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Maníaco do Parque | Review

maníaco do parque filme
Imagem Divulgação

Maníaco do Parque, longa que retrata (ou pelo menos tenta) um dos casos criminais mais chocantes da história do Brasil, estreou na plataforma de streaming Prime Video na última sexta-feira (18), mas antes disso, foi exibido em uma sessão especial com presença do elenco e realizadores no Festival do Rio. A direção é por conta de Mauricio Eça, que também dirigiu a trilogia A Menina que Matou os Pais, sobre a assassina Suzane von Richthofen, e a diretora e roteirista Thaís Nunes.

Desta vez, Eça e Nunes optam por dar outro enfoque à história do crime, e contá-lo, aparentemente, pelo ponto de vista das vítimas, que são 23 mulheres que foram atacadas e violentadas pelo serial killer Francisco de Assis Pereira no Parque do Estado, em São Paulo, no ano de 1998, onde 11 delas vieram brutalmente a óbito. Mas, praticamente não vemos essas vítimas nem sabemos suas histórias. Em vez disso, para representá-las, foi criada uma protagonista fictícia, a jornalista Elena (Giovanna Grigio), que trabalha na redação extremamente machista do jornal paulista Notícias Populares (que existiu, de fato), onde tem seu trabalho frequentemente descredibilizado e descartado, mas que será responsável por investigar e encontrar a identidade do verdadeiro Maníaco do Parque, apelido esse que ela mesma inventou para Francisco.

Mesmo com a narrativa estabelecida, o filme tem dificuldade de firmar uma identidade, isso porque horas quer ser fiel à realidade, horas quer ser revolucionário, mas é, acima de tudo, muito receoso. O medo de se aprofundar em temas polêmicos para os dias atuais impede que a trama consiga transpassar a densidade que o acontecido teve. Assumir fazer uma obra sobre um assassino é entender que haverá sim o interesse pela história dele por parte de quem consome esse tipo de conteúdo. A trama nos apresenta o seu modus operandi, o fato dele guardava os pertences das mulheres após matá-las, onde ele trabalhava, mas não nos diz suas motivações. Já há tanta informação sobre ele com fácil acesso na internet, que não adianta muito esse extremo cuidado para não influenciar quem assiste. O pensamento crítico do público não pode ser subestimado ao realizar um projeto deste.

A partir daí, também podemos notar algumas contradições. É curioso querer proteger as vítimas, mas colocar em uma das cenas de abertura um efeito grotesco de sangue saindo dos patins de Francisco conforme ele descia a rua após cometer um assassinato, com um rock tocando de trilha sonora. Totalmente insensível. Ou pouco tempo depois ter uma cena de assassinato bem forte e um tanto explícita, mesmo que seja a única no filme inteiro. É possível sim contar uma história brutal com sensibilidade e respeito às vítimas e seus familiares, sem precisar esconder do público o que realmente aconteceu.

PERSONAGENS E INTERPRETAÇÕES

A escolha de inserir Elena na trama me soou bem intencionada, mas um tanto equivocada. Por mais que seja legal dar ao caso uma visão pelo viés feminino, a forma com que ela foi construída soa falsa. É difícil de acreditar que a moça existiria nos anos 90 e que permaneceria no ambiente machista que ocupa agindo da forma que age, muito menos que falaria algumas frases e tomaria certas atitudes sendo uma pessoa fruto de seu tempo. Muitas dessas frases e olhares parecem ter saído de 2024. É algo que comemoramos poder notar, pois nos mostra que hoje já temos essa percepção, mas que claramente não cabe a alguém que vivia naquele ano, por mais progressista que fosse. Um bom exemplo disso é quando vemos, em uma das cenas de programa de TV que representam o sensacionalismo da época, uma apresentadora usando as palavras “imagina: você está em casa e pede uma pizza, aí chega o entregador e é o Maníaco do Parque, e créu!”, e em seguida, caindo na gargalhada.

Nada disso teria problema se não estivéssemos falando de uma obra baseada em fatos reais. Já que escolheram utilizar a liberdade poética para recontar essa história, poderiam fazer um melhor uso dela retratando como seria se o caso acontecesse nos dias atuais, porque insistir no tom realista com a ambientação em 1998 fica tudo, menos real, tirando o sentido da proposta de ser um “true crime” brasileiro. Entendemos o ponto de fazer uma crítica à forma nojenta e desumana como tudo foi abordado no passado, mas há outras maneiras de fazer isso sem parecer forçado. Elena aparenta a todo instante já saber como se portar e o que falar. Seria mais interessante ver a jovem sentindo incômodos mais ingênuos, dada a gravidade da situação com suas semelhantes e o medo de ser uma próxima vítima. Medo esse que se instaurou nas meninas naquele ano. O ideal seria mostrar as reações que ela de fato teria, que com certeza também seriam de total repúdio, e que também seriam silenciadas. Ou melhor, dar esse protagonismo para os relatos das reais vítimas sobreviventes, que com certeza sabem descrever o que viveram e sentiram na pele.

Outra personagem que, sem receio nenhum posso afirmar que é péssima, é a da Mel Lisboa. Ela interpreta Martha, irmã de Elena, que, por coincidência, é psicóloga e sabe tudo sobre psicopatas. A mulher só aparece duas ou três vezes por menos de 5 minutos, em momentos oportunos, só para falar frases feitas que parecem ter sido tiradas do Wikipédia, para ajudar o andamento da investigação como num passe de magica. Nada natural.

Bruno Garcia e Marco Pigossi fazem dois jornalistas machistas também, com frases prontas, que vão infernizar a vida profissional de Elena. Estão bem, mas esses papéis, qualquer um poderia fazer. Xamã, que interpreta o patão de Francisco enquanto ele trabalhava como entregador, está ótimo e mostrando que está evoluindo como ator. Mas outro bom destaque é Talita Younan, que interpreta uma parente de uma das vítimas, transparecendo bem as emoções da moça diante do ocorrido.

Já Silvero Pereira faz aqui um papel excelente, pena que mal aproveitado. Se o filme focasse mais no seu protagonista, teríamos um show de interpretação, embora vezes caricata, claramente por conta da direção. Nas poucas cenas em que ele aparece agindo no modus operandi que o maníaco usava para abordar as vítimas, ficamos querendo ver mais. Mas, com isso, pudemos ver Giovanna Grigio brilhar no que considero o melhor trabalho de atuação da sua carreira, até agora.

ESTÉTICA

É perceptível que esse trabalho foi inspirado por obras de True Crime americanas que fizeram sucesso nos últimos anos, como a escolha do filtro azul para representar a forma como a cidade ficou fria e sem vida nesse período de terror, que me remeteu ao filtro amarelo usado na série Dahmer: Um Canibal Americano, que lá dava a sensação de claustrofobia, já que os crimes aconteciam dentro do apartamento velho do criminoso; ou o uso de trilhas sonoras agitadas em cenas de fuga ou adrenalina, que ajudam a moldar a personalidade da figura, como também foi feito no filme Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal.

O apartamento da jornalista tem uma enorme parede branca estratégia para que ela monte seu mural com fotos da investigação, formando uma teia, exatamente igual vemos nos filmes policiais americanos.

No mais, a ambientação da cidade no ano de 1998 está bem feita. Os figurinos também, afinal, quem já era nascido na época com certeza já viu o pai ou algum familiar usando uma camisa com a estampas das que Silvero usava.

CONCLUSÃO

Maníaco do Parque é ambicioso, mas sem alma. É bom de assistir apenas como um thriller, por quem não tiver nenhum envolvimento emocional com o crime, afinal, é normal terminar de assistir assistir um filme sobre uma história real e ir no Google pesquisar mais a respeito dela para saber mais detalhes, mas é decepcionante PRECISAR fazer essa pesquisa, já que o que foi posto em tela foi, na maior parte, ficcional, a ponto de mudá-la.

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Meloetta Brilhante apareceu no Pokémon Home

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Imagem divulgação.

Aviso aos treinadores que gostam de buscar Pokémon Raros! A nova atualização do Pokémon Home traz Meloetta Brilhante para aqueles que completarem as Pokédex de Paldea, Kitakami e Blueberry Pokédex! Porém, esse objetivo é o primeiro que irá permitir que outros Pokémon.

Conheça o novo recurso que a The Pokémon Company traz para o mobile de Pokémon Home e sua atualização:

  • Novo recurso Pokémon Guidebook:a partir da atualização para a versão 3.2.2., os Treinadores poderão acessar o Pokémon Guidebook, em que encontrarão informações básicas sobre Pokémon, como seus registros de Pokédex, tipos, tamanhos, bem como formas e muito mais.

Essa informação estará disponível mesmo se aquele Pokémon ainda não tiver registro no seu National Pokédex do Pokémon HOME. Assim como poderá descobrir em quais jogos aquele Pokémon se encontra, o que lhe ajudará a completar o seu Pokédex.

  • Meloetta Brilhante estreia no Pokémon HOME: agora, os jogadores podem receber Pokémon especiais como recompensas em Mystery Gifts por completarem certos Pokédex. Os primeiros jogos a usar este recurso são Pokémon Scarlet e Pokémon Violet (vendidos separadamente). Os jogadores que completarem seu Pokédex de Paldea, Pokédex de Kitakami e Blueberry Pokédex destes jogos poderão receber Meloetta Brilhante na versão para dispositivos móveis do Pokémon HOME.

Além disso, para receber esse Pokémon, os Treinadores devem completar cada um dos Pokédex acima na versão para dispositivos móveis do Pokémon HOME, depois confirmar que os completaram na aba Games. Se o jogador já completou cada Pokédex, ainda estará apto a receber Meloetta Brilhante. Vale lembrar que, para receber Mystery Gifts, o jogador deve ter uma Conta Nintendo vinculada, e só se resgata um Mystery Gift por Conta Nintendo. Então capture todos e para mais detalhes confira o site oficial aqui!

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Lute com os amigos em New World: Aeternum

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Imagem divulgação.

A nova aventura de New World chegou para todas as plataformas (PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam) e com o cross-play você e seu amigo poderão desbravar as novas aventuras desse titulo da Amazon Games.

A ilha sobrenatural de Aeternum reserva perigos e oportunidades, seja em modo solo ou com outros aventureiros. Confira o trailer de lançamento desse novo capitulo de New World:

New World: Aeternum combina uma narrativa envolvente e um mundo aberto com combate focado em ação. Baseado em habilidades para dar aos players uma experiência de jogo imersiva e recompensadora. Os jogadores podem esperar:

  • Conteúdo desafiador da incursão: Enfrente a Colônia das Górgonas, uma nova incursão (raid) para 10 pessoas em que os jogadores enfrentam a Medusa Mãe da Ninhada, enquanto ela planeja criar um exército de Hercíneo. A Colônia das Górgonas não é para todos, mas com planejamento, cooperação e perseverança, todos podem triunfar com uma abundância de equipamentos de alto valor.
  • Combate player vs. player de tirar o fôlego: Entre nas Bumas Amaldiçoadas em Ilhéus do Sabre, uma zona PvPvE de mundo aberto livre para todos, onde é cada jogador por si. Busque itens raros, mas cuidado: se você for vítima de outro jogador nesta zona sem lei, seu adversário sairá com seu orgulho e loot. Você também pode se juntar a amigos e enfrentar outros grupos em Arenas, assim como experimentar modos de player vs. player em grande escala na Investida do Posto Avançado e nas Guerras de Território.
  • Provas de Almas Dramáticas: Teste sua coragem em desafios diários que colocam os jogadores contra os vilões de Aeternum em batalhas 1:1, com recompensas premium.
  • Emocionantes expedições multiplayer: Junte-se a quatro aliados e explore as profundezas mais profundas de Aeternum para enfrentar inimigos mortais, descobrir mistérios sobre a ilha, assim como descobrir itens valiosos. Do arruinado Jardim da Criação até a ardente Forja Empírica, as expedições em New World: Aeternum desafiam os jogadores a trabalharem juntos e pensarem rápido para sobreviver.
  • Jogue do seu jeito: escolha entre sete arquétipos, do brutal e poderoso Destruidor ao guerreiro erudito Místico. E, além disso, mude com flexibilidade a qualquer momento do jogo. Além disso, um sistema de criação profundo e um sistema de personalização oferecem aos players ainda mais maneiras de abrir seu próprio caminho no mundo.
  • Eventos sazonais: novas ameaças, festividades, recompensas e muito mais chegam a Aeternum durante os eventos sazonais anuais. Incluindo Nightveil Hallow, Winter Convergence Festival, Springtide Bloom, Rabbit’s Revenge e Summer Medleyfair.

New World: Aeternum apresenta todo o conteúdo principal do New World no PC, incluindo o jogo base e a expansão Rise of the Angry Earth. Bem como todo o conteúdo sazonal e atualizações que foram lançadas desde o lançamento do New World em 2021.

New World: Aeternum já está disponível para download digital no PlayStation 5, Xbox Series X|S e Steam por R$ 319.90. A Deluxe Edition, disponível por R$ 429,90, inclui a Montaria de Urso Martelador Corrompido e a Aparência para Armadura Alma Corrompida. Saiba mais sobre o New World: Aeternum aqui!

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Real Akiba Boyz Anime Friends 2024 | Suco Entrevista

real akiba boyz anime friends 2024
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Pela segunda vez no Brasil, os Real Akiba Boyz trazem a genuína experiência otaku para o Anime Friends, sendo o rosto e bandeira dos frequentadores da capital mundial dos otakus: Akihabara!

Confira nesta entrevista com a coletiva de imprensa sobre seus gostos de anime, seu casamento com o break dance e como os japoneses também sabem zoar tão bem quanto os brasileiros!

Vocês puderam sentir alguma influência do trabalho de vocês no público brasileiro desde sua última visita para cá?

Sim, ano passado nós viemos, nos apresentamos e dançamos e sentimos que vocês captaram bem o essencial da gente, o que nos deixou muito contentes!

Como vocês veem a dança nos dias de hoje e como vocês aperfeiçoam isso nas suas coreografias?

Nós ouvimos bastante músicas de anime e vemos as coreografias dos personagens, sempre tentando pôr um pouco de nós nessas performances. No nosso tempo livre, cada um de nós treina à sua maneira. Se alguém gosta de alguma música ou de algum personagem, ele vai lá e já começa a ensaiar. 

Tem algum anime favorito de vocês em específico com que vocês gostariam de colaborar?

Tem sim! K-On, Aikatsu (por favor, vejam Aikatsu!), Nadesico e Love Live.

O que vocês acharam do público brasileiro no ano passado e qual a expectativa de vocês para esse público agora?

A gente entendeu muito bem que o público brasilerio adora anime! Os brasileiros são muito calorosos e eu espero bastante que o público possa aproveitar nossas danças.

Vocês participaram da abertura de Elf-san wa Yasarenai, que acabou de estrear. A música foi composta pelo Fried Pride e eu gostaria de saber como foi que aconteceu essa colaboração.

Recebemos uma oferta (risos). Recebemos essa oferta e conseguimos realizar esse sonho de trabalhar para uma abertura de anime!

Vocês têm curiosidade de conhecer ou aprender algum tipo de dança brasileira?

Samba, lógico, e break dance.

Vocês estão com um show previsto para outubro no Nippon Budokan e eu quero saber como vocês estão se sentindo em poder tocar num dos maiores palcos do Japão.

Tocar no Budokan era um dos nossos sonhos quando começamos dez anos atrás. Não são muitos os grupos de dança que tem essa oportunidade de tocar nesse lugar, então esperamos que esse show possa abrir portas para outros grupos.

No início de julho vocês tiveram a oportunidade de estrear um programa de rádio, o Real Akiba Boyz no Otaku Radio. Como foi essa experiência? Foi dentro das expectativas ou algo muito fora?

Foi uma experiência bem diferente, porque como não tem como dançar na rádio, então é uma ocasião onde temos que mostrar mais o nosso lado otaku, mas é uma experiência divertida.

A imagem do Real Akiba Boyz é a imagem de um grupo otaku, mas vocês andam na contramão da imagem que se costuma ter de um otaku: um neet sedentário, mais recluso e trazem a dança pra quebrar a expectativa dessa imagem. Essa quebra de expectativa também rola no Japão?

Keitan: Bom, a gente até parece ativo, mas fora eu, são todos uns reclusos, não abrem a boca pra falar com ninguém *risos*. Isso é realmente um problema, eu acabo tendo que fazer toda a comunicação com os outros artistas sozinho. Então nesse sentido, esses rapazes aqui não são em nada diferentes dos otakus de Akihabara.

Se não me engano, vocês participaram como avaliadores de um concurso de dança, onde tinham até dançarinos de funk brasileiros. O que vocês acharam?

Nós achamos os brasileiros ótimos, a nível mundial! Tinham vários dançarinos de break dance, mas ali avaliamos habilidades de dança como um todo e foi uma experiência bastante divertida ver talentos como  não se costumam ver no Japão.

Como vocês fazem para trazer para a dança, para o mundo do 3D, as coisas que passam pelo 2D como nos animes ou em jogos mobile?

Depende do tipo da música, pegando gestos mais animados para músicas mais animadas tipo Oshi no Ko, ou colocando golpes e gestos populares como o Kamehameha.

Durante a carreira de vocês, houve algum feedback negativo por parte da comunidade do break dance por vocês serem otakus?

Houve um pouco disso sim no começo, mas já éramos todos da cena do break dance antes disso. Alguns de nós já dançávamos há uns vinte anos e de nicho em nicho, no R&B, no hip-hop, fomos fazendo amigos dentro dos times que eram otakus.

Como vocês escolhem os animes que vocês vão interpretar?

Vai de cada temporada, nós assistimos os animes que vão estreando a cada temporada, de inverno, primavera, verão e outono, de acordo com cada gênero, se for um anime de ação, ou comédia, ou isekai e vamos escolhendo o que melhor agrada. Mas não sei se acontece o mesmo no Brasil, mas geralmente nós assistimos um anime porque já líamos o mangá que ganhou uma adaptação para anime. Talvez no Brasil as pessoas conhecem uma obra quando ela já ganhou um anime, mas a gente costuma mais ler o mangá e daí sim assistir o anime quando ele é anunciado. 

Parabéns pelo show de sexta-feira com a Animeshon! Certa hora vocês começaram a interagir com o público mencionando as vtubers, de quem cada um gostava mais. Queria ouvir do integrante que mais curte, como foi que conheceu as vtubers, qual sua oshi, etc.

Gosto muito das vtubers da Nijisanji, do Hololive, entre outras, mas principalmente do Hololive. Tem também o Peanuts-kun e as Omega Sisters. Entre os brasileiros, deu pra ver que tem gente que gosta a beça do HoloEN, da Hoshimachi Suisei, da Honshou Marine e que elas são bem populares aqui. Já eu amo a Fubuki! Comecei a me interessar pelas vtubers na época da Kizuna AI e da Kaguya Luna, onde já passei a conhecer o Hololive, vendo os cortes das lives e foi assim que fui tendo a minha favorita. 

E sobre seus uniformes, vocês se vestem bem a caráter do estereótipo do típico otaku de Akihabara. Mas esse estereótipo reflete mesmo os frequentadores de Akihabara ou o público otaku se veste de um jeito mais variado?

Keitan: Eu já morava em Akihabara e sim, é um estereótipo, porque as pessoas até usam blusa xadrez, mas diferente de nós, usam a roupa toda desabotoada, um desleixo que eu gostaria de consertar *risos*. E as blusas xadrez são um ícone da moda no mundo inteiro, então quero que as pessoas vejam o grupo nos reconheçam como um clássico da moda.

Todos os integrantes: Só ele pensa isso, tá? *risos*

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Foto: @sucodm / @erickrekishi

O Suco fica bastante contente com a volta dos rapazes do Real Akiba Boyz e agradecemos bastante pela conversa tão divertida!

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Sengoku Dynasty traz o Japão Feudal até você

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A desenvolvedora Superkami e a editora Toplitz Production estão com uma grande notícia! Sengoku Dynasty estará saindo do Early Acess e você a partir do dia 7 de novembro poderá explorar a simulação do Japão Feudal e provar que você conseguiria sobreviver a essa época.

O lançamento completo da versão 1.0 para PC, Sengoku Dynasty recebeu muitas atualizações para chegar ao ponto de ser lançado. Um multigênero num mundo gigantesco. Faça aquilo que tu quer fazer, porém, falaremos um pouco do novo sistema, o Sistema Daimyõ.

Conheça uma camada estratégica ao jogo, permitindo que os jogadores libertem regiões dominadas por facções hostis. Ao derrotar inimigos e restaurar a infraestrutura, os jogadores garantem acesso a recursos raros, bem como desbloqueiam tecnologias únicas, impulsionando sua dinastia.

Além disso, esse sistema oferece uma imersão mais profunda nas constantes lutas territoriais do Japão feudal, proporcionando aos jogadores controle dinâmico sobre as regiões. Enquanto combate e conquista impulsionam a progressão, os jogadores ainda têm a opção de focar apenas na construção de assentamentos e na história, garantindo que a experiência permaneça ajustada ao seu estilo de jogo preferido.

Sengoku Dynasty se orgulha de oferecer uma visão única da estrutura social, artesanato e economia do Japão, entregando uma rica mistura de sobrevivência, criação e exploração. Tudo isso é alcançável pelos jogadores sozinhos ou com até 3 companheiros no modo cooperativo do jogo. E você está preparado para essa aventura?

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Confira os dubladores de Tying the Knot with an Amagami Sister

Tying the Knot with an Amagami Sister
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Dividir o mesmo teto com belas garotas pode ser uma missão difícil! O primeiro episódio de Tying the Knot with an Amagami Sister dublado em português brasileiro já está disponível na Crunchyroll.

A dublagem foi feita pela Artworks Digital Studio e conta com a direção de Marcelo Campos. Confira a seguir o elenco de dublagem:

Tying the Knot with an Amagami Sister

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Uryu Kamihate é um estudante colegial tentando entrar na faculdade de medicina da Universidade de Quioto. Depois de ser criado em um orfanato, Uryu é aceito pelo sacerdote chefe do Templo Amagami, onde ele passa a viver de graça — e ele passa a viver sob o mesmo teto que Yae, Yuna e Asahi, três belas irmãs sacerdotisas! Não só isso, a condição que ele precisa cumprir para morar no templo de graça é se casar com uma delas e herdar o templo! Como Uryu superará seus encontros matrimoniais com as três irmãs e os desafios que o Templo Amagami enfrenta? Assim começa a comédia romântica milagrosa sobre viver sob o mesmo teto com três jovens sacerdotisas!

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Konami anuncia Yu-Gi-Oh! Early Days Collection

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Volte a nostalgia dos duelos de monstros de Yu-Gi-Oh! com o anúncio da Konami da coletânea Yu-Gi-Oh! Early Days Collection. A partir do dia 27 de fevereiro para Nintendo Switch e Steam, os fãs de jogos da franquia poderão ter acesso a revisitá-los.

Confira a lista de jogos revelados até o momento:

  • Yu-Gi-Oh! Duel Monsters (1998/GAME BOY)
  • Yu-Gi-Oh! Duel Monsters II: Dark Duel Stories (1999/GAME BOY, GAME BOY COLOR)
  • Yu-Gi-Oh! Dark Duel Stories (2000 no Japão 2002 nos EUA, 2003 na UE/GAME BOY COLOR)
  • Yu-Gi-Oh! Duel Monsters 4: Battle of Great Duelist (2000/GAME BOY COLOR. Inclui suporte a batalhas on-line).
  • Yu-Gi-Oh Duel Monsters 6, Expert 2 (2001/GAME BOY ADVANCE).
  • Yu-Gi-Oh! The Eternal Duelist Soul (2001 JP, 2002 US, 2003 EU/GAME BOY ADVANCE)
  • Yu-Gi-Oh! The Sacred Cards (2002 JP, 2003 US, 2004 EU/GAME BOY ADVANCE)
  • Yu-Gi-Oh! Reshef of Destruction (2003 JP, 2004 EUA e EU/GAME BOY ADVANCE)

A coleção incluirá um recurso de salvar/carregar, um recurso não disponível na época de seus lançamentos originais. Assim como haverá suporte para batalhas online em Yu-Gi-Oh! Duel Monsters 4: Battle of Great Duelist Duelista. Após o lançamento, alguns títulos serão atualizados para suportar batalhas online.

Tudo isso em comemoração aos 25 anos de Yu-Gi-Oh! Lembrando que nem todos os títulos estão aí e, além disso, a Konami também confirmou uma edição física que contará com uma das versões de Espanador de Penas de Hapias da Quarter Century. Confira as lojas especializadas para fazer sua reserva da edição física!

Incluindo melhorias e qualidades de vida para todos os jogos como personalização de botões e muito mais! Então você já tem uma data para explorar o passado do jogo de cartas de monstros que agita o coração de vários jogadores até hoje! É Hora do Duelo em Yu-Gi-Oh! Early Days Collection!

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Solo Leveling -Segundo Despertar- | Filme será exibido pela Crunchyroll

Solo Leveling -Segundo Despertar-
Crédito: Solo Leveling Animation Partners

Crunchyroll anunciou que adquiriu os direitos teatrais internacionais selecionados para a exibição de Solo Leveling -Segundo Despertar-. A obra reúne uma recapitulação da primeira temporada do anime Solo Leveling, adaptação do webtoon coreano, com os primeiros dois episódios da segunda temporada.

A web novel coreana foi escrita por Chugong, que foi posteriormente adaptada para um webtoon e manhwa em 2018, com ilustrações de DUBU.

A primeira temporada de Solo Leveling estreou globalmente na Crunchyroll em 6 de janeiro de 2024. Agora, a segunda temporada está chegando em janeiro de 2025, exclusivamente na plataforma.

Solo Leveling -Segundo Despertar- apresenta um recapitulação dos melhores momentos da primeira temporada, juntamente com um sneak peek exclusivo dos primeiros dois episódios da altamente antecipada segunda temporada em uma experiência cinematográfica única para os fãs.

Sinopse: Há mais de uma década, surgiu uma misteriosa passagem chamada “portal”, que conecta este mundo a uma dimensão diferente, o que fez com que pessoas despertassem poderes únicos… e essas pessoas são chamadas de “caçadores”. Os caçadores usam seus poderes sobre-humanos para conquistar masmorras dentro dos portais e assim ganhar a vida. Sung Jinwoo, um caçador de nível baixo, é considerado o caçador mais fraco de toda a humanidade. Certo dia, ele se depara com uma “masmorra dupla”, que tem uma masmorra de nível alto escondida dentro de uma masmorra de nível baixo. Diante de um Jinwoo gravemente ferido, surge uma misteriosa missão! À beira da morte, Jinwoo decide aceitar essa missão, tornando-se assim a única pessoa capaz de subir de nível!

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