Olá~? O que acontece quando tentamos mesclar elementos fofinhos de uma típica vida colegial japonesa e zumbis?
Essa é a temática principal de Gakkou Gurashi!, ou School Life, um mangá de horror com aspectos de slice of life tão dramáticos que prendem o leitor, instigando-o à descobrir mais sobre a trama.
Criado por Norimitsu Kaihou (roteiro) e Sadoru Chiba (arte), esta obra foi serializada nas páginas da Manga Time Kirara Forward em julho de 2012 pela Houbunsha, ganhando seu anime em julho de 2015 pelo estúdio Lerche.
Clube de Vida
O mangá começa apresentando as personagens, Yuki Takeya, Kurumi Ebisuzawa e Yuuri Wakasa, que, junto com sua professora, Megu-nee Sakura, criaram o Clube de Vida escolar. Ele possui algumas regras para manter a segurança das meninas, tais como nunca andar sozinha a noite, sempre ajudar uma a outra e sempre ficar na escola.
Até aí tudo bem, apenas mais um Slice Of Life divertido, não é mesmo? Errado! Na realidade, as meninas estão em um apocalipse zumbi, refugiadas no último andar da escola. A obra retrata a luta das meninas pela sobrevivência. Meras colegiais, tentando manter a sanidade e resolver os problemas que acabam surgindo.
Apesar de conviverem bem naquele cenário apocalíptico, as personalidades das personagens são completamente diferentes. Yuki-chan é uma garota alegre, desastrada e adorável, que sempre tenta ver o lado positivo de todas as situações.
School Live (Imagem Divulgação)
Aceitando a realidade…
Devido sua personalidade frágil, ela não foi capaz de aceitar a realidade, se refugiando em sua imaginação, que é mostrada logo no início do mangá. Para ela, o apocalipse jamais aconteceu.
Yuuri é calma e responsável, sempre preparando comidas gostosas e agindo como uma irmã mais velha para as demais, ao contrário de Kurumi, uma moleca impulsiva e cabeça-quente.
São elas que mantém a segurança de Yuki, deixando-a viver em sua fantasia. É perceptível como cada uma tem um papel importante para a vida da outra, tendo um cuidado e respeito mútuo, tanto fisicamente quanto mentalmente.
Enredo nada convencional
Acredito que o aspecto que mais me chamou atenção neste mangá foi o enredo nada convencional. Encaixar garotas fofas em um cenário catastrófico, evitando clichês, não é um trabalho fácil.
A forma que o autor conseguiu misturar a inocência de jovens colegiais com uma situação tão estressante acaba sendo extremamente envolvente. A arte moe (amável e infantil) das personagens mesclada com cada mínimo detalhe repugnante do cenário a sua volta também foi um grande ponto positivo.
Além disso, ver a visão positiva e ilusória de Yuki paralela as situações dramáticas é simplesmente uma das coisas mais criativas que já vi em um mangá.
Capa do primeiro volume de School Live (Imagem Divulgação)
Eu definitivamente recomendo este mangá, e com toda certeza lerei até seu último volume publicado.
Howdy! Eu sou o Jack e esse é meu primeiro artigo para o Suco de Mangá, nele irei analisar o anime chamado Akkun to Kanojo (My Sweet Tyrany), baseado num seinen de comédia romântica lançado na Temporada de Primavera 2018 pelo estúdio Yumeta Company, mesmo estúdio de Kiniro no Corda: Primo Passo.
Cada episódio tem cerca de 4 minutos. Conheci esse anime através de uma recomendação de uma amiga, que dizia que o protagonista era parecido comigo.
Akkun to Kanojo (Pôster Divulgação)
A História de Akkun
O anime conta à história de Akkun (apelido para Atsuhiro Kagari) e Nontan (Non Katagiri), um casal onde ocorre um tipo de anormalidade. O Akkun é um tsundere.
Isso é uma quebra de paradigma interessante, já que somos acostumados a ver garotas sendo retratadas nesse arquétipo, ou seja, ela que trata o cara mal e diz a famigerada frase que toda boa tsun já disse: “Não é como se eu fosse gostar, ou algo assim, baka!”.
Enquanto Nontan demonstra uma personalidade mais doce e fofa, Akkun é totalmente estúpido com ela, mas no fundo é um cara extremamente apaixonado por ela.
Um relacionamento diferente!
Akkun to Kanojo (Pôster Divulgação)
Eu realmente me identifico um pouco com o Akkun
Claro, eu não sou tão estúpido quanto ele, mas admito que eu tenha certos hábitos bem tsundere.
Então, para mim, assistir um anime que retrata um guri como sendo o Tsundere da relação, realmente foi um ponto atrativo para mim. O casal “funciona” de uma maneira bem interessante, para demonstrar ao leitor, nada melhor que uma cena do primeiro episódio.
Akkun está sentado em sua carteira e sua namorada vem até ele, toda feliz e saltitante, mas é recepcionada com xingamentos e olhares mal humorados de seu amado. Ao invés de se sentir ofendida, ela simplesmente se mantem sorridente e puxando assunto, até ela ir embora. Quando ela sai, Akkun se derrete inteiro e fala ao seu amigo, Masago, o quanto Nontan é um anjo que caiu na terra.
Cara, isso é muito divertido de se assistir. Mesmo com episódios pequenos, essa vibe da relação deles causam ótimos momentos de diversão.
Akkun to Kanojo (Pôster Divulgação)
Considerações finais
Eu curti os primeiros episódios. Ele é um anime que realmente chama a minha atenção, já que sou um fã de animes de comedia romântica curtinhos, tipo Tsuzere Childrens, contudo, quem curte animes nessa pegada, onde dá para assistir tudo em um dia e se divertir muito com isso, é um ótimo anime.
O fator que realmente me motiva a assistir o resto do anime, provavelmente será maratonado, é que o relacionamento deles dois me fascina muito.
Eu conheço amigos que tem relações um pouco parecidas com a deles, onde um é extremamente tsundere e outro extremamente fofo, mas sempre os papeis eram os mesmos. A guria era tsun e o guri era fofo, ver isso de um âmbito diferente realmente fez com que meus olhos brilhassem para esse anime.
Se tu curte animes de comédia romântica, Akkun To Kanojo é uma ótima recomendação atual com esse estilo.
Durante o Anime Friends 2018, a Editora JBC lançou o aguardado volume de Little Witch Academia, com arte de Keisuke Sato e que vai complementar a coleção e o universo de quem acompanha as bruxinhas do Studio Trigger.
O mangá foi ganhando forma nas páginas da Shonen Ace (Editora Kadokawa) em 2017, e conta atualmente com dois volumes tanko publicados (três prometidos no total), sendo que o último saiu em 26 de junho no Japão.
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Basta estender a mão, que vai começar a minha história…
Seguindo os mesmos moldes dos filmes e anime (disponível na Netflix), o mangá de Little Witch Academia acompanha Atsuko Kagari, ou simplesmente Akko, que se matriculou na Escola de Magia Luna Nova, conceituada instituição formadora de bruxas.
Porém, como uma boa Jornada do Heroi Infanto-Juvenil, ela não têm uma certa aptidão com magias logo de cara, mas sua força de vontade é que faz seguir seu caminho e conquistar seus objetivos.
Com grandes expectativas nesta nova vida e com desejo de se tornar uma bruxa como Shiny Chariot, a quem admira muito, ela passa por dificuldades que qualquer estudante já passou: decorar textos, ler livros, afazeres e deveres, esportes, etc. O que muda é com relação ao tema, todo dentro do contexto da bruxaria e das artes mágicas – atenção fãs de Harry Potter ^^
Animação vs Mangá
Não diria que o mangá seja uma adaptação do anime da Netflix, pois, assim como o próprio ilustrador diz, é uma obra complementar a das bruxinhas de Luna Nova, com capítulos e situações inéditas e que para quem já assistiu, vai se identificar com diversas passagens enquanto ler, e vai se lembrar de muita coisa que rolou na animação.
Para os estudantes de bruxaria de primeira viagem, Little Witch Academia é uma leitura leve, descontraída e se for seguir os mesmos caminhos de Akko, Lotte e Sucy da animação, será uma ótima pedida para quem busca este tipo de obra.
Capa do primeiro volume da JBC de Little Witch Academia
Perto de finalizar o impecável universo que a Marvel construiu nos cinemas, nada como um filme mais leve depois de toda a perda sofrida em Vingadores: Guerra Infinita (veja nosso REVIEW).
Dessa vez vimos em tela o que acontecia com Homem-Formiga enquanto todos estavam lutando, ainda acrescentando a heroína Vespa, uma parceria que se transforma em um casal ao estilo romântico leve, na pegada comédia romântica que os produtores prometeram desde o início de suas gravações.
A Marvel entrega Homem-Formiga e a Vespa, um filme de ação ao estilo romântico engraçado, no qual de romance não teve quase nada e de comédia esteve extrapolado.
Homem-Formiga e a Vespa (Imagem Divulgação)
Sem grandes pretensões?
Claramente não há um grande hype por um filme desses. A verdade é que comédia romântica têm como objetivo divertir e cativar, sendo que as pessoas não esperam que um filme de heróis onde normalmente a ação domina, teria tempo para envolver um gênero tão incomum, com risco de parecer um absurdo e um erro, nesse caso a Marvel juntamente com a Disney errou em muitos pontos, começando pelo romance que não funcionou.
Foi tão jogado em tela que todos acabam esquecendo de que formam um casal, não cativa, e é totalmente descartável na trama, mesmo que dentro do universo eles começam uma relação, não teria a menor importância, esse casal é tão forçado quando Viúva Negra e Hulk, mesmo que em algum momento teve alguma relevância, simplesmente não funciona.
O humor é um pouco mais extrapolado, mas ao invés de arrancar risadas, apenas trouxe sorrisos amarelos, algumas cenas ainda funcionam e te fazem rir, mas mais uma vez a Disney passa do ponto e poderia ter diminuído um pouco do humor e trabalhado mais no romance sem sal.
Homem-Formiga e a Vespa (Imagem Divulgação)
As falhas não depreciam o filme!
Apesar de tantas falhas, o filme é muito bom, trás umas questões de ficção científica sensacionais, apresenta a Fantasma, vilã do filme que ficou fantástica, Hannah John-Kamen roubou os holofotes em muitas cenas de ação e até de humor, e se o casal protagonista não cativou, ver Michael Douglas e Michelle Pfeiffer como um casal de velhinhos foi uma das coisas mais fofas que dificilmente é esperado em filmes de heróis – sem falar do talento inquestionável de ambos.
Mesmo com a mediocridade de roteiro, o elenco carregou o filme de forma genial, mas temos que falar de Michael Pena, se há um maior destaque nesse filme, é para o papel dele, um alívio cômico que saia do extrapolado para o sátiro e ondulava a ponto de surpreender na hora da ação, no qual ele tem uma grande ideia que funciona e ajuda os heróis, conhecido já por papéis desse tipo, mais uma vez ele é o maior marco de humor do filme e todos vão abraçar esse personagem de tão fantástico e engraçado que ficou.
Homem-Formiga e a Vespa (Imagem Divulgação)
Vamos ter Homem-Formiga na luta contra Thanos?
Homem-Formiga e a Vespa funciona, mas nítido que poderia ser evitado, na realidade serviu para trazer de volta Homem formiga para que possa participar na luta contra o Thanos no quarto filme dos vingadores, além de colocar a Vespa como um grande reforço.
Contudo o filme tem duas cenas pós crédito e a primeira delas quebra algumas teorias de muitos que criaram a ideia de que a nova formação dos vingadores poderia contar com a presença de Homem formiga e Vespa – realmente essa cena só atiçou ainda mais para o Vingadores 4. Não sabemos mais o que esperar!
Fala galera! No último final de semana, especificamente nos dias 6, 7, 8 e 9 de julho, estivemos mais uma vez no Anime Friends!
Nesta edição do Anime Friends 2018, o evento aconteceu no Pavilhão de Exposições do Anhembi, e como sempre, registramos cosplayers que estiveram por lá nos quatro dias de evento. Fiquem ligados que vem muita matéria por aí nos próximos dias! 😀
Para quem não aguentava mais a esperar – e o ping – em Black Desert Online, os servidores BR enfim chegaram!
A RedFox Games também preparou alguns eventos e recompensas para os jogadores que participarem do período de testes que acontecerá entre os dias 27 e 29 de julho. Se inscreva antes da próxima manutenção – agendada para o próximo dia 18.
“Há um ano trouxemos o game ao Brasil com o desafio dar todo o suporte necessário para que os jogadores brasileiros se sentissem atendidos dentro do Black Desert Online, com localização do conteúdo e suporte em português. A migração dos servidores para o país já era um desejo antigo para tornar a experiência da comunidade local ainda mais especial. Estamos muito felizes em poder proporcionar mais uma melhoria para os fãs sul-americanos do BDO”, comenta Byong Hwan Kang, Country Manager da RedFox Games no Brasil.
Para mais informações sobre o novo servidor, manutenções, eventos, funcionalidades e promoções visite o Site Oficial do Black Desert Online.
Lançado no dia 13 de janeiro, e finalizado no dia 7 de julho, Darling fez parte da Temporada de Inverno 2018, com o total de 24 episódios. A Crunchyroll ficou responsável pela transmissão aqui no Brasil.
Comparações
Uma das mentes por trás da obra é o Nishigori Atsushi, o diretor e criador de Darling. Nishigori já está familiarizado com obras nesse estilo, já que já participou de outras como Gurren Lagann e Evangelion.
Até houve algumas pessoas que ficaram comparando Darling com Lagann. Darling teve ótimos estúdios para a produção, a A-1 Pictures e a Trigger fizeram uma parceria, e deu muito certo.
Darling in the FranXX (Imagem Divulgação)
Distopia e Tecnologia Avançada
Darling in the Franxx conta a história de uma civilização mais avançada que a nossa, mas que sofreu danos devido à exploração de energia magma, que é a energia que eles utilizam no anime. É como se fosse um futuro que flerta com distopia, e com uma tecnologia bem avançada.
Devido à essa degradação do planeta, Urrossauros (criaturas gigantes) começaram a surgir e atacar a população, que agora vive em latifúndios, que recebem o nome de “plantações”. Cada Urrossauro possui uma categoria, que vai do mais fraco ao mais forte.
Para defender a população, foram criados Franxx (robôs gigantes), que são pilotados por um garoto e uma garota, que não são adultos ainda. Enquanto esses adolescentes dão seu sangue e arriscam suas vidas, os adultos moram tranquilamente em uma parte desses latifúndios, só que em melhor estado e com mais recursos.
Cada Franxx tem o nome de uma planta, que possui uma ligação com seus pilotos. E cada piloto recebe um código composto de números como nome, mostrando que eles não são tão importantes a ponto de ter um nome próprio.
O piloto masculino é chamado de Estame, órgão reprodutor masculino das flores. E a piloto feminina é chamada de Pistilo, órgão reprodutor feminino das flores. E os pilotos, em geral, são chamados de Parasitas, já que seu significado se assemelha muito aos humanos, que dependem de terceiros para sobreviver.
Darling in the FranXX (Imagem Divulgação)
Duplas e Governo
A história foca mais em um grupo de jovens que moram na Plantação 13. Um dos garotos desse grupo dá nomes a todos seus colegas, e eles só se chamam por esses nomes. Cada nome é pensado de acordo com o código que lhe foi dado.
Hiro é esse garoto. Seu código é o 016, e ele é um garoto que sempre priorizou seus amigos. Hiro não consegue pilotar um Franxx e acaba perdendo sua parceira. E em Darling, se alguém não consegue pilotar, é considerado descartável.
Dentre esse grupo, temos as duplas Ichigo (015) e Goro (056) que pilotam o Delphinium, Zorome (666) e Miku (390) que pilotam o Argentea, Futoshi (214) e Kokoro (556) que pilotam o Genista e por último o Mitsuru (326) e Ikuno (196) que pilotam o Chlorophytum.
Logo no começo, Hiro conhece Zero Two (002), uma garota meio humana e meio urrossauro, com chifres, que é repugnada por muitos, já que todos seus parceiros de Franxx morreram por não aguentar pilotar com ela. Sua fama é de devoradora de parceiros. Zero Two e Hiro se tornam parceiros, pilotando a Strelizia juntos.
Há uma organização que praticamente é um governo que rege os latifúndios. Essa organização é chamada de APE, e é composta por 7 membros, sempre encapuzados e com máscaras. Podem assemelhar o APE com uma organização religiosa ou até um governo mesmo, que impõe regras e força as pessoas a não questionarem suas leis.
Além desses, há outros personagens que aparecem de vez em quando e há outros grupos de Parasitas também.
Simbologias
O anime tem muitas simbologias e não fica somente nos nomes. O que mais polemizou no anime foi a posição em que eles precisam ficar para pilotar. Até essa posição possui uma simbologia, já que muitas coisas no anime são regidas de acordo com gênero, cromossomos, e o sexo em si.
Franxx só podem ser pilotados por um homem e uma mulher, já que possuem fatores biológicos que se completam. As roupas utilizadas para pilotar também possuem simbologias, principalmente os uniformes femininos, que se assemelham as roupas de casamento antigas do Japão.
O anime é cheio de dramas, e tenta aprofundar bem os personagens e as relações entre si. Tanto que há alguns episódios que não há ação, para focar exatamente na construção de personalidade e dos relacionamentos.
Deslizes e Acontecimentos Desnecessários
A segunda metade é onde acontece os maiores deslizes da série, até chegar em um ponto onde acontecem coisas desnecessárias ou estranhas. E o final parece muito com final de novela da Globo. Mas tem muita coisa que podemos pegar de bom em Darling, muitas filosofias e simbologias que fizeram o anime valer a pena.
A animação, em sua maioria, foi bem feita e se manteve estável. Algumas cenas ficaram muito bonitas, com fluidez e uma ótima direção. A trilha sonora estava incrível, e combinava perfeitamente com a atmosfera. A faixa “Vanquish” da Asami Tachibana é uma das músicas mais marcantes, e perfeita para as cenas dramáticas de batalha.
Darling in the FranXX (Imagem Divulgação)
Questões Técnicas
Falando em música, a abertura “Kiss Of Death” da parceria entre Mika Nakashima, que cantou a música, e Hyde, que produziu a música, foi a melhor abertura da Temporada de Inverno, e se tornou muito marcante. As cenas são bem simbólicas, principalmente as da segunda versão, que rodou a partir da segunda metade do anime.
Após o lançamento do anime, Darling recebeu sua versão em mangá. Começou a ser publicado no dia 14 de janeiro, pela Shounen Jump+, e até o momento tem 22 capítulos. Yabuki Kentarou, que trabalhou em To LOVE-Ru, é quem está fazendo a arte do mangá.
O anime finalizou, mas o mangá ainda está em lançamento. Muitas pessoas dizem que o mangá completa muita coisa do anime, e preenche lacunas deixadas na animação, então pode ser uma boa adição para os fãs da série. O mangá está com nota 8,03 no MyAnimeList.
Com nota de 7,9 no MyAnimeList, Darling in the Franxx provou que foi um sucesso. Por ser um anime original, conseguir chegar ao ponto que chegou é uma grande conquista.
Apesar de tudo, divertido!
Darling era uma das minhas grandes apostas para a temporada, e foi muito divertido de assistir. Mesmo com os deslizes durante a série, acredito que tenha valido muito a pena acompanhar a história. Acredito que não terá segunda temporada, e não acho que precise, já que a obra finalizou bem.
Amantes de mechas e animes com dramas podem se identificar com Darling e tirar bom proveito da obra. Eu recomendo bastante, ainda mais para fãs de Gurren Lagann e Evangelion.
A etapa brasileira do Grand Prix de Magic The Gathering ocorreu no último final de semana, durante os dias 06, 07 e 08, onde vários jogadores foram ao Expo Center Norte em São Paulo. O SUCOfoi convidado e estivemos por lá – e conto abaixo a minha experiência.
A primeira vez a gente nunca esquece
Sim, foi meu primeiro Grand Prix, conheci o Magic the Gathering através de um grande amigo meu. Então a partir de meados de 2003 entraria para esse universo de card games. Magic the Gathering e Pokémon foram bem marcantes, mas a presença de jogadores me levou para os planos e as criaturas lendárias.
O Grand Prix é o maior evento para qualquer jogador, principalmente aqui no Brasil, que está sendo realizado apenas uma vez ao ano. Então lá estava um mar de mesas que seriam povoadas por jogadores e seus baralhos. De um lado toda a equipe de staff, juízes, cobertura do evento. Do outro, lojistas nacionais e internacionais vendendo e comprando cards.
Fui somente em dois dos três dias de evento, porém deu para perceber o quão movimentado e divertido ele é. O evento principal, transmitido ao vivo pela Twitch, premiou seu campeão Jose Echeverria com 10 mil dólares entre 1429 inscritos. Além disso o Grand Prix promove outros eventos e em um deles tive a oportunidade de participar.
Galeria de Artistas e Cosplays
Como não estaria jogando o evento principal do Grand Prix, foquei em alguns objetivos pessoais. O primeiro foi conhecer os artistas convidados para o evento e pedir alguns cards autografados. Imagino que a mesma sensação de alegria a ter um card autografado reflete no respeito e na pequena e rápida conversa com eles.
Então alguns cards meus foram autografados por Steve Argyle (@Steve_Argyle ), Ryan Yee (@Artofryanyee) e Josu Hernaiz (@Josuoh). Em meio de filas conferi o trabalho deles como poster, cartas alterados, cartas de fichas com idéias próprias e tapetes para jogar autografados.
Marcando presença brasileira a @tutiwakalaka também estava presente alterando cards na hora, um trabalho impressionante! Para manter o publico de pé, o evento contou também com uma área de alimentação com food trucks e no domingo teve uma melancia simpática sendo dividida.
Fui procurar informações sobre o Draft Histórico. Ali perto tinha o balcão de prêmios que os jogadores poderiam pegar após seus torneios. De cartas da nova edição a raridades, caixas e boosters, entre outros produtos. Realmente de encher os olhos e motivar mais meu dia e ganhar o draft.
Mas a realização dele estava marcada para o fim da tarde. Enquanto isso uma espiada nos amigos jogando daqui e cosplayers ali. Sim, o evento contou com a presença de cosplayers temáticos. Como a Fanny (@canalanjoserra), a Myla (@mydelayolle), a Letícia Kido (@letsongakemi) e o Diego Urbaneja.
Minhas desculpa aos cosplayers nesse momento, mas eu estava tanto ansioso com o evento que não marquei nome de ninguém. Só avisei que estariam aqui, e durante as jogatinas vi que tinha mais cosplayers, só que DRAFT não me deixava sair e consegui uma Akroma Time Spiral… Contudo parabéns a todos e que venham mais e mais!
Com toda a organização do Channel Fireball nesse Grand Prix vários jogadores de outros países vieram prestigiar. Além de algumas celebridades na mídia social como o The Professor (@TolarianCollege) tive um papo rápido com ele. Pedi que duas cartas do meu próximo deck fossem autografadas e desejou sorte com o Kaseto.
Jogador tem que jogar
Durante as diversas oportunidades de jogar algum evento paralelo. Foi pelo draft histórico do sábado do Grand Prix que fui, um nostálgico draft de Espiral Temporal e Caos Planar. eram as edições e a expectativas de cartas raras e caras eram altas.
Jogar um Draft é engraçado pois assim que você abre o pacote. Uma carta rara que não chama atenção, e uma comum pode fazer a diferença. Não vou entrar em detalhes mas as minhas escolhas não foram tão boas. No fim me rendeu um booster de Dominária, que não veio bom.
Enquanto que no domingo o Grand Prix trazia Pântano Sombrio e Alvorecer. Foi outro campeonato divertido, risadas e partidas legais. Novos amigos foram feitos em ambos dias e é isso a ideia do jogo não é mesmo?
Porém o Grand Prix trouxe uma experiência única e rápida, mas bem rápida mesmo, uma partida contra Doug Beyer! Ele faz parte da equipe de criação da Wizards e VENCI! Foi muitas risadas e um momento único.
Uma pequena parcela do que o Grand Prix está aqui descrito. Amigos, jogos e diversão. Além de uma apreensão em saber se você ira comprar aquela carta para ganhar o jogo. Agradeço a ida e a volta com a galera daqui de Rio Claro. A equipe da organização da CFB Events. E até o próximo Grand Prix!