Quase dois anos depois do primeiro live-action de Kaguya-sama: Love is War, a continuação do filme foi anunciada. Através de um vídeo os dois atores principais anunciam que Kaguya-sama: Love is War 2 (Kaguya-sama wa Kokurasetei 2: Tensai-tachi no Renai Zunousen), título provisório do longa, irá estrear no dia 20 de agosto de 2021.
No vídeo estão Kanna Hashimoto (Kaguya Shinomiya) e Shou Hirano (Miyuki Shirogane), que farão os mesmos papéis na sequência live-action. Para a tranquilidade dos fãs, a TOHO anunciou que outros membros da equipe continuarão os mesmos, como é o caso de Hayato Sano (Yuu Ishigami) e Nana Asakawa (Chika Fujiwara).
Hayato Kawai e Yuichi Tokunaga, respectivamente o diretor e o roteirista do primeiro filme, também irão trabalhar no live-action que está por vir.
Sinopse: Veio de boa família? Sim! Tem uma personalidade promissora? Sim! Todos os jovens de elite com futuros brilhantes acabam indo parar na Academia Shuchiin. E ambos os líderes do conselho estudantil, Kaguya Shinomiya e Miyuki Shirogane, estão apaixonados um pelo outro. Mas seis meses se passaram e nada aconteceu?! Ambos são orgulhosos demais para confessar seu amor, e agora ambos estão brigando pra ver quem faz o outro se declarar primeiro! A parte mais divertida do amor é o jogo da conquista! Uma nova comédia romântica, sobre as batalhas intelectuais de dois estudantes de elite apaixonados.
Kaguya-sama foi escrito por Aka Akasaka e estreou na revista Miracle Jump em 2015, mas em 2016 passou a ser publicado pela Young Jump. O mangá ganhou adaptação para anime em 2019 com 12 episódios e em 2020 a 2ª temporada foi lançada, também com 12 episódios. O anime pode ser assistido pela Crunchyroll.
A terceira temporada e um OVA do anime serão lançados em 2021.
Antes mesmo da Live-Action de Mulan estrear, a Disney afirmou o desejo de fazer uma adaptação mais respeitosa para com a lenda chinesa já que a animação de 1998 foi um grande fracasso na China por causa de representação estereotipada da cultura chinesa. A própria diretora do filme, Niki Caro, disse que viajou a China diversas vezes e se esforçou para cumprir essa meta do estúdio, mas será que conseguiram? Logo de cara podemos ver que o esforço da Disney foi bem pequeno e nada diversificado quando saiu a lista das pessoas responsáveis pelo filme, spoiler alert: quase 100% formado de pessoas brancas.
Disney hired: • A white director • A white costume designer • Four white screenwriters • A white composer • A white cinematographer • A white film editor • A white casting director
All to “authentically” tell the story of legendary Chinese warrior Hua Mulan. https://t.co/mRo1lsBJkF
“A Disney contratou: Uma diretora branca, uma figurinista branca, 4 roteiristas brancos, um compositor branco, uma cinematógrafa branca, um editor branco e uma pessoa branca responsável pela escalação do elenco. Para contar de forma *autentica* a historia da guerreira chinesa Mulan.”
Não importa o quanto uma pessoa branca faça pesquisas sobre a Ásia, ela nunca vai entender plenamente o que significa ser amarelo, ela nunca vai entender o que significa fazer parte dessa cultura e isso fica claro na forma como a China foi representada no filme. Veja a seguir uma pequenas lista com alguns pontos que mais chamaram atenção trazidos por mim, pela escritora e historiadora Xiran Jay Zhao e youtuber chinesa AvenueX:
Hunos X Rouran
Dando crédito a um dos únicos pontos positivos dessa nova versão: O vilão. Na animação de 1998, os vilões do filme eram os Hunos e para quem não sabe a lenda chinesa da Mulan é baseado em fatos que realmente aconteceram na China e a escolha dos hunos não fazia muito sentido já que foram os rourans que invadiram o lugar estimado no qual a lenda se passa. Além do líder rouran, temos também a figura da bruxa, que apesar da palavra em si não ser o certo para se referir a alguém com poderes na cultura chinesa, é na verdade uma coisa fácil de aparecer em obras literárias antigas da China, elementos fantasiosos e místicos são comuns na cultura asiática no geral.
Estética X Realidade
Todo mundo sabe que os filmes tem filtros pra deixar tudo esteticamente agradável de acordo com o diretor (Joss Whedon que o diga), mas quando se trata de adaptações históricas é normal esperar que algumas coisas básicas sejam respeitadas. Logo no início vemos como a representação da China foi feita cheia de cores vibrantes, com construções que não condiziam com a realidade daquela região para a época, como se fosse normal uma pessoa branca simplesmente mudar as coisas sobre a cultura chinesa porque ela quer deixar tudo mais bonito e exótico. E mesmo o que era realmente parecido com as tradições chinesas foi alterado como se quisessem mostrar a cultura da China de forma estranha e exagerada, como é o caso da maquiagem da Mulan, na cena da casamenteira, que na verdade deveria ser algo assim (bem mais sútil e bonito né?):
Todo mundo sabe que um filme vai ser, de certa forma, fantasioso em relação a realidade que o diretor quer mostrar, mas mesmo fazendo algo idealizado tem um certo limite que não deve ser ultrapassado se o diretor tem intenção de transmitir certa veracidade sobre a obra. Por exemplo, não se espera que alguém vá colocar roupas do século XX em filmes que retratem o século XIX, não se espera que coloquem elementos de Londres, se o filme está falando sobre a França. Em Mulan, Niki Caro parece simplesmente ter escolhido elementos que a agradaram, como se a cultura chinesa pertencesse a outro mundo e fosse completamente aceitável ela apresentar o que quisesse sem nenhum compromisso com a realidade daquele povo ou daquela época.
Além do que já foi apresentado, há diversas coisa bem pequenas que, se tivesse uma pessoa chinesa numa posição importante o suficiente, poderiam ser facilmente resolvidas, mas todas essas pequenas coisas vão se somando e acaba virando uma bola de neve, principalmente pra quem é da China. Se você é totalmente alheio a cultura chinesa, esse filme é esteticamente bonito e pode até te agradar, mas caso você saiba minimamente sobre a cultura chinesa, ver elementos erroneamente representados numa produção tão grande como essa irrita e chega a ser lamentável.
Caso você entenda inglês, pode assistir aos dois videos abaixo onde Xiran Jay Zhao e AvenueX explicam com mais detalhes sobre os aspectos culturalmente errados ou desrespeitosos sobre a China presentes em Mulan. Xiran Jay Zhao, criou um canal no youtube especificamente para falar sobre a Live-Action.
A 200 dias dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, o Comitê Olímpico do Brasil (COB)anunciou uma coleção de mangás em homenagem aos atletas olímpicos, sendo eles: Alison dos Santos (atletismo), Arthur Nory (ginástica), Bia Ferreira (boxe), Erlon de Souza (canoagem) e da dupla Martine e Kahena (vela) serão protagonistas de cinco histórias que contam suas trajetórias no esporte.
“Nossa ideia é começar esse ano olímpico esquentando o clima junto aos nossos fãs e aproveitamos para fazer uma homenagem à cultura japonesa”, diz Manoela Penna, diretora de Comunicação e Marketing.
Cada atleta terá um mangá com oito episódios, divulgados mensalmente pelo instagram do Time Brasil. A partir de hoje (5), um dia da semana será destinado por atleta, de forma que os torcedores possam ler o primeiro episódio de todos os protagonistas em uma única semana.
O destaque da coleção fica por conta do episódio final que retrata os Jogos Olímpicos. Essa história será ilustrada após a participação de cada um destes atletas nas competições. Ao final da mangá, cada atleta receberá sua história impressa.
Desenvolvidos pela agência Octagon Brasil, os títulos foram assinados pelos artistas: Jun Sugiyama, Alexandre Carvalho, Eduardo Capelo, Max Andrade e Kaji Pato.
Jun Sugiyama (roteiro)
Sua primeira publicação foi em 2014, na coletânea Gibi Quântico. Desde então, escreve a série JaPow! com arte de Eduardo Capelo, um mangá de ação que acontece no bairro da Liberdade. Em 2018 lançou Romaria, em parceria com Alexandre Carvalho, uma aventura fantástica no sertão. A obra recebeu o prêmio Bronze no 12th Japan International MANGA Award, prêmio dado pelo ministério de relações exteriores do governo japonês.
Em 2020, lançou a HQ Tabi dos Fusos Estelares e lançará Choose Your Character no início de 2021.
Suas maiores referências são Hayao Miyazaki (Nausicaa, Mononoke Hime), Eiichiro Oda (One Piece) e Neil Gaiman (Sandman).
Alexandre Carvalho (Martine e Kahena)
Vencedor da categoria Bronze no 12th Japan International MANGA Award pela HQ Romaria, com o roteiro de Jun Sugiyama.
Ilustrou também a série Receituário, a HQ Tabi dos Fusos Estelares além de trabalhos para editora Estrela Cultural e colaborou nas ilustrações do clipe Carta ao Futuro da banda Detonautas Roque Clube.
Tem como inspiração para seu trabalho obras mangás como Nausicaa, do Vale do Vento de Hayao Miyazaki, Preto & Branco de Taiyo Matsumoto, e Children of The Sea de Daisuke Igarashi.”
Eduardo Capelo (Nory)
Ilustrador, quadrinista e character designer. Formado em Desenho industrial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, seu primeiro trabalho de quadrinhos publicado foi “Kimera – A Última Cidade”.
Desenha a série “JaPow!”, que se passa no bairro da Liberdade em São Paulo, e a HQ-jogo “Choose Your Character”, na qual o leitor decide o caminho do personagem. Os dois trabalhos com roteiro de Jun Sugiyama.
Suas maiores inspirações no mundo dos quadrinhos são Yusuke Murata (One Punch-Man, Eyeshield 21), Yoshihiro Togashi (Yu Yu Hakusho, Hunter x Hunter) e Kouhei Horikoshi (My Hero Academia).
Max Andrade (Alison, Erlon)
Autor de quadrinhos desde 2008, Max já participou de mais de 20 publicações no Brasil e Japão. Ganhou o concurso nacional de mangá “Seja o Novo!” da revista Ação Magazine com a obra “PRÉ – O Drama da Escolinha”; o HQMix de Melhor Publicação Independente Edição Única em 2017 com “The HYPE” e diversos prêmios no concurso internacional de mangás Silent Manga Audition. É autor de diversos one-shots, como “Múltipla Escolha”, “Erro de Cálculo” (os dois em parceria com Marcel Ibaldo), “Lend a Hand”, “Our Relation”, “You First” e muitos outros.
Em 2018, encerrou a série “Tools Challenge” em 6 volumes, consolidando a série como a segunda maior da história do mangá no Brasil em número de páginas, logo atrás de “Holy Avenger” e uma das maiores séries de um único autor da história do quadrinho nacional. E em 2019 lançou a coletânea de encerramento da série, intitulada “Sayonara Bye Bye”, que concorreu ao prêmio HQMix.
Em 2020, lançou a série Juquinha Comics, publicada inicialmente no Instagram. A versão impressa foi financiada pelo Catarse para ser publicada em 2021. Também produziu uma HQ em parceria com o trapper Matuê, intitulada Máquina do Tempo.
Suas maiores inspirações nos quadrinhos são autores Yoshihiro Togashi (Yu Yu Hakusho, Hunter x Hunter), Masanori Morita (Rokudenashi Blues, Rookies), Takehiko Inoue (Slam Dunk, Vagabond) e Akira Toriyama (Dragon Ball).
Kaji Pato é o nome artístico de Carlos Antunes Siqueira Júnior. Desenhista desde sempre, começou sua carreira profissional ao participar do concurso brasileiro de mangá BMA (Brazil Manga Awards) pela editora JBC e ser um dos cinco vencedores publicados em tiragem nacional com sua obra intitulada “QUACK”. A partir de então, publicou a série homônima na Editora Draco, com 5 volumes lançados mais um extra, “Quack – Patadas Voadoras”, que recebeu o prêmio HQMix, o maior dos quadrinhos brasileiros.
Ao longo da carreira, recebeu diversos prêmios no concurso japonês de mangás Silent Manga Audition. Em 2020, participou da HQ Noite de Spoiler, lançada pela editora Guará e financiada pelo Catarse.
Suas maiores inspirações são Yoshihiro Togashi (Yu Yu Hakusho, Hunter x Hunter) e Akira Toriyama (Dragon Ball).
Com quase doze anos, mais de 100 milhões de cópias vendidas, uma legião gigante de fãs ao redor do mundo e estando no Top 10 dos melhores mangás no Japão, está chegando a hora da despedida. Attack on Titan lançará seu último capítulo no dia 9 de abril, de acordo com a Kodansha.
Além disso, foi revelado que o 34º e último volume da série será lançado no dia 9 de junho no Japão. O anúncio aconteceu no vídeo promocional do 33º volume, confira:
Através do Twitter a Kodansha transmitiu as palavras de Hajime Isayama, autor de Attack on Titan, sobre o encerramento da obra:
“Eu tenho dito há oito anos que (o mangá) irá acabar em três anos, e parece que eu finalmente vou ser capaz de terminá-lo.
Já faz muito tempo, mas eu espero que vocês fiquem comigo até o fim.
Eu nunca fui pressionado pelo departamento editorial, mas mesmo assim eu tinha pressa de acabar. Desculpe, finalmente chegou ao fim.
Eu farei o meu melhor no último capítulo, para que vocês fiquem felizes por terem lido até agora.”
“It's been a very long time coming, but I hope you can stay with me until the end.
I was never stretched by the editorial department, but rather, I was constantly rushed to finish. Sorry, it's finally come to the end.” (2/3)
O capítulo final será lançado na edição de maio da Bessatsu Shonen Magazine, portanto a obra ainda possui quatro capítulos para serem lançados.
Attack on Titan estreou em 2009 e possui 135 capítulos lançados até o momento. No Brasil o mangá é comercializado pela Panini e possui 31 volumes impressos. A obra ganhou adaptação para anime em 2013, que possui 3 temporadas completas e atualmente está lançando a 4ª temporada aos domingos. Todos os episódios podem ser assistidos pela Crunchyroll.
Apesar de já ter assistido diversas vezes e amar a animação da Mulan (1998) feita pela Disney, há muitas coisas cultural e historicamente erradas no filme. Vários detalhes (alguns não tão pequenos assim) ficam evidentes para os chineses e isso claramente influenciou a aprovação do público chinês para com o filme.
Quando se trata de uma cultura que você não tem nenhum contato é fácil relevar e se divertir com um filme, até porque você pode fazer isso não propositalmente por não ter conhecimentos o suficiente para saber o que está errado ou não, agora se um filme retratasse o Brasil de uma forma estranha acredito que seria difícil pra gente ignorar. Então, sem mais delongas, veja abaixo alguns aspetos culturalmente errados com a animação de Mulan.
Muralha da China
Se um branco vai falar sobre a China é claro que tem que aparecer a Grande Muralha, só tem um pequeno detalhe: a arquitetura usada como referencia pelos desenhistas foi a Grande Muralha moderna, que foi construída a cerca de 500 anos atrás, mas a história de Mulan se passa antes, entre o período de 386 d.C a 534 d.C.
Huns
Os vilões do filme também não estão de acordo com a história da China. Os Huns eram de um período anterior a Mulan, coisa que foi consertada na live-action de 2020 que trouxe os Rourans.
Pergaminhos
Na época de Mulan, o papel ainda não havia sido inventado, então na China era usado pergaminho de bambu e os caracteres chineses eram escritos na vertical e não na horizontal como é mostrado no filme.
Altares
Apesar de ficar visualmente bonito as grandes pedras de mármore no chão, nos antigos templos chineses os altares ficavam em prateleiras de madeira e eram bem menores comparados com o que vemos no filme.
Casamenteira
Toda a cena da casamenteira na verdade não faz muito sentido para o público chinês. As casamenteiras eram mais ou menos como assistentes sociais, que iam visitar as candidatas nas suas casas junto com as famílias das moças, sem toda aquela apresentação pomposa passeando pela cidade e se arrumando em diferentes lugares.
Palitinhos
Os palitinhos ou Kuàizi (ou Hashi no Japão) usados para comer tem algumas regrinhas que todos os asiáticos conhecem muito bem e uma delas, muitíssimo importante, é não espetar os palitinhos na comida. A forma como ficam posicionados lembra os incensos usados em velórios e ao colocar desse jeito, de acordo a tradução chinesa, é como se você estivesse amaldiçoando a pessoa na sua frente a morte.
Corte de cabelo
Apesar da cena ser bastante dramática e impactante na história, naquela época os homens na China também tinham cabelos grandes então não era necessário cortar o cabelo para se passar por homem, aspecto também consertado na live-action.
Carta para o imperador
A carta que Mushu e o grilo escrevem em chinês na verdade é um cardápio. Agora imagina se num filme sobre o Brasil, colocassem uma receita de miojo num email importante, algum brasileiro iria levar o filme a sério?
A analise citada nessa matéria foi feita pela escritora e historiadora chinesa Xiran Jay Zhao, caso você entenda inglês, pode ler na integra a thread abaixo com todos os pontos analisados por ela ou assista ao vídeo.
ALL RIGHT BY POPULAR DEMAND HERE WE GO: Everything culturally right and wrong with Mulan 1998, the thread –
(Disclaimer: This movie never marketed itself on authenticity, so I'll only be nitpicking for educational purposes) pic.twitter.com/Aa7XJSmbPD
— XIRAN (Semi-Hiatus, Writing Book) (@XiranJayZhao) October 9, 2020
“TUDO BEM DEPOIS DE TANTOS PEDIDOS AQUI VAMOS NÓS: Tudo culturalmente certo e errado com Mulan 1998, a thread – (Aviso de isenção de responsabilidade: este filme nunca se divulgou quanto à autenticidade em relação a cultura chinesa, então vou ser minucioso apenas para fins educacionais)”
Além de analisar a animação, ela criou um canal no youtube especificamente para falar os aspectos culturalmente errados do novo live-action de Mulan (2020), assista também.
O live-action de Mulan já está disponível na Disney Plus.
Faltando 200 dias (novamente) para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020, o Comitê Olímpico do Brasil anunciou duas novidades: o lançamento oficial do Canal Olímpico e a publicação dos mangás do Time Brasil.
O mangá contará a história de seis atletas já classificados para os próximos Jogos, desde o início de suas carreiras até o fim da participação deles em Tóquio. Alison dos Santos (atletismo),Arthur Nory(ginástica), Bia Ferreira (boxe), Erlon de Souza (canoagem) e da dupla Martine e Kahena (vela) serão os representados e cada um terá um mangá com oito episódios, divulgados mensalmente pelo Instagram do Time Brasil (veja abaixo).
“Nossa ideia é começar esse ano olímpico esquentando o clima junto aos nossos fãs e aproveitamos para fazer uma homenagem à cultura japonesa”, analisou Manoela Penna, diretora de Comunicação e Marketing do COB.
A arte foi desenvolvida pela agência Octagon Brasil, assinadas por artistas que cresceram influenciados por mangás e animes japoneses. Assim que possível traremos mais informações.
Já se perguntou quais mangás os japoneses mais gostam? A TV Asahi divulgou uma lista dos 100 melhores mangás no Japão e na liderança está One Piece, seguido de Demon Slayer e Slam Dunk.
A TV Asahi pediu para 150 mil pessoas criarem seus próprios rankings de 100 mangás que achavam ser os melhores. Nestes rankings, os mangás recebiam determinada quantidade de pontos de acordo com a sua posição na lista. Então a pontuação de cada mangá foi individualmente somada, determinando sua posição na lista oficial.
One Piece, de Eiichiro Oda — 33.600 pontos;
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba, de Koyoharo Gotouge — 29.100 pontos;
Slam Dunk, de Takehiko Inoue — 26.700 pontos;
Detective Conan (Meitantei Conan), de Gosho Aoyama — 25.400 pontos;
Dragon Ball, de Akira Toriyama — 22.400 pontos;
Attack on Titan (Shingeki no Kyojin), de Hajime Isayama — 21.900 pontos;
Naruto, de Masashi Kishimoto — 19.800 pontos;
Haikyu!!, de Haruichi Furudate — 18.700 pontos;
Fullmetal Alchemist, de Hiromu Arakawa — 18.500 pontos;
Jojo’s Bizarre Adventure, de Hirohiko Araki — 17.100 pontos;
Hunter x Hunter, de Yoshihiro Togashi — 16.200 pontos;
Gintama, de Hideaki Sorachi — 16.100 pontos;
Kingdom, de Yasuhisa Hara — 15.200 pontos;
World Trigger, de Daisuke Ashihara — 11.700 pontos;
Doraemon, de F Fujio Fujiko — 11.300 pontos;
My Hero Academia, de Kohei Horikoshi — 10.900 pontos;
Yu Yu Hakusho, de Yoshihiro Togashi — 8.600 pontos;
Black Jack, de Osamu Tezuka — 8.200 pontos;
Jujutsu Kaisen, de Gege Akutami — 8.000 pontos;
Natsume Yuujinchou, de Yuki Midorikawa — 7.400 pontos;
Glass no Kamen, de Suzue Miuchi— 7.100 pontos;
Hokuto no Ken, de Buronson — 7.000 pontos;
Bleach, de Tite Kubo — 6.950 pontos;
Touch, de Mitsuru Adachi — 6.900 pontos;
Hi no Tori (Phoenix), de Osamu Tezuka — 6.700 pontos;
Banana Fish, de Akimi Yoshida — 5.800 pontos;
Versailles no Bara (Rosa de Versalhes), de Riyoko Ikeda — 5.600 pontos;
Inuyasha, de Rumiko Takahashi — 5.300 pontos;
Ashita no Joe, de Ikki Kajiwara e Tetsuya Chiba — 5.100 pontos;
Dragon Quest: Dai no Daibouken(Fly, o Pequeno Guerreiro), de Riku Sanjo e Koji Inada — 4.950 pontos;
Rurouni Kenshin, de Nobuhiro Watsuki — 4.900 pontos;
Maison Ikkoku, de Rumiko Takahashi — 4.600 pontos;
Gonjiki no Gash!! (Zatch Bell!!), de Makoto Raiku — 4.400 pontos;
Poe no Ichizoku (The Poe Clan), de Moto Hagio — 4.100 pontos;
Kochikame, de Osamu Akimoto — 4.080 pontos;
Golgo 13, de Takao Saito — 4.060 pontos;
Sazae-san, Machiko Hasegawa — 4.040 pontos;
Kyojin no Hoshi(Star of the Giants), de Ikki Kajiwara e Noboru Kawasaki — 4.020 pontos;
Astro Boy, de Osamu Tezuka — 4.000 pontos;
Golden Kamuy, de Satoru Noda — 3.950 pontos;
Tokyo Ghoul, de Sui Ishida — 3.900 pontos;
Dokaben, de Shinji Misushima — 3.850 pontos;
Go-toubun no Hanayome(AsQuíntuplas), de Negi Haruba — 3.800 pontos;
Ace wo Nerae!, de Sumika Yamamoto — 3.600 pontos;
Doubutsu no Oisha-san, de Noriko Sazaki — 3.450 pontos;
The Promised Neverland, de Kaiu Shirai — 3.400 pontos;
Haijme no Ippo, de Jyoji Morikawa — 3.100 pontos;
Ushio to Tora, de Kazuhiro Fujita — 3.000 pontos;
Master Keaton, de Hokusei Katsushika, Takashi Nagasaki e Naoki Urasawa — 2.900 pontos;
Kaguya-sama: Love is War, de Aka Akasaka — 2.850 pontos;
Assassination Classroom, de Yuusei Matsui — 2.800 pontos;
Kuroko no Basket, de Tadatoshi Fujimaki — 2.750 pontos;
Kuroshitsuji (Black Butler), de Yana Toboso — 2.700 pontos
Tenis no Ouji-sama(The Prince of Tennis), de Takeshi Konomi — 2.650 pontos;
Haikara-san ga Tooru, de Waki Yamato — 2.600 pontos;
Candy Candy, de Kyoko Mizuki e Yumiko Igarashi — 2.300 pontos;
City Hunter, de Tsukasa Hojo — 2.290 pontos;
Chainsaw Man, de Tatsuki Fujimoto — 2.260 pontos;
Nodame Cantabile, de Tomoko Ninomiya — 2.230 pontos;
Parasyte, de Hitoshi Iwaaki — 2.200 pontos;
UruseiYatsura, de Rumiko Takahashi — 2.000 pontos;
Card Captor Sakura, de CLAMP — 1.900 pontos;
Kinnikuman(Muscleman), de Yudetamago — 1.850 pontos;
Bungo Stray Dogs, de Kafka Asagiri e Harukawa Sango — 1.800 pontos;
Fairy Tail, de Hiro Mashima — 1.790 pontos;
Tokimeki Tonight, de Koi Ikeno — 1.760 pontos;
Katekyo Hitman REBORN!, de Akira Amano — 1.730 pontos;
Hoshin Engi, de Ryu Fujisaki — 1.700 pontos;
Cyborg 009, de Shotaro Ishinomori — 1.550 pontos;
Hana Yori Dango(Boys Over Flowers), de Youko Kamio — 1.500 pontos;
Tetsujin 28-go, de Mitsuteru Yokoyama — 1.300 pontos;
H2, de Mitsuru Adachi — 1.250 pontos;
Galaxy Express 999, de Leiji Matsumoto — 1.200 pontos;
Devilman, de Go Nagai — 1.160 pontos;
Magi: The Labyrinth of Magic, de Shinobu Ohtaka — 1.130 pontos;
Oishinbo, de Tetsu Kariya e Akira Hanasaki — 1.100 pontos;
Hikaru no Go, de Yumi Hotta e Takeshi Obata — 950 pontos;
MAJOR, de Takuya Mitsuda — 930 pontos;
Fire Force, de Atsushi Okubo — 920 pontos;
Toilet-Bound Hanako-kun, de Iro Aida — 900 pontos;
Karakuri Circus, de Kazuhiro Fujita — 890 pontos;
Fruits Basket, de Natsuki Takaya — 860 pontos;
Kaze no Daichi, de Eiji Kazama e Nobuhiro Sakata — 830 pontos;
Yukan Club, de Yukari Ichijo — 800 pontos;
ARIA, de Kozue Amano — 780 pontos;
Berserk, de Kentaro Miura — 760 pontos;
Macaroni Horenso, de Tsubame Kamogawa — 740 pontos;
Ribon no Kishi (A Princesa e o Cavaleiro), de Osamu Tezuka — 720 pontos;
Kanojo, Okarishimasu, de Reiji Miyajima — 700 pontos;
D.Gray-man, de Katsura Hoshino — 690 pontos;
SKET DANCE, de Kenta Shinohara — 660 pontos;
Captain Tsubasa, de Yoichi Takahashi — 630 pontos;
Tenshi Nanka Ja Nai, de Ai Yazawa — 600 pontos;
Sangatsu no Lion, de Chica Umino — 580 pontos;
Dr. STONE, de Riichiro Inagaki — 560 pontos;
Mais uma vez Demon Slayer provou sua popularidade, ficando à frente de clássicos como Dragon Ball e Naruto. E você, achou que as colocações foram justas? Conta aqui pra gente.
Com uma trama recheada de espadachins e demônios, Orient, último mangá de Shinobu Ohtaka vai ganhar adaptação para anime. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (04) pela Kodansha e pela conta oficial do mangá no Twitter.
Confira o teaser do anúncio:
Aos 10 anos, os melhores amigos Musashi e Kojiro escutam empolgados o pai de Kojiro contar histórias de demônios que atacavam inocentes, e dos guerreiros que os derrotaram. Praticando a arte da espada, os dois juram se tornar os mais fortes do mundo. Mas conforme eles crescem Kojiro se torna cínico, e Musashi percebe que sozinho não pode acabar com 150 anos de domínio demoníaco.
A data de estreia, o estúdio e outras informações do anime ainda não foram divulgadas.
Orient foi lançado por Ohtaka em 2018 na Weekly Shonen Magazine e possui 11 volumes impressos até o momento. A Kodansha também anunciou que após o 113º capítulo ser lançado nesta quarta-feira, o mangá passará a ser publicado pela Bessatsu Shonen Magazine.
Ohtaka também é a autora de Magi: The Labyrinth of Magic, que estreou em 2009 pela Weekly Shonen Sunday. A obra encerrou em 2017 com 37 volumes lançados que foram comercializados no Brasil pela JBC. Em 2012 Magi ganhou uma adaptação para anime com 25 episódios, e em 2013 a continuação Magi: The Kingdom of Magic também com 25 episódios. As duas temporadas de Magi podem ser assistidas pela Netflix.