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5 filmes de terror sul-coreanos que você precisa assistir

invasao zumbi poster

O terror asiático nem sempre foi reconhecido pela sua excelência, porém, nas últimas décadas – com a globalização – finalmente nós pudemos ter acesso ao excelente conteúdo de horror feito do outro lado do mundo.

Popularizado pelas adaptações americanas, os filmes de terror orientais têm aos poucos conquistados as plateias do ocidente, pouco acostumadas com as narrativas que fogem do modelo Hollywoodiano. Apesar de alguns títulos já terem tido suas estreias em território nacional na versão VHS, quando as locadoras ainda existiam, somente após o advento da internet é que conseguimos realmente apreciar toda a magnitude e evolução dos filmes de terror asiáticos, principalmente os japoneses e sul coreanos. Com a estreia de Invasão Zumbi, o gênero conquistou as plateias nacionais e hoje muitos títulos podem ser assistidos diretamente de plataformas de streaming como Netflix.

Pensando nisso, fizemos uma lista com 5 filmes de terror Sul Coreanos que você precisa assistir. Mas deixo um aviso: se você for fã do padrão norte-americano embalado a vácuo, é bem possível que não goste desses títulos. Por outro lado, se os filmes de horror te fascinam sem preconceitos, então sente e aproveite.

MEDO – Janghwa, Hongryeon (A Tale of Two Sisters)

Filme de 2003, Medo é um dos títulos que – assim como muito outros filmes de terror asiáticos – ganhou sua adaptação americana com “O Mistério das duas irmãs”. A história gira em torno de duas jovens que voltam depois de muito tempo para morar com seu pai e sua esposa, porém, a relação com a madrasta é tensa, com a mulher constantemente torturando as filhas. Conforme o decorrer do filme você acaba percebendo que há algo de errado naquela casa, mas o que poderia ser?

Assim como os outros filmes, Medo é um longa com uma duração maior do que a média que estamos acostumados. Ele é um filme lento, que evolui devagar e deixa pistas no decorrer da trama. Perto do final há uma reviravolta que deixa os expectadores confusos, e até mesmo uma pitada de sobrenatural. Mesmo com atuações bem caricatas, o título atinge seu objetivo e entrega uma trama envolvente, tensa e assustadora.

O HOSPEDEIRO – Gwoemul (The Host)

o hospedeiro

Mistura de horror e comédia, O Hospedeiro – de 2006 – é muito semelhante a filmes de sátira como Todo Mundo Quase Morto. A história gira em torno de uma família que mora perto do rio, de onde um terrível monstro surge e cria uma situação de pânico e desgraça. Quando o membro mais jovem da família, a pequena Hyun-seo, é sequestrada pela criatura, a família deve se unir e utilizar de todas as ferramentas para salvá-la.

Sucesso de público, O Hospedeiro é um filme divertido que cativa pelas suas personagens carismáticas e muito humanas. Apesar de ser um pouco extenso, e cansativo em certas partes, o título intriga e nos deixa sem ideia de como irá terminar.

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RASTROS DE UM SEQUESTRO – Gi-eok-ui bam (Forgotten)

rastros de um sequestr

Lançado em 2017, Rastros de um sequestro é mais um dos lançamentos da plataforma Netflix. O filme conta sobre um jovem que acaba de se mudar com seus pais e irmãos mais velho para uma nova casa. Logo após a mudança seu irmão mais velho é sequestrado, e volta 19 dias depois sem qualquer recordação do incidente – porém – o protagonista começa a perceber que há algo fora do normal, a pessoa que retornou ao seu lar não lhe parece familiar, na verdade, é como se fosse um completo estranho.

Produção sensacional da Netflix, com uma trama cheia de reviravoltas que te prende no sofá até o fim se questionando sobre tudo. Quando uma resposta é dada, mais mil perguntas surgem, e a obra consegue nos prender até o final, não nos desapontando em nenhum quesito.

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INVASÃO ZUMBI – Busanhaeng (Train to Busan)

invasao zumbi poster

Super lançamento de 2016, Invasão zumbi fez história sendo o primeiro filme sul coreano a quebrar o recorde de audiência com mais de 10 milhões de expectadores no cinema. O longa trata de um pai que se vê em meio ao caos de um apocalipse zumbi. Para salvar sua filha, e a si mesmo, ele terá que enfrentar os terrores da contaminação e o mal do próprio ser humano.

De longe o título mais próximo as produções norte americanas. Ainda que seja bastante extenso, o longa consegue fazer uma boa mistura de ação, suspense e horror sem nos deixar cansados ou entediados. O sucesso do filme foi tão grande que o diretor posteriormente lançou um Prólogo em versão animada chamado Seoul Station.

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EU VI O DIABO – Akmareul Boatda (I saw the devil)

Um dos meus filmes sul coreanos favoritos, Eu vi o diabo é uma produção de 2010, que mistura horror com suspense e vingança. A história é sobre um agente do Serviço de Inteligência Nacional da Coreia do Sul que está determinado a obter vingança pela morte de sua noiva grávida. Sua busca pelo assassino é breve, mas ele não quer apenas a prisão do mesmo, ele quer garantir que o criminoso sofra até desejar nunca ter nascido.

Longa sensacional que, assim como todos os outros filmes, possui reviravoltas para mexer com sua cabeça e te deixar roendo as unhas. Apesar de eu não ser uma fã de filmes de vingança, esse cativa ao mesmo tempo que provoca, gerando uma discussão saudável sobre o bem, o mal e a condição humana.

Sentiu falta de uma certa trilogia de vingança? Em breve sairá uma matéria exclusiva sobre os filmes de Park Chan-Wook.

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The Walking Dead: 400 Days (DLC) | Review

The Walking Dead 400 Days

The Walking Dead é um sucesso que já deixou marcas em todos os tipos de suportes e mídias: livros, histórias em quadrinhos, série televisiva e – claro – jogos eletrônicos.

A franquia de games teve inicio com The Walking Dead Season One, que já fizemos uma REVIEW (veja AQUI), e foi muito aclamada, principalmente pelo design similar as histórias em quadrinhos e a possibilidade de diferentes finais.

Assim como a maior parte dos games dos dias de hoje, os produtos se aproveitaram da popularidade do título e lançaram uma DLC (Downloadable Content), que nada mais é do que um conteúdo “extra do game”, chamado 400 days, onde você poderia vivenciar 5 histórias de diferentes personagens a fim de suprir o período entre o primeiro e segundo game da franquia.

A DLC, super curtinha, tem menos de duas horas de duração e trata a respeito de cinco personagens inéditos até então: Vince, Wyatt, Shel, Russel e Bonnie. Todas as histórias, assim como no primeiro jogo, são baseadas em decisões point and click, e isso afeta diretamente o final da DLC.

The Walking Dead 400 Days

As tramas se passam no intervalo do inicio do apocalipse zumbi, até 400 dias depois onde um evento irá “ligar” os personagens tratados no jogo. Essa ligação é o final da DLC, onde suas ações tomadas serão avaliadas.

Muito mais simples que o primeiro jogo, nem de longe nós conseguimos construir um carisma pelos personagens, principalmente pelo curtíssimo período que somos apresentados a eles. A história mais longa tem no máximo 25 minutos, enquanto as mais curtas cerca de 10 (dependendo do seu desempenho e escolhas), isso faz com que nossa proximidade seja rasa e as decisões muito fáceis, nada similar ao drama e tensão do jogo original.

Apesar de entender que a DLC não é um jogo a parte, e que serve mesmo como um “bônus”, ela é muito fraca comparada a qualidade do primeiro jogo, parecendo mais uma enchessão de linguiça do que um extra por parte dos produtores. O final, apesar de ser interessante, é muito aberto, pouco resolutivo, deixando mais perguntas do que respostas. Ainda assim, considerando que eu não joguei a Season Two, e não sei o quanto essa DLC vai impactar no segundo game, essas opiniões podem mudar de acordo com a continuidade do jogo (apesar de eu não ter ideia que como eles irão fazer isso).

The Walking Dead 400 Days é uma DLC curta, pouco interessante, com histórias rasas e personagens pouco carismáticos, que serve apenas como um petisco (pouco apetitoso) entre o intervalo dos jogos 1 e 2 da franquia The Walking Dead pela Telltale Games. Posso estar sendo muito crítica, e até exigente demais para um conteúdo que tende a ser apenas um bônus mesmo, porém, como o primeiro jogo foi muito bom para mim, eu esperava algo melhor. Ainda assim, vale a pena a conferida, ainda mais por ser rapidinho.

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Dissecando “Hereditário”

O artigo a seguir contém SPOILERS do filme Hereditário, se você ainda não viu o longa, aconselho que leia primeiro a nossa REVIEW.

Para você que já assistiu e está mais perdido que cebola em salada de fruta, senta aí que hoje vamos dissecar o filme e te contar tim-tim por tim-tim o que o roteirista e diretor Ari Aster quis contar nessa sua estreia nas telonas de cinema.

Por que Hereditário?

A primeira coisa que eu quero chamar atenção é quanto ao nome do filme: por que Hereditário? Logo no inicio do filme Annie, protagonista, vai há um grupo de ajuda para pessoas que perderam pessoas amadas, nesse grupo ela revela como seu pai morreu de inanição após parar de comer por causa de uma depressão profunda, como seu irmão se suicidou por sofrer de esquizofrenia, e como sua mãe tinha problemas psicológicos que se agravaram com o passar da idade evoluindo para distúrbio de personalidade dissociativo. A verdade é que muitos distúrbios psicológicos, ou doenças mentais, são fatores genéticos. Quando uma família possui tantos casos relatados, a possibilidade de ser algo transmitido pelas gerações é alta, o que leva a pensar que Annie pode sofrer do mesmo, e seus filhos também.

Posteriormente podemos ver vários indícios de depressão e ansiedade em Annie, a mesma não consegue terminar seus trabalhos e continua postergando suas atividades, ela não consegue entrar em contato com a galeria para adiar a abertura, ela deixa bilhetes para si mesma incentivando a continuar e não deixar de trabalhar, ela possui crises de raiva intensas com explosões emocionais, ela sonha com ela brigando com seu filho e dizendo o que mantém secretamente escondido; todos esses são fatores que apontam que Annie possuía algum distúrbio, o que torna o caso Hereditário, sendo algo passado de mãe/pai para seus filhos.

hereditario
Arte por MrGremble

É realmente sobrenatural ou foi tudo coisa da nossa cabeça?

Por muito tempo o longa foi levado de uma maneira a crer que tudo que estava acontecendo podia ser “coisa da cabeça das personagens”, levando-se em conta ainda a questão dos distúrbios mentais a história ganha mais ceticismo. Porém, assim como O Bebê de Rosemary (título que serviu de inspiração a Aster), a obra faz isso de maneira proposital, gerando tensão da plateia. Porém, o sobrenatural é sim real.

Ellen, mãe de Annie, fazia parte de um grupo ocultista que tinha como objetivo invocar Paimon, um espirito demoníaco que era considerado um dos reis do inferno. Entre os poderes de Paimon estaria garantir conhecimento e riquezas para aqueles que o seguissem. Assim, eles começam um plano para realizar a invocação, inicialmente tentando com o irmão de Annie que acaba se suicidando (acusando a mãe de tentar colocar “pessoas” nele), Ellen então pressiona que a filha tenha filhos – mesmo ela não desejando – quando Annie engravida, ela tenta abortar Peter de diferentes formas, mas nenhuma funciona. Sofrendo pressão da mãe, ela se afasta de Ellen e interrompe os planos novamente, mas acaba se sentindo culpada (por não saber de nada) e quando Charlie nasce ela “entrega” a filha para a mãe. Ellen então começa a preparar Charlie para ser o receptáculo do demônio, mas tem um problema, ela é uma menina (Charlie fala para a mãe como a avó gostaria que ela fosse um menino). Então o grupo ocultista começa seu plano para colocar a alma de Charlie no corpo de Peter e por fim invocar Paimon.

Pistas durante o filme

Muitas pessoas ficaram confusas porque deixaram passar várias pistas que o diretor nos deixou durante Hereditário, será que você identificou algumas delas?

  • Carta de Ellen para Annie dizendo que todas as perdas que ela sofreria seriam recompensadas depois (uma alusão aos ganhos por invocar Paimon);
  • Homem acenando para Charlie durante o enterro de Ellen, e mais tarde a mulher acenando para Charlie na escola (membros do grupo ocultista);
  • Porta do quarto de Ellen aberta (alguém invadiu a casa para colocar o corpo da mulher no sótão e acender a vela para invoca-la);
  • Tapete da porta de Joan feito pela mãe de Annie;
  • Charlie cortando a cabeça de pássaro e colando em boneca (alusão a “substituição” de identidade que veríamos mais vezes no decorrer do filme);
  • Animal morto na estrada faz com que Peter perca o controle (ato premeditado para libertar a alma de Charlie do seu corpo feminino);
  • Charlie é invocada no corpo de Annie sem querer (conforme o livro, a alma possui o usuário mais fraco);
  • Mulher “exorcizando” Peter (abalando ele psicologicamente para torna-lo mais fraco);
  • Evento da escola em que Peter se machuca “sozinho” (ritual realizado por Joan na casa dela);
  • Fotos em que Ellen está recebendo moedas de ouro no álbum do grupo ocultista (ela está vestida de noiva pois é a rainha de Paimon);
  • Pessoas nuas “cinzas” que aparecem no final (membros do grupo ocultista em sua forma espiritual, inclusive são os mesmos que apareceram antes acenando para Charlie).

Minimalismo e Tragédia

Por último, mas não menos importante, por que Annie criava as cenas que a assombravam em maquetes minimalistas? Quando Steve pergunta a ela, sua resposta é “uma visão neutra sobre o acidente”, mas Annie na verdade usa o minimalismo para assumir controle de fatos que ela não pode evitar. Quando ela reconstrói os eventos e personagens, ela usa a abordagem para se sentir melhor perante a eventos em que as coisas fugiram do seu controle. Isso é bastante interessante não só por causa da hipótese de que ela seja depressiva, mas também porque durante o filme inteiro ela fala sobre a culpa que sente sobre eventos que “não são de responsabilidade dela”.

Ari Aster aproveita dessa premissa e utiliza a câmera para brincar com esses cenários e fazer tomadas lentas, densas, desconfortáveis e claustrofóbicas. Não só isso, mas também passando a ideia de que as personagens estão presas de um cenário que já tem o final escrito, e que nada que façam pode mudá-lo. Sabe onde encontramos isso? Em tragédias, um tipo de gênero de literatura grego onde os heróis são expostos a eventos do qual eles não têm controle, os colocando em situações miseráveis sem qualquer tipo de solução. Propositalmente Hereditário cita as tragédias na primeira cena de Peter na sala de aula, e o próprio diretor usou o termo para descrever seu filme na pré-produção “Uma tragédia que se transforma em um pesadelo”.

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Shoujo Bomb: conheça a 1ª antologia Brasileira de Mangá Shoujo

shoujo bomb

Vamos com a indicação de um projeto bem bacanudo que estreou no Catarse e já angaria mais de 70% da arrecadação em poucos dias: Shoujo Bomb!

O projeto independente de shoujo mangá é feito por 6 artistas mulheres, com a Renata Rinaldi, Cah Poszar, Lígia Zanella, Mari Petrovana, Janaina Araújo e Juliana Loyola. É a primeira coletânea produzida de forma independente, destinada a demografia shoujo.

Com 128 páginas no formato de 16 X 23 cm 6 histórias fechadas, conta com capa da Simone Beatriz (Studio Seasons), prefácio de Sônia Bibe Luyten e seis convidadas que vão ilustrar a capa de abertura de cada história. São elas: Demi Goldheart, Tabby Chan, Kátia Schittine, Ava Francine, Eliana Oda e Adriana Yumi.

ACESSE A PÁGINA NO CATARSE

O projeto ficará ativo para a captação de recursos até o dia 7 de maio. O lançamento oficial de Shoujo Bomb será no Anime Friends 2019!

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Curiosidades sobre o grupo k-pop Busters

As rangers idols do Busters já estão praticamente com o pezinho no Brasil para conhecer os fãs brasileiros em uma mini turnê (veja detalhes AQUI).

Enquanto preparamos o coração para encontrar esse grupo fofo de perto, estamos trazendo o perfil detalhado de cada uma das meninas. Vem conhecer elas com a gente!

Minji (??)

Nome: Kim Min Ji
Posição: Líder, Dançarina Principal
Data de Nascimento: 16/01/2001 – Capricórnio
Altura: 1,62m
Peso: 43 kg
Cor: Vermelho
Curiosidades:

– Adora fazer penteados e mexer com cabelo
– Diz que sempre amou dançar e cantar a vida toda, desde pequenininha
– Já ganhou vários prêmios em campeonatos de dança

Hyeongseo (??)

Nome: Myeong Hyeong Seo
Posição: Vocalista Principal
Data de Nascimento: 25/06/2001 – Câncer
Altura: 1,60m
Peso: 43kg
Cor: Pink
Curiosidades:

– Morou em Houston, Texas, nos Estados Unidos por 6 anos
– É fluente em inglês
– Fez aulas de patinação no gelo quando estava no 4º ano escolar, mas desistiu
– Tem como modelo e inspiração a patinadora olímpica Kim Yuna.
– É dubladora da primeira heroína idol da Marvel, Luna Snow. E inclusive gravou uma música para o canal oficial da Marvel no Youtube.

Jisoo (??)

Nome: Jeong Ji Su
Posição: Vocalista
Data de Nascimento: 22/11/2003 – Sagitário
Altura: 1,71m
Peso: 45kg
Cor: Verde
Curiosidades:

– Acredita que sua autoestima é maior que a de qualquer pessoa
– O amor pelos grupos INFINITE e Girl’s Generation fez com que ela quisesse ser cantora
– Seus outros modelos de vida são as meninas do Red Velvet, Suzy e a atriz Kim So Hyun

Chaeyeon (??)

Nome: Kim Chae Yeon
Posição: Vocalista
Data de Nascimento: 04/12/2004 – Sagitário
Altura: 1,60m
Peso: 42 kg
Cor: Amarelo
Curiosidades:

– Seus apelidos são “pêssego humano” (human peach) e “Tweety”.
– Antes de debutar no Busters, foi uma atriz mirim. Participou de vários filmes, doramas e comerciais.
– Fez parte de um grupo chamado CutieL junto com Minjung, ex-integrante do Busters
– Diz que é quem traz bom humor para o grupo
– Não é boa em atividades que exijam concentração

Yeseo (??)

Nome: Kang Yeseo
Posição: Sub-Vocalista, Maknae
Data de Nascimento: 22/08/2005 – Leão
Cor: Roxo
Curiodidades:

– Entrou no grupo no começo de 2019, após a saída de Minjung, passando a ser a nova Maknae do Busters.
– Trabalha como atriz há mais de 10 anos.
– Seu trabalho mais famoso foi no filme ‘Miracle In Cell No. 7’, em 2013.
– Também fez parte do grupo CutieL, ainda antes de Chaeyeon e Minjung entrarem.
– Adora assistir animes e cartoons e fala um pouco de Japonês.

Compre agora os ingressos para o show AQUI.

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Charles Martinet, a voz do Mario, retorna ao Brasil para a BGS 2019

charles martinet

Uma das vozes mais famosas e adoradas da indústria do games está confirmada na 12ª edição da Brasil Game Show, que será realizada entre 9 e 13 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Charles Martinet retorna à maior feira de games da América Latina após ser escolhido pelo público da edição de 2018 como a personalidade que mais gostariam de ver novamente no evento. Martinet estará na BGS em 10 e 11 de outubro e terá uma agenda repleta de atividades, como sessões de meet & greet gratuitas, painel sobre sua carreira no BGS Talks e concursos de cosplay, onde será jurado.

Quem é Charles Martinet?

Para quem não sabe Charles Martinet é o ator que cede a voz para nosso bigodudo ícone da Nintendo: Mario. Charles é estadunidense e estudou na Escola de Drama de Londres atuando na televisão e cinema até 2005.

Contudo foi em 1995 que Charles cederia sua voz para diversos personagens. Assim marcando um timbre eterno e uma frase celebre: “It’s me Mario!”. Além dele, interpreta outros personagens da franquia Mario, como Toad e Luigi. Para os fãs de Skyrim ele é a voz do dragão Parthurnaax.

Há várias outras participações dele em jogos e uma animação famosa chamada LeapFrog. Fluente em espanhol, francês e um pouco de italiano. Charles Martinet é a primeira das grandes atrações da BGS 2019.

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Rock In Rio 2019: Rock Street homenageia a Ásia

A pluralidade cultural vai invadir o Rock In Rio 2019 com uma homenagem a Ásia, seja na arte, música, culinária, literatura e religião, onde o público será surpreendido com referências aos 5 mil anos da história do mundo oriental.

A curadoria artística ficou a cargo de Toy Lima, em parceria com a diretora artística Marisa Menezes, que está à frente de toda a programação da rua e seus personagens característicos, a Rock Street estará ainda maior este ano com 200 metros de extensão.

Um grande espaço de convivência e circulação, grama em toda a área e ilhas com árvores naturais vão garantir uma experiência incrível na rua mais badalada do evento. Shows exclusivos com artistas asiáticos – alguns nunca se apresentaram no Brasil – tomam conta do Palco Rock Street nos sete dias de evento.

A Rock Street Ásia promete ser a mais exuberante de todas as ruas já apresentadas pelo festival, que a cada edição vem aprimorando as entregas desse espaço queridinho do público. A Muralha da China, o castelo de Matsumoto no Japão, o Grande Buddha de Hong Kong, o Palácio Real de Phnom Penh no Camboja, o Templo Taman Ayun localizado na ilha de Bali são alguns dos exemplos do que poderá ser visto na Cidade do Rock.

Na Rua, três casais representando o Japão Tradicional, o Japão Pop e a Índia serão personagens responsáveis pela interação com os visitantes. A performance do Japão Tradicional trará um casal vestido com o Yukata, uma versão casual do kimono e que se tornou recentemente uma maneira de se vestir para festivais de verão.

Representando o Japão Pop, os Cosplayers, uma atividade popular entre adultos que gostam de se vestir como personagens de anime ou videogame, e jovens usando trajes e maquiagem diferenciados.

Já a Índia será representada pelo casamento indiano, cerimônia marcada por cores, fartura e tradições. A arte dos tambores japoneses, Wadaiko, também estará presente, por meio do Taiko que são instrumentos japoneses de percussão confeccionados com pele de animal.

Os tambores podem ser tocados com as mãos ou com o uso de baquetas. Alguns podem ter mais de três metros de diâmetro e pesar mais de uma tonelada. O folclore das Danças do Leão e Dragão, atividades culturais praticadas na China há mais de 1.800 anos, com o objetivo de atrair sorte, dinheiro e prosperidade também estarão na Rock Street Ásia. Ainda na rua, o grupo Bollywood Brasil, trará intervenções no formato de Flashmob, Bollywood Dance e Bharatanatyam, uma das danças clássicas mais populares da Índia.

Atrações Confirmadas

Nine Treasures (China)

O Nine Treasures é um grupo de Folk Rock da China cujos membros são na sua maioria da Região Autônoma da Mongólia Interior. Fundado em 2010, a atração se apresenta principalmente na Ásia e nos principais festivais de rock em todo o mundo. O grupo
combina música tradicional da Mongólia com heavy metal usando instrumentos tradicionais, técnicas de canto usando a garganta como emissora dos mais incríveis sons. Esta será a sua primeira visita ao continente americano.

Billy Carter (Coreia do Sul)

Billy Carter é uma banda de blues e rock baseada em Seul, na Coreia do Sul formada em 2011. Com uma sonoridade diferente do que se esperaria do blues norte-americano, o grupo lançou recentemente seu aclamado EP “The Yellow”, que conquistou público e crítica em todo o mundo. Sua primeira apresentação no Brasil será na Rock Street Ásia com um repertório que reunirá seus antigos sucessos e novidades especialmente preparadas para o evento. A banda faz constantes turnês pela Europa e pelos Estados Unidos e é reconhecida como a mais expressiva da moderna música Coreana. Será uma das atrações mais esperadas pelo público fã da música coreana.

No Party For Cao Dong (Taiwan)

Ter um nome artístico peculiar não é a única coisa que faz com que No Party For Cao Dong se destaque: os membros desta banda de pós-rock taiwanesa não se esquivam de expressar seus verdadeiros sentimentos e observações sobre a comunidade jovem de Taiwan. Liderada pelo vocalista Du Wu, o baixista Xuan Shi e o baterista Li Liu, a banda foi formada quando estavam com 19 anos, estudando na Universidade Nacional das Artes de Taipe e, em seguida, começou a aparecer nos principais palcos da ilha. Dali para frente foi expandindo suas apresentações por toda Ásia, Europa e USA.

DhakaBrakha (Ucrânia)

A música tradicional da Ucrânia com uma levada pop mundial faz do quinteto Dakhabrakha uma das sensações nos festivais de música jovem em todo mundo. Com instrumentos tradicionais e seu canto inspirado no folclore ucraniano, fortemente influenciado pelos sons asiáticos, o grupo deverá surpreender na Rock Street Ásia. Com vários Cds e Dvds lançados, o DhakaBrakha preparou um repertório exclusivo para sua participação mais que especial na Rock Street Ásia.

Bollywood Brasil (Brasil)

Dirigido por Iara Ananda Romano, professora e coreógrafa da Bollywood Dance e da Bharatanatyam, uma das mais populares da Índia, farão três tipos de intervenções.
Reconhecidos internacionalmente, fizeram muitas apresentações em cidades da América Latina. No Brasil, estiveram na abertura de uma novela em rede nacional, conquistaram prêmios e foram atrações de festivais.

Dança dos Leões e Dragões

Foi em Santo André-SP, em 1965, que um jovem chinês ??? (Chiu Ping Lok) veio a ser o primeiro mestre a lecionar o Kung Fu para brasileiros. Mestre Chiu, ou Mestre “Lope” (como era conhecido), chegou no Brasil em 1961 com 24 anos de idade. Iniciou o desenvolvimento das artes culturais chinesas. Além do Kung Fu, o Tai Chi Chuan, a Dança do Leão e a Dança do Dragão também foram inseridas. Em1969, abriu a primeira academia de Kung Fu do Brasil – Academia Tai Chi. Com mais de 50 anos de história, a Academia Tai Chi escreveu as mais importantes representações desta cultura no país.

Wadaiko Sho – a arte dos tambores japoneses

“Wadaiko”, em japonês, significa arte dos tambores japoneses. “Sho” significa viver. “Wadaiko Sho” é viver tendo como base a arte dos tambores japoneses. Uma terapia que visa desenvolver a saúde física, mental e social utilizando o taiko. Formado em 2002 pelo musicoterapeuta Setsuo Kinoshita e pela socióloga Mitsue Iwamoto, tem seu estúdio na região da Vila Mariana em São Paulo, e busca harmonizar a genialidade das culturas do Brasil e Japão e as diferenças existentes entre elas, tanto em seu repertório quanto nas atividades do grupo.

Os ingressos para o Rock In Rio 2019 começam a ser vendidos em 11 de abril. Acesse agora o SITE OFICIAL.

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Fúria dos dragões “engole” animais mimosos nos animes e mangás

shenlong dragões

Nada de ursinhos carinhosos ou cachorros fofinhos. Os roteiros de animes e mangás não concedem espaço para animais mimosos. Nesse universo que não cessa de se expandir na cultura ocidental, não há qualquer dúvida de que o dragão é o verdadeiro rei dos animais, sejam eles criados com base na realidade ou não. Ele é figura central de algumas das animações mais populares no oriente que se expandiram pelo planeta.

Talvez esse seja justamente o elo mais forte dessa forma de arte característica dos países orientais com o resto do mundo. Afinal, os dragões parecem ter sido os primeiros seres mitológicos globalizados. Embora não exista qualquer evidência da existência de um animal com suas características, a figura da besta que voa e solta chamas é relatada pelo folclore de países espalhados por várias partes do mundo, ainda que algumas características das histórias contadas e dos ‘poderes’ atribuídos a ela sejam próprias de cada local.

Fera habita imaginação dos seres humanos desde a pré-história

Os primeiros registros de animais que podem ser relacionados com dragões são datados de 40 mil anos antes de Cristo. Imagens de criaturas com características que lembram essas feras teriam sido pintadas em cavernas por aborígenes pré-históricos na Austrália. Acredita-se que poderia sem uma ‘interpretação livre’ a partir do temor que se possuía dos dinossauros. Mas outros animais também inspiraram pinturas de criaturas ferozes que podem ser enquadradas na classificação de dragões.

Foi um dragão o grande obstáculo no caminho de São Jorge, um dos mais populares santos da Igreja Católica, em sua luta para libertar uma princesa virgem e uma vila durante a Idade Média. A história, naturalmente, não existiu – assim como o dragão, ainda que haja base para crer que o santo tenha sido real. Porém, isso não impediu que sua santidade fosse reconhecida e São Jorge se tornasse padroeiro da Inglaterra e de Portugal, entre outros países europeus, além da Palestina, dos escoteiros, dos ciganos e, no Brasil, dos corintianos.

Figura é tratada de forma diferente por orientais e ocidentais

A forma de tratamento dado aos dragões, no entanto, é bastante diferente quando se trata das culturas de ocidente e oriente. Os ocidentais, de maneira praticamente unânime, consideram a besta um inimigo, um adversário a ser combatido e derrotado em suas lendas. Para os orientais, a situação é um pouco diferente. Embora existam muitas histórias onde o dragão apareça como um ser perigoso e ameaçador, não se trata de uma linha única de pensamento. Tanto que ele é o único animal fictício a ser incluído entre os 12 utilizados no horóscopo chinês sendo utilizado para caracterizar pessoas generosas e inteligentes.

Foram justamente a generosidade e a inteligência que tornaram Shenlong, protagonista de Dragon Ball, naquele que é provavelmente o dragão mais famoso do planeta. Afinal, esse mangá que foi criado pelo japonês Akira Toriyama no início dos anos 80 e virou uma gigantesca franquia com tentáculos espalhados por várias mídias, tem nesse personagem o responsável por concretizar os mais inusitados desejos de quem lhe invoca. No Brasil, a série segue no ar sendo exibida pelo canal por assinatura Cartoon Network.

Os mangás de Dragon Ball viraram inspiração para livros, séries de televisão, filmes, jogos para computador, produtos colecionáveis e até mesmo um dos mais populares jogos de caça-níqueis online disponíveis no Betway Casino onde os personagens de Dragon Z são usados para formação de combinações capazes de gerar prêmios.

Série trintona abre caminho para dinastia de dragões

Embora a história dessas figuras mitológica seja longa, não seria exagero dizer que Shen Long e sua série, hoje com mais de 30 anos, abriu o caminho para uma dinastia de dragões nos mangás, nos animes, na telinha da TV e nas telonas de cinema. A franquia Game of Thrones, um das mais bem-sucedidas produções do canal por assinatura HBO, que vai chegando ao seu final, tem nos dragões personagens essenciais de seu mundo mágico.

Foi o sinal de que os ocidentais, de alguma forma, passaram a encarar seus dragões de maneira um pouco mais amigável. Esse cenário foi para outro nível na trilogia de filmes Como Treinar seu Dragão, da gigante da animação DreamWorks. Como o próprio nome dá a entender, os seres são submetidos a um processo de domesticação, como se transformassem em uma opção para quem estivesse cansado de ter cachorros.

Agressividade ainda é o ponto principal

Embora existam, digamos, esses escorregões o fator principal que mantém o fascínio pelos dragões é certamente a agressividade desse animal mitológico. Ela é o fundamento da história do jogo Skyrim, um caso raro de sucesso de público e de crítica. Criado pela Bethesda Games Studios e lançado pela The Elder Scrolls, o personagem do jogador, um prisioneiro desconhecido, tem que enfrentar um líder dos dragões que dominavam o mundo e escravizavam os humanos. No caso do mangá Fairy Tail, que trouxe para cena o dragão Acnologia, o Dragão Negro é um ser humano que ganha as características da besta.

Independentemente da adoção de dragões com características mais próximas de bandidos ou de mocinhos pelos roteiros de animes, mangás, livros e filmes, o fato é que essas figuras estão lançando suas chamas na cultura dos bichinhos focinhos que tentam cativar por sua inocência. São o fruto de uma geração – ou ao menos grande parte dela – que não se deixa cativar por esse tipo de estereótipo. E nem se pode dizer que é coisa de adolescente. Se inicialmente os mangás e os animes tinham jovens nessa faixa de idade como público alvo, atualmente conquistaram até mesmo pessoas de idade bem mais avançada, que mantêm fidelidade aos temas e personagens das histórias.

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