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Juicebox: Edição Especial KARD

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Não é nenhuma novidade que o K-pop cada mais vem invadindo o cenário musical, em especial na última década.

Veja também: KARD fará apresentações em cinco cidades do Brasil em setembro

Para além de rostinhos bonitos e roupas estilosas, seus artistas e repertórios também tem cativado fãs, profissionais e mesmo curiosos com seus talentos e versatilidade.

O KARD não seria exceção. Ao contrário, como um dos únicos grupos sul-coreanos mistos da atualidade, o grupo vem explorando o potencial de seus integrantes a cada novo hit. Para além da mistura de gêneros musicais, contrastes de vozes e coreografia, seus singles também nos trazem diferentes cenários e sentimentos.

De modo geral, um dos grandes encantos das músicas são suas letras, e a forma como dialogam com quem as escuta.

Por isso, nós do Suco trouxemos algo um pouco diferente dessa vez: uma análise musical! Juicebox: Edição Especial KARD! (Porque, convenhamos, tem muito conteúdo interessante aí para analisar. Mas, como o compilado da vez será mais extenso, as análises serão mais sucintas.)

“Oh, Na, Na”

Em suma, a música traz um casal (ainda não casal) que está em busca um do outro. A personagem feminina está cansada de rapazes apenas superficiais dando em cima dela, enquanto o nosso protagonista diz “hey, estou aqui”.

Eis que passam de uma troca de flertes iniciais para uma relação apaixonante, com direito a algumas pequenas inseguranças e incertezas começando a brotar aqui e ali. Aquele começo de relação, que aos poucos vai se fortalecendo embalado pelo ritmo contagiante do Dancehall.

“Don’t recall”

Ok, vamos supor que esse nosso mesmo casal tenha brigado. (Sinceramente, não sei se o intuito era ser uma continuação, mas só pra não perder a linha de raciocínio.) Eis que, ambos saem muito chateados.

A nossa protagonista se recusa a falar com o (ex-)parceiro, mas ao mesmo tempo reluta consigo mesma, relembrando os bons momentos que passaram juntos. Enquanto isso, o nosso protagonista tenta argumentar com ela e evitar a possível separação, também remoendo sua parcela de culpa. Ademais, na versão em inglês, temos uma situação mais clara, onde a protagonista decide romper a relação de ambos e o rapaz lamenta o término.

“Rumor”

Seguindo na história do casal – afinal, porque não? Temos agora um cenário em que ambos já estão separados há um tempo, mas ainda tem contato com o mesmo círculo de conhecidos.

Os dois escutam rumores, um do outro, que já teriam seguido em frente e arrumado outra pessoa – o rumor é basicamente que a outra parte foi vista com alguém.

Os dois ficam chateados e incomodados com o ex-parceiro(a) e admitem para si que ainda tem sentimentos um pelo outro. Eis que, depreende-se que o casal desfaz o mal entendido e gostaria de recomeçar.

“Hola Hola”

Como o título sugere, aqui é tudo festa. Pure bliss. Seja o casal de antes ou não, os pombinhos em questão apenas querem curtir um ao outro. Eles estão super apaixonados e felizes. Fim.

Com isso, terminamos nosso Juicebox. E aí? Curtiram? Sugestões?

Continuamos o quadro? Non? Sim? Mais KARD? Outras bandas?

Conta pra gente sua opinião :3

Ps: [DICA] Para além dos singles citados, vale a pena conferir:

“Swim Good”, apresentação especial (sexy) da Somin com Hui (Pentagon/Triple H) para o programa Breakers.

“Lo Siento”, parceria especial (com vibes latinas) em que as meninas se apresentam com o Super Junior.

E, todos os demais singles, claro <3 Afinal, esses 4 tem talento de sobra.

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Attack on Titan ganhará jogo para smartphone

Foi lançado o site teaser de Atack on Titan Tactics, um jogo para mobile baseado no mangá e anime Attack on Titan (Shingeki no Kyojin).

Não foi passada nenhuma informação relevante ou precisa sobre como e quando será lançado o jogo, é possível apenas ver algumas silhuetas de personagens com citações em  japonês.

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Alfa | Review

Kodi Smit McPhee Alfa
Keda (Kodi Smit-McPhee) em Alfa (Imagem Divulgação)

Dizem que o cachorro é o melhor amigo do homem e essa origem vêm desde de tempos antigos, vinte mil anos atrás na história da humanidade. Esta é a base do filme Alfa que conta história de uma amizade que se forma pela luta para sobreviver.

O garoto que se torna um homem e um lobo que muda sua natureza passam por predadores, falta de comida e a chegada do frio congelante, testes da natureza que amadurece o caçador dentro dos protagonistas faz esse ser mais um filme comum que funciona dentro da média.

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Alfa (Pôster Divulgação)

Sobrevivência e Relacionamento

A trama trabalha dois assuntos interessantes que o próprio trailer trouxe literalmente por escrito, a sobrevivência de um ser humano com seu lobo, mais o relacionamento de ambos, um garoto ingênuo e despreparado para o mundo com um lobo selvagem e sedento de fome.

A evolução dessa amizade vai se estruturando de acordo com o perigo ocorrente em tela, e isso vai em uma escalada de nível de dificuldade parecida a de um game de aventura, essa trama acabou deixando alguns buracos no roteiro que são relevantes mas ainda sim não são esquecíveis, como toda a questão do lobo ao ser acrescentado na história, dele aceitar vermes como alimento, dele rapidamente ser domesticado pelo humano que se mostrou superior mas passou quase três minutos em tela chamando pelo pai – isso que o próprio também se adaptou rápido a situação em meio ao mundo selvagem.

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Os caçadores em Alfa (Imagem Divulgação)

Mesmo que ele tenha usado tudo o que aprendeu com o pai se e mostrar eficaz em lascar uma pedra e fazer uma lança, isso não justifica a ingenuidade e despreparo com a caça ter desaparecido da noite para o dia, isso só se tornou relevante porque nos momentos de dificuldade ele se mostrou forte o bastante para superar qualquer problema, sendo que o jeito de garoto ingênuo continuou presente, e o amadurecimento ficou um tanto nebuloso, e no final do filme ainda ficou duvidoso quanto sua capacidade de sobrevivência.

A trama bem amarrada com a relação de garoto e lobo funcionou, mas não por causa do protagonista Keda, o ator Kodi Smit McPhee falhou ao trazer isso em tela, nos fazendo esquecer do personagem principal do longa.

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Keda. de Kodi Smit-McPhee em Alfa (Imagem Divulgação)

O Mundo Selvagem

A produção desse filme é algo que pode-se dizer ser o ponto mais forte que consegue salvar os buracos de roteiro e o protagonista omisso, as fotografias do mundo selvagem, trabalhando efeitos visuais, ficou ótimo, mas apenas pode ser chamado de perfeito por causa do jogo de câmeras realizado, de horizontes em planos abertos à céus estrelados, cenas de geleiras e chuvas torrenciais.

Momentos onde o Keda e o lobo caçam juntos transformam toda a trama rasa em um filme incrível onde os pontos fortes conseguem cobrir as falhas em geral e te mantêm preso na trama do início ao fim.

Já citando o fim, nesse caso não há produção que salvou isso, mesmo sendo um roteiro bem limitado, podia se achar que teríamos um grande impacto no final do mesmo, mas nos deparamos com uma conclusão de história bem no estilo faz-de-conta de princesa onde todos viveram felizes para sempre e acrescentam um plot um tanto forçado que só pareceu estar lá porque o final estava sem sal e bem desapontador, mesmo com o plot citado, o final permaneceu sem graça, faltou coragem para trazer um choque maior para impactar o público, isso trouxe consequências, fazendo esse filme ser comum o bastante para ser deixado de lado.

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Keda e o lobo Alfa (Imagem Divulgação)

Alfa têm seus méritos

Alfa pode ser comum mas têm seus méritos, pode ser esquecido, mas ainda sim foi legal de assistir, não sendo um fracasso, nem um grande sucesso, o conjunto de furos de roteiro e sumiço de protagonista atrapalham bastante, mas as histórias paralelas de sobrevivência e amizade junto com a produção impecável consegue transformar esse filme em mais uma aventura que você precisa assistir.

A simplicidade ainda pode ser explorada e podemos tirar algumas lições, como dificuldades que surgem quando menos esperamos e amizades que estão conosco não importa a situação, além do amadurecimento pessoal que é mostrado mas não absorvido, Alfa prova que de erros e acertos, ainda podemos tirar bons frutos no fim.

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Panini anuncia álbum de figurinhas de PJ Masks

panini pj masks

Para os amantes dos livros ilustrados, mais uma novidade da Panini! PJ Masks ganhou seu álbum de figurinhas, já disponível em todo o Brasil na última segunda-feira (24), atendendo os fãs da série!

Veja também: Álbum de figurinhas de Naruto Clássico é anunciado pela Panini!

Com 192 cromos, sendo 48 especiais com glitter (que brilham no escuro), o público acompanhará as lutas noturnas do trio composto por Menino-Gato, Lagartixo e Corujita contra seus vilões.

Para quem não conhece, a animação é exibida nos canais Disney Junior e TV Cultura, inspirada na coleção de livros Les Pyjamasques, do autor francês Romuald Racioppo.

O livro ilustrado poderá ser encontrado em bancas de jornal, principais lojas de brinquedos e papelarias de todo o país, além de no site da Panini, por R$ 7,90, e cada envelope com cinco figurinhas por R$ 1,50.

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O grupo muti-estilo 24K | Suco Apresenta

24k

Em meio a tantos grupos de k-pop aparecendo por aqui, hoje é dia de apresentar um que gostou tanto do Brasil que resolveu voltar.

Estamos falando do 24K, que veio para cá pela primeira vez em 2016 com fanmeetings e voltou para uma pequena turnê de shows, com novo álbum e nova formação.

24 QUILATES

O 24K é um grupo que já promove suas músicas há 6 anos. Debutou em setembro de 2012 pela Choeun Entertainment com 6 membros e o single Hurry Up. Quem vê o nome do grupo automaticamente associa com Ouro, e não é exagero dizer que o talento dos meninos vale tanto quanto o metal precioso.

Mas embora tenha este sentido, na verdade a origem do nome é outra.

Originalmente o grupo de chamava 4K, que em inglês significava For Korea (Para a Coréia), e contava apenas com quatro membros focados nos vocais. E posteriormente entrou a subdivisão 2K, com dois membros voltados para dança e rap.

MULTI-ESTILOS

Desde o debut até agora o grupo evoluiu muito como um todo. É possível ver em cada um de seus videoclipes novos estilos, novos conceitos e um crescimento no geral na qualidade das produções, que hoje somam milhões e milhões de visualizações no facebook.

Em termos de gêneros musicais, os álbuns dos meninos já passaram pelo pop, trance, dubstep, industrial, hip hop e edm entre outros. Além disso, alguns membros dizem sofrer fortes influências do R&B e Soul.

NOVA FORMAÇÃO

Assim como outros grupos com tanto tempo de atividade, o 24K já passou por várias mudanças na formação. Novos membros foram entrando conforme outros foram saindo.

Alguns foram tirados pela Choeun Entertainment, por se envolver em escândalos entre outros motivos, outros abandonaram o grupo para fazer promoções solo. Outros saíram para prestar o serviço militar que é obrigatório na Coréia e não voltaram.

A formação mais recente, e que já se apresentou aqui no Brasil, foi anunciada no começo desse ano e conta com 6 membros: Cory (??), Jeonguk (??), Changsun (??), Jinhong (??), Hongseob (??) e Kiyong (??).

Cory é o único integrante que está no grupo desde o começo. E Kiyong é quem entrou no grupo mais recentemente.

Agora conte pra gente: quem é que foi no gostou? Como foi a apresentação dos meninos?

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Wotakoi ganhará versão live action

Wotaku ni Koi wa Muzukashii
Wotaku ni Koi wa Muzukashii (Imagem Divulgação)

O mangá Wotakoi (Wotaku ni Koi wa Muzukashii), obra de Fujita, ganhará uma adaptação em live action.

A informação foi divulgada junto com o vídeo promocional do sexto volume da série, e os personagens ganharam um visual especial em comemoração a esse novo projeto.

A história já possui uma adaptação animada com 11 episódios (confira nosso PRIMEIRO GOLE), exibida no início de 2018, na Temporada de Primavera 2018. O anime foi um verdadeiro sucesso e foram vendidas mais de 7 milhões de cópias.

Sinopse: Narumi é uma mulher adulta que incia num novo emprego e tenta ter uma vida normal sem revelar o seu segredo: ela é uma fujoshi. Ao descobrir que seu amigo de infância, o gamer Hirotaka, trabalha no mesmo escritório que ela, se inicia uma relação divertida e controversa onde são apresentados outros personagens que mostram que, como o título sujere, o amor é difícil para os otakus.
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22 Milhas | Review

22 Milhas
Mark Wahlberg em 22 Milhas (Imagem Divulgação)

Um filme com tiro, explosões e sangue fervendo, nas primeiras cenas já podemos imaginar o que virá. Este é 22 Milhas!

Mark Wahlberg como o brucutu de pavio curto que agrada a todos, colocam 22 Milhas em um patamar não só 99,9% de ação, como se torna um trem desgovernado o qual ninguém consegue respirar com diálogo dinâmico e trama acelerada à jato: ou você segura na cauda desse foguete, ou se perde no vácuo escuro, não há melhor exemplo para esse filme do que isso.

22 Milhas
22 Milhas (Pôster Divulgação)

O Grande Destaque do Filme

Acima de tudo deve se dar um grande destaque no roteiro desse filme, que mesmo sendo acelerado e dinâmico a ponto de quase se perder, ainda sim é fácil de se acompanhar por não ser algo tão profundo, muito pelo contrário, é simples, raso e óbvio, nitidamente pareceu proposital pela velocidade que tudo acontece.

O desenvolvimento da trama é jogado em tela e vai escalando em uma rapidez que se você for um pouco lento, acaba se perdendo e literalmente o filme não irá mais fazer sentido, chega a ser impressionante em todos os sentidos da palavra um filme brucutu desse ser rápido a ponto de atropelar o próprio desenvolvimento, mas que ainda te deixa focado em toda a evolução que a trama passa e como cada situação é resolvida de forma improvisada, isso te deixa com a expectativa lá em cima por grande parte das cenas de ação do filme.

22 Milhas
Lauren Cohan em 22 Milhas (Imagem Divulgação)

Conclusão e Final Inesperado

Para absorver tudo isso sem ficar extremamente confuso, temos Mark Wahlberg como protagonista, seu personagem têm um distúrbio que faz com que ele seja excepcional, e toda essa aceleração se deve a esse distúrbio, de certa forma nos dá uma visão de como funciona a cabeça dele dentro daquelas situações, é incrível e confuso ao mesmo tempo.

Além disso, a conclusão do filme te deixa atordoado, um final inesperado que ainda deixa aberto para uma sequência quem sabe, mas com toda a experiência que esse filme causa, é bem discutível se poderia ser transformado em franquia, uma trama rasa dessa apenas impressiona por ser acelerada e pelo plot, mas continua sendo um filme estilo guerrilha que não têm um leque de novidades para explorar e resulta no mesmo resultado clichê dos filmes de ação.

22 Milhas
Iko Uwais em 22 Milhas (Imagem Divulgação)

Um bom blockbuster…

Mesmo trazendo pontos positivos, esse filme é cansativo e sem tempero, um blockbuster que se mostrou genial em roteiro, porém fraco em ideias, colocando 22 Milhas em cheque.

Um desenvolvimento da simplicidade não têm grandes atrações, fica apenas nas costas daquele que soube carregar o filme nas costas sem problemas, Mark Wahlberg convence com seu papel, salva o filme em alguns pontos e pode rotulá-lo como um brucutu moderno em terras hollywoodianas, mas que seja em um próximo filme, e não em uma possível franquia de 22 Milhas.

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Sony anuncia cross-play de Fortnite no PS4 com outras plataformas

fortnite

A Sony ouviu a comunidade e seu PlayStation 4 não ficará de fora das jogatinas de Fortnite, com um beta começando HOJE (26). Vamos comemorar!

Leia também: O cross-play nos consoles: o que vem aí?

Segundo o CEO da Sony, John Kodera“O primeiro passo vai ser um open beta começando hoje para Fortnite que vai permitir gameplay em cross platform, progresso e comércio entre o PS4, Android, iOS, Nintendo Switch, Xbox One, Microsoft Windows e Mac. Nós vemos este beta como uma oportunidade de conduzir testes que assegurem que a jogabilidade em cross-platform é a melhor no Playstation, enquanto continuamos atentos à experiência tanto do ponto de vista técnico como o social.”

O interessante é que este tipo de ação pode dar margem para outros títulos no futuro, que segundo o próprio kodera afirma que este tipo de estratégia “dá mais abertura à plataforma”.

Vamos aguardar por mais notícias e novos jogos com cross-play!

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