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Com um minuto e 43 segundos, o curta ‘Lumni’ da equipe carioca Babalu foi o grande vencedor da Maratona Animada SENAI, competição de curtas amadores que integra o maior evento de animação da América Latina. O anúncio e a premiação ocorreram na noite de domingo no Cine Odeon, na Cinelândia, durante o encerramento do Anima Mundi no Rio.

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O tema da competição este ano era os 100 anos de animação brasileira e teve 156 equipes inscritas. Além do grupo vencedor, foram finalistas o curta ‘100’, da equipe carioca Kaplow 2; e a produção ‘Que venham mais 100 anos de animação’, dos paulistas da Bugbite Lab. Líder da equipe Babalu, o estagiário de animação Anderson Cruz, 22 anos, destacou o trabalho em grupo para vencer a competição. Ele lembrou que, na edição anterior, a equipe conquistou o segundo lugar na maratona.

“Boa parte do grupo trabalha na produtora de animação Copa Studio e fazemos diversos projetos juntos. Esta conquista é muito importante para nós e para a nossa formação. Queremos fazer parte da história da animação no país”, afirmou Cruz, que juntamente com os outros três amigos já participaram de cursos de animação promovidos pelo SENAI. Veja neste LINK os curtas finalistas.

Coordenadora de Desenvolvimento Setorial do Sistema FIRJAN, Alessandra Cabral destacou que a equipe vencedora ganhou, além do troféu, uma premiação de R$ 5 mil e bolsas para cursos na área de audiovisual na instituição de ensino profissional. Segundo ela, para o Sistema FIRJAN, por meio do SENAI Rio, apoiar o Anima Mundi é apoiar o desenvolvimento da indústria do audiovisual fluminense e a melhoria do ambiente de negócios.

“É uma honra para o SENAI Rio participar do Anima Mundi, por meio da Maratona Aminada. O SENAI tem um papel muito importante, que é a formação e qualificação dos profissionais que vão trabalhar nas produtoras. Esperamos que a animação mantenha essa trajetória crescente no estado e no país nos próximos 100 anos”, disse Alessandra, antes de anunciar o curta vencedor.

Em noite de premiação, o júri profissional elegeu o curta francês ‘Negative Space’ de Ru Kuwahata e Max Porter, vencedor do Grande Prêmio Anima Mundi. Já o público escolheu a produção inglesa ‘Mr. Madila’, de Rory Waudby-Tolley, como melhor curta e melhor curta de estudante. ‘Sob o véu da vida oceânica’, de Quico Meirelles, foi escolhido o melhor curta brasileiro. Já os longas-metragens serão premiados pelas médias da votação dos públicos do Rio e de São Paulo, onde o Anima Mundi ocorre entre os dias 26 e 30 de julho.