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Seal Online oferece conteúdo exclusivo para jogadores brasileiros

Os fãs de MMORPG (Massively Multiplayer Online Role-Playing Game) e os jogadores que já estão se divertindo com o closed beta de Seal Online têm mais um motivo para se aventurar no game durante sua fase de testes. Até o dia 11 de maio, a Playwith Latin America, produtora coreana de games para PC e dispositivos móveis, promoverá ações exclusivas para o público brasileiro dentro do jogo e premiará os usuários com trajes produzidos especialmente para o público do Brasil e muito dinheiro virtual.

Para ganhar as vestimentas de samba, os jogadores precisam atingir o nível 50, e para ganhar a vestimenta de capoeira, precisam atingir cinco personagens ao nível 20 do game, que apresenta aventuras desafiadoras, batalhas heroicas e personagens míticos da distante terra de Shiltz. Ainda durante a fase closed beta, um concurso realizado pelo bate papo do jogo oferecerá um prêmio de 5 milhões de CEGELS (o dinheiro no jogo). As premiações são exclusivas para os participantes do closed beta, que vai até 11 de maio e tem limite de participação de 10 mil jogadores. Para participar, basta se inscrever pelo SITE

Além dos trajes e do concurso, a Playwith Latin America preparou também dois eventos especiais exclusivos aos participantes brasileiros do closed beta de Seal Online. Em um deles, um foguete com destino à Lua leva os jogadores para uma viagem divertida e cheia de prêmios raros. Para quem não quer ir tão longe, mas também gosta de aventura, a terra de Shiltz ganhou uma nova arena de batalhas player versus player, em que o jogador pode mostrar toda a sua força e receber em troca itens poderosos e muitas joias.

Para que os usuários brasileiros tenham a melhor experiência de jogo, a Playwith tem feito o acompanhamento das partidas durante o closed beta e oferece tutoriais aos jogadores que estiverem com dúvidas. A partir do feedback dos jogadores, a produtora fará ajustes para garantir que Seal Online esteja de acordo com o gosto e as expectativas dos brasileiros.

Para saber mais sobre o Seal Online visite:
www.facebook.com/SealOnlineBrasil

Para se inscrever no closed beta acesse:
http://seal.dedeate.com/banner/index.html?code=1631738544

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Checklist JBC | Maio 2016

O mês de maio está aí e a editora JBC está com 13 títulos, dentre eles o encerramento de Bullet Armors e mais um volume de Blue Exorcist (Ao no Exorcist). Lembrando que a distribuição é feita por todo território nacional, com uma pequena diferença de dias entre a região sudeste e as demais do país.

Capa Destaque

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Bullet Armors #6

 

 

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Haru Jiggly | Suco Entrevista

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Haru Jiggly (Imagem Divulgação)

O Suco Entrevista de hoje é com uma pessoa que admiramos faz muito tempo: Claudia Andriolo, a Haru!

Mega talentosa, ela tem um canal hiper batuta no Youtube – com muita coisa de Anime e Mangá <3 – e também atua como dubladora. Para complementar esta entrevista, sugerimos o vídeo ’50 Fatos Sobre Mim’ da Haru, logo abaixo.

“Eu SOU a Haru. Ela não é um personagem, sou eu. 100%”

Como era a Claudia Andriolo criança?

Bom, a coisa que eu mais me lembro de quando eu era criança era de brincar sozinha, jogar videogame e ver desenhos.

Falando de brincadeiras com amigos ou histórias engraçadas, não tenho muito o que dizer. Eu só fui fazer amiguinhos mesmo depois de tirar meus aparelhos (freio de burro, óculos de silicone e talas para andar).

Você sente falta de alguma coisa da sua infância?

O que eu sinto falta mesmo é o tempo livre pra brincar, estudar, e a liberdade que a gente acha que não tem quando é criança, mas que é algo muito precioso.

haru jiggly claudia andriolo
Haru Jiggly (Imagem Divulgação)

Tem(Tinha) algum desenho favorito?

Fullmetal Alchemist! E falando de Cartoon, Steven Universe. Ou Hora de Aventura. Ou Titio Avô. Ah, puxa..

O que anda assistindo ou lendo atualmente?

Game of Thornes *claro*, Akagami no Shirayukihime, e voltei a ver Naruto! Também estou lendo Roverandom 🙂

Quando e como surgiu a ideia de criar o seu canal no Youtube?

Bom, eu acompanhei o Youtube gringo por um tempo, e via que existiam pessoas com as quais eu me identificava que faziam vídeos. E pensei que, talvez, eu pudesse tentar também.

Na verdade eu estava passando por um período de bastante insegurança na minha vida, e pensei que, já que eu não tinha nada a perder mesmo.. Por quê não?

O que mudou do seu primeiro vídeo para os últimos? Ou, como é a Haru do primeiro para o último?

Eu mesma não mudei muito, mas a forma de falar na frente da câmera e de me comportar mais naturalmente melhorou muito.

Eu tinha um pouco de vergonha do quê as pessoas poderiam achar, então era um pouco mais recatada.

Mas depois que eu vi que coisas boas e ruins surgem nesse meio de qualquer forma, você fazendo algo que você gosta ou não, pensei que seria bem mais legal fazer o que eu gosto do jeito que eu gosto.

haru jiggly cosplay asuka
Asuka por Haru (Imagem Divulgação)

Você tem problemas em dividir a vida virtual da real ou já pensou em desistir do seu trabalho na internet?

Não tenho nenhum problema, até porque, elas são a mesma coisa. Eu SOU a Haru. Ela não é um personagem, sou eu. 100%, é aquilo lá. Por mais zoado que pareça, eu falo daquele jeito, eu sou retardada daquele jeito, e eu tô bem feliz assim.

O único problema, para ser bem sincera, é que o Youtube não pode pagar as minhas contas, e portanto, eu sou obrigada a trabalhar em outra área.

É frustrante, mas quem sabe algum dia eu possa viver fazendo o que eu gosto, que são meus vídeos. Eu postaria vídeo todo dia, o tempo todo se pudesse!

Sabemos que com a exposição na internet, a incidência de haters e cyberbulling aumenta bastante. Como você lida com tais comentários ou pessoas que não “aceitam” o seu tipo de trabalho?

Bom, antes de existir cyberbullying eu enfrentei um negócio tão ruim quanto, que é bullying de verdade. Eu era a própria Darla do Procurando Nemo (na verdade eu hoje faço piada, mas eu nasci bem antes do que devia, quase morri e tenho alguns problemas de saúde, por isso tantos aparelhos), e as crianças acham isso engraçado.

Hating pra mim é bem normal. Acho até estranho quando as pessoas perguntam sobre isso. Pra mim faz parte do jogo”

Hoje não culpo, afinal eu era diferente mesmo. Eu era uma menina muito mais baixa que o resto da turma, usava óculos de silicone fundo de garrafa, era mais branca que um palmito, não andava direito (depois comecei a usar tala para a perna, e melhorou), e usava aparelho externo, aquele freio de burro da Darla mesmo.

Depois, com muito tratamento e todos esses probleminhas semi resolvidos conforme eu estava crescendo, começar um canal no youtube e ser xingada na web não parecia tão ruim quanto ser xingada na cara, como aconteceu a vida inteira. Achei bem.. normal. Hating pra mim é bem normal. Acho até estranho quando as pessoas perguntam sobre isso, porque.. Pra mim faz parte do jogo.

Como é sua relação com seus fãs?

Ótima! Temos um grupão no Facebook onde eu sou bem ativa, sempre tento responder todo mundo no máximo de redes sociais possível, e vira e mexe eu marco rolês pro cinema ou algum outro lugar com os meus Patreons.

De todos os seus vídeos, qual o seu preferido e por quê?

A Invocação do Dollynho! Foi um dos mais divertidos de fazer, e uma idéia que veio do nada enquanto eu estava jogando em casa com um amigo. Queria realmente ter a grana pra fazer o filme todo! haha

Se pudesse ter um super-poder, qual seria e por quê?

Eu gostaria muito de ter os poderes da Jean Grey, eu ia trollar todo mundo e me enfiar na cabeça das pessoas pra fingir que sou a consciência delas, ou que sou um fantasma, e depois ficar ~levitando~ coisas perto da pessoa hahaha *[Nossa… o #BELLAN raxou aqui HAEUHEUHAE] 

Tem algo a nos dizer sobre projetos futuros? O que pode nos adiantar?

Eu gostaria MUITO! Mas não posso, é segredo mesmo 😡 MWAHAHAHAHAHA

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Haru Jiggly (Imagem Divulgação)

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Batman vs Superman vs Capitão América: Guerra Civil

Vamos polemizar um pouquinho? Sei que muita gente aí adora comparar Batman vs Superman: A Origem da Justiça com Capitão América: Guerra Civil e o #BELLAN resolveu entrar nessa onda aí. Tentarei condensar tudo o que acho acerca destes dois filmes.

>>> CONTÉM SPOILERS <<< 

* Não sou DCnauta ou Marvete;
** Não vou comparar mídias diferentes, ou seja, quadrinho com filme; 
*** É um artigo pessoal, não representa os ideais do Suco de Mangá e fiz para CAUSAR mesmo. Se curtirem, comentem. Se não curtirem, comentem também. 

Capitão América: Guerra Civil | Review

Pano da capa de fundo

Cinematograficamente Capitão América: Guerra Civil é “muito mais filme” que Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Sim, já começando com “dois pé no peito”. E porquê d’eu achar isto aí? Você dcnauta pode vir com trocentas referências e “desculpas” que esta cena aqui ou aquela ali é do quadrinho número 42, lançado lá em 1957. Ora, o tal filme não “sobrevive” por si só, ou seja, cinematograficamente ele pode ser considerado falho neste aspecto.

Se pensarmos na palavra Adaptação, aí a coisa pode mudar de figura. Uma de que a Guerra Civil do filme do Capitão é uma nos quadrinhos e outra nos cinemas, ou seja, neste quesito podemos dizer que Capitão América: Guerra Civil é “falho” dentro deste aspecto.

Este é o primeiro ponto que eu gostaria de comentar por aqui, na questão de qual “funciona” mais como filme. Se por um lado a DC converte o papel em película, criando um vínculo com o fã e causando uma certa estranheza com o público comum e corrente, a Marvel cria um novo universo e além de criar o vínculo com o fã, cativa o público comum e corrente. Resumindo, Batman vs Superman é ótimo sob a ótica do fanservice; fraco como filme.

*abaixo um trailer onde o fã une os dois filmes

O tal do flashback

Enquanto Capitão América: Guerra Civil tem toda uma base de oito anos de filmes para o background, é certo que ele não precise explicar a origem de tal personagem – tudo bem que temos TRÊS flashbacks de uma mesma cena com o Soldado Invernal em Guerra Civil.

No caso de Batman vs Superman, temos flashbacks, flashforwards e tudo que é flash – até mesmo flash do Flash – e poxa, é realmente necessário mostrar a cena dos pais do Bruce Wayne tantas vezes? Infelizmente, este advento não é culpa da direção do Zack Snyder – que por sinal, deve ter se sentido “capado” em ter que transformar mais de 4 horas de trampo em 2h30 na versão para cinema – e sim pelo fato de que a DC não tem seu “universo” estruturado nos cinemas… ainda.

Neste segundo ponto aqui, é claro que Capitão América: Guerra Civil vai levar vantagem e os roteiristas deitam e rolam num roteiro linear, amarrado e que deixa aquela(s) ponta(s) solta para amarrar de volta num próximo filme. Dessa forma, o filme flui de forma mais natural, fica menos denso e muito mais divertido. Um adendo interessante é quanto a inclusão do Homem Aranha na trama e não jogaram flashback de como ele foi picado e ganhou seus poderes. Ponto. O importante ali no filme era ele soltar teia, lutar com a galera e este contexto de sua origem – e acredito que será em uma passagem bem rápida – deve aparecer só em seu filme solo. Ponto.

Dinâmica

Já até saiu uma notícia de que o Homem Aranha teve mais falas que o Clark Kent/Superman em Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Isso representa alguma coisa? Diretamente, não. O que podemos tirar daí é de que todos os personagens em Capitão América: Guerra Civil tiveram seu espaço, cada um em seu quadrado e de formas muito bem montadas. Teve-se uma construção da trama individual antes de culminar no clímax do combate 5×5.

Já no Batman vs Superman a estrutura se firma de forma mais arrastada, o tal “efeito dark DC”, mas que torna o filme melancólico em grande parte e isso não ter a ver com o filme ser pesado ou não, mas em como ele foi montado. Mais uma vez, cito que estou curioso pela versão do diretor, que pode provar que o filme era mais “amarradinho”. Sim, estou sendo esperançoso.

Sobre o fim, créditos e cenas extras

É uma birra a DC não fazer cena pós-crédito? Este direito é apenas da Marvel? Só eu tenho a impressão de que se a última cena de Batman vs Superman tivesse sido colocada como “extra” e depois dos créditos, daria um UP imenso no filme? Sabe? aquela cena do caixão.

Reparei algo bem interessante ao assistir Capitão América: Guerra Civil no cinema. Quando o filme acabou e veio a primeira sequência de créditos – que mostra o nome do elenco principal – a galera começou a se movimentar e a tirar o celular dos bolsos. Quando todos tiraram e antes de que comecem a tuitar ou escrever algo no feed do Facebook, começou o extra do Pantera Negra. Pronto, todos em silêncio novamente. Depois, começou de fato os créditos intermináveis e bem, não me lembro se foi mais que cinco minutos, mas foi o suficiente da galera zapear, tuitar e enviar suas impressões do filme MINUTOS DEPOIS DE ASSISTIR. Opa! Isto é uma estratégia muito bacana que os filmes da Marvel proporciona, sem contar aquele papinho pós-filme com o amiguinho do lado ou você tendo que aguentar aquela luz acesa do cinema e avisar o tio da frente que tem mais uma cena extra. E bem, terminou com a cena do Homem Aranha e claro, a galera vibrou. Muito.

Este é um detalhe sobre a montagem, edição e como o final de um filme pode influenciar no buzz, no hype e claro, no feeling do entretenimento.

Liberdade criativa

Quem aí assistiu Watchmen? Zack Snyder soube muito bem o que fazer naquele filme, o transformando – na talvez – adaptação mais cult de uma HQ, de Alan Moore, no caso. Não sei se a DC deu carta branca para o cara fazer o que bem entender em Batman vs Superman, mas tenho certeza de que ele fez TUDO o que poderia ter feito. Creio que o próximo filme, Esquadrão Suicida seja muito mais “aberto” para possibilidades e para que ele crie e dê mais sua cara na trama e nas personagens.

Onde quero chegar com isso? Quero dizer que os Irmãos Russo podiam fazer o que bem entendiam no 12º longa, no caso Capitão América: Guerra Civil e o que culminou na mudança do padrão de narrativa, como já citei nos primeiros parágrafos.

Já está mais que nada hora dos estúdios e produtoras desvincularem de vez uma mídia da outra; cada uma funciona a sua maneira, não tem jeito. É bizarro citar a franquia Resident Evil nos cinemas, mas mesmo que você não goste, Alicia & CIA criaram um novo universo Resident Evil, e repito, mesmo que você não goste, estão aí com SEIS filmes. Duvidosos? Talvez.

A DC vai continuar a produzir filmes focados para os fãs de quadrinhos? E a Marvel no público em geral? Dentro desse questionamento, quem vai angariar novos leitores é a Marvel. Basicamente, este é o meu ponto de vista acerca destes dois filmes. Abaixo, algumas notas de similaridades e peculiaridades entreo os dois filmes.

15 curiosidades sobre Capitão América: Guerra Civil

Mais um vídeo para ilustrar a matéria :3 [Em inglês]

Humanidade vs Super Herois

Os dois filmes tratam em sua cerne da mesma coisa, das responsabilidades de um herói e das consequências que eles trazem para a humanidade, seja em civis mortos ou catástrofes na Terra. Nos dois filmes – até mais em BvS – questionamentos sobre a moral, ideal e do peso que ele tem sobre uma nação. Será mesmo que precisamos deles? Um ponto interessante aqui é de como esta questão é tratada em cada um dos filmes. Em BvS temos Lex Luthor criando a discórdia entre Superman e Batman, terminando numa luta final contra o mega-vilão Apocalypse. Traduzindo, o humano teve de utilizar artifícios super-humano – no caso, Apocalypse – já que seu plano de eliminar o Superman não dera certo. Já em Guerra Civil é um pouco diferente, onde o vilão Humano tem a possibilidade de utilizar artifícios super-humano, e escolhe NÃO. Ele apenas quer ver os “poderosos” se matarem entre si.

Em nome da mãe

Particularmente, achei deveras piegas a “motivação” e freada do combate entre o morcegão e o alienígena. Tudo bem que o filme teve toda uma construção sentimental por trás disso, mas não me convenceu. Já do outro lado, se proposital/coincidência ou não, vale ressaltar a frase: “Não é por causa disso é que vamos nos tornar amigos”.

Terrorismo

Superman não conseguiu conter uma bomba INTERNA no Capitólio dos Estados Unidos. Tudo bem, o cara tava baquiadão, não estava prestando atenção e tudo mais. Mas poxa, e essa segurança norte-americana heim? Já em Guerra Civil, a bomba explode do lado de FORA do Centro Internacional de Viena.

Apresentação de novos personagens

Lex Luthor deu de mão beijada para o Batman um documento com a ficha dos “pica das galáxias” que formarão a Liga da Justiça no futuro. Em BvS, temos a estreia de Gal Gadot como Mulher Maravilha, roubando a cena contra o Apocalypse e no #TeamStark, temos Pantera Negra e Homem Aranha, que também roubam a cena. Todas estas entradas foram fenomenais e empolgantes!

Lutas sensacionais

Podemos citar duas grandes cenas em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, começando com a dos dois protagonistas. É notável o quanto sentimos o “aço” do Superman quando o Batman dá um soco no kryptoniano. Agora, mudando para uma cena aberta e muito mais épica, temos a luta do trio Batman, Superman e Mulher Maravilha contra Apocalypse. Um espetáculo de efeitos visuais, sonoros e tensão.

Com Capitão América: Guerra Civil, temos diversas cenas de ação durante o filme. Posso citar duas centrais, a do aeroporto, que poxa, une todo mundo e é porrada pra todo lado. Cada um dos heróis tem seu momento de brilho. Já a segunda, é mais “passiva”, porém, não menos impactante, a luta entre o Homem de Ferro e o Capitão América. Sério, tem até sangue. Disney, lembra? Sangue! Há outra, não tão central, mas de muita adrenalina, que é a da perseguição. Caraca, essa galera corre heim?

Fanservice com Mulher Maraviha e Feiticeira Escarlate

Vou me conter aqui, mas poxa, meu amor pela Feiticeira Escarlate, interpretada por Elizabeth Olsen, é maior que a do Visão. Só acho. Mas bem, brincadeiras a parte, estas duas personagens estão bem montadas e vão render muito pano pra manga ainda e não posso deixar de citar o fanservice que rolou com as duas.

Em Batman vs Superman foi com a cena no combate contra o Apocalypse, que bem, tem um foco nas pernas abertas da Mulher Maravilha em um certo momento. Já em Guerra Civil, após Wanda mandar o Visão pra casa do capeta, há uma câmera de baixo para cima que “tenta” captar a calcinha da jovem feiticeira. Sem êxito. Fanservice ou hiper-sexualização, não sei. Só coloquei como “momentos similares”, mesmo 😛

Belo, recatado e do lar

Não tem como não citar a engraçadíssima cena do Visão cozinhando para Wanda/Feiticeira Escarlate. E bem, o cara – se posso chamá-lo assim o.o – não leva nenhum jeito para a cozinha. Ao contrário do peitoral-esponja-de-aço do Superman, que nossa, deve manjar muito na cozinha. A Lois Lane pira.

A Juventude de Alfred e Tia May

Não que isso tenha me incomodado, de forma alguma. Sabemos que Alfred nem sempre é aquele velho caquético e que muitas vezes pouco “bem representado” no universo cinematográfico. Jeremy Irons tem uma bela oportunidade de dar o “valor devido” ao querido não-só-mordomo. Quanto a Tia May. Bem, posso dizer que ela está com idade de TIA e não de AVÓ. Outra coisa também é de que o filme está mais “jovial” e indexado nos dias de hoje, ou seja, a estética está bem mais forte e presente nas pessoas, mesmo nas de baixa renda.

E aí, o que achou? Lembrou-se de algo? Faltou alguma coisa? Deixe seu comentário! 😀

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Sega produzirá filme de Shinobi

Depois de Sonic, a Sega planeja produzir um longa de Shinobi e que deve estrear em 2018.

As informações foram disponibilizadas pelo site Deadline e o filme será uma co-produção entre a Sega e a Stories International. Na produção, estão Marc Platt (Scott Pilgrim Contra o Mundo) e Adam Siegel e Evan Choldin como produtor executivo.

Depois de Sonic e Shinobi, será que teremos títulos como Streets of Rage ou Altered Beast nas telonas? Depois dessa onde de adaptações dos quadrinhos, teremos a dos games?

 

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Cine Sesi-SP no Mundo exibe filme e animações japonesas em mais de 30 unidades

Uma ótima oportunidade de assistir 4 produções nipônicas, caso sua cidade tenha uma unidade do SESI.  Segue abaixo o release e imagem publicados pela página do SESI Rio Claro/SP.

Pela primeira vez um país asiático é tema do projeto Cine SESI-SP no Mundo. Realizada em parceria com a Fundação Japão, a mostra Japão Jovem traz ao público do SESI-SP quatro filmes do cinema nipônico contemporâneo, incluindo um longa-metragem de ficção e três animações. São obras assinadas por dois diretores premiados internacionalmente e com grande sucesso de público: Tomoyuki Furumaya e Makoto Shinkai.

Tomoyuki Furumaya conseguiu fama internacional ao ter seus dois primeiros filmes premiados em festivais ocidentais – em Vancouver e Rotterdam. É comum em suas obras o conflito entre personagens fortes e decididos – em contraste com a indecisão e falta de coragem que o próprio diretor alega viver. O animador Makoto Shinkai é considerado uma promessa do gênero, eleito por parte da crítica como o sucessor de Hayao Miyazaki e conhecido pela qualidade do traço e cor em seus desenhos – especialmente nos cenários, baseados em lugares reais – e pelo frequente uso de metáforas visuais a partir de elementos cotidianos típicos do Japão: os trens, as cerejeiras, os telefones celulares.

As produções da mostra trazem em comum histórias de protagonistas jovens, ricas em referências a práticas culturais japonesas, mas que remetem a experiências universais. Espectadores de todas as idades poderão reconhecer os dilemas dos personagens, que precisam aprender a lidar com as perdas e frustrações para poderem seguir em frente.

Mais informações e sinopses no Site Oficial

sesi-sp no mundo japão jovem rio claro
Japão Jovem – CLIQUE PARA AMPLIAR

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Sakumi Yoshino morre aos 57 anos

A mangaka Sakumi Yoshino era autora de obras como PeriodUtsu Yori So ga Yoroshii no!

Tomohiro Matsu morre aos 43 anos

Sakumi Yoshino veio a óbito no dia 20 de abril e a causa de sua morte não fora revelada. A última obra que publicou e terminou foi Period, que contou com 5 volumes finalizados em 2014. Atualmente ela trabalhou com o one-shot Itsuka Midori no Hanataba ni, publicado postumamente na revista Flowers da Shogakukan no dia 28 de abril.

period 5 capa
Period #5 (Capa Divulgação)

Fonte: Notícias Anime United

 

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Power Rangers | Novas imagens divulgadas – com mais Rita Repulsa!

Novas imagens do set de gravação do filme de Power Rangers são reveladas com Elizabeth Banks como Rita Repulsa.

Primeira imagem dos Power Rangers com armadura é revelada

Um detalhe interessante é de que na bancada onde se encontram as armaduras, existem SEIS delas, com destaque para a BRANCA. O que isto pode sugerir? Já a antagonista Rita Repulsa desfilou com um segundo figurino, além do verde anteriormente apresentado.

power rangers armaduras suit set
Power Rangers (Imagem Divulgação por Yvrshoots)
power rangers elizabeth banks set 2
Power Rangers (Imagem Divulgação por Yvrshoots)
power rangers elizabeth banks set 1
Power Rangers (Imagem Divulgação por Yvrshoots)

Os cinco rangers são: Becky G (Yellow Ranger – Trini), Ludi Lin (Black Ranger – Zack), Dacre Montgomery (Red Ranger – Jason), Naomi Scott (Pink Ranger – Kimberly) e RJ Cyler (Blue Ranger – Billy). Como Rita Repulsa teremos a atriz Elizabeth Banks e na direção Dean Israelite (Project Almanac). O filme estreia em 24 de março de 2017.

Sinopse: Um grupo de adolescentes comuns que se tornam extraordinários quando descobrem que sua pequena cidade – e o resto do mundo – estão prestes a serem obliterados por uma ameaça alienígena. Escolhidos pelo destino, os heróis logo descobrem que eles são os únicos capazes de salvarem o planeta. Mas, para isso, eles precisam resolver seu problemas pessoais e trabalharem juntos como os Power Rangers.

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Elizabeth Banks como Rita Repulsa (Imagem Divulgação)

 

 

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