo

Brasil Game Show 2016 confirma presença da Razer

A Com2us, principal desenvolvedora e editora de jogos para celular da Coreia do Sul, participará pela segunda vez da Brasil Game Show – BGS, feira que acontece de 1 (só para imprensa e negócios) a 5 de setembro, no São Paulo Expo, em São Paulo. No estande da Com2us, o público poderá ver e jogar um de seus jogos mais populares para celular, o RPG de fantasia e ação Summoners War, que completou dois anos em junho com mais de 60 milhões de downloads e está no topo das listas de jogos mais baixados na App Store, onde aparece entre os mais populares em 106 países, e na Google Play, onde é um dos preferidos em 91 países.

“Estamos muito felizes com esse estrondoso sucesso e temos certeza que a BGS nos ajudará a aumentar ainda mais a popularidade de Summoners War. Em 2015, quando participamos pela primeira vez dessa feira, pudemos constatar o quanto os brasileiros estavam entusiasmados com o jogo e desde então só temos aumentado nossa base de fãs no país”, disse Casey Lee, gerente geral da Com2us USA. “Estamos comprometidos com a construção de Summoners War como uma marca de estilo de vida. Queremos ir além e dar aos usuários não apenas um jogo de qualidade, mas também um lugar para se conectarem com o resto do mundo e fazerem parte de uma comunidade global”, afirma Lee.

Com expectativa de público de mais de 300 mil visitantes, a BGS será perfeita para os planos da Com2us. A empresa, que desde 1998 lidera a indústria de desenvolvimento e publicação de jogos mobile, sabe disso e vai aproveitar a oportunidade para interagir com os visitantes que já conhecem o jogo e atrair novos fãs para Summoners War. “A Com2us está de volta pelo segundo ano na BGS, e dessa vez maior e melhor!”, garante Lee, adiantando que, além de jogar à vontade, quem for ao estande poderá participar de disputas PvP (jogadorxjogador), tirar dúvidas com profissionais da Com2us e com youtubers, pegar dicas e conhecer estratégias que podem ajudar a melhorar a performance durante o jogo.

Em português e em outras 15 línguas, Summoners War é um RPG com mais de 800 tipos de monstros que o usuário pode evoluir e dar novos poderes, tornando as batalhas ainda mais eletrizantes, com a possibilidade de ter até 30 pessoas por guilda. Na Google Play Store e na App Store, o jogo conquistou, respectivamente, 4,3 e 4,5 de 5 estrelas.

O estande da Com2us na BGS 2016 ficará na rua C, entre as avenidas 1 e 2, e o público poderá conhecer e jogar Summoners War em tablets que estarão à disposição.

Sobre a Com2us – A Com2us é líder mundial na indústria de desenvolvimento e publicação de jogos mobile desde 1998. Na Coréia do Sul, onde fica sua sede (Seul), foi eleita a principal provedora de games para celular do país. Tem escritórios na China, Japão e EUA, já ganhou diversos prêmios e construiu, ao longo do tempo, uma forte presença global. A Com2us negocia na KOSDAQ (Korean Securities Dealers Automated Quotation, similar à NASDAQ-EUA, desde 2007. Atualmente, a Com2us tem um catálogo com 33 games mobile. A Com2us também já desenvolveu jogos em parceria com gigantes do mercado, como Golf Star, com a BMW Motors / PGA Tour, liga profissional de golf norte-americana.

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Arlequina e Coringa: um relacionamento suicida

Arlequina e Coringa um relacionamento suicida

Perambulando pela internet após ver o filme ‘Esquadrão Suicida’, não pude deixar de notar o hype ao redor do assunto e as diversas manifestações nas redes sociais vangloriando o relacionamento da Arlequina com o Coringa – colocando o casal como um ideal de relacionamento. Através de um olhar mais crítico podemos perceber que a história não é bem assim.

Leia também: Esquadrão Suicida | Review

A primeira aparição da personagem Arlequina aconteceu em 1992, durante o episódio “Um Favor para o Coringa” na série animada de televisão ‘Batman: A Série Animada’. Desde então, o relacionamento entre os dois se tornou muito popular e a personagem, que era para ter apenas uma aparição, se tornou uma das primeiras a sair de outras mídias para ganhar os quadrinhos da DC (1993) e o Universo DC (1999).

A Origem da Arlequina

A Doutora Harleen Quinzel, psiquiatra no Asilo Arkham, tinha por paciente ninguém menos que o próprio Coringa. A cada entrevista, Harleen era sutilmente manipulada até começar a desenvolver empatia e paixão pelo palhaço. Como prova de fogo em seu plano, o Coringa a convence a doutora a tornar-se sua cúmplice e auxiliar em seu plano de fuga. Posteriormente, a doutora seria transformada em Arlequina através de um doloroso “tratamento” químico.

A Obsessão do Coringa

Arlequina é tão louca pelo Coringa que o que seu maior desejo é realizar os desejos dele: ajudá-lo a matar o Batman. A verdadeira obsessão de Coringa, entretanto, é pelo morcego de Gotham. Mesmo que consiga ajudar na finalidade, a ajuda de Arlequina só é bem vinda caso siga exatamente os comandos do palhaço, caso contrário as coisas não acabam nada bem. Veja o trecho abaixo:

O trecho, retirado da série animada, demonstra o nível de obsessão e violência envolvidos. O Coringa fica bravo porque Arlequina ficou em seu caminho, mas isso não daria brecha para que ele pudesse fazer com ela o que quisesse. Vejamos outros exemplos.

*Atenção, o texto abaixo contém spoilers do Filme*

O Universo cinematográfico

O filme nos mostra vagamente um relacionamento abusivo e tóxico. Há duas cenas específicas que demonstram esse comportamento:

A primeira é a cena da fuga – Coringa e Arlequina estão sendo perseguidos pelo Batman. Para escapar, Coringa joga o carro no rio e abandona Arlequina sabendo que o Batman a salvaria. A segunda é a cena do tanque – Coringa, pergunta a Doutora Harleen Quinzel se ela viveria por ele, então ela diz que sim. Como prova de seu amor, a doutora pula no tanque químico, e Coringa sabe que ela não consegue nadar. Ele estava indo embora, quando voltou atrás e pulou no tanque para salvá-la. É nesse momento, que Harleen Quinzel se torna Arlequina.

Nas HQs a história não é bem assim. Coringa leva a doutora na Química Ace, onde o mesmo diz que iriam celebrar um novo nascimento da moça, então ele a joga no tanque. Veja abaixo as imagens da HQ:

Em outras mídias, o Coringa é retratado como um personagem egoísta que usa a Arlequina de ferramenta para suas tramas. No filme, o enredo mostra o palhaço preocupado e motivado a salvar sua cúmplice, romantizando a relação dos dois. A impressão é que o universo criado no cinema, aborda o personagem sob outro ângulo, como um vilão que ‘apesar de tudo’ se importa com a Arlequina – e são pensamentos como este que muitas vezes legitimam a continuidade de relacionamentos abusivos.

Leia também: Batman – A Mascará da Morte | Review

Um monstro bonitinho

Obviamente, tudo isso é muito problemático. Aqueles que conheceram os personagens apenas pelo filme podem ter uma visão diferente, entretanto, é necessário identificar e compreender o ponto central do relacionamento – Arlequina é uma personagem trágica. Sua paixão pelo Coringa não é um romance e muito menos algo fofinho. O relacionamento dos dois é embasado em manipulação, mentiras e abuso e, o que é pior, ela sente que ela merece tudo aquilo. Representar esta dinâmica como algo normal ou romântico dá legitimidade à ideia de que abuso doméstico é aceitável. Mesmo que sejam personagens fictícios, retratam pessoas que possuem sentimentos e, na vida real, não é aceitável alguém ter controle da sua vida por você… Precisamos mostrar que isso é sério e tem consequências.

O filme não retrata uma Arlequina independente, tentando se encontrar fora do caos e da loucura do palhaço, mesmo assim, a personagem ganha carisma e força própria para atuar além da sombra do Coringa.

Creio que a DC tem feito dos problemas do mundo um alerta para a sociedade, mostrar que um relacionamento abusivo pode estar embaixo do próprio nariz e só você não é capaz de enxergar… Nos mostra também a força que a Arlequina como mulher possui para aguentar tantas situações.

Isso mostra que vítimas de violência doméstica têm esperança e que, acima de tudo, você deve possuir amor próprio.

Por isso, não devemos romantizar relacionamentos problemáticos do mundo fictício. Muitas vezes, os vilões são exemplos de como poderíamos enxergar as coisas de outro modo e claro, fazer disso modelo do que não ter em nossas vidas.

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Street Fighter V | Modo contra CPU em setembro

Ótima notícia para quem quer bater uma “lutinha de boas” contra a CPU em Street Fighter V.

Trajes Fatais | Conheça este jogo de luta criado por brasileiros

A espera está terminando e a Capcom revelou que o próximo update para Street Fighter V é de que o modo contra a CPU estará disponível em setembro. Além disso, a empresa promete um sistema mais robusto, novos desafios e muito mais opções de customização nos seus personagens. Vale lembrar que para os espertinhos de plantão, o sistema de rage quit (sair antes do fim do jogo) será implementado com penalizações.

Street Fighter V está disponível para Playstation 4 e PC.

 

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NANA | Ai Yazawa demonstra interesse em retornar e finalizar o mangá

Os fãs de NANA já podem comemorar – mesmo que um pouquinho – pois o mangá pode retornar e ter o seu tão esperado fim!

Bleach | Live-action já tem ator e diretor divulgado

Em uma recente entrevista para a revista de moda Rola, a mangaká Ai Yazawa revelou ter interesse em retornar com sua icônica obra, NANA. Em hiatus desde 2009 por conta de uma doença não revelada, Yazawa pede desculpas aos fãs, porém ainda não há uma data certa para o seu retorno.

No Brasil, NANA foi publicado pela editora JBC e conta com 21 volumes até o momento.

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Entrevista – Ai Yazawa (Scan Divulgação)

Fonte: Crunchyroll / Ai Yazawa Brasil

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Rayman Origins de graça na Uplay

A Ubisoft continua comemorando o seu 30º aniversário e agora disponibiliza na faixa Rayman Origins!

Coelhos malucos da Ubisoft invadem os dispositivos móveis com o jogo Rabbids Heroes

Anteriormente tivemos Prince of Persia: The Sands of Time e logo na sequência Splinter Cell, o jogo da vez é do mascote sem braços e pernas da empresa, Rayman Origins! Para adquirirem o jogo, basta baixar o aplicativo para desktop Uplay ou acessar ESTE LINK.

Boa diversão!

 

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