Nesta quinta-feira (30), a Nintendoconfirmou que o Nintendo Switch chegou a marca de 52,4 milhões de unidades vendidas, o que ultrapassa oficialmente o Super Nintendo (SNES), que conta com 49,1 milhões de consoles vendidos ao longo de sua história.
O Switch é o terceiro console doméstico da BIG N que mais vendeu, atrás apenas do Nintendo Wii e do Nintendinho (NES).
Atualmente, o TOP 15 dos consoles mais vendidos na história compreende:
Nekopara ficou mundialmente conhecida como uma das visual novels mais populares a estrearem no ocidente. Originalmente concebida como um jogo para adultos com cenas de nudez e pornografia, sua versão censurada – e indicada para todas as idades – caiu no gosto popular, e arrecadou milhões de fãs ao redor do mundo.
Após as duas OVAs lançadas em 2017 e 2018, agora em janeiro tivemos o lançamento do seu próprio anime, e não pudemos perder a oportunidade de conferir o que a versão animada de Nekopara nos reservava.
Sobre o que se trata?
A história do anime se passa como uma continuação das OVAs. Nela vemos Kashou em sua confeitaria chamada La Soleil, morando com as nekomimis Chocola e Vanilla.
O que começa sendo parecendo ser só uma trama que envolverá a fofura e trapalhadas das gatinhas acaba se desenrolando em algo mais denso quando Chocola encontra um neko abandonado sem sino, e acaba levando-o sem querer para casa.
Docinhos e gatinhas, tem como ficar melhor?
Confesso que não sou uma grande fã de tramas como Nekopara. Apesar de ser fã dos jogos, em geral as versões animadas não me agradam. Fui assistir com o pé atrás, porém, eu gostei bastante do que vi.
A qualidade é ótima, a trilha sonora muito boa, e apesar de ser um anime recheado de fanservice isso não atrapalhou minha experiência em momento nenhum. Eu também gosto de como eles estão utilizando a trama das outras personagens dos jogos, trazendo para os fãs dos games nossas outras nekos que tanto amamos.
Vale a pena acompanhar?
Mas o que queremos saber mesmo é: vale a pena acompanhar Nekopara? Eu pensei muito sobre isso, e eu digo que sim. NP não é uma obra para você pensar muito, e é justamente isso que faz com ela nos ganhe.
Quando eu chego do trabalho eu não quero algo para me desafiar mentalmente, mas algo para relaxar, rir e me divertir, e esse anime tem justamente tudo isso. De forma simples, ele é acolhedor e tão fofo (de uma maneira bem cabível) que acaba sendo a pedida perfeita.
Torcendo para continuar nesse ritmo, permanecemos assistindo e em breve seguimos com uma review do anime completo.
Com o passar dos anos o panorama dos famosos estúdios de Hollywood mudaram, a bola da vez no mundo do entretenimento agora parece ser as plataformas de streaming. O fácil acesso a diferentes conteúdos está fazendo com que muitas empresas já estabelecidas no mercado procurem outras formas de conectar-se com o novo público alvo. Coisas que há 15 anos atrás pareceriam loucura agora estão mudando. Pelo jeito, estúdios que dependem apenas de canais de TV e cinema estão ficando para trás e aparentemente a Metro Goldwyn Mayer, ou MGM, percebeu isso e está aberta a negócios.
A MGM tem sido um estúdio marcante em Hollywood desde 1924, foi responsável pelas produções como James Bond, Rocky, O Hobbit, O Mágico de Oz, Legalmente Loira e muitos outros clássicos do cinema. De acordo com o canal de notícias CNBC, o estúdio norte-americano está na fase inicial das negociações sobre um possível acordo. A MGM tem tido conversas com diferentes plataformas de streaming como a Netflix e a Apple para colocar algumas de suas produções nos catálogos.
A última grande aquisição da Apple foi a Beats em 2014, por US$ 3 bilhões, já a Netflix nunca fez isso antes. Levando em conta que a Apple é bem mais recente que a Netflix, e portanto tem menos assinantes, acreditasse que é mais provável que a nossa veterana consiga levar esse prêmio pra casa, mesmo nunca tendo feito uma aquisição tão grande como essa. A MGM está avaliada atualmente em US$ 10 bilhões.
Apesar de ser uma boa notícia para os assinantes dessas plataformas, temos que pensar também o quanto o mercado está ficando saturado com os mesmo conteúdos e aqueles que não se adequam a esse padrão estão sendo engolidos pelas empresas mais fortes. Caso as coisas continuem assim, será cada vez mais difícil artistas serem capaz de expressar suas diferentes ideias se elas não se adequarem a linha das empresas influentes.
Olá! Eu sou Jack e seja bem-vindo a mais umPrimeiro Gole! O anime da vez será Oshi ga Budoukan Ittekuretara Shinu (If My Favorite Pop Idol Made It to the Budokan, I Would Die), da Temporada de Inverno 2020, feito pela 8bit, mesmo estúdio que fez de Tensei shitara Slime Datta Ken e Hoshiai no Sora.
Perseguição e admiração a uma Idol
O anime é sobre o grupo Idol chamado Cham Jam, que ao contrário de grupos de Idol de outros animes, é só algo local e pequeno, com uma quantia consideravelmente razoável de fãs. Começa com uma das primeiras apresentações do grupo, eu uma feira local. Até que nossa protagonista, Eripiyo, acaba recebendo o panfleto para a apresentação e se apaixona por uma integrante menos popular, Maino.
Um tempo se passa e ela conhece Motoi e Kumasa, que também são fãs do grupo de Idol e juntos, pretendem frequentar todos os shows das garotas.
Uma premissa diferente
Veja bem, eu gosto bastante de animes de Idol. Idolm@ster, as duas temporadas de Love Live, PriPara…
Todos esses animes, querendo ou não, tem algo em comum com eles. O foco principal são as Idols. Como elas se relacionam umas com as outras, se existem intrigas entre elas, a composição das músicas, a forma que o grupo se origina. Os fãs acabam sendo só o mesmo modelo de… fã genérico de Idol, sabe?
Mas, esse anime trouxe uma perspectiva que me surpreendeu!
Quando eu fui assistir o anime, ele acabou me pegando de surpresa. Eu esperava, com base na capa, um girl love bem levinho, com o foco na Idol lidando com a fã, como o grupo veria isso. Mas, o foco não são as garotas, pelo menos não diretamente.
Eu achei simplesmente fantástico ver isso tudo da visão de um fã, como ele se sente ao ver que está sendo estranho com alguém que admira, sua paixão e devoção por um grupo que, por enquanto, é bem pequeno. Sem falar que Eripiyo foi uma das primeiras a conhecer o grupo, então no meio de fãs ela é praticamente lendária.
E é tão… real?
Às vezes eu me pego pensando na devoção que muitas pessoas tem pelo seus ídolos. Virar noite dando F5 para comprar ingresso, gastar rios de dinheiro com M&G, até mesmo tem cena dela acampando em fila para conseguir comprar algo… eu nunca tinha visto um anime representar isso, sem falar que a Eripiyo não tem nada de especial – além da estranheza de só ter uma roupa, típico de animes na verdade -, ela trabalha em um emprego ordinário e o seu único laser e passatempo é sua devoção à sua Idol.
Uma devoção que vale a pena acompanhar
Eu realmente gostei!
O anime é bem bom, os personagens tem um design bem maneiro e que, de certa forma, foge um pouco das Idols padrões, o que é consistente com a proposta do anime. Os amigos da Eripiyo também tem um design bem legal, as músicas das Idols são medianas para bom, só que ao pensar que elas ainda são amadoras no ramo e começaram a menos de 2 anos, isso também é condizente com a proposta do anime.
Com uma premissa diferente sobre Idols, Oshi ga Budoukan Ittekuretara Shinu gerou uma expectativa enorme em mim e tenho certeza que será uma comédia/musical memorável dessa temporada.
Já tivemos livros, games e agora The Witcher ganhou uma série estrelando Henry Cavill. Cada um aborda esse universo de uma forma diferente e em uma entrevista para o site io9Gizmodo, perguntaram ao autor dos livros se ele ajudou na produção da série e sua resposta foi um tanto inusitada.
Na entrevista, o polonês Andrzej Sapkowski falou sobre o quanto estava com um pé atrás quando surgiu a conversa de uma adaptação de The Witcher para as telinhas, o que o surpreendeu mais na produção e porque ele não joga os vídeo games. Confira a entrevista abaixo:
P: Quando lhe foi sugerido a possibilidade da adaptação dos livros para uma série de tv, como você se sentiu? Você tinha alguma ressalva quanto a isso?
R: Eu confesso que estava relutante no início. Outras pessoas já haviam me proposto isso antes, na maioria das vezes eram só conversas vazias. […] Mas nesse caso específico [da Netflix] foi uma oferta bem profissional e as pessoas por trás eram muito simpáticas. Eu tinha todas as razões de reagir a isso positivamente.
P: O quão envolvido você estava no processo de produção da série?
R: Não muito, por minha própria escolha. Eu não gosto de trabalhar muito duro ou por muito tempo. Na verdade, eu não gosto de trabalhar. “Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.” João 8:7
P: Houve alguma coisa que você insistiu para que aparecesse na série?
R: Só para deixar claro: eu acredito veemente na liberdade do artista e sua expressão artística. Eu não interfiro e não imponho meu ponto de vista em outros artistas. Eu não insisto ou brigo por nada. Eu apenas aconselho. Quando é necessário ou quando me pedem.
P: Há alguma mudança na série em relação aos livros que fez você mudar sua visão sobre o que você já escreveu?
R: É inevitável. O processo de transformar palavras em imagens não pode ser feito sem algumas perdas. Mas eu prefiro manter esses detalhes para mim mesmo
P: O que mais te surpreendeu no processo de produção da série?
R: Várias coisas, mesmo que eu não seja facilmente pego de surpresa,. Acredite ou não, quando eu estou escrevendo eu não imagino nenhuma imagem na minha mente. Para mim, não é um processo visual. Eu vejo apenas as letras e trabalho com isso. Então, quando eu realmente vejo o meu trabalho (seja histórias em quadrinhos, ou jogos ou filmes) eu fico muito surpreso, na maioria das vezes é encantador.
P: O que você acha que ficou melhor representado na série?
R: Meu nome aparece nos créditos. Eu não posso elogiar assim a série, não seria decente
P: O que você acha que não ficou tão bem representado na adaptação da Netflix?
R: Meu nome aparece nos créditos da série então seria idiotice minha revelar algo assim.
P: Como você vê as diferenças entre os jogos e a série? Quais são as vantagens e desvantagens de cada um?
R: Eu não tenho como comparar nada com os jogos porque eu nunca joguei nenhum deles. Eu não jogo nada desde que eu era uma criança, com exceção talvez de baralho e poker. Video games não são pra mim, eu prefiro livros como forma de entretenimento. De qualquer forma, minha opinião é a seguinte: não há como comparar os jogos e a série. A abordagem de ambos é diferente, a produção e seus objetivos também. Não tem como você comparar um espaguete à carbonara e uma bicicleta, mesmo os dois tendo vantagens e desvantagens.
P: A popularidade de The Witcher cresceu com o surgimento da série, tanto os livros quando os jogos. Por que você acha que isso aconteceu?
R: Fico tentado a responder que isso se deu por causa do excepcional talento do autor, mas não farei isso, sou muito modesto. Vou responder sua pergunta com o proverbio em latim “habent sua fata libelli”, livros tem seu próprio destino.
P: Para os fãs que assistiram a série antes de ler seus livros, o que você espera que eles sintam lendo-os pela primeira vez?
R: Deixe que os livros os convençam. Então não demorem muito mais, garotos e garotas. Leiam os livros.
P: Sobre o que você está mais ansioso sobre o futuro da série, tendo em vista que ela foi renovada para sua segunda temporada?
R: Permita-me responder com uma citação de Joe Abercrombie, autor de livros que são muito meu estilo de entretenimento: “Life is, basically, fucking shit. Best to keep your expectations low. Maybe you’ll be pleasantly surprised.”
Oferecido pela Dueto, a Geek Nation Brasil será realizada nos dias 22, 23 e 24 de maio de 2020, na Transamérica Expo Center, em São Paulo. O evento reunirá atrações especiais do mundo dos Games, HQ’s e da cultura oriental.
Já em clima de esquenta para o evento, o site oficial do Geek Nation Brasil atualizou esta semana o quadro de atrações. Foram confirmados Ricardo Cruz (veja imagem abaixo), o vocalista da JAM Project, e Jill Thompson, grande referência dos quadrinhos e uma das mãos por detrás da nova versão da Mulher-Maravilha. Até o mês de maio, serão revelados os demais convidados. Fiquem atentos!
Segundo os fãs, a expectativa está alta sobre o evento. De acordo com a assessoria do GNB, “Durante o evento os visitantes e fãs irão conviver com personagens e experienciar lugares mágicos e fantásticos. Tudo isso a partir de uma nação que abraça o geek em toda sua diversidade: Cultura pop ocidental e oriental, games, inovações tecnológicas e moda.”
A chegada de grandes eventos geek como a CCXP trouxeram um novo ar sobre o cenário nerd do país. Os especialistas do ramo acreditam que o Brasil ainda tem muito chão pela frente e veem o público brasileiro como um terreno fértil para desenvolvimento. Agora vamos esperar para ver o que mais essa indústria nos aguarda!
SERVIÇO
Através do Sympla, a Dueto está vendo diversos pacotes promocionais com destaques e acessos exclusivos que variam de valor para valor.
Sexta a Domingo (22 a 24 de maio) a partir das 11h00;
Preços: Ingressos entre R$ 55,00 e R$ 6000,00;
Local: Transamérica Expo Center – Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, São Paulo – São Paulo.
Eis-me aqui novamente Sucolinose Sucolinas, logo após um animê de episódio duplo nessa Temporada de Inverno 2020, surpreendentemente venho lhes trazer as primeiras impressões de outro animê de episódio duplo. Sério! Não é brincadeira.
E a bola da vez é Plunderer, mas não fiquem com pulgas atrás das orelhas, pois talvez eu acerte às bobagens que direi sobre essa animação. Que comece o stand-up!
Plunderer do mangaká Suu Minazuki vem pelo estúdio GEEKTOYS– Hensuki e RErideD – no qual lança sua terceira adaptação e produção. Vale ressaltar que o estúdio é novo, teve apenas duas obras que foram produzidas pelo mesmo, além disso o animê está sobre a responsabilidade de Hiroyuki Kanbe – Oreimo e Viper’s Creed – que também atuou como diretor de apenas duas animações, mas que por outro lado demonstrou excelentes trabalhos como diretor de animação, storyboard, key animator e entre outros trabalhos importantes para animês como: Afro Samurai, Blue Exorcist, My Hero Academia, Neon Genesis Evangelion e por aí vai.
Ah! A matemática! A doce e terrível matemática.
Plunderer já começa com cenas tristes para fazer qualquer coração de gelo derreter e ao meu ver… Chorei. Ah! Tudo bem. Nem tanto.
Mas confesso que ver a mãe da Hina sendo arrastada para sabe se Deus onde por mãos negras partiu o coração de gelo.
O universo de Plunderer se ficou claro é governado por números como explica a personagem Nana, e esses números além de servirem como contadores para coisas, servem também como forma de posição social onde o maior manda e o menor obedece. É tipo quando você é o mais velho e seu irmão o mais novo e você mostra quem manda. Ou não.
Outros detalhes importantes são o tal Abismo – não, não é o de Made in Abyss – e o privilégio dado somente aos soldados do Exército de Alcian, o truco. Na verdade o nome real é Roubo das Estrelas. É o momento onde quem tem menos pode desafiar quem tem mais e aí pedir 6 e roubar.
Detalhe importantíssimo em relação ao Abismo e a relação que ele tem com os números, caso seu contador chegue a zero, o Abismo te engole e pra causar o ar de suspense que o animê não soube trabalhar muito bem, há um boato de que é pior que a morte.
Há diversas formas não tão claras de se aumentar o contador, desde um bom atendimento e feedback de um cliente, até um andar 40km durante cinco anos. É, a Hina deu uma pernada para ter o tanto de números que tem.
Um barão, dois barões, três barões…
Pô, minha gente! É barão que não acaba mais. Proseamos um pouquinho sobre matemática, e agora vamos ao Barão Vermelho, ou o personagem que a Hina passou cinco anos procurando.
E quem é o Barão Vermelho?
O Barão Vermelho, ou Barão Relampejante é um dos “heróis” – embora o próprio não se considere um – da Guerra dos Abandonados. Guerra está que aconteceu 300 anos atrás dos acontecimentos envolvendo Licht e Hina.
No início do episódio o Licht demonstrava ser um típico personagem tarado, mas meus amigos, que surpresa para um fim de episódio duplo, pois o tarado mascarado era ninguém mais, ninguém menos que o Barão que a Hina procurava.
Diz-se que os Barões são pessoas que comportam poderes sobre-humanos e não é atoa que ficaram conhecidos como heróis de uma guerra, porém, terminado a guerra e alçado a paz, o boato é de que eles sumiram.
Licht enfrenta o exército para proteger Hina e por consequência acaba sendo obrigado a se expor e é aí que vemos os poderes de um Barão.
Chorar faz parte.
Com todas essas explicações racionais e segredos revelados, eu estava ficando com dor de cabeça, contudo, o episódio trouxe um momento que eu tive que deixar as lágrimas escorrem. Primeiro: Licht teve que enganar Hina – roubando a Cédula dela na frente de um soldado do Exército – e dar o fora de Alcian. Segundo: Hina correu atrás de Licht para dizer a ele o quanto ela havia sofrido na sua jornada solitária e o quão sozinha se sentiu por cinco anos! Gente. São cinco anos viajando sozinha em busca de uma pessoa que tu não tem a mínima ideia quem seja, tudo para manter uma promessa feita a mãe. É triste.
Em suma, o enredo peca um pouco no quesito mistério, tensão, mas por outro lado, nas partes que requerem mais carga emocional, soube-se trabalhar muito bem às cenas que deixaram de alguma forma o animê fofo e ao mesmo tempo cruel. Não tivemos uma abertura e um encerramento apresentados ainda, mas aguardo ansiosamente. A animação é linda. Os quadros onde a Hina é apresentada em momentos de choro ou alegria são impecáveis. Eu creio que Plunderer vai agradar quem deseja algo que tenha lutas e momentos de tristeza.
Por hora é isso, meus caros leitores e leitoras. Eu peço truco que eu não vá acompanhar esse animê até o fim.
A Bandai Namco disponibilizou hoje, 28 de janeiro o pré-registro para aqueles que desejam jogar o novo game Os Cavaleiros do Zodíaco Shining Soldiers.
O mais novo jogo da franquia de Os Cavaleiros do Zodíaco será lançado para aparelhos mobile e possibilitará vivenciar histórias no universo de Saint Seiya através de batalhas por turnos no modo Crônicas do Cosmo, que traz desafios das clássicas sagas das 12 Casas, Asgard, Poseidon e Hades.
Além disso, os jogadores poderão utilizar os personagens da obra em disputas PVP contra amigos próximos ou até contra adversários de todo o mundo.
“Saint Seiya tem muitos fãs apaixonados espalhados pelo mundo e nossa equipe – formada por pessoas que também amam a série – está empenhada em oferecer uma ótima experiência para todos; nós também trabalhamos no sistema de batalha para torná-lo amigável para os novatos em Saint Seiya. Esperamos que instale e se divirta com o jogo, fortalecendo seus personagens favoritos e criando seu time dos sonhos!”, disse Wataru Sato, produtor do jogo.