O vídeo destaca a transformação de Ichigo em Shinigami pela primeira vez e deve trabalhar com o arco referente, compreendendo os volumes 1 a 8 do mangá de Tite Kubo.
Sinopse: Ichigo Kurosaki nunca pediu pela habilidade de ver fantasmas – ele nasceu com esse dom. Quando sua família foi atacada por um Hollow – uma alma perdida malevolente – Ichigo se torna um Ceifeiro de Almas, dedicando sua vida a proteger os inocentes e ajudar os espíritos torturados a encontrarem paz.
A dublagem nos animes anda ganhando uma força maior com a inserção de séries na Netflix, Crunchyroll e na chegada de mais filmes em nossos cinemas.
Somando com com a indústria Home Video, diversas animações e jogos tiveram o tratamento devido – e reconhecido – dos estúdios de dublagens do Brasil. Os indicados para o Suco Awards 2018 na categoria ‘Melhor Dublagem’, são:
1Blame!
Um dos maiores nomes do cyberpunk atual, Tsutomu Nihei ganhou uma adaptação em filme pela Polygon Pictures e que chegou a Netflix com dublagem em 2017, responsável pelo estúdio de Campinas, Dubbing Company.
Estúdio: Dubbing Company Tipo: Filme em Animação Direção e Elenco: Digão Vicente (Killy), Jéssica Cárdia (Cibo), Rafael Quelle (Sutezo), Raíssa Bueno (Zuru), Roberto Rodrigues (Fusata), Fernando Ferraz (Atsuji).
A Polygon Pictures junto a Netflix firmaram uma grande parceria, esta que resultou em mais um título licenciado, também para o mercado brasileiro, Godzilla: Monster Planet, que também ganhou sua versão com vozes em português.
Estúdio: Dubbing Company Tipo: Filme em Animação Direção e Elenco: Indisponível
Um dos animes de maior sucesso no mundo, One Punch Man ganhou sua versão dublada pelo Grupo Macias, com vozes bastante conhecidas entre o público que assiste anime.
Estúdio: Grupo Macias (IDF) Tipo: Série Direção e Elenco: Diego Lima (Diretor), Yuri Chesman (Saitama), Michel Di Fiori (Genos), Flora Paulita (Tornado), Robson Kumode (Ciclista Sem Licença), Armando Tiraboschi (Boros), Zeca Rodrigues (Rei do Mar Profundo).
Chegou a vez da Crunchyroll também encomendar seus animes em português! Junto com Rokka no Yuusha, Yamada-kun e Schwarzesmarken também ganharam sua versão dublada pela Dubbing Company, estúdio conhecido por obras como Ricky & Morty.
Estúdio: Dubbing Company Tipo: Série Direção e Elenco: Indisponível
Entretanto, fui ver o live-action que estreou no catálogo da Netflix e resolvi passar minhas impressões de uma pessoa que nunca se envolveu com a franquia. Temos o #REVIEW da Megutambém, e que reflete a posição de alguém já acompanha a série – AQUI!
Ryousuke Yamada como Edward e Atom Mizuishi como Alphonse no live-action de Fullmetal Alchemist (Imagem Divulgação)
Adaptação Nipônica
Antes de assistir qualquer filme que não seja do eixo hollywoodiano, é preciso estar atento aos aspectos técnicos e culturais.
Quando os longas de Rurouni Kenshin (Samurai X) agradou e animou uma legão de fãs pelo mundo, parece que a indústria japonesa de cinema começou a dar alguns toques “ocidentais” em seus filmes, aproximando a atuação mais padronizada – e menos overreacting – do que estamos acostumados a ver na grande mídia.
Fullmetal Alchemist trabalha com este aspecto mais vendável e passa uma linguagem bem mais homogênea, o que facilitará que mesmo quem nunca teve contato com a franquia ou cinema oriental, sinta-se confortável ao assisti-lo.
Prontos para a alquimia? Cena do live-action de Fullmetal Alchemist (Imagem Divulgação)
Atuações e Emoções
Como não tive contato com os animes, não posso fazer um paralelo as ações das personagens e seus comportamentos, mas começando com o protagonista Edward Elric (Ryosuke Yamada), é o que demonstra o ímpeto da jogada e a impulsividade que gira as engrenagens da trama.
Desde criança, quando quis salvar sua mãe ao lado de seu irmão Alphonse (Atom Mizuishi), mostra seu lado imperativo, enquanto o outro dá margem para a ingenuidade e calmaria – o que acaba contrastando com seu visual armaduresco.
Na questão de atuação, também destaco os papeis de Tsubasa Honda como Winry – bem carismática, por sinal – e no papel mais complexo do longa, Roy Mustang, interpretado por Dean Fujioka.
Voltando a Ed, Fullmetal gira em torno da motivação do jovem em tentar trazer o corpo do irmão de volta – ou pelo menos transferir a alma que está na armadura, para seu antigo corpo. É com isso que entra a busca da Pedra Filosofal e os vilões…
Tsubasa Honda como Winry e Atom Mizuishi como Alphonse no live-action de Fullmetal Alchemist (Imagem Divulgação)
A Vilania
Até é possível entender bem os objetivos dos vilões, eles são claros – principalmente no final. O que faltou em seus 135 minutos (veja bem, mais de duas horas), foi o trabalho mais completo de cada um dos homúnculos: Luxúria, Gula e Inveja.
Com um tratamento superficial e climão thriller, o trio é marcado por motivações fracas, que remetem ao “monstro do dia dos Power Rangers”. Se por um lado temos os “bonzinhos” bem trabalhados, n’outro não.
Yasuku Matsuyuki como Lust no live-action de Fullmetal Alchemist (Imagem Divulgação)
Visual Simbólico
O diretor Fumihiko Sori, que já comandou o live-action de Appleseed, manteve o bom trabalho e comandou cenas belíssimas, cenários bem produzidos e um design característico do Steampunk somado ao período de Primeiro Guerra Mundial.
A trilha sonora empolga, emociona e dá margem para uma ou duas cenas emblemáticas no filme – principalmente no primeiro e segundo ato.
Na questão mais técnica dos efeitos, eles são bem produzidos, nada que cause um agravante, como no caso do figurino, este que pode deixar a desejar em alguns personagens – alguns são muito fantasiosos e com cara de “cosplay”. Parece que não houve um trabalho minucioso de pesquisa e vestimentas da época.
Dean Fujioka como Roy Mustang e mais atrás, Misako Renbutsu como Riza Hawkeye no live-action de Fullmetal Alchemist (Imagem Divulgação)
A Alquimia Fragilizada
Se o grupo “dos amigos” funciona bem, o mundo no filme não. A trama não passou muito bem o que a Alquimia significa para a população e mais: cadê as pessoas? Repare no início do filme, no momento de perseguição, como tudo é vazio e sem vida.
Um trabalho de mais imersividade e naturalidade seria mais interessante, principalmente para dar o peso necessário, e valor da Alquimia.
Flertando com o “cinema daqui” e com os toques do “cinema de lá”, Fullmetal Alchemist é um filme fácil de se ver – mesmo com suas duas horas e quinze minutos – e conta com um dinamismo até que surpreendente, para o que o filme se propõe.
Se você é fã da franquia, acho plausível dar uma chance ao longa, mesmo com as prováveis mudanças e enxugamentos da história, que por sinal, funcionou bem, com início, meio e fim. Vale – e fácil – uma continuação.
Caso tenha acompanhado o anime com a dublagem da época, fique feliz! Marcelo Campos e companhia voltaram para dublar os personagens (veja mais AQUI); e mandaram muito bem.
A Discovery Tour by Assassins’ Creed: Ancient Egypt pode ser baixada gratuitamente para quem já possui o jogo (PS4, XONE e PC), e caso queira adquiri-lo separadamente, sem o jogo, é possível comprá-lo na Steam ou Uplay por R$ 59,99.
“Com o ‘Discovery Tour by Assassin’s Creed: Ancient Egypt’, damos a oportunidade a todos que se interessam pelo Antigo Egito de apreciar a beleza do período histórico e mostramos que os games também podem ser uma fonte de conhecimento inspiradora”, explica Jean Guesdon, diretor criativo de Assassin’s Creed: Origins.
O interessante deste modo é a possibilidade de passear por Alexandria, Memphis, Grande Mar de Areia e tantas outras rotas; ao todo, são 75 passeios temáticos criados pelo pessoal da Ubisoft com historiadores e egiptólogos.
Após quase uma década desde a produção de Fullmetal Brotherhood – que segue o mangá ao invés da adaptação de 2003 com o título apenas de ‘Fullmetal’ -, o filme traz uma nostalgia que só.
Lançado nesta segunda-feira (19) pelo serviço de streamingNetflix, considerando o histórico de adaptações #cofcof #paródiaDN, nós do SUCO achamos que o filme merece estrelinhas.
Prontos para a alquimia? Cena do live-action de Fullmetal Alchemist (Imagem Divulgação)
Enredo sem complicações
A primeira delas vai para o enredo. A tia aqui é fã de carteirinha da série, logo estava com uma pulga atrás da orelha de como eles iriam explicar tanta coisa complicada de alquimia, drama familiar, intriga de poder e questões militares em 2 míseras horinhas. Claro, não explicaram tudo tudinho, mas deram uma boa pincelada em todos as questões-chave da série. A maioria delas não foi explorada a fundo, obviamente, no entanto deu pra ver as referência aqui e ali em quase todas as cenas.
E falando em referência, nota quase dez para a cenografia e figurino. A caracterização de cenário, cores, iluminação, enfim. Tudo muito meticuloso e detalhista. Palminhas, estava lindo. Deu até vontade de pegar uma cena e comparar anime-mangá-filme. Tenho a impressão que veremos uma semelhança muito incrível. (Até o trenzinho, meoo. Podem até ter pego emprestado do Harry Potter… Ou fizeram um bem-bolado já que ambos são direitos da Warner Bros -sqn :v)
Dean Fujioka como Roy Mustang no live-action de Fullmetal Alchemist (Imagem Divulgação)
Adaptação da trama
Agora, em relação à adaptação da história. Eles deram sim uma enxugada, cortaram alguns fatos, omitiram outros… Mas, já era de se esperar. Os fãs mais assíduos talvez não gostem do sanduíche de informações, o desaparecimento (ou não menção até o momento) de alguns personagens importantes ou a sopa de letrinha que virou. Contudo, acho que eles conseguiram juntar e ficar bem fechadinho sem comprometer a história. Não criaram nem inventaram muito, apenas sobrepuseram alguns fatos ou mudaram a ordem. No final, a coisa funciona.
Então, confia suquitos. Desconsidere os jumps e a ordem cronológica da série original. Tentem seguir o fluxo do próprio filme e fiquem atentos aos detalhes e referências que tudo fica certo.
Minhas ressalvas ficam um pouco por conta de alguns personagens que ficaram meio de enfeite (cofcof Winry, Tenente Hawkeye). Ou a descaracterização de outros (cadê o Coronel Mustang mulherengo que esperávamos? O Al todo amorzinho e catando gatinhos?! O EDWARD INVOCADO QUANDO CHAMAM ELE DE ‘BAIXINHO’?!) Caham, acho que por essas e outras perdeu uma estrelinha. (Senti falta do tom humorado, sério-tenso-sarcástico da autora #snif)
Ryousuke Yamada como Edward e Atom Mizuishi como Alphonse no live-action de Fullmetal Alchemist (Imagem Divulgação)
Vale a pena?
Porém, o filme ainda está bonitinho para brilhar e vale o tempo de otakus das antigas e atuais. Recomendo mesmo para quem nunca assistiu esse clássico, que ainda hoje tem uma história muito incrível. Tem drama, tem ação, tem um pseudo-romance, ficou filme bem família – para todos os gostos e idades haha
Por fim, um último adendo. Palpite da Megu: fiquem ligadinhos. Não duvidaria se eles resolvessem fazer um segundo filme. A história ainda tem chão e personagens pra caramba para explorar. Oremos ;]
Segundo informações postada no twitter oficial do jornalista do The Wall Street Journal, Takashi Mochizuki, o novo game para dispositivos móveis, Mario Kart Tour, será “free to start” segundo o jornalista a confirmação veio de Isao Moriyasu, CEO da DeNA.
Basicamente você poderá jogar um pouco do jogo gratuitamente, porém para ter acesso total aos conteúdos do game os usuários terão que pagar pelo acesso, igual aconteceu em Super Mario Run.
DeNA CEO said “Mario Kart Tour,” a Nintendo-DeNA smartphone game planned for FY18, will be free-to-start.
E chegou a hora de revelarmos os indicados de uma das principais categorias do Suco Awards, que fizeram vocês se aventurarem por mundos desconhecidos, enfrentarem monstros e calabouços nunca antes vistos e principalmente, se divertir por horas em jogatina, sozinho ou com os amigos.
Seja do segmento AAA ou mesmo de empresas Indie, selecionamos seis títulos que marcaram o ano de 2017 e os indicados para o Suco Awards 2018 na categoria ‘Melhor Jogo’, são:
1Cuphead
Com uma temática retrô musical e nostálgica nos games 8-bits e 16-bits, Cuphead trouxe o desafio que faltava nos jogos deste gênero lançados recentemente, aliado com um ótimo design artístico.
Studio MDHR Gênero: Plataforma, Run and Gun Plataforma: Xbox One, PC
Intrínseco, emocionante e extremamente imersivo, Hellblade encanta com sua forma de narrativa. No controle de Senua, o desafio começa com você mesmo: ela sofre de psicose. O destaque vai para os gráficos bem modelados – e com capturas de movimento – como também o ótimo design de áudio, dos melhores em muitos anos.
Ninja Theory Gênero: Ação/Aventura Plataforma: PlayStation 4, PC
Quem busca diversão e uma jogabilidade próxima da que vivemos com Mario 64, Odyssey é a pedida certa. Desafiador e extremamente divertido, é mais um dos grandes jogos do encanador mais famoso do mundo.
Nintendo Gênero: Plataforma, Ação/Aventura Plataforma: Nintendo Switch
Unindo com maestria os conceitos de um bom JRPG, Persona 5 é um dos – se não o melhor – capítulo da franquia até o momento. Com uma narrativa envolvente e um sistema de interação social bem cativante, o jogo garante seu lugar entre os seis indicados nesta categoria.
ATLUS Gênero: RPG, Social Simulation Game Plataforma: PlayStation 4, PlayStation 3
Se a franquia havia fraquejado com seus últimos títulos, Resident Evil 7: Biohazard veio para dar aquele suspiro – e que suspiro – nas jogatinas contra os Bakers e as outras monstruosidades encontradas no jogo. Se possível, encare a versão em VR e extraia o máximo do medo que o jogo pode lhe causar. Claro, se é que você tem coragem.
Capcom Gênero: Survival Horror Plataforma: PlayStation 4, Xbox One, PC
O maior Zelda de todos, Breath of the Wild é mais um capítulo da saga que traz novos elementos de jogabilidade e agora, em mundo aberto. Preparado para viver a mais épica das aventuras?
Nintendo Gênero: Ação/Aventura Plataforma: Wii U, Nintendo Switch