Conhecido por personagens como Dexter em “O Laboratório de Dexter”, Gato Félix em “O Gato Félix” e PicoDevimon em “Digimon”, Zé Luiz marcou toda uma geração, principalmente por frases marcantes como: “A flor tem que ser de cerejeira, e o homem tem que ser Kuwabara!”.
Segundo amigos, José Luiz faleceu na madrugada de terça-feira (6) em Teresópolis (RJ).
Foram mais de 355 bilhões de minutos assistidos em 2017 na Twitch, contabilizados por 15 milhões de visitantes únicos diários e PlayerUnknown’s Battlegrounds figura entre os jogos mais assistidos de 2017.
Entre os brasileiros, League of Legends ainda ocupa o posto dos mais assistidos e com relação aos jogos single-player offline, The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Resident Evil 7: Biohazard são os únicos que estão no Top10.
Top 10 novos jogos de 2017, baseado em minutos assistidos:
DuckTales: Os Caçadores de Aventuras é o mais novo quadrinho da Editora Abril que estreia na plataforma Social Comics em versão digital – simultaneamente com a versão impressa.
O título é baseado na nova série animada que estreou recentemente (segunda-feira, 4 de fevereiro) no Brasil, nos canais Disney Channel e SBT.
O volume #1 de DuckTales: Os Caçadores de Aventuras conta com 48 páginas e para a leitura, basta acessar o Social Comics.
Capa do primeiro volume de DuckTales: Os Caçadores de Aventuras (Imagem Divulgação)
As origens de DuckTales
O desenho animado DuckTales: Os Caçadores de Aventuras estreou em 1987 com grande sucesso e durou quatro temporadas.
Esta nova série revive o antigo desenho numa nova versão, e narra as andanças do Tio Patinhas, com os trigêmeos Huguinho, Zezinho e Luizinho, o temperamental Pato Donald e a equipe da mansão: o valente chofer e piloto Capitão Bóing, a governanta Madame Patilda e sua neta aventureira Patrícia Vanderpato, a mais nova amiga dos trigêmeos.
Armado com sua moeda da sorte, Tio Patinhas e companhia estão em busca do tesouro escondido de sua família. No caminho, eles enfrentam muitas aventuras, seja um robô fora de controle ou viajar para o deserto e resgatar Pato Donald das garras de uma múmia.
O diretor mexicano sempre demonstrou um interesse bem interessante por monstros e uma fantasia que só ele sabe fazer nos cinemas; mais uma vez com sua característica fórmula, ele encanta e trabalha um romance com um quê de conto de fadas – mas bem mais grotesco!
Michael Shannon e Sally Hawkins em A Forma da Água (Imagem Divulgação)
O Monstro da Lagoa Negra
A Forma da Água não apresenta um argumento original ou inovador. Na verdade, segundo o próprio del Toro, é uma homenagem a um filme dos anos 50 que gostava muito, O Monstro da Lagoa Negra.
A fórmula aqui é o padrão do que já conhecemos bem em longas de monstros e humanos, particularmente, de Monstro e Donzela, vide A Bela e a Fera, como maior exemplo. O que surpreende aqui, é de como ele conduz a história com um plano de fundo da Guerra Fria, personagens xenofóbicos e racistas, e claro, da motivação das personagens – todos trabalhados milimetricamente muito bem.
Doug Jones encarna a criatura em A Forma da Água (Imagem Divulgação)
Conto de Fadas Grotesco
Lá nos anos 60, entre os embates da Guerra Fria e a corrida da supremacia do ego mundial, os Americanos encontram uma criatura humanoide que acreditam ser a chave para derrotar os Russos – até mesmo ajudar na corrida espacial.
Dentro desta instalação militar, vive o vilão da trama, Michael Shannon, o cabeça por trás de comandar as pesquisas dentro da base, e as faxineiras Zelda e Eliza, a última vivida por Sally Hawkins, muda e que começa a ter uma afeição pela criatura – sexual também!
Michael Shannon vive um dos melhores vilões de 2017 em A Forma da Água (Imagem Divulgação)
Linguagens
Eliza e a criatura, Doug Jones, se comunicam apenas por linguagens de sinais (quem viu Koe no Katachi vai se identificar um pouco aqui), uma que a protagonista do filme é muda – por conta de um acidente em que perdera as cordas vocais – e a criatura, anfíbia, não consegue proferir uma palavra se quer.
Mesmo assim, é um trunfo de Guillermo dar um dinamismo ao filme, onde tudo parece ser normal e real – e não algo filmado para ser cinematografado. As reações, afeições e sentimentos das personagens são passados intrinsecamente ao telespectador, e toda essa vivência traz um apego – ou desgosto, principalmente pelo personagem de Shannon – não deixando de citar o ótimo trabalho que Richard Jenkins faz, sendo um artista de meia idade, aposentado e vizinho da faxineira muda.
Richard Jenkins e Sally Hawkins em A Forma da Água (Imagem Divulgação)
Fantasia pé no chão e um pouco na água
Tudo no filme parece correr bem, com atuações, direção, roteiro bem estruturado, fotografia de época bem explorada – e regionalizada – e claro, adicionado aos toques mirabolantes e fantasiosos de del Toro.
Marcado como um diretor que explora o gênero Fantasia, é interessante comentar que em A Forma da Água, tudo parece bem mais perto da realidade do que se vê em outros filmes – como Labirinto de Fauno, ainda meu preferido. As ações, as cenas, são críveis na maioria das vezes – lembre-se, na maioria, já que a cena do banheiro cheio de água passou um pouco dos limites.
Se del Toro queria fazer seu filme de Donzela e Monstro, ele conseguiu, renovou e mostrou mais uma vez que é o mestre do cinema da Fantasia atual.
O casamento Marvel e Disney parece não ter um fim, isso é ótimo, que seja eterno, pois mais uma vez é utilizado a fórmula de sucesso para os filmes de heróis, e de novo acertaram.
Pantera Negra é aquilo que todo fã de filmes de super heróis espera, entregue conforme o esperado, mesmo com as velhas piadas fora de hora, o sucesso de bilheteria é certo, doa quem doer, eles acertaram de novo.
Pantera Negra (Pôster Japonês)
O Rei de Wakanda
O filme conta a história do rei de Wakanda, e toda sua trajetória para se tornar um grande líder, vivido por Chadwick Boseman, T’Challa – ou Pantera Negra. Todo o estilo do continente africano misturado com o avanço tecnológico do metal Vibranium, faz Wakanda ser com certeza o melhor lugar que o universo Marvel já apresentou, mostrar cada canto dessa terra maravilhosa é realmente um grande trunfo do filme.
A trama é muito bem amarrada, mesmo nas cenas mais paradas, a tensão permanece e o velho alívio cômico entra e funciona perfeitamente, mas ainda sim, a Disney segue com essa ideia de colocar piadas fora de tempo, quase beirando o pastelão, só não chega a ser porque em muitos outros pontos esse humor acerta. Claramente a fotografia desse filme é o maior marco, e não se trata dos efeitos visuais, e sim o enquadramento, de cair o queixo, mesmo nas cenas mais escuras, é encantador.
O visual é rico e belo, além de todo os aparatos tecnológicos de Wakanda (Imagem Divulgação)
Construção de Personagens
A construção de personagem é outro ponto marcante que rasga elogios, mesmo que o filme possui personagens mais de alívio cômico como o de Andy Serkis, ele ainda sim consegue fazer um ótimo vilão (que não é o principal), nivelando o lado sério do piadista.
Porém, mesmo que ninguém tenha passado desapercebido, uma personagem rouba os holofotes até do protagonista, a general Okoye, interpretado por Danai Gurira (a Michonne de The Walking Dead). Ela é a mais intensa, forte, segura e ainda funciona com o humor, nenhum alívio cômico escrachado, principalmente que o impacto de ser uma general, uma figura militar de grande importância casou lindamente com a atriz, ofuscando o tão amado Pantera Negra.
Danai Gurira como Okoye, em Pantera Negra (Imagem Divulgação)
Experiência Garantida
O cinema é uma junção de emoções que faz com que o filme assistido seja uma experiência marcante e prazerosa, de choros e medos à risos e alívios, e nessa fórmula que Disney e Marvel caminham juntos, acertam em tudo, fazendo os erros passarem despercebido.
Pantera Negra é mais um filme na conta para desse universo que tantos amam e idolatram – e com razão.
A notícia veio no próprio mangá de volume 14, numa época que estamos prestes a receber uma adaptação animada pelo Studio Pierrot, que começa em abril deste ano.
Tokyo Ghoul começou a ser lançado em 2011, contando com 14 volumes e depois ganhou sua continuação, intitulada Tokyoo Ghoul:re, ambas lançadas pela Editora Panini no Brasil.
No fim do mês de janeiro deste ano a Sega divulgou novas imagens de Valkyria Chronicles 4. No Japão o jogo foi intitulado de Senjo no Valkyria 4. Confira algumas imagens logo abaixo.
A historia do game ocorrerá em um passado alternativo da Segunda Guerra Mundial vai acontecer durante o mesmo período do primeiro Valkyria Chronicles, mas com um novo elenco de personagens. A continuação também trará de volta o sistema BLiTZ de batalha, que mistura estratégia, RPG e tiro em terceira pessoa em tempo real.
Valkyria Chronicles 4 será lançado no Japão em 21 de março de 2018 para Playstation 4, Nintendo Switch e Xbox One.
No trailer podemos ter uma ideia dos controles touch e da inserção dos amiibo nos jogos. O lançamento de Bayonetta e Bayonetta 2 é no dia 16 de fevereiro deste ano para Nintendo Switch.