Após o enorme sucesso de Minecraft, os jogos focados em coleta, criação e sobrevivência ganharam ainda mais espaço entre os fãs do gênero. Seja construindo bases, produzindo recursos, forjando armas ou até administrando um negócio de sucos em um reino medieval, os games de crafting seguem explorando as mais variadas propostas. Em Cobalt Miner, a premissa é diferente, mas igualmente familiar: minerar, explorar e expandir suas possibilidades.
Desenvolvido pela Digital Deer Studio, o jogo aposta na exploração e na coleta de minérios como pilares da experiência. Sem fazer grandes promessas, chega como uma alternativa interessante para quem aprecia o gênero e busca uma nova aventura. Graças a uma chave cedida pelo estúdio, pude testar Cobalt Miner e mergulhar em um mundo que, apesar da simplicidade, apresenta uma temática bastante curiosa.
Em uma versão pós-apocalíptica dos Estados Unidos no ano de 2046, Cobalt Miner acompanha a jornada de um personagem que se vê preso a uma enorme dívida com uma gigantesca corporação responsável pela extração de recursos. Sem alternativas, ele precisa aceitar missões de exploração, minerar materiais preciosos e cumprir contratos cada vez mais desafiadores na tentativa de quitar o que deve e recuperar sua liberdade.
Cobalt Miner não tenta reinventar o gênero. Com gráficos modestos e uma estrutura bastante simples, o jogo aposta em um ciclo de gameplay direto e funcional. A rotina consiste em explorar o mapa utilizando sua motocicleta elétrica, que é aprimorada com os próprios recursos coletados durante as expedições.
O objetivo segue exatamente a proposta apresentada desde o início: explorar, coletar, fabricar equipamentos, evoluir suas ferramentas e aumentar sua produção para conseguir quitar a dívida com a corporação. É uma fórmula conhecida, mas que consegue entreter quem aprecia esse estilo de progressão contínua.
A progressão acaba se apoiando quase exclusivamente na execução das mesmas tarefas ao longo de toda a jornada. Para quem gosta da sensação de evolução constante, esse ritmo certamente funciona. No meu caso, porém, a repetição começou a pesar com o passar das horas, principalmente pela falta de atividades que quebrassem essa rotina. Em contrapartida, os diálogos e a ambientação conseguiram prender minha atenção, tornando esse mundo devastado mais interessante do que a própria estrutura de gameplay em diversos momentos.
Outro ponto que merece atenção é a otimização. Durante a minha jogatina, encontrei quedas de desempenho em diferentes momentos, com oscilações na taxa de quadros que acabavam afetando a fluidez da experiência. Embora não sejam problemas graves a ponto de comprometer a diversão, podem incomodar jogadores mais sensíveis a esse tipo de instabilidade. Ainda assim, como testei uma versão anterior ao lançamento, é possível que esses problemas sejam corrigidos na versão final.
No fim das contas, Cobalt Miner é um jogo que não tenta reinventar o gênero, e essa talvez seja sua principal limitação. Sua proposta funciona e entrega exatamente o que promete, mas faz isso seguindo uma fórmula bastante conhecida, sem apresentar grandes diferenciais em relação a outros títulos do mercado.
Para quem já é fã de jogos focados em coleta, gerenciamento de recursos e progressão constante, a experiência pode ser bastante relaxante e recompensadora. Ainda assim, enfrenta a concorrência de diversos jogos que executam essa mesma fórmula com mais profundidade e variedade. Já para jogadores mais casuais, como eu, o ritmo repetitivo e a dedicação exigida acabam tornando a experiência mais cansativa do que envolvente.
O Anime Friends 2026 está a caminho, com várias atrações anunciadas e um alívio generalizado com a certeza de que mudanças desnecessárias não vingaram. O evento conhecido e amado ainda mais depois de sua ressurreição pós-pandemia contou com grandes nomes da música, cinema e animação japonesa. Nisso, damos sequência para a segunda parte de nossa cobertura da visita de Shinichiro Watanabe no Anime Friends 2025!
Depois de uma apresentação pessoal, contando seu percurso como amante do cinema e como diretor de animações, dessa vez condensamos os painéis de sábado e domingo, sobre seus desafios na estreia de Cowboy Bebop e detalhes da produção de Lazarus!
Como o diretor pediu para que as palestras não fossem filmadas ou fotografadas, ao menos uma vez a transcrição levou vantagem! Confira agora os detalhes desses painéis!
OS PERRENGUES DE COWBOY BEBOP
No segundo dia, o diretor falou sobre a estreia de Cowboy Bebop, que deu bem mais trabalho do que se podia imaginar. Menos imaginável, segundo Watanabe, seria o seu sucesso. Produzido pela Sunrise e, inicialmente, patrocinado por uma empresa de puramoderu da Bandai (ou action figure, se preferir), os executivos se irritaram com o primeiro episódio, pois esperavam algo semelhante a Gundam. Depois do quarto episódio e um corte de patrocínio comprometedor, a animação foi patrocinada pela Bandai Visual.
Resolvido os problemas de financiamento, a questão agora vinha da transmissão, onde a estreia de Cowboy Bebop teve a infelicidade de cair pouco após o fatídico incidente epiléptico de Pokemón. Para quem não sabe ou lembra, o Pokemon Shock aconteceu na transmissão do episódio 38 da primeira temporada de Pokémon, em dezembro de 1997. Uma explosão de flashes de luzes vermelhas e azuis mandou mais de 600 pessoas para o hospital, com sintomas variando entre dor de cabeça e tontura até convulsões e perda de consciência. O incidente virou investigação policial e o anime de Pokémon passou por um hiato de quatro meses, o que é mais de uma temporada! Apesar do susto e de duas pessoas permanecerem no hospital por mais de duas semanas, o episódio chegou a virar piada em South Park e Os Simpsons.
Depois disso, as regras de transmissão na televisão ficaram mais rigorosas. Rigor esse que nem sempre obedeceu à nuance e ao bom senso. Ao estrear na primavera de 1998 ao lado de clássicos como Trigun e Sakura Card Captors, o primeiro episódio de Cowboy Bebop foi um dos primeiros a pagar o pato, que foi barrado. O anime estreou pelo segundo episódio! E como isso não fosse esquisito o suficiente, os poucos desafortunados que viram Cowboy Bebop na estreia ficaram sem os episódios quatro, cinco e seis por “serem violentos demais”.
Pra dar uma ideia do nível da brincadeira, a Faye acabou entrando do nada nos episódios sete e oito. E ainda assim, neste oitavo episódio, a equipe teve que se virar para apagar uma faca que aparecia, antecipando em anos o pirulito antitabagista do Sanji. Uma verdadeira dor de cabeça. Dor de cabeça essa pouco repercutida no exterior, mas muito bem conhecida no Japão.
SESSION XX: ELO PARA SAMURAI CHAMPLOO
Por causa dessa série de eventos, Shinichiro Watanabe criou um episódio extra para a televisão, a Session XX; talvez um dos protestos mais sutis já feitos. Por vinte minutos, a estrela do episódio é um bonsai, as famosas mini-árvores da jardinagem japonesa. A mensagem é clara para quem sabe no que envolve o trato de um bonsai: cortes corretos, precisos, na hora certa e no momento certo, obedecendo a uma razão própria da planta. Sem isso, o bonsai não vinga. Se cortar de qualquer jeito, não dá certo! O episódio acompanha uma promessa, mais direta para quem não pegou a nuance da mensagem das imagens: “Você verá o verdadeiro Cowboy Bebop um dia”.
O encerramento da Session XX é um compilado de cenas onde os protagonistas de Cowboy Bebop não aparecem. O episódio foi pensado do ponto de vista das pessoas ordinárias, vivendo suas vidas no mesmo universo do anime. A música, produzida pelo Shakka Zombie, foi o ponto de encontro de Shinichiro Watanabe e Shinji Tsuchida, o DJ Tsutchie. O encontro foi determinante para a produção musical de Samurai Champloo, de onde vários de nós conhecemos o som extraordinário de Nujabes.
A transmissão integral de Cowboy Bebop foi tocada pela WOWOW, que acompanhou de perto todos esses problemas. O resto é história. A Toonami abriria as janelas do mundo para, segundo alguns, o magnum opus de Shinichiro Watanabe, mas sem o episódio extra. O Session XX viraria um material clandestino, mas ainda visualizável em plataformas como o YouTube. E de certa maneira, o episódio tem valor como documento de uma possível história das tensões entre estúdios de animação e plataformas de televisão. Já as pazes do diretor com a TV Tokyo só aconteceriam 27 anos depois, com a transmissão de Lazarus, que seguiu tranquilamente sem problemas.
SOBRE LAZARUS
No terceiro e último painel especial do diretor para o público do Anime Friends, houve uma curta mostra do anime em português, para então explicar detalhes de sua produção. O patrocínio foi feito pela Adult Swim, que também patrocinou Space Dandy (2014). Segundo Watanabe, sua intenção foi produzir algo na linha de 007, uma ideia que já morava na gaveta há algum tempo e só recentemente pôde sair do papel.
Para a criação da party principal, o diretor optou primeiro por um praticante de parkour que gosta de se arriscar em situações perigosas e que luta um estilo baseado na capoeira. Sua admiração pelo estilo veio de uma apresentação de capoeira que Watanabe assistiu da última vez que esteve no Brasil, em 2011. Dessa experiência e dessas ideias nasceu Gilberto, o protagonista de Lazarus.
O próprio anime não se presta a dar muitos detalhes biográficos de seus personagens. Quando escutamos a ideia original de Shinichiro Watanabe, entendemos um pouco da frustração de quem esperava, erroneamente, por um novo Cowboy Bebop. Mas Lazarus nunca se prestou a ser um drama existencial cyberpunk. Às vezes nem Cowboy Bebop o é, mas o legado impresso nos fãs fala mais alto. No caso de Lazarus, é ação, parkour, tiro e bomba; frenesi do primeiro ao último episódio. Quem nos dá mais detalhes sobre a vida dos personagens é o próprio diretor: Gilberto é um órfão criado na periferia, inspirado em Cidade de Deus, um dos filmes favoritos do diretor-cinéfilo. Dessa primeira ideia ele foi criando os outros personagens que formam o time de agentes.
SOBRE PRINCE, HAPNA E JOHN WICK
E quanto a trama? O primeiro episódio deu uma mensagem impactante sobre os perigos de uma sociedade que se seda ao máximo de suas dores, pondo sua vida em risco no processo. O estalo na mente de Watanabe que o levou a esse assunto foi o choque com a notícia do falecimento de Prince, um de seus ídolos, vitimado por uma overdose de fentanyl. Do choque veio uma pergunta fundamental! Como pode um remédio prescrito por um médico matar alguém? É nessas horas que somos lembrados da máxima que diz que a diferença do remédio para o veneno é a dose. E essa é a origem do Hapna, uma droga milagrosa e acessível, mas que mata seu usuário depois de três anos. A trama e os personagens são sintetizados na escolha de Shinichiro Watanabe para o encerramento: a música Lazarus (1993), da banda The Boo Radleys.
Lazarus surgiu de um pedido da Cartoon Network por um anime de ação. Com o pedido em mente, John Wick virou um norte para a produção. Sob essa inspiração, Shinichiro Watanabe entrou em contato com o diretor Chad Stahelski para pedir algumas orientações na direção. Para a surpresa de Watanabe, Stahelski reagiu criança, empolgado como fã das produções do diretor de Cowboy Bebop e Samurai Champloo. Mais do que ajuda, ele se ofereceu para produzir as magníficas cenas de luta de Lazarus. Mas Watanabe foi enfático: os animadores não fizeram tracing sobre as cenas enviadas por Stahelski. Antes, elas serviram como base, aproveitadas pela equipe de animadores de forma independente.
CONCLUSÃO: UM DIRETOR DE CORAÇÃO BEM HUMORADO
Com esses comentários gerais sobre a produção de Lazarus, Shinichiro Watanabe estreou o primeiro episódio dublado para a plateia, que no começo passou por algumas dificuldades técnicas. A exibição foi um sucesso? Quem ficou sabe. O tempo urgia para outros compromissos da cobertura do Anime Friends.
PORÉM,
queremos finalizar essa cobertura da visita do diretor com um trecho de uma das entrevistas concedida à imprensa sobre seu gosto para a comédia. Gosto esse motor da animação de Space Dandy, a obra que mais divertiu Watanabe que é ele próprio cheio de bom humor!
Suco: Você mencionou no primeiro painel o quanto você gosta de programas infantis e de comédia nonsense. Você tem o hábito de assistir comédias, sejam elas em filmes ou peças de comediantes japoneses?
Watanaba: Sim, principalmente filmes de comédia. Comediantes japoneses mesmo eu não tenho o hábito de assistir.
A Coreia do Sul é autoridade no quesito série de TV. Conhecidas como k-drama, essas produções ganham cada vez mais fãs e admiradores graças à sua qualidade elevada, que combina grandes talentos e criatividade. O mais novo sucesso da safra atual é Terra do Ouro, suspense de ação recheado de drama e reviravoltas de tirar o fôlego.
A produção do Hulu no Disney+ conta a história de Heeju (Park Bo young), agente de triagem de um grande aeroporto, que recebe do namorado, Lee Dokyung (Lee Hyun wook), a missão de liberar a entrada de um caixão cheio de barras de ouro. Quando os planos do amado se complicam, a jovem inicia uma jornada para ficar com a fortuna, entrando em conflito com os criminosos que a contrabandearam e enfrentando fantasmas do próprio passado.
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Terra do Ouro já está disponível na íntegra no Disney+. Porém, ao terminar a série, existe uma grande chance de você sentir falta da tensão, das surpresas e dos carismáticos personagens da obra. Pensando nisso, reunimos abaixo 10 séries coreanas que combinam esses elementos a outros gêneros, como drama histórico, de tribunal e até hospital, para maratonar agora mesmo. Aproveite:
Uma Loja Para Assassinos
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Uma Loja Para Assassinos mostra o mundo da jovem Jeong Ji-an (Kim Hye jun) virando de ponta-cabeça após a morte do tio, a única família que lhe restava. Mais do que o luto, o que muda a vida da jovem é a descoberta de que a lojinha que seu falecido parente administrava era, na verdade, um comércio de armas e equipamentos para assassinos profissionais. Para o azar dela, essa clientela passa a persegui-la em busca de novos suprimentos.
Corrente Implacável
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O drama histórico Corrente Implacável retorna ao século XVI para contar histórias que se entrelaçam no território do rio Gyeonggang, onde a água corre tanto quanto dinheiro, poder e corrupção. A trama volta suas atenções ao misterioso Siyul (Rowoon), à comerciante Choi Eun (Shin Ye eun) e ao oficial do governo Jung Chun (Park Seo ham), personagens cujas jornadas mudam para sempre a região, que um dia foi o centro da dinastia Joseon.
A Próxima Aposta
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A Próxima Aposta acompanha Cha Moosik, homem que se torna um chefão dos cassinos nas Filipinas. Figura importante com contatos na política e entre grandes empresários, ele acaba incriminado por um assassinato que não cometeu, colocando-o em uma jornada de traições e reviravoltas que o obriga a fazer uma ousada aposta que pode lhe custar a vida.
Com duas temporadas, a produção é protagonizada por Choi Min sik (Oldboy), um dos maiores talentos da dramaturgia coreana.
O Manipulado
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O Manipulado conta uma história de vingança. A série acompanha Taejoong (Ji Chang wook), homem que é preso injustamente por um crime brutal que não cometeu. No meio do turbilhão, ele descobre que toda essa desgraça foi arranjada pelo misterioso Yo han (Doh Kyung soo). Buscando retaliação, ele embarca numa jornada cheia de ação e violência.
Made in Korea
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Situada na Coreia do Sul da década de 1970, Made in Korea acompanha Baek Ki tae (Hyun bin), um homem ambicioso que leva uma vida dupla, atuando como agente do serviço de inteligência coreano e contrabandista. Em busca de poder e dinheiro, ele encontra um oponente em Jang Gun young (Jung Woo sung), um promotor incorruptível que fará de tudo para impedi-lo.
Com a Permissão do Tribunal
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Com a Permissão do Tribunal mistura drama, suspense e tribunais para contar a história de Noh Chakhee (Jung Ryeo won), uma implacável advogada corporativa que se torna defensora pública após ser suspensa por causa de um escândalo. Dividindo o escritório com o excêntrico Jwa Si Baek (Lee Kyu hyung), ela precisa defender um homem acusado de assassinar homens ricos em série. O detalhe é que o criminoso matou um ente querido da advogada, que agora deve representá-lo.
O Herdeiro Impossível
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O Herdeiro Impossível acompanha Kang Inha (Lee Jun young), jovem de origem humilde que descobre, na vida adulta, ser filho bastardo do presidente de um grande conglomerado. Excluído pela própria família biológica, ele une forças ao inteligente Han Taeoh (Lee Jae wook) para chegar ao topo da empresa. Nessa jornada, eles cruzam o caminho de Na Hyewon (Hong Su zu), uma mulher ambiciosa que também luta pelo sucesso. Com seus destinos entrelaçados, eles entram em jogo de poder que pode se mostrar perigoso.
Traição e Redenção
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Levando o suspense e o drama aos hospitais, Traição e Redenção conta com um elenco verdadeiramente estelar. A série traz Park Eun bin (Uma Advogada Extraordinária) como Jung Seok, uma neurocirurgiã brilhante que perde a licença após um evento trágico. Ganhando a vida com cirurgias ilegais, ela reencontra Choi Deokhee, personagem de Sul Kyung gu (Memórias de um Assassino), que passou de amigo a desafeto por ser o responsável por sua demissão. Com ódio, Seok decide se vingar do homem que a prejudicou no passado.
Big Mouth: De Vigarista a Vingador
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Big Mouth: De Vigarista a Vingador mostra como um mal entendido pode mudar vidas. O k-drama conta a história de Park Chang ho (Lee Jong suk), advogado de pouco sucesso que ganhou o apelido de “Big Mouth” (Bocão, em inglês) por falar muito e fazer pouco. Ao se envolver em um caso de assassinato, ele é acusado de ser um perigoso chefão do crime conhecido como Big Mouse (Ratão, em inglês). Nessa confusão, ele corre contra o tempo para provar a própria inocência, salvar a si mesmo e à própria família.
Nove Peças
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A série policial Nove Peças une suspeita e detetive na busca por um assassino. A produção acompanha Ena Yoon (Kim Da mi), jovem acusada de matar o próprio tio ao encontrar o corpo dele junto a uma peça de quebra-cabeça. O tempo passou e ela se tornou perita da polícia, tendo que trabalhar na investigação de uma nova onda de assassinatos cujos cadáveres também acompanham peças de quebra-cabeça. Assim, ela precisa firmar uma parceria com o detetive Kim Hansaem (Son Suk ku), que investigou a morte de seu tio e acreditava que ela estava por trás do crime.
A primeira edição da DragCon Brasil serviu tudo o que prometeu e ainda deixou o público pedindo mais. Durante os dias 5 e 6 de junho, o Expo Center Norte se transformou em um verdadeiro templo da arte drag, reunindo centenas de fãs, dezenas de artistas nacionais e internacionais e uma programação que entregou carisma, originalidade, ousadia e talento!
O evento levou para São Paulo a experiência completa das suas edições internacionais, com palcos temáticos, meet & greets, experiências interativas e os famosos DragBooths, estandes individuais onde as queens recebiam os fãs para fotos, autógrafos, entrevistas e aquele contato próximo que faz qualquer stan sair realizado.
Abertura em alto nível
A abertura já começou com o astral lá em cima. O humorista Bruno Motta, criador da Gongada Drag, assumiu o Main Stage com um stand-up recheado de shades e piadas. Entre brincadeiras sobre a Copa do Mundo, ressaltando que boa parte do público LGBTQIA+ estaria mais interessada nos jogadores do que nos jogos, ele também fez questão de lembrar que esse momento de celebração no evento só era possível graças a uma comunidade que mantém a arte drag viva há décadas.
Na sequência, Bruno chamou ao palco Grag Queen e Ikaro Kadoshi. E, claro, a partir daí o reading challenge começou antes mesmo da competição se iniciar no palco Extravaganza! Ao apresentar Grag como a “RuPaul tupiniquim”, arrancou gargalhadas da plateia. Já ao alogiar Ikaro a chamando de linda, mencionou que ela já estava “careca de saber disso”, e a queen devolveu o shade na mesma moeda ao dizer que não responderia porque seria “golpe baixo”, fazendo referência à altura do apresentador.
Depois das brincadeiras, o clima ficou emocionante. Em um discurso poderoso, Ikaro lembrou que a arte drag sempre foi sobre ocupar espaços que muitas vezes pareciam inalcançáveis.
“Ontem e hoje serão dias que vão ficar marcados para a história do Brasil. Vimos pessoas realizando sonhos, encontrando artistas que esperaram anos para conhecer e descobrindo que pertencem a algo muito maior. Vocês não são apenas espectadores. Tudo isso foi feito para vocês”.
Se alguém ainda não estava completamente tomado pela energia da celebração, o Pink Carpet tratou de resolver isso. O momento mais aguardado do evento reuniu cerca de 40 queens em uma gigantesca runway rosa que atravessava o pavilhão. As divas desfilaram com seus looks elaboradíssimos, serviram fashion, glamour e muito fan service enquanto o público se espremia ao redor da passarela para tentar uma foto, um aceno ou qualquer interação com suas favoritas.
Category is: história sendo feita!
Enquanto isso, o Main Stage já começava a entregar os primeiros grandes momentos do fim de semana.
Um dos shows mais comentados foi o “Gagacabana por Penelopy Jean”. Considerada uma das maiores impersonators da Lady Gaga do Brasil e do mundo, ela recriou os melhores momentos do histórico show da Mother Monster em Copacabana e levou a plateia à loucura.
Ao longo do dia, os DragBooths permaneceram movimentados. Entre selfies, autógrafos e entrevistas, alguns dos estandes mais disputados foram os das brasileiras Grag Queen, Betina Polaroid e Fontana, reforçando o favoritismo do público brasileiro pelas queens locais.
Outro momentos de um dos mais emocionantes do evento veio da Eureka. A queen apresentou uma versão emocionante de “This Is Me“, trilha do filme O Rei do Show, conectando a música à sua trajetória como mulher trans e big queen.
“Nem sempre drag precisa ser um high kick ou um split. Eu amo quando a performance significa algo para mim”, afirmou a artista, emocionada.
Já Priyanka mostrou por que segue sendo uma das maiores fan favorites da franquia. Com vocais ao vivo, hits que estavam na boca do povo, coreografias e presença de palco de popstar, a vencedora do Canada’s Drag Race simplesmente serviu tudo no Main Stage!
O encerramento do Main Stage ficou por conta de Grag Queen, que incendeou o pavilhão inteiro com um show eletrizante e vocais fenomenais.
Outros palcos
Enquanto isso, os outros palcos também entregavam tudo. No Extravaganza, Silvetty Montilla provou mais uma vez por que é uma verdadeira comedy queen. Ela chamou pessoas da plateia para participar de competições de dança e distribuiu shade e piadas sem dó para os participantes, arrancando gargalhadas constantes de quem estava assistindo.
Já o Eleganza mostrou que drag também é informação, debate e representatividade. Um dos destaques foi a palestra “Sem Tabu, Sem Preconceito: Saúde Anorretal e Autocuidado na População LGBTQ+”.
“Nós sabemos com o que estamos lidando, não precisa ter vergonha. Antigamente se aprendia sobre chuca em qualquer lugar menos em ambientes tradicionais. Hoje isso está mudando”, explicou o proctologista Vinícius Lacerda.
O palco também recebeu um bate-papo entre o estilista Dudu Bertholini e Miranda Lebrão sobre moda, identidade e criatividade.
Outro momento que fez o público ir ao delírio foi o concurso de bate-cabelo comandado pela lendária Márcia Pantera. Entre giros, piruetas e performances frenéticas, a veterana mostrou que continua sendo mother e arrancou gritos da plateia a cada batida de cabelo, mas também provocou lágrimas ao falar sobre como a arte drag transformou sua vida, e como almeja que as futuras gerações continuem tendo a arte drag como agende transformador de suas mudanças de vida também.
Entre fotos, autógrafos e filas quilométricas nos DragBooths, as queens também tiraram um tempinho para o coração com a gente sobre suas carreiras, sonhos e a importância de participar da primeira edição da DragCon Brasil. E teve de tudo: emoção, nostalgia, shade e até fofoca de bastidor.
Drag Race e UK vs The World com Fontana
Uma das entrevistas mais concorridas foi a de Fontana, que fez história ao se tornar a primeira drag brasileira a competir em duas temporadas internacionais da franquia Drag Race, a da Suécia e a UK vs The World. A queen revelou que jamais imaginou que sua trajetória a levaria tão longe.
”Foi sempre o meu maior sonho, mas um sonho muito sonhado. Vindo de São Leopoldo e da minha história, teve momentos em que eu não tinha mais esperança. Nunca existiu um momento em que eu tive certeza de que isso aconteceria”.
Ao falar sobre sua experiência ao lado de RuPaul, ou “Mama Ru“, como carinhosamente a chamam, Fontana revelou que chegava a tremer nos estúdios.
”Ela surte um efeito no corpo da gente que a alma sai do corpo. Eu estava sempre nervosa. Mas ela foi muito atenciosa conosco. Saí de lá ainda mais fã”.
Questionada sobre o que diria para si mesma antes da fama, a resposta veio como um verdadeiro mantra para futuras queens:
”Mona, não desiste. Vai pra aula de costura. Volta pro balé. Vai fazer teu babado porque você ainda vai brilhar muito”.
E quando precisou escolher entre enfrentar o frio de -40°C da Suécia ou os fãs de diva pop no Twitter, Fontana não pensou duas vezes:
“Os fãs de diva pop! Porque no fim das contas, a motivação vem do amor. E eu como fã da Britney sei como é, pois também defendo ela lá. Já o frio da Suécia… amiga, menos 40 graus não dá”.
Quem também chamou atenção foi a drag e figurinista Shandra, conhecida por trabalhos ligados aos shows de Madonna, Shakira e Lady Gaga no Todo Mundo no Rio. Responsável pelos acabamentos da icônica faixa usada por Gaga em Copacabana e por figurinos da turnê de Shakira, ela celebrou a oportunidade de estar na DragCon ajudando as amigas no Booth da Pink Flamingo.
“Era uma coisa que parecia meio inalcançável para a gente aqui no Brasil. Ver os fãs celebrando as artistas brasileiras desse jeito é emocionante”.
Shandra também revelou que a ideia de participar de uma futura temporada de Drag Race já não parece tão distante.
”Eu tinha muito receio da exposição. Mas a Poseidon já me convenceu. Ela falou: ‘No próximo é você!”.
Entre as convidadas internacionais, Coco Montrese não economizou elogios à edição brasileira.
”O Brasil é especial para mim. As queens daqui estão no topo. É energético, colorido e divertido. Essa DragCon é a melhor DragCon. Nem posso dizer uma favorits pois tenho tantas amigas aqui. Sou sempre muito bem recebida aqui, amo demais o Brasil”.
Já a mexicana Gala Varo destacou a importância histórica da primeira edição latino-americana do evento.
“Existe uma fora de fazer drag muito bonita no Brasil. É uma honra fazer parte da história deste país”.
Ao lado dela, Horacio Potasio afirmou que o Brasil parece ser o lugar perfeito para transformar a DragCon em uma tradição anual.
Questionadas sobre quais artistas brasileiras o público internacional deveria conhecer, as respostas vieram sem hesitação. Elas escolheram Organzza, Ruby Nox e Adora Black.
Quando perguntamos se Horacio estará mesmo na temporada Latin Royale de Drag Race, ela preferiu manter o suspense.
“Não posso confirmar nem negar a informação, mas tem que dar tempo ao tempo”.
Outra veterana da franquia, Alexis Mateo, revelou que sonhava participar da edição brasileira desde o anúncio do evento.
”Quando eu soube que teria uma DragCon no Brasil, pensei: eu preciso estar lá.”
A queen também surpreendeu ao declarar sua admiração por artistas brasileiras.
”Eu adoraria gravar uma música com Pabllo Vittar. Ela é como a RuPaul para mim”.
Alexis ainda fez questão de elogiar a criatividade do drag brasileiro.
“Os drags latinas de outros países e as latinas brasileirs têm algo em comum: ambas nascem da cultura que explode em criatividade”.
A queen ainda brincou sobre um detalhe que chamou sua atenção durante a passagem pelo país:
“Tem muitas pessoas bonitas aqui. Isso definitivamente ajuda”.
Shannon Skarllet e a cena carioca
Representando a cena carioca, Shannon Skarllet recebeu uma das recepções mais calorosas do evento. A artista comparou a experiência da DragCon Brasil com a edição de Los Angeles, da qual já participou.
”Lá foi incrível, mas nada supera receber carinho brasileiro. É por isso que todas as queens querem vir para cá.”
Ela também comentou o sucesso inesperado do famoso bordão que viralizou nas redes sociais assim que sua chamada para o Drag Race Brasil foi exibida, onde ela dizia que era “B-U-C-E-T-A = bonita”.
“Quando eu vi aquilo viralizando eu pensei: gente, o que está acontecendo? Foram milhões de visualizações do nada”.
E como toda boa drag queen, Shannon encerrou a entrevista entregando humor sem filtro. Ao ser questionada sobre a maior mentira já ouvida nos bastidores, respondeu sem pensar:
”Quando uma drag fala que a neca ou a larissinha não está doendo depois de horas montada com a calcinha cravada. Impossível, amiga!”.
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🍹 Estamos na RuPaul’s DragCon Brasil. Segue a thread de como está o evento!
A Riot Games revelou o mais novo mapa de VALORANT: Summit, ambientado nas montanhas da China e disponível para todos os jogadores a partir desta quarta-feira, 24 de junho. O trailer está disponível mais abaixo.
O mapa é ambientado em um antigo Centro de Treinamento para Radiantes — o grupo de agentes com habilidades sobrenaturais no universo do jogo — e está diretamente ligado à história da agente Sage, natural da China, que estudou no local antes de ingressar no VALORANT. A estética reflete a arquitetura de templos e monastérios tradicionais chineses, com salões de treinamento, jardins e até uma caverna, espaço inédito na história dos mapas do jogo.
11 dias na China para construir Summit
A equipe de arte de VALORANT passou 11 dias na China — visitando Xangai, Suzhou, Wuzhen e as montanhas de Zhangjiajie — para absorver referências culturais e arquitetônicas que fundamentassem o design do mapa.
O Diretor de Arte de Ambiente, Daniel McGowen, revelou um detalhe curioso que foi incorporado ao mapa: pontes tradicionais chinesas são construídas em zigue-zague, e não em linha reta, pois o folclore local diz que isso detém zumbis, que só caminham em linha reta. A ponte angulada na área de surgimento dos Defensores foi inspirada diretamente nessa tradição.
A ligação com a Sage vai além da ambientação. Segundo Daniel, o quarto dela em Summit contém itens pessoais espalhados, e a Sala da Direção exibe uma representação visual da progressão de suas habilidades através de bules — objeto que ela aprendeu a fazer no início do treinamento para desenvolver precisão e controle. A Riot publicou um vídeo com os bastidores da criação, disponível abaixo:
Mecânicas inéditas: paredes reposicionáveis e portas interativas
Summit traz uma novidade mecânica relevante para a gameplay: três paredes reposicionáveis — uma no Ponto A, uma no Ponto B e uma no Meio —, localizadas nos jardins de meditação do mapa. Uma vez reposicionadas, essas paredes bloqueiam linhas de visão e rotas importantes pelo resto da rodada, remodelando o campo de batalha em tempo real. O mapa também conta com portas interativas em outros ambientes.
O layout geral tem 2 Pontos de Spike e 3 rotas, dentro do formato padrão dos mapas de VALORANT.
Estreia no modo Competitivo com proteção de ranque
Summit já estará disponível no modo Competitivo a partir desta quarta. Para suavizar a curva de aprendizado, a Riot adotou uma mecânica de proteção nas primeiras duas semanas: os jogadores perderão apenas 50% de CR nas derrotas em Summit, mas continuarão ganhando 100% de CR nas vitórias.
Além disso, uma fila exclusiva do Summit ficará disponível por 7 dias, com partidas no formato do modo Frenético.
A Blizzard Entertainment anunciou a Temporada 14 de Diablo IV: a Temporada do Despertar da Morte, com lançamento marcado para 30 de junho. Após os eventos de Lord of Hatred e a destruição causada pela ira de Mefisto, algo despertou a própria Morte no Pandemônio — o mesmo reino onde o Anjo da Morte Maltael foi derrotado em Diablo III. A nova temporada expande a narrativa com uma série inédita de missões focada nessa ameaça misteriosa, além de trazer atualizações significativas de fim de jogo.
Teste grátis do Bruxo — e do jogo-base
De 30 de junho a 7 de julho, novos jogadores poderão experimentar a classe Bruxo gratuitamente até o nível 30, com a possibilidade de transferir o progresso após a compra do jogo.
A partir de 8 de julho, o teste grátis se expande: será possível explorar o jogo-base e diversas classes sem custo pelo Battle.net, também com transferência de progresso garantida para quem decidir comprar.
O que chega na Temporada do Despertar da Morte
Rupturas do Pandemônio: Estranhas esculturas irrompem em Santuário espalhando a morte. Os jogadores precisam caçar Andarilhos de Reinos para resgatar portais na nova Câmara do Tributo Fúnebre, onde o tempo é o maior inimigo enquanto o círculo do ritual precisa ser expandido.
Únicos Míticos: Todo item Único obtido agora tem chance de ser de qualidade Mítica — ou pode ser aprimorado para esse nível. A qualidade Mítica deixa de ser exclusiva de poucos itens, dando liberdade total para equipar o que quiser sem abrir mão de poder.
Autossuficiência Solo (AS): O modo competitivo para jogadores solitários finalmente chega ao jogo. Funciona tanto para quem joga solo quanto em grupo, com tabelas de classificação dedicadas para medir habilidades em ambiente equilibrado.
Tabelas de Classificação e Torre: O sistema competitivo sai do beta. Liderar os placares agora rende itens cosméticos de Auréola e títulos de prestígio exibidos para todos em Santuário.
Colaboração com Overwatch: Em evento de tempo limitado, heróis de Overwatch chegam a Santuário. As recompensas incluem itens cosméticos icônicos em um Relicário gratuito, com destaque para o Pacote de Mascote Kiriko.
A Temporada do Despertar da Morte começa em 30 de junho em Diablo IV.
Com a pré-venda de Grand Theft Auto VI aberta desde a meia-noite de 25 de junho, a Rockstar Games detalhou o conteúdo completo de cada edição — e há bastante coisa para quem decidir reservar antes do lançamento, marcado para 19 de novembro, no PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Grand Theft Auto VI: Ultimate Edition
A Ultimate Edition expande a experiência com uma coleção de conteúdo exclusivo distribuído ao longo da história de Jason e Lucia, com novos itens desbloqueados a cada capítulo.
Veículos e garagens: O destaque é o Vapid Dominator Buggy (1967), um monstro do clube de lama com excelente desempenho off-road, acompanhado da garagem Paradise em Watson Bay — com armário de armas e espaço para guardar mercadorias. Também estão incluídos o Grotti Cheetah (1995), esportivo icônico dos anos 90 disponibilizado em momento específico da história, além do Crest Kayak, da moto Dinka Enduro em cores militares e da Vapid Ganado, picape rebaixada do Jason com modificações exclusivas como spoiler de cabine e estampa especial. Para quem quer aventuras aquáticas, o Shitzu Squalo — em degradê rosa e azul, atracado em Washington Beach — vem equipado com caixa de armas repleta de explosivos.
Oficinas de veículos: Duas oficinas exclusivas ficam disponíveis: a Rideout Customs, em Vice City, focada em interiores detalhados, aros diferenciados e estilo donk; e a Oficina do Willie Caolho, no Lago Leonida, especializada em modificações off-road e obras-primas pintadas à mão.
Coleção de carros clássicos: Um pedido especial do Wyman — colecionador excêntrico local — permite encontrar carros clássicos abandonados e restaurá-los, incluindo quatro veículos disponíveis apenas na Ultimate Edition.
Armas: Os Revólveres Hawk & Little Morgan são obtidos na Mansão Vercetti e nas lojas Ammu-Nation conforme a história avança. As versões “dele” e “dela” trazem empunhaduras com entalhe de palmeira, detalhes gravados e acabamentos personalizados no estilo clássico de Vice City. Também estão incluídas variantes personalizadas da pistola Girardi ES9 de Jason e da pistola Klose K17 de Lucia.
Conteúdo de gangue: O Reduto da PTT Youngin$ oferece acesso a um depósito de mercadorias ilícitas no Lado Sul de Vice City, com itens especiais e contrabandos como recompensa.
Moda e personalização: A Loja Stock 305, em Estaleiro, abre exclusivamente para donos da Ultimate Edition com roupas e acessórios de moda urbana para Jason e Lucia. O Salão Unissex Sara’s oferece estilos especiais, incluindo barba para Jason e maquiagem e unhas para Lucia. O estúdio Electric Fang Tattoo traz mais de 50 estilos exclusivos criados pelo coletivo de artistas FAILE. Completam o pacote os Itens do Estado da Curtição, coleção inspirada em Macca, o Jacaré, personagem do popular programa televisivo do jogo.
Quem já tiver a edição Standard pode adquirir a Melhoria Ultimate Edition separadamente a qualquer momento.
Todas as compras digitais realizadas antes de 20 de novembro de 2026 — e reservas físicas enquanto houver estoque — garantem o Pacote Vintage Vice City, que inclui:
O Vapid Stanier (1995) em dois tons, clássico de Vice City para se admirar em Shore Drive, acompanhado da garagem Shore Court em Ocean Beach. No vestuário, Jason recebe um terno de linho em cores pastel vintage com corte da época; Lucia ganha minivestido vermelho de paetê e cabelo cacheado. O pacote ainda inclui uma padronagem de arma exclusiva com estampa tropical inspirada na icônica camisa de palmeiras de Tommy Vercetti.
Vale lembrar: as versões físicas de GTA VI não terão disco. A caixa conterá um código para download digital do jogo.
Quem reservar qualquer edição diretamente na PlayStation Store ou na Microsoft Store recebe ainda um mês gratuito de GTA+, disponível para resgate imediato após a reserva. O benefício inclui GTA$500.000 mensais depositados na conta do personagem no GTA Online, acesso a Pacotes de Dinheiro Tubarão com bônus de 15%, veículos gratuitos e com desconto, e acesso à Biblioteca de jogos GTA+.
A Rockstar Games confirmou: a pré-venda de Grand Theft Auto VI começa à meia-noite de 25 de junho, horário local. O lançamento está marcado para 19 de novembro, exclusivamente para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com a experiência para um jogador que a franquia promete ser a maior e mais imersiva evolução da série até hoje.
GTA VI: Ultimate Edition e o Pacote Vintage Vice City
Quem quiser ir além da edição padrão pode optar pela Grand Theft Auto VI: Ultimate Edition, que inclui uma coleção exclusiva de veículos, armas e roupas premium, todos integrados à história de Jason e Lucia, os protagonistas do jogo.
Independentemente da edição escolhida, todas as reservas e compras realizadas antes de 20 de novembro garantem o Pacote Vintage Vice City — uma coleção de itens inspirados na era em que o neon brilhava mais forte em Vice City.
Pré-carregamento disponível a partir de 12 de novembro
Quem fizer a pré-venda da versão digital poderá iniciar o pré-carregamento a partir de 12 de novembro, garantindo que o jogo esteja pronto para rodar assim que o servidor liberar na virada do dia 19.
A versão física também permitirá pré-carregamento: as caixas conterão um código para download e estarão disponíveis a partir da mesma data, 12 de novembro.
Grand Theft Auto VI chega em 19 de novembro de 2025 para PS5 e Xbox Series X|S. A pré-venda abre à meia-noite de 25 de junho. Fique por dentro quando começar em nosso Grupo de Ofertas.