A Editora Record, pelo selo Galera, anunciou em suas redes sociais que Castelo Animado, de Diana Wynne Jones, que ganhou adaptação pelo Studio Ghibli, será relançado em 2021.
Anteriormente, sua publicação fora feita em 2007 pela mesma editora, mas com o passar dos anos a escassez dos volumes (uma trilogia) passou a ser iminente, o que configurou na sua reimpressão e relançamento com capas de Izadora Zeferino.
Sinopse: Surpresas podem se esconder sob uma cara de mau, um rosto enrugado ou um castelo encantado… Certo dia, enquanto trabalhava entediada na chapelaria da família, a jovem Sophie é surpreendida pela perversa Bruxa das Terras Desoladas. Por motivos que ela desconhece, a Bruxa a transforma numa velha de 90 anos, e Sophie não vê outra saída senão fugir para evitar a dor de não ser reconhecida por suas irmãs. Vagando sem rumo, a “jovem senhora” acaba na porta dos fundos do castelo do terrível Mago Howl, conhecido por devorar o coração das moças do povoado. Assim começa a mágica aventura de O castelo animado. Sophie, Howl, Calcifer e todos os personagens desta história estão prontos para mostrar que é possível encontrar humanidade e compaixão dentro de cada um.
Anunciado em meados de 2019, Genshin Impact trazia um hype grande dentro da redação do SUCO, até finalmente, no fim de setembro ter seu lançamento oficializado para PC, Android, iOS e PlayStation 4.
Produzido pela miHoYo, empresa chinesa e conhecida por Honkai Impact, o jogo é gratuito e cross-plataform entre iOS, Android e PC, onde o jogador pode acessar sua conta onde estiver com o dispositivo que tiver em mãos. Ainda não entendemos do porquê usuários do PS4 não ter esta opção.
Uma versão para Nintendo Switch deve chegar ainda este ano.
*Neste REVIEW, falaremos especificamente do Prólogo, arco que se passa na primeira região do jogo, Mondstadt. Quanto a História do jogo, outro artigo – sobre os mangás – deve sair no futuro.
Logo nos primeiros minutos, temos o vislumbre do mundo colorido e muito criativo de Teyvat. O RPG de Ação feat. Gacha , nos moldes de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, traz um cenário inspirador e cheio de segredos para você descobrir e missões para cumprir.
Escolhendo um dos protagonistas (ou um gênero), controlamos o Viajante de origem desconhecida e em busca de seu irmão perdido, junto a diversos outros personagens, conseguidos através de invocações (ou pela história), cada um com sua própria jogabilidade.
É um clone de Zelda?
Sim! Mas também vai além disso, começando por uma história original e um sistema de missões criativo. Desenvolvendo-se em um mundo aberto, Teyvat, o jogador têm a opção de explorá-lo como “Link”, a pé, escalando, nadando e até planando; neste último, você troca o paraglider de Zelda:BOTW por asas em Genshin Impact.
O personagem também não fala! Próximo ao sistema Link x Navi de Ocarina of Time, em Genshin Impact temos a Paimon, uma “fada” que serve de ferramenta de trama e dá a luz do túnel para avançarmos no jogo. Próximo do jogo da Nintendo, temos um mapa que pode ser explorado por completo, com criaturas, segredos e enigmas a serem resolvidos, entretanto, um plus é de que você pode controlar até 4 personagens “simultaneamente”, fazendo trocas ágeis durante o combate ou na resolução de problemas no mapa.
Trazendo elementos do RPG, temos habilidades, magias, combos, sistema de aprimoramento de personagens, armas, talentos e artefatos, cooldown entre trocas e gerenciamento de energia. Tudo isso é somado ao sistema de gacha que o jogo traz, próximo ao que vemos em Fire Emblem Heroes ou num Fate/Grand Order, onde até o momento temos em torno de 25 personagens jogáveis – muitos vindo apenas pelo sistema de invocações.
Gratuito? Pay to Win?
Já sabemos que o gênero gacha é considerado nocivo por parte da comunidade gamer, mas em Genshin Impact temos o contraponto de ter um “Modo História” single-player interessante, além de uma jogabilidade que não deve em nada em muitos jogos triple A.
Mesmo sendo gratuito, o trabalho que a miHoYo teve em balancear combates (deixar algo que funcione no mobile e nos consoles/pc, por exemplo), roteirizar missões e polir a jogabilidade é louvável. Vale ressaltar também o exímio trabalho dos efeitos de luzes, sonoros e claro, da linda trilha sonora de Yu-Peng Chen (já disponível no Spotify).
Quanto ao fator “pay-to-win”, ainda não temos um “mid” e “late” game concreto, então analisar o aspecto atualmente de seu sistema não é interessante. Ainda sem grandes atualizações, e uma loja com poucos itens – e sem cosméticos – não é possível analisar as reais intenções da miHoYo. Por ora, o jogador gasta dinheiro se quiser buscar mais personagens… e só.
Multiplayer e Localização
Posso pontuar dois aspectos negativos e que podem ser consertados com o decorrer das atualizações. O primeiro, é referente a sua localização. É muito bacana a empresa lançar um jogo com legendas em português, e nos sentimos lisonjeados com isso. Entretanto, a falta de revisão é gritante. São diversos erros de concordância gramatical e de codificação.
Em diversos diálogos é possível ver que o trabalho de tradução foi feito de forma automatizada e não com profissionais especializados em letreiramento ou algo do tipo. Esperamos que estes erros (pequenos, mas que incomodam), possam ser solucionados.
Na parte mais técnica e da codificação, é possível ver algumas sintaxes da Unity que não foram codadas corretamente, seja por falta de atenção ou pela não depuração. São vários momentos em que é possível vislumbrar uma falta de parênteses no jogo – como quando o programador quer mostrar uma cor diferente na caixa de diálogo.
Agora, o maior problema e que pode ser decisivo para sua longevidade é o modo multiplayer. Entendemos que a miHoYo queira manter sua jogabilidade single-player coop, algo próximo do que vemos na franquia Diablo, por exemplo, mas a limitação imposta a jogadores visitantes é incompreensível.
Entendemos da limitação de baús (explico mais abaixo), onde é possível farmar apenas em seu próprio mundo, mas não ter recompensas palatáveis no mundo de seu amiguinho não é algo que motive a cooperatividade. Esperamos que nas próximas atualizações o sistema de coop melhore e que tenhamos mais interatividade e recompensas!
Sobre a limitação de baús: caso seja possível abrir baú no mundo de outros jogadores, será possível ficar farmando e saltando de mundo em mundo numa mesma localização, o que pode gerar desbalanceamento de um jogo saudável.
Além de Mondstadt
Genshin Impact se mostrou um jogo grandioso e em suas duas regiões é possível tirar proveito de horas e horas facilmente. De forma informal, calculo algo em torno de 20 horas o Modo História de Mondstadt, tido como Arco do Arconte: Prólogo. Já passando para a região de Liyue, que é muito mais extensa que a primeira, o jogo pode beirar as 50 horas de muito conteúdo.
A partir daí, o modo gacha entre em jogo, e no momento em que estou, a jogatina se resume a gastar resinas, fazer missões diárias e upar um ou outro item. Com sete áreas planejadas (já temos duas), Genshin Impact têm de tudo para ser uma franquia duradoura e esperamos atualizações mais frequentes de seu Modo História; queremos desbravar Teyvat!
Estreou hoje às 6h da manhã no Youtube o MV de debut do BlackSwan, grupo sul-coreano da DR Music que tem Leia, a primeira idol brasileira, como uma de suas integrantes. E apenas algumas horas após o lançamento, já passa das 200 mil visualizações.
O single de debut é Tonight, que já havia sido performado alguns meses atrás no PyongChang Peace Music Festival. A música já está chamando a atenção de quem aguardava o debut pelo ritmo envolvente, refrão daqueles que grudam na cabeça e pela qualidade do MV em si. Além disso, trás de volta um conceito mais sexy que não víamos há algum tempo no k-pop, o que agradou os fãs do antigo Rania e de alguns grupos das gerações anteriores.
Nós estamos super felizes de ver uma brasileira realizando seu sonho e nos representando no k-pop e desejamos ao BlackSwan todo o sucesso do mundo! E mal podemos esperar pelas promoções do single.
E vocês? O que acharam de Tonight? Contem pra gente nos comentários em nossas Redes Sociais.
Tudo na vida tem um significado, uma representação, um sentimento que aflora nossos sentidos de várias formas. Em Magic: The Gathering não é diferente, as cores refletem estilos diferentes: manipulação, agressão, controle e muitos outros.
Além disso ela constrói a personalidade de seu baralho, ou até mesmo a forma que outros jogadores enxergam você e suas ideologias. Ainda não sabe qual cor é a sua? A linha tênue entre o bem e o mal?
As cores em Magic: The Gathering
O Branco traz a lei, a ordem, a governança, a proteção e a paz. Atente-se as cartas brancas, reinos e soldados, criaturas que simbolizam calmaria e união, magias de proteção e cura, e a fé que traz anjos e outros seres divinos para o campo de batalha.
Entretanto o Verde é a vida, o crescimento, a evolução e a força bruta. O ciclo da natureza é representado nessa cor exuberante, cresce no campo de batalha com criaturas enormes e protetores da fauna e flora , mágicas das estações, fitoterapêuticas e de virilidade.
Já falamos nessa cor não? Fui muito rápido? Impetuoso ou Caótico? O Vermelho não espera, é ação e consequência, é impulso e volatilidade, são chamas e trovões, a destruição, união e rebelião. Dos Goblins aos Dragões, dos piromantes e guerreiros, é a cor do amor, um fogo que arde e improvisa.
Contudo a razão e a inteligência podem ser fundamentais, quebra-cabeças sempre tem resoluções e encontrar a sua maneira é a fonte do Azul. No céu, nas águas e nos pergaminhos, qualquer movimento é friamente calculado e o domínio é sua arma principal, manipular seus adversários ao erro e triturando-os na psique.
Caos, Manipulação? Não, ambição e imoralidade, a vantagem está em destruir as peças chaves, reutilizar o que era vivo, drenar a sanidade. A cor Preta pode ser bem incompreendida, mas nem tudo que enfatiza o mal realmente é. Vampiros, Zumbis e Ladrões fazem parte desse filme, mas quem fará o trabalho sujo não é mesmo?
E então sabe qual cor te representa? Ou a combinação de algumas é a melhor? Comece a jogar Magic: The Gathering com os decks de Planeswalker para começa a entender o jogo e quem você é! Confira o Magic: The Gathering Arena, gratuito, e se aventure.
A ansiedade finalmente acabou para os fãs japoneses! Demon Slayer the Movie: Mugen Train, estreou hoje (16/10) no Japão, e já movimentou várias salas de cinema. A expectativa é que cerca de 8 mil pessoas passem no cinema somente nesta sexta-feira, sendo a maioria delas para assistir ao filme, de acordo com um representante do Toho Cinemas Shinjuku.
Devido à grande demanda para assistir a animação, a primeira sessão foi transmitida às 7 horas da manhã. Aproximadamente 100 pessoas se concentraram na entrada do cinema às 6 horas, e após a abertura, fizeram fila para comprar produtos de edição limitada.
O japonês Akira Sakurai foi um dos que tiveram o privilégio de assistir a primeira sessão do filme. Devido à pandemia da COVID-19, Sakurai tem um horário de trabalho mais flexível, e assim relatou:
“Posso ir trabalhar com tempo suficiente mesmo depois de assistir ao filme de duas horas. Mas (honestamente) eu só quero ver o quanto antes”. Ele ainda complementa: “O anime tem uma história clássica para descrever a vida, a morte e o destino, e tem uma nova visão de mundo, como os demônios, ou ‘onis’, que têm vários tipos de habilidades e histórias. Essas coisas me fascinam.”
Mesmo que a estreia tenha sido hoje, o site do Aeon Cinema começou a reservar ingressos desde o dia 13 de outubro, tendo dificuldades para suportar uma demanda tão alta.
E justamente por essa demanda que os cinemas japoneses estão empenhados na exibição do novo filme. No dia da estreia, o Toho Cinemas Shinjuku vai exibir a animação 42 vezes em 11 telas diferentes; o Shinjuku Wald 9 irá exibir 39 vezes, e o Nakagawa Korona Cinema World36 vezes. Os fãs descreveram os horários de exibição como uma “tabela de horários para trens e ônibus”, para a SNS.
Até o dia 18 de outubro (domingo) a Toho Cinemas Ltd irá vender os ingressos do anime para todas as poltronas de seus cinemas. Entretanto, por conta da pandemia do novo coronavírus, os espectadores não poderão comer nada durante o filme. Juntamente com isso, a empresa limitou o número de poltronas disponíveis.
Demon Slayer the Movie: Mugen Train foi dirigido por Haruo Sotozaki e produzido pelo estúdio Ufotable. O longa é uma continuação direta do anime, inspirado no mangá de Koyoharu Gotouge.
A trilha sonora original de Genshin Impact já está disponível nas plataformas de streaming como Apple Music e Spotify.
Atualmente os serviços contam com a trilha da região de Mondstadt com três discos: “City of Winds and Idylls”, “The Horizon of Dandelion” e “Saga of the West Wind”, oferecendo 63 músicas. Além destes, também está incluso o álbum “The Wind and the Star Traveler”, com mais 15 músicas focadas no protagonista.
Enquanto a missão da região de Liyue não termina (estima-se que venha na atualização em dezembro), as músicas não devem ser disponibilizadas. Porém, um gostinho da composição de Yu-Peng Chen pode ser ouvida – e admirada – com este vídeo mais abaixo, onde temos a Orquestra Sinfônica de Xangai executando um dos mais belos temas do jogo.
O Genshin Impact arrecadou mais de US$ 100 milhões em receitas em todo o mundo desde o seu lançamento há duas semanas, e uma nova região chamada Dragonspine chegará em dezembro.
E neste outono temos mais uma adaptação do clássico de Sir Arthur Conan Doyle, mas dessa vez os holofotes não estão sobre a figura excêntrica de Sherlock Holmes. A estrela da vez é o seu maior inimigo, o matemático e igualmente genial James Moriarty. Confira mais neste Primeiro Gole de Moriarty the Patriot.
INVERSÃO DE ÓTICA
Algum fã obcecado de Sherlock Holmes com certeza vai objetar, vai dizer que estou falando besteiras, mas essa é uma das primeiras, senão a primeira versão em anime, de uma história sherlockiana onde o protagonista seja um vilão. A verdade é que eu sei até onde eu sei, então digo com surpresa e convicção que é a primeira vez que Seu William James Moriarty tem os holofotes do dia voltados para si.
Em Moriarty the Patriot, diferente de animes mais recentes e excêntricos como Kabukichou Sherlock, o cenário é a mesma Londres do século 19 da época em que foram escritos os contos e livros. As ruas enevoadas da poluição das fábricas, o contraste de nobres e despossuídos vagando pela mesma cidade e, como de praxe em cidades cheia de gente, crimes ocupam a rotina da polícia.
Nesse elenco já invertido, Moriarty, acompanhado de seus irmãos, Albert e Louis, observam a rotina de Londres pelos jornais e pelos seus círculos de convívio na alta sociedade. Até o momento em que eles encontram uma janela de oportunidade para adentrar em território onde a Scotland Yard não consegue entrar.
O CRIME PERFEITO
Neste primeiro episódio, fomos apresentados a um rápido, mas astuto raciocínio típico das boas histórias de detetive. Um serial killer está em atividade, molestando e assassinando pequenos garotos. Ele está em sua sexta vítima e a política continua incapaz de tracejar o culpado. Mas, como Moriarty bem observa, o próprio jornal fornece pistas da origem abastada do serial killer.
Daí se segue uma história de… justiça? Pode ser que sim. As histórias à la Watchmen, de vigilantes que preenchem as lacunas da justiça oficial encantam ao mesmo tempo em que incomodam. Essa é uma história repetida e discutida à exaustão e aqui não é o espaço de dar este ou aquele pitaco no assunto.
O que importa é que Moriarty the Patriot tem um excelente primeiro episódio e que, como vários títulos dessa temporada de outono excepcional, é daqueles onde vinte minutos passam desapercebidos. Animação e trilha sonora, impecáveis. Um bônus para quem curte, os três irmãos Moriarty são husbando material de altíssima qualidade.
Mas se você gostar demais, recomendo calma, pois mesmo com 24 episódios, já foi confirmado que sua exibição dos episódios 13 em diante só irá ocorrer a partir de abril de 2021. O aviso já está dado.
Este foi mais um Primeiro Gole de um anime da Temporada de Outono 2020, espero que vocês curtam essa sequência de crimes perfeitos pela mente de um dos maiores vilões já escritos na história!
Com o anúncio de Rain como um dos novos lutadores de MortalKombat 11, a Warner Bros. Games e a NetherRealm Studios traz um vídeo especial do príncipe de Edenia. A partir de 17 de Novembro você terá a força da água e dos raios:
Rain é um personagem memorável da franquia, o filho do deus Argus, consegue se esguiar de ataques com sua habilidades de manipulação da água e atacar os seus oponentes mortalmente com sua katar.
Informações da Versão Ultimate
Mortal Kombat 11 Ultimate vem com o Pacote de Kombat2 que conta com Mileena, Rain e Rambo. Jogadores que garantirem a versão Ultimate receberá todo o conteúdo anterior sem custo nenhum.
Mortal Kombat 11 Ultimate está programado para lançamento digital global em 17 de Novembro no PlayStation5, PlayStation4, PlayStation4Pro, Xbox Series X|S, consoles do Xbox One, Nintendo Switch, PC e Stadia.
Contudo jogadores que já possuem Mortal Kombat 11 e Mortal Kombat 11 Ultimate ou novos compradores no PS4 ou Xbox One poderão acessar gratuitamente as atualizações para PS5 ou Xbox Series X|S, garantindo resolução 4K, visual e tempo de carregamento aprimorados e muito mais, tudo disponível junto ao lançamento de Mortal Kombat 11 Ultimate!