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Junte a Narrativa e a Física e resolva os problemas de Shape Sender Deluxe

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Diretamente da Nova Zelândia, o Estúdio Dead Teapot, com a editora francesa Dear Villagers, apresentou mais detalhes sobre o narrativo jogo de quebra-cabeças Shape Sender Deluxe. Apresentado durante a Frosty Games Fest, tem data de lançamento prevista para o outono de 2026. Confira o trailer:

Entre num mundo de quebra-cabeças e mergulhe na física, na qual sua mascote Sendy irá dar dicas e informações para realçar a criatividade e resolver problemas. Uma demo está disponível e nela você poderá desfrutar de alguns níveis e até mesmo criar, no novo modo de editor e níveis.

Envie figuras de um lado para o cano, quer dizer, de cano para cano. Conforme você cria formas de resolver, Sendy dará dicas e até mesmo poderá apresentar outras ferramentas. Então, em cada fase, uma situação inusitada e obstáculos vão desafiar você a explorar ainda mais a física.

Shape Sender Deluxe estará disponível para PC e Switch. Não deixe de seguir e colocar na lista de desejos para mais informações. A Demo está somente disponível na Steam e, junto com ela, aproveite até o dia 14 de junho as promoções de outros títulos da Editora Dear Villagers!

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El Capitxn e a turnê “Who Kill El”: a morte simbólica que deu origem a um novo artista 

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O nome da turnê soa provocativo de propósito. Who Kill El não faz referência a nenhum crime, mas à morte simbólica de uma versão de El Capitxn que o mundo conhecia até aqui: a do produtor por trás de bilhões de streams, sempre nos bastidores, contando a história de outros artistas.

Em coletiva de imprensa realizada online, o artista explicou com clareza a transformação que está vivendo e por que foi o público brasileiro que lhe deu coragem para isso.

“Produtor e artista não conseguem coexistir no mesmo espaço”

Por anos, El Capitxn construiu uma carreira sólida como produtor. O problema, segundo ele mesmo, é que esse papel tinha um custo: sua própria voz ficava de fora. “Eu contava a história de outros artistas. Agora quero contar a minha”, disse durante a entrevista.

Essa percepção gerou o conceito central de toda a turnê. Para ele, a versão produtor e a versão artista não conseguem ocupar o mesmo espaço, então foi preciso “matar” uma para que a outra pudesse existir plenamente. O resultado é um show pensado como experiência de storytelling, onde o público sai sentindo que conhece um pouco mais quem está no palco.

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O Brasil no centro da transformação

Não é por acaso que El Capitxn escolhe falar do Brasil como cenário dessa virada. Ele foi direto: o país foi o lugar que lhe deu a certeza e a coragem necessárias para voltar aos palcos como artista, eliminando as inseguranças que carregava.

Na primeira vez que esteve por aqui, veio apenas como produtor, sem músicas próprias, sem o peso de se apresentar como nome solo. Agora retorna com Breaking Through, single em parceria com Taehyun do TXT, que ele define como um novo ponto de partida. A energia do público brasileiro é citada por ele como sua maior fonte de inspiração no país, e ele deixou escapar um interesse genuíno pelo funk brasileiro: com a ressalva de que só quer explorá-lo quando puder fazer isso preservando sua própria identidade artística.

“Breaking Through”: o manual do novo capítulo

A faixa com Taehyun (TXT) não é apenas um single de lançamento estratégico. Para El Capitxn, a música funciona como um guia, um registro da sua vontade de vencer as dificuldades deste novo momento.

Seu processo criativo começa sempre pelo sentimento que quer expressar, e esse sentimento é que determina se a música vai nascer primeiro pela melodia, pela letra ou pelo instrumental. Ele evita seguir tendências de mercado, que considera passageiras, e vai ainda mais longe: quando está imerso em um projeto, evita ouvir outras músicas para proteger o foco e os ouvidos, que descreve como extremamente sensíveis.

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K-pop, pop ocidental e o lugar da IA na música

Questionado sobre as diferenças entre os dois universos em que transita, El Capitxn foi preciso: o K-pop é, para ele, um sistema perfeito e altamente estruturado, orientado à perfeição técnica. O pop ocidental, por outro lado, é mais “humano” e menos preso a sistemas, com mais espaço para liberdade criativa.

Sobre inteligência artificial, sua posição é clara: a IA nunca substituirá a criatividade humana porque lhe faltam sentimentos e vivências reais. Ela executa ordens; humanos colocam suas histórias de vida na música. É exatamente essa diferença que El Capitxn diz querer explorar na Vendors, sua produtora e coletivo, que tem como objetivo não apenas produzir sucessos, mas criar novas possibilidades e conectar artistas globalmente.

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E a nossa pergunta que a NALU fez, foi: como ele mantém sua autenticidade como produtor trabalhando tanto com artistas no topo das paradas quanto em projetos independentes, diante da pressão das tendências de mercado?

A resposta foi reveladora. Ele se define como o produtor que menos se esforça para seguir trends e isso é intencional. A lógica dele é simples: tendências começam e terminam rápido. O que está em alta hoje passa antes que o projeto chegue ao público. Por isso, embora reconheça que é possível e até interessante combinar a sua história com elementos que estão fazendo sucesso, ele não é obcecado por isso.

O foco dele está em outro lugar: colocar uma mensagem, uma história, um recorte real do momento que está vivendo. É essa âncora pessoal que garante que o trabalho tenha vida própria, independente do ciclo das trends.

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A perda da voz e o processo de confiar

Um dos momentos mais reveladores da coletiva foi quando El Capitxn falou sobre ter perdido a voz. O episódio o fez acreditar que nunca mais poderia ser artista e superar esse trauma é o que ele define como seu eterno processo de “confiar no processo”.

É essa história de superação que dá substância ao conceito da turnê. Who Kill El e o que sobrevive quando você tem coragem de deixar uma versão de si mesmo para trás.

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Awakening Tour 2026: Seth, Kouki e Tsuzuku chegam ao Brasil em junho para show de Visual Kei

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Imagem Divulgação

Três nomes históricos do Visual Kei japonês se encontram em um mesmo palco. A Awakening Tour 2026 – Voices of Visual Kei confirmou sua passagem pelo Brasil, com show marcado para o dia 21 de junho de 2026, a partir das 19h30, no Jai Club, na Rua Vergueiro, 2676, em São Paulo.

Os ingressos já estão disponíveis na Passline, com os seguintes valores:

  • Entrada Inteira: R$ 400,00
  • Meia-Entrada: R$ 200,00 (mediante apresentação de documentação conforme a Lei Federal nº 12.933/2013)
  • Meet & Greet (adicional): R$ 150,00 — exige ingresso do show. O encontro com os artistas começa às 18h00.

Quem são os artistas?

A turnê reúne Seth, Kouki e Tsuzuku, três vozes com trajetórias sólidas e públicos fiéis ao redor do mundo.

Seth é conhecido por seu trabalho no Moi dix Mois, projeto do icônico Mana, além de passagens por Art Cube, Ruiza BAND, SAKURA ZENSEN e Amadeus. Kouki construiu sua carreira principalmente no D=OUT, uma das bandas mais queridas do Visual Kei dos anos 2000, com participações também no SAKURA ZENSEN e Mist of Rouge. Já Tsuzuku é o vocalista do TZKWYM (antes conhecido como MEJIBRAY), um dos nomes mais expressivos da cena contemporânea, além de atuar no projeto DRUGS.

Uma turnê pela América Latina

O Brasil é uma das cinco paradas da Awakening Tour 2026. A turnê percorre México, Chile, Peru, Brasil e Argentina, reforçando a força da comunidade de fãs de Visual Kei no continente.

A produção é da Asiarec, produtora chilena especializada em shows e turnês de música japonesa para a América Latina.

poster AWAKENING TOUR 2026 VOICES OF VISUAL KEI Brasil
Pôster Divulgação

Os ingressos para o show de São Paulo estão disponíveis pelo link da Passline: passline.com/eventos/awakening-tour-2026-voices-of-visual-kei-brasil

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Já dá para jogar Digimon Story Time Stranger de graça no Switch; demo disponível agora na eShop

A espera ficou mais curta: a demo de Digimon Story Time Stranger já está disponível gratuitamente na Nintendo eShop para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. O conteúdo cobre as primeiras horas do jogo — e o melhor: o progresso salvo na demo pode ser transferido para a versão completa quando o jogo for lançado em 10 de julho.

Um novo trailer também foi divulgado junto ao anúncio.

O que esperar da demo

Em Digimon Story Time Stranger, os jogadores assumem o papel de um agente da ADAMAS envolvido em um evento que coloca o mundo humano e o mundo digital — Iliad — à beira da ruína. A missão é domar Digimon, criar laços com eles e evoluir suas habilidades para enfrentar os combates estratégicos por turnos e salvar os dois mundos, viajando entre dimensões e através do tempo.

A demo permite experimentar os sistemas centrais do RPG antes do lançamento, com a tranquilidade de não perder nenhum progresso na hora de migrar para o jogo completo.

Digimon Story Time Stranger chega ao Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 em 10 de julho de 2026. A demo já está disponível gratuitamente na Nintendo eShop. Saiba mais sobre o jogo em seu site oficial.

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Josee, the Tiger and the Fish: o filme de anime sobre amor e superação que vale cada minuto

Josee the Tiger and the Fish review thumb
Imagem Divulgação

Na contra mão dos assuntos de sempre dessa coluna, falaremos de amor. Se bem me recordo, a última vez que isso aconteceu foi em 2018, então aproveitemos bem porque, se a progressão aritmética se manter, a próxima vez só em 2034. Falaremos um pouco sobre o laço comovente apresentado em Josee, the Tiger and the Fish; mais especificamente, a adaptação de 2020 do conto da escritora Seiko Tanabe (1928-2019).

E essa conversa não seria possível sem a série de não-problemas levantados pelo Twitter mesmo anos após sua estreia. Pelo marketing gratuito e os lembretes recorrentes, vai aqui meu muito obrigado.

UMA HISTÓRIA EXTEMPORÂNEA

Produzido pelo mesmo estúdio Bones que, desde 1998, agracia o mundo com Fullmetal Alchemist Brotherhood, Boku no Hero Academia, Gosick, Mob Psycho e tantas outras produções, este longa conta a história de Tsuneo Suzukawa, um universitário focado em suas responsabilidades e esforçado dia e noite pelo seu sonho de estudar no exterior. A vida marinha é uma paixão que o rapaz carrega desde a infância. Com Hayato e Mai, Tsuneo compartilha os estudos, o trabalho e os mergulhos no fundo do mar, para fotografar e descobrir mais sobre a vida aquática.

Enquanto Hayato prioriza viver sua juventude e Mai observa à distância uma paixão não correspondida, Tsuneo vive para seus estudos e para o seu trabalho. Uma espécie marinha muito particular faz do México seu grande alvo de intercâmbio e é para esse sonho que vão todas as economias do rapaz, de dinheiro e de tempo. Não sobra nada para as namoradinhas. Daí que a roda da fortuna amorosa não surge pela vontade de Tsuneo, mas por uma cadeira de rodas desgovernada colina abaixo, que coloca uma garota em risco. Essa garota é a segunda protagonista da obra, Josee.

O encontro inesperado joga um balde de água fria em quem se engana pelo poster ou pelos cortes fofos das redes sociais, pois a atitude de Josee é o oposto de sua estatura. A aparente fragilidade abriga uma pessoa cheia de birra e com requintes de malcriação. Josee compensa suas limitações físicas com uma personalidade forte (i.e., chata) para permitir-se alguma forma de independência, também exercida em segredo pelo seu imenso talento nas artes. Ao salvar Josee de um acidente, Tsuneo é contratado por Chizu, a avó de Josee, para que ele seja seu cuidador por algumas horas do dia.

Bom, o X da questão que torna o filme tão atraente, é que apesar de ser um romance, Josee abraça vários temas construtivos e significantes até o “felizes para sempre”. Sua construção narrativa tem seu apelo, na opinião deste colunista, no fato de ser uma história extemporânea. Seiko Tanabe faleceu por volta de um ano antes de sua história ganhar mais duas adaptações em 2020 (já havia sido transformada em filme no Japão, em 2003). A renomada escritora contava e entendia histórias e temas amorosos de uma maneira muito distinta da nossa geração, que entende o amor em termos de êxtase e autosatisfação. O entendimento de amor como mediação rumo a um Outro tem sido cada vez mais estranha. E é nesse estranhamento que mora a qualidade de uma história extemporânea, que pertence a um outro tempo.

Josee the Tiger and the Fish poster
Pôster Divulgação

O AMOR PELOS ATOS

Josee também é extemporâneo por não usar a linguagem do século XXI para falar de deficiências. No melhor estilo das artes narrativas japonesas, sua presença é sentida pela ausência. A maneira como a história consegue esse feito é por uma fórmula das mais eficientes na linguagem do amor: os atos. Pouco é dito, muito é feito. Tsuneo não fala de suas paixões marinhas; antes, corre para realizar o desejo de Josee em conhecer o mar. De interação em interação e de mediação em mediação, o laço construído entre Tsuneo e Josee é feito passo a passo, vagaroso, cada um conhecendo e edificando um ao outro. O mar serve como uma janela para o mundo, até então inédito a Josee, que vivera sob os cuidados rígidos de uma avó temerosa dos perigos do mundo. Na biblioteca, Josee encontra nas letras dos livros as asas que a fazem voar mais longe do que qualquer par de pernas funcionais poderia levá-la. E como se entendesse e sentisse o alívio de ver a neta ganhar autonomia e independência, o corpo de Chizu se permite o último descanso.

Como uma história de amizade e conhecimento mútuo, Josee já vale o filme que é. Mas fica ainda melhor quando a história impõe sobre si os desafios da vida. Quando a avó da protagonista falece, seu último suporte familiar, nos deparamos com uma história que escancara nossa fragilidade. Longe de sermos autossuficientes, estamos sempre à mercê da ajuda. Cadeirantes ou não, não se trata disso. Afinal, a plena saúde é uma ilusão que ingenuamente julgamos sermos perpétuos portadores. O que o filme nos mostra, e aqui conto sem maiores detalhes para não estragar a graça, é que a roda da fortuna também gira ao nosso desfavor. Qualquer um pode se ver a qualquer momento na necessidade do alento alheio. Seja da família, seja dos amigos, enfim, da comunidade de almas que nos cerca. E no final dessa estrada, mora o amor, seja ele romântico ou não. No caso de Tsuneo e Josee sim, pois estamos diante de um conto que propaga e vende o sonho do amor.

CONCLUSÕES

Essa review chega um pouco “tarde demais”. Faz sentido que esta coluna queira acompanhar as novidades do momento para manter alguma relevância. Também faz sentido que esta coluna se mantenha viva ao escrever sobre aquilo que lhe salta os olhos e toque o coração num dado momento. O que aconteceu aqui não foi exatamente nem um, nem outro. Como dito no começo do texto, fui lembrado da existência desse filme – que já me chamara a atenção na época pelo trailer – por algumas problematizações desprovidas de bom senso que só as redes sociais são capazes de produzir.

Mas – e aqui vai uma dica interessante de como aproveitar bem a internet – esses não-problemas e essas não-discussões servem mais para arrancar um riso do que para se aborrecer. Se o mundo é bobo ou ansioso em busca de engajamentos e cliques, o fato permanece que às vezes essas discussões acabam sendo feitas em cima de obras de imenso valor artístico e fonte de experiências genuinamente belas.

Por me lembrar da existência de uma animação tão edificante e construtiva, agradeço ao Twitter e convido a todos a testemunharem essa história plena de sensibilidade, que é Josee, the Tiger and the Fish.

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Bangers Open Air 2027 anuncia primeiros nomes: Lacuna Coil, Quiet Riot, Floor Jansen e mais

LACUNA COIL
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O Bangers Open Air 2027 acaba de revelar as primeiras atrações da edição que acontece nos dias 24 e 25 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. São cinco nomes confirmados até agora: Lacuna Coil, Quiet Riot, Floor Jansen, Metal Church e Soen.

O festival promete mais anúncios nas próximas semanas.

Lacuna Coil volta ao Brasil com novo álbum

A banda italiana chega ao Bangers Open Air impulsionada pelo lançamento de Sleepless Empire (2025), seu décimo disco de estúdio. Com Andrea Ferro e Cristina Scabbia dividindo os vocais, o grupo segue entre os mais relevantes do metal gótico e alternativo mundial.

No repertório, a expectativa é por clássicos como “Heaven’s a Lie”, “Swamped” e o cover de “Enjoy the Silence”, do Depeche Mode, ao lado das músicas do novo trabalho.

Quiet Riot: história viva do heavy metal americano

Formado em Los Angeles em 1975, o Quiet Riot escreveu um capítulo fundamental na história do rock pesado. Em 1983, o álbum Metal Health se tornou o primeiro disco de heavy metal a liderar a Billboard americana, abrindo as portas para a explosão do glam metal nos Estados Unidos.

A formação atual reúne Rudy Sarzo (baixo), Jizzy Pearl (vocal), Alex Grossi (guitarra) e Johnny Kelly (bateria), mantendo o legado da banda após décadas de mudanças e perdas marcantes, como as mortes de Kevin DuBrow, em 2007, e do baterista Frankie Banali, em 2020.

QUIET RIOT
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Floor Jansen apresenta carreira solo no festival

Conhecida principalmente pelo trabalho com o Nightwish, a vocalista holandesa Floor Jansen chega ao festival com material de Paragon (2023), seu debut solo. Nos shows, ela costuma costurar músicas do álbum com clássicos de suas passagens pelo After Forever, ReVamp e Nightwish, resultando em um repertório que percorre toda a sua trajetória.

FLOOR JANSEN
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Metal Church traz novo álbum e mais de quatro décadas de estrada

Ativa desde o início dos anos 1980, a banda americana chega renovada ao Bangers Open Air com o lançamento de Dead To Rights, seu 13º disco de estúdio. A formação atual conta com o fundador Kurdt Vanderhoof, além de David Ellefson (ex-Megadeth) e Ken Mary (ex-Accept, Alice Cooper) no time.

Clássicos como “Ton of Bricks”, “Start the Fire” e “Metal Church” são esperados no setlist.

METAL CHURCH
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Soen retorna ao Brasil após lançamento de Reliance

A banda sueca de metal progressivo chega ao festival com o recém-lançado Reliance (2026), seu sétimo álbum de estúdio. Fundada pelo baterista Martin Lopez, ex-Opeth, e pelo vocalista Joel Ekelöf, o grupo acumula prestígio na cena progressiva, com Memorial tendo sido eleito Álbum do Ano pela Metal Hammer em 2023.

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O Bangers Open Air 2027 acontece nos dias 24 e 25 de abril de 2027, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Mais atrações ainda serão anunciadas. Os ingressos estão disponíveis pelo Clube do Ingresso. Consulte valores, condições e setores disponíveis abaixo:

INGRESSOS BANGERS OPEN AIR 2027

 

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Nunca assistiu To Your Eternity? Entenda por que Fumetsu é muito mais do que um anime sobre imortalidade

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Passados cinco anos de sua estréia, To Your Eternity concluiu sua terceira temporada em 2026 da mesma maneira que concluiu as duas anteriores: repleto de emoção. Aquele tipo de emoção que te deixa sem reação e contemplativo por uns bons minutos. O pior de tudo é que o choque do final da terceira temporada não te dá descanso, pois o que parecia ser o final perfeito de uma história sublime na verdade é apenas o fim de um ciclo. Haverá mais!

Pois bem, enquanto uma quarta temporada não é anunciada, tomo emprestado a ocasião, inspirado numa conversa com um amigo curioso sobre o mangá, para explicar afinal de contas do que se trata Fumetsu no Anata e (apenas Fumetsu daqui pra frente). O raciocínio que quero mover nestas linhas: por trás da história de um menino(?) imortal, Fumetsu é antes de mais nada uma biografia do Ser. Um exercício de imaginação sobre o fato em si da existência.

O Suco já cobriu as primeiras impressões de Fumetsu. Minha proposta é apresentar seu tema geral para quem nunca teve contato com o anime. Como essa apresentação é mais temática do que narrativa, vários detalhes das três temporadas ficarão de fora, então fiquem tranquilos, pois o texto é vago demais para spoilers maiores.

A RAÍZ DA QUESTÃO

Antes que você se assuste, não é preciso ser um Sócrates pra se entender com o que quero dizer. O ser humano é um ser sensível a várias coisas: sons, sabores, toques, calores, uma gama de sensações que de uma maneira ou de outra nos lembram de um fato: estamos vivos. Você que lê essas linhas, com ou sem auxílio de óculos, confirma sua própria existência ao se atentar neste texto tanto quanto eu confirmo minha existência a mim mesmo por separar um momento de uma madrugada de sábado para tecer esta junção de palavras. Uma questão que coça a cabeça de pensadores, cientistas e artistas desde tempos imemoriais é: como isso tudo começou? Como se começa a Ser? O que exatamente acontece que irrompe aquele estado mecânico de chorar-mamar-cagar da primeira infância e de repente nos percebemos dotados (ou amaldiçoados?) de consciência?

É sob o fardo desse tipo de questionamento metafísico – inútil para tantos que acham um absurdo parar para pensar nessas questões enquanto a desigualdade de oportunidades e de resultados impera no mundo – que Fumetsu começa sua saga. No início era o nada, até o momento em que algo passou a ser. Um Observador à parte deste mundo resolve lançar uma energia no mundo, energia esta que descende ao mundo, sem forma nem intenção e repousa numa pedra. E como quem viu Ruri Rocks ou prestou atenção às aulas de geografia sabe, mas as pedras também se movimentam. Ventos e chuvas arrastam sedimentos aqui e acolá, eventualmente chegando ao contato humano ou animal. É o caso de um lobo que repousa sobre a pedra antes de morrer. E no instante que essa alma se esvai, carregando consigo a angústia da distância de seu dono, algo reverbera nessa rocha que reproduz essa vida perdida. Nisso podemos dizer algo fundamental sobre o protagonista de Fumetsu: ele é um agregador de vidas.

DO SENSÍVEL AO CONSCIENTE

Quando Joan, o lobo que há pouco falecera, retorna à cabana que seu corpo reconhece como lar, ele encontra um garoto solitário, seu dono e sua companhia. Abrigados em meio à neve, o tempo passa até o momento em que uma ferida ceifa a vida do rapaz anônimo. Da pedra ao lobo e do lobo ao menino, essa energia vital é sensível às emoções alheias e acima de tudo à morte alheia. Esse ser ainda anônimo sente a falta do que até então estava há pouco tempo atrás, vivo e consciente e responde a essa falta assumindo sua forma. São desses ciclos de viver e morrer que Fumetsu é feito, onde tão logo no seu primeiro episódio várias pessoas se emocionaram e lacrimejaram na sua estreia.

Da coisa ao animal e do animal ao bípede humano, os primeiros episódios de Fumetsu são contra intuitivos ao apresentar o básico: as severas limitações do corpo humano e sua fragilidade, onde esse jovem perambulante morre a qualquer momento e a qualquer deslize; pois sua imortalidade lhe priva de qualquer instinto de sobrevivência num primeiro momento. Para todos os propósitos, essa figura humana sem nome que anda e tropeça com as próprias pernas não passa de um bebê, funcionalmente falando. O que muda esse cenário é o encontro com uma menina, March, que será sua figura materna. Assim como a família é o primeiro contato humano de um infante – um dos poucos consensos possíveis nas humanidades – March será a mediação para incluir o garoto anônimo no seio dos viventes, a começar por algo essencial: um nome. Por ser um menino que não morre, March batiza o garoto de “Fushi” (lit. Imortal). E do nome, que distingue e inclui a pessoa no rol da humanidade, March, apesar de ser uma criança tão nova, entende mais que o suficiente para ensinar a um semelhante o básico do básico: como se alimentar, como se cuidar e como falar.

A aquisição da linguagem é a próxima etapa crítica na formação de Fushi. É nessa esfera onde os sentimentos do protagonista serão atribulados pela busca de lugar. Como dar forma ao sentimento de afeto? De preocupação? De raiva ou mesmo de luto? O que é certo e o que é errado e por que? Fushi não só maneja seus próprios poderes, mas deve aprender a manejar a relação de si com o mundo mortal à sua volta. E isso não é feito sem sua devida dose de frustrações e dores, tantas dores.

E uma das maiores dessas dores, sem dúvidas, mora no final da primeira temporada, onde Fushi acompanha os últimos dias de Pioran, uma idosa que o ajuda durante o último arco. Passados todos os desafios e enfrentados os inimigos – sobre os quais falaremos já já – Fushi convive com Pioran, enquanto esta o ensina várias coisas do mundo. Isso prossegue até o momento em que sua saúde se deteriora e aqui nos encontramos diante de uma das situações mais penosas da vida, que é testemunhar a morte se aproximando de nossos entes queridos. Uma vez cuidado, agora é a vez de Fushi cuidar dos seus, até quando a lucidez se esvai e ele não é mais reconhecido. Quando a lucidez volta, esse é o momento final que o corpo dá para que as últimas palavras sejam proferidas e as últimas despedidas sejam feitas. Só quem conheceu a dor de perder um ente querido para o mais perverso e impiedoso dos algozes, o tempo, tem noção da dor que aflige Fushi, este imortal condenado a ver seus entes queridos partirem primeiro. O isolamento parece a solução para novas dores. 

Porém tudo aquilo que é vivo está condenado ao convívio, mais cedo ou mais tarde.

NOKKERS, ALTERIDADE E O BOM VIVER

Aqui, uma breve palavra sobre os antagonistas de Fushi. Ainda não explicados na totalidade de sua natureza – e talvez por isso mesmo a necessidade de uma quarta temporada – os nokkers são a única ameaça à existência de Fushi. Um coletivo orgânico capaz de roubar as almas que congregam ao redor do protagonista e possuir o organismo dos seres vivos à sua volta, pessoas, plantas e animais. Esse antagonismo equilibra as tensões da narrativa, contrapondo um ser imune ao natural a uma ameaça supernatural.

Depois de duas temporadas e vários personagens importantes para o desenvolvimento de Fushi – destaque aqui mais que justo para Bonchien Nicoli La Tastypeach Uralis – os nokkers até então eram vistos como uma ameaça total, um inimigo cuja extinção prometeria a paz no mundo. E de fato, em meio às tensões que movem a trama terrena dos companheiros de Fushi, há a própria missão pessoal do protagonista, instigado em parte pelo seu Criador, de eliminar a ameaça à vida encarnada nos nokkers.

Vitórias alcançadas e alguns séculos passados, algo acorda Fushi de sua hibernação e o mundo de Fumetsu já não tem mais o rosto da fantasia. A obra ganha contornos extremamente mundanos e familiares na terceira temporada, demonstrando uma capacidade fascinante sua de transitar entre gêneros. Quando Fushi conhece o mundo moderno, industrializado e escolarizado, a aparência de normalidade o convence de que tudo está em paz e seu sonho de um mundo perfeito se concretizou. Mas a garantia plena de sobrevivência, a extinção das guerras e a relativa fartura material são garantias de felicidade?

A terceira e mais recente temporada de Fumetsu nos apresenta um Fushi ainda mais ingênuo do que o costume, porque pela primeira vez em séculos esse ser que tem todo o tempo do universo se depara com a questão que persegue a humanidade desde os gregos: como viver bem? E quem participa dessa charada e ganha contornos humanos são os próprios nokkers. O elo aqui mora no barulhento Yuuki, um estudante fã de ocultismo e que não só se vê fascinado pela existência do além-humano, como enxerga esses seres temerosos como possíveis iguais. Pois ao longo da trama descobrimos que os nokkers operam uma capacidade de adaptação e deliberação muito semelhante ao talento humano de se adaptar ao seu meio. No lugar do estranhamento e do conflito, Yuuki brilha na terceira temporada pelo seu idealismo quase suicida em prol do entendimento de humanos, nokkers e o próprio Fushi, que habita em algum lugar entre as duas partes. É até refrescante a provocação por parte dos próprios nokkers durante a temporada, que aprendem a se adaptar ao ponto de se infiltrar na sociedade humana, emulando suas aparências e costumes, não só para poderem sobreviver, mas por entenderem que eles ganham o direito de viver no corpo de alguém a partir do momento em que esse alguém não considera mais a vida digna de ser vivida, o que alguns podem entender como estar efetivamente morto.

Pois como dito há pouco, tudo o que é vivo está condenado ao convívio e o convívio com os nokkers não é algo diferente. O idealismo ingênuo de Yuuki consegue um milagre próprio da ficção de eliminar um antagonismo e no seu lugar semear a boa convivência. Daí Fushi consegue alguma paz para deixar seus companheiros viverem e morrerem como bem entenderem, depois de muito relutar e sofrer de preocupação por se sentir obrigado e responsável por dar um mundo perfeito para se viver. Quase como um Deus.

E por falar em Deus, de onde veio essa energia em primeiro lugar?

O OBSERVADOR: UMA BIOGRAFIA DA CRIAÇÃO

Um fato perene por todos os episódios de Fumetsu até o momento é sua narração em terceira pessoa, por todos os episódios. Na literatura, a narração em terceira pessoa normalmente é vinculada à voz do autor que narra, constrói e efetivamente cria o mundo. Alguns livros souberam minguar a linha que separa autor da obra, como O Mundo de Sofia. Em Fumetsu, o narrador em terceira pessoa é um personagem de fato e de direito. Sem esse Observador, Fushi não existiria e sua criação obedece a um plano por ele criado.

A analogia a um criador todo poderoso é muito tentadora e de fato tentado estava em batizar o texto de “uma biografia de Deus”, o que seria um vício de interpretação forçoso demais e, pessoalmente falando, beirando o blasfemo. É importante que uma obra seja entendida pelos seus próprios termos o quanto for possível, do contrário quem sai perdendo é a imaginação. Sim, ao contrário do postulado da morte do autor, nesta análise quem morre é o leitor e o primeiro é soberano sobre sua obra. A existência do Observador não obedece a um desejo teológico ou sequer apologético de Yoshitaka Ooima, pelo menos não até onde eu saiba. E se a tal Navalha de Ockam couber no raciocínio, a existência do Observador atende a uma questão fundamental que eventualmente um ou outro de nós pensamos alguma vez na vida (principalmente quando perto da morte): como passamos a existir? Por que existe algo ao invés de nada? Estamos largados no universo ou há um relojoeiro por trás dessa engenhoca?

Só que nisso mora um adendo que é uma verdadeira prova de empatia de Ooima: se há um Criador, por que ele se empenhou na criação em primeiro lugar? Como ele surgiu? O que ele sentiu? Os últimos episódios da terceira temporada encerram essa longa biografia do Ser que começa na primeira temporada e termina numa biografia da Criação recheada de imaginação e carregadíssimas emoções, do tipo que faz muita justiça à criadora de Koe no Katachi.

RESUMO DA ÓPERA

Dito de forma simples e direta, a primeira temporada de Fumetsu é de longe a mais emocionante. A segunda e terceira temporada demandam duas coisas: a primeira delas é paciência. Se você quer que uma história se cumpra em três episódios, esquece e parte pra próxima. O F de Fumetsu não é de “fast food”. A grandeza de certas experiências vem justamente da paciência de aguentar uma narrativa que se arrasta para te entregar um final que faz valer toda a espera e mais um pouco. Os leitores de Crime e Castigo que o digam!

A segunda temporada de Fumetsu apresenta uma gama de personagens que terão muita importância para mover os temas e os dramas sentidos e abordados na terceira temporada. Toda a espera vale a pena e nada mais justo que um exercício de contemplação e meditação sobre a vida seja tão vagaroso quanto os milhões e bilhões de anos levados para a vida e seu universo se assentarem até o momento presente de 2026.

Como dito no início, haverá mais! O mangá já se encontra completo e sabemos que há um arco do passado, do presente e agora do futuro. Não faço a menor ideia do que haverá daqui pra frente. Se Fumetsu acabasse aí, já seria uma das maiores experiências com anime da vida. Mas não acabou! Quem sabe quando sair o anúncio da quarta temporada, esse texto não sirva de convite para os recém-chegados?

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Onimusha: Way of the Sword anunciado para Nintendo Switch 2

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Imagem divulgação (fonte: Capcom).

A Capcom, durante o Nintendo Direct de hoje (09), confirmou Onimusha: Way of the Sword para Nintendo Switch 2. O lançamento acontece simultaneamente com as outras plataformas em 25 de setembro de 2026.

E, sim, temos notícias maravilhosas para nós, jogadores brasileiros. O game chegará totalmente localizado, contando com áudio e legendas em português do Brasil. Finalmente, a Capcom resolveu nos dar o devido valor.

Confira abaixo o trailer de anúncio:

Esta confirmação acende novamente a chama de uma das franquias mais queridas da velha guarda. Afinal, estamos falando do primeiro título inédito de Onimusha em longos vinte anos. Certamente, ouvir Musashi fatiando demônios no nosso idioma será uma experiência fantástica.

Além disso, a versão do console da Nintendo promete explorar ao máximo os novos Joy-Con 2. Dessa forma, você poderá simular os cortes de espada usando os controles de movimento reais.

Controles de movimento e a fúria dos Genma no Nindendo Switch 2

A Capcom revelou que a funcionalidade de movimento será opcional, mas extremamente intuitiva. O jogador poderá usar os sensores para desferir golpes ou mirar com o arco. Inclusive, essa mecânica híbrida deve dar um ritmo muito divertido ao combate tático. Só tome cuidado para não empolgar demais e arremessar o controle na televisão (ou no vaso de plantas da mãe). Portanto, prepare o espaço físico da sua sala antes de começar a jogar.

A narrativa de Onimusha: Way of the Sword nos transporta para um Japão feudal sombrio. Acompanhamos a jornada de Miyamoto Musashi no período Edo. O samurai usa a mística Manopla Oni para absorver as almas dos monstros Genma. Esses demônios estão invadindo a Quioto histórica sob as ordens do terrível Shuten Dōji. Nesse sentido, o game promete resgatar o clima gótico e místico dos títulos originais do PlayStation 2. O diretor Satoru Nihei garante que o foco total é a ação rápida, fugindo da temida fórmula Soulslike.

Ademais, as mecânicas clássicas, como o “Issen” (o famoso contra-ataque cirúrgico), estão confirmadas. Inegavelmente, dominar o tempo exato de cada golpe será crucial para sobreviver às hordas inimigas. O jogo utiliza o aclamado motor gráfico RE Engine. Consequentemente, podemos esperar visuais belíssimos e desempenho fluido tanto na TV quanto no modo portátil do Switch 2. Certamente, o poder do novo hardware da Nintendo dará conta do recado sem quedas de frames bizarras.

Pré-venda aberta e bônus para os ansiosos

Se você já quer garantir o game, a pré-venda começou hoje na Nintendo eShop pela bagatela de R$ 339,00, e também nas demais lojas digitais. Os jogadores que reservarem o título antecipadamente ganham alguns mimos bem interessantes. Dentre eles, a skin de espada “Maldição Selada” e o amuleto protetor “Komainu”. Para quem gosta de colecionar mimos digitais, as edições Deluxe e Premium Deluxe também foram detalhadas. Elas incluem cosméticos adicionais para Musashi, trajes extras para os aliados e a trilha sonora digital do game.

Analisando o cenário, este lançamento multiplataforma simultâneo é uma jogada de mestre da Capcom. Ao incluir o Switch 2 logo no lançamento, a empresa atinge uma base gigantesca de órfãos de samurais. Inclusive, a presença de uma demo gratuita (já disponível no PC e consoles) ajuda a diminuir a ansiedade dos fãs. Portanto, não há desculpas para deixar essa aventura passar em branco em setembro.

Por fim, a Capcom manteve o espírito de preservação histórica que tanto defendemos. O game respeita suas raízes mecânicas de 20 anos atrás, mas sem parecer ultrapassado. Inegavelmente, o retorno de Onimusha é um marco para a indústria de jogos de ação. Se você gosta de combates técnicos e mitologia japonesa, o dia de hoje é histórico. Portanto, afie sua espada digital e prepare-se para o combate.

Onimusha: Way of the Sword chega em 25 de setembro de 2026 para Nintendo Switch 2, além das já confirmadas plataformas do PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

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