No último domingo (6), a editora Panini divulgou durante sua live no YouTube, o mais novo título de sua linha de mangás que publicará no Brasil, a obra de Nio Nakatami, Bloom Into You (Yagate Kimi ni Naru).
Publicado entre 2015 e 2019 no Japão pela ASCII, na revista Dengeki Daioh!, Bloom Into You soma 8 volumes – já completo. O mangá sairá em 2021 com periodicidade bimestral e custará R$ 29,90.
Sinopse: Yuu sempre foi muito fã de mangás shoujos e, naturalmente, sonhou em receber uma grande confissão que fizesse seu coração pular. Entretanto, quando o seu sonho está prestes a se tornar realidade e um de seus colegas de classe se confessa, ela não sente nada, ficando confusa e não sabendo o que fazer. Uma tarde, Yuu acidentalmente testemunha a confissão de um de seus veteranos à bela presidente do conselho estudantil, Nanami e a maturidade com que a garota recusa o pretendente a afeta, e Yuu decide pedir a Nanami para ajudá-la. Com seu apoio, Yuu finalmente consegue responder à confissão do colega de classe e tudo parece ter resolvido. Entretanto, a história sobre sentimentos começa agora. Nanami termina por confessar seus sentimentos para Yuu. Siga o dia-a-dia das duas jovens tentando entender seus sentimentos.
Para mais informações e notícias da Panini, acesse AQUI.
Oscar Isaac, conhecido por interpretar o piloto espacial Poe Dameron na trilogia de filmes mais recentes de Star Wars, foi escalado para interpretar Solid Snake no filme inspirado na franquia de jogos Metal Gear.
A produção será dirigida por Jordan Vogt-Roberts (que dirigiu Kong: A Ilha da Caveira, filme lançado em 2017), e está sendo produzido pela Sony Pictures, que está apostando em diversos títulos inspirados no mundo dos games como: Uncharted (estrelado pelo ator Tom Holland) eMonster Hunter. Já a produção do filme será feira por Avi Arad (que também produziu a trilogia de filmes do Homem-Aranha dirigidos por Sam Raimi) e o roteiro por Derek Connolly (roteirista da franquia Jurassic World).
Em 2019, o diretor do filme já havia feito uma postagem demonstrando o seu interesse em escalar Oscar Isaac para o papel em sua conta oficial no Twitter, onde publicou alguns prints de conversas com o artista BossLogic e uma fanart do ator caracterizado como Solid Snake realizada pelo artista.
THIS-MUSING-IS-NOT-NEWS-PSA:
To everyone asking how I feel about Oscar Isaac saying he wants to be Solid Snake.
The full process required to cast an icon hasn’t even started, but..
Ask @Bosslogic where the idea for his brilliant mock up came from.
Vale lembrar que a franquia de games Metal Gear foi a responsável por criar o sistema de stealth nos jogos e é conhecida por seu complexo enredo, que aborda questões filosóficas e subjetivas, além de analisar questões relacionadas à natureza das guerras, relações políticas e à discussões morais sobre o avanço da tecnologia bélica e da engenharia genética e suas possíveis consequências.
A franquia teve seu primeiro jogo lançado em 1982 e até 2015, com o lançamento deMetal Gear Solid V: The Phantom Pain foi desenvolvida por Hideo Kojima em parceria com a Konami (depois os direitos da franquia ficaram nas mãos da Konami, mas Kojima se desligou dos futuros projetos da franquia e de jogos em produção, como P.T Silent Hill – que foi cancelado).
A quarta e última temporada da série Attack on Titan (Shingeki no Kyojin) já estreou, e para deixar esse momento mais especial, Amon Lima, integrante da Família Lima, preparou um clipe com um cover da música Guren no Yumiya, que já conquistou o coração dos fãs e admiradores de anime. Assista abaixo:
Com participação de Allen Lima – também integrante do grupo Família Lima –, e gravado no teatro de Vinhedo vazio, a versão da música-tema feita por Amon leva o som do violino a outro patamar e nos transporta para uma era apocalíptica em meio aos titãs e gigantes. “Não é segredo pra ninguém que sou apaixonado por séries, filmes e tudo que envolve o mundo geek. A quarta temporada de Attack on Titan promete tanto que não tinha como esse final passar batido. Então escolhi este para ser o primeiro vídeo com produção para meu próprio canal e a ideia é ir lançando periodicamente vídeos mais produzidos intercalando com vídeos caseiros”, conta Amon.
Para dar uma sensação de orquestra, Amon gravou sozinho 45 violinos/violas, além do violino solo e contou com apoio de uma banda para maior sonoridade. Marcell Cardoso ficou responsável pela bateria, mix e master, Bruno Piapara nas guitarras e baixo e Allen Lima nos teclados. A produção do vídeo ficou por conta de Mahatta Filmes sob direção do Juliano Val Tristão e DOP do Victor Oliveira.
A quarte temporada de Attack on Titan já está disponível na Crunchyroll – para usuários Premium – e você pode assistir AQUI.
Shingeki no Kyojin, também conhecido como Attack on Titan, é uma das séries contemporâneas de maior destaque na indústria dos mangás e animes. A série que não poupa nem os personagens, nem os fãs, de grandes sofrimentos, ganhou notoriedade por seu elenco cativante, sua trama elaborada que equilibra ação, drama e suspense com muitas reviravoltas, intrigas e jogo político.
A história se passa em um mundo pós apocalíptico em que a humanidade é obrigada a se refugiar na proteção de muralhas para evitar a extinção nas mãos dos terríveis Titãs – criaturas monstruosas gigantescas com uma fome insaciável por carne humana. Ou quase isso…
SPOILER ALERT: E aviso aos ouvintes: Este episódio contém spoilers de todas as temporadas do anime e de muitos capítulos do mangá. Por isso, ouçam por sua conta e risco! Vocês foram avisados!
DICA: A Gabi preparou um resumo definitivo antes do fim de Shingeki no Kyojin! Resumo completo da terceira temporada de Attack on Titan parte 2. Sem spoilers do futuro, preparando para a quarta e última temporada dos titãs. ASSISTA AQUI.
Participações: Donis, Bellan, Baraldi e a Gabi Xavier!
Gabi Xavier – criadora o canal de mesmo nome no YouTube e fala de cultura japonesa na internet desde 2015. Já trabalhou com cinema e é Formada em Comunicação Social/Rádio e TV. Além do canal principal, ela também faz gameplays e fala de jogos, filmes e séries no @asaladotempo.
O mundo da televisão respira novos ares depois de um longo tempo fora de algo mais íntimo da cultura pop. Fala-se muito dos tempos áureos da TV Globinho, da Band Kids e claro, da TV Manchete. Alguém mais sortudo de ter tido tv a cabo chega até a se lembrar da Animax. Mas tudo isso aí é de mais de década. De lá pra cá os nichos incharam, se popularizaram, se renovaram e hoje em dia é bem mais comum encontrar fãs de anime do que a dez anos.
Mesmo com esse alargamento, as emissoras de televisão não renovaram suas programações com o público alvo, desanimadas com a popularidade e a comodidade dos conteúdos on-demand, como Netflix, Youtube e a própria Crunchyroll.
Remando contra essa maré e com bastante ânimo na mão, surgiu em novembro o perfil da Loading no Twitter. Ela vem se apresentando como um enorme guarda-chuva de entretenimento que engloba “esports, games, animes, tokusatsu, k-pop, dramas e mais”. E mais, ela pretende disponibilizar sua programação tanto de modo online, como na tv a cabo e, pasmem, na tv aberta!
O hype chegou no dia 4 de dezembro, quando a Loading divulgou sua parceria com a Crunchyroll e, de lata, com um catálogo de mais de 50 animes a serem exibidos na nova emissora. Alguns destes com dublagens inéditas exclusivas, como é o caso de Given e 91 Days.
A Loading irá estrear no dia 7 de dezembro e aqui tem algumas informações de como sintonizar no canal. Além do gordo catálogo prometido em parceria com a Crunchy, a Loading também está sabendo cativar alguns sentimentos nostálgicos: animes como Saint Seya: Lost Canvas, Sakura Card Captors e Ranma ½ (!!!) já estão prometidos e calorosamente divulgados.
Esse projeto tem cara de ousadia (e alegria) estampada no rosto. E a melhor parte é que alguma astúcia parece bem evidente em como a nova iniciativa pretende tocar seus trabalhos (porque sim, será muuuuuito trabalho pela frente): outra parceria anunciada anteriormente com a Sony Pictures promete 100 títulos para a grade de programação. E indo em direção ao gigantesco nicho de e-sports, a Loading também terá seu próprio campeonato de League of Legends com premiação total de 150 mil reais. A chamada “Liga Loading de Esports” não parece que irá parar no lolzinho, ao que indica.
Para quem quiser mais, a nova emissora também traz detalhes de sua programação semanal nesta postagem em seu perfil no Twitter.
Então é isso. A Loading vem com hype na mão e planos na cabeça. Planos que, dá pra ver, bem pensados: investindo não só em animes, mas em outros nichos com popularidade esmagadora como k-pop e e-sports. Só nesses dois últimos a atenção é bem garantida. E se pensarmos nessa iniciativa num Brasil onde o acesso a tecnologia e internet de qualidade ainda está longe de ser algo dado, o potencial dessa programação divulgada em tv aberta é deveras enorme…!
Pois pensem só, uma criançada aí sendo apresentada a histórias empolgantes e comoventes como Boku no Hero ou Black Clover (que não foram confirmadas na programação, mas vai quê), tal qual víamos todos Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco cheio de empolgação no peito quando as crianças éramos nós…!
Estreou na última quinta-feira (3), a regravação do clássico som do Metallica, Sad But True, do álbum homônimo de 1991, pela banda mongol The HU. Mesmo na língua nativa, a melodia se mantém fiel a original e conta com a presença dos instrumentos tradicionais utilizados comumente pela banda.
A faixa faz parte do The Best of Better Noise Music: 15 Years of Rock, uma coletânea com novas versões de canções do selo Better Noise Music. O clipe de Sad But True pelo The HU pode ser visto abaixo:
“Como milhões de pessoas em todo o mundo, o Metallica tem sido uma grande influência e inspiração para nós, fãs de música e músicos”, afirma Gala, vocalista da banda. “Nós admiramos seus 40 anos de turnês implacáveis e a música atemporal e única que eles criaram. É uma grande honra mostrar para eles nosso respeito e gratidão ao gravar uma versão de ‘Sad But True’ em nossa língua e no estilo do Hu.”
O The HU seria uma das bandas que viriam ao Lolapalooza 2020 e Odin’s Krieger, mas por conta da pandemia, o Brasil vai demorar para vislumbrar um pouco mais do folclore mongol.
Andy Garcia viveu Vincent Mancini em O Poderoso Chefão Parte lll, papel esse que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Em tom de brincadeira no painel da CCXP Worlds, foi lhe perguntado se deveria ser indicado de novo, e o mesmo entrou na brincadeira e disse que não acredita nisso.
Em entrevista, Andy comenta sobre o tempo que Coppola tinha para entregar o filme que queria, mas acredita que houve duas complicações para isso: a primeira porque o filme foi lançado próximo do natal, e o lançamento tinha que ser para aquele ano, segundo porque Coppola queria tempo para mostrar sua visão sobre como foi a morte de Michael Corleone. A pressão deve ter sido grande e corrida, sendo que a própria Paramount sonhava com um quarto filme, então O Poderoso Chefão Parte lll passou por algumas mudanças pedidas pelo estúdio, tanto que esse desejo por um quarto filme fez Coppola pensar com mais carinho nesse terceiro filme.
Dessas mudanças, cenas como a morte de Joey Zasa foi modificada e toda a questão que envolvia os negócios da família Corleone tiveram mudanças, não sobre o filme lançado, mas para deixar mais coerente e amarrada com a história. Andy destaca que essas modificações podem ser a maior influência para a melhora do filme e, como dito em entrevistas anteriores, o fim do ódio por O Poderoso Chefão Parte lll.
Vincent Mancini foi um grande marco para a carreira de Andy Garcia, o próprio comentou o quão significativo foi Vincent para o levar mais longe na carreira, tendo reconhecimento de amigos família e até dentro do elenco de Poderoso Chefão lll, elenco esse que ele acredita também ter passado pelo mesmo processo de valorização que ele. Ainda citando o elenco, Andy Garcia comentou sobre atuar ao lado de Al Pacino, para ele foi uma grande alegria, se mostrou um grande amigo e lembra quando foi melhor apresentado e conversado com ele antes de atuar em Scarface, comentando que leva muito do teatro para o cinema.
Aliás esse é o destaque sobre o diretor, onde Garcia destaca o método como Coppola trabalha nas filmagens, sendo muito detalhado como uma peça de teatro, fazendo com que os atores fizessem o cenário em suas cabeças. Coppola conversava com o elenco para que isso pudesse fluir melhor; para Andy Garcia esse é o tipo de coisa que falta para os diretores de hoje em dia.
Para assistir toda a programação da CCXP Worlds, acesse o SITE OFICIAL.
O Poderoso Chefão. Talvez não exista nada para se falar daquilo que se prova ser uma das maiores obras primas do cinema, para alguns perfeita, para outros um erro ter sido sequenciada e para muitos o ódio focado ao terceiro filme, talvez um ódio gratuito demais, mas entende-se o descontentamento, pois Poderoso Chefão Parte lll se mostrou não ser grandioso o suficiente para o primeiro filme, além de muitos problemas de cortes de cena, mesmo assim, por causa do nome pesado que é a franquia, existe um respeito.
O primeiro filme foi o que podemos chamar de epopeia, o suprassumo do tema máfia nos cinemas, o exemplo de obra prima das grandes produções, imortalizando Francis Ford Coppola, Mario Puzzo, e apresentando Al Pacino. Pode existir pessoas que não gostem de O Poderoso Chefão, isso não tirá o rótulo de perfeição que ele conquistou ao longo dos anos, se tornando único. A parte ll não deixou a desejar, para muitos se manteve a nível do primeiro filme, alguns o colocam como a melhor sequência já feita de um filme. E claro, como já sabemos como funciona a indústria cinematográfica, nada mais comum do que uma sequência…
Poderoso Chefão Parte lll: Desfecho – A Morte de Michael Corleone. Pode se dizer que é contraditório a muita coisa dos primeiros filmes, mas chamá-lo de desastre é injusto, Michael (Al Pacino) estava tirando sua família dos negócios que a muito tempo construiu, mas sabe como é a máfia: toda vez que se tenta sair, te puxam de volta, parafraseando a icônica fala de Al Pacino nesse terceiro filme. Com isso, Michael precisa se virar para resolver todos os conflitos com as outras famílias e assim precisou retornar aos negócios, por causa dos problemas de saúde. A verdadeira chefe dos negócios dos Corleone era Connie (Talia Shire), e quem fazia o trabalho sujo era Vincent (Andy Garcia), o qual estava se envolvendo com a filha de Michael, Mary (Sofia Coppola) – este último, o maior ponto negativo de todo o filme. Fazer ela contracenar com Al Pacino é expor o quão péssima atriz ela foi, para muitos poderia ser cortada do filme que não fazia diferença. Eu já acho que foi só um conflito a mais que Coppola quis colocar no filme, o erro em si foi a pessoa que foi contracenar, porque é um pavor de horroroso.
De grandes polêmicas e opiniões divididas, nos deparamos com 2020, depois de trinta anos da estreia do terceiro filme, e Francis Coppola, junto com a Paramount, resolvem reeditar o filme na visão do diretor. Em tempos modernos, chamar de CoppolaCut não seria exagero. Essa reedição encurtou o filme, editado de quadro em quadro e passando por remasterização de trilhas, essas aliás foram as mudanças mais sentidas no filme, muitos dos flashbacks foram removidos, deixando o filme mais “limpo”, visualmente impecável. Aqui o trabalho de edição lapidou mais ainda esse terceiro filme, porém não mudou o conjunto da obra em si, logo quem não gostou de Poderoso Chefão lll, não terá uma opinião mudada, pois permanece o mesmo filme, só que melhor editado. Eu vi uma boa diferença de visual apenas.
Porém fica a opinião de um fã, prefiro mil vezes um recut de diretor do que Poderoso Chefão lV, quem quer isso não sabe o que fala e se prende muito ao apego emocional do nome da trilogia. Seria um erro colossal sequenciar a história ou rebootar o filme, um recut caminha na linha tênue entre um sucesso confortante e um desastre descomunal. Que esse “novo” Poderoso Chefão lll atice a nova geração a assistir uma das maiores obras cinematográficas da história.