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HyperX lança no Brasil seu primeiro fone intra-auricular True Wireless com dupla conexão sem fio

HyperX Cloud MIX Buds

A HyperX, equipe da HP Inc. dedicada a periféricos gamer e líder em produtos para games e eSports, acaba de lançar no mercado brasileiro o HyperX Cloud MIX Buds, um fone intra-auricular sem fio desenvolvido para jogar e se divertir em diversas plataformas. Prático e versátil, o primeiro fone True Wireless (TWS) da HyperX também atende as mais diversas necessidades de estilo de vida dos usuários a partir de duas formas de conexão sem fio: wireless 2,4GHz com baixa latência, ideal para jogos, e Bluetooth® 5.2, a opção perfeita para quem está sempre em movimento. O Cloud MIX Buds já está disponível no KaBuM! por R$ 759,99.

O Cloud MIX Buds tem autonomia de bateria de até 33 horas com uma única carga, oferece conexões velozes ideais para jogos e é compatível com diversas plataformas, tanto com adaptador USB Tipo C de 2.4GHz ou via Bluetooth para dispositivos de mídia ou smartphones. O adaptador USB-C para desktops, que vem na caixa do fone, aumenta a acessibilidade e permite que o dongle funcione como um controle remoto, dando ao usuário a possibilidade de alterar entre as conexões 2.4HGz e Bluetooth.

O Coud MIX Buds conta com drivers dinâmicos de 12mm e tecnologia DTS Headphone:X® para uma experiência imersiva nos games. Os Buds oferecem som surround 7.1 com áudio espacial 3D preciso para um som apurado de localização dentro do jogo. Os usuários ainda podem usar o software gratuito HyperX NGENUITY para personalizar ajustes de som, como a equalização, e configurar os controles touch.

“Estamos muito empolgados para entrar no mercado de True Wireless com uma tecnologia que realmente muda a gameplay, permitindo que os gamers levem seus jogos para qualquer lugar” disse Damon Johnson, diretor global de produto de áudio da HyperX. “A HyperX segue atendendo as novas necessidades dos jogadores de todas as plataformas de jogos. Por exemplo, as de dupla conexão sem fio e a de fácil alternância entre elas”.

O Cloud MIX Buds tem o reconhecido conforto dos produtos da HyperX e vem com adaptadores de orelha de silicone em três tamanhos, perfeitos para se encaixarem em ouvido de diferentes perfis de usuários. Também vem com um case para transporte e proteção dos Buds e com uma capa de silicone para guardar o adaptador USB-C de 2.4GHz.

Mais informações sobre a HyperX estão disponíveis no SITE OFICIAL.

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Resistência (The Creator) | Review

resistencia the creator
Imagem Divulgação

Há filmes que nos deixam pensativos, nos instigam a questionar a realidade, a sociedade e até mesmo nossa própria existência. Resistência (The Creator) é um desses filmes, que nos leva a uma jornada repleta de desafios, reflexões e uma busca incansável por respostas.

Dirigido por Gareth Edwards (Rogue One: Uma História Star Wars), este filme nos oferece uma narrativa repleta de altos e (alguns) baixos, efeitos visuais estonteantes e um design de produção de tirar o fôlego. No entanto, sua complexidade e algumas soluções não tão bem trabalhadas em seu roteiro, aonde Chris Weitz divide com o diretor, impedem que ele alcance a perfeição.

A Complexidade da Resistência

Resistência nos apresenta a um futuro distópico no qual a humanidade está dividida entre o “controle” de uma inteligência artificial e o imperialismo norte-americano. Literalmente, o mundo foi dividido em dois, com o ocidente mais ou menos do jeito que a gente conhece – ou conhecerá no futuro – com a Nova Ásia, onde os humanos vivem em conjunto com a Inteligência Artificial. É um enredo que nos lembra, por não-coincidência, de filmes icônicos como Rogue One e Star Wars: Uma Nova Esperança, nos quais um grupo de rebeldes tenta desafiar um império aparentemente invencível.

No entanto, Resistência mergulha ainda mais fundo nas questões de liberdade e identidade. A história segue Joshua (John David Washington), um ex-agente das forças especiais que sofre com o desaparecimento de sua esposa Maya (Gemma Chan). À medida que ele luta para conseguir respostas sobre sua amada, uma criança, Alphie (Madeleine Yuna Voyles) surge em sua jornada, mudando completamente o rumo da sua vida e de como ele vê a realidade em sua volta – e até mesmo com relação a sua própria nação.

Com relação a sua originalidade, gosto de como os temas da evolução tecnológica são tratados, fugindo do ultra-tech e cyberpunk já bem abordados em hollywood, com algo mais próximo do retrofuturismo e até mesmo da saga de George Lucas, com robôs não muito inteligentes. A tecla Tomorrow/Today é visível por todo o longa, o que dá um certo pertencimento e imersão para o filme. Os 30+ se sentirão nostálgicos ao verem ORELHÕES

Dentro disso, o escopo político tratado no longa é mais prático e próximo de nossa realidade que a de filmes como Blade Runner ou Minority Report. Um bônus: para quem busca outro filme que trata sobre IA, o último Missão Impossível dá uma outra visão bem interessante sobre o tema.

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A Parte Técnica e o Design de Produção

O aspecto técnico de Resistência merece os maiores destaques e elogios. O filme é visualmente impressionante, com cenas harmônicas de CGI em planos abertos. Da mesma forma que a direção de arte e o design de produção transportam o espectador para esse mundo distópico, a direção de Edwards dança em sincronia para sua contação de história, repleta de cores opressoras, ora excusas para economizar CGI – acredito eu – e uma sensação constante de vigilância, de alerta, principalmente pelo tom mais escuro do filme. A fotografia é habilmente usada para criar atmosferas diferentes, desde a opressão sufocante das cidades futuristas até a liberdade efervescente da paisagem de Nova Ásia.

A trilha sonora, composta por uma mescla de temas clássicos, eletrônicos e rock setentista, complementando tons diversos da narrativa, intensificando as emoções dos personagens e dos momentos chave da história. Destaco a cena com Child In Time, do Deep Purple, uma das poucas mais engraçadas do filme!

Dentro desse mundo bem construído, há também um ótimo desenho de personagens, com uma variação de vestimentas, mix de culturas e tecnologias. O time de criação dentro deste aspecto foi muito feliz em trazer algo bem orgânico à telona, sem muitas explicações, sendo bem expositivo – mesmo. Destaco Kami (Veronica Ngo), que com pouco tempo de  tela, ela se destaca com seu carisma estético.

resistencia the creator
Imagem Divulgação

Direção de Alto Nível e Atuações na Medida

O diretor de Resistência demonstra um talento notável em criar cenas visuais espetaculares e transmitir emoções profundas através da cinematografia. Sua visão artística é evidente em cada quadro do filme, e sua capacidade de contar uma história visualmente é inegável, repetindo seu feito de Rogue One.

Já na parte de atuações, Madeleine se destaca. Washington repete seu papel de brucutu instável, ora emocionalmente abatido, ora com sua força física. Agora, Ken Watanabe, interpretando uma espécie de líder, Harun, possui uma motivação notável e têm seu destaque. Afinal, qualquer filme com Watanabe, ele terá seu destaque, não é mesmo?

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Soluções Nem Sempre Bem Trabalhadas

Embora Resistência aborde questões complexas de liberdade e controle, seu roteiro pode, em certos momentos, parecer confuso e caótico. O filme introduz uma série de personagens e subtramas que, embora adicionem profundidade à narrativa, podem dificultar o acompanhamento da história. Além disso, as motivações dos personagens secundários nem sempre são claras, o que torna difícil se conectar emocionalmente com eles.

A complexidade do enredo é tanto uma bênção quanto uma maldição. Por um lado, oferece uma experiência cinematográfica única e desafiadora, mas, por outro lado, pode afastar espectadores que buscam uma narrativa mais simples e direta. Não se engane, apesar do roteiro ser bem fechadinho, com começo e fim certeiro, há cenas desconexas, não tão bem costuradas com o Todo; o que dá a entender um problema de Montagem – talvez encurtar o filme para 2h15? 

Outro desafio de Resistência é a resolução de suas questões. Embora o filme levante questões profundas sobre controle e revolta, as soluções encontradas nem sempre são tão satisfatórias quanto as perguntas apresentadas. Algumas reviravoltas podem parecer forçadas e não totalmente desenvolvidas, deixando o espectador com um gosto agridoce após o desfecho.

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Conclusão, Clichês e Referências

Resistência (The Creator) é um filme que merece ser visto por sua ousadia e sua capacidade de nos fazer refletir sobre temas profundos. Sua parte técnica, incluindo design de produção e direção, é de alta qualidade e oferece uma experiência visual deslumbrante. No entanto, algumas soluções menos trabalhadas podem deixar alguns espectadores perplexos.

Não posso deixar de citar referências à saga Star Wars Episódio IV e sua incursão a Estrela da Morte, que no filme se trabalha com uma nave de destruição em massa chamada Nomad. E claro, com o clássico O Rapto do Menino Dourado, que não se prende apenas ao personagem principal e a criança, mas também com aspectos da mecânica da trama que não posso me adentrar por conta de spoilers.

Enfatizo que não há nenhum problema na utilização de referências, já que Resistência ainda é bem original. Com seus clichês bem utilizados, no fim, dá um gosto de nostalgia e homenagem, não de reaproveitamento. Ponto positivo para Edwards e seu time de produção.

Dito isso, é um filme que vale a pena assistir. uma jornada cinematográfica que, apesar de seus desafios, deixa uma impressão duradoura e nos lembra da importância de resistir à opressão, mesmo quando a liberdade está em jogo.

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Final Fantasy XVI | Review

Final Fantasy XVI
Imagem Divulgação

O objetivo da equipe de desenvolvimento de Final Fantasy XVI era claro: criar um jogo que fosse grandioso e acessível aos jogadores mais maduros e não familiarizados com a franquia. Dito isso, o roteirista Kazutoyo Maehiro não teve medo de abraçar essa identidade.

Assim, Final Fantasy XVI quebra barreiras ao apresentar tópicos sociais e orientação sexual de forma orgânica. Além de muita brutalidade como nenhum outro título da franquia.

Este é um jogo ambicioso e maduro que jogadores de todos os níveis de experiência podem apreciar. Ainda, quebra barreiras apresentando uma história e um mundo envolventes.

Final Fantasy XVI Enredo

No continente de Valisthea os Eikons, espíritos poderosos os Dominantes convocam, dominam as nações. Nesse contexto, Clive Rosfield é o filho primogênito do arquiduque de Rosaria, uma das nações de Valisthea. Ele treinou desde a infância para se tornar um Cavaleiro Dominante, mas seu irmão mais novo, Joshua, é quem se manifesta como o Dominante de Fênix.

Então, Clive é forçado a abandonar seu sonho de se tornar um Cavaleiro Dominante se torna o escudo de Joshua. No entanto, sua vida muda para sempre quando Ifrit, um Eikon das trevas, ataca Rosaria.

A jornada de Clive começa com uma batalha épica entre dois Eikons de fogo, Fênix e Ifrit. Clive é um espectador impotente enquanto seu irmão, o Dominante de Fênix, é morto por Ifrit. Esse evento traumático transforma Clive em um homem consumido pela vingança.

Linha do tempo

A história de Clive acontece em dois tempos. O presente, em que Clive está em seus vinte e oito anos, e o passado, quando ele tem dezesseis e é um jovem aprendiz de cavaleiro.

Sendo assim, os flashbacks do passado são jogáveis e revelam eventos cruciais que moldaram o protagonista e o seu mundo. O primeiro salto temporal é bem estruturado e ajuda o jogador a entender o contexto da história.

No entanto, o segundo salto tempora é mais brusco e não preenche todas as lacunas da trama. Isso pode deixar alguns jogadores confusos, especialmente aqueles que adoram a história de Valisthea.

Apesar disso, o segundo salto temporal não afeta negativamente a construção da história. Ele apenas adiciona um elemento de mistério e suspense que mantém o jogador interessado.

Pontos fortes

Final Fantasy XVI é uma história de vingança, redenção e esperança. Uma jornada épica que leva Clive por todo o continente de Valisthea, onde ele deve enfrentar seus próprios demônios e salvar o mundo.

Desde o início do game, Final Fantasy XVI nos mostra que veio para trazer uma experiência sonora orquestral verdadeiramente incrível. Inclsuive, isso é, sem sombra de dúvidas, um dos pontos mais deslumbrantes do jogo. Composições que nos guiam através dessa jornada em que cada nota parece capturar a essência da narrativa e mergulhar o jogador.

Além disso, não é só a música. Também, não podemos deixar de citar o espetáculo gráfico que o jogo traz. Acho que principalmente as batalhas são um show à parte, assim como, é é claro, as cerca de 11 horas de cenas de animação que abraçam o enredo te deixando cada vez mais submerso na história.

Pontos fracos

Enquanto a história principal é tudo isso, as missões secundárias são chatas, curtas e repetitivas. Eu fiz algumas e logo vi que eram basicamente todas iguais e parei.

Por mais que a gente saiba que essas missões são para ajudar o personagem a subir de níveis, não dá um pingo de vontade de realizar as quase 100 missões secundárias — número que foi confirmado em entrevista pelo diretor criativo Kazutoyo Maehiro. Então, só digo boa sorte para quem for se aventurar em platinar o jogo.

Uma outra coisa que eu achei bem tosca foi o mapa. Confuso, com poucos pontos de fast-travel, pequeno e bem entediante. Yoshida, o produtor de Final Fantasy XVI, já havia dito que o jogo não seria de mundo aberto e, conforme vamos descobrindo as regiões, liberamos os obeliscos de viagem-rápida.

Nesse caso, o jogo foi dividido em diversas regiões, cada uma com seu próprio mapa semiaberto. Além disso, o jogador pode revisitar as regiões através do mapa-múndi, em momentos determinados pelo decorrer da história principal. Só aí que podemos explorar os locais do jogo como bem entender.

De qualquer forma, a possibilidade de revisitar as regiões também é um ponto positivo. Isso permite que o jogador explore os locais do jogo com calma e sem se preocupar em perder nada.

Conclusão

A história de Final Fantasy XVI é cheia de reviravoltas emocionantes e é pra você que procura uma experiência que vai além da diversão. Portanto, prepare-se para ser envolvido em um mundo onde a música e a arte gráfica se unem para criar um jogo maravilhoso.

E eu preciso fazer um adendo aqui, para exaltar a música-tema, composta pelo artista japonês Kenshi Yonezu, intitulada “Tsuki Wo Miteita – Moongazing”, que virou uma das minhas favoritas do momento, por ser simplesmente maravilhosa! Confira:

*ATENÇÃO ESTE CLIPE CONTÉM SPOILERS DE FINAL FANTASY XVI*

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Jackson Wang se junta ao grupo de moda Business of Fashion

jackson wang business of fashion
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O cantor, dançarino, empresário e modelo chinês Jackson Wang agora integra a “classe dos 500 de 2023” da renomada plataforma de moda global Business of Fashion. Isto significa que ele foi reconhecido como uma das 500 pessoas mais influentes do mundo no ramo da moda, que, segundo a própria comunidade, “moldam a indústria hoje e no futuro”.

No artigo publicado pela Bof em seu site oficial, é explicado um pouco de como é feito o processo para adicionar novos nomes ao seu catálogo de prestígio.

Confira um trecho:

“Prezada comunidade BoF,

 

Hoje, The Business of Fashion tem o prazer de revelar a The BoF 500 Class of 2023, nossas mais recentes adições ao índice definitivo das pessoas que moldam a indústria da moda global de hoje e de amanhã.

 

Nos últimos meses, conduzimos uma extensa pesquisa – examinando centenas de nomeações de membros existentes do BoF 500, da nossa equipe editorial e de outras fontes importantes em todo o mundo – a fim de selecionar 100 novas adições a esta influente comunidade global com base em fatores-chave. incluindo liderança, criatividade, inovação e impacto.”

No site também é possível ver a biografia de cada personalidade da 500 Class de 2023, que inclui celebridades como Doja CatKarol GEmily Ratajkowski, Margot RobbiePharrell Williams, entre outras mais. Na parte de Wang é dado um destaque para suas colaborações com grifes famosas ao longo de sua carreira, como as parcerias com as marcas Cartier, Armani BeautyRayban e recentemente com a Louis Vuitton, da qual ele foi eleito embaixador neste ano.

Outro ponto destacado foi o fato dele possuir uma marca de roupas em seu nome, a Team Wang Design, da qual é fundador, proprietário e diretor criativo desde 2017.

Este é um grande feito para o artista de apenas 29 anos, que demonstra constantemente em seus trabalhos o grande apreço pelo mundo fashion.

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Taemin e Key, do SHINee, se desculpam por piada colorista

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Recentemente, Taemin Key, membros do boy group SHINee, estiveram envolvidos em uma polêmica nada legal. Os dois fizeram comentários coloristas a respeito do tom de pele do parceiro de banda, Minho. Entenda como tudo ocorreu.

SHINee postou em sua conta oficial no (Twitter) o link de uma entrevista dos três membros no Youtube, onde eles estavam deitados em uma cama batendo papo entre si. Em determinado momento, Minho, que é praticante de esportes, convidou os amigos para jogar golfe com ele um dia, e Taemin aproveitou a deixa para comentar que achava que o colega deveria passar mais protetor solar quando fosse jogar, pois já estava ficando “bronzeado demais”, e alegou, entre risadas, que só conseguia enxergar seus dentes e o branco de seus olhos. Para completar, Key perguntou ao rapaz “porque você se bronzeia tanto?”, e disse que se apagassem as luzes, não o enxergariam mais, e em seguida ficou fingindo que o procurava pela cama, como se não o visse, repetindo “onde está o Minho?”. Ele não os repreendeu, mas era notável seu desconforto enquanto ambos continuavam rindo.

Fãs do mundo inteiro imediatamente começaram a responder o post repreendendo as falas dos integrantes, as quais foram consideradas racistas e insensíveis com os Shawols (fandom oficial) internacionais de diferentes etnias, e pediram uma retratação por parte deles. A SM Entertainment, empresa responsável pelo grupo, e a PRISM, produtora central, parecem ter visto os comentários e retiraram o trecho ofensivo do vídeo, deixando o resto do conteúdo no ar.

Toda a mobilização para chamar a atenção dos artistas por meio das redes sociais deu certo. Hoje (28 de setembro), os dois, e até mesmo a PRISM, publicaram seus respectivos pedidos de desculpas nos stories do Instagram oficial do grupo. Key também postou em seu perfil pessoal.

Confira o pronunciamento de cada um:

“Aqui é o Taemin do SHINee.

 

Minhas sinceras desculpas por qualquer desconforto e dor causadas pelos meus comentários inadequados no conteúdo recente.

Graças aos fãs, eu entendo perfeitamente por que os comentários que eu fiz foram desrespeitosos, e eu me esforçarei para ser mais cuidadoso com o meu comportamento e palavras no futuro.”

“Aqui é o Key do SHINee.

 

Eu peço profundas desculpas pelas minhas falas insensíveis no conteúdo recente.

 

Eu passei por um longo período refletindo no feedback de fãs que se decepcionaram com meu comentário.

 

Eu serei mais cuidadoso para garantir que minhas palavras e ações sejam mais atenciosas no futuro.

 

Peço sinceras desculpas.”

“Olá, aqui é a PRISM, produtora central do SHINee.

Pedimos sinceras desculpas a todos que se sentiram decepcionados e magoados pelo conteúdo que recentemente foi postado no canal do SHINee.

 

Comentários inadequados que não foram mal intencionados foram incluídos na conversa entre os membros.

Assim que nós tivemos conhecimento do problema, removemos imediatamente o trecho.

Nós levamos o feedback dos fãs a sério e agora conseguimos entender o quão desrespeitosos aqueles comentários foram.

Ambos, Key e Taemin, estão profundamente arrependidos pelo seu comportamento e refletindo para fazer melhor no futuro.

Seguindo em frente, seremos mais cuidadosos e atentos para evitar recorrência.

Mais uma vez, pedimos sinceras desculpas pelas nossas ações.”

Taemin também chegou a se pronunciar pelo aplicativo Bubble, por onde costuma se comunicar diretamente com os fãs. Veja o que ele disse lá:

“Eu só quero compartilhar boas notícias com você.. Me desculpe por hoje.

 

Eu ainda tenho muito o que aprender… Mas continuarei tentando o meu melhor para ser uma boa influência. Eu quero fazer todo mundo feliz.

 

Vocês sabem, eu… Eu sou grato por as minhas palavaras poderem trazer alegria para alguém. Mas, por outro lado, alguém pode se ferir com as minhas palavras ou com a pessoa que eu sou, mas eu quero me tornar mais maduro nas as minhas falas e ações”.

Admiradores ao redor do mundo estão parabenizando a atitude dos ídolos em reconhecer o erro publicamente, algo que não costuma acontecer com frequência na indústria do K-Pop, e espera-se que o exemplo se perpetue caso aconteçam situações de mesmo cunho com idols futuramente.

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Netflix confirma nova temporada de Alice in Borderland

alice in borderland
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Ainda sem data definida para a estreia, a terceira temporada de Alice in Borderland foi oficialmente anunciada pela Netflix.

Nesta semana, a rede de streaming postou em sua conta oficial no X (Twitter) uma foto misteriosa, mas bem sugestiva, de cartas de baralho.

Os fãs imediatamente começaram a ligar os pontos e entenderam que se tratava de uma pista sobre a série. Um usuário conseguiu desvendar o mistério, mostrando que dentre as letras que formavam os nomes dos nipes das cartas na ordem em que elas estavam distribuídas, era possível ler as palavras “Alice Three” (Alice três), veja AQUI.

Agora, o público recebeu a tão aguardada confirmação, que veio também através de um teaser no (Twitter).

Confira:

Alice in Borderland é uma adaptação japonesa do mangá de mesmo nome, do autor e ilustrador Haro Aso. Estrelada por Kento Yamazaki Tao Tsuchiya e dirigiga por Shinzuke Sato, conta a história de jovens que ficam presos em uma versão apocalíptica da cidade de Tóquio, se vendo obrigados a participar de jogos sádicos para sobreviver, onde o nível de periculosidade é definido, justamente, por cartas de baralho.

Inclusive, no Japão aconteceram outras ações promocionais antes do anúncio oficial, como, por exemplo, cartas sendo espalhadas pelas estações de metrô, fazendo uma referência aos desafios que os personagens enfrentam na série.

A segunda temporada estreou em dezembro do ano passado. Quem quiser assistir as duas primeiras temporadas, pode encontrá-las na Netflix Brasil e internacional.

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As Memórias de Marnie | Review

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As Memórias de Marnie é um filme de animação produzido pelo Studio Ghibli, escrito e dirigido por Hiromasa Yonebayashi e lançado no Brasil em 2015.

Recebeu indicação ao Oscar em 2016 na categoria de melhor animação e, mesmo que não tenha levado a premiação, segue muito bem avaliada por quem já assistiu.

O filme conta a história de Anna Sassaki (Sara Takatsuki), uma adolescente de 12 anos que vive em Sapporo. Uma menina tímida que enfrenta diversas questões pessoais e um problema de asma que, não tarda, será um fator decisivo para que a levasse até Kushiro, cidade onde vive alguns de seus familiares.

Anna, vive uma vida confusa e cheia de questionamentos que a levam para um lugar de incertezas e busca incessante por respostas sobre seu passado. Além disso, por ter uma doença crônica, precisa de mais atenção.

As férias de verão que mudou a vida de Anna Sassaki

Certo dia, num episódio desconfortável em seu colégio, a protagonista precisou ser socorrida por causa de uma crise de asma. Ela foi levada imediatamente para casa e foi atendida às pressas pelo médico da família.

Com as férias escolares próximas, o doutor recomenda à responsável da menina que ela passe uns dias em lugar com ar limpo, pois, segundo ele, trará ótimos benefícios à Sassaki.

Assim, ela se dirige até a cidade de Kushiro, é recebida pelos tios Oiwa, que cuidaram gentilmente da nova hóspede nas férias de verão.

A casa é uma propriedade grande, acolhedora e transmite muita paz, em um local cheio de árvores e um lago a ser apreciado. Característica das animações produzidas pelo Studio Ghibli, onde a fotografia traz conforto, afetividade e muita serenidade.

A trama se mantém interessante, instigante e induz quem está assistindo a utilizar da imaginação junto à personagem principal sobre diálogos e o desenho de um casarão que ela carrega a sete chaves.

Carregado de mistérios e questionamentos ainda sem respostas, não é possível chegar à uma conclusão sobre o que pode se esperar daquele lugar nos primeiros dias da garota naquela cidade.

Anna chega apática e sem muitas expectativas sobre a cidade em que passaria as férias. Mas, atende o aguço do seu lado curioso e decide explorar a região.

Logo se depara com a Casa do Pântano, o que a deixa intrigada por parecer já ter visto aquele casarão em outro momento.

Assim, algumas coisas começam a fazer sentido e, o que parecia confuso, começa a endossar o enredo do que levaria a menina até ali.

Percebe-se que Anna tem uma ligação com a cidade para além daquela visita aos tios, dessa forma, o filme prende quem está assistindo em continuar entender que rumo a narrativa tomará.

Não contente em apenas ver o casarão, a garota decide ir até lá e conhecer de perto a projeção de casa presente em seus sonhos e desenhos.

Destemida, ela está certa de que ali não há fantasmas ou, muito menos, parece abandonada.

Curiosamente, ela enxerga pela janela da casa uma jovem muito bonita, com cabelos longos e loiros, sendo penteada por uma senhora que não mostra o rosto. Mas, por que somente Anna consegue enxergar alguém ali dentro?

Mais tarde, ela descobrirá que se trata de Marnie (Kasumi Arimura), a moradora da casa do pântano. A mesma moça presente nos sonhos da adolescente.

A amizade entre as duas se fortalece, ambas se sentem muito confortável na presença uma da outra. 

É possível notar que há uma ligação para além de uma amizade, entretanto, não há como definir ainda o que seria. 

Marnie demonstra uma preocupação carregada de afeto por Anna. Nisso, o autor, utilizou de uma perspicácia genial, pois dá vazão para imaginar diversos desfechos e, sobretudo, desperta uma ânsia em desvendar o que está por vir.

Ao mesmo tempo que Marnie está “presente” somente à Sassaki, é como se ela existisse no mundo real também, o que torna a personagem muito crível à quem assiste.

Tudo acontece como um sonho para a adolescente, sem muitas respostas sobre quem é, de fato, a nova amiga do casarão.

Interessada pela história da mocinha, Marnie a questiona sobre sua vida, lançando que ali manteriam como um segredo precioso entre as duas tudo que fosse revelado.

A relação entre as personagens se solidifica com o passar da trama, e tudo vai se encaixando como um quebra cabeça.

E a cada aparição de um novo personagem, como a de Hisako (Hitomi Kuroki), pintora e amiga por muitos anos de Marnie que, mais tarde, seria descoberto por Anna, torna o enredo cada vez mais entendível.

Ao ouvir a história que a pintora contara sobre a amiga, a garota pode se ver em diversas partes do que ouviu, encaixando-a como se aquele relato fizesse parte do que já tinha ouvido sobre si também.

A ida até Kushiro foi muito importante para que a menina pudesse ter conhecimento sobre seus ancestrais, sua história e toda ligação que possui com aquela cidade.

Yoriko (Nanako Matsushima), tia e responsável pela criação da adolescente, chega até a cidade e decide abrir o jogo com a menina sobre seu passado.

Finalmente, Anna Sassaki terminaria suas férias sabendo que, Marnie, era então, sua avó e, por isso, tiveram essa ligação forte ali.

Hiromasa Yonebayashi preparou um roteiro daqueles que te prende, tensiona, mas, encanta também com uma narrativa cheia de descobertas junto aos personagens.

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Panini anuncia relançamento de Pluto, Box de Wotakoi e a obra Gachiakuta para dezembro

panini lançamentos
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A Panini revelou diversos anúncios especiais em sua live mensal, no canal do YouTube da editora. As obras são lançamentos de dezembro e estarão disponíveis nas bancas e livrarias do país.

Novidades

Pluto

Assim, o anúncio do relançamento de Pluto, do mangaká Naoki Urasawa, animou os leitores e consumidores que estavam presente na live. A clássica história de um mundo onde humanos e robôs coexistem chegará novamente ao mercado em 08 volumes completos. A publicação será mensal, com sobrecapas exclusivas para cada volume.

Gachiakuta

O mangá Gachiakuta, de Kei Urana, também foi um dos lançamentos revelados pela Panini. A obra que tem 7 volumes em andamento, até o momento, e terá periodicidade bimestral. Ela conta a história de um garoto que vive na periferia de sua vila e acaba sendo falsamente acusado de ter assassinado seu próprio pai.

Após ser arremessado no fosso, o garoto jura vingança e descobre que seu destino ainda terá muito mais reviravoltas do que ele imagina. O título acompanha um marca páginas especial e o postal do calendário de 2024.

Wotakoi – O Amor é Difícil para Otakus

Outra novidade anunciada é o Box da publicação Wotakoi – O Amor é Difícil para Otakus, da autora Fujita. O box do mangá, que ganhou adaptação para anime em 2018, poderá ser adquirido com os 11 volumes completos e acompanhará também um card com 2 bottons exclusivos da série.

O romance entre os protagonistas Narumi e Hirotaka começa como um plano após os dois descobrirem que tem hobbys distintos e decidirem se juntar: ela por suas hitórias yaoi e ele com seu vício em video games. Obcecados por seus interesses pessoais, a história se desenrola com os personagens tentando manter um relacionamento.

Outros títulos

Entre os títulos mencionados na live, também está Ayashimon, de Yuji Kaku, que sairá completo em 3 volumes em dezembro e terá uma slipcase especial para as edições.

Além disso, o mangá Duranki, de Kentaro Miura com arte de Studio Gaga, chegará em volume único, com postal e marca páginas.

E o destaque Kororo No Program, de Hinata Nakamura, que terá a periodicidade bimestral, acompanhado também um marca páginas e um brinde especial: imã personalizado para compra no site e Panini Point.

E, fechando os anúncios, estará disponível em dezembro a publicação Pokémon Platinum, com volumes completos e também brinde na compra das duas edições no site da Panini. O arco contará a história de Lady Platinum Berlitz em sua jornada na Battle Frontier e promete animar os fãs de pokemon no Brasil.

E também a edição especial de Ataque dos Titãs 2 em 1, que será exclusiva da loja Panini e contará com uma caixa especial personalizada e numerada, 2 postais exclusivos, uma flâmula de 40 x 70 cm em tecido e autógrafo dos dubladores da animação.

Para mais informações sobre os títulos, confira os canais oficias da Panini.

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