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World War Z: Aftermath | Review

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Imagem Divulgação: Steam

É a sua hora de sentir na pele o verdadeiro apocalipse! World War Z: Aftermath é um jogo cooperativo de tiro e sobrevivência baseado no sucesso de bilheteria da Paramount Pictures. Prepare seu controle, a pipoca e o suquinho que os trailers vão começar. Segure na cadeira que é hora de enfrentar a horda no Review do Suco, que graças a nossa parceira NUUVEM, tivemos o prazer de trazer este conteúdo para vocês!

World War Z: Aftermath é a versão final de um clássico shooter cooperativo que tem como objetivo concluir as fases da campanha e sobreviver a hordas. Claro que você não precisa se preocupar em jogar sempre com outra pessoa. O jogo permite você jogar a campanha com IAs (Inteligências artificiais) tanto off-line quanto online, esperando jogadores.

Além disso, há vários modos multijogadores para você se divertir e competir com outros jogadores ao redor do mundo. Claro que sendo uma releitura final, quem já teve experiência anterior vai notar poucas diferenças, mas devemos ressaltar o cross-plataform.

Agora aquela velha história de você ter um PC seu amigo um PlayStation e não poderem jogar juntos cai igual as pirâmides de zumbis. Mas se você é atirador de primeira viagem, se liga nas mecânicas e algumas dicas para sobreviver.

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Imagem Divulgação: Steam

Hordas de Todo Mundo

Falando um pouco do modo campanha, você será convidado a visitar diversos locais do mundo e completar pequenos capítulos da história, seja salvando alguém ou mesmo apenas escapando do local. Existem vários personagens, mas na campanha cada local tem a sua trupe.

Além disso, você pode predefinir uma das classes para ele quando for jogar uma partida. São elas: Atirador, Infernal, Retalhador, Médico, Reparador, Exterminador, Mestre dos Drones e a novíssima Vanguarda. Cada uma delas causam um impacto e beneficiam o jogo ou a equipe com habilidades ou itens de inicio de partida. É importante salientar que cada classe recebe pontos de experiência, mas não são vinculadas a um personagem e sim à classe. Da mesma forma as armas se comportam dessa forma, mas falaremos disso depois.

Cada personagem carrega uma arma primária, uma secundária e 1 item de suporte. Além disso, dependo da dificuldade você pode ter um kit médico ou itens de controle de horda. Assim você pode definir as armas que você gosta para começar, cada arma tem um nível de força que vai do Tipo 1 ao Tipo 3, mais fraca para mais forte.

Então cada fase tem meio que um padrão de exploração e defender ponto de hordas de zumbis, então com a progressão da fase, novas armas aparecem. Assim você poderá encontrar as armas pesadas que ocupam o terceiro slot, desde uma motosserra a lança-granadas, que infelizmente não tem refil de munição nas caixas.

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Imagem Divulgação: Steam

Um abate, um pouco de Xp

World War Z: Aftermath tem uma sistemática de progressão, igual um RPG. Então você, as classes e as armas primarias e secundárias têm nível. Cada final de campanha, modo multijogador, você é recompensado com moedas do jogo e pontos de experiência. Nas classes, os níveis permitem habilitar bonificações e talentos que podem mudar o jogo.

As armas se comportam de uma forma diferente, você ganha experiência matando durante o jogo, mas quando ela atinge o nível máximo você deve ir na loja e comprar a próxima linha para continuar ganhando experiência. São armas mais fortes, e com acessórios então vale muito a pena você aos poucos desbravar todas as armas.

Dessa maneira devo falar de um dos modos de jogo que podem ajudar você a ganhar experiência: O Modo Horda. Sobreviva o máximo de tempo possível enquanto você monta defesas no aeroporto, a cada rodada você ganha pontos para comprar sistemas defensivos, itens e até mesmo ajuda externa. Então você pode aproveitar para subir uma classe muito fácil e tentar usar o máximo de armas possíveis.

Outro modo é o desafio diário do Challenge Mode. Um dos cenários vai receber algumas modificações, pode não ter munição para estocagem, ou os inimigos são mais fortes e por aí vai. Então a melhor forma de evoluir é jogando, claro, ao seu tempo sobrevivente.

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Imagem Divulgação: Steam

Corra por suas vidas

Bem mecanicamente o jogo é bem suave, os personagens tem golpes corpo-a-corpo porém respeitam um limite, como cansaço. Você tem uma opção rápida de tela para destro ou canhoto na empunhadura da arma. Algo que pode ser um pouco lento é a forma de pegar recursos: segurar um botão. Pessoalmente eu não gosto muito disso, principalmente jogando no teclado.

Os cenários são bem legais principalmente na hora de defender os pontos, as mecânicas das hordas de zumbis são legais a ponto de criar rotas diferenciadas para o ataque. Pilhas que crescem e dão passagem aos infectados e seus especiais, que causam trabalho se chegarem perto.

O detalhe de World War Z: Aftermath é trazer um novo e polido motor gráfico alcançando 4k e 60 FPS. Curta desde New York, Rússia e Vaticano com belos efeitos. Notoriamente não senti nenhum problema gráfico e nem bugs. Mas uma critica tem que ser feita.

Infelizmente World War Z: Aftermath não tem um servidor localizado para América do Sul, o que faz você entrar em partidas com 180-200 de ping. No modo Campanha isso até que não tira a diversão, mas qualquer modo multijogador se torna um desafio a mais e pode acabar frustrando a experiência, não consegui me divertir no King of The Hill e nem outro modo devido ao ping.

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Imagem Divulgação

De forma geral World War Z: Aftermath é um ótimo jogo para você se divertir com os amigos, ou passar aquele tempo dando tiro em zumbi. Enfrente os desafios de cada horda e lembre-se que o jogo tem 5 dificuldades, apimentando a e emoção. Disponível para PlayStation 4, Xbox One, Microsoft Windows.

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Panini anuncia relançamento do mangá de One Piece

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Durante a live do Anime Friends, realizada na última quinta-feira (30), a editora Panini anunciou que o mangá de One Piece será relançado no Brasil. No entanto, o mangá será no formato 3 em 1.

Assim, informações sobre valores e a datas da republicação ainda não foram divulgadas, mas espera-se que o relançamento deva ocorrer em algum momento de 2022.

Além disso, por se tratar de um formato 3 em 1, especula-se que o mangá de One Piece seja algo próximo ao formato Gold de Naruto ou até mesmo como os kanzenban (edição de luxo) de Dragon Ball, publicado também pela Panini.

Sobre One Piece

One Piece mangá
Imagem Divulgação: Panini

One Piece é publicado na revista Shonen Jump desde 1997. Da mesma forma que no Brasil a obra foi inicialmente publicada pela editora Conrad entre 2002 e 2008 num formato meio-tanko. No entanto, desde 2012 a editora Panini vêm publicando no formato original, acompanhando os lançamentos no Japão.

Sinopse: As aventuras de Monkey D. Luffy e seus amigos, afim de encontrar o maior e mais grandioso tesouro deixado pela pirata Gol D Roger. O nome do tesouro é One Piece e quem encontrá-lo, se tornará o Rei dos Piratas. 

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Cantora da primeira abertura de Yu Yu Hakusho é confirmada no Anime Friends 2022

Matsuko Mawatari
Imagem Divulgação

A primeira convidada internacional do Anime Friends 2022, previsto para ocorrer presencialmente em 9 e 10 julho de 2022 foi confirmada: Matsuko Mawatari.

Matsuko é compositora e cantora de “Hohoemi no Bakudan” (Sorriso Contagiante), a icônica primeira música de abertura de Yu Yu Hakusho. Além disso, ela também participou de outras músicas da série.

Assim, já é possível assegurar seu ingresso para qualquer um dos dois dias de evento pelo site Ticket360, ou pela loja Anime Hunter, no bairro da Liberdade, em São Paulo. As entradas variam de preço dependendo de sua categoria, com valores a partir de R$65,00. Aliás, os ingressos comprados para o Anime Friends que aconteceria em 2020 continuarão valendo para o ano que vem, conforme as respectivas datas.

Matsuko Mawatari
Imagem Divulgação

Matsuko Mawatari iniciou sua carreira em 1992, mas teve de passar por um período de hiato em 1996 que durou até o ano de 2008. Isto se deu graças a um problema neurológico repentino, que a impossibilitava de cantar. No entanto, durante este período ela trabalhou como instrutora vocal.

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Shikimori’s Not Just a Cutie tem data de estreia e elenco revelados

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Imagem Divulgação

O anime Shikimori’s Not Just a Cutie de agora tem mais detalhes revelados. Nessa sexta-feira (1 de outubro), o site oficial anunciou a data de estreia para abril de 2022.

Além disso o elenco, visual e staff também estão decididos. A história acompanha o casal formado pela Shikimori e o Izumi. Saori Onishi dará a voz para a Shikimori, enquanto Shuichiro Umeda fará o Izumi. Confira a imagem oficial:

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Shikimori’s Not Just a Cutie é um mangá de comédia romântica escrito Keigo Maki. O estúdio da animação é o Doga Kobo, com Ryota Itoh (My Senpai is Annoying) como diretor do anime. Shohei Yamanaka é o assistente de direção e Yoshimi Narita fará o roteiro da série; Ai Kikuchi é o designer dos personagens.

A comédia romântica tem uma proposta leve. A protagonista Shikimori parece ser a namorada perfeita, pois ela é adorável e fofa, porém Izumi conhece ela como ninguém e sabe do seu lado obscuro legal que aparece em apenas algumas situações. No entanto, o namorado adora estar perto dela quando isso acontece! A obra traz um romance colegial divertido e legal, com um toque atrevido.

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Imagem Divulgação

Keigo Maki publicou o mangá na Magazine Pocket em fevereiro de 2019. Possui até o momento 6 volumes, além disso o décimo volume compilado será publicado em 8 de outubro pela Kodansha Comics.

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Morre Yuji Suzuki, o diretor de Edens Zero

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Imagem Divulgação

Yuji Suzuki, diretor de Edens Zero, faleceu no dia 9 de setembro antes do último episódio ir ao ar. Porém, o anúncio foi feito nesse sábado (2 de outubro), no site oficial do anime e também no twitter oficial. No entanto, a causa da morte não foi informada, apenas que ele estava hospitalizado na região metropolitana de Tóquio.

Conforme nota oficial, a equipe de produção do anime lamentou a perda, confira:

“É com pesar que informamos a todos fãs e pessoas que apoiam Edens Zero que o Sr. Yuji Suzuki, diretor do anime, faleceu em 9 de setembro de 2021 em um hospital de Tóquio”

“A notícia de sua morte chegou tão repentinamente que todos os funcionários e pessoas que trabalharam juntos para criar esse projeto estão profundamente tristes. Então gostaríamos de expressar nossa profunda gratidão ao diretor Suzuki pelo seu grande esforço na animação de Edens Zero. Nós gostaríamos de expressar nossas condolências à família em luto.”

Também lamentamos a perda do diretor Suzuki.

edens zero anime thumbEdens Zero é uma obra de Hiro Mashima (autor de Fairy Tail), começou a ser publicada em 2018 na Weekly Shonen Magazine. Atualmente a editora JBC publica simultaneamente os capítulos digitais do mangá, além de publicar volumes físicos. Assim como Edens Zero recebeu adaptação para anime em abril desse ano.

Conforme anunciado anteriormente, Edens Zero chegou na Netflix e ganhou dublagem em português.

Sinopse: Rebeca e seu amigo, um gato falante chamado Happy, viajam pelo mundo gravando vídeos para publicar no canal Aonekos (semelhante ao YouTube). Um dia, a dupla vai para um lugar habitado apenas por robôs, o Reino de Granbell. Contudo, conhecem um humano jovem chamado Shiki, ele é bastante misterioso, mas o que ele faz num reino de só robôs?

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ODDTAXI bate marca incrível de blu-rays pedidos!

ODDTAXI Capa
Imagem: @mugicaan1

De maneira bem discreta, bem pelas beiradas, os produtores de ODDTAXI iniciaram uma campanha para vender os pacotes em Blu-Ray da série. A princípio, não haviam planos para o lançamento de pacotes com esse material a menos que houvesse uma demanda suficiente para que se pague o investimento. O que não esperavam era o enorme volume de pedidos que a campanha teria.

Inicialmente, os produtores da série, lançada no primeiro semestre desse ano, miravam o humilde número de 300 pedidos até o fim do período da campanha. Entretanto, esse número aumentou para incríveis 6.038 pacotes reservados pelos fãs. Esse número é igual a pouco mais de 2000% da marca inicial!

A conta oficial do anime publicou um post de comemoração pela marca:

Obrigado por suas tantas reservas! ️Com o apoio de todos, agora podemos entregar uma luxuosa caixa de Blu-ray. Esperamos que vocês gostem tanto quanto nós.

Obrigado pelo apoio de sempre.

O diretor responsável por ODDTAXI, Baku Kinoshita, também fez questão de agradecer aos fãs por meio de sua conta oficial no Twitter. Além disso, ele postou uma arte em celebração às vendas do pacote:

O projeto Blu-ray BOX chegou em 6.038 pacotes vendidos. Estava pensando em postar essa imagem quando chegou a 3.000, mas esse número foi completamente inesperado. Obrigado por seus muitos pedidos. Obrigado do fundo do meu coração.

Os pacotes que estavam a venda variavam de acordo com o valor, podendo conter não apenas a versão em Blu-Ray do anime como também brindes e produtos exclusivos.

E cá entre nós: a obra mereceu essa conquista. Afinal, ODDTAXI foi uma das grandes surpresas desse ano. Bem menos badalado que muitos títulos mais conhecidos, a obra surpreendeu com uma história bem original, uma trama envolvente e um desfecho de cair o queixo de qualquer um.

ODDTAXI

ODDTAXI thumb
Imagem Divulgação

Em meio às luzes e vida da cidade, o excêntrico Odokawa trabalha como taxista. Tendo contato com os mais diversos tipos de personalidades, nunca se sabe quem poderá entrar pela porta do carro. Contudo, nosso protagonista se vê no meio de um perigoso círculo assim que uma garota misteriosamente desaparece. Ao mesmo tempo, conhecemos uma incrível variedade de personagens, cada qual com seu segredo dentro dessa grande selva de pedra.

ODDTAXI é uma obra original do estúdio OLM. Além de sua história original e plot twists completamente inesperados, a série constrói uma interligação entre os personagens com maestria como poucos. Os 12 episódios lançados entre abril e junho desse ano fizeram muitos fãs pelo mundo e a qualidade da obra é incontestável.

Por fim, o redator recomenda fortemente que você dê uma chance para esse anime. É aquele tipo de anime que você não aguenta ter que esperar uma semana para saber o que vai acontecer. Para sua sorte, todos os episódios estão disponíveis pela Crunchyroll. Em seguida, quando terminar de assistir, dá uma conferida no que o Suco falou sobre a grande conclusão de ODDTAXI – mas só depois de assistir tudo para não pegar spoiler, hein?

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Free! Final Stroke | Primeiros 10 minutos do filme foram revelados

Free! Final Stroke 10 minutos filme
Imagem Divulgação: Kyoto Animation

O site oficial do anime Free! revelou nesta sexta-feira (01) os primeiros 10 minutos do filme Free! Final Stroke. De acordo com os membros da equipe, a frase do projeto é “Vamos para o estágio da glória”.

Este será o primeiro dos dois filmes que irão pôr um ponto final na história do anime. Além disso, a obra estreou no Japão no dia 17 de setembro e a segunda parte será exibida somente no dia 22 de abril de 2022.

Assim, o Free! Final Stroke foi bem recebido no Japão, ficando em terceiro lugar nos rankings na sua estreia e permanecendo nesta posição até seu segundo fim de semana. Desta forma, arrecadou um total de 280.929.400 ienes (cerca de 2.53 milhões de dólares e 13.5 milhões de reais).

Sobre Free!

Free The Final Stroke Capa 2
Imagem Divulgação: Estúdio Kyoto Animation

Free! é um anime dirigido por Hiroko Utsumi e produzido pela Kyoto Animation, tendo estreado em julho de 2013. No entanto, antes de se tornar uma animação a obra era uma light novel escrita por Kouji Ouji que recebeu menção honrosa pela Kyoto Animation em 2011.

Sinopse: A história gira em torno de Haruka Nanase, um menino que sempre gostou de ser imerso em água, e nadar nela. Antes de se formar na escola primária, ele participou de um torneio de natação, juntamente com seus companheiros de clube de natação, Makoto Tachibana, Hazuki Nagisa, e Rin Matsuoka. Contudo, depois de alcançar a vitória, cada um dos rapazes seguiram caminhos separados.

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Venom: Tempo de Carnificina | Review

venom tempo de carnificina
Imagem Divulgação

Poucos filmes da cultura pop são tão controversos como Venom. Além de ter sido a primeira aparição dele como anti-herói nos cinemas, perdeu-se muito do terror que o personagem era. Assim, o primeiro filme se mantém em um bom nível blockbuster, já o segundo tenta ser mais do que aquele não foi, com mais ação e bem aterrorizante.

Assim, Venom: Tempo de Carnificina intensifica o terror e o sombrio do anti-herói, mas peca em uma história fraca e irrita com excesso de piadas pouco funcionais para trama, conseguindo até ofuscar a grandiosa cena pós-crédito.

Humor não tão engraçado assim

Antes de tudo, o primeiro filme vendeu um Venom mais cômico, então era esperado o mesmo padrão de piadas. No entanto, mesmo que nesse filme tenham conseguido trabalhar algumas delas, passa muito do tom e acaba sendo bem irritante o tanto de piadas desnecessárias e fracas.

De qualquer forma, existem momentos muito bons que te fazem rir, e é essa relação de Venom com Eddy Brock (Tom Hardy) o ponto máximo do humor, conseguindo te cativar e manter o filme nos eixos. Ainda assim, poderiam ter mantido um pouco menos exagerado, pois funciona perfeitamente e todos abraçam esse Venom para futuros filmes.

Romance não convencional

Agora, saindo do cômico e indo para o romance, Cletus Kasady (Wood Harelsson) e Grito (Naomi Harris) fazem um casal um tanto bizarro e macabro, lembrando até o casal Coringa e Arlequina na DC em épocas clássicas, sem os abusos. Entretanto, Grito infelizmente vira um artifício de roteiro e acaba sendo bem abafada, principalmente porque Carnificina está no filme e é difícil um vilão dessa grandeza ficar ruim.

O que ficou estranho mesmo foi o personagem Cletus, forçando a tentativa de psicopata sanguinário na história. Contudo, basta você jogar o papel na mão de Wood Harrelson que as coisas andam. E foi graças a ele mesmo, pois Cletus foi de longe uma das piores coisas do filme, mas Wood Harrelson não é o único nome a se destacar aqui.

Venom: Tempo de Carnificina
Imagem Divulgação: Marvel

Tom Hardy e sua atuação memorável

Mais uma vez tem que se aplaudir Tom Hardy em uma atuação incrível. Ele abraçou o personagem, soube vivê-lo em cena em dois filmes e a torcida é que fique por muito mais tempo.

Desta forma ele trouxe um Eddie Brock mais sério em tons sarcásticos, porém extremamente cômico e disfuncional por causa do Venom. Além disso, como os filmes trabalham tanto como uma bipolaridade como um casal, o Eddie Brock de Tom Hardy é sem dúvida um dos melhores personagens adaptados dos quadrinhos dos últimos anos graças ao seu carisma. Ele entregou tudo aquilo que o personagem pode ser e acredita-se que muito mais será entregue no futuro.

Venom Tempo de Carnificina
Imagem Divulgação: Marvel

Pontos negativos e positivos

Não foi só o exagero cômico que atrapalha o filme, a história é fraca, bem sem sal. Apesar dos artifícios de roteiro funcionarem muito bem e conseguirem amarrar bem a trama, a história contada não convence. Tudo até chegar o último ato.

De qualquer forma, o segundo filme foi muito melhor que o primeiro em alguns sentidos, como a luta entre Venom e Carnificina. Ela é visceral, grandiosa, casada com uma trilha sonora bem roqueira de porradaria sem escrúpulo. Mesmo que pudesse ter sido muito mais violenta, para a classe indicativa do filme ficou épico, e consegue salvar bem o filme, deixando em aberto o que poderia acontecer com Eddie Brock em um terceiro filme.

Venom tempo de carificina
Imagem Divulgação: Marvel

Considerações finais

Dito tudo isso, apenas uma coisa interessa, sendo um elemento que construiu todo o império da Marvel nos cinemas, mesmo não fazendo parte do MCU. A cena pós crédito de Venom: Tempo de Carnificina enlouqueceu os nerds, mil teorias agora serão criadas com o que foi divulgado.

No entanto, devido a contratos entre Disney e Sony, ainda não é oficial que veremos um Venom participando de longas de outros personagens, por isso fica o hype, mas com moderação. Contudo, consegue-se enxergar Tom Hardy em um terceiro filme do Venom.

Venom: Tempo de Carnificina
Imagem Divulgação: Marvel

Por fim, Venom: Tempo de Carnificina é cômico, emocionante e tenta manter os padrões Marvel/Disney de ser. Ele extrapola o humor e te tira muito do filme, fazendo dele algo bem mediano, mas longe de ser um desastre. O filme vai conseguir conquistar a alguns e desagradar a outros, e quem odeia a Sony pelo o que ela faz do universo Homem Aranha, aconselho a aceitar logo, porque tudo pode acontecer para os futuros filmes da Marvel/Sony, inclusive uma franquia.

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