Dakota Johnson traz um recado diretamente do futuro para os brasileiros: a protagonista de Madame Teia, filme que estreia nos cinemas em 14 de fevereiro, vem ao Brasil em fevereiro junto com a diretora S. J. Clarkson para divulgar o longa-metragem.
Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel.
O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.
Ficha Técnica
Direção: S.J. Clarkson
Roteiro: Claire Parker & S.J. Clarkson
Argumento: Kerem Sanga e Matt Sazama & Burk Sharpless
O filme As Bestas, dirigido por Rodrigo Sorogoyen, inicia-se de maneira sutil e, ao mesmo tempo, intensa. Apresentando um grupo de homens subjugando um cavalo — uma bela forma de prenunciar o que vem por aí.
Enredo de As Bestas
Dois imigrantes franceses, Antoine (Denis Ménochet) e Olga (Marina Foïs) vivem em uma pequena comunidade espanhola. Eles tentam revitalizar o local para, quem sabe assim, evitar que as pessoas saiam e atrair moradores novos.
Quem dera fosse tão simples assim… os irmãos Xan (Luis Zahera) e Loren (Diego Anido) não veem a vida e as tentativas do casal com a mesma ótica que é apresentado ao público.
Essa dicotomia apresentada pelo roteiro de Isabel Peña e Rodrigo Sorogoyen é o fio condutor que leva a história adiante e a transforma em um thriller que, em certos momentos, flerta com o terror.
As escorregadias ruas de pedra que são as relações humanas
Para o casal, navegar entre as diversas relações humanas do vilarejo é difícil, assim como caminhar sob ruas de pedra após um dia de chuva.
Peña e Sorogoyen aplicam uma camada histórica, indo tão fundo ao ponto de citar Napoleão e a invasão à Espanha. Existe um latente preconceito por parte dos espanhóis que enraivece quem assiste, mas ao mesmo tempo levanta a dúvida: por quê?
O filme leva os irmãos a um fundo do poço moral através de atitudes desprezíveis. Arruinar a plantação do casal, assustá-los durante a madrugada, urinar em cadeiras de descanso e ameaçá-los em uma estrada escura são algumas delas.
Após todas essas atitudes, o filme desvenda a dúvida do porquê eles fazem isso. Os irmãos, e possivelmente outras pessoas do vilarejo, odeiam o casal pois eles prejudicaram a oportunidade de todos dali mudarem de vida.
Uma empresa éolica ofereceu uma bolada para cada pessoa vender seu terreno e sair da região e, durante uma conversa de bar, os Xan e Loren contam tudo isso e como Antoine e Olga arruinaram a esperança deles.
O intenso diálogo não serve como redenção aos irmãos, não. Apenas mostra o outro lado e o porquê dessa relação chegar a ponto de erupção.
A masculinidade é fundamental para o filme As Bestas
A violência física — ou a capacidade de — é mais associada ao homem do que as mulheres. O filme evidencia isso a medida que os atos se tornam mais violentos, além de as tentativas de Antoine defender a si e a sua esposa se tornarem mais extremas.
O filme também mostra isso através da imagem do homem viril, como uma besta. Músculos, pelos e outras características mais associadades ao sexo masculino contribuem para o enredo.
Quem realmente são as bestas?
Por fim, o filme descende até o ápice da violência e os irmãos acabam matando Antoine e escondendo seu corpo. O que não surpreende, dado o grau dos atos até então, mas funciona.
Nesse momento, o filme passa a focar no feminino, que ficava em segundo plano. A construção do enredo perde gradativamente a violência e entra em uma espécie de calmaria — de racionalidade.
Nem tudo pode ser resolvido com violência.
Olga segue em busca da verdade, por conta própria já que a polícia não ajuda em nada. Eventualmente a verdade vem a tona mas, antes disso, uma conversa com a mãe dos irmãos, expõe que a violência masculina acaba prejudicando outros ao redor.
A esposa sem o marido, a mãe sem os filhos.
Veredito
Imagem Divulgação
As Bestas vai fundo na violenta natureza humana. Sua lenta construção dá espaço para os personagens mostrarem o quão fundo podemos afundar. É violento, angustiante e, ao mesmo tempo, belo.
Talvez o fim do filme se torne deveras arrastado, o que pode cansar grande parte dos espectadores, mas de forma alguma tira os méritos da obra que encantou o Goya.
Blue Spring é um mangá de Taiyou Matsumoto, originalmente serializada de 1993 a 1996 na revista Weekly Young Magazine. Posteriormente, ela ganhou um volume único. Famoso por seu estilo artístico distintivo e narrativa única, Blue Spring oferece uma visão visceral e crua da adolescência, abordando temas como alienação, violência e desespero.
Blue Spring é uma coleção de contos que foca na vida de um pequeno grupo de estudantes desajustados do ensino médio. Embora a primavera geralmente conote o florescimento de uma nova vida e uma época de carinho e antecipação, a primavera para esses personagens é “azul”. Assim, eles mal podem esperar que as aulas terminem e o verão chegue.
Suas vidas são equilibradas no fio de uma faca enquanto eles flertam com o crime e com suas próprias mortes na forma de um jogo mortal no telhado.
Cada personagem tem uma história diferente para contar e a rebeldia, o questionamento e a frustração desses jovens são palpáveis.
Blue Spring mergulha profundamente nos desafios enfrentados pelos adolescentes, destacando questões como a busca de identidade, a luta contra a alienação e a confrontação com a violência. Cada capítulo oferece uma perspectiva única sobre a experiência juvenil, tornando a obra um retrato autêntico e por vezes desconcertantes da adolescência.
Desde o seu lançamento, Blue Spring recebeu aclamação crítica por sua abordagem corajosa e intransigente dos temas adolescentes. A obra influenciou outros criadores e contribuiu para a reputação de Taiyou Matsumoto como um dos mangakás mais inovadores e provocativos da sua geração.
Para os leitores que buscam uma exploração profunda e sincera dos desafios da adolescência, Blue Spring é uma leitura que proporciona uma experiência única e impactante, repleta do talento distintivo de Taiyou Matsumoto.
O estúdio de jogos norueguês AnankiGameStudio anunciou novidades para seu próximo jogo que traz a essencia nórdica da empresa. Assim, The Fate ofBaldr, traz a essência escandinava por volta da era viking (790-1100) e seus deuses farão parte do desafio.
Primeiro, Brokkr e Eitri são conhecidos por forjar o martelo de Thor, Mjølnir, mas também criaram a lança de Odin, Gungnir, uma arma mágica impecável que sempre atingiria o alvo. Assim, em The Fate of Baldr, Brokkr e Eitri são gêmeos unidos empunhando um poderoso martelo de forja. Eles aparecem como um chefe na desolada e suja terra conhecida como Svartalvheim.
Agora, temos Freya, a voluptuosa deusa do amor e da guerra. Seu colar mágico, Brisingamen, forjado por quatro anões e presenteado a ela após passar uma noite com cada um deles. Em The Fate of Baldr, Freya aparece como uma majestosa chefe arqueira nas selvas mágicas de Alvheim.
Hel, a horrível rainha da morte, filha de Loki e irmã de Fenrir e Jormungandr. Ela é a temida governante de Helheim, para onde são enviados aqueles que morrem de doença e velhice. No jogo, Hel é uma chefe necromante sombria que aparece em Helheim. Há rumores que ela é a guardiã da alma de Baldr desde a sua morte.
Confira a página da Steamaqui e fique atento aos monstros nesse Defesa de Torre temático!
Se você está curioso como será a jogatina de Jujutsu Kaisen CursedClash, a BandaiNamco organizou um vídeo novo com o elenco de dublagem americano. Então, prepare seus feitiços e o Sucopara reabastecer as energias e confira o trailer:
Em Jujutsu Kaisen Cursed Clash, os jogadores formarão equipes de dois personagens para lutar em batalhas emocionantes e intensas. O objetivo é defender a humanidade na Tóquio moderna contra as Maldições pela AcademiaJujutsu.
Então, escolha seu parceiro e crie combinações únicas que complementam seu estilo de jogo e mostrem as diferentes técnicas amaldiçoadas que cada personagem possui.
Além disso, ao desencadear movimentos dinâmicos, uma ampla gama de poderosos ataques de equipe e combos mortais, a Energia Amaldiçoada começa a fluir durante o confronto. No jogo, a mudança de combinações de personagens cria sinergias exclusivas e dinâmicas de poder que desbloqueiam ataques mais fortes à medida que progridem.
Os cenários podem sofrer alterações e desmoronar com o poder das Técnicas Amaldiçoadas e Expansões de Domínio., Então, saiba como mudar as estratégias necessárias para sair vitorioso.
O cantor pop japonês Watashi Kobayashi lançou seu novo single digital, ‘Sora ni Shimeyuu’, no dia 14 de janeiro. Sendo assim, a canção é o segundo tema de encerramento do anime Ragna Crimson.
Então, com um som rápido, a letra retrata uma mudança de sentimentos à medida que eles olham para o futuro gradualmente, apesar de vários conflitos. O videoclipe foi dirigido por Atsunori Toshi, assim como o clipe de ‘Rinkaku’, que foi tema de encerramento da primeira parte do anime.
Ainda, o videoclipe contém legendas em vários idiomas como inglês, chinês, coreano e espanhol, então ative as legendas e as letras serão exibidas!
Ouça ‘Sora ni Shimeyuu’ nas plataformas de música!
SOBRE WATASHI KOBAYASHI
Watashi Kobayashi – Perfil
Cantor e compositor nascido em 1999. Começou sua carreira musical ainda na universidade e chamava a atenção com seus vídeos de performance em seu quarto.
Combinado com seu bate-papo exclusivo no YouTube, ele ganhou popularidade e atualmente tem mais de 160.000 inscritos em seu canal.
Em 2023, lançou o álbum ‘Shoukei ni Tatsu’ pelo selo HEROIC LINE da King Record.
Um dos filmes importantes do XXI, o coreano OLDBOY terá a sua versão restaurada e remasterizada disponibilizada para consumo doméstico a partir desta quinta-feira, 25 de janeiro.
O lançamento é uma exclusividade Claro TV+, com aluguel ao preço de R$ 9,90. A nova versão foi supervisionada pelo seu diretor Park Chan-wook, que acompanhou todo o trabalho feito a partir do negativo original em 35mm.
Em São Paulo, OLDBOY também pode ser assistido na tela grande, no Reag Belas Artes, onde está em cartaz há mais de quatro meses. Distribuído pela Pandora Filmes, o filme segue em exibição diária – entre 25 e 31 de janeiro, sempre às 16h50.
O filme, que comerciou sua trajetória no Festival de Cannes de 2004, já foi lançado em diversos países em sua versão restaurada, que ficou entre os 10 mais vistos no EUA, na reestreia, fazendo uma média de público por sessão que perdeu apenas para “Barbie”.
Com júri presidido por Quentin Tarantino, que se tornou um grande fã de OLDBOY, Cannes concedeu-lhe o Grande Prêmio do Júri, e, além desse, também foi premiado em Hong Kong, Coreia, Inglaterra, Itália e no português Fantasporto, entre outros. Na Coreia do Sul, foi o filme mais visto no ano de seu lançamento original, em 2003.
Na época do lançamento do filme nos EUA, em 2005, Park disse ao Seattle Times, que Tarantino o procurou pessoalmente para conversar sobre o longa.
Ele era capaz de descrever cada cena do filme. Ele lembrava de todos os detalhes sobre enquadramento e montagem, que até eu mesmo havia esquecido. Ele estava tão empolgado que parecia estar falando de um filme que nem era meu. Ele me fez querer rever meu filme
Protagonizado por Choi Min-sik, no papel de Oh Dae-su, o filme acompanha um homem que foi misteriosamente encarcerado por 15 anos. Logo descobre que sua mulher foi assassinada, e ele é o principal suspeito. Quando é, finalmente, libertado, Dae-su tem cinco dias para descobrir seu raptor, e descobrir o que aconteceu de verdade, e realizar sua vingança.
Adaptado de um mangá de Garon Tsuchiya e Nobuaki Minegishi, Park disse numa entrevista de 2022 à Entertainment Weekly que OLDBOY é seu filme favorito de sua própria filmografia.
O cineasta na entrevista ao Seattle Times:
Obviamente, tudo é exagerado em OLDBOY, porque é uma fábula, mas o que realmente me interessa é como as pessoas hoje lidam com a consciência pesada. Meus personagens não são maus, eles são basicamente pessoas boas que se veem incapazes de viver com suas emoções mais sombrias e sofrem uma tragédia como resultado
Park, cuja carreira começou em 1992, já era um cineasta sul-coreano de certo prestígio, mas pouco conhecido fora de seu país quando OLDBOY estourou no mundo todo, depois de Cannes.
Desde então, o diretor já fez diversos filmes e séries como “Sede de Sangue”, “Segredos de Sangue”, “Decisão de Partir” e a minissérie “The Little Drummer Girl”, além de conquistar dezenas de prêmios pelo mundo, como o BAFTA, por “A Criada”; em Cannes ele ganhou o prêmio de Melhor Diretor por “Decisão de Partir” mais o Prêmio do Júri por “Sede de Sangue”; e o prêmio Alfred Bauer de Contribuição Artística, no Festival de Berlim, por “Eu Sou um Cyborg, e Daí?”.
Seu estilo é marcado por uma beleza estética muito forte, mas também pela violência brutal – especialmente em filmes como OLDBOY, “Lady Vingança” e “Mister Vingança”, que juntos compõem o que o diretor chama de sua Trilogia da Vingança. Quando perguntado sobre isso, o cineasta respondeu:
Acho que é mais fácil ser muito individual porque cada pessoa vem de origens diferentes, e as influências que afetam uma pessoa serão diferentes da próxima. Portanto, você não pode deixar de ser diferente e individual, mas é tudo uma questão de ser honesto consigo mesmo e, se você for capaz de fazer isso, a individualidade aparecerá naturalmente. Mas você pode se perguntar, então, ‘por que existem tantos filmes por aí que você não consegue distinguir, não consegue ver nenhum traço de individualidade?’ Minha resposta para isso seria simplesmente, os cineastas não estavam sendo honestos com eles mesmos.
Com aprovação de 83%, no Rotten Tomatoes, o longa tem colecionado críticas entusiasmadas e apaixonadas desde sua estreia em Cannes. “Um passeio selvagem e intensamente cinematográfico sobre o desejo ardente de dois homens de se vingar”, escreveu Derek Elley, na Variety.
“Quando o filme for assimilado por Hollywood, poderá se tornar tão influente quanto os filmes de John Woo”, disse Glenn Kenny, na revista Première. “OLDBOYevoca imagens de pesadelo de isolamento espiritual e físico, que são dignas de Samuel Beckett ou Dostoiévski”, apontou Joe Morgenstern, no Wall Street Journal.
A nova cópia de OLDBOY já foi lançada nos EUA, Itália, Hong Kong, Singapura, Portugal, Rússia, Indonésia, Japão, Canadá, Austrália e Romênia e em breve chegará a países como Alemanha, França e África do Sul.
O girlgroup japonês Wasuta será uma das atrações do evento Anime Friends 2024. Sendo assim, o grupo deverá se apresentar na sexta-feira, 19 de julho, no palco principal.
Wasuta – Anime Friends 2024
Então, Wasuta é bastante influente dentro do universo musical do Japão. O grupo estreeou em 2015 e até então soma 4 álbuns e 4 mini álbuns, além de diversos singles e uma turnê nacional em todas as capitais do Japão.
Ainda, o grupo é responsável por ‘Saijoukyuu Paradox’ e ‘Welcome to dream’, temas do anime Kiratto Pri Chan.
Fiquem ligados! O Wasuta irá se apresentar apenas no dia 19 de julho, no palco principal do Anime Friends 2024, que será no Distrito Anhembi.