A Comic Week já começou e os fãs de quadrinhos e profissionais do setor poderão se divertir e receber muitas dicas até 22 de outubro. O evento online internacional é promovido pela Wacom, fabricante de mesas digitalizadoras e displays interativos para canetas, além de stylus digitais e soluções para salvar e processar assinaturas digitais.
A ilustradora digital baiana Lila Cruz representará o Brasil nessa programação globalizada, focando no tema de quadrinhos autobiográficos, no dia 20, às 15h (horário de Brasília). “Comecei a produzir meus quadrinhos autobiográficos retratando temas como saúde mental, autocuidado e cotidiano. Já publiquei livro, fanzine e participo de muitas palestras. Vou mostrar como é possível trabalhar com isso sem se esgotar ou se expor demais”, explica a artista. “Considero esses eventos um excelente lugar para compartilhar nossas experiências, especialmente para quem está começando. Quando eu estava começando, ia em todas as palestras possíveis e sempre me inspiraram muito a sair de lá e produzir meu próprio quadrinho.”
Serão 25 apresentações e workshops durante os quatro dias de evento, com uma seleção de quadrinistas profissionais e artistas conceituais de animação. Entre alguns destaques da programação, estão: Charlie Adlard, de The Walking Dead, que irá ensinar novas técnicas de ilustração digital; Alex Sinclair, da DC Comics, compartilhando dicas e truques sobre as cores nos quadrinhos; além dos artistas Gemma Correll e Luke McGarry que irão se enfrentar em uma batalha criativa digital para a diversão de todos os participantes. As apresentações e workshops serão em inglês, espanhol, português, francês, italiano e turco.
O evento será realizado e transmitido pela plataforma Zoom. Para se inscrever na Comic Week da Wacom e ter acesso a todas as 25 sessões, clique aqui.
Demon Slayer The Movie: Mugen Train estreou há três dias e já superou as expectativas previstas para as vendas. O longa já arrecadou 4.6 bilhões de ienes (aproximadamente 244 milhões de reais / 44 milhões de dólares) com 3.4 milhões de ingressos vendidos, tornando-se assim a maior estreia de um filme no Japão, de acordo com a Oricon.
Quem possuía esse recorde anteriormente era Frozen 2, tendo arrecadado 18,2 milhões no primeiro fim de semana de estreia. Outros filmes prestigiados como Your Name (2016) e Weathering With You (2019) arrecadaram respectivamente 1.277.960.000 ienes (aproximadamente 69,68 milhões de reais) e 1.643.809.400 ienes (84,77 milhões de reais) nos três primeiros dias de exibição.
Os fãs que assistiram ao filme ganharam um mangá desenhado pela própria autora de Demon Slayer, Koyoharu Gotouge. “Rengoku Volume 0” conta a história da primeira missão realizada pelo Pilar das Chamas Kyojuro Rengoku.
Desbrave o espaço, crie sua colônia e sobreviva as ameaças que vivem nesse universo alternativo. Ragnorium é um simulador de colonização espacial onde você controla clones humanoides com a missão de sobreviver e ser sustentável.
Como todo simulador você deve ficar atento nos recursos que você tem e no espaço a sua volta. Porém o primeiro passo é sua nave de exploração e sua tripulação. Além de contar com opções para fornecer mais recursos ou bonificação para seus colonos você deve definir os colonos.
Sua tripulação e o destino da missão
Vamos falar um pouco dos colonos. Ragnorium traz o conceito de colonização a partir de clones. Os clones são personificações de diversas etnias terrestres que tem alguma habilidade. Você deve escolher como quer evoluir sua estratégia. Colonos com mais atributados de combate ou de pesquisa? Coletores ou de Suporte?
Além disso todos os colonos contam com um sistema de nível e habilidades que podem ser atribuídas ao encontrar certos upgrades no mapa. Cada colono por mais que é um clone é um humano, então ele tem energia, felicidade e saúde. Você tem que deixar o ambiente agradável para ele construído casas, camas e fogueiras.
Mas como todo planeta novo você pode ser hostilizado pelo frio, calor, ausência de água e de recursos. Porém um grande problema é a fauna local, os animais e habitantes do lugar podem ser a condenação da sua tripulação caso você esbarre neles. Então procure se equipar ou escolher alguns clones batedores para seu acampamento.
Sua colônia e suas missões
Para colonizar você deve desenvolver o local, então a ideologia da evolução da humanidade está presente dentro do Ragnorium. A busca de recursos como carne, minerais e outros recursos é fundamental para a sobrevivência. Mas temos um sistema de reputação e missões para a colônia que leva a evolução e novas tecnologias mas o começo é ascender uma fogueira mesmo.
Por exemplo, ao ganhar um nível da colônia você pode desbloquear talentos na Research Tab para você como elevar a disponibilidade de clones ou aumento de nível e habilidades dele. Ou um talento que permite você encontrar e rastrear os recursos de uma área.
A evolução da colônia é importante permite que você configure mais explorações e a adição de mais colonos para o planeta. Atente-se que Ragnorium tem um sistema de eventos dentro do planeta a cada dois dias que podem ajudar a sua evolução.
Cada minuto conta!
Cada colono tem uma característica e etnia trazendo traços e atributos de RPG, a colônia se desenvolve a partir da construção e da conclusão de missões, preste atenção e tente otimizar elas. Missões em geral além de aumentar bem estar de seus colonos dão experiência para eles. Completando missões garante novas missões, mais conteúdo de construção e diversão
Ragnorium traz uma carga de informações na tela que pode ser difícil de acostumar inicialmente, escolha o modo com tutorial para conhecer as mecânicas de ações e construções para dominar os planetas. Além disso você deve estar preparado para tudo mesmo. Questões como frio, fome, sede, higiene e ataques selvagens podem acabar com sua colonização ou até mesmo uma missão mal planejada e executada.
Ragnorium foi desenvolvido por VitaliKirpu, e traz um jogo de simulação de sobrevivência com uma essência melancólica e dramática além de um visual e sons que trazem um nostalgia de jogo antigo. Confira o acesso antecipado e participe você também da colonização e da Cruzada que está sendo publicada pela Devolver Digital.
Hoje é um dia muito especial para nós! Desde antes mesmo da criação deste site, trabalhávamos em eventos e com vendas de itens em estandes, e claro, de k-pop também. Um dos grupos que mais chamava a nossa atenção era o 2NE1, um girlgroup que tocava muito nos eventos que participávamos – detalhamos nossa vivência AQUI – que trazia em sua formação a nossa querida e entrevistada Minzy.
Nós do SUCOconseguimos uma entrevista exclusiva com a Minzy graças a Highway Star, que contou um pouquinho pra gente desde seu debut até o momento atual de sua carreira. E o resultado desse bate-papo você confere aqui:
Você começou sua carreira artística ainda muito jovem. Como a Minzy de hoje é diferente da Minzy que debutou em 2009?
Eu debutei em 2009, na época eu tinha 16 anos. Eu não sabia nada muito bem porque eu era muito jovem, então apenas trabalhei muito. Eu nem sabia como ter um bom descanso. Mas agora, estou muito tranquila e aproveitando minha vida. Encontrei liberdade de verdade na minha vida agora.
Como é trabalhar em carreira solo? Foi difícil de se adaptar tendo debutado em um grupo?
Ser uma artista solo é um caminho solitário. Requer muita coragem. Por isso quando um artista segue carreira solo, sente um vazio. É uma situação muito difícil de se acostumar. Mas por outro lado, é um novo capítulo em sua vida também. Eu acho que há os dois, vantagens e desvantagens nisso.
Nós acompanhamos pelo Youtube sua visita ao Brasil no ano passado. Como foi conhecer nosso país?
Foi minha primeira visita ao Brasil e foi muito bom passar ela com vocês. Os fãs brasileiros são muito enérgicos e apaixonados. Eu me diverti muito no palco. Quando a pandemia acabar, eu adoraria estar aí e me encontrar com meus fãs.
Do que mais sente saudade no Brasil?
Eu sinto saudade dos meus fãs brasileiros. Fico muito impressionada com a energia. E eles são bons dançarinos também. Enquanto eu estava no palco, eles seguiam meus passos muito bem. 😉
Podemos esperar por uma nova visita? Há planos para uma nova turnê internacional?
Quando a pandemia do Covid-19 terminar, com certeza. Eu iria amar visitar o Brasil de novo. Se os fãs realmente quiserem meu show, sempre estarei lá para eles.
Lovely foi uma surpresa muito boa para os fãs. Pode nos falar sobre a inspiração por trás da música?
O single Lovely é como um presente meu para os fãs. Eles esperaram e esperaram por uma música minha por bastante tempo, então eu realmente queria surpreender e curar eles ao mesmo tempo. Na verdade, enquanto passava por um tempo difícil, apenas escrevi meus sentimentos na letra e isso me deu uma vibe positiva. Então espero que meus fãs se sintam melhores quando estiverem ouvindo “Lovely”.
Quais são os seus próximos projetos? Está trabalhando em algum comeback?
É um segredo… haha. Mas aguardem e fiquem de olho. Estou me desafiando em um novo projeto agora mesmo, então será divertido.
As outras integrantes do 2ne1 também seguiram carreira solo e recentemente tivemos a colaboração da Dara em uma música da Park Bom. Os blackjacks estão ansiosos para saber se veremos alguma colaboração assim em seu trabalho.
Nós adoraríamos colaborar umas com as outras. Nós nos respeitamos, somos fãs umas das outras. Se tivermos chances, isso vai acontecer.
Além do 2NE1 acompanhamos também a participação no grupo Unnies, que foi muito divertida. É possível ver você novamente em algum programa de variedade em breve? Como foi a experiência?
“Unnies” foi uma experiência nova para mim. Cada membro era artista de uma área diferente. Todas eram super gentis, divertidas e legais. Eu espero que possamos nos reunir alguma vez.
Nos conte em quais artistas se inspira e quais músicas não para de escutar no momento.
Recentemente, estou ouvindo as músicas da Anitta. Também adoraria ouvir mais artistas brasileiros.
Há algo que ainda não tenha feito que gostaria de alcançar em sua carreira?
Eu gostaria de tentar atuar. Estive assistindo filmes de ação e dramas e me senti muito inspirada por eles.
Por fim, pode deixar uma mensagem para os fãs brasileiros que sentiram sua falta e estão felizes por vê-la produzindo novas músicas?
Hey, Brasil! É a Minzy. Espero que vocês estejam seguros e saudáveis. Eu realmente sinto muita saudade de vocês. Estou trabalhando em novos projetos e músicas. Então aguardem e fiquem ligados. Assim que possível, espero ver vocês de novo logo. Amo muito vocês! Muah! 😉
A cantora Minzy, ex-integrante do grupo 2NE1, participará de um evento com seus fãs brasileiros. A estrela veterana do k-pop participará do “Highway Meet”, série de eventos virtuais idealizados pela produtora Highway Star, que acontecerão em dois dias: no dia 13 de novembro, haverá sessões às 20h, 21h e 22h (horário de Brasília); no dia 14 de novembro, as sessões acontecerão às 20h, 21h, 22h e 23h (horário de Brasília).
Para maiores informações e aquisição de ingressos, acesse o SITE DA HIGHWAY STAR.
A Editora Record, pelo selo Galera, anunciou em suas redes sociais que Castelo Animado, de Diana Wynne Jones, que ganhou adaptação pelo Studio Ghibli, será relançado em 2021.
Anteriormente, sua publicação fora feita em 2007 pela mesma editora, mas com o passar dos anos a escassez dos volumes (uma trilogia) passou a ser iminente, o que configurou na sua reimpressão e relançamento com capas de Izadora Zeferino.
Sinopse: Surpresas podem se esconder sob uma cara de mau, um rosto enrugado ou um castelo encantado… Certo dia, enquanto trabalhava entediada na chapelaria da família, a jovem Sophie é surpreendida pela perversa Bruxa das Terras Desoladas. Por motivos que ela desconhece, a Bruxa a transforma numa velha de 90 anos, e Sophie não vê outra saída senão fugir para evitar a dor de não ser reconhecida por suas irmãs. Vagando sem rumo, a “jovem senhora” acaba na porta dos fundos do castelo do terrível Mago Howl, conhecido por devorar o coração das moças do povoado. Assim começa a mágica aventura de O castelo animado. Sophie, Howl, Calcifer e todos os personagens desta história estão prontos para mostrar que é possível encontrar humanidade e compaixão dentro de cada um.
Anunciado em meados de 2019, Genshin Impact trazia um hype grande dentro da redação do SUCO, até finalmente, no fim de setembro ter seu lançamento oficializado para PC, Android, iOS e PlayStation 4.
Produzido pela miHoYo, empresa chinesa e conhecida por Honkai Impact, o jogo é gratuito e cross-plataform entre iOS, Android e PC, onde o jogador pode acessar sua conta onde estiver com o dispositivo que tiver em mãos. Ainda não entendemos do porquê usuários do PS4 não ter esta opção.
Uma versão para Nintendo Switch deve chegar ainda este ano.
*Neste REVIEW, falaremos especificamente do Prólogo, arco que se passa na primeira região do jogo, Mondstadt. Quanto a História do jogo, outro artigo – sobre os mangás – deve sair no futuro.
Logo nos primeiros minutos, temos o vislumbre do mundo colorido e muito criativo de Teyvat. O RPG de Ação feat. Gacha , nos moldes de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, traz um cenário inspirador e cheio de segredos para você descobrir e missões para cumprir.
Escolhendo um dos protagonistas (ou um gênero), controlamos o Viajante de origem desconhecida e em busca de seu irmão perdido, junto a diversos outros personagens, conseguidos através de invocações (ou pela história), cada um com sua própria jogabilidade.
É um clone de Zelda?
Sim! Mas também vai além disso, começando por uma história original e um sistema de missões criativo. Desenvolvendo-se em um mundo aberto, Teyvat, o jogador têm a opção de explorá-lo como “Link”, a pé, escalando, nadando e até planando; neste último, você troca o paraglider de Zelda:BOTW por asas em Genshin Impact.
O personagem também não fala! Próximo ao sistema Link x Navi de Ocarina of Time, em Genshin Impact temos a Paimon, uma “fada” que serve de ferramenta de trama e dá a luz do túnel para avançarmos no jogo. Próximo do jogo da Nintendo, temos um mapa que pode ser explorado por completo, com criaturas, segredos e enigmas a serem resolvidos, entretanto, um plus é de que você pode controlar até 4 personagens “simultaneamente”, fazendo trocas ágeis durante o combate ou na resolução de problemas no mapa.
Trazendo elementos do RPG, temos habilidades, magias, combos, sistema de aprimoramento de personagens, armas, talentos e artefatos, cooldown entre trocas e gerenciamento de energia. Tudo isso é somado ao sistema de gacha que o jogo traz, próximo ao que vemos em Fire Emblem Heroes ou num Fate/Grand Order, onde até o momento temos em torno de 25 personagens jogáveis – muitos vindo apenas pelo sistema de invocações.
Gratuito? Pay to Win?
Já sabemos que o gênero gacha é considerado nocivo por parte da comunidade gamer, mas em Genshin Impact temos o contraponto de ter um “Modo História” single-player interessante, além de uma jogabilidade que não deve em nada em muitos jogos triple A.
Mesmo sendo gratuito, o trabalho que a miHoYo teve em balancear combates (deixar algo que funcione no mobile e nos consoles/pc, por exemplo), roteirizar missões e polir a jogabilidade é louvável. Vale ressaltar também o exímio trabalho dos efeitos de luzes, sonoros e claro, da linda trilha sonora de Yu-Peng Chen (já disponível no Spotify).
Quanto ao fator “pay-to-win”, ainda não temos um “mid” e “late” game concreto, então analisar o aspecto atualmente de seu sistema não é interessante. Ainda sem grandes atualizações, e uma loja com poucos itens – e sem cosméticos – não é possível analisar as reais intenções da miHoYo. Por ora, o jogador gasta dinheiro se quiser buscar mais personagens… e só.
Multiplayer e Localização
Posso pontuar dois aspectos negativos e que podem ser consertados com o decorrer das atualizações. O primeiro, é referente a sua localização. É muito bacana a empresa lançar um jogo com legendas em português, e nos sentimos lisonjeados com isso. Entretanto, a falta de revisão é gritante. São diversos erros de concordância gramatical e de codificação.
Em diversos diálogos é possível ver que o trabalho de tradução foi feito de forma automatizada e não com profissionais especializados em letreiramento ou algo do tipo. Esperamos que estes erros (pequenos, mas que incomodam), possam ser solucionados.
Na parte mais técnica e da codificação, é possível ver algumas sintaxes da Unity que não foram codadas corretamente, seja por falta de atenção ou pela não depuração. São vários momentos em que é possível vislumbrar uma falta de parênteses no jogo – como quando o programador quer mostrar uma cor diferente na caixa de diálogo.
Agora, o maior problema e que pode ser decisivo para sua longevidade é o modo multiplayer. Entendemos que a miHoYo queira manter sua jogabilidade single-player coop, algo próximo do que vemos na franquia Diablo, por exemplo, mas a limitação imposta a jogadores visitantes é incompreensível.
Entendemos da limitação de baús (explico mais abaixo), onde é possível farmar apenas em seu próprio mundo, mas não ter recompensas palatáveis no mundo de seu amiguinho não é algo que motive a cooperatividade. Esperamos que nas próximas atualizações o sistema de coop melhore e que tenhamos mais interatividade e recompensas!
Sobre a limitação de baús: caso seja possível abrir baú no mundo de outros jogadores, será possível ficar farmando e saltando de mundo em mundo numa mesma localização, o que pode gerar desbalanceamento de um jogo saudável.
Além de Mondstadt
Genshin Impact se mostrou um jogo grandioso e em suas duas regiões é possível tirar proveito de horas e horas facilmente. De forma informal, calculo algo em torno de 20 horas o Modo História de Mondstadt, tido como Arco do Arconte: Prólogo. Já passando para a região de Liyue, que é muito mais extensa que a primeira, o jogo pode beirar as 50 horas de muito conteúdo.
A partir daí, o modo gacha entre em jogo, e no momento em que estou, a jogatina se resume a gastar resinas, fazer missões diárias e upar um ou outro item. Com sete áreas planejadas (já temos duas), Genshin Impact têm de tudo para ser uma franquia duradoura e esperamos atualizações mais frequentes de seu Modo História; queremos desbravar Teyvat!
Estreou hoje às 6h da manhã no Youtube o MV de debut do BlackSwan, grupo sul-coreano da DR Music que tem Leia, a primeira idol brasileira, como uma de suas integrantes. E apenas algumas horas após o lançamento, já passa das 200 mil visualizações.
O single de debut é Tonight, que já havia sido performado alguns meses atrás no PyongChang Peace Music Festival. A música já está chamando a atenção de quem aguardava o debut pelo ritmo envolvente, refrão daqueles que grudam na cabeça e pela qualidade do MV em si. Além disso, trás de volta um conceito mais sexy que não víamos há algum tempo no k-pop, o que agradou os fãs do antigo Rania e de alguns grupos das gerações anteriores.
Nós estamos super felizes de ver uma brasileira realizando seu sonho e nos representando no k-pop e desejamos ao BlackSwan todo o sucesso do mundo! E mal podemos esperar pelas promoções do single.
E vocês? O que acharam de Tonight? Contem pra gente nos comentários em nossas Redes Sociais.
Tudo na vida tem um significado, uma representação, um sentimento que aflora nossos sentidos de várias formas. Em Magic: The Gathering não é diferente, as cores refletem estilos diferentes: manipulação, agressão, controle e muitos outros.
Além disso ela constrói a personalidade de seu baralho, ou até mesmo a forma que outros jogadores enxergam você e suas ideologias. Ainda não sabe qual cor é a sua? A linha tênue entre o bem e o mal?
As cores em Magic: The Gathering
O Branco traz a lei, a ordem, a governança, a proteção e a paz. Atente-se as cartas brancas, reinos e soldados, criaturas que simbolizam calmaria e união, magias de proteção e cura, e a fé que traz anjos e outros seres divinos para o campo de batalha.
Entretanto o Verde é a vida, o crescimento, a evolução e a força bruta. O ciclo da natureza é representado nessa cor exuberante, cresce no campo de batalha com criaturas enormes e protetores da fauna e flora , mágicas das estações, fitoterapêuticas e de virilidade.
Já falamos nessa cor não? Fui muito rápido? Impetuoso ou Caótico? O Vermelho não espera, é ação e consequência, é impulso e volatilidade, são chamas e trovões, a destruição, união e rebelião. Dos Goblins aos Dragões, dos piromantes e guerreiros, é a cor do amor, um fogo que arde e improvisa.
Contudo a razão e a inteligência podem ser fundamentais, quebra-cabeças sempre tem resoluções e encontrar a sua maneira é a fonte do Azul. No céu, nas águas e nos pergaminhos, qualquer movimento é friamente calculado e o domínio é sua arma principal, manipular seus adversários ao erro e triturando-os na psique.
Caos, Manipulação? Não, ambição e imoralidade, a vantagem está em destruir as peças chaves, reutilizar o que era vivo, drenar a sanidade. A cor Preta pode ser bem incompreendida, mas nem tudo que enfatiza o mal realmente é. Vampiros, Zumbis e Ladrões fazem parte desse filme, mas quem fará o trabalho sujo não é mesmo?
E então sabe qual cor te representa? Ou a combinação de algumas é a melhor? Comece a jogar Magic: The Gathering com os decks de Planeswalker para começa a entender o jogo e quem você é! Confira o Magic: The Gathering Arena, gratuito, e se aventure.