Se ouvir as músicas dos animes já acende uma enorme empolgação, imagine essa música sendo tocada por uma orquestra!
Candlelight: O melhor do anime à luz das velas, é um evento que chegou em São Paulo, consistindo em uma orquestra a luz de velas, e nesse evento especial, as trilhas sonoras de Os Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, Pokémon, Naruto, One Piece, Fairy Tail, One Punch Man, Neon Genesis Evangelion e muitos outros tocaram para emocionar e contagiar ainda mais os fãs.
Se você é fã de animes com toda certeza não perderá essa oportunidade exclusiva! O Evento irá acontecer no dia 28 de julho, na grande Sala São Paulo. As sessões disponíveis são às 19h e 21h. O valor é de a partir de 45 reais. Os lugares são reservados por zona! Então se apresse e escolha o melhor lugar.
De acordo com os protocolos de segurança à Covid-19, todas as medidas para a realização do Evento estão sendo feitas, assim todos poderão aproveitar o show com segurança e distanciamento.
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Se acha que só a Netflix têm entregado obras para o Oscar 2021, achou errado, Amazon Prime Vídeo aparece firme e forte com uma obra fantástica com nomes marcantes da história do esporte, da música e da política, brincando com uma visão mais teatral para os cinemas e rico em diálogos que intensificam a trama, Uma Noite em Miami divide opiniões por seu desenvolvimento lento, mas é unânime em qualidade e mensagem sobre a importância da luta racial por meio de quatro grandes nomes da história mundial.
A linguagem teatral foi muito bem explorada, intercalando entre planos abertos e fechados, sem cortes bruscos e muito bem editado, o que poderia ser algo cansativo, se mostrou bem lapidado e não te afasta do filme, pois casado com bom diálogo e belas atuações, Uma Noite em Miami consegue ser um grande filme para todos, contudo poucos o conseguiram digeri-lo, essa linguagem é devido a obra ser adaptada da peça teatral de mesmo nome de Kemp Powers.
Pense nos nomes envolvidos, Malcolm X (Kingsley Ben-Adir), o ex-lutador Muhammad Ali (Eli Goore), o ex-jogador Jim Brown (Aldis Hodge) e o cantor Sam Cooke (Leslie Odom Jr.), todos envolvidos na luta antirracista, mas é muito simples chamar assim, Malcolm tinha um propósito para seu povo, e com isso envolveu nomes grandes do esporte e da música, um encontro ficcional que apresenta ideias diferente de cada um sobre o que é a luta racial e a importância da representatividade, ou seja, do início ao fim temos diálogos muito amarrados em atores excepcionais, porém o ritmo do filme é sacrificado para algo mais lento e com barrigas, mas é tão rico em informação e carisma que mantém sua atenção de cabo a rabo.
O desenvolvimento lento incomoda quem não presta atenção no filme, porque o desenvolvimento do roteiro começa bem leviano, com o motivo de todos esses grandes nomes estarem “festejando” aquela noite, o que aparentava uma trama leve, foi se intensificando em todos os pontos, em rispidez entre os personagens, motivos de estarem naquele quarto de hotel, atuação do elenco e também a nossa atenção, sim, é capaz de largar o filme por causa da trama arrastada, mas a evolução do conjunto da obra acontece sutilmente e nós vamos juntos com ela, e terminamos o filme do mesmo jeito que eles encerraram a noite no quarto do hotel, refletindo em silêncio, que bela obra prima entregou Regina King, primeiro filme de sua história como diretora e entregou uma grandiosa produção.
Uma Noite em Miami está na lista das grandes obras escondidas e injustiçadas do Oscar, diante a grandiosidade de sua diretora e elenco talentosíssimo, apenas Leslie Odom Jr. no papel do cantor Sam Cooke recebeu duas indicações, o resto foi completamente ignorado, o que é bem triste pelo roteiro, pela diretora e até pelo resto do elenco, que essa obra seja lembrada pelo público, já que a academia a tratou como esquecível.
Obras que destacam divisões sociais, oprimidos e opressores em tela e todo conceito que envolve ricos e pobres tendem a trabalhar nosso raciocínio quanto a realidade apresentada de um país subdesenvolvido, no caso de O Tigre Branco destaca a conturbada Índia e sua corrupção que rege ambas as classes sociais, como te colocar em posição do que é uma realidade polarizada de escolhas erradas para o sucesso próprio e um modo “fácil e rápido” de se ganhar dinheiro, tudo isso em um gênero bem famoso e aclamado pelo público.
O filme não têm medo de brincar com o estereótipo indiano, a ideia é realmente esfregar na nossa cara a realidade de uma nação colapsada que se acostumou a viver do seu jeito, independente da opinião de quem assiste o filme, a obra te faz pensar e não concordar com ela, não há polêmicas ou opiniões divididas, a mensagem é clara em um roteiro trabalhado em clichês do gênero máfia, tudo é mais fácil se escolher o lado “certo”, dependendo do ponto vista.
Houve uma era de filmes que romantizaram o que era ser um bandido homicida, uma nação cresceu com filmes de Máfia e os defende firmemente (eu inclusive), poucas obras como a série Os Sopranos conseguiu desconstruir o glamour da máfia, quando saímos desse meio e vamos para qualquer outro mundo que não trabalha esse gênero, mas os clichês do mesmo, a maioria prefere criticar de ser uma péssima mensagem, O Tigre Branco atinge essa perfeição por esse tipo de conflito, porque não é possível que se assista essa obra e não absorva a mensagem, a não ser que você só goste filmes açucarados e felizes com mensagens positivas, daí não tem jeito, você vai chorar sangue com O Tigre Branco.
Sempre destacando a relação profissional entre patrão e empregado, a história sempre vai destacar o caminho do sucesso para ambas as classes, um rico tentando ficar mais rico com métodos legais e ilegais, o pobre em busca de seu lugar ao sol, o seu sucesso pessoal para que possa um dia dizer “eu consegui”, mesmo que ele tenha que pisar em outros pobres e ignorar sua família, o importante é a si próprio, não existe lado bom, existe o próprio lado e nada mais, isso é a Índia não só na ficção como na vida real.
Nós estamos acostumados a ficar do lado dos mais pobres porque quem realmente já passou por essa situação de pobreza, ou no mínimo entende isso, tende a se importar com quem realmente precisa, o rico está de bucho cheio em sua varanda gourmet então ele que permaneça por lá, o pobre cada vez mais fica mais pobre e vai perdendo uma coisa por dia, seja algum ingrediente que ficou mais caro, seja a segurança pela polícia militar, seja a esperança de dias melhores, isso no Brasil, agora na Índia, rotulada de o país mais democrático do mundo, consegue ficar muito mais abaixo do que nós aqui no ocidente e cair para o lado errado da moeda para conseguir sucesso na vida, e como muitos conseguem, se torna o lado “certo”, na verdade não é só lá que acontece isso, não é Brasil?
Diálogos metafóricos estão muito bem colocados para explicar algumas situações, mas chega um momento que fica muito explicativo, e esse tipo de artifício é usado no final e fica muito mastigado, a ponto de parecer que quis explicar o filme todo, e perde a carga emocional da cena que visualmente estava transmitindo outra mensagem, se perdeu um pouco durante o filme por causa da narração em off, comentando e explicando situações que nós conseguimos enxergar em tela, e não era nada absurdo de difícil porque, como dito antes, um roteiro clichê fez desse filme algo bem fácil de entendimento, então só se trabalha as camadas, não era necessário explicação e isso incomoda bastante, perde um pouco da experiência, mas não condena a obra em si.
O Tigre Branco conseguiu apenas uma indicação ao Oscar 2021, a categoria de Melhor Roteiro Adaptado está bem equilibrada, e essa obra pode vir forte, mas concorrendo com The Father e Nomadland, é capaz de não conseguir uma estatueta, mas o mundo nos guarda surpresas, nunca se sabe o que pode acontecer, mas a certeza é que independente de poucas indicações. O Tigre Branco é uma crítica social a uma nação abandonada por seu governo e te esfrega na cara sobre o se pensar sobre essa sociedade, e não procurar lado bom ou ruim em um drama social, filme que deveria estar sendo aclamado, mas parece subestimado.
O anuncio foi feito em três idiomas: Coreano, inglês e japonês.
“Olá BLACKHOLE ENTERTAINMENT. Primeiramente, muito obrigado a todos que amaram BLACK6IX, e sinceramente, obrigado aos BLACKPEARL. A BLACKHOLE ENTERTAINMENT está anunciando que os contratos exclusivos dos membros do BLACK6IX terminou, e todas as atividades do BLACK6IX chegaram ao fim. Nós agradecemos sinceramente por apoiar e amar BLACK6IX.
Nos comentários, os fãs reagem com tristeza e desejam o melhor para os meninos, em vários idiomas: “Eu vou sentir falta de vocês“; “Obrigada por tudo BLACK6IX, vocês sempre serão amados e lembrados!“; “Obrigada pelo trabalho duro! Eu amo vocês! Desejo tudo de melhor em suas vidas!!! Vocês têm meu apoio em tudo o que decidirem fazer“; “Sucesso para todos os membros! O Brasil te ama!“
O grupo formado por 6 integrantes, que debutou em 2017 com o single “Please“, tem um significado especial em seu nome: “Seis garotos com potencial infinito“. O último comeback do grupo foi em 2020, com o mini-álbum “Nice To Meet You“, com a faixa-título que recebeu um MV “Call My Name“.
Desejamos sorte e felicidade aos meninos que conquistaram o coração das fãs da América Latina!
Saudades de um bom e velho filme criminal, trazendo muitos os elementos de polícia investigativa, Os Pequenos Vestígios consegue mexer com seu intelecto para que possa ligar cada evidência do caso tratado, se apegando a personagens muito bem feitos e te socando na boca do estômago com um belo plot twist, porém apagado por um desenvolvimento problemático que não soube trabalhar bem uma história clichê que poderia agradar facilmente a qualquer um.
Pensando que só veria O Homem como diretor, parece que todos se enganaram, Denzel Washington no bom e velho investigador policial que conquistou uma geração de fãs para o gênero criminal, incrível como o carinho e a importância que ele dá para o personagem engrandece tanto sua história, em paralelo com um parceiro que se mostra simples porém objetivo na entrega, Rami Malek quando precisou entregar um personagem fora da caixinha, apresentou com maestria, triste quem não gosta do ator, mesmo antes de Bohemian Rhapsody ele já se mostrava grandioso em Hollywood, não esquecendo de Jared Leto, que pareceu muito jogado de graça na trama, mas por ser de extremo talento, engrandece demais em tela e se destaca até mais que os dois mocinhos, bem provável que que o diretor John Hancock chamou grandes estrelas para esse filme porque sabia que todos eles saberiam fazer seu personagem de forma magnífica, mesmo com o roteiro clichê.
Já falando no dito cujo, o roteiro é comum, e por isso sofre com a falta de interesse pela história, por ser trabalhado um grande clichê do gênero policial, o desenvolvimento do filme sofre com aquelas barrigas de construção de trama que por mais necessário que seja, se torna um ponto negativo em um filme que já não está empolgando o público, muito parado e pouco atrativo até chegar o plot twist que engrandece muito a obra, o caminho até ele é sofrível e cansativo, o que frustra muito o momento do plot.
Um filme mediano desse acabou gerando uma premiação, Jared Leto levou o prêmio do Sindicato dos Atores e Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante, o que impressiona é que de longe não é o melhor personagem dele, por mais que ele, Rami Malek e Denzel Washington foram sensacionais em tela, não se vê uma atuação digna de prêmio, os nomes pesados no elenco chamam a atenção do filme que não te prende a atenção; irônico, o filme faz jus aquele carma de filmes com elencos bons tendem ao fracasso.
Os Pequenos Vestígios acerta em cheio na bela trama policial, mas tropeça no marasmo que busca se manter em três grandes atuações, que não apaga um filme ruim e infelizmente ofusca uma bela história que escalona para algo maior do que tudo já mostrado no filme, o que sobrou de atuação, faltou em ritmo e isso resultou em um filme esquecível.
Anunciado no último showcase Indie World da Nintendo, oRPG de ação no estilo metroidvania ENDER LILIES: Quietus of the Knights, chegará ao Nintendo Switch juntamente com o lançamento do Steam Early Access para Windows PC, no dia 22 de junho.
Também estará disponível para PlayStation 5, via retrocompatibilidade com o PlayStation 4 no dia 6 de julho, e terá as versões Xbox Series X|S e Xbox One disponíveis posteriormente em uma data ainda a ser revelada.
ENDER LILIES conta a história da sacerdotisa Lily que ao despertar em uma igreja, encontra um vilarejo e a floresta ao redor invadidos por mortos-vivos. Ao explorar o local, Lily descobre que a maldição é causada por uma chuva maldita, e cabe a ela enfrentar os obstáculos no caminho para encontrar a fonte da chuva da morte e libertar Land’s End de sua situação.
Para mais informações, visite o site ENDER LILIES: Quietus of the Knights, siga @EnderLilies no Facebook, @EnderLiliesGame no Instagram ou @EnderLiliesGame no Twitter e pesquise #EnderLilies nas redes sociais.
Baseado no mangá da mesma autora de A Voz do Silêncio, Fumetsu no Anata e, ou To Your Eternity, é um dos novos lançamentos da Temporada de Primavera de 2021.
O estúdio encarregado é o Brain’s Base, que possui ótimos títulos em seu portfólio, além de ser bastante competente quando se trata de animação.
De acordo com o MyAnimeList, está previsto 20 episódios para animação, e você pode assistir na Crunchyroll às segundas-feiras.
A esperança é a chama que mantém o coração aquecido
Tudo começa com uma esfera, mas não uma comum. Uma com habilidades de refletir muitas coisas e se transformar.
Após passar um tempo como uma simples pedra, um lobo machucado cai sobre a esfera. A partir disso, a esfera se tornara um lobo com consciência.
Mas, o que a esfera não sabia, era que havia se transformado em Joan, o lobo de Fushi, um garoto carinhoso e inocente.
A dupla decide partir em uma aventura, buscando o lugar para onde foram alguns dos antigos moradores de onde Fushi mora.
No passado, o garoto ficou para trás, com as pessoas mais velhas. Conforme o tempo foi passando, elas faleceram, restando apenas Fushi e Joan.
Mas não será tão fácil quanto eles imaginam.
Uma história sensível e sutil
Se você já leu ou assistiu A Voz do Silêncio, sabe que a autora, Ooima Yoshitoki, consegue trabalhar os sentimentos e acontecimentos sensíveis de uma forma muito sutil.
Em suas histórias, nada é dito, tudo é mostrado. É isso que torna as obras mais especiais e tão queridas pelo público.
E isso não é diferente com To Your Eternity. Sim, há algumas explicações para o público conseguir entender a trama, mas os principais acontecimentos não precisam disso. Ao assistir às cenas, você consegue assimilar o que houve, sem nenhuma palavra ser dita, tornando tudo mais profundo e impactante.
Não há dúvidas de que esta obra possa ser uma das maiores da temporada, mas pode afastar aqueles que gostam de animações com mais ação. Aqui há muitas cenas de contemplação, silêncio, o que alguns podem chamar de “anime parado”. Mas, quem souber apreciar, vai viajar em uma aventura intrigante e sensível.
To Your Eternity vem para emocionar
Este primeiro episódio já entregou uma história completa. Nos intriga, nos deixa apreensivos e nos emociona, tudo isso com apenas 25 minutos. Além disso, a animação também faz sua parte, com cenários lindos e personagens bem animados.
To Your Eternity e merece uma chance e pode surpreender até os espectadores mais céticos.
O BIGFestival (Brazil’s Independent Games Festival) será o palco de uma grande revelação. ResidentEvilVillage será o primeiro jogo da franquia com dublagem em português brasileiro. Além disso com a revelação do novo trailer durante o ResidentEvilShowCase e novas informações sobre o novo jogo, todos estão esperando detalhes sobre a dublagem.
FabioSantana, gerente de relações púbicas e localização da Capcom no Brasil, estará presente durante o festival. Então prepare-se para detalhes sobre o histórico da franquia, os detalhes sobre o processo de localização e dublagem do novo jogo e a jornada até o lançamento.
O presente para nós vem com a comemoração dos 25 anos da franquia, a palestra no BIG Festival contará com a revelação do elenco de dublagem e os atores que participaram do projeto. A sessão “Dublando Resident Evil Village” será no dia 7 de maio das 20h ás 21 hrs e faz parte das mais de 60 horas de conteúdo online e gratuito do BIGFestival.
E ai você tem algum palpite sobre os atores da dublagem? Confira a programação do BIGFestival que acontece entre os dias 3 e 9 de maio de forma gratuita e virtual com transmissão no Youtube, Nimo Tv e Canal Facebook do History Channel.