Algo grandioso e maravilhoso está por vir no verão de 2020 e, não, não são as olimpíadas, mas sim o novo Gundamem escala real.
Há alguns anos, os organizadores anunciaram um Desafio Global de Gundam, que procurava um talento pelo mundo a fora para atualizar o Gundam de 28 metros de Tóquio e fazê-lo andar. No entanto, em 2017 o Gundam RX-78-2, do anime Mobile Suit Gundam de 1979, foi desmontado e substituído pelo Gundam Unicotn do anime mais recente da franquia. Depois disso não ficou claro se esse seria o fim dos planos de fazer o Gundam se mover.
Para a surpresa de todos, na festa de comemoração dos 40 anos da série foi anunciado que o projeto do Desafio Global de Gundam ainda está a de pé e que os organizadores já terminaram os planos do Gundam móvel, assim como onde a atração ficará.
O novo Gundam está agendado para fazer sua estreia no versão de 2020 no Píer de Yamashita, em Yokohama a 30 júris de Tóquio. Os organizadores ainda não confirmaram se o Gundam usará partes do Gundam original, mas parece que os planos são para fazer a antiga estátua andar.
O projeto recebeu o nome de Gundam Factory Yokohama, e a proposta é fazer diversas exibições destacando e explicando todo o processo de design, que adicional aspectos educacionais e culturais ao projeto.
A cidade de Yokohama foi especialmente escolhida por ter sido uma das primeiras cidades do Japão a entrarem em contato com o mundo após um grande período de reclusão do país. Isso tornou a cidade conhecida por aceitar novas ideias e tecnologias, bem como o local por onde o Japão se fez conhecido no mundo, através do comércio e diplomacia.
Exatos 19 anos após sua estreia como anime em janeiro de 2000, a continuação de Boogiepop Phantom, Boogiepop wa Warawanai, começou bem, , que estreou nesta Temporada de Inverno 2019.
A nova produção do estúdio Madhouse mantém elementos preciosos do original, como seu jogo de imagens e sua maneira peculiar de contar sua história.
Enquanto que os eventos de Boogiepop Phantom tomaram grandes proporções, aparentemente o mistério de Boogiepop Warawanai envolvem uma ameaça escondida num colégio.
O Primeiro Amigo de Boogiepop
Alunas da Academia Shinyo começam a desaparecer, uma após a outra. Esses sumiços começam a causar fofocas e lendas urbanas de uma tal de Boogiepop que seria a responsável por esses desaparecimentos.
Quando Miyashita Touka falta a um encontro no final de semana e depois começa a faltar às aulas, seu amigo, XXX começa a se preocupar com a possibilidade dela ter sido mais uma vítima. Ao seguir um vulto que apareceu no terraço da escola, XXX se depara com Touka. Mas ela está diferente. Sua roupa é estranha e mesmo sua personalidade parecem diferente. Ao contrário do que o rapaz pensava, ele não estava encarando a responsável pelos sumiços das garotas. Sim, ela se apresentava como Boogiepop, mas sua presença servia justamente o propósito de conter o mal naquela escola.
Enquanto XXX passou a ter o hábito de conversar com essa pessoa misteriosa que tomava a forma de Touka, pela primeira vez Boogiepop interage com alguém diretamente. Quando a ameaça é eliminada, ela se alegra por aquelas conversas e desaparece quando volta a paz, apesar dos protestos do rapaz, que ao voltar reencontra sua amiga, Miyashita Touka, dessa vez do jeito como sempre a havia conhecido.
Boogiepop wa Warawanai (Image
Uma história contada como um Origami
Boogiepop anuncia no final do primeiro episódio que a ameaça na escola havia sido eliminada. Mas em nenhum momento é mostrado como ou por quem. A continuação dessa trama passa, de episódio a episódio, de um personagem para outro. Boogiepop Warawanai, assim como seu antecessor, parte de uma perspectiva para outra, sendo sua trama como um origami, que para atingir a forma desejada precisa antes ter sua folha dobrada, desdobrada e dobrada de novo para enfim.
Às vezes é uma personagem que não apareceu por mais de um minuto naquele episódio; e no episódio seguinte, lá está ela com sua perspectiva e seu envolvimento, direto ou indireto, no centro daquele episódio. Esse estilo narrativo foi um dos maiores atrativos de Boogiepop, saber quem seria o foco da vez.
Boogiepop wa Warawanai (Imagem Divulgação)
Talvez um anime mais de mistério que de suspense
É possível que eu esteja arriscando um saudosismo estético aqui, mas mesmo Boogiepop Warawanai prometendo ter uma trama acima da média em comparação a outros animes que tentam ter um mistério mas que terminam com conclusões horrorosas e potenciais desperdiçados (é o caso de Dorei-ku The Animation), seu uso excessivo de alto contraste na animação mata o suspense que poderia ser passado como a animação mais escurecida de Boogiepop Phantom conseguia passar muito bem no início dos 2000.
Seja como for, o anime ainda está começando. E escolhas estéticas à parte, Boogiepop Warawanai possui uma animação digna da qualidade do estúdio Madhouse. Não há garantias que tudo no final desse mistério fique esclarecido, é bom que seja avisado; mas independente de seu enredo acabar sendo compreensível ou incompreensível, este poder ser um caso de “o trajeto valeu mais do que a chegada”.
O anime é belo e merece uma chance. As expectativas nestes primeiros episódios foram muito bem atendidas e Boogiepop Warawanai continua prometendo ser um dos melhores animes desta temporada.
Prontos para reviver a emocionante história cheia de magia, samurais e guerreiros demoníacos de 2001? Onimusha: Warlords já está disponível na PS4 (PlayStation Store), Xbox One (Microsoft Store) e PC (Steam)!
As mudanças do jogo consiste em melhorias gráficas, tela widescreen, suporte a controle analógico e dificuldade Easy desde o início do jogo – além do sistema “Honor”, de conquistas. O trailer de lançamento pode ser visto logo abaixo:
Sobre: Onimusha: Warlords conta a história do samurai Samanosuke Akechi e da ninja Kaede na busca para salvar a Princesa Yuki de uma legião de misteriosos demônios que invadiram o Castelo de Inabayama. Na jornada pelo castelo, os dois descobrem uma trama maligna por parte dos servos do temível Oda Nobunaga, um senhor feudal ressuscitado por demônios. Usando combate com espada, uma Oni Gauntlet mágica e raciocínio para resolver os enigmas, os jogadores precisam de força e criatividade para derrotar as hordas demoníacas e salvar a Princesa Yuki!
Lançado em 18 de abril de 2012, Mob Psycho 100 é um mangá do gênero comédia, ação e sobrenatural, já finalizado. Escrito por ONE, conhecido por sua obra One Punch Man e seus traços diferentes.
Ganhou adaptação para anime em 11 de julho de 2016, durante a Temporada de Verão 2016, com 12 episódios. Dos estúdios Bones, teve auxílio na produção por produtoras como KlockWorx, responsável por Mirai Nikki e Another; e BS Fuji, que produziu Ansatsu Kyoushitsu.
São feitas muitas comparações entre Mob Psycho e One Punch Man, por motivos de ambos os protagonistas serem “invencíveis”, e muitos acabam achando que Mob é apenas uma cópia de Saitama. Não é bem assim, a proposta dos dois são bem diferentes e suas histórias não tomam rumos parecidos.
Um menino paranormal
Kageyama Shigeo, conhecido como Mob, é um garoto com poderes paranormais e muito tímido. Com poucos amigos, Mob é bem ingênuo, permitindo que pessoas como seu “sensei” Arataka Reigen o explorem.
Sua vida se baseia em ir para a escola e ajudar Reigen em seu trabalho de exorcismo, acreditando que o mesmo é um dos mais famosos e fortes paranormais do país. Mas na verdade, seu falso “sensei” é apenas um vigarista que usa Mob para ganhar dinheiro.
Ao longo da história, Mob vai fazendo novas amizades e se soltando, além de tentar se aproximar cada vez mais da garota que gosta, Takane Tsubomi, a estrela da escola.
Uma comédia com muitas reflexões
Esse anime traz vários tipos de críticas de maneira leve e até engraçada, como um presidente do conselho estudantil que mente para se beneficiar e o relacionamento complicado entre irmãos. Até mesmo o modo como Mob é explorado e pessoas céticas em uma religião.
O caso de Kageyama Ritsu é a inveja do irmão mais velho por conta dos poderes. Enquanto Mob desejava não tê-los, Ritsu deseja fervorosamente que os seus se manifestem. Ao mesmo tempo em que Mob admira muito seu irmão por ser esforçado e bom em muitas áreas.
O motivo do titulo ser Mob Psycho 100 é que ele começa usando uma pequena porcentagem de seu poder e, no decorrer do anime, por conta de alguns acontecimentos, essa porcentagem vai aumentando. É em interessante ver essa evolução e perceber que ele fica cada vez mais forte, enfrentando personagens mais fortes.
Mob Psycho 100 (Imagem Divulgação)
Para rir um pouco
Recomendo esse anime para todo o tipo de otaku, é muito gostoso de assistir, não sendo monótono e gerando uma curiosidade em cada episodio assistido.
O gráfico é um pouco diferente, não sendo muito bonito de se ver, mas a história não é aquela comédia forçada e as lutas são muito boas.
Está disponível na Crunchyroll e ganhou adaptação para live-action de 12 episódios na Netflix.
Anima Yell é um anime da Temporada de Outono 2018 e foi lançado no dia 7 de outubro na Crunchyroll. Está completo com 12 episódios na plataforma de streaming.
O anime é baseado em um mangá de comédia no estilo 4-koma, sobre um grupo de garotas que montam um clube de torcida. É escrito e desenhado pela Unohana Tsukasa e está em publicação na Manga Time Kirara Carat desde 2016.
A adaptação foi produzida pelo estúdio Doga Kobo, mesmo de New Game e Gabriel DropOut. A diretora encarregada foi a Satou Masako, que já trabalhou em animes como Ballroom e Youkoso e Haikyuu.
Anime Yell (Imagem Divulgação)
Colegial Gentil
A obra conta a história de Hatoya Kohane, uma colegial que adora fazer de tudo pelos outros e é muito gentil. Mas sua melhor amiga, Sawatari Uki, a confronta dizendo que ela precisa fazer algo por si mesma.
É nesse momento que Kohane assiste algumas líderes de torcida no parque treinando, onde vê pela primeira vez Arima Hizume, que também é estudante e está nesse grupo de torcida. Mais à frente Hizume será de suma importância nesse sonho de Kohane. A partir desse encontro, ela decide que quer torcer também e pretende fazer de tudo para alcançar seu objetivo.
Anime Yell (Imagem Divulgação)
Temas Interessantes
Por mais que seja um anime sem muitas pretensões, Anima Yell aborda alguns temas interessantes a serem tratados, como o fato de líderes de torcidas serem menosprezadas ou subestimadas. Ninguém vê o valor de uma torcida e como isso pode ajudar em momentos decisivos. As personagens tentam sempre mostrar a todos o quão importante é uma boa torcida, algo bem interessante até para quem assiste e tem certo preconceito. Afinal, torcida é ou não um esporte?
As personagens são bem trabalhadas e mostram personalidades bem distintas. Há leves clichês entre elas, mas nesse caso é aceitável e mal atrapalha a trama. Cada uma das meninas do clube de torcida tem um motivo para querer fazer isso e o anime aborda bem essa parte. Mostra também o passado das meninas que já praticavam antes, sempre com partes positivas e negativas disso tudo, principalmente os problemas que a Hizume teve em seu clube antigo. Até porque, não é tão simples fazer uma torcida cativante.
Algo interessante que o anime mostra também é a customização de uniformes e os famosos “pompons”. Achei interessante elas fazerem seus próprios em vez de comprar pronto, mostrando como elas estão realmente empenhadas nisso e gostam de torcer.
Anime Yell (Imagem Divulgação)
Têm bons momentos cômicos
Há algumas cenas bem engraçadas, mas não é aquele anime que vai fazer você chorar de rir, então não vá procurando isso. Mas têm bons momentos cômicos, protagonizados principalmente pela Kohane.
E como um bom anime de esportes, há sim a famosa competição que adoramos ver, mas é tratada bem rapidamente, o que é um tanto triste. Durante o anime mostra elas ajudando pessoas e clubes pela escola, e às vezes nem é com torcida realmente. Mas faz sentido, já que o clube é novo e várias pessoas têm certos preconceitos sobre ele.
Animação fluída
A animação é muito bonita, com traços fofos e bem fluidos, inclusive nas cenas onde as meninas estão dançando e torcendo. Não foram cenas estáticas ou com computação gráfica, o que dá pontos a obra. É tudo bem colorido e animado, assim como as personagens.
A abertura é cantada pelas seiyuus do anime e se chama “Jump Up Yell!!”. É legal no começo, mas pode ficar realmente enjoativo depois de ouvir algumas vezes. O encerramento também é cantado pelas seiyuus e se chama “One for All”. Segue a mesma vibe da abertura, mas pode ser menos enjoativa pelo fato de que quase ninguém vê o encerramento todo.
Anima Yell é um anime leve, descontraído, e raramente trouxe temas pesados para a trama. É aquela obra perfeita para assistir e se divertir sem pensar muito, assim como Yuru Camp e New Game. Mas, por ser assim, pode ser que muitas pessoas pensem que é sem graça e entediante. Então veja se gostou de algum anime semelhante antes de começar esse.
Em seu Instagram Stories, a cantora norte-americana Ariana Grande, de 25 anos, compartilhou a sua mais nova tatuagem: o pokémon eevee!
Já em seu Twitter, revelou que no seu último dia de folga ela jogou mais de 15 horas o mais novo título para o Nintendo Switch, Pokémon Let’s Go: Eevee.
Fã declarada do pokémon, ela escreveu na foto “Eu quis isso por tanto tempo”, e vocês concordam que ficou muito fofo, não é mesmo?
Além do Eevee, uma das suas tatuagens é com a Chihiro de A Viagem de Chihiro, longa premiado do Estúdio Ghibli, vencedor do Oscar de Melhor Animação. Veja abaixo:
Vamos com mais um teste de comparativo! A Kingston cedeu para a gente o modelo SSD A400, e vamos comparar a performance com um HD.
Resolvemos fazer um teste de Loading (carregamento) entre o modelo de 120GB da Kingston contra um HD comum de 5400 que temos por aqui, para vocês verem as diferenças em três jogos: Rise of the Tomb Raider, Dark Souls Remastered e Dragon Ball FighterZ.
Resolvemos fazer um teste prático em jogos, com o carregamento (loading) de três títulos: Rise of the Tomb Raider, Dark Souls: Remastered e Assassin’s Creed Odyssey, contando a partir do clique com o mouse até o aparecimento do personagem.
Para evitar o uso de Cache do computador, reiniciamos o mesmo em todas as gravações. Para a captura, utilizamos o aplicativo da NVIDIA, com o último driver disponível (417.35).
Modelo de 120GB que recebemos da Kingston (Foto: Suco de Mangá)
Resultados
Iniciando om Dragon Ball FighterZ, o SSD da Kingston ofereceu um loading de 9s, contra 14s do HD de 5400 RPM. No segundo jogo, Rise of the Tomb Raider, o SSD levou uma vantagem onde o tempo de loading fora de 21s contra 45s do HD, ou seja, menos da metade do tempo!
Em nosso terceiro teste, com Dark Souls: Remastered, o SSD da Kingston obteve um loading de 5s, contra 6s do HD.
Conclusão
Com exceção de Dark Souls: Remastered, onde o tempo de loading deve estar no limite, games de alto rendimento, carregamento de textura e com loadings mais demorados, devem se sobressair em grande vantagem com um SSD.
Vale lembrar que o modelo analisado pela gente é o de 120GB, o que dá margem para jogos mais compactos e MOBAs. Jogos que ocupam mais de 60GB, como um Assassin’s Creed: Odyssey, por exemplo, pode necessitar de mais espaço alocado – caso tenha o sistema operacional instalado.
Modelo de 120GB que recebemos da Kingston (Foto: Suco de Mangá)
Ademais, com a baixa nos preços nos últimos meses, os SSD viraram de um artigo de luxo para algo quase que indispensável para um PC Gamer, indubitavelmente recomendado para extrair o máximo de desempenho em suas jogatinas.
*Os jogos Dark Souls: Remastered e Dragon Ball FighterZ foram cedidos gentilmente pela BANDAI NAMCO.
Doukyonin wa Hiza, Tokidoki, Atama no Ue ou, para facilitar, My Roommate is a Cat, é um anime da Temporada de Inverno 2019. Começou a ser lançado no dia 09 de janeiro na Crunchyroll, ou seja, episódio novo todas as quartas-feiras. A previsão é de 12 episódios.
O estúdio responsável é o Zero-G, que talvez vocês conheçam pelo anime Grand Blue. A animação não é espetacular, mas se provou competente no primeiro episódio. A diretora do anime é a Suzuki Kaoru e esse é seu terceiro trabalho como diretora principal de anime.
O anime é baseado em um mangá de slice of life com um viés de comédia. Está em publicação desde 2015, é escrito por Minatuki Tunami e ilustrado por Futatsuya As.
My Roommate Is A Cat (Imagem Divulgação)
Slice of Life e Comédia
My Roommate is a Cat conta a história de um jovem escritor chamado Mikazuki Subaru que está se preparando para seu próprio livro, quando encontra um gatinho em uma péssima condição no cemitério. O gato, todo desconfiado, inspirou Subaru a escrever uma história de suspense com o animalzinho. Logo estava abrigado na casa do escritor, sendo bem cuidado por ele, apesar de não receber muita atenção do novo dono. Ambos ficam um tanto desconfortáveis por não saber o que o outro pensa, mas parece que será divertido ver essa amizade crescendo.
A obra é interessante, pois mostra a visão de ambos os personagens, Subaru e Haru, durante um mesmo acontecimento. O gato não fala, mas, ao longo do episódio, vão surgindo pensamentos dele, ou seja, só nós espectadores que sabemos o que se passa na cabecinha dele.
Subaru é uma pessoa que só liga para livros em geral e para os seus próprios livros. Não consegue lidar bem com outras pessoas e não é nenhum pouco sociável. Sua fama é tanta, que até seu editor se assustou quando o viu com um gato. Isso antes seria impossível vindo dele.
My Roommate Is A Cat (Imagem Divulgação)
Diversão e amor por gatos
Além dessas diferentes visões, o anime reproduz cenas que o Subaru imagina ou escreve na tela, então podemos ver o que ele planeja para o livro. Isso, com certeza, incrementa a história positivamente. Espero que continue ao longo dos episódios, para deixar mais interessante essa parte da escrita.
É um anime que promete diversão e muito amor pelo gato, que é a coisa mais fofa, com seu semblante sempre fechado. Perfeito para quem gosta de slice of life e claro, para quem sempre quis saber o que se passa na cabeça de um animal.