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Milord Taverna revive clima medieval no interior de São Paulo

No próximo sábado (30), a Idade Média estará mais presente no interior de São Paulo, com a inauguração da Milord Taverna na cidade de Campinas.

Proporcionando uma experiência única e resgatando os costumes medievais, os campineiros Alexsandro Matos e Fernando Demonte planejaram um ambiente todo remodelado à época, com uso dos trajes típicos, alimentação e uma decoração reunindo brasões, tijolos à vista e utensílios feitos em barro.

Para acompanhar este momento, o recinto trará atrações com músicos, rodas de dança e um cardápio composto por T-bone, coxa de peru, costelas de porco e boi, saladas, caldos, pães, queijos e claro, o típico Hidromel. Opções de cervejas artesanais também estarão disponíveis, como o chopp desenvolvido exclusivamente para a Milord Taverna, o Red Ale e outras opções como Baden Baden.

E aí, quem vamos? O pessoal do SUCO está planejando conhecer a Milord Taverna no dia 06/02, que contará com a presença da banda Taberna Folk.

 

 

Milord Taverna

O cheiro dos campos floridos, a pele colocada cuidadosamente sobre o velho e pesado banco de Cerejeira, a chama crepitando dentro de uma lanterna sobre a mesa, dançando ao som de Violinos, Alaúdes e Gaitas de Fole tocados por animados músicos que se apresentam no pequeno palco.

Salames, presuntos, ramas de cebola e alho, canecas, peneiras, cestos, sacarias, garrafões, ervas, tudo pendurado no bar, de forma a facilitar a vida do taberneiro, que atrás de seu velho balcão, em volta de barris de Carvalho, se apressa para atender aos clientes famintos.

Bandeiras, pendões, brasões, escudos e espadas, elmos e cabeças de Javali e alces, enfeitam as paredes do animado salão.

Cerveja gelada, chope na caneca e o melhor Hidromel. Carneiro assado com ensopado no prato e a coxa de Peru, que dança na mão do animado frequentador que vai se deliciando com sabores exóticos da culinária medieval.

A recepção é feita por legítimas Miladys, que encaminham os clientes aos Milordes, que junto ao taverneiro, garantem o atendimento e proporcionam uma verdadeira viagem ao tempo, entre os séculos X e XI.

Assim é a Milord Taverna, inaugurada em janeiro de 2016 na cidade de Campinas para aguçar os cinco sentidos dos clientes, vivenciando uma experiência imersiva na idade média e seus costumes que até hoje encantam e atraem seguidores pelo mundo todo.

Serviço

Milord Taverna
Rua Sacramento, 367 – Centro – Campinas – SP
Horário de funcionamento: De terça a domingo a partir das 17h
Informações e reservas: (19) 3308-2014
Facebook: Milord Taverna
Wi Fi Liberado |03 Ambientes
Serviço de vallet | Convênio com estacionamento
Cartões de débito e crédito (Visa|Master|Cielo)

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Evangelion 3.33 | Confira o trailer internacional

O longa animado Evangelion: 3.33 You Can (Not) Redo finalmente vai sair em sua versão internacional e um trailer pela FUNimation já está disponível para visualização.

Este foi o terceiro filme (dos quatro prometidos) e estreou no dia 17 de novembro de 2012 lá no Japão. Com a premissa de ser um “remake” de Hideaki Anno + estúdio Khara, os longas recontam os acontecimentos da clássica animação da GAINAX.

E fica a dúvida: Quando sai a última parte?

Sinopse: Shinji Ikari acordou na sua unidade Eva 14 anos depois de iniciar o Terceiro Impacto. Ele não envelheceu, mas tudo mudou. A terra está em ruínas. Rei está desaparecida. As pessoas que ele protegeu tratam-no como um prisioneiro e ameaçam matá-lo se ele pilotar outro Eva.

 

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Save the Dodos, da Smyowl, já está disponível para Android

Os usuários de dispositivos móveis com sistema operacional Android já podem se divertir com o mais novo jogo da Smyowl: Save the Dodos, um game de raciocínio em que o objetivo é salvar os pássaros DODÔS de armadilhas e inimigos.

Save the Dodos oferece aos jogadores uma viagem no tempo cheia de desafios. São cem fases ambientadas em diferentes períodos e cenários históricos, como Egito Antigo, Idade Média e Pré-História. Para completar os níveis e salvar os DODÔS da extinção é preciso agilidade e inteligência, já que inimigos e obstáculos surgem na tela a todo o momento e as atrapalhadas criaturinhas devem ser conduzidas até um portal de saída.

Além dos DODÔS comuns, existem também os especiais, que são pássaros com habilidades únicas que vão ajudar o jogador a superar as fases. O DODÔ Soldado, por exemplo, usa um capacete que faz com que ele não morra caso caia em uma armadilha ou seja alcançado por um inimigo, e o DODÔ Fantasma consegue escapar com vida das arapucas com espinhos.

Save the Dodos é gratuito, mas possui itens adicionais que podem ser adquiridos com dinheiro real. Além da versão para Android, o game já pode ser baixado para iOS.

Download para Android: http://bit.ly/dodos_android

Download para iOS: http://bit.ly/dodos_ios

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Rise of the Tomb Raider | Confira o vídeo das melhorias da versão de PC

Rise of the Tomb Raider saiu para PC (via Steam) e apresenta diversas melhorias nesta versão. A Crystal Dynamics acaba de soltar um vídeo onde são mostradas as melhorias nos filtros, efeitos gráficos, tesselado, vegetação dinâmica e novas técnicas de oclusão ambiental (HBAO+), oferecendo mais realismo no visual do jogo.

Lembrando que Rise of the Tomb Raider também sairá para PS4 ainda este ano. Confira o vídeo abaixo:

 

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Warcraft 3 | Nova atualização depois de cinco anos

Warcraft 3: Frozen Throne vai ganhar uma nova atualização depois de cinco anos!

As informações vieram do site chinês Replays.net (traduzido pelo Facebook Back2Warcraft), onde após as finais do jogo realizadas na China (o jogo ainda é muito popular por lá), repórteres receberam a informação de que um novo pacote de atualizações seria disponibilizado em breve para o jogo.

Provavelmente, este update terá como foco o modo multiplayer – para uma melhoria nos jogos e campeonatos de eSports – algo que não acontece desde 2011. Agora, resta vir um pronunciamento oficial via Blizzard.

Fonte

 

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Ghost in the Shell | live action muda de distribuidora

Já havíamos noticiado que o longa em live action de Ghost in the Shell seria distribuído pela Disney – veja AQUI – e agora segundo a revista Variety, a Paramount Pictures assumiu a distribuição e o co-financiamento (junto à Dreamworks) do filme estrelado por Scarlett Johansson.

O longa será uma produção da Dreamworks com a Paramount e distribuído pela Disney, será gravado em 3D e sua mais nova data de estreia ficou para 31 de março de 2017, com as filmagens iniciando em 2016 na Nova Zelândia.

Na direção, está Rupert Sanders, responsável por ‘Branca de Neve e o Caçador’; No roteiro William Wheeler; Na produção, Avi Arad (franquias X-Men e Homen-Aranha), Steven Paul da Seaside Entertainment e Mark Sourian, responsável na produção de ‘O Chamado 2?.

 

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Prince of Stride: Alternative | Primeiro Gole

Prince of Stride
Prince of Stride (Imagem Divulgação)

Para começar, eu queria dizer que Prince of Stride: Alternative  era uma das minhas estreias mais aguardadas dessa temporada – como vocês podem acompanhar AQUI no post das nossas expectativas da Temporada de Inverno – e consegui evitar de fazer na minha cabeça comparações com Free!, que é outra série que eu cheguei a comentar semanalmente e gostei demais. Por isso eu acho que não consegui curtir tanto quanto outras pessoas que vi comentarem – afinal, como fã incondicional do KyoAni e dos personagens de Free!, não dá pra exatamente substituí-lo no meu coração assim tão fácil e tão cedo. ^_^

O Visual

Eu vou começar essa análise falando da parte mais superficial de Prince of Stride: o visual. A primeira coisa que me ganhou no anime foi, definitivamente, a sua abertura. Extremamente colorida e animada, ela reflete bem o feeling do anime: energético, transmite uma imensa sensação de liberdade, aventura e de empolgação. Para quem gosta desse estilo de anime – de esportes, com muita emoção e bishounen à la Free!, Haikyuu!! e tantos outros – a abertura de Prince of Stride é incrível e sabe ganhar o espectador. Tudo isso além de apresentar os personagens, um mais bishounen que o outro.

Problema é que, depois disso, quanto ao visual do anime em si… não que eu tenha me decepcionado exatamente em relação à minha primeira impressão, mas confesso que, apesar de o character design dos personagens ser incrivelmente bonito, o colorido não era tudo aquilo que eu estava esperando da diretora Atsuko Ishizuka, de No Game No Life e Hanayamata. Visualmente falando, confesso que esperava um visual mais atraente e menos entediante do popular estúdio Madhouse (Death Note, Hunter x Hunter [2011]), especialmente levando em conta o visual do jogo e o quão dinâmico Prince of Stride se propõe a ser, mas sendo um anime de bishounen com pouco enredo e que provavelmente só terá 1-cour, talvez minhas expectativas fossem exacerbadas.

Stride & Relationer

Reclamações iniciais feitas, esses dois episódios serviram basicamente para apresentar os personagens e o esporte em torno do qual gira a história desse anime. A história é a seguinte: no universo do anime, um esporte fictício chamado “Stride” é comum. Esse esporte é basicamente uma mistura de corrida de revezamento com parkour, e tem ainda um conceito a mais que é explicado melhor somente no final do episódio: o conceito de relationer. O relationer é uma pessoa que opera eletronicamente o cálculo preciso dos revezamentos. Sim, os revezamentos são minuciosamente calculados e isso leva a trocadilhos ruins não vistos desde Buddy Complex e “coupling”. O fato é que Stride é um esporte bastante interessante (e confesso que um pensamento que me ocorreu da primeira vez que eu vi o anime foi “que esporte maravilhoso, eu jogaria fácil um jogo sobre e–ah, é um jogo.”). O problema, no entanto, é que ele não é muito bem explicado em nenhum momento. O episódio 1 começa com uma demonstração de como é o Stride, e termina com outra – e tudo, é claro, possui muita ação e parece promissor, mas nunca é explicado muito bem o que é o esporte. O anime te joga nele, e você aprende a gostar, ou não. Eu confesso que me ganhou – e foi possivelmente a única coisa no primeiro episódio que me ganhou – mas a falta de explicações melhores, que também não foi suprida no segundo episódio, deixou a desejar.

A protagonista Nana Sakurai é uma garota que gosta de Stride. Bastante. Ela entra em uma escola tradicionalmente conhecida pelo seu clube de Stride, com o interesse de administrar esse clube (o que eu achei interessante, pessoalmente: é difícil ver garotas de anime interessadas em um esporte a ponto de escolherem uma escola por conta dele, mas é mais raro ainda fazerem isso tudo não para jogar, mas sim para administrarem, não?). Ao entrar na escola, ela conhece ainda um rapaz chamado Riku Yagami. Riku é um garoto que logo fica popular na escola por arrasar em todas as demonstrações dos clubes de esportes, e ele tem como meta entrar em todos os clubes de esporte da escola. Com isso, ele acaba praticando Stride também, mas sem ter interesse particular no clube. Um belo dia, ele vai com Nana até o clube, e então eles descobrem o nível da decadência do clube. O clube de Stride do colégio Hounan, outrora forte e famoso, teve de se unir ao clube de Shogi para não fechar e contam no total com três membros.

É aí, ainda no primeiro episódio, que conhecemos os demais bishounen da equipe que virá a ser a dos personagens principais de Prince of Stride. O líder do clube, Heath Hasekura, é um rapaz de descendência estrangeira que é modelo nas horas vagas; temos também Kohinata, o “fofinho” do lugar, e Ayumu, um legítimo nerd do clube de Shogi o qual foi cautelosamente manipulado pelos demais para fazer parte do clube de Stride quando tivessem mais membros. Além desses, não podemos esquecer de um dos membros mais especiais do clube de Stride: Takeru Fujiwara, um garoto que admite viver pelo Stride.

Assim, logo no primeiro episódio somos introduzidos aos bishounen principais do clube de Stride do colégio Hounan (e consequentemente do anime, acredito) e já conhecemos um pouquinho de cada um. A verdade é que todos eles são personagens com estereótipos bem definidos – o que não é necessariamente ruim; na verdade, não é nada mais do que o esperado de um anime de otome game – mas eu diria que eles não são apenas estereótipos cimentados; todos são sempre apresentados de uma forma gradativa, comédica e leve, e nesse sentido, se tornam mais humanos e próximos. Ainda que tenhamos tido poucos momentos para realmente conhecê-los nesses primeiros episódios, um é bastante diferente do outro e por mais que eu não tenha me apaixonado por nenhum digamos, não tem um Makoto Tachibana achei interessante como eles são bem desenvolvidos individualmente. Creio que isso tenha a ver com uma opção da adaptação do jogo para anime, e creio também que cada um deve ter uma rota individual no jogo, mas quanto a isso não cheguei a pesquisar.

Os verdadeiros protagonistas do anime, como percebemos logo, deverão ser os (parceiros de equipe, porém “rivais”) Riku e Takeru. Ambos talentosos, um logo se estabelece como competidor do outro, o que tem a ver com o fato de eles terem visões muito opostas do Stride. Riku é um garoto que passou por algum tipo de trauma relativo ao seu irmão, que, conforme mostrado no episódio 2, parece ter abandonado-o por causa do Stride. Por conta desse trauma, Riku se recusa a dar o melhor de si no esporte, e ele explicita no segundo episódio que não quer ser como seu irmão, que era um grande esportista. Já Takeru é um garoto com uma paixão imensa pelo esporte, que logo fica bem bravo (pra dizer o mínimo) com Riku pelo fato de ele não dar seu melhor. E a fúria dele chega a ser explicável, considerando a importância de haver uma sinergia numa prova de revezamento. E algo que com certeza gera uns ships pra quem curte.

E é isso que sabemos dos personagens até agora. No episódio 2, no qual o clube já está estabelecido, os personagens estão procurando um patrocinador para a equipe de Stride. No fim do episódio, temos ainda a introdução de uma equipe de rivais chamada Galaxy Standard que parece ter saído diretamente de UtaPri contra os quais eles devem competir no episódio 3. Quem vê esse tipo de anime sabe que introduzir os rivais cedo é normal, mas pra já chamar pro fight é meio rápido demais, e por isso penso que Prince of Stride seja incrivelmente rápido. Uma das maiores impressões que esses episódios me passaram, em uma palavra, foi essa: velocidade. Tudo é veloz, e o que senti foi que o anime se propõe a ser extremamente “orientado para ação”, por falta de um termo melhor. O tempo todo temos metáforas sobre vento e movimentos, mensagens nada sutis de “se mova!” e coisas do tipo – assim como, pra fins de comparação, a primeira temporada de Free! tinha sobre liberdade, por exemplo. É legal ter um “lema” ou símbolo como fio narrativo, mas, ainda assim, penso que talvez eles… tenham levado o lema a sério demais.

Do ritmo e dinâmica

Como assim? Chegou a hora de confessar aqui, então, uma coisa que eu achei sobre esses dois primeiros episódios: pouco envolventes. O fato é que tem muita coisa acontecendo, mas não tem explicação. Tentando colocar de outra forma, por enquanto o anime não parece focar nos relacionamentos nem no desenvolvimento dos personagens, nem tampouco em explicar o Stride. Ele foca no Stride em si; nas histórias do passado do esporte e em necessidades como campeonatos e patrocínios, e eventualmente na própria ação também, mas nisso ele acaba “jogando” o espectador que não conhece o esporte no meio de um terreno desconhecido. Acho que isso é uma escolha diretorial, e não necessariamente ruim: é uma que pode ganhar mais fácil até aqueles espectadores que curtem a ação e a dimensão de “esporte” do anime, mas para quem gosta mais de história, foi algo que realmente faltou aqui. A propósito, também não tem nenhum sinal de romance no anime até agora, mas ouvi dizer que o jogo também foi muito criticado pelas faltas nesse departamento. A moral da história é que o anime, até agora, focou muito mais na ação do que em qualquer coisa mais envolvente e emocional, ou mesmo em qualquer coisa de romance, como se poderia esperar de um anime baseado em otome game, e acho que alguns espectadores (como a jovem senhora que vos escreve) podem não gostar disso também.

Mas eu não posso dizer que não gostei desses dois episódios iniciais de Prince of Stride: Alternative. Fui atraída, sim, pelo estilo visual relativamente original, além dos personagens interessantes – definitivamente o tipo que quero conhecer mais, pois até agora apenas pedaços deles apareceram, e ficou claro apenas que eles são complexos. Tem ainda o fato de que o Stride em si parece ser muito legal e ironicamente? As cenas em que eles correm pelos prédios transmite uma sensação de liberdade muito boa. Ou seja: eu vi várias falhas sim, mas estou só sendo reclamona aqui, porque no fim das contas eu me diverti. E diria que Prince of Stride até o momento tem tudo para ser “ao menos divertido”. Um 7/10, um “gostoso de assistir”. Mas claro que é cedo para julgar.

Agradeço muito a quem leu o post, e deixem aí nos comentários o que acharam desses episódios! Para quem tinha expectativas: elas foram superadas? Ou não? Sentiu que faltou algo? Já arrumou um husbando para essa temporada? Muito obrigada pela leitura, e até a próxima!!~ ?

Originalmente postado no NotLoli!

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Trajes Fatais | Conheça este jogo de luta criado por brasileiros

Já conhece Trajes Fatais (TRAF)? Uma breve explicação da trama do jogo: Uma força misteriosa afeta todos os participantes de uma festa, dando-lhes poderes de acordo com a roupa que estão vestindo!

O jogo está sendo desenvolvido de forma independente para PC, produzido pelo grupo Onanim. Trajes Fatais segue a linha de jogo de luta similar à franquia The King of Fighters, com uma resolução de 640 x 360, tudo para preservar a “fase de ouro” deste segmento de jogo, utilizando a pixel art com prioridade.

Há alguns detalhes na jogabilidade do jogo que valem ressaltar, como o sistema de esferas ao invés das barras de vidas tradicionais e os níveis de pulo, sendo de acordo com a pressão e intensidade durante a corrida. Por ora, a versão do jogo conta com três lutadores: Lucy Fernandez, Cristano Martins e Lourenço Sombra.

A estreia do jogo ficou para este semestre de 2016, com uma versão beta em breve e uma campanha de financiamento coletivo. Vamos aguardar! 😀

Página Oficial do Facebook

 

 

 

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