A Nintendo está de volta à Brasil Game Show 2018 – ainda não da forma que queremos, mas já é um ótimo começo de um provável retorno – e será patrocinadora da Cosplay Zone, área dedicada a desfiles e concursos do evento!
Durante os dias 10 e 14 de outubro, apresentações e diversas atividades vão rolar por lá, junto com os personagens Mario, Luigi e Donkey Kong. A voz de Mario e tantos outros personagens da BIG N, também estará por lá, Charles Martinet, realizando um Meet & Greet com os fãs.
Cosplay Zone
10/10, 14h às 15h: Mario, Luigi e Donkey Kong (sessão de fotos)
11/10, 13h às 15h: Charles Martinet (Meet & Greet)
11/10, 19h às 20h: Mario, Luigi e Donkey Kong (sessão de fotos)
12/10, 13h às 15h: Charles Martinet (Meet & Greet)
12/10, às 19h: Mario, Luigi e Donkey Kong (sessão de fotos)
13/10, 14h às 15h: Mario, Luigi e Donkey Kong (sessão de fotos)
14/10, 14h às 15h: Mario, Luigi e Donkey Kong (sessão de fotos)
A Brasil Game Show 2018 acontecerá entre os dias 10 (quarta-feira) a 14 de outubro (domingo), das 13h às 21h, no Expo Center Norte, em São Paulo.
Lançado no dia 2 de julho, na Temporada de Verão 2018, Hanebado ou The Badminton play of Ayano Hanesaki, é um anime de esportes de 13 episódios, e está completo no site da Crunchyroll.
O estúdio que cuidou da animação foi o LIDENFILMS, o mesmo de Koi to Uso, Arslan Senki e Terra Formars. O diretor é o Ezaki Shinpei, que já dirigiu episódios de Shingeki no Kyojin e Kimi ni Todoke.
Hanebado foi baseado em um mangá seinen de mesmo nome, serializado na revista good! Afternoon, que também publica outros mangás, como Grand Blue. É escrito pelo Hamada Kousuke, que possui duas outras séries além dessa. Está lançando desde 2013 e ainda não foi finalizado.
Hanebado (Imagem Divulgação)
Duas Garotas
O anime conta a história, principalmente, de duas garotas: Hanesaki Ayano e Aragaki Nagisa. Ayano é um prodígio no Badminton, já que começou desde pequena a treinar com sua mãe, que é uma profissional no esporte. Depois de um incidente, Ayano se afasta do esporte e tenta levar a vida normalmente ao lado de sua amiga, Fujisawa Elena, na escola Kitakomachi.
Em contraponto, Nagisa se esforça cada vez mais no esporte, chegando a ficar obcecada com isso a ponto de prejudicar seu clube inteiro, também na escola Kitakomachi, sendo mandona e exigente. Isso acaba afastando membros do time e possíveis membros.
No passado, Ayano jogou contra Nagisa e venceu. Nesse jogo tudo mudou. Ayano parou de jogar e Nagisa começou a se cobrar mais para conseguir vencer os campeonatos.
Quando elas se reencontram na escola, é um grande choque para Nagisa. Mas a amiga da Ayano a convence a entrar no time de Badminton e voltar a jogar, já que ela amava tanto o esporte. E é a partir daí que a história se desenrola.
Hanebado (Imagem Divulgação)
Personagens à frente de tudo
Diria que Hanebado seguiu boa parte do intuito de Sangatsu no Lion, onde os personagens estão à frente de tudo. As personagens principais são bem desenvolvidas e cada ação e personalidade são bem embasadas.
Fora que o crescimento de cada uma das duas é gigantesco, e conseguimos perceber seus progressos na vida e no esporte. Os personagens secundários e de suporte são trabalhados também durante o anime, e se tivessem mais episódios, teriam mais foco provavelmente. Mas conseguiram mostrar bem cada um deles. A história convence e nos faz torcer por cada um do time.
Aquele anime de esporte que você respeita!
Quanto ao esporte, a obra consegue tornar o Badminton muito melhor do que é na vida real, um ponto positivo das animações japonesas. Cada partida é de tirar o fôlego, e não dá para saber quem vai vencer. Ao longo dos episódios dá para sacar algumas coisas sobre o esporte, e os personagens comentam durante as partidas explicando o que está acontecendo.
Mas a chave de ouro é a animação, com toda certeza. É tudo muito fluído e dinâmico, o que ajuda muito na construção da cena. Destaque especial para a última partida do anime, que foi excepcionalmente animada. E claro, para a primeira cena de partida do anime, que foi o que convenceu muitas pessoas a continuarem, já que ficou impecável.
Hanebado (Imagem Divulgação)
Sem o fanservice exagerado
Esse é um dos melhores exemplos de anime de esportes com mulheres, já que seus corpos não são o foco. O anime não tem cenas forçadas sexualizando o corpo das atletas, sendo o completo oposto. Isso mais o fato de ter protagonistas femininas e um esporte fora do comum já torna o anime um diferencial no eixo de animes de esportes.
O final do anime fecha bem a obra e transmite bem o espírito e mensagem que Hanebado tenta passar desde o primeiro episódio. Mesmo com aquele gostinho de “quero mais”, foi um ótimo final. É emocionante devido a trajetória de cada um e marcante para aqueles que se tornaram fãs da animação.
Um dos melhores animes da temporada!
A música de abertura “Futari no Hane” pela YURiKA no começo parecia ser bem sem graça, mas conforme vão passando os episódios, fica bem mais agradável. Mas a abertura pode se tornar um pouco enjoativa, já que repete cenas do começo no final. Mas a animação é bem fiel a do anime.
Ohara Yuiko ficou no encerramento com a música “High Stepper”. A música é bem animada e ficou com a cara do anime. A animação é bem bonita e deixa aquela sensação agradável de vida escolar.
É, sem dúvidas, um dos melhores animes da temporada devido a toda sua construção e história. Cumpriu o que eu esperava e entregou muito mais, se tornando uma surpresa muito boa, no final das contas. Recomendo a todos que querem um anime de esportes que vai muito além disso e nos entrega histórias de vida.
De acordo com o site THR, a Disneycontratou Mike Wan Waes para escrever o roteiro do live-action de Lilo & Stitch, com produção de Dan Lin e Jonathan Eirich, a mesma dupla que produziu o live-action de Aladdin.
Ainda não sabemos os detalhes, mas assim como outros live-action, o longa contará com efeitos práticos e CGI – imaginamos que Stitch seja esse caso – e não está claro se a produção passará nos cinemas ou no vindouro sistema de streaming da Disney.
O live-action de Lilo & Stitch ainda não tem data de lançamento.
Sempre que ocorre um terremoto, você pode ver nos jornais e outros meio de comunicação um mapa mostrando a região onde o evento ocorreu e a sua reverberação, junto das escalas Shindoe Richtercom números diferentes. Mas o que significa isso?
Ambos descrevem terremotos, mas um mede a intensidade e o outro a magnitude.
Magnitude é energia!
Primeiro, magnitude se refere à quantidade de energia liberada pelo sismo no seu epicentro e a intensidade tem relação com o nível do abalo sentido na superfície. Por isso, a intensidade varia de local para local.
Ou seja, a diferença é que com a escala Shindo você pode saber com mais precisão o potencial de danos na superfície, enquanto a escala Richter mede apenas um ponto específico abaixo da terra.
Por exemplo, se um acontece um terremoto de grande magnitude, mas muito abaixo do solo, os riscos são bem menores se forrem mais perto da superfície. Quanto mais as ondas de energia de um terremoto se propagam, mais tênues ficam. Em outras palavras, quanto mais longe do epicentro, mais fraco ele será sentido pela população.
Grande Terremoto de Fukushima
O Grande Terremoto de 11 de março de 2011, que causou um tsunami e o desastre nuclear de Fukushima, foi sentido por quase todo o país. Neste caso, a escala Shindo definiu a intensidade como 7 em parte de Miyagi, 5 em Tóquio e mal chegou a 1 em Kyushu.
Imagem Divulgação / Freepik
A escala Shindo varia de 0 a 7, sendo que o maior nível só foi registrado quatrio vezes pela Agência Meteorológica do Japão, que opera desde 1923.
Enquanto isso, a escala Richter varia mais quanto a sua numeração, mas quanto maior a escala, mais raro ele é. Inclusive, não há registros de algum evento com escala 10 da Richter.
Sismógrafos do Japão
O Japãopossui sismógrafos, que medem a intensidade dos terremotos, por toda sua extensão. Por sua vez, quando acionados, eles transmitem as informações quase que imediatamente sobre o seu tamanho e localização. Isso é crucial, pois os alarmes chegam mais rapidamente em celulares, TVs, etc, dando tempo para as pessoas se prepararem. Além disso, os trens também param automaticamente.
Agora, confira duas tabelas com a descrição de cada escala:
Escala Richter
Descrição
Magnitude
Efeitos
Frequência
Micro
< 2,0
Micro tremor de terra, não se sente.
~8000 por dia
Muito pequeno
2,0-2,9
Geralmente não se sente, mas é possível de detectar/registrar.
~1000 por dia
Pequeno
3,0-3,9
Frequentemente sentido, mas raramente causa danos.
~49000 por ano
Ligeiro
4,0-4,9
Tremor notório de objetos no interior de habitações, ruídos de choque entre objetos. Danos importantes pouco comuns.
~6200 por ano
Moderado
5,0-5,9
Pode causar danos maiores em edifícios mal concebidos em zonas restritas. Porém, provoca apenas danos ligeiros nos edifícios bem construídos.
800 por ano
Forte
6,0-6,9
Pode ser destruidor em zonas num raio de até 180 quilômetros em áreas habitadas.
120 por ano
Grande
7,0-7,9
Pode provocar danos graves em zonas mais vastas.
18 por ano
Importante
8,0-8,9
Pode causar danos sérios em zonas num raio de centenas de quilômetros.
1 por ano
Excepcional
9,0-9,9
Devasta zonas num raio de milhares de quilômetros.
1 a cada 20 anos
Extremo
>10,0
Nunca registrado.
Extremamente raro (Desconhecido)
Escala Shindo
Shindo 0
Imperceptível para as pessoas, somente por sismógrafos.
Shindo 1
Perceptível para poucas pessoas, sentido apenas ao ar livre.
Shindo 2
Sentido por algumas pessoas dentro de casa ou ambiente fechado. Algumas pessoas podem acordar e objetos suspensos, como lustres, balançam ligeiramente.
Shindo 3
A maioria das pessoas consegue sentir dentro de casa ou ambiente fechado e algumas podem se assustar. Pratos em estantes tremem ocasionalmente e cabos elétricos balançam ligeiramente.
Shindo 4
Muitas pessoas assustadas e a maioria das que estão dormindo acabam acordando. Cabos elétricos balançam consideravelmente. Além disso, pessoas que andam na rua ou estão dentro dos veículos percebem o sismo.
Shindo 5 [fraco]
Algumas pessoas tem dificuldade de mover-se durante o tremor. Postes de luz balançam, ocasionalmente vidraças das janelas estilhaçam e as estradas ficam danificadas.
Casas de madeira menos resistentes sofrem danos nas paredes e pilares. Ocasionalmente formam-se fissuras nas paredes.
Um dispositivo de segurança corta o fornecimento de gás em algumas casas. Em raras ocasiões, as tubulações de água sofrem danos e podem interromper o fornecimento de água.
Além disso, podem ser observadas fissuras em solos moles, queda de pedras e pequenos deslizamentos de terra em zonas montanhosas.
Shindo 5 [forte]
A maioria dos pratos na estante e livros caem. Ocasionalmente, uma TV colocada sobre um móvel ou móveis pesados caem. Portas podem sofrer deformações que impedem a saída de pessoas.
Casas sem resistência podem ter paredes danificadas e podem ficar inclinadas. Túmulos podem tombar.
Também, conduzir um carro se torna difícil e máquinas automáticas podem cair. Tubulações de água e gás sofrem danos, pode haver interrupção de fornecimento.
Fissuras em solos moles e queda de rochas e deslizamento de terras em zonas montanhosas.
Shindo 6 [fraco]
Difícil permanecer em pé, assim como mobílias soltas deslocam e caem. Nos edifícios, as vidraças são danificadas. Paredes e pilares de residências com menor resistência formam grandes fissuras.
Pode ocorrer interrupção do fornecimento de água e gás, fissuras no solo e deslizamento de terras.
Shindo 6 [forte]
Impossível manter-se em pé e deslocar-se sem rastejar. Maioria da mobília pesada e não fixada tombam. Paredes de blocos não reforçados caem. Paredes e pilares sofrem danificações e os vidros estilhaçam.
Pode ocorrer interrupção de fornecimento de água, luz e gás.
Shindo 7
Pessoas são arremessadas pela agitação e não conseguem se mover. A maioria dos móveis são deslocados e tombados.
Mesmo as construções mais resistentes sofrem danos severos. Ocorre interrupção do fornecimento de água, luz e gás temporariamente. Solo sofre distorções com grandes fissuras e fendas.
O título será bimestral e que ainda se encontra em andamento no Japão, com seis volumes lançados até o momento. Atenção: a Panini planeja lançar o segundo volume ainda este ano, em Novembro!
Volume 1 de Dr. Stone, pela Panini (Capa Divugação)
Sinopse: A série escrita por Riichiro Inagaki e ilustrada por Boichi traz jovens amigos que precisam usar seus conhecimentos relacionados à ciência para salvar a humanidade, em uma atmosfera de aventura e muita ação. A história começa quando um dos protagonistas, o jovem Ooki Taiju, vê-se encorajado a confessar seu amor para a garota dos seus sonhos, mas no mesmo dia que ele se decide, uma luz estranha inunda o céu e transforma todos aqueles que são tocados por ela em pedra. Ao despertar milhares de anos depois, Taiju descobre que seu amigo Senku também se libertou de seu estado de pedra, e os amigos se unem para descobrir os mistérios por trás do que aconteceu e, assim, trazer a civilização de volta. A grande pergunta que fica no ar e que o público poderá descobrir é se os amigos conseguirão alcançar o objetivo.
Dr. Stone
Formato: 13,7 x 20 cm Páginas: 192 páginas em papel offwhite 66 Valor: R$ 21,90 Série em andamento no Japão com 6 volumes
Do estúdio White Fox, mesmo estúdio do primeiro S;G lá de 2011, Steins;Gate 0 chegou ao fim, com o total de 23 episódios.
A adaptação da visual novel de mesmo nome foi dirigida pelo Kawamura Kenichi, que trabalhou em animes como Black Lagoon, mas não é o mesmo diretor da primeira adaptação de Steins;Gate. Começou a ser exibido no começo da Temporada de Primavera 2018, em abril, e terminou no final de setembro.
Steins;Gate 0 possui uma série de mangás, pela Young Ace, mas se origina de uma visual novel, lançada em 2015, pela mesma empresa da primeira visual novel, a 5pb.
Steins;Gate 0 (Imagem Divulgação)
Para quem não conhece Steins;Gate
Para situar quem não conhece Steins;Gate, o anime conta a história de grupo de amigos, Okabe Rintarou, Shiina Mayuri e Hashida Itaru, que sempre se encontram no “quarto” que Okabe aluga, o qual ele apelidou de “Laboratório de Dispositivos Futuristas”, que fica em Akihabara.
Okabe e Daru (apelido de Hashida), constroem uma máquina com seu micro-ondas, chamada “Micro-ondas Telefone” e descobrem que conseguem enviar mensagem para o passado com seus celulares, quando o micro-ondas estiver ligado. Essas mensagens são apelidadas de “D-Mail”.
A partir desse ponto, eles começam a fazer experimentos com os D-Mails, alterando o passado e ao mesmo tempo o futuro. Nisso eles conhecem uma cientista jovem chamada Makise Kurisu, que ajuda eles a entender tudo isso de viagem no tempo. Eles acabam se envolvendo com uma organização, e tudo começa a dar errado.
Não é uma continuação direta
E para começar, Steins;Gate 0 não é uma continuação direta de Steins;Gate. O que acontece é que o “Zero” é uma rota diferente do episódio final do anime de 2011. Em Steins, o Okabe falha em salvar a Kurisu, mas ele não desiste até conseguir. No “Zero”, ele falha em salvá-la, mas desiste. E assim segue a história, em uma rota onde a Kurisu está morta.
O anime começa mostrando os personagens mais velhos e como está a vida de cada um. Nenhum dos membros do laboratório se lembram do tempo que passaram com a Kurisu, já que houve viagem no tempo, e só o Okabe se lembra de todas as linhas do tempo.
“Novas Versões” dos personagens
Falando nele, Okabe Rintarou está diferente do que era antes. Para alegrar a sua melhor amiga, Mayuri, ele incorporava um alter ego chamado Hououin Kyouma, um cientista maluco. Todas suas ações e seu jeito de falar eram exageradas, tudo para ela. Mas após não conseguir salvar a Kurisu, Okabe se fecha, e deixa de lado seu jeito maluco. Aposenta seu jaleco e para de visitar o laboratório onde encontrava seus amigos.
Agora focado na faculdade, Okabe vai em uma palestra de ciências, e os membros são da mesma faculdade que a Kurisu estudou. Lá, ele descobre que essas pessoas, professor Leskinen e a estudante Hiyajou Maho, desenvolveram um programa chamado “Amadeus”, que continha muitas pesquisas que a própria Kurisu fez na época em que estava viva.
Amadeus é uma Inteligência Artificial, um aplicativo que consegue armazenar memórias, pensamentos, tudo de uma pessoa. Na versão de teste, Leskinen e Hiyajou utilizam a Kurisu, ou seja, há uma versão dela dentro do aplicativo. Ela consegue interagir com as pessoas, possui memórias da verdadeira, só que só até o momento em que ela esteve nos Estados Unidos. Ela não se lembra do Okabe porque viajou para o Japão depois, e seus colegas não tinham acesso as memórias dela na época em que esteve lá, pouco antes de falecer.
Surpreso com isso, Okabe tenta saber mais, e nisso conhece tanto o professor como a aluna, e o chamam para ser um usuário teste, já que ele conhecia a Kurisu. Após ter o aplicativo no celular, Okabe tem que lidar com o fato de ter sua falecida amada em uma versão 2D no celular. A primeira parte do anime é focada nessa interação dele com a Amadeus, e ele conhecendo mais os colegas da Kurisu e mais sobre ela também.
Amadeus é tão fiel à Kurisu verdadeira, que interagir com ela é algo muito doloroso. Tanto para Okabe, quanto para quem está assistindo ao anime, e se apegou à personagem. Nessa temporada vemos uma nova versão de dois personagens importantes no anime.
Primeiro o Okabe, que no Steins;Gate era bem mais alegre e com esperanças. No Zero ele se mostra não ser esse cara, estando sempre triste e sério, até estranhando no começo. Seu humor se reflete muito em suas vestimentas, que antes era aquele jaleco branco, e agora são roupas sociais pretas, o que demonstra seu luto.
E a segunda é a Mayuri, amiga de Okabe. Ela é sempre animada, fofa, e se preocupa com todos. Mas no “Zero” dá para ver como ela está triste de ver seu amigo deprimido o tempo todo. Mesmo sem dizer, conseguimos perceber a angústia dela, e agora fica mais claro que ela sente um amor bem amor que amizade, algo que não ficou tão claro no S;G.
Steins;Gate Zero (Imagem Divulgação)
Novos personagens
O “Zero” também aprofunda a história do Daru, amigo de Okabe, conhecendo sua futura esposa, já citada antes no S;G, e desenvolvendo seu relacionamento com ela, e com sua filha também, Suzuha, que veio do futuro.
Os novos personagens são interessantes e bem trabalhados. A Hiyajou tem mais foco que o professor, já que participa de várias reuniões entre os membros do laboratório. No anime todo há uma tentativa de forçar uma relação mais próxima entre ela e o Okabe, mas sou suspeita para falar, já que a Kurisu é minha waifu.
Eu nunca joguei as novels, mas me incomodei com umas duas cenas de fanservice, que não sei se elas se originam dos jogos ou não. Mas, independentemente da situação, acredito que tenha ficado forçado e sem graça.
Por mais que tenha mudado o diretor, eu senti muito do primeiro S;G nesse. Foi bem fiel, como se o Kawamura tivesse estudado o primeiro anime de ponta a ponta, já que conseguiu reproduzir muito bem a atmosfera e a personalidade dos personagens. É um medo de muitos fãs, quando seu anime favorito retorna depois de anos. Mas com isso os fãs de Steins não precisam se preocupar.
Mesma estrutura de trama
Steins;Gate 0 segue a mesma estrutura do outro: uma primeira parte mais lenta de introdução, e a segunda parte mais agitada, quando acontece toda a ação, e as reviravoltas. E sim, podem esperar as reviravoltas malucas de S;G que no “Zero” isso também acontece, um de seus pontos fortes.
Vamos conversar sobre a parte técnica agora. A animação está ótima como sempre. Como não é um anime de muita ação com lutas, a animação continua estável durante todos os episódios. E o design dos personagens está muito bom também, dando para ver claramente o amadurecimento de cada um.
A Itou Kanako retornou no Steins;Gate 0 cantando a abertura do anime todo e o encerramento, chamado “Amadeus”, no primeiro episódio. A música da vez foi a “Fátima”, e tem a assinatura registrada da cantora. As músicas dela deixam muito claro que são dela realmente, sem dúvidas.
O encerramento até o episódio 13 é cantado pela Zwei e se chama “Last Game”. É uma música bem melancólica, combinando bem com a temática da primeira parte do anime. E do episódio 14 até o 23, o encerramento ficou por conta da Imai Asami, com a música “World Line”, que é uma música mais agitada, que vai de encontro com a segunda metade do anime.
Para quem nunca assistiu Steins;Gate!
Como informei no primeiro gole desse anime, é interessante, para quem nunca assistiu a Steins;Gate e esteja interessado no “Zero”, assistir ao primeiro anime e a um episódio especial chamado “Kyoukaimenjou no Missing Link – Divide By Zero” que dá início aos acontecimentos do “Zero”.
Porque vai entender bem mais coisas nesse novo anime, e pegar mais referências, além de não ficar perdido na história. Mesmo que não seja uma sequência do final, é um outro tipo de sequência. E o final do anime vai fazer muito mais sentido, e será muito mais emocionante caso já conheça o Steins;Gate anterior.
Mesmo sete anos depois, Steins;Gate 0 não decepciona. Quem é fã do anime, pode assistir sem medo, já que tudo o que tem no primeiro, tem no segundo, além de ter cenas emocionantes que se relacionam muito com a história original.
Agora, para quem não gostou do primeiro anime, pode acabar não gostando desse também, pois segue a mesma linha, mas ainda acredito que valha a pena dar uma chance ao “Zero”.
O show foi realizado no Espaço das Américas e contou com cerca de 3500 pessoas, sendo um dos maiores shows de bandas sul-coreanas em solo tupiniquim (dalê kpopeiros!).
Nós do SUCO não poderíamos ficar de fora, e trouxemos uma cobertura completa para compartilhar com vocês, é claro.
Animando o domingo chuvoso
O show teve início às 20h e a casa estava cheia. Mesmo antes do grupo entrar no palco, dava pra sentir o entusiasmo da galera cantando (e dançando) a playlist pré-concerto – muitos singles conhecidos de BTS, Momoland, Red Velvet, iKon, dentre outros.
Além do pessoal jovem, também tinha muitos pais, tio, tia, vovô, vovó, babies – provando que k-pop não tem idade e contagiando todo mundo!
Empolgação e Carinho do KARD!
Foi tocar a vinheta, que a galera foi à loucura! Os fãs receberam o quarteto no palco com aquele entusiasmo e energia que só os brasileiros têm, e o KARD retribuiu com muita empolgação e carinho.
Entre uma música e outra, eles trocaram algumas palavras em português, sendo que o BM foi quem mais se arriscou e levou até uma colinha. O King disse que estar ali era muito importante para si, especialmente por ser o país do pai dele – valorizando as raízes, e provando que tem no sangue o carisma (e gingado) brasileirinho.
Surpresas e Apresentações SOLO
Todos os integrantes fizeram apresentações solo, BM com ‘Down4U’, Jiwoo com ‘Friends’, Somin com ‘Havana’ e J. Seph com ‘Hand Clap’ – além de um especial com os quatro de ‘Mi Gente’. Além de, seus vários hits de sucesso como ‘Oh Na Na’, ‘Don’t Recall’, ‘You In Me’ e, o mais recente, ‘Ride on The Wind’.
Agora, resta a saudade desse talentoso grupo, que prometeu levar nossa energia e fazer mais músicas para gente. Eis que ficaremos no aguardo para conferir qual o seu próximo projeto.
Na última sexta-feira (28), na cidade de São Paulo, o SUCOesteve em peso para a apresentação do Nightwish com a turnê Decades, onde executaram músicas que englobam os 20 anos de banda!
O espetáculo daquela noite também contou com os holandeses do Delain, formado pelo tecladista Martijn Westerholt, que iniciou sua trajetória musical no Within Temptation (que também gosto muito) e gravando o clássico Mother Earth.
We Are The Others
Com um show mais enxuto e prometendo voltar no ano que vem, o Delain apresentou de forma impecável músicas de seu último álbum de estúdio, Moonbathers, de 2016, seguindo mais ou menos a ordem do DVD e álbum ao vivo “A Decade of Delain – Live at Paradiso”. Sim, foi uma noite de décadas! haha
Além dos mais recentes sucessos, o grupo executou músicas dos álbuns anteriores, porém, NENHUMA do meu álbum preferido, o debut da banda, “Lucidity”, lançado em 2006. Ok, encaro como um convite para o show completo do ano que vem, datado para Maio e com a participação da banda Vuur, da querida e ícone holandês, Anneke Van Giesbergen.
A banda mostrou-se entrosada, mesmo com a recente entrada do jovem baterista Joey de Boer (do Purest of Pain) e o destaque instrumental ficara por conta da dupla de guitarristas Timo Somers com suas OITO CORDAS e a cativante Merel Bechtold (que também toca no Purest of Pain e no Mayan), que “pulava” de lá pra cá no palco.
Já Charlotte Wessels, ahhhh Charlotte. É incrível sua evolução de 10 anos pra cá, melhorando sua impostação e interpretação vocal a cada ano que passa. Com destaque a “Hurricane” e “We Are The Others”, esta última que sempre me emociono ao ouvir, já que fora baseada no caso de Sophie Lancaster, jovem assassinada por simplesmente se vestir de “gótica” – saiba sobre o caso AQUI.
Com exatamente uma hora de palco, o Delain mostrou seu trabalho para os que ainda não o conheciam, o que não eram poucos naquele Tom Brasil lotadão. Voltem sempre! <3
The Greatest Show of the Night
Foi às 22h em ponto que os finlandeses entraram em palco, tomados de uma energia nostálgica e como o próprio Troy Donockley enfatizou: embarcamos numa máquina do tempo!
E assim o show inicia com uma bela introdução e instrumental de “Swanheart”, do clássico – e meu preferido – álbum Oceanborn, de 1998. A partir daí, seguiram-se 19 “tiros” no coração de todos os fãs ali presentes. Passando por sucessos radiofônicos como “Wish I Had An Angel”, “Nemo”, “Amaranth” e o mais recente single da banda, “Elan”, o Nightwish intercalou seu repertório mais pesado com o sentimental.
O setlist de duas horas veio recheado de músicas que há muito tempo não tocavam, como “Devil & The Deep Dark Ocean” ou “10th Man Down”; além das antiguíssimas “Elvenpath” e “The Carpenter”, ambas do primeiro álbum da banda, “Angels Fall First”.
Com uma cozinha eloquente formada pelo experiência e técnico Kai Hahto (ex-Wintersun, ex-Swallow The Sun) na bateria e o queridão papai-noelMarco Hietala, dão aquele corpo necessário para o guitarrista Emmpu Vuorinen groovar sem nenhuma preocupação e claro, para a imaginativa sinfonia do Mago, Tuomas Holopainen, líder e principal compositor da banda mostrar o porquê o Nightwish é um dos grandes nomes do Metal Mundial.
Após a banda passar por dois momentos conturbados com a saída de Tarja e Anette Olzon, Floor Jansen (ex-After Forever), definitivamente, veio para ficar – #oremos. Sem nenhuma dúvida, é uma das maiores vozes do rock/metal da atualidade, com uma gama incrível de timbres e agora, no auge de sua carreira, conseguindo manter uma afinação de alto nível por toda a extensão do show. De fato, que mulherão!
Destaco três momentos: a perfeita execução de “Dead Boy’s Poem”, levando o público a uma choradeira sem precedentes; “The Greatest Show On Earth” pela primeira vez sendo executada em solo nacional, já que não havia rolado no Rock In Rio em 2015 – e nos dar o prazer de cantar em coro o trecho da música “We Are Here”; e por fim, como esperado, a mais épica epopeia musical da banda, “Ghost Love Score”, fechando o set com grande magia e primor.
Delain – setlist:
“Hands of Gold”
“Suckerpunch”
“The Glory and the Scum”
“The Hurricane”
“Sing to Me (com Marco Hietala)”
“Fire with Fire”
“Mother Machine”
“Don’t Let Go”
“We Are the Others”
NIGHTWISH
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Nightwish – setlist:
“Swanheart (Intro)”
“End of All Hope”
“Wish I Had an Angel”
“10th Man Down”
“Come Cover Me”
“Gethsemane”
“Élan”
“Sacrament of Wilderness”
“Deep Silent Complete”
“Dead Boy’s Poem”
“Elvenjig”
“Elvenpath”
“I Want My Tears Back”
“Amaranth”
“The Carpenter”
“The Kinslayer”
“Devil & the Deep Dark Ocean”
“Nemo”
“Slaying the Dreamer”
“The Greatest Show on Earth”
“Ghost Love Score”