Heroes of Hammerwatch – Ultimate Edition traz o melhor da estratégia, dungeoncrawler e hackn‘ slash em sua edição definitiva! Disponível agora para Xbox One e Nintendo Switch, você pode se aventurar com todo conteúdo já lançado e se divertir.
Cheio de aventura, monstros e chefes que fazem seu dia parar para tomar um suco. O game é um grande sucesso que você pode jogar nesse momento. Confira o sistema de progressão permanente onde você e seus feitos cruzarão fronteiras até chegando no jogo de um amigo.
Com co-op online e a opção de um novo jogo com mais desafios, Heroes of Hammerwatch – Ultimate Edition é a opção certa para você se aventurar! Não perca suas vidas e se torne um verdadeiro explorador e herói de Outlook.
Poucos são grandes fãs de sequências de mangás e animes onde o intuito é contar a trajetória do filho, como Boruto, Shaman King Flowers e muitos outros espalhados por aí.
Aqui não é diferente, mas essa “tendência” de tentar conseguir o sucesso do antigo anime tem se tornado frequente na cultura oriental, na verdade há alguns anos já, não só Major teve sua sequência, como ela já estreou, e para os quem não acreditam que animes de esportes são uma boa opção, MAJOR 2nd é uma de muitas provas que valem a pena.
Dentro do ritmo shounen que todos conhecem, o anime têm um nível simples o suficiente para passar na TV Globinho – se ela existisse ainda. A segunda temporada começa como muitos outros animes de esporte, beisebol juvenil, um time sendo montado com alunos do ensino médio, terceiro ano foi embora, o segundo está lá para educar a próxima geração e o primeiro ano contido por serem os calouros, certo? Errado! Jogar o problema já de início é o que vai moldar todo anime.
O conflito entre calouros e veteranos prova que esse time será lapidado na base do respeito, se isso vai dar certo ou não, só assistindo para descobrir.
Se a primeira temporada é mais bobinha e lenta na trama, foi para construir tudo isso que se viu no primeiro episódio da segunda temporada de MAJOR, famoso “mau necessário” para se chegar ao ponto que interessa a todos.
Esse anime veio forte nessa Temporada de Primavera 2020e pode simpatizar quer não dá nada para ele no início. Eu fui prova disso.
O aquecimento de HyperScape está acabando e a verdadeira luta pela sobrevivência começa dia 11 de agosto. O BattleRoyale da Ubisoft, que traz a interação entre publico e jogador de forma única, traz novidades em sua primeira temporada “TheFirstPrinciple“.
https://www.youtube.com/watch?v=sqTX9aMvkOc
Ambientado em um ambiente futurista, HyperScape terá mais detalhes na sua história e enredo. A primeira temporada do jogo trás fragmentos de memórias de personagens e eventos ocorridos e colecionarem. HQ’s serão lançadas a cada temporada para ambientar você nesse universo.
Além disso você deve estar esperando por novas armas e novos hacks E pode ter certeza que estarão lá! Completando o arsenal a Dragonfly é uma arma de médio alcance, e o hack Magnet pode travar um personagem desatento.
Contudo as novidades expandem para o Crowncast, a plataforma de interação do publico com o streamer. Kudos , a nova ferramenta permite que os espectadores apoiem e reajam aos seus jogadores com efeitos visuais dentro do jogo usando Bits da Twitche apoiando o streamer da mesma forma.
Xbox One e PlayStation 4 entram no jogo!
A fase beta do game está acabando nos PCs, mas seu lançamento no próximo da 11 de agosto conta com o lançamento para XboxOne e PlayStation4. Ambos consoles também tem suporte ao HyperScapeCrowncast.
E se você não está numa hora boa para jogar e conquistar pontos para seu passe da temporada basta estar na Twitch vendo e interagindo com um streamer que você também recebe experiencia em jogo!
A primeira temporada conta com 100 níveis recheados de itens cosméticos, e você pode desbloquear o passe premium com a moeda do próprio jogo! Então o que você está esperando para jogar e assistir as partidas?
It’s Okay To Not Be Okay produzido pela emissora tvN estreou esse ano, ainda está em andamento, mas vem sendo um grande sucesso desde seu lançamento e por conta disso parece que os fãs ganharam alguns mimos.
No k-drama a personagem principal Ko Moon Young é uma escritora de livros infantis e durante a trama nós conhecemos algumas de suas obras. Os três livros mencionados (A Spring Day’s Dog, Zombie Child and The Teenaged Boy Who Grew Up Eating Nightmares) já foram publicados e estão disponíveis em coreano nos sites Yes24 e Gyobo Books.
Além dos três livros vendidos separadamente, há uma edição especial compilando todas as histórias e mais 5 postcards com ilustrações novas. Os livros custam cerca de ₩10,800 (9 dólares).
O k-drama estreia no canal da tvN e lança todo sábado e domingo na Netflixpor volta de 10 horas da manhã.
A segunda temporada dessa incrível obra chegou! E chegou com estilo. Acredito que já ouviram falar dos quadrinhos escritos por Gerard Way e ilustrados por Gabriel Bá, o famoso Umbrella Academy.
No ano passado tivemos a primeira temporada dessa genial adaptação. Agora, a Netflix nos agracia com sua continuação… Esplêndido! Ao menos, me alegrou.
Como diria Jack, o Estripador: “vamos por partes”. Em questão de efeitos visuais, está tão boa quanto a primeira temporada. Arrepiei completamente quando a Vânia e o 5 estavam frente a frente prestes a brigar (Sinceramente, não ia sobrar pedra sob pedra se isso acontecesse). Sendo assim, sem reclamações até agora.
A trilha sonora? Incrível! Nessa temporada estamos ambientados entre 1960 e 1963. Sendo assim, as músicas deveriam coincidir com essa época e não é diferente do esperado. Trilhas antigas, um pouco dos clássicos do rock, blues e pop. Temos uma vasta ramificação que pode entreter do mais calmo ao mais agitado.
Chegamos ao tão esperado enredo. Evidentemente também será abordada direção e roteirização. No começo, fiquei um pouco enjoado, devo admitir. O início era apenas mais do mesmo, aquela parte onde o 5 tenta reunir todo mundo e ninguém quer. Assim como foi na primeira temporada, ninguém acredita e etc. Devo dizer que quase dropei aqui.
Então, o meio da trama trouxe aquele fator… Ainda parecido com a primeira temporada, mas, nesse caso, parecido com o final dela. Entretanto, o fim foi muito bom. Toda aquela reviravolta, interação… Esse plot twist com o acompanhamento de um possível final feliz foi deveras agradável.
Conclusão
Sendo assim, o que dizer? Não, não está nem um pouco parecida com a obra original, mas, não vejo mal algum nisso. Os produtores decidiram mudar muita coisa, mas, isso é bom. Isso atrai o público que nunca tocou nos quadrinhos, além de satisfazer os fãs do original. Sua satisfação vem do fato de que a pegada original, o tom original da obra não se perdeu. Nada do que a publicação original quis passar se perdeu.
Consequentemente, a direção e o roteiro estão de parabéns. Conseguir mudar o enredo e manter o tom original da obra é algo que pouquíssimos conseguiriam. Você está mexendo com um universo inteiro, é muito perigoso. Mas, devo parabenizar os atores também, afinal, eles leram os quadrinhos para entender a personalidade, manias, jeito de falar e se mover de seus originais, assim, preservando o tom.
Tudo isso faz com que Umbrella Academy tenha uma continuação incrível e uma promessa de terceira temporada. Sim, ela fecha em aberto e acredite… Vale a pena dar uma conferida.
Em um evento especial por live streaming de Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Movie: Mugen Train, obtivemos um novo trailer e trechos da música “Homura“, com LiSA, que retorna ao seu posto de cantora oficial da série. Veja abaixo:
Além de LiSA, Yuki Kajiura (responsável pela trilha sonora da série) assina a co-autoria da música, onde além das letras também ajudou na composição e arranjo do tema.
O filme é baseado no “Demon Train Arc“, o 7º arco da história, que vai do capítulo 52 ao 66 do mangá. Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Movie: Mugen Train estreia em 16 de outubro no Japão.
A alguns meses atrás a nova editora Épos confirmou na sua página oficial do Twitter que publicaria a coleção de livros All For The Game em português. Pois bem, agora já temos uma data oficial para o laçamento: 20 de dezembro. A data foi divulgada no Twitter, com a programação de lançamentos do ano todo da editora, confira abaixo:
Vamos de novidades? Sei que vocês já estão mais que curiosos.
Agenda oficial para o ano de 2020, gostariamos de deixar claro que ela está sujeita a alterações caso algum problema venha a ocorrer.
— ÉposEditora – Panfletando EM Vilões (@EposEditora) July 19, 2020
A trilogia composta pelos livros The Foxhole Court, The Raven King e The King’s Men, escritos por Nora Sakavic foram publicados de forma independente pela autora. Parece que todos os títulos serão traduzidos como podemos ver no tweet feito pela editora hoje (01/08), mas não sabemos como ficarão os dois últimos, ou se o nome da trilogia (All For The Game) será traduzido também.
O primeiro livro oficialmente vai se chamar
"A Toca das Raposas"
— ÉposEditora – Panfletando EM Vilões (@EposEditora) August 1, 2020
Ainda não temos notícias quanto as artes da capa ou quanto ficarão os livros, continuem acompanhando o site para mais novidades.
Muito antes de Outlast, já existiam jogos de suspense e horror que evocavam o calafrio de você estar preso em algum lugar sem a possibilidade de lutar contra seus perseguidores. As opções: fugir e se esconder, ou então a própria morte de maneira macabra e especialmente cruel.
Os títulos precursores desse “gênero” estão na minha lista de jogos de terror favoritos: Clock Tower e Haunting Ground (para citar os mais famosos). Há alguns anos começaram a sair os primeiros conceitos e boatos sobre uma “continuação” de Clock Tower, um jogo com gráficos atuais que evocasse toda a questão de perseguição, mistérios e cultos. Remothered: Tormented Fathers foi lançado oficialmente na Steam em janeiro de 2018 e causou um reboliço na comunidade gamer que já acompanhava o projeto.
O primeiro jogo de uma trilogia, o título desenvolvido de maneira independente, oferece uma experiência de cerca de quatro horas onde você terá que correr, se esconder e lutar pela sua sobrevivência, enquanto tenta descobrir os mistérios que cercam uma família com um histórico macabro.
A história começa com a protagonista do jogo, Rosemary, indo até uma mansão encontrar o Dr. Richard Felton, um idoso milionário que tem uma misteriosa doença. Se apresentando como uma médica, ela promete novos tratamentos ao paciente, entretanto, isso tudo é apenas uma fachada para os verdadeiros objetivos de Rosemary: descobrir o que houve com Celeste, filha adotiva dos Felton, que desapareceu quando tinha apenas 13 anos. Quem é realmente Rosemary? Por que ela quer achar Celeste? A jovem realmente desapareceu? O que é a estranha doença de Richard Felton?
Eu joguei Remothered há cerca de um ano atrás. Na época do lançamento o jogo ainda continha muitos bugs envolvendo o áudio e as cutscenes, e eu optei pelas atualizações gráficas e audiovisuais para ter uma experiência de melhor qualidade, e me sinto grata por minha escolha. Apesar de conter muitos elementos dos jogos Clock Tower e Haunting Ground (como citados anteriormente), Remothered Tormented Fathers opta por seguir caminhos distintos quanto a sua história, contada de maneira não linear através de documentos, fotografias, flashbacks e conversas paralelas.
A primeira vez que terminei o jogo eu senti que havia compreendido somente metade da história, e fui ver se outras pessoas haviam experimentado o mesmo. Nas críticas ao jogo, a maioria se refere ao seu tempo de duração e principalmente a narrativa, e eu poderia concordar com os dois pontos. O jogo é bastante curto para o valor original, apesar de haver um grande investimento nos gráficos, os problemas técnicos acabam empobrecendo a qualidade do título, além disso, um terço do jogo é passado somente assistindo cutscenes. Quase 40 reais em três horas de entretenimento com problemas de áudio não é uma boa oferta na minha opinião, porém, o jogo entrou em várias promoções nos últimos tempos, a última em que ele estava por menos da metade do preço, o que é um valor bem mais amigável.
Quanto as questões de roteiro, eu me dei a chance de jogar o jogo novamente, dessa vez prestando mais atenção aos conteúdos encontrados, e achei a história mais fácil de compreender – ainda assim – há algumas problemáticas. O plot em si é muito bom, e apesar de não ser inédito, usa elementos que contribuem de maneira correta para a atmosfera e brincam com os medos dos jogadores. Entretanto, eu sinto que havia maneiras melhores de contar, principalmente quanto a cena final onde há um daqueles momentos em que uma personagem começa a contar toda uma parte do roteiro que não existia até então.
Como uma trilogia, já é esperado que o jogo não entregasse tudo, e não entrega. Sua continuação “Remothered: Broken Porcelain” já tem data para estreia: 25 de agosto para PS4 e 20 de outubro para PC (imagino que eventualmente saia para Xbox One e Switch, tendo em vista que o primeiro título também está disponível para outros consoles), e pelo trailer já podemos ver uma evolução significativa nos gráficos e no áudio, me deixando mais positiva a respeito do novo lançamento.
Apesar de ter falhas bastante problemáticas, o jogo tem uma história interessante e rende MUITOS sustos, é um jogo que realmente entrega a atmosfera de horror e nos prende a sua narrativa (pelo menos até o final, que acaba sendo fraco).
Me sinto instigada a jogar a continuação, e dar mais votos para a série, que parece estar avançando e evoluindo junto com seu time. Até lá, deixo alguns links para você mesmo conferir e avaliar se vale a pena ou não mergulhar em uma nova franquia de horror.