Segura a nostalgia pois a adaptação em live-action da animação clássica “Clifford – O gigante cão vermelho” ganhou suas primeiras imagens de bastidores!
As fotos destacam uma imensa estrutura vermelha que será utilizada para trazer vida ao protagonista. Confira:
please take a moment of your day today to look at the stand-in being used for the live-action Clifford the Big Red Dog pic.twitter.com/F1XCSMQbu0
O longa dirigido por Walter Becker, é baseado nos romances homônimos de Norman Brindwell, que gira em torno de um cachorro e sua dona, Emily Elizabeth, estrelada por Darby Camp(Big Little Lies).
A trama traz a menina tentando conciliar sua vida em casa e na escola, até conhecer o pequeno filhote, acreditando que ele está destinado a ser o seu melhor amigo. No entanto, ao passar do tempo, Clifford começa a ter um crescimento esporádico, que se transforma em um gigantesco animal e, eventualmente, chama a atenção de uma empresa geneticista que deseja raptá-lo.
John Cleese, Sienna Guilory, Izaac Wang,Kenan Thompson, Rosie Perez e David Alan Grier foram recentemente adicionados ao elenco. A produção conta também com Jay Scherick, David Ronn, Annie Mumolo e Stan Chervin a encargo do roteiro.
As filmagens estão previstas para começarem em julho deste ano. Porém, não há uma data de estreia confirmada.
Nesta quarta-feira (14), a Galápagos Jogos revelou os valores dos três livros básicos da quinta edição de Dungeons & Dragons, que deve sair no final de setembro deste ano.
Cada um dos livros, seja o Livro do Jogador (Player’s Handbook), Guia do Mestre (Dungeon’s Master Guide) e Manual dos Monstros (Monster Manual) está com o preço de capa de R$ 149,90.
Além disso, a empresa criou um hotsite para as novidades que acercam a última edição do RPG, além de um formulário de newsletter que pode ser acessado aqui: http://bit.ly/DND-contagem.
A quinta edição de Dungeons & Dragons sai no Brasil dia 30 de setembro e dá início a uma nova fase do RPG no Brasil.
Fala galera! Finalmente nosso artigo cosplay da Game XP 2019 está no ar! Aqui vocês conferem os melhores cosplayers que passaram pelo evento nos quatro dias (ou cinco, se contarmos o Loading Day) – e claro, estivemos por lá para fazer os registros!
O cinema mundial parece estar de olho nas histórias de velhos artistas os quais a nova geração sequer sabe a trajetória, e não só desconhecem como não se interessam em documentários ou livros sobre o assunto, surgindo as temíveis cinebiografias, filmes populares sobre a carreira de alguma celebridade, normalmente músicos.
O Brasil não está muito atrás, depois de sucessos que trazem a história de Elis Regina, Cazuza e Gonzaga, chegou a vez de Wilson Simonal ter sua carreira contada nas grandes telas, e de praxe das cinebiografias, podendo dividir opiniões de nova geração com os conhecedores sobre o cantor.
Padrões da Cinebiografia
A trama é aquele padrão que todos que assistiram uma cinebiografia conhece, pode não parecer nenhuma surpresa, mas dessa vez a produção em geral caprichou, começando pela fotografia, que utilizou de material arquivado, filmagens de São Paulo e Rio de Janeiro da década de sessenta e setenta, diferenciando na qualidade de gravação, mas apenas para construir o ambiente o qual se passaria a cena.
Um certo tom novelesco te emociona pela curiosidade de como um dia já foi o Brasil em antigas décadas, casando perfeitamente com a fotografia envelhecida, conseguindo uma imersão muito maior ao assistir e conquista pontos positivos.
O roteiro se mostra em um tom mais moderno, com desenvolvimento mais acelerado, alguns saltos temporais e brincando com momentos marcantes da carreira de Wilson Simonal, destacando discos e matérias de jornal, dificilmente alguém não irá comparar com Bohemian Rhapsody – é praticamente o mesmo filme, porém apresentando um músico nacional – por isso esse filme pode ter achado a fórmula do sucesso das cinebiografias populares, por ser linguagem fácil para nova geração, se tem uma trama mais rasa, se preocupando só na carreira musical e riscando as histórias paralelas que levou Wilson Simonal ao ostracismo, sendo que essas são de extrema importância.
O jogo de diálogos te prendem mas não impressionam, faz desse filme uma grande chance de sucesso nacional, mesmo assim ele baterá de frente com o pensamento pífio do brasileiro de achar que o cinema nacional nunca entregou uma grande obra, ou seja, ele se torna uma incógnita nas telas do cinema.
Quem foi Simonal?
A divisão de opiniões está ligada aos conhecedores do cantor, pois muitas coisas foram omitidas e outras estão apresentadas quase que superficialmente, contudo deve-se destacar um ponto importante, existe uma geração que sequer sabe quem foi Wilson Simonal, o porquê um dia foi apelidado de Rei do Swing e o motivo de seu sumiço.
Essa obra vai funcionar muito mais para o público jovem, até mais que alguém que conhece ou um fã de carteirinha de Simonal, não adianta discutir o que faltou e o que foi errado no filme, sendo que seu padrão está dentro da fórmula de cinebiografias populares; Rocketman e Bohemian Rhapsody são os mais recentes exemplos, pois ambos foram elogiados por aqueles que conheciam pouca coisa de Queen e de Elton John, mas os mais engajados na história não só desgostaram desses filmes como começou a listar tudo o que faltou contar e o que estava no filme, mas Hollywood não se importa, pois os dois foram sucesso de bilheteria e muitos foram apresentados a duas histórias que eles não conheciam, tanto do marcante Elton John quanto o idolatrado Freddie Mercury, mesmo parecendo genérico, a missão foi cumprida.
Atuação Marcante
Mesmo diante ao simples e clichê das cinebiografias nacionais, ele é um ótimo filme, o ator Fabrício Boliveira conseguiu entregar um belo Wilson Simonal, cheio da malandragem e do swing que era do falecido cantor, em muitos momentos ofusca os antagonistas presentes, inclusive Isis Valverde que foi fantástica como Tereza, esposa de Simonal, dois personagens que se pode interpretar de várias maneiras ao decorrer do filme, um Simonal esperançoso, escala para o egocêntrico e finaliza no decadente, isso paralelo a Tereza, a inocente, que se transforma na esposa de fachada e encerra na dopada por remédios, diante a traições e confrontos de egos inflados, o final mostra que ainda existe uma fagulha de amor nesse casal desgastado.
Por falar em final, um momento marcante em uma trama tão rasa foi apresentado no fim do filme, um final “feliz” para uma história tão triste, mesmo que o filme foi um tanto “reservado” quanto ao assunto de delação de Gilberto Gil e Caetano, talvez pelos momentos que vive a política brasileira e seus extremos lados, o terceiro ato conclui de forma maravilhosa porém questionável, pois ela tenta alavancar um roteiro mediano, mesmo assim apresenta a todos quem foi Wilson Simonal, uma das mais belas vozes da MPB, o único que bateu de frente em nível de sucesso com Roberto Carlos e que morreu no ostracismo ao afundar sua carreira por traição à luta dos artistas em plena ditadura militar.
O Rei do Swing
Simonal risca a história do Rei do Swing e balanceia a diversão de um bom filme com informações educativas, trazer a história do passado da MPB para o cinema deveria ser uma obrigação para aqueles que ironizam de nossa cultura, a simplicidade dentro dos padrões modernos é um ponto positivo para levar mais público às salas, mas pode desagradar aos que conhecem a biografia do artista.
Mesmo assim, não fica atrás das grandes cinebiografias nacionais já conhecidas e engrandece ainda mais o cinema brasileiro com histórias esquecidas ao decorrer dos anos.
Com o anuncio da produção da live-action de A Pequena Sereia, surgiram boatos que o ator e cantor Harry Styles interpretaria o Príncipe Eric, mas parece que isso não vai acontecer.
De acordo com fontes do site The Wrap, Harry Styles é fã do projeto, mas respeitosamente recusou o papel. No Twitter, AMC Theatres e Regal Cinemas postaram tweets que Styles foi escalado para o papel, mas logo depois deletaram. Tanto AMC, quanto Regal não quiseram comentar sobre o que aconteceu.
“No final das contas, nossa fonte sobre Harry Styles estava errada, nós nos desculpamos pela informação errada que divulgamos a vocês e nós iremos checar melhor as histórias que recebermos. Nós tivemos sorte com muitas informações corretas. Infelizmente, esse não foi o caso. Mais uma vez pedimos desculpa ~Skyler.”
Rob Marshall é o diretor do filme, que será produzido por John DeLuca, Marc Platt e Lin-Manuel Miranda, com roteiro de David Magee. O elenco já confirmado é composto por Halle Bailey, Awkwafina, Jacob Tremblay, Javier Bardem e Melissa McCarthy.
O inicio das produções de A Pequena Sereia foi antecipado para 2020, o filme ainda não tem data de lançamento.
No último final de semana estivemos no 2º Festival Japonês Sadako Matsuri – Ribeirão Preto, que reuniu expositores, artistas e diversas atividades para o público presente.
A entrada era Gratuita, porém, era possível contribuir com 1kg de alimento não perecível que foi doado para instituições que necessitam de apoio. Apesar de não termos um registro cosplay – já que fomos no domingo – o sábado contou com alguns deles por lá!
Até esta quinta-feira, 15 de agosto, Pokémon: Detetive Pikachu chega a plataforma de video on demand (VOD), Looke.
Sinopse: O desaparecimento de um detetive faz com que seu filho Tim parta à sua procura. Ao seu lado ele conta com Pikachu (Ryan Reynolds), o antigo parceiro Pokémon de seu pai, que perdeu a memória recentemente. Juntos, eles percorrem as ruas da metrópole de Ryme City, onde humanos e Pokémon vivem em harmonia… por enquanto.
O Looke é um serviço de streaming de vídeos on demand, com mais de 14.000 títulos de todos os gêneros à sua escolha, incluindo produções recém-saídas dos cinemas, clássicos, documentários, lançamentos, animações e até shows musicais: a partir de apenas R$ 16,90.
A Kyoto Animation divulgou o novo trailer do filme Violet Evergarden Gaiden: Eien a Jidou Shuki Ningyou (Violet Evergarden Side-Story: Eternity and Auto Memories Doll), um spin-off da série animada. O vídeo também revela a música tema do anime “Amy”, de Minori Chihara.
Sinopse: A história do novo anime é centrada em Isabella, a herdeira de uma casa nobre. Ela frequenta uma escola para mulheres jovens bem tratadas, sob um “contrato” com o pai. Para ela, esse lindo lugar onde camélias brancas florescem nada mais é do que uma prisão. Tendo renunciado a todas as esperanças e expectativas de seu futuro, Isabella conhece sua nova professora de maneiras, Violet Evergarden.
Grande parte da staff e elenco da série retorna para o longa, inclusive o diretor Haruka Fujita. Os roteiros ficaram a cargo de Reiko Yoshida, Takaaki Suzuki e Tatsuhiko Urahata.
Exibido no evento AnimagiC, em Mannheim, na Alemanha, nos dias 3 e 4 de agosto, estreia nos cinemas japoneses em 6 de setembro de 2019. Não há previsão para estreia no Brasil.