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Zootopia | Novo trailer nacional

Zootopia é uma cidade diferente de tudo o que você já viu. Formada por “bairros-habitat”, como a elegante Praça Sahara e a gelada Tundralândia, essa metrópole abriga uma grande diversidade de animais irreverentes sempre prontos para encarar uma nova e divertida aventura.

Quando Juddy Hopps (voz de Monica Iozzi) chega em Zootopia, ela descobre que ser a primeira coelha da equipe da polícia, formada por animais grandes e fortes, não é nada fácil. Determinada a provar seu valor, ela embarca em uma aventura atrapalhada e bem humorada, ao lado do malandro raposo Nick Wilde (voz de Rodrigo Lombardi) para desvendar um grande mistério.

Além de Monica Iozzi e Rodrigo Lombardi emprestarem suas vozes para os protagonistas do filme, Judy Hopps e Nick Wild, na versão brasileira do filme, o jornalista Ricardo Boechat dá voz ao personagem Boi Chá, o famoso jornalista da bancada do Zoo News.

Para deixar tudo ainda mais divertido e com muito brilho, a cantora Shakira dará voz à personagem Gazelle, a maior estrela pop de Zootopia, além de interpretar a canção “Try Everything”, da trilha sonora do filme.

Dos mesmo criadores de Frozen e Operação Big Hero, Zootopia estreia dia 18 de fevereiro nos cinemas.

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Núcleo Quadrinhos (Adriano Gon) | Suco Entrevista

Adriano Gon
Adriano Gon (Caricatura Divulgação)

Fala galera. Hoje teremos nossa primeira entrevista com uma editora, a NHQ – Núcleo Quadrinhos.

Conhecemos Adriano Gon, responsável pela editora em um dos eventos do circuito Avalon no interior paulista e adquirimos a revista One Shot Mangá BR #1, com duas histórias bem bacanudas, que em breve vamos postar um REVIEW por aqui.

Com a ideia de valorizar ainda mias o mercado nacional de mangás e também seus autores, o Núcleo Quadrinhos é uma editora que se dedica arduamente para dar o valor necessário aos autores nacionais e com seu trabalho lançado.

“Os selecionados do Concurso de Mangá Nacional são remunerados por seus quadrinhos e recebem total apoio na distribuição, divulgação e edição”

Com suas palavras, apresente um pouquinho o projeto NHQ?

A NHQ, Núcleo Quadrinhos, surgiu em 2008 da necessidade de espaço para apresentar de forma gratuita e online quadrinhos brasileiros que nessa época não tinham tanto espaço e tantas formas de se propagarem Brasil a dentro.

Hoje, a NHQ é uma editora ainda 100% nacional que busca espaço nesse mercado tão difícil e que se fechou com o surgimento das redes sociais e vários coletivos de quadrinistas que oferecem gratuitamente material para download ou mesmo leitura online.

One Shot Mangá 1
One Shot Mangá #1 (Capa Divulgação)

Quais as principais metas do NHQ?

As principais metas da NHQ são as mesmas que qualquer outra editora/empresa: crescer e alcançar o maior número de leitores, apresentando e publicando o maior número de quadrinhos nacionais possível.

Como surgiu a ideia do Concurso Mangá Nacional?

Da necessidade de valorizar o artista nacional, pagando, mesmo que pouco e não o que achamos que realmente valha, o serviço de quadrinistas de qualidade que estão fora do mercado por causa da falta de espaço criado pelas grandes editoras.

Os selecionados do Concurso de Mangá Nacional são remunerados por seus quadrinhos e recebem total apoio na distribuição, divulgação e edição.

O que acham do mercado nacional? Ainda tem muito espaço para ocupar e crescer?

Diferente do que muitos cantam aos sete ventos, não existe um mercado de quadrinhos sólido em nosso país há mais de vinte anos. E ainda está longe para atingirmos e realmente podermos dizer que definitivamente temos um mercado de quadrinhos.

“Treino, persistência e muita determinação e objetivo em tudo que vocês fazem e produzem”

Não adianta você vender em eventos se o público não é fiel e não gera retorno financeiro para novas publicações. Se for mercado de quadrinhos online, as webcomics, esse está estabilizado, porém, ainda é sustentado por amor. E as vezes, isso não é o suficiente.

Qual a principal diferença que vocês acham que o mercado nacional tem com o internacional? 

Os leitores e a sua forma de ver os quadrinhos.

Qual conselho você daria para os novos mangakas, que sonham em ter seus quadrinhos publicados?

Treino, persistência e muita determinação e objetivo em tudo que vocês fazem e produzem. Ninguém irá saber que você existe se ficar esperando uma editora te publicar.

Hoje, temos várias formas de se chegar aos leitores e os mais interessados, buscam desenvolver sites para disponibilizar suas HQs e páginas em redes sociais para atingir o maior número de leitores. Só assim, fazendo barulho, sem vergonha, é que as editoras e os editores poderão te achar. E números (vendas/leitores/curtidas) são muito importantes.

Tem alguma novidade da NHQ que pode revelar pra gente? O que podemos esperar para os próximos meses?

Nota do Editor: O financiamento já terminou no Catarse e mesmo com a meta não atingida, o volume One Shot Mangá BR #2 saiu.

Como todos estão vendo, começamos uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para o lançamento da One Shot Mangá BR#2, com dois participantes do primeiro Concurso de Mangá Nacional.

A campanha vai até o começo da segunda quinzena de Janeiro e contamos com o apoio de todos. Fora isso, ainda estamos em negociação com outros artistas para lançamentos de títulos próprios da editora. Aguardem novidades para 2016.

one shot mangá 2
One Shot Mangá #2 (Capa Divulgação)

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FACEBOOK – Adriano

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30 de janeiro – Como foi criado o Dia do Quadrinho Nacional?

Em todo o Brasil já é comemorado o Dia do Quadrinho Nacional. Uma data às vezes confundida como se comemorasse toda a produção de quadrinhos no mundo. Então para explicar melhor é preciso dizer que essa data foi escolhida quando a Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas de São Paulo, em 1984, levantou em pesquisas na Biblioteca Nacional (RJ), que o Brasil era pioneiro na publicação dessa linguagem.

Foi descoberto então Ângelo Agostini, um italiano radicado no Brasil, que começou a publicar em 1867 seus desenhos e charges no “Cabrião”, jornal de São Paulo. Em 1869, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde fazia uma série no semanário “Jornal Vida Fluminense”, publicando em 30 de janeiro do mesmo ano a primeira novela gráfica do mundo “As aventuras de Nhô-Quim – Uma viagem à corte”. Era uma página dupla a cada semana em uma novela com a história de Nhô-Quim viajando de Minas Gerais para a corte do Rio de Janeiro.

Despois da descoberta, a Associação levou toda a documentação adquirida nas pesquisas aos órgãos responsáveis para conseguir que esse dia, 30 de janeiro, entrasse no calendário oficial do Brasil como sendo o Dia do Quadrinho Nacional. Isso aconteceu um ano depois, em 1985.

Essas informações são relevantes, já que vemos hoje em dia muitas matérias na mídia, algumas equivocadas falando desse dia como sendo do quadrinho estrangeiro, quando na verdade a comemoração é de nossos artistas. O Troféu HQMIX, “Oscar” dos quadrinhos brasileiros, criado por Gualberto Costa e JAL, diretores da associação na época, faz um levantamento anual de lançamentos de quadrinhos no Brasil e em 2015 foram mais de 1700 nacionais. Isso demonstra que os quadrinhos estão em alta apesar da crise, conquistando cada vez mais leitores.

nho quim
nho quim (Imagem Divulgação)
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Maratona de Just Dance Now agita o palco principal da Campus Party na madrugada de sábado para domingo

Com sinal de internet liberado, campuseiros precisarão apenas de um smartphone e muita animação para se divertir com o game de dança da Ubisoft; atividades começam às 22h de amanhã, 30/01, e não têm hora para acabar

Ubisoft Just Dance
Imagem Divulgação

Que dormir que nada! A madrugada de  sábado para domingo na Campus Party será de muita dança no palco principal do evento. Isso porque a Ubisoft prepara uma grande festa embalada pelos sucessos de Just Dance Now, a inovadora experiência de Just Dance para plataformas móveis. A partir das 22h de amanhã, 30/01, todos os campuseiros estão convidados a abrir o aplicativo gratuito de Just Dance Now nos dispositivos Android e iOS e participar dessa ação inédita que deve reunir mais de 2 mil pessoas.

Para jogar é muito simples, basta segurar o smartphone com o app sincronizado no jogo, seguir os passos apresentados no telão e se divertir. Graças à tecnologia Ubi BlueStar, da Ubisoft, não há limites de jogadores para dançar ao mesmo tempo, mesmo com conexões de internet diferentes – 2G, 3G, 4G e Wi-Fi. Durante a ação, a conexão à web estará liberada para todos que quiserem jogar.

Para mais informações sobre Just Dance, acesse www.justdancegame.com

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Tomb Raider (2013) | Primeiro Gole

tomb raider
Tomb Raider 2013 (Imagem Divulgação)

Primeiro, o #BELLAN fará duas considerações: A primeira é de que ele apenas jogou os três primeiros jogos da franquia “original”, ou seja Tomb Raider (1996), Tomb Raider II e Tomb Raider III. A segunda consideração é de que ele NUNCA jogou Uncharted – até o momento do fechamento desta matéria. Bem, agora vamos a sinopse do game:

Sinopse: Após uma violenta tempestade destruir o barco que ela estava viajando, uma jovem e amedrontada mulher é deixada encharcada em uma praia desconhecida. Por conta própria, mas não sozinha, ela só tem um objetivo, sobreviver.

Uma Reinvenção 

Fomos pegos de surpresa quando a Crystal Dynamics resolveu dar um novo “boost” na franquia Tomb Raider e mais, viria com uma trama onde contaria as origens da nossa tão querida heroína, Lara Croft. Como o próprio líder do estúdio disse:  “Esqueça tudo que você sabe sobre TOMB RAIDER, nós estamos explorando coisas nunca antes feitas neste jogo”.

Já nos primeiros trailers que saíam, um pouco da trama era revelada e tínhamos Lara Croft como membro de uma tripulação a bordo do navio Endurance. Eis que por consequência de uma grande tempestade marítima, ela acaba parando numa ilha “abandonada” e por algum motivo místico, NINGUÉM consegue mais sair desta bendita ilha próximo ao Japão.

Quem aí já viu o seriado de Arrow? 

Podemos fazer muitas comparações do crescimento de Lara com Oliver Queen (o Arqueiro Verde). Tudo bem que Lara não deve ficar cinco anos na ilha, mas o que podemos fazer um paralelo aqui é da questão do aprendizado.

Ambos personagens não possuíam manejo com armas ou aquele espírito de sobrevivência – e muito menos mataram alguém na vida e tudo acaba acontecendo nesta ilha, mudando a personalidade ou exaltando aquilo que “escondiam”, no caso da Lara, o espírito Croft way of life.

Passo a passo; Cicatrizes

Já de cara, ou pelo menos na primeira hora de jogatina, vemos o quanto Lara literalmente se ferra. Além de levar trocentos tombos e caindo em desmoronamentos, ela tem que acabar lidando com cortes, perfurações e animais selvagens da ilha.

Enquanto os primeiros inimigos não aparecem, o(s) primeiro(s) mapa(s) servem basicamente como um modo de treino, onde aprendemos a caçar, colher alimentos, coletar itens e desvendar pequenos puzzles.

Diferente da franquia clássica, Lara (ainda) não dá aqueles saltos ornamentais e muito menos demonstra ser uma potencial medalhista nos saltos de uma Olimpíada. Parece que tudo vem à seu tempo, bem como o manejo de armas.

Um diferencial de jogabilidade

Lembra quando citei de que nunca joguei Uncharted? Bem, parece que muitos elementos do jogo aqui, são iguais ao da série de Nathan Drake. O que posso comentar é de a jogabilidade é bem similar (pelo que andei vendo) e o que acaba mudando da franquia clássica é a inserção de fast travels (ao invés de fases-episódicas), já que o mundo é semi-aberto.

Outro fator diferencial é um leve feature de RPG, com sistema de aprimoramento de armas e skills, tornando a exploração e o “treinamento de XP” bem mais interessante. Com certeza, foi um dos grandes lançamentos de 2013 (junto com The Last of Us) e fã ou não da franquia, vale à pena dar uma jogadela! Em breve, um Review completinho por aqui.

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Little Witch Academia (Filme) | Review

Foi uma bela surpresa a Netflix iniciar o ano de 2016 com Little Witch Academia em seu catálogo.

Confira também: Little Witch Academia – ANIME | Primeiro Gole

Esta animação do STUDIO TRIGGER foi produzida em 2013 e a versão brasileira fora dublada em português pelo estúdio Delart, localizado na cidade do Rio de Janeiro.

O dragão está à solta!

Imagina uma escola de bruxaria. Imaginou? Veio Harry Potter à sua mente? Bom, é mais ou menos por aí.

Em Little Witch Academia temos a região de Luna Nova onde as bruxas não caçadas – algumas até mesmo são celebridades – e todas vivem em total comunhão na sociedade; Pelo menos é o que parece neste episódio.

A animação começa num espetáculo, parecido com um show de mágica nível “estádio”. Lá temos uma bruxinha fazendo seus truques e peripécias de ilusionismo, e dentre as centenas de pessoas na platéia, temos uma pequena garota que se emociona com tal show. Vemos nos olhos desta pequena criança de que ela QUERIA estar no palco; Ela quer ser uma bruxinha.

É aí que temos no centro do episódio, a história de Atsuko Kagari, ou simplesmente Akko. Ela parece não levar jeito nas matérias teóricas e até mesmo nas mais técnicas, como voar numa vassoura mágica, ela não se dá bem. Logo vemos que o que importa pra ela, é ser igual aquela bruxa de sua infância Shiny Chariot, que por sinal não é tão bem vista entre os alunos e professores, já que ela se utilizava de magias de ilusionismo e/ou magias fúteis para resolver o que era necessário. Na verdade, ela era uma tremenda Hue Hue BR.

Akko não veio de uma família tradicional de bruxos assim como suas amigas e sua rival em potencial Diana Cavendish, a sabe-tudo, CDF e a mais perita com magia na sua turma. Como em qualquer situação escolar, temos as panelinhas de amigos; Do lado Akko, temos a “nerdzinha-de-óculos” Lotte Yanson e a especialista em poções Sucy Mambavaran. Do lado Diana, temos as medrosas Hanna e Barbara (referência à Hanna Barbera aqui?). Com esses dois times rivalizados, temos o plot central da animação onde os grupos de bruxinhas devem passar num teste de “dungeoncrawler“.

Basicamente, temos uma grande torre e com um grande labirinto-dungeon nela. Lá, diversos monstros sobrenaturais se escondem e os itens mais lendários podem ser encontrados. Como tudo tem um preço, já viu né?

Com essa disputa do grupinho Diana vs Akko, uma quer mostrar à outra (principalmente Akko) que conseguiu o item mais raro do local ou mesmo, destruiu o monstro mais perigoso do calabouço. Porém, Diana ao tirar o selo de uma antiga máquina de tortura (Dama de Ferro), acaba liberando um dragão capaz de absorver a Mana/Poderes Mágicos das bruxinhas; Quão mais ele absorve, maior e mais forte ele fica.

E agora com o dragão à solta, ambas (Diana e Akko) devem deixar de lado o orgulho e precisam trabalhar em conjunto para combater o tal bichano. Será que vão conseguir? Vou deixar esta parte do clímax com vocês. Vocês precisam assistir, sério (não querendo dar o veredito tão já :P)

O Caldeirão da Bruxa

O que mais chama a atenção em Little Witch Academia é de que todos os elementos narrativos e técnicos funcionam muito bem. Nada é sobrecarregado de informação ou jogado de à esmo, mesmo que a animação tenha algumas referências e “segredos” nas entre-linhas.

Outra questão é a forma despretensiosa que o diretor Yoh Yoshinari (Gurren Lagann Parallel Works) trabalha com a temática de bruxa/bruxaria. Ele se utiliza dos elementos que todo mundo tem conhecimento: O chapéu pontiagudo, o caldeirão, as magias, a vassoura mágica, a varinha, etc. Dessa forma, não há muito o que explicar do background e já no início desta animação de pouco mais de 23 minutos, já somos apresentados ao plot central.

Falando um pouquinho da protagonista Akko, ela surpreende por mesmo não ser a melhor na técnica e na teoria, ela consegue extrair o seu poder ACREDITANDO que tem esse poder. Talvez, neste universo de Luna Nova, muito dessa magia “inconsciente” ou involuntária/genuína se perdera, e ela, como a Shiny Chariot, acabam desequilibrando por utilizar de conceitos teoricamente falhos, mas que podem e devem funcionar no momento em que mais necessitamos. Se fossemos para resumir sua persona, basicamente é aquele elemento do “Acredite. Você Consegue”.

Veja sem preconceito

Teve uma galera das interwebs xiando quanto a animação ser do Studio TRIGGER. Para quem não saber dos porquês, vai uma breve explicação – e junto, um pouco do processo de criação do anime.

O Studio TRIGGER se formou com o abandono de Hiroyuki Imaishi e Masahiko Ohtsuka da toda e poderosa GAINAX em 2011. Muito da galera no time do estúdio, veio de animações peso-pesado do naipe de Evangelion, Gurren Lagann e FLCL (FuriKuri). Tirando o primeiro trabalho Inferno Cop (animação com 13 episódios de 3 minutos cada), Little Witch Academia foi de fato o portfólio do grupo para alçar vôos maiores posteriormente, com Kill La Kill.

Com o mesmo time de Gurren Lagann e Kill La Kill (mesmo este, lançado depois), muita gente teve o preconceito de assistir pensando em ter muitas cenas de fanservice ou “calcinhas-non-sense”. Muito pelo contrário, Little Witch Academia mostra um outro conceito da equipe de produção (como no recente Ninja Slayer) e pode ser indicado para qualquer pessoa!

É importante frisar de que grande parte do financiamento da produção, veio através do projeto Anime Mirai do Young Animator Training Project 2013, financiando jovens animadores. Neste mesmo ano, curtas de estúdios como Madhouse e Gonzo também participaram; Vale citar que o curta apresentado pela Madhouse foi Death Billiards (que originou Death Parade posteriormente)

Poções e Fogos de Artifícios

Mesmo sendo o “primeiro trabalho de peso” do estúdio, a qualidade técnica de Little Witch Academia impressiona. Algumas cenas lembram animações Disney feat. Ghibli e as personagens, mesmo conhecendo bem pouquinho sobre elas, são super carismáticas.

Lembra do time da Akko e Diana citado logo acima? É possível fazer um quarteto fantástico dessas bruxinhas, cada uma com suas particularidades e poderes específicos, dando mais pano pra manga em futuras histórias (Em breve, traremos a continuação lançada em 2015 por aqui também :D).

Little Witch Academia acabou de entrar no Netflix e acabou recebendo uma dublagem pelo estúdio Delart, atualmente o maior estúdio de dublagem da América Latina. Quanto a este episódio, não temos do que reclamar; Está tudo muito bem feito e deveras cativante. Podemos citar o empenho e destaque Ana Elena como a protagonista Akko (Masami em Gumball) e a mítica Miriam Ficher como a Professora Ursula (Botan em YuYu Hakusho).

Divertido, cativante, um quê de animações 80 e 90 (Disney + Ghibli) e poxa, serão um pouco mais de 20 minutos de bruxarias muito bem exploradas.

Little Wich Academia já está disponível no catálogo Netflix.

 

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Nintendo NX | Super Smash Bros. pode ser o título de lançamento

Um rumor – mais que certo – anda circulando nas interwebs onde, a Bandai Namco está envolvida em vários jogos para o Nintendo NX, sendo um deles o título de lançamento do novo console  da Nintendo: Um novo Super Smash Bros.

O diretor executivo da Kantan Games, Serkan Koto, compartilhou em seu Twitter: “Bandai Namco está atualmente desenvolvendo vários jogos para o NX. Smash Bros é um dos jogos de lançamento. Não tenho certeza sobre a data”.

No meio gamer – principalmente japonês – a fonte é considerada sólida e podemos salientar também de que o portátil NX pode sair ainda este ano. Vamos aguardar por mais informações!

Fonte

 

 

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Great Detective Pikachu | Fãs criam petição para Danny Devito dublar pokemon

Great Detective Pikachu foi anunciado para 3DS nesta semana e apesar da Nintendo ainda não garantir uma versão para o Ocidente, o fã Sairith Aramor criou uma petição em que a BIG N contrate o ator Danny DeVito para dublar o pokemon amarelo.

No ar tem dois dias, a petição já acumula mais de 15 mil assinaturas, tudo isto pois como o idealizador da lista, todos nós acreditamos que de fato o ator até que combinaria bem na voz do Pikachu. Confira um vídeo feito por fãs, onde temos uma ideia de como ficaria:

 

Para acessar a petição, acesse AQUI.

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