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SiM | Suco Entrevista

SiM
Imagem Divulgação

A banda SiM, estreou no ano de 2004, tendo passado por gravadoras como Sony, Universal Music do Japão e Pony Canyon, com quem assinaram recentemente. Seu estilo ficou conhecido por trazer uma interessante mistura entre reggae e punk.

O último trabalho lançado foi The Rumbling, o tema de abertura da Parte 2 da última temporada de Attack on Titan, onde especificamente nas questões abordadas sobre a música, pedimos ajuda para nossa parceira de longa data, Gabi Xavier. Por sinal, dê uma passada lá no canal dela e confira o vídeo de análise que está muito bacana!

Se quiser saber mais sobre o grupo e sua última composição, confira a entrevista na íntegra!

A Banda

Indiquem uma de suas músicas para pessoas que estão vindo a conhecer vocês agora.

MAH: Eu acho que Sand Castle, você não?

SHOW-HATE: Acredito que Smike In the Sky é a canção certa para as pessoas conhecerem o SiM.

SIN: Eu escolho KiLiNG ME porque é uma música popular.

GODRi: Quero que as pessoas escutem Devil in Your Heart primeiro, porque tornará mais fácil de ouvir as outras.

Existe uma música que cada integrante considera mais marcante dentro da discografia da banda?

MAH: FATHERS. Foi a primeira música que escrevi para outras pessoas.

SHOW-HATE: A música é chamada Vitamin. Nós falamos sobre “Qual o tipo de cenário que nós vemos?”. Foi a primeira música que criamos dessa maneira. Essa canção foi um ponto de virada no nosso estilo de escrita. Passamos ao olhar mais para a letra e nos ternamos conscientes das imagens que estávamos criando. Esse processo criou vida na criação de The Rumbling e estou feliz por termos feito dessa forma. A música em que tudo isso teve início foi Vitamin.

SIN: A música Amy causou uma impressão forte em mim porque foi a primeira a incorporar dubstep.

GODRi: Eu diria Murderer. Logo que me juntei ao SiM, eu era um membro suporte e essa foi a primeira música que tocamos juntos em estúdio. Eu me senti confortável com o jeito que tocamos em conjunto e eu acredito que os outros integrantes também se sentiram assim. Por isso, tenho fortes sentimentos em relação a essa música.

MAH, você considera que a SiM passou por grandes mudanças de 2004 até este momento? Se sim, poderia falar sobre?

MAH: Se você puder imaginar os 17 anos desde que formamos a banda quando eu estava no ensino médio, me casei e tive filhos, você pode ver como as coisas mudaram.

Os Integrantes

Em que momento da vida vocês sentiram que queriam trabalhar com música e como chegaram gênero tocado hoje pela SiM?

MAH: Inicialmente, quando eu tinha cerca de cinco anos de idade, eu queria ser como o Eric Clapton, mas depois, com uns 12 ou 13 anos, eu passei a ouvir Hi-STANDART e fui muito influenciado pelo punk. A música que eu mais ouvia era RANCID, a qual me influenciou em relação ao reggae e ska. Eu comecei a frequentar casas de música ao vivo quando tinha 15 anos. Tendo em vista que minha cidade natal, onde SHOW-HATE e SIN cresceram, era uma meca do surfe, reggae era bastante familiar para mim. Havia muitas bandas de reggae por lá. Então, naturalmente, começamos a incorporar reggae em nossa música.

SHOW-HATE: Eu não segui, mas comecei a estudar piano quando estava no ensino fundamental, depois comecei a tocar guitarra já no ensino médio. Originalmente, eu só ouvia J-Pop, mas nos últimos anos da escola um amigo me recomendou SLIPKNOT e eu fiquei chocado. Eu comecei a escutar esse estilo a partir daí. Para ser honesto, eu não havia escutado reggae antes de entrar no SiM e eu achei difícil da primeira vez que tive contato, mas uma vez que peguei o groove, comecei a me sentir confortável. O mesmo vale par ao punk que se estruturou amplamente para mim quando me juntei à banda.

SIN: Eu comecei a tocar guitarra quando estava no ensino médio por causa do Hi-STANDARD e depois comecei a tocar baixo. Na mesma época, eu comecei a ouvir Rage Against The Machine e Red Hot Chilli Peppers, também tive influência de Korn e Limp BIZKIT.

GODRi: Eu me apaixonei por músicas folk quando estava no ensino fundamental e pegava emprestado o violão do meu pai para praticar. Quando estava no ensino médio, formei uma banda com meus amigos e nos perguntamos quem tocaria qual parte. E eu só entrei nessa, pensei: vou tentar tocar bateria.  Comecei a tocar bateria e copiei muitas músicas de J-Pop que eram populares naquela época. O primeiro estilo que me apaixonei foi punk melódico (esse gênero provavelmente só é entendido por pessoas do Japão). Eu peguei emprestado um álbum do Bob Marley de um dos meus seniores que estava na banda e ele me disse: “Se você gosta de punk, tente ouvir reggae.” E foi assim que comecei a gostar de rock com elementos de reggae, como Insolence. Depois disso, eu pensei que gostaria de poder tocar em uma banda como aquela o tempo todo. Posteriormente, acabei assistindo ao SiM performando em uma casa de shows. Naquela época, suas músicas eram mais carregadas de elementos de reggae do que agora, o que ia ao encontro do que eu queria tocar. Depois, eu fiz contato com os integrantes da banda e realmente me juntei a eles.

Se vocês não fossem musicistas, com o que trabalhariam?

MAH: Eu seria um lutador profissional. Eu amava tanto luta profissional que eu realmente queria trabalhar com isso quando estava no ensino médio.

SHOW-HATE: Eu sou um chef. Eu estava, inicialmente, dividido entre o caminho da música e da cozinha.

SIN: Eu gosto de roupas, então eu imagino que estaria na indústria de roupas.

GODRi: Quando eu penso sobre o que eu gostaria de fazer além da música agora, eu gostaria de ser um ator ou dublador. Quando assisto filmes e animes eu penso que é realmente legal atuar em algo. Quando assisti Attack on Titan eu achei que os dubladores fizeram um trabalho maravilhoso. É tão legal que eles consigam atuar tão bem somente com suas vozes. Acho muito legal.

Quais seus hobbies atualmente?

MAH: Apex Legends. É um jogo.

SHOW-HATE: Eu só jogo Apex também.

SIN: Eu estou com COVID, então eu tenho ficado em casa. Recentemente comprei um quebra-cabeça de 1000 peças e um do Attack on Titan saiu recentemente, então estou trabalhando nisso.

GODRi: Karaokê. Eu gosto de cantar. Eu não tenho mais saído com todos, mas quando a pandemia melhorar, eu gostaria de sair muito novamente.

Vocês podem nos contar sobre a escolha dos nomes artísticos de vocês?

MAH: É um apelido japonês muito tradicional, imagino que seja como chamar um Matthew de Matt em outros países. Algo do tipo.

SHOW-HATE: Eu estive em uma banda com MAH, antes do SiM, e nós estávamos conversando e dizendo SHOW-HATE (ao invés de Shouhei, que é o nome original). Quando fizemos nosso website, temporariamente usamos esse nome. Então, quando foi ao ar, eu pensei “Oh, eu sou SHOW-HATE”, e foi daí que veio o nome. Uma vez um estrangeiro me perguntou “SHOW-HATE? Ahahahaha!” Fico feliz que tenham se lembrado.

SIN: As pessoas a minha volta me chamam de SHIN, então eu tirei o “H” já que SHIN é bastante comum e troquei para SIN.

GODRi: Eu participava de uma banda durante o ensino médio e havia um comediante japonês chamado Gori. O estilo de cabelo que eu usava na época era parecido com o dele. Então, meus amigos de banda disseram: Você tem o corte de cabelo como o do Gori. Desde então, passei a ser chamado de Gori. Quando me juntei ao SiM, mudei para GODRi porque eu gosto do GODZILLA e eu fui “forçado” a ler como Gori.

A Carreira

Como a pandemia impactou na rotina do grupo? Como tem sido o trabalho desde então?

MAH: Nós costumávamos apresentar mais de 100 shows por ano, então nós basicamente ficávamos juntos como grupo o tempo inteiro, mas nos últimos dois anos, os shows caíram para cerca de 1/3. Então sinto que nós conversamos mais quando nos reunimos porque temos menos oportunidade de ver uns aos outros. Acho que a atmosfera melhorou muito. Não foi de todo o mal, eu acho. Ainda assim, eu quero fazer muitas performances ao vivo.

Existe uma memória especial de algo que ocorreu durante um show?

MAH: …….. Eu quebrei meu dente no microfone.

Também teve um incidente com SHOW-HATE. Ele estava segurando a  guitarra e girou, a ponta da guitarra ficou presa na cabeça  do nosso agente, fazendo ele sangrar bastante.

Há planos para turnês no futuro?

MAH: Com certeza, eu gostaria de ir a vários países performar ao vivo.

Quais as expectativas para essa nova fase dentro de uma nova gravadora? Houve um motivo em especial para essa mudança?

MAH: Eu acredito que foi graças à Pony Canyon que nós pudemos nos envolver com um trabalho grande como Attack on Titan. Juntos, podemos fazer além do que o que é viável estando sozinhos, que é criar música e fazer shows da melhor forma possível. Então, espero que nós possamos ganhar algo ainda maior unidos.

The Rumbling

Como o processo para compor uma música de abertura começa? Vocês receberam alguma orientação quanto ao tema do estúdio ou de Isayama?

MAH: Primeiramente, eu sou fã do mangá Attack on Titan e Show-Hate que é fã do anime, fez uma demo com cerca de quatro músicas. A produção do anime escutou e deu opiniões como “Eu quero que seja mais devastador” ou “Eu quero que essa parte fique”. Antes de compor a música, perguntamos primeiro ao diretor que tipo de sensação ele queria. Então, eu adicionei as letras com base nas minhas impressões do mangá e perguntei se estava boa. Então, consultei os diretores em relação a letra e outros aspectos da história.

A letra de The Rumbling parece ser contada de uma perspectiva. É possível dizer que seria o ponto de vista de Eren?

MAH: Não é só o ponto de vista de Eren.

Quando eu olho os comentários que as pessoas escrevem, eu acho que há dois mal-entendidos: um é que a música foi escrita inteiramente sob o ponto de vista de uma pessoa. O outro, é que a música relata um certo momento, ou seja, uma data e horário específico. Por exemplo, a primeira linha poderia ser escrita do ponto de vista de qualquer um e a próxima linha, por outra pessoa. Em termos de tempo, a letra pode ser pensada como palavras que foram sendo adicionadas pouco a pouco ao longo dos anos. Eu acredito que a forma mais adequada de pensar a letra dessa música é justamente que ela foi escrita gradualmente desde o início da história. É o que eu acho.

Algum dos membros da banda acompanhava Shingeki (Attack on Titan) antes do pedido pela abertura?

MAH: Eu tinha lido o mangá.

SHOW-HATE: Eu primeiro assisti o anime e depois li o mangá.

SIN: Eu assisti o anime e li o mangá também.

GODRi: É claro que eu sabia do trabalho, mas eu não havia lido o mangá ou assistido o nome no início. Porém, quando recebemos o projeto dessa música, eu assisti o anime pela primeira vez e fiquei chocado porque era insanamente bom. “Por que eu não assisti isso antes?”. Fiquei muito impressionado. Depois disso, li o mangá até o fim e acredito que se tornou meu trabalho favorito de todos os tempos.

SiM e o Brasil

Deixem um recado para seus fãs brasileiros!

MAH: Eu tenho recebido comentários de pessoas do Brasil, dizendo que eles gostam da banda a muito tempo. Quando nós lançamos EXiSTENCE, uma música do Rage of Bahamut, alguém me mandou uma mensagem dizendo que tatuou a letra! Eu espero que ele esteja ouvindo The Rumbling. Lol. Eu gostaria de fazer um show algum dia.

SHOW-HATE: Pessoas do Brasil têm me pedido para fazer um show a bastante tempo também. Nunca fui para o Brasil antes, mas agora que lançamos The Rumbling e muitas pessoas estão escutando, sinto que minha voz está se espalhando cada vez mais. Então eu espero ir o quanto antes, apesar da situação com o COVID. Então, por favor, esperem por esse momento.

SIN: Eu nunca estive no Brasil, gostaria de ir até aí e performar ao vivo.

GODRi: Pessoalmente, eu sinto que os brasileiros têm sensibilidade ao ritmo. E como eu toco bateria, eu ficaria muito feliz se as pessoas puderem sentir algo com nossa performance. Eu também gostaria de continuar esculpindo nosso ritmo para que possa ser propriamente transmitindo para os brasileiros para que ressoe em seus corações.

Se ainda não conhece, confira a música The Rumbling:


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SiM | Suco Interview

SiM interview
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The band SiM debuted in 2004. In this period, they worked with different labels, such as Sony, Universal Music of Japan and currently Pony Canyon. Their style became known for the mix of punk and reggae. Their last released song was The Rumbling, open theme of Attack on Titan. If you’d like to know more about the group and their composition, check the interview in full!

Which of your songs would you indicate for people that are knowing your work at this moment?

MAH: I think “SAND CASTLE“, don’t you?

SHOW-HATE: I think “Smoke in the Sky” is the right song to get people to know SiM.

SIN: I want you to keep “KiLiNG ME” because it’s a popular song.

GODRi: I want people to listen to “Devil in Your Heart” first because it makes it easier for them to listen to our other songs.

Is there a song that each of you consider the most memorable in the discography of the band?

MAH: “FATHERS“. It was the first song I wrote for other people.

SHOW-HATE: The song is called “Vitamin“. We talked about “What kind of scenery do we see? This was the first song that we created in that way. This song became a turning point in our songwriting style. We started to look at the lyrics more, and to be more conscious of the pictures we were creating as images. This process came to life in the creation of “The Rumbling,” and I’m glad we did it that way. The song that started it all was “Vitamin”.

SIN: The song “Amy” made a strong impression on me because it was the first song to incorporate dubstep.

GODRi: I’d say “Murderer“. Before I first joined SiM, I was a support member at the time, and when we were going to play together as support, this was the first song we played together in the studio, and I felt comfortable with the way we played together, and I think the other members felt comfortable with it too, so I have strong feelings about this song.

MAH, do you consider that SiM went through big changes since 2004? If yes, comment on it.

MAH: If you can imagine the 17 years since we formed the band when I was in high school, getting married, and having children, you can see how much things have changed.

When have you decided to work with music and how did you choose the genre that you play now?

MAH: At first, when I was about 5 years old, I wanted to be like Eric Clapton, but then when I was 12 or 3 years old, I listened to Hi-STANDARD and was really influenced by punk, and the music I listened to the most was RANCID, which influenced me to listen to reggae and ska. I started going to live houses when I was about 15 years old, and since my hometown where SHOW-HATE and SIN grew up was a surfing mecca, reggae music was very familiar to me. There were a lot of reggae bands around us, so we naturally began to incorporate reggae into our music. The band was SiM. So it was natural for me to put reggae into punk music, because of my roots. At the time, there was the biggest reggae festival in Japan, and it was a genre that was really close to you, wasn’t it?

SHOW-HATE: I didn’t follow it at all, but I started taking piano lessons when I was in the second grade of elementary school, and then I started playing guitar when I was in the second grade of junior high school. Originally, I only listened to J-Pop, but when I entered high school, my friend recommended SLIPKNOT and I was shocked. I got into that genre from there. To be honest, I hadn’t listened to reggae before I joined SiM, and I thought it was difficult when I first came into contact with it, but once I got into the groove, I started to feel comfortable with it. The same goes for the punk genre, which was built up largely by joining SiM. Before that, I was only listening to heavier music.

SIN I started playing guitar when I was in the second year of junior high school because of Hi-STANDARD, and then I started playing bass in high school. At the same time, I started listening to Rage Against the Machine and RED HOT CHILLI PEPPERS, and I’m also influenced by Korn and Limp BIZKIT.

GODRi: I fell in love with folk songs when I was in the 6th grade of elementary school, and borrowed my father’s acoustic guitar to practice. When I was in the second year of junior high school, I formed a band with my friends and we asked, “Who will play what part? I just kind of went with it. I thought, “I’ll try playing the drums,” following the feeling I had at that time. I started to play drums, and copied a lot of J-Pop music that was popular at the time. The first band genre I fell in love with was ‘melodic punk’ (this genre may only be understood by Japanese people). I borrowed a Bob Marley album from one of my seniors who was in a band, who told me, “If you like punk, try listening to reggae,” and that’s when I started to like loud rock with reggae elements, like Insolence. After that, I thought, “I wish I could play in a band like this all the time. Later, I happened to see SiM live performance at a live house. At that time, SiM had more reggae elements than now, which matched the music I wanted to play at that time, so I thought, “I want to be in a band like this someday”. Later, I made a connection with the band members and actually joined the band.

If you weren’t musicians what would you work with?

MAH: I would be a professional wrestler. I love professional wrestling so much that I really wanted to be a professional wrestler when I was in junior high school.

SHOW-HATE: I’m a chef. I was originally torn between the paths of music and cooking.

SIN: I like clothes, so I guess I’m in the apparel industry.

GODRi: When I think about what I want to do outside of music now, I’d like to be an actor or voice actor. When I watch movies and anime, I think it’s really cool to act in something. When I watch “Attack on Titan”, I think that the voice actors are doing an amazing job. It’s so cool that they can act so well with just their voices. I think it’s really cool.

Do you have any hobbies nowadays?

MAH: Apex Legends. It’s a game.

SHOW-HATE: I only play Apex, too.

SIN: I also have COVID-19, so I tend to stay at home, so I recently bought a 1000 piece jigsaw puzzle, and the “Attack on Titan” one recently came out, so I’m working on that.

GODRi: Karaoke. I like to sing. I don’t get to go out with everyone anymore, but when COVID-19 settles down, I’d like to go out a lot again.

Can you tell us about your artistic names?

MAH: It’s a very orthodox Japanese nickname, so I guess it’s like calling Matthew “Matt” in other countries. Something like that.

SHOW-HATE: I was in a band with MAH before SiM, and we were just going around saying “SHOW-HATE” (instead of Shouhei, which is our original name), and when we made our website, we temporarily used that name. When the website was set up, I thought, “Oh, I’m SHOW-HATE,” and that’s how I came up with the name. Once I was asked by a foreigner, “SHOW-HATE? Ahahahaha!” I’m glad they remembered it.

SIN: People around me called me “SHIN,” so I took the “H” out of “SHIN” since it’s pretty common, and changed it to “SIN”.

GODRi: I was in a band when I was in high school, and there was a Japanese comedian named “Gori”, and the hairstyle I had at the time was similar to his hairstyle, so my friends in the band told me, “You have a hairstyle like Gori,” and I’ve been called “Gori” ever since. When I joined SiM, I changed my name from “GORI” to “GODRi” because I like GODZILLA, and I was forced to read it as “Gori”.

How did covid pandemic impact in the group routine? How have you been working since then?

MAH: We used to play more than 100 gigs a year, so we basically stayed together as a group all the time, but in the past two years, our gigs have been reduced to about 1/3 of that, so I feel like we have more conversations when we get together because we have fewer opportunities to see each other. I think the atmosphere has improved a lot. It’s not all bad, I think. But I still want to do a lot of live performances.

Is there any special memory about something that happened during a concert?

MAH: …… I broke my tooth on the microphone.

There was also an incident when SHOW-HATE was holding the guitar and spun around, and the sharp end of the guitar head got stuck in our manager’s head, causing him to bleed profusely.

Are you planning tours overseas for the future?

MAH: Of course, I’d like to go to various countries and perform live.

What are the expectations for this new phase with a different record company? Was there a specific motive for this change?

MAH: I think it’s thanks to Pony Canyon that we’ve been able to be involved with such a big work as “Attack on Titan”. We can only do what we can’t do on our own, which is to create music and perform live as hard as we can, so I’m hoping that we’ll be able to gain something even bigger than that together.

How does the process of a composition for an opening happen? Did you receive any orientation of the theme from the studio or Isayama?

MAH: First of all, I, a fan of the manga “Attack on Titan”, and SHOW-HATE, a fan of the anime ” Attack on Titan”, made a demo of about four songs, and then the anime production team listened to it and asked for opinions such as “I want it to be more devastating” or “I want this part to stay”. Before composing the song, I first asked the director, “What kind of feeling do you want?” etc. Then I added the lyrics based on my impressions of the manga, and asked, “Is it okay to include these words? I consulted with the directors about the lyrics and other aspects of the story.

The lyrics of The Rumbling seems to be told from one perspective. Is it possible to say that this would be Eren’s point of view?

MAH: It’s not just Eren’s point of view.

When I look at the comments that people write, I find that there are two kinds of misunderstandings: one is that the song is written from one person’s point of view all the way to the end, and the other is that the whole song is written at a certain moment, say, on a certain date and time. For example, the first line can be written from anyone’s point of view, and the next line can be written from another person’s point of view. In terms of time, the lyrics can be thought of as words that have been added little by little over the years. I think the most accurate way to think of it is that they are words that were gradually written from the start of the story. I think so.

Did one of the members of the band keep up with Shingeki (Attack on Titan) before the request for the song?

MAH: I had read the manga.

SHOW-HATE: I originally watched the anime and later read the manga.

SIN: I watched the anime and read the manga as well.

GODRi: Of course I knew about the work, but I hadn’t read the manga or the anime to begin with, but when I got the call about this theme song, I watched the anime for the first time and was struck by how “insanely good it is… why haven’t I seen it before…”. I was so impressed. After that, I read the manga until the end, and I think it became my favorite work of all time.

Leave a message for your Brazilian fans!

MAH: I’ve been getting comments from people in Brazil that they like SiM for a long time, so when we released “EXiSTENCE”, a song from “Rage of Bahamut”, someone sent me a message saying “I made a tattoo of the lyrics! I hope he’s listening to “The Rumbling”. lol I’d like to go to live sometime.

SHOW-HATE: People in Brazil have been asking me to come to Brazil for a long time, too! I’ve never been to Brazil before, but now that I’ve released “The Rumbling” and a lot of people are listening to it, I feel like my voice is spreading even more, so I’m hoping to go as soon as possible, despite the situation with COVID-19, so please look forward to it.

SIN: I’ve never been to Brazil, so I’d like to go there and perform live.

GODRi: Personally, I feel that people in Brazil have roots that are sensitive to rhythm, and since I play the drums, I would be very happy if people could feel something from our performance. I would also like to continue to carve out rhythms that can be properly conveyed to the Brazilian people and that will resonate in their hearts.

If you don’t know, check it out the music The Rumbling:


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Cyberpunk 2077 recebe nova atualização

Cyberpunk 2077
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O futuro se adapta, e dessa forma a CD PROJEKT RED anunciou uma nova atualização para a nova geração de Cyberpunk 2077. Então para você que tem PlayStation 5 e Xbox Series X|S pode aproveitar o upgrade!

O Patch 1.5 traz uma atualização que foca no hardware dos consoles. Então o ray tracing e 4k estão na lista das melhorias além dos tempos de carregamento e melhorias técnicas e visuais. Um extra acontece no PS5 com os gatilhos adaptativos do DualSense e funcionalidades táteis.

Mas ainda não tá convencido das melhorias de Cyberpunk 2077? Então por 30 dias até o dia 15 de março às 13 horas, você poderá jogar e testar gratuitamente até essa data e depois comprá-lo.

Lembrando que a portabilidade de progresso do Xbox One  e PlayStation 4 estão disponíveis e está explicado em detalhes AQUI. Então aproveite o momento para experimentar as otimizações de desempenho, jogabilidade e sistemas in-game como economia, mapas, relacionamentos.

Então está na hora de recomeçar o sistema e conhecer o universo cyber. Aproveite o mês gratuito para explorar e alugar um apartamento, ou dar aquele upgrade dos equipamentos ou até mesmo novas aparências.

A atualização gratuita de Cyberpunk 2077 está disponível para PlayStation 5 e Xbox Series X|S para os proprietários de Xbox One e PlayStation 4, e como meio de compra digital independente. O patch 1.5 também está disponível para Xbox One, PlayStation 4, Stadia e PC.

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Jujutsu Kaisen | Segunda temporada é oficialmente anunciada

Jujutsu Kaisen
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Após muita expectativa dos fãs, o estúdio MAPPA, responsável pela produção da primeira temporada do anime, realizou um evento voltado para o público das animações japonesas neste último sábado (12). Assim, durante o evento o estúdio anunciou o retorno de Jujutsu Kaisen com a segunda temporada do anime para o ano de 2023.

Além disso, Gege Akutami, o criador do anime, comemorou a continuação da trama com uma ilustração exclusiva para os fãs, divulgada no seu Twitter. Confira:

Desta forma, a data de lançamento é prevista para a Temporada de Inverno de 2023, mas enquanto o estúdio MAPPA não anuncia a data final, ainda podemos aguardar o lançamento do filme Jujutsu Kaisen 0.

Confira a matéria sobre o filme AQUI e sobre seu lançamento nos cinemas brasileiros AQUI.

Sobre Jujutsu Kaisen

Jujutsu Kaisen Manga
Imagem Divulgação: Shueisha

Bom, Jujutsu Kaisen (Batalha de Feiticeiros) é um mangá japonês escrito e ilustrado por Gege Akutami, serializado na Weekly Shonen Jump desde 5 de março de 2018. Assim, os capítulos individuais são compilados em volume tankobon (coleção de capítulos de uma só série reimpressas no formato de bolso e em papel de qualidade superior, costuma ter em torno de 200 páginas), e publicados pela Shueisha desde julho de 2018. Por fim, no Brasil a série foi licenciada e os volumes são vendidas pela editora Panini.

Sinopse:  Apesar do estudante colegial Yuuji Itadori ter grande força física, ele se inscreve no Clube de Ocultismo. Certo dia, eles encontram um “objeto amaldiçoado” e retiram o selo, atraindo criaturas chamadas de “maldições”. Itadori corre em socorro de seus colegas, mas será que ele será capaz de abater essas criaturas usando apenas a força física?!

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Call of the Night | Novo anime para a Temporada de Verão ganha trailer

Call of The Night
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A nova adaptação para anime vem do mangá escrito e ilustrado por Kotoyama, Yofukashi no Uta (Call of the Night).  Publicado em 2018 no Japão pela Shogakukan e pré-publicado no Shounen Sunday Super, a obra possui 8 volumes disponíveis.

A animação será do estúdio Liden Films, com direção de Tetsuya Miyanishi Tomoyuki Itamura como assistente, o design está sob a responsabilidade de Haruka Sugawa e nos diálogos e cenário, Michiko Yokote.

Confira a ilustração divulgada:

Confira o trailer:

A estreia de Call of The Night está agendada para a julho de 2022, no canal de televisão japonesa Fuji TV.

Sinopse: Kou Yamori parece um típico aluno do ensino médio na superfície. Relativamente bom nos estudos e gentil com seus colegas, ele não mede esforços para manter essa fachada. Um dia, porém, ele decide parar de fingir e abandona a escola, desenvolvendo insônia por não ter uma saída diurna para sua energia. Quando sai para caminhar sozinho à noite, sente-se um pouco melhor, embora saiba que sua incapacidade de dormir deve ser considerada um problema sério.

Em uma dessas caminhadas, Kou conhece uma garota estranha, Nazuna Nanakusa, que diagnostica a causa de sua insônia: apesar de ter feito mudanças em sua vida, ela continua a impedi-lo de experimentar a verdadeira liberdade. Ela diz a ele que ele não conseguirá dormir se não estiver satisfeito com a maneira como está passando suas horas de vigília. Quando parece que ele resolveu suas preocupações atuais, Nazuna o convida para compartilhar seu futon em seu apartamento. Depois de um tempo, sem saber que ele está apenas fingindo estar inconsciente, ela se inclina sobre ele e morde seu pescoço.

E você está ansioso para a chegada de Call of The Night?

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Thermae Romae Novae | Novo anime que estreia em março na Netflix

Thermae Romae Novae
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A Netflix liberou ontem (15), o trailer de Thermae Romae Novae, o novo anime que chega em 28 de março na plataforma.

A nova produção pelo estúdio NAZ, foi anunciada em junho de 2021, durante um painel no Annecy Film Festival. Além disso, a Netflix anunciou que Tetsuya Tatamitani (Africa Salaryman) é responsável pela direção da série, adaptação da obra de Mari Yamazaki, e Yuichiro Momose (Africa Salaryman, So I’m a Spider, So What?) cuidará do roteiro.

O novo anime terá como base o manga original que foi seriado de 2008 a 2013 na Comic Beam, com 6 volumes compilados e, ao mesmo, contendo novas histórias escritas pela própria Yamazaki. E por fim, Kenjiro Tsuda interpretará o protagonista da série, Lucius.

Sobre a obra: Nesta comédia, Lucius, um designer de casa de banho no Império Romano, escorrega acidentalmente para o presente moderno japonês, onde descobre a cultura de banho nipônica.

Confira o trailer:

Vale lembrar que Thermae Romae Novae já foi adaptado em anime em 2012 pelo DLE, e para mais duas adaptações em filmes live-action (em 2012 e 2014, consecutivamente). No Brasil, o mangá foi licenciado e publicado pela Editora JBC.

CONFIRA A PÁGINA DO ANIME NA NETFLIX

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Tinted With You | Review

tinted with you
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Por mais interessante que Tinted With You possa ser, ele não consegue entregar uma substancia concreta da qual podemos esperar de um BL com referências históricas.

Preso no amadorismo, o drama emerge da mesma estrutura que condena grande parte das produções BLs vindas da Coreia: adaptações gravadas como filme, mas picotadas em diversos pedaços para serem vendidas como série. Essa estrutura, apesar de ser uma alternativa segura para as produtoras lucrarem mais, acaba perpetuando muitos erros que infelizmente não podem ser ignorados.

Protagonizado por Jun, integrante do grupo de K-pop A.C.E, Tinted With You narra a historia de um jovem garoto enviado para o passado com o objetivo de salvar um rei (Yoo Hyun Woo), que foi deposto do seu cargo pelo próprio irmão e corre risco de vida. Em meio a essa viagem no tempo, a única coisa que pode salvá-los, é uma pintura da qual carrega um simbolismo extremamente importante no desenvolvimento do drama.

De início, os visuais e o carisma dos atores são de longe os melhores aspectos presentes no BL. Além de Jun e Yoo Hyun Woo, Kim Tae Jeong interpretando o guarda-costas do rei, também consegue surpreender durante todo o seu tempo de tela. E mesmo que as atuações não tenham uma certa profundidade por se tratar de um web drama corrido, ainda assim podemos nos encantar com o melhor oferecido por eles. Outro vislumbre que também chama atenção de quem assiste, são as locações que remontam perfeitamente o clima interiorano em que o BL se apoia, visto que dada as limitações técnicas, os grandes cenários ou palácios colossais que costumamos ver em dramas de época, parecem uma realidade distante dessa produção. Em compensação, as belas paisagens e os enquadramentos assertivos por parte da direção, conseguem entregar algo bastante positivo em relação ao que é proposto.

Entretanto, somente as belas paisagens e uma locação interessante não conseguem contornar o amadorismo mostrado ao longo da série. A ausência de certos elementos, seja na composição dos cenários ou na pós-produção, fazem com que a obra se desenvolva sem um “recheio”, por vezes, sem algo que de fato faça com que imersão seja efetiva. Esse problema não é ligeiramente limitado a Tinted With You, mas sim, é uma coisa que vem desde a primeira adaptação BL de época na Coreia, quando no ano passado, Nobleman Ryu’s Wedding mostrou que não adianta em nada ter um roteiro bem escrito e um elenco bem estrelado, se a produção permanece obsoleta ao que é esperado de um drama histórico.

Por fim, com oito episódios sem acabar — já que os últimos minutos são cortados sem o menor sentido —, Tinted With You reflete muito do que a Coreia precisa levar em consideração na hora de adaptar BLs com foco no passado. Infelizmente, se as coisas não mudarem, teremos uma quantidade imensa de ótimos dramas com propostas interessantes sendo desperdiçados, assim como é o caso desse e de outros que seguem no aguardo para chegar ao publico.

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Mestre Splinter traz seu cajado para Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge

Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder's Revenge
Imagem Divulgação

Parece que o quarteto mais famoso de Manhattan vai ter companhia para a nova aventura de Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge. A parceria da publisher Dometu e a desenvolvedora Tribute Games, anunciaram a presença do lendário rato ninja, o Mestre Splinter como personagem jogável.

O “pai” das Tartarugas Ninjas vai acompanhar seus pupilos na nova aventura beat’em up da trupe. Além de ser mais experiente, sua calma e parcimônia refletem um estilo único de jogo. Então com o apoio de seu cajado, ataques poderosos e especiais vão ter um alcance que só um ninja experiente como Splinter consegue executar.

Além de todo o trabalho que a gangue de Shredder está causando, eles não estavam esperando que o mestre viria a superfície. No trailer de lançamento nota-se os combos e como suas garras vão limpar as áreas. Então junte-se a Splinter, Leonardo, Michelangelo, Donatello, Raphael e April nas ruas de Nova Iorque.

Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge tem lançamento previsto para esse ano para PlayStation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch. Então prepara sua pizza e… Cowabunga!

 

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