O mangá Vagabond pela Panini estreia seu lugar nas bancas em fevereiro. Depois de passar por três editoras diferentes aqui no Brasil, a Panini pode garantir a regularidade da série do mestre Takehiko Inoue.
O novo formato será em 13,7 x 20 cm, com cerca de 256 páginas em offset 90g, páginas coloridas (as mesmas dos originais publicados na revista Morning, como pediu o autor), capa fosca com detalhes em verniz e orelhas. O preço será R$ 17,90, com periodicidade mensal.
A Panini também garantiu mais novidades quanto a série nas próximas semanas; Um plano de assinatura é um dos boatos mais cotados, porém, nada oficial ainda. Vagabond será publicado desde o volume 1 e conta atualmente com 37 volumes publicados na revista semanal Morning.
Recentemente a Activision anunciou uma nova divisão cinematográfica/televisiva, proporcionando melhores diretrizes de suas franquias neste segmento.
A nova contratação da empresa foi com Stacey Sher, que já concorreu por duas estatuetas do Oscar e conhecida por ser produtora de filmes de Quentin Tarantino (Pulp Fiction, Os Oito Odiados) e longas como Gattaca e Erin Brockovich, se unido a Nick van Dyk, ex-executivo da Disney.
Além da produção de longas cinematográficos, teremos também animações e séries de tv. Por ora, as maiores novidades – além de Warcraft e Call of Duty – é a série animada para televisão Skylanders. Vamos aguardar por mais novidades e torcer por mais filmes – e de qualidade.
A adaptação animada de King of Fighters vem para a próxima temporada, a de primavera. Já havíamos noticiado – AQUI – que além de um anime, pode rolar também um longa live action em breve.
Por ora, a confirmação do anime veio pela Tencent Games. Não é a primeira vez que a franquia ganha uma versão animada e vale lembrar o trabalho de 4 OVAs pela Production I.G. em 2005, intitulada The King of Fighters: Another Day. Vamos aguardar por mais informações!
A aventura nada jurássica do dinossauro Arlo e seu amigo humano Spot estreou em primeiro lugar nos cinemas brasileiros. O Bom Dinossauro, a nova animação da Disney-Pixar foi vista por mais de 785 mil pessoas durante o final de semana de estreia, tornando-se o maior final de semana de abertura de uma animação da Disney-Pixar no Brasil.
Dirigido por Peter Sohn e produzido por Denise Ream, o filme que estreou no dia 7 de janeiro, agrada crianças e adultos e impressiona pelo visual.
Sinopse: E se o asteroide que mudou para sempre a vida na Terra não tivesse atingido o planeta e os dinossauros nunca tivessem sido extintos, como seria a relação entre dinossauros e humanos? A Disney·Pixar leva você para uma aventura nada jurássica, onde a dupla de amigos improváveis, Arlo e Spot, irá vivenciar uma história de ação e humor. Dirigido por Peter Sohn, “O Bom Dinossauro” surpreenderá o público de todas as idades, com sua originalidade e inovação.
O mundo da música e do entretenimento perdeu na última segunda (11), David Bowie e não só artistas do meio prestaram homenagens, como também quadrinistas como Neil Gaiman se mobilizaram com a morte do cantor.
O criador do Sandman disponibilizou a obra The Return of the Thin White Duke (“O Retorno do Magro Duque Branco” em português), na íntegra AQUI. E aí, você leitor se pergunta: “Mas, qual a relação?”. Eis que este conto tem uma clara referência com a persona David Bowie e com a música “Station to Station”, e como se não bastasse, a ilustração vem por Yoshitaka Amano (Final Fantasy e outros trabalhos com o próprio Neil Gaiman), que você pode conferir logo abaixo:
Lembrando que esta não é a primeira referência de Gaiman com David Bowie em suas criações, como Lucifer em Sandman.
David Bowie como Lucifer em Sandman (Imagem Reprodução)
Idealizada e escrita por Mylle Silva e com Yoshi Itice na direção de arte, a graphic novel A Samurai é um projeto do Estúdio Manjericão que ganhou vida através do Catarse.
Dividida em 8 partes, foi distribuída para 8 ilustradores: Yoshi Itice, Vencys Lao, Guilherme Match, Mika Takahashi, Bianca Pinheiro, Herbert Berbert, Leonardo Maciel e Gustavo Borges, que receberam o perfil geral das personagens e uma cor predominante de acordo com o momento da história.
Cada parte possui duas páginas-título que trazem, além do título em português, um kanji escrito em shodô (caligrafia japonesa) por Elcio Y Yokoyama, hexacampeão brasileiro de shodô, que fez também a arte do título do livro – com cada detalhe recebendo tanta atenção, o resultado só poderia ser fantástico.
Da história
A história se passa no Japão, em meados do período Edo, época em que os senhores feudais detinham o poder e eram protegidos pelos seus fiéis samurais.
Michiko, a personagem principal, é uma gueixa que foi vendida ainda pequena para um okiya, o local onde moram e se formam as gueixas.
A história começa com ela acordando no dia em que vai ser levada pelo seu danna, um senhor rico que a sustentará e terá o privilégio de ser o beneficiário exclusivo de seus serviços.
Aparentemente uma delicada e submissa gueixa, Michiko é também o samurai Midori, cuja verdadeira identidade só é compartilhada com seu amigo de infância, Yamada, que lhe dá suporte durante toda sua trajetória.
Logo percebe-se que seu grande objetivo é ser livre, reunir sua família e ter uma vida normal.
O que inicialmente aparenta ser um enredo muito parecido com o de Mulan, mostra-se tão bom e diferente no decorrer da história, fazendo ainda uma ligação com a imigração japonesa no Brasil.
A Samurai (Imagem Divulgação)
Traços Particulares
A primeira transição de ilustradores pode confundir um pouco os desavisados, pois os traços de cada artista são bastante particulares, porém, a clara separação entre os capítulos e o cuidado em sempre nomear as personagens logo situa o leitor, e o efeito final é de um trabalho extremamente bem feito, com uma riqueza visual fascinante.
Ao final, ainda há algumas páginas com rascunhos e um pouco sobre cada integrante da equipe de A Samurai.
A HQ cabe perfeitamente no gosto de quem aprecia arte, cultura japonesa, determinação feminina, quadrinhos e/ou mangás – apesar de tanta influência japonesa, não é um mangá.
Fica a dica!
Conheci este projeto pela divulgação feita pelo Guilherme Match, que ilustrou um outro trabalho apoiado via Catarse (Daniel e Bianca, por Jorge Uesu) e me deixou tão encantada que me fez acompanhá-lo nas redes sociais.
Fica a dica: acompanhem os trabalhos destas pessoas, frequentemente surgem oportunidades como estas, que a um preço coerente e justo, ajuda o autor a lançar e divulgar suas obras e te garante um exemplar transbordando talento e dedicação.
Se você é assinante da Netflix, já pode visualizar esta página com Samurai X/Rurouni KenshinAQUI!
Rurouni Kenshin – e também conhecido como Samurai X no Brasil – vai desembarcar no catálogo da Netflix até o dia 31 de janeiro. Esta é mais uma das apostas nostálgicas que o sistema está proporcionando para nós brasileiros… e “órfãos” da TV Globinho. 😛
A série chega com opção de dublagem brasileira, feitas pela BKS e pelo estúdio Sigma, contendo 95 episódios para TV. Um detalhe interessante: O último episódio NUNCA foi transmitido no Brasil. Agora é aguardar pelas aventuras do grande Kenshin Himura!
Boa notícia para quem mora na capital paulista, Bauru e Jundiaí.
O Serviço Social do Comércio (SESC) estará com uma mostra neste mês de janeiro, exibindo os principais filmes do Studio Ghibli. O detalhe é que todas as sessões são gratuitas, porém, é necessário retirar o ingresso pelo menos 30 minutos antes do espetáculo.
Por ora, as animações anunciadas são: Vidas ao Vento, Nausicaä, Princesa Mononoke, A Viagem de Chihiro, Ponyo e Meu Amigo Totoro. Mais detalhes da programação, você confere no site oficial AQUI