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Omurice | Receitas | Suco Gourmet

omurice

Olá galera, Sofis está de volta com uma receita MUITO comum em animes, e muito fácil de fazer também, o Omurice! O que mais gosto dela é que você pode usar criatividade, e fazer quase tudo, além de poder usar aquelas sobras de comida da geladeira, assim evita jogar comida boa fora.

História do OMURICE!

Omu e rice são abreviações de omelete e arroz em inglês. Ele é basicamente um arroz frito, temperado com o que você quiser, coberto por omelete e ketchup. Acredita-se que foi criado por volta da virada do século XX inspirado pelo chakin-zushi, um prato onde o recheio também é envolto por omelete.

Apesar de estar presente em restaurantes, é um prato muito popular, entre crianças, jovens japoneses e orientais, principalmente por ser fácil de fazer, e ser uma delícia, claro. Muitas vezes também são usados nos “maid-cafes” nas feiras escolares em animes, pela simplicidade e preço desse prato.

O frango é um ingredientes tradicional do prato, mas os ingredientes que usei, são sugestões, como eu disse, é uma receita onde você pode aproveitar tudo aquilo que está na sua geladeira, qualquer proteína, qualquer legume que gostar, ou até fazer um vegetariano, sem carne nenhuma, que também fica muito bom.

Ingredientes

  • Um filé de peito de frango
  • Manteiga suficiente para refogar o frango
  • 1/4 de xícara de ketchup
  • 1 latinha (um pacotinho) de ervilha
  • 1 cebola picada
  • 2 xícaras de arroz japonês de grãos pequeno ou de qualquer arroz branco que tiver em casa
  • Ovos para os omeletes (vários)
  • Sal e pimenta

Modo de Fazer o Omurice

  1. Comece preparando o frango. Pique em pedacinhos e tempere ao seu gosto
  2. Depois, derreta a manteiga na panela e frite o frango nessa manteiga. Em seguida, acrescente a cebola: ela vai cozinhar e pegar o gosto do frango
  3. Não coloque a cebola ao mesmo tempo ou antes que o frango, pois ela pode queimar
  4. Agora é só fazer o omelete. Usei a medida de mais ou menos 2 ovos por omelete. Nessa receita usei 2 dúzias de ovos, pois fiz para 6 pessoas.
  5. Bater os ovos com sal e fritar
  6. Finalize seu prato com o omelete por cima do arroz e ketchup para decorar.
  7. Depois que o frango e a cebola cozinharem, acrescente a ervilha e o arroz – já prontos.
  8. Observação: sempre jogo água fervendo na ervilha antes de usar, por precaução.
  9. Misture bem, mas não muito forte, pois a ervilha e o arroz podem ficar papas.
  10. Esquente o ketchup por 40 segundos no fundo da panela, onde está misturando os outros ingredientes, ou em uma separada. Obs.: você pode usar mais ou menos ketchup, dependendo do seu gosto. Importante esquentar antes de misturar

 

 

 

 

 

 

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Resident Evil 0 HD Remaster | Primeiro Gole

Resident Evil 0
Resident Evil 0 (Imagem Divulgação)

A CAPCOM depois de remasterizar o Resident Evil 4 e o Resident Evil “1” para a nova geração e para o Windows vem com o clássico exclusivo do Game Cube de 2002: O Resident Evil 0 (Zero). Esse jogo já teve a portabilidade para o Nintendo Wii e nesse ano, 19 de Janeiro, agora está disponível para PC (Windows), Xbox 360 e One e Ps3 e Ps4.

Resident Evil 0 HD Remaster retrata a história do Bravo Team (Time Bravo) da força especial de Raccoon City, ou como todos conhecem, os S.T.A.R.S, que são chamados para averiguar os fatos relacionados a uma ausência de comunicação com um trem. Ao chegarem próximos a região onde o trem está localizado uma falha mecânica com o helicóptero força o Bravo Team a fazer um pouso forçado.

Uma Nova Protagonista e um Prisioneiro!?

Enquanto eles vasculham Rebecca Chambers, especialista em medicina encontra com trem ao mesmo tempo que Enrico Marino chefe do Bravo Team encontra um carro capotado com pessoas mortas e um fichamento do ex-soldado da marinha Billy Coen sentenciado a morte por assassinar 23 pessoas. Ao entrar no trem Rebecca encontra o pior pesadelo possível Mortos-Vivos e Billy que convence ela a unir forças para permanecerem vivos.

Resident Evil 0 HD Remaster funciona com um sistema diferente dos outros clássicos, não existe o famoso baú de itens, pois além de você ter 12 slots pois controla os personagens simultaneamente você pode deixar os itens no chão para coleta-los depois. O jogo também traz uma novidade com relação ao conteúdo extra, as roupas são acessíveis dentro do jogo a qualquer momento. Para isso é só ativa o inventário e no item pessoal mudar para uma mala de roupas e escolher a sua preferida.

Os controles podem ser confusos no começo, você tem ação de trocar personagem ou dar ordem nele. O sistema de ter os dois simultaneamente exige que o jogador pense bem em levar ambos a todo momento. Rebecca é mais fraca mas combina ervas enquanto Billy é mais resistente e forte e empurra e usa coisas pesadas.

As Novidades

Resident Evil 0 HD Remaster traz inimigos novos e uma alteração do T-vírus, os Plagues Crawlers ou as baratas mutantes e os Eliminators que são testes em macacos, são inimigos que provocam um bom desafio. Os enigmas continuam muito fortes, principalmente que focam conhecimentos naturais, matemática e biologia.

Os gráficos dessa versão realmente são excelentes, o perfil e o traço humano estão exímios a perfeição, os detalhes de mobília e sombras são ótimos. A câmera do jogo é suave acompanha muito bem o personagem. O modo extra é habilitável após o término da campanha podendo assim jogar com o temível Albert Wesker no lugar do Billy.

O que chama a atenção é como prender o jogador ao jogo se é apenas um remake com gráficos melhorados e um modo novo e roupas diferentes? As conquistas para todas as plataformas! Num total de 47, força os jogadores a mostrarem e desenvolverem o talento de, por exemplo, zerar o jogo sem usar um item de cura ou até mesmo não salvar uma vez sequer.

 

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Mauricio de Sousa será homenageado no aniversário de 462 anos da cidade de São Paulo

No feriado de 25 de janeiro, data em que será comemorado o aniversário de 462 anos de São Paulo, o criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa, receberá homenagem da Prefeitura de São Paulo pela contribuição do seu trabalho para o entretenimento, educação e cultura da cidade e do país. Será concedido ao desenhista a “Medalha 25 de Janeiro”.

Além de Mauricio de Sousa, também receberão homenagens a cantora Leci Brandão e a escritora e Lygia Fagundes Telles. A medalha foi instituída em 2009 e já premiou personalidades como o presidente do Líbano Michel Suleiman, os arquitetos Lina Bo Bardi e João Batista Vilanova Artigas, a artista plástica Tomie Ohtake, o compositor Paulo Vanzolini, dentre outros.

Acompanharão Mauricio de Sousa, durante a cerimônia, sua filha Mônica Sousa, inspiradora da sua famosa personagem, e Amauri Sousa, diretor executivo do Instituto Mauricio de Sousa.

Mauricio de Sousa e Lygia Fagundes Telles são membros da APL (Academia Paulista de Letras). O autor foi o primeiro desenhista a integrar uma academia de letras. Nascido em Santa Isabel, passou a infância em Mogi das Cruzes, mas foi em São Paulo que realizou o sonho de ser desenhista. “Fico muito honrado e feliz com esta homenagem. Escolhi São Paulo como lar para minha família e sede da minha empresa. Aqui nasceram meus personagens e cresceram meus filhos. A partir daqui, a Turminha cresceu e ganhou o país e depois o mundo”, diz o criador da Turma da Mônica.

Sobre Mauricio de Sousa

Mauricio de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo), escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970, lançou a revista Mônica. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. Cerca de 150 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir mais de três mil itens, com os personagens de Mauricio de Sousa; suas criações chegam a cerca de 30 países.

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Akira Toriyama reclama da qualidade de Dragon Ball Super

É galera, por esta ninguém esperava. Dragon Ball Super vem causando diversos memes engraçados quanto a sua qualidade técnica um tanto duvidosa.

Eis que o próprio criador de Dragon Ball, Akira Toriyama, se pronunciou sobre sua atual fase da vida. A declaração foi feita no livro Super History Book (da editora Shueisha), e não só revela sua opinião quanto ao novo anime, mas também quanto a outros títulos da franquia.

“Para mim, Dragon Ball era algo que fazia parte do passado, mas com o passar do tempo, me aborreci com o live-action (Dragon Ball Evolution), escrevi um roteiro completo para um filme (DBZ: Batalha dos Deuses), e agora estou reclamando da qualidade da animação do novo anime. Pelo visto, estou tão ligado à Dragon Ball que não posso mais me separar dele”.

Seria esta uma das maldições que poucos mangakas conseguem se livrar, vide Masashi Kishimoto e talvez Eiichiro Oda no futuro? Quanto ao novo anime, Dragon Ball Super está rentável, de fato? Ficam estas perguntas e vamos aguardar os próximos episódios – e que não demore os cinco minutos de Namekusei.

Fonte

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Little Witch Academia no catálogo da Netflix

Para todos os assinantes da Netflix, mais uma novidade na aba animes da plataforma: Little Witch Academia acaba de entrar para o catálogo de stream!

A produção do estúdio Trigger vem com áudio original e legendas na opção português, e não obstante, temos a dublagem em português também – ainda vamos dar uma analisada em sua qualidade.

Enquanto a primeira animação ‘Little Witch Academia’ fora lançada em 2013, temos também a produção financiada no kickstarter em 2015, ‘Little Witch Academia: The Enchanted Parade’. Recomendado para todos os públicos e gostos.

Sinopse: As ideias nada convencionais de Akko não são bem aceitas na academia, mas ela pode ser a única bruxa capaz de salvar o dia quando um dragão fica à solta.

 

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Smyowl lança jogo com os divertidos e atrapalhados DODOS

A Smyowl começa o ano com uma novidade para usuários de smartphones e tablets com sistema operacional iOS: o lançamento do jogo de raciocínio Save the Dodos, cujo objetivo é salvar os DODOS,  pássaros não voadores extintos há séculos,  das armadilhas e inimigos.

Gratuito, Save the Dodos transporta os jogadores por uma viagem no tempo para mudar o rumo da história, ajudar os pássaros a sobreviver e evitar sua extinção por meio de desafios divertidos. As cem fases do jogo se passam em diferentes períodos e ambientes históricos, como Egito Antigo, Idade Média e Pré-História.

Em Save the Dodos, os atrapalhados pássaros roxos caminham pelas fases sem parar até caírem em armadilhas ou serem capturados por caçadores, vikings ou outros inimigos. O jogador precisa ter raciocínio rápido e mover as plataformas embaralhadas para poder direcionar os DODOS pelo caminho seguro até o portal para a próxima fase. A partida termina quando todos os pássaros sãosalvos dos obstáculos e entram no portal.

Além dos DODÔS comuns, existem também os especiais, que são pássaros com habilidades únicas que vão ajudar o jogador a superar as fases. O DODO Soldado, por exemplo, usa um capacete que faz com que ele não morra caso caia em uma armadilha ou seja alcançado por um inimigo, e o DODO Fantasma consegue escapar com vida das arapucas com espinhos.

Todo jogador tem uma colônia de DODÔS que diminui quando um deles não consegue chegar ao portal e ser salvo. Ao completar os desafios e missões, o jogador ganha ovos de ouro que servem para completar a sua colônia com novos pássaros.

Save the Dodos é gratuito, mas possui itens adicionais que podem ser adquiridos com dinheiro real. O game já pode ser baixado gratuitamente para iOS e em breve também estará disponível para Android.

iOS: http://bit.ly/dodos_ios

save the dodos poster
Save the Dodos (Imagem Divulgação)

Sobre a Smyowl – A Smyowl é um estúdio brasileiro de criação de jogos para dispositivos móveis (iOS, Android e Windows Phone) e desktop (Windows e Steam). Seus jogos são publicados mundialmente e já contabilizam milhões de downloads.

Para baixar os games desenvolvidos pela Smyowl e saber mais sobre o estúdio acesse www.smyowl.com

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Ajin | Primeiro Gole

Ajin
Ajin (Imagem Divulgação)

A galera vem comentando que Ajin pode ser o Tokyo Ghoul do ano e também por ter um potencial imenso para ser o anime do ano. Ainda tenho minhas dúvidas e antes de falar do porquê, vamos conhecer um pouquinho sobre a obra em questão.

Ajin é um mangá criado por Gamon Sakurai – conhecido por trabalhar com mangás eróticos, veja AQUI – e conta com sete volumes lançados na good! Afternoon até então. Quem “abraçou” a ideia para animar o mangá foi a Polygon Pictures, já conhecida pelo recente trabalho com Sidonia no Kishi (Knights of Sidonia) e que por sinal também trouxe o diretor do mesmo, Hiroyuki Seshita.

Já foram prometidos três longas animados, um OVA e a animação contará com 13 episódios, sendo que os direitos de transmissão do anime estão com a Netflix, ou seja, já já teremos Ajin no catálogo.

Intensidade

Temos um início de episódio impactante e até mesmo perturbador. Nele, num tom de sépia, vislumbramos uma espécie de vilarejo de interior. Lá, a população local desbrava e luta com armas de fogo contra os chamados “enviados de Deus”.

Até o fim do episódio e aos poucos, pequenas informações sobre tais criaturas são liberadas para o espectador. Basicamente, estes “enviados” são meio-humanos que NÃO MORREM, ou pelo menos, não sabem como morrem. De alguma forma mística ou biológica, não se sabe – ou pelo menos não foi ainda explicado – como tais seres surgiram. Mas eles são como nós, humanos, de carne e osso, porém, possuem uma forma de regeneração potente. E não pense que é algo do nível Piccolo ou Wolverine; É bem mais potente! A pessoa pode ser queimada e triturada, que ela vai voltar na ativa em poucos segundos, ou pelo menos, foi o que deu à entender neste primeiro episódio.

Questões Sociais

Na trama, temos os protagonista Nagai Keium “shinji na vida”, se é que você me entende – até que ele é atropelado. Sim, japoneses adoram atropelamentos em primeiros episódios. Mas voltando à trama, os meio-humanos não sabem que possuem este poder, até “morrer pela primeira vez”. E não basta sofrer o trauma desta primeira morte, é saber que este tipo de criatura é caçado pela população e até mesmo, caçado por uma espécie de grupo secreto.

O que a galera pode associar com o Tokyo Ghoul, é com relação de como estes meio-humanos, ou melhor, os chamados Ajin, são tratados na sociedade. Na verdade, eles não são tratados, e sim descriminados – o que ainda não entendi claramente do porquê disso. A comparação também não para por aí, pois provavelmente teremos o protagonista Ajin, agindo em cima do muro – eu queria fazer esse trocadilho – já que provavelmente, vamos conhecer os dois lados da moeda, dos humanos e dos meio-humanos.

Polígonos e Dinâmica

Sobre as questões técnicas, as músicas de abertura e encerramento não chamaram tanto a atenção, talvez o ending tenha dado um pouco mais impacto. Na dinâmica do enredo, o episódio correu super bem, mantendo uma apreensão no telespectador.

Quanto ao trabalho de animação da Polygon Pictures, pode não agradar à todos, pode ter certeza. Não sei se este é o futuro da animação japonesa – espero que não – mas, parece que falta muita coisa para adicionar. Para quem não conhece, o estúdio trabalha com CGI e 2D ao mesmo tempo. Basicamente, eles dão vida à um boneco/personagem 3D e o animam dentro de um cenário em 2D. O que pessoalmente incomodou neste primeiro episódio, foi com relação à queda de quadros em algumas cenas, principalmente nas mais “rápidas”. Sabe aquele jogo que cai de 30 para 22 quadros por segundo? É mais ou menos esta a situação. Mas né, gostaria que vocês opinassem sobre isso.

Quanto ao que escrevi lá no início do texto de ter minhas dúvidas em ser o hype do ano, é com relação à temática pesada e também com esta animação que pode não agradar o público. Quando estrear na Netflix, poderemos saber com mais facilidade do impacto do anime aqui no ocidente.

ASSISTA AGORA NA NETFLIX

 

 

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Litchi Hikari Club | Novo trailer do live action é divulgado

Para quem aguarda ansiosamente o live-action de Litchi Hikari Club, mais um vídeo foi liberado e mostra o elenco principal do longa. O filme tem data de estreia confirmada para 13 de fevereiro no Japão.

Sinopse: A história gira em torno de nove alunos de um colégio masculino que tem o plano de criar uma super máquina com inteligência artificial, isso para caçar as meninas bonitas do mundo. Entretanto, conflitos internos e com a própria máquina acabam transformando tudo em caos.

 

Fonte

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