Aos fãs de cultura japonesa logo mais teremos novidades: A Netflix irá lançar a adaptação original dos mangás de suspense Alice In Borderland, escritas e ilustradas por Haro Aso. A série de mangás já havia sido adaptada antes em 2014 no formato de animação e agora ganha uma versão em live-action pela Netlfix dirigida por Shinsuke Sato, assista o trailer oficial abaixo:
“Prepare-se para muita emoção ao melhor estilo de Hollywood! A série original Netflix “Alice in Borderland”, com um elenco que inclui estrelas como Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya,”
O mangá estreou em 2010 e tem 18 volumes, desde a sua estreia até 2015 foi publicado pela Shogakukan Shonen Sunday Super e a partir dessa data teve seus últimos volumes publicados pela Weekly Shonen Sunday. O anuncio da adaptação foi feita em julho desse ano mas o segundo trailer e mais informações sobre a série só foram divulgadas na última quarta feita (28/10). A série terá 8 episódios protagonizada por Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya como Ryohei Arisu (Alice) e Usagi Aoiha (coelho branco), respectivamente.
Alice In Borderland estreia no dia 10 de dezembro na Netflix.
Um dos princípios da vida é dormir bem e MAOUJOU DE OYASUMI (Sleepy Princess in the Demon Castle) – estúdio DOGA KOBO e que estreou na Temporada de Outono 2020 – traz várias dicas de como isso é possível, mesmo que de forma alegórica.
Adaptado do mangá de mesmo nome, escrito e desenhado por Kagiji Kumanomata, MAOUJOU DE OYASUMI apresenta as aventuras da “princesa refém” Syalis. Em cárcere no Castelo do Rei Demônio, com três refeições ao dia e sem ninguém que lhe faça mal, o que lhe resta é dormir.
A consequência dessa necessidade básica da vida é o que faz a mocinha se ver em maus lençóis, ao notar que seus arranjos de cama não lhe proporcionam o sono confortável, mas, sim, insônia. É a partir dessa terrível descoberta que ela toma como objetivo a busca por uma boa noite de sono.
O ENREDO E NARRADOR
O pontapé que se dá no enredo por meio de um narrador HETERODIEGÉTICO – que não participa da história que está contando – e a gravidade do que está ocorrendo na narrativa, cooperam, desde o início, para compreendermos que o rapto da princesa Syalis pelas mãos do Rei Demônio e a tristeza do povo de GOODERESTE, se trata de algo muito sério. Porém, o tiro sai pela culatra e, mais preocupado com a causa do que a consequência, o Rei Demônio não esperou a dor de cabeça que a princesa causaria a ele e seus subordinados por conta de uma boa noite de sono.
As confusões se dão em busca de materiais para criar novos arranjos de cama: travesseiro, lençol e tiara de dormir, como também uma cama macia. Em meio a essa estrutura o enredo de MAOU-JOU DE OYASUMI parte da causa que atribui seriedade ao início da narrativa e a consequência engraçada que se desenrola no decorrer dela.
ESPAÇO E PERSONAGENS
Embora o enredo nos apresente a nação GOODERESTE, a maior parte dele se desenrola no Castelo do Rei Demônio. O primeiro demonstra as características daquilo que é grave: a tristeza da nação e a preocupação excessiva do Herói e dos vassalos da princesa em relação ao seu bem estar, por outro lado, o segundo subverte o que deveria ser tenebroso para engraçado, pois nas palavras do Rei Demônio: “Em seu castelo, a princesa deveria se lamentar, desesperar e aguardar esperançosa o resgate”. Nem mesmo os guardas do Rei Demônio escapam dessa subversão.
O TEMA, A MENSAGEM E Sleepy Princess in the Demon Castle VALE A PENA?
Eu costumo pensar que as animações que não possuem tanto ibope caem no achar ouro no lixo e a riqueza do anime não está só em narrar à banalidade do assunto, o rapto da princesa Syalis e a sua busca por noites de sono confortáveis, mas também no tema e na mensagem que o enredo quer passar. Dormir bem, por que tal necessidade básica é tudo de bom.
Vale a pena ver como a “princesa refém” e sua esperteza passa a perna nos demônios, os momentos em que a troca de qualidades entre a mocinha e o Rei Demônio acontece e as conquistas das várias formas de se dormir bem na voz do narrador HETERODIEGÉTICO. Faz jus ao gênero por que se é comédia que você busca, Sleepy Princess in the Demon Castle pode lhe oferecer boas risadas e talvez alguma dica para uma boa noite de sono.
Na última quinta-feira (29), tivemos um dos jogos mais aguardados do ano, Watch Dogs: Legion, o terceiro da franquia da Ubisoft. Joguei as primeiras horas do game e trago neste Primeiro Gole as diversas novidades em sua jogabilidade.
A relação Replay, História e outros fatores mais técnicos deixarei para comentar na REVIEW. Estão prontos para vivenciar uma LONDRES extremamente corrompida? Eis que somos a…
Resistência!
Seguindo os moldes dos dois primeiros jogos – e que tive o prazer de jogar – Legion traz uma Londres tomada pelo caos e com uma sociedade a mercê da criminalidade, seja cibernética ou não.
Já na introdução temos o principal plot da campanha, onde somos apresentados a personagens da DedSec (e a líder e única sobrevivente Sabine) e a problemática com o grupo Zero-Day, que arma bombardeios coordenados e acusatórios contra a Resistência.
Se já tínhamos que lutar contra o fascismo na cidade, agora também é o momento de recrutar novos companheiros (daí o LEGION) para ajudar na resolução de segredos, desmembrar teias criminosas e invadir os mais inóspitos centros de dados da cidade.
Monte sua LEGIÃO
Watch Dogs: Legion não difere muito dos outros dois jogos, mas aprimora os conceitos já conhecidos e inova com o recurso “Play As Anyone / Jogue com Qualquer Um”, que sério, é fantástico. Você pode – ou pelo menos tem o potencial – de recrutar qualquer um que vê na rua. Obviamente, se você conseguirá ou não, vai depender do background da pessoa e de como você convencerá ela para ser a Resistência.
Cada pessoa no mapa têm sua história, sua ficha de personagem, sua dublagem, enfim, é um trabalho louvável e muito bacana de se ver. Desde Assassin’s Creed: Origins e Odyssey, já era de se espantar a quantidade de vozes em NPC’s, mas o que é visto aqui até então – pelo menos pra mim – é novidade.
Outro fator interessante é de como a Cidade é Viva. Um exemplo é de que sua atitudes como matar muitos inocentes e similares, pode arruinar a popularidade da DedSec, funcionando como uma espécie de Reputação. Com isso, recrutar pode começar a ficar um pouco mais complicado ou tender a você ter uma legião com mais “criminosos”.
Próximo ao que já tínhamos nos dois primeiros, o hacking é sua principal arma e se combinado com stealth (sou péssimo nisso), as chances de você se dar bem nas missões são maiores. Destaco aqui os diversos tipos de Drones – e cada um para uma função específica.
Desempenho em Placas Gráficas
Confesso que minha máquina não está atualizada e conto com um i5 de sétima, 16GB Ram e uma GTX 960. Antes do driver dedicado ao jogo da NVIDIA que saiu na quinta (29) e do patch de atualização da Ubisoft que saiu na sexta (30), o desempenho estava bem sofrível e não conseguia jogar em uma qualidade média/baixa satisfatória – e isso mirando nos 30 quadros por segundo.
Após estas duas atualizações, o ganho de desempenho foi acima dos 20% (arrisco até em 30%), e a estabilidade com a minha placa de vídeo passou a melhorar. Hoje jogo na qualidade Média travando a 30 quadros – ou seja, tá no grito!
O que eu quero dizer com isso? Os gráficos do jogo são extremamente detalhados e não curtir a Londres que a Ubisoft criou é um desperdício. Sinceramente, não recomendo jogar no Baixo e para isso, uma GTX 970 ou superior é mais do que recomendado. Dica: uma placa com ray-tracing da série RTX fica um colírio para os olhos!
O que espero daqui pra frente?
Minha experiência com os dois primeiros Watch Dogs foram um misto de emoções; enquanto que no jogo debut eu curti demais a história, no segundo a balança mudou de lado, dando espaço para uma melhor jogabilidade e exploração dos conceitos criados para a ambientação de seu universo.
Em LEGION é nítido de que a desenvolvedora trabalhou duro para trazer uma experiência de jogo tão boa quanto a do segundo game, mas é na história e roteiro que eu mais me interesso nesta franquia aqui. Ainda não deu pra criar um vínculo com as personagens – pois não tenho nem 4 horas de gameplay ainda – e este será o fator mais decisivo na minha visão. Seria esse o melhor Watch Dogs até então lançado? É o que eu quero descobrir!
Watch Dogs: Legion já está disponível para Xbox One, Playstation 4, Stadia, PC e em breve para PlayStation 5 e Xbox Series S | X. Para maiores informações, acesse o SITE OFICIAL.
Não tem como negar que o Halloween (ou Dia das Bruxas) está se tornando cada vez mais popular no mundo todo, e isso também se aplica ao Japão.
Até pouco tempo, os japoneses mal sabiam da existência da data, mas hoje em dia o Halloween é tema de episódios de anime e uma das datas mais aguardadas do ano. Mas como o Halloween se tornou popular tão rápido no país?
Origem do Halloween no Japão
Pouco conhecido, o Halloween só era visto em programas de TV estrangeiros ou por quem estava estudando inglês. Mas em 1997, a Tokyo Disneyland teve uma ideia de fazer o Desfile de Luzes de Halloween para atrair mais visitantes no outono. O evento foi um sucesso e a festa só cresceu desde então, tornando-se tão popular até virar um grande evento anual de outono.
Embarcando na ideia da Tokyo Disneyland, a Universal Studios Japan criou o Hollywood Halloween em 2002, ajudando a fortalecer a data em outubro. Hoje em dia, o Halloween é celebrado em outros parques temáticos, até mesmo na Sanrio Puroland, o parque temático da Hello Kitty.
Uma desculpa para fazer cosplay
No Japão, o mais importante do Halloween é poder se fantasiar e desfilar pelas ruas e festas. Como o Japão é a terra do cosplay e das modas alternativas, não é difícil entender porque a data fez tanto sucesso. Se a Páscoa incluísse se fantasiar em suas tradições, o Japão com certeza passaria a comemorar a data.
Um Halloween à moda japonesa
Basicamente, o Halloween japonês é uma celebração divertida, sem apego cultural e muito voltada para o comércio, assim como o natal. É uma época em que surgem diversos itens com o tema, indo desde cafés e parques temáticos decorados, até menus especiais, itens especiais de kobini e coleções exclusivas de personagens de anime.
A data é mais fofa e divertida do que assustadora, já que a época das histórias de fantasmas fica com o Obon, um dos maiores festivais do Japão e que homenageia os espíritos dos ancestrais.
Halloween em Shibuya
A maior festa de Halloween do Japão ocorre em Shibuya, Tóquio, atraindo mais de 1 milhão de pessoas. A festa em si consiste em muita gente andando de cosplay pelas ruas do bairro, principalmente na área do cruzamento, onde fica a estação de trem. Fora isso, não tem nenhuma música e o trânsito não é interrompido por causa do evento.
O segundo ponto mais importante da festa depois do cosplay é a bebida. Era fácil ver as pessoas bêbadas durante o evento até 2018, quando a venda de bebidas alcoólicas foi proibida durante a festa. A decisão foi tomada depois do tumulto causado em 2018, quando um carro foi tombado na rua e houve um pequeno incêndio em um restaurante.
Crimes ou gostosuras?
O costume de “Gostosuras ou Travessuras” é difícil de encontrar no Japão, geralmente isso acontece durante o dia perto de centros comerciais ou shoppings. E, estranhamente, também na base do Yamaguchi-gumi, um dos maiores clãs da Yakuza do Japão.
A organização criminosa dava doces às crianças na sua base em Kobe desde 2013, acenando para as crianças adentrarem os portões e o seu complexo falando “Feliz Halloween!” e “Entrem e peguem seus doces!”.
Agora as crianças vão ter que arranjar doces em outro lugar, já que o Yamaguchi-gumi não pode mais dar doces depois que a prefeitura de Hyogo decidiu que agora é ilegal organizações criminosas darem presentes a menores, convidá-los para entrar na sua propriedade ou conversar com eles.
O recente título da Ubisoft, Watch Dogs: Legion, lançado mundialmente no dia 29 de outubro, traz uma seleção especial de músicas nas rádios disponíveis no jogo: Original, Grime, Indie, Metal, Hip Hop, entre outras.
O destaque – pelo menos para quem curte metal extremo – fica para as bandas do cenário britânico do heavy metal, onde o jogo trouxe Anaal Nathrakh, Architects, Bring Me The Horizon, Angel Witch, Bolt Thrower, entre outras.
A playlist – que inclui outras músicas não disponíveis no jogo – também está disponível para audição no Spotify, confira abaixo:
Sobre: Em Watch Dogs: Legion, o futuro próximo Londres está enfrentando sua queda … a menos que você faça algo a respeito. Construa uma resistência, lute e devolva a cidade ao povo. É hora de se levantar.
O jogo já está disponível para Xbox One, Playstation 4, Stadia, PC e em breve para PlayStation 5 e Xbox Series S | X.
O Bring Me The Horizon retornou com mais um EP nesta última sexta (30), Post Human: Survivor Horror, com nove faixas e uma delas que conta com a participação da banda japonesa Babymetal.
O álbum também traz convidados como Amy Lee (que recentemente colaborou com a Wagakki Band), além de Yungblud e Nova Twins. O álbum mais recente da banda, Amo, foi lançado em janeiro de 2019, ano no qual a banda também fez sua participação no Lollapalooza Brasil.
A faixa com as meninas do Babymetal, “Kingslayer”, pode ser ouvida abaixo:
Leia mais notícias sobre Babymetal, j-metal e visual kei no site AQUI. O novo EP está disponível nas plataformas digitais.
As pré-encomendas estão abertas para ‘2020S’, o box set completo que reúne todas as músicas produzidas e lançadas por Ryuichi Sakamoto em 2020, em um total de sete discos de vinil. Também está incluída uma canção inédita baseada no conceito de “fragmentos de memória”, um dos temas deste conjunto.
De acordo com este tema, a caixa inclui um fragmento de cerâmica quebrada como parte da gravação da nova música. O box é limitado a 300 cópias e será lançado em 30 de março de 2021, ao preço de 200.000 ienes (em torno de R$ 11.000,00).
O set foi anunciado pela primeira vez em 18 de setembro como uma colaboração com o diretor de arte Shinichiro Ogata, junto com um site de teaser com uma entrevista fascinante discutindo o conceito do box set.
O site especial foi atualizado na última sexta (30) para incluir detalhes sobre o conteúdo e as especificações do box, com uma entrevista com o oleiro Shingo Oka.
O fragmento de cerâmica incluído no conjunto é um pedaço de um prato feito por Oka e pintado à mão por Sakamoto, e depois quebrado como parte do processo de gravação; o som da cerâmica quebrando forma a base de uma nova canção. O fragmento de cerâmica incluído na caixa é, portanto, também parte da própria música.
A cerâmica é feita de solo e o ato de quebrá-la a devolve à natureza, simbolizando o desejo de Sakamoto de um retorno ao mundo natural. Além disso, o fragmento de cerâmica é um “fragmento de memória” do histórico ano de 2020 e tem como objetivo conectar o criador e o proprietário de forma direta e duradoura.
Em outras notícias recentes, o concerto online ‘Ryuichi Sakamoto: Playing the Piano 12122020’ será transmitido ao vivo em 12 de dezembro. Dirigido em colaboração com o inovador grupo de design Rhizomatiks, o concerto será transmitido exclusivamente pela MUSIC / SLASH, que possui o mais alto nível de qualidade de áudio de qualquer plataforma de transmissão ao vivo.
Mais detalhes podem ser encontrados no SITE OFICIAL.
Hoje, a desenvolvedora miHoYo tem o orgulho de anunciar os detalhes da primeira atualização para Genshin Impact que estará disponível para PC, Android, iOS e PlayStation 4 no dia 11 de novembro.
A próxima atualização traz uma série de novas missões da história principal, que relevam a subjacente conspiração surpreendente e o passado misterioso entre os Adepti e mortais em Liyue. Quatro novos personagens também serão adicionados ao jogo. O Childe é um personagem Hydro de 5 estrelas com a habilidade de alternar entre os modos de combate Corpo-a-Corpo e à distância, enquanto Zhongli, outro personagem de 5 estrelas, é um usuário de Lança de elemento Geo, causando Dano Geo em uma AdE com as suas fortes habilidades defensivas e o poder de petrificar seus inimigos. Duas novas personagens de 4 estrelas, a Xinyan e a Diona, oferecem oportunidades para os jogadores diversificarem ainda mais sua equipe de quatro amigos para combinações elementais e estratégias de combate mais eficazes.
Na versão 1.1 também será lançado o primeiro evento de temporada de Genshin Impact, “Estrelas que Não Voltam”. Durante o evento, os Viajantes precisam lutar juntos contra uma catástrofe repentina que assombra o continente de Teyvat. Durante este evento de duas semanas, os Viajantes podem realizar uma série de missões especiais através do modo multijogador para obter recompensas abundantes, incluindo a personagem de 4 estrelas, Fischl.
Um novo sistema de reputação de cidades também será introduzido em Genshin Impact, a partir do qual os Viajantes podem gradualmente construir reputação à medida que desbravam diferentes regiões, e desbloquear recompensas generosas, novos itens exclusivamente regionais e personalizados. Enquanto isso, os Viajantes também podem obter uma série de novas ferramentas, como Teleporte Portátil, Panela Portátil, Pedra de Ressonância de Geoculus e Anemoculus, Bússola Anemo de Tesouros e Bússola Geo de Tesouros, que são muito úteis ao explorar, sobreviver e lutar no vasto continente do Teyvat.
Novidade: Uma versão retrocompatível para PlayStation 5 também estará disponível com gráficos melhorados e carregamentos mais rápidos. Para maiores informações, acesse o SITE OFICIAL do jogo.