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Atom: The Beginning | Primeiro Gole

De autoria de Tetsuro Kasahara (com assistência na história por Makoto Tezuka e Masami Yuki), Atom: The Beginning, o suposto antecessor da lendária obra Astro Boy, tem como premissa os eventos que se sucederam antes do nascimento do robô de Osamu Tezuka.

1.000 cavalos e serviços de meio período

Preparando-se para realizar um teste de força física de um braço mecânico condensado com 1.000 cavalos de potência, dois homens executam o pequeno experimento que acaba por resultar numa enorme explosão, ademais, somos levados a outra narrativa acerca da situação do universo de Atom que explica como e porque surgiram os robôs:

Sinopse: Após uma grande catástrofe e reconstrução que conseqüentemente trouxe a inovação em tecnologia, os seres humanos criaram os robôs. Os robôs eram incumbidos de fazer-lhes o que foram ordenados, e logo os robôs tornaram-se indispensáveis para a humanidade, contudo os robôs não possuem coração, os robôs não são humanos.

Depois dessa breve narração, os dois homens que outrora se preparavam para o experimento são apresentados como Umataro Tenma e Hiroshi Ochanomizu, bolsistas no laboratório 7 da universidade Nerima e que por motivos financeiros trabalham em serviços de meio período para bancar os experimentos que executam.

O estúdio responsável pela animação é OLM, Inc. , Production I.G e Signal.MD.

A106 e a teoria Bewusstsein

É num desses serviços de meio período que Umataro veste o robozinho com uma das fantasias que se apresentaria na parada (uma espécie de marcha para promover os robôs, que ao que tudo indica são para fins de lutas), nesse ínterim, um dos robôs começa a pegar fogo e é quando o cabeça de lata avalia a situação e parte para solucioná-la afim de evitar um acidente.

Umataro e Ochanomizu então percebem que além do pequeno tomar decisões a partir do seu próprio julgamento, a teoria Bewusstsein (teoria de robótica e I.A) que ambos criaram estava certa: a de que Six (codinome A106) seria o primeiro robô com senso de si mesmo.

Moço? É bom?

Bom pessoal, de inicio a animação não causa tanto impacto para quem espera um primeiro episódio recheado de lutas, pelo contrario, não há lutas. O que realmente causa impacto é o visual que olha, pode-se dizer que é um dos mais belos dessa temporada, a trilha sonora também não fica atrás não, além disso, a produção tem nomes de peso como Katsuyuki Motohiro (Psycho-Pass, filme live-action de Ajin) como realizador chefe, Masami Yuuki (franquia Patlabor, Birdy the Mighty) com o trabalho conceptual e Yoshino Nanjou que vai dar voz a Maria na série e interpretar o tema de encerramento “Hikari no Hajimari” (The Beginning of Light), por outro lado, a abertura é feita pelo duo musical, After the Rain interpretando o tema “Kaidoku Fun?” (Indecipherable).

Enfim, Atom: The Beginning consegue manter os padrões que propôs: roteiro leve e bem delineado, animação delicada e trilha sonora audível, portanto, é um bom anime para que deseja nessa linha e que seja um grande admirador das obras (ou das que se influenciam pelo estilo e história) do mestre Osamu Tezuka.

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Evento de Point Blank na SAGA da Lapa anima feriado de Tiradentes

Amanhã (21/04), a partir das 10h, a SAGA, maior rede de escolas de desenvolvimento de games, arte digital, design e efeitos visuais, abre as portas da unidade da Lapa – SP para fãs e entusiastas do game de tiro em primeira pessoa Point Blank se divertirem com a segunda edição do Point Blank SAGA Challenger.

SAGA lança série de oficinas gratuitas de computação gráfica

O evento é gratuito e os interessados podem se inscrever pelo site da SAGA. Entre as atrações estão convidados especiais como jogadores profissionais, youtubers e representantes do mercado, além de campeonatos, mesas redondas, palestras, workshops e sorteios de brindes.

Nos laboratórios da SAGA, o público poderá disputar torneios de Point Blank com jogadores profissionais, como Rafaella “Raafa” Sanches, Gabriel “Lk1” Silveira, do HooSIER E-Sports, e Guilherme “Nyang” Coelho, do Stompa Top Team, que também participarão de uma mesa redonda, discutindo o cenário competitivo do game, o mercado de esportes eletrônicos, e contando suas experiências como atletas profissionais.

O Point Blank SAGA Challenger também contará com debates mediados pelo youtuber Joga Samuca e pelo narrador de e-Sports Murillo Show, que falarão um pouco de suas experiências profissionais nesse mercado. Além disso, o público poderá participar de workshops sobre Pont Blank e aprender táticas de combate para melhorar o desempenho no jogo, um dos grandes sucessos da Ongame.

Ao longo de toda a programação haverá máquinas disponíveis para o público jogar Point Blank à vontade e serão realizados sorteios de brindes relacionados ao game.

Serviço – Point Blank SAGA Challenger

 

Local: SAGA Lapa – Rua George Smith, nº 320, Lapa, São Paulo-SP

Data: 21/04/2017

Horário: Das 10h às 16h

Inscrições: Gratuitas através do site https://www.saga.art.br/pb/

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Dance Day 5ª Edição [VIDEO]

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ACCA 13-ku Kansatsu-ka | Review

Porque todas as temporadas tem ao menos uma série de anime feita pro pessoal Diferentão E Hipster se sentir contemplado, e eu digo isso me considerando parte desse pessoal.

ACCA: Departamento de Inspeção dos 13 Distritos

ACCA: 13-Territory Inspection Dept. ou ACCA 13-ku Kansatsu-ka (subtítulo acima em tradução livre), conta a história de um reino chamado Dowa que possui 13 distritos, cada qual com suas próprias prioridades e agendas – de forma análoga a um sistema federalista como o dos Estados Unidos.

A organização ACCA controla e inspeciona todos os distritos. Jean Otus é um dos comandantes da ACCA, e é também um inspetor que sai viajando por todos os 13 distritos ao longo dos 12 episódios do anime.

Aventura e Exploração

O anime mistura, assim, uma coisa de sightseeing, aventura, jornada de exploração que é reminiscente de um Kino no Tabi ou Michiko to Hatchin; o espectador acompanha o protagonista Jean em sua viagem por 13 distritos bem distintos e interessantes e, de quebra, percebe o que levou cada um deles ao estado em que chegou.

Além dessa caracterização dos distritos, a mistura envolve jogos políticos dignos de qualquer Code Geass ou Legend of the Galactic Heroes da vida – ainda que devidamente reduzidos de forma a caber em 12 episódios, – e reflexões sobre a própria natureza da política ao espectador atento.

Ritmo

Ainda assim, apesar de curto, demora a engrenar; desde o começo parece promissor, mas a sensação de nada acontece é forte até o episódio 8, em que as coisas começam a finalmente fazer sentido.

Assim, é aquele anime que provavelmente melhora da segunda vez que você assiste já sabendo de algumas coisas, que tende a subir no conceito apenas no final e que lhe permite refletir depois. O que é o justo: que os privilegiados percam todos os seus privilégios para os desprivilegiados, ou que os privilégios sejam mantidos de forma a preservar a estrutura social mas melhor distribuídos, de maneira equitária? Nesse sentido, ACCA é quase um Política For Dummies que nos apresenta a resposta óbvia de forma didática. O ritmo deixa a desejar, e o ar de pedância para uma conclusão tão óbvia afasta os que vão esperando demais. Se não, tende a entreter.

Reviravoltas 

Com uma reviravolta aqui e acolá, alguns personagens bastante simples porém adoráveis – desde o badass Jean, passando por seu amigo de infância Niino até a adorável Lotta – ACCA nunca se mostra excepcional mas sempre se mantém acima da média. Tem uma apresentação bem interessante com um colorido, character design e cenários únicos e bem modernos, e músicas interessantes – a abertura deverá ficar na sua cabeça por um tempo! – e não decepciona nesse departamento.

Apesar dos pesares, é uma experiência que se torna ótima e que termina em um saldo positivo. Eu recomendaria ACCA às pessoas sedentas por anime diferente do comum, que não faz questão de agradar otaku de forma alguma e que não dispensam uma história sobre papeis sociais, jogadas políticas e sacadas inteligentes.

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Twitch anuncia ferramenta para organizar conteúdo de League of Legends

A plataforma social de vídeos Twitch anuncia um novo recurso para navegar mais facilmente dentre os diversos canais de League of Legends disponíveis na plataforma.

Twitch Studios lança trailer de seu mini-documentário Ironsights

A partir de hoje, a interface de usuário será exibida no topo do diretório de League of Legends, e os espectadores podem usá-la para organizar o ranking de streamers e filtrá-los de acordo com os campeões jogados. A Twitch também está trabalhando com a Riot Games para lançar a ferramenta em conjunto os dois novos campeões do jogo, Xayah e Rakan. Isso marca a primeira vez que qualquer plataforma levantou metadata do League of Legends desta maneira, culminando em uma nova forma de exploração de dados.

Além de assistir aos melhores jogadores de League of Legends em ação, dezenas de fãs acessam a Twitch para aprimorar suas habilidades de jogo. Este foi o motivo para a Twitch tornar a categoria do título mais fácil de navegar. Com as novas funcionalidades, os jogadores podem aprender mais sobre os vários elos do jogo classificando os streamers por ranking, bem como estudando a variedade de campeões.

“Baseado em minutos assistidos, o League of Legends é o jogo mais popular na Twitch, e tem sido desde o lançamento da plataforma”, afirma JT Gleason, diretor de Integração da Twitch. “Como a comunidade da Twitch é apaixonada por League of Legends, é importante fornecer novas maneiras de filtrar conteúdo relacionado ao jogo, exclusivos para nossa plataforma. Fez todo o sentido trabalharmos em conjunto com a Riot Games para lançar essa funcionalidade quando a empresa disponibilizasse seus dois novos campeões.”

Para que os streamers de League of Legends garantam que suas transmissões apareçam com as informações corretas, eles devem vincular suas contas da Twitch com as de League of Legends (as instruções para isso podem ser encontradas aqui).

Para mais informações sobre a Twitch, visite o blog oficial da empresa, seu feed no Twitter e sua página no Facebook. Para informações sobre TwitchCon 2017, celebração anual da comunidade da Twitch, visite www.TwitchCon.com.

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Diretor do game Batman: Arkham Origins é a 1ª atração Internacional confirmada para o BIG Festival

Stefan LeBlanc, diretor cinemático do game Batman: Arkham Origins, da Warner Bros. Games, é a primeira atração internacional confirmada para o BIG Festival 2017. Ele fará uma palestra sobre o processo de criação de jogos Triple A, no dia 29 de junho, às 10h da manhã. As inscrições serão feitas pelo site do evento, a partir de 2 de maio.

Confiram: Batman: The Telltale Series | Primeiro Gole

Stefan já trabalhou em outras grandes desenvolvedoras e publicadoras mundiais. Ele foi diretor cinemático na Electronic Arts, diretor de cinematografia, de cinemática e de storyboard na Ubisoft (onde foi responsável por Prince of Persia: The Forgotten Sands, jogo inspirado no filme live-action com Jake Gyllenhaal); e foi responsável pela direção visual de Deus Ex: Mankind Divided, da Square Enix, desenvolvido pela Eidos Montreal.

LeBlanc é especialista em direção e em produção de filmes tradicionais e é apaixonado por animação. Ele também dirige seriados e desenhos de televisão. Segundo ele, trabalhar com captura de movimentos o permitiu juntar essas duas paixões.

A quinta edição do BIG Festival acontecerá de 24 de junho a 2 de julho, no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista. O evento é gratuito.

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4 Contos do Dragão para você ler – Editora Draco | Suco Apresenta

Contos do Dragão é um acervo de contos publicados digitalmente de forma individual pela Editora Draco, de autores brasileiros e lusófonos, em vários gêneros – fantasia, ficção científica, terror, policial, romance paranormal, erotismo, entre outros – oferecendo uma oportunidade de degustarmos a história antes de embarcarmos no livro completo.

Confira também: A Samurai: Yorimichi – Caminhos Tortuosos | Review

Afinal, com as imensas pilhas de livros pendentes de leitura (que nunca para de crescer), é uma boa experimentarmos algo antes de investir em mais um (ou uns), certo?

E para ajudar ainda mais, a editora disponibilizou alguns títulos gratuitamente, olha que maravilha. Aqui vai a indicação de quatro deles, mas confere lá no SITE OFICIAL que tem muito mais.

Ninguém

Karen Alvares

Terror

Cada pessoa tem interesses particulares que nem sempre são motivos de orgulho ou de compreensão pelas outras pessoas. Neste conto, o personagem principal possui uma curiosidade, talvez obcecada, por casos reais de horror, buscando nas camadas mais obscuras da internet por relatos e vídeos que supram sua sede. O momento narrado no conto é de quando ele presencia e participa de um dos acontecimentos que tanto procurava, já passível de arrependimento. Porém, sabemos apenas do começo desta história, ficando no ar aquele desejo de ler a história completa, de saber mais, tal qual o personagem antes de ser capturado.

A toca das fadas

Clara Madrigano

Terror

Neste conto, a personagem principal narra a descoberta feita pelo seu irmão, Jack, da “toca das fadas”, em uma floresta perto de sua casa. Quando Jack tenta provar a existência destas criaturas, elas simplesmente não aparecem mais, porém, acontecimentos fazem com que a personagem principal acredite que elas existem e que estão à espreita, apenas aguardando uma oportunidade para agir. O estilo de redação não é dos mais agradáveis, porém, a história deixa uma certa curiosidade sobre o que virá.

Despertar de um sonho (Metrópole)

Melissa de Sá

Fantasia

Ilio é um garoto com a excentricidade de ter sonhos premonitórios e a capacidade de ouvir conversas à longa distância, nem sempre sob sua vontade ou menos totalmente sob controle. Essa habilidade, conhecida pelas pessoas ao seu redor apenas pelo fato de afetar os circuitos elétricos do recinto quando Ilio “viaja” pelas conversas que ouve ou por alterações consideráveis de humor, causa medo e repressões. O ambiente em que vive possui uma hierarquia quase militar e lembra um tanto o clima da série Divergente (Veronica Roth). O conto relata os pensamentos de Ilio sobre um sonho que tem se repetido, sempre com a mesma garota desconhecida, que ele tem certeza de que vai encontrá-la – e que a ama (claro que tem que rolar um romance nessas histórias, não é mesmo?).

The Schroedinger Show

Carlos Orsi

Ficção Científica

Um popstar, digo, um super-pop-megastar, resolve fazer um show diferente e inovador baseado na experiência do Gato de Schroëdinger, aquele em que um gato está vivo e morto ao mesmo tempo enquanto uma determinada caixa em que ele se encontra estiver fechada. Caso você nunca tenha ouvido falar sobre esta experiência, recomendo que pesquise rapidamente, ainda que não se interesse muito por mecânica quântica. Este conto é curtinho e bem humorado, em que você lê em pouquíssimos minutos.

Sugestão de pesquisa: Gato Shroedinger

Leia todos os Contos do Dragão! 

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Cobertura Dance Day 5ª edição – “Make the party!”

Nós do SUCO fomos em um evento pra lá de dançante e animado. Foi realizado neste domingo de Páscoa (16) a 5ª edição do Dance Day pelo Grupo Dance Party com apoio da própria Ubisoft – criadora do jogo Just Dance.

Confira também: Museu da lâmpada – Do Fogo ao Led

O evento contou com a participação de vários fãs e amantes do jogo, tendo campeonatos de diferentes categorias (individual, dupla e grupo), concurso cosplay, venda de artigos exclusivos, maquiagem estilo Just Dance para os convidados entrarem ainda mais no clima, mesas destinadas a jogadores de card games, competição de torta na cara e freeplays de jogos da Nintendo e Ubisoft – inclusive, um inédito do Nintendo Switch. Ademais, ocorreram duas gincanas – uma das quais com a temática referente ao dia, “caça aos ovos” – e a venda de drinks especiais (não alcoólicos) e milkshakes exclusivos com nomes das músicas do jogo. Além disso, também tinham comidinhas pra lá de gostosas para aqueles que quisessem repor as energias (com direito a Maid Deadpool-chan atendendo a pedidos!).

Conversamos um pouco com a Aninha e o Diogo que são da staff do evento e eles nos contaram um pouco da história dessa festa tão bacana. O grupo começou em 2011 a partir de outro chamado N-Party e criaram uma sala temática para o Just Dance. No início “era bem sofrido” dado que eram um grupo novo e afins, tendo somente um “leve apoio” da Ubisoft (sic). Apenas em 2015 os laços se fortaleceram com a empresa.

A festa em si começou a 5 anos atrás e surgiu pois o grupo percebeu que com frequência durante eventos os fãs passavam o dia inteiro na sala deles. Eis que pensaram “porque não criar uma festa só disso?” e começaram em maio de 2013 com o primeiro Dance Day. Após duas edições, na terceira conseguiram estabelecer um melhor diálogo com a Ubisoft, que desde então abraçou a ideia e tem dado apoio ao grupo.

Para além de toda a parte burocrática, a dedicação e o esforço da staff em trazer um evento cada vez mais interessante e rico para seu público era palpável. A empolgação transbordava para além da pista de dança e via-se nos detalhes, desde os adesivos temáticos espalhados e toda decoração até muito deles devidamente caracterizados como personagens do jogo. Também não ocorreu algum momento em que a música parou, seja no salão principal ou no adjacente, sempre havia alguém dançando. E, afinal, esse era o intuito do Dance Day: just dance!

Abaixo você confere algumas imagens e em breve um vídeo em  nosso canal!

GALERIA

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