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Borboleta Assassina | Review

Borboleta Assassina Pipoca & Nanquim
Pipoca & Nanquim | Divulgação: Suco de Mangá

Neste review vamos retornar à uma história que eu fiz o Primeiro Gole, uma publicação de Yuka Nagate e coleção belíssima da Pipoca & Nanquim. Vamos falar sobre Borboleta Assassina e o dilema da nossa protagonista caçadora.

A obra foi lançada originalmente entre 2010 e 2013, sendo o trabalho de maior renome da autora. Além disso, a coleção possui apenas três mangás, fácil fácil de completar.

O terceiro volume da Pipoca & Nanquim, inclusive, conta com uma arte feita exclusivamente para a edição brasileira. Chique, né?

Também no terceiro e último volume, vemos a ilustração mais linda que eu já vi de Ochou, com um sorriso tão puro e sincero que aquece o coração.

Borboleta Assassina Pipoca & Nanquim
Coleção completa, com as capas mais lindas que já vi | Pipoca & Nanquim | Divulgação: Suco de Mangá

Outra coisa bem legal, possível de perceber com a coleção completa, é um detalhe sutil das capas. Um lado parece mostrar a Kochou, cortesã de luxo, e o outro a Ochou, assassina implacável. Pode ser impressão minha? Sim, mas você terá que tirar suas próprias conclusões.

Enredo

Vamos falar brevemente sobre o enredo, para retomar a memória.

Kochou é a cortesã de luxo mais bela, desejada e inalcançável de Yoshiwara, o bairro da Luz Vermelha de Edo (antiga Tóquio). No entanto, este é apenas um disfarce para sua verdadeira profissão.

Ela, na verdade, se chama Ochou e é uma caçadora shinobi que tem o dever de assassinar ninjas que caíram na criminalidade. Entre missões casuais e encontros com fantasmas do seu passado, Ochou vive na dualidade entre cumprir seu papel e suportar a quantidade de sangue em suas mãos.

Além disso, paralelo à sua história, acompanhamos o cenário político da época, em que uma incansável caçada aos cristãos estava acontecendo. Por todos os lados os devotos dessa religião forasteira se escondem e são assassinados, aumentando o clima de tensão.

Borboleta Assassina Pipoca & Nanquim
Marcadores das três publicações | Pipoca & Nanquim | Divulgação: Suco de Mangá

Entre os personagens que Ochou conhece, estão um padre que busca fazer do Japão um paraíso aos cristãos e seus devotos, além de cortesãs e religiosos que oscilam entre aliados e inimigos.

Assim, buscando a relação deles com shinobis desgarrados, a caçadora se envereda numa trama política que a leva numa missão de vida ou morte no castelo do xogum.

Ochou conseguirá cumprir sua missão como caçadora sem deixar seus sentimentos atrapalharem? Ou irá para o outro lado em busca da sua liberdade?

Borboleta Assassina Pipoca & Nanquim
Ochou, a caçadora de shinobis | Pipoca & Nanquim | Divulgação: Suco de Mangá

Fidelidade à história

Primeiro, é necessário exaltar Yuka Nagate por se ater tão bem à história japonesa, seja em vestimentas e costumes ou figuras conhecidas.

Vários personagens que vemos na história realmente existiram, assim como alguns acontecimentos e até mesmo rumores da época relacionados ao xogum vigente. 

Enfim, o legal do gênero jidaigeki é ler uma ficção com um embasamento rico e fidedigno, aumentando nosso repertório sobre cultura japonesa. Gosto muito.

Borboleta Assassina

Por algum tempo me perguntei sobre o nome do mangá e depois de alguma reflexão consegui pensar em algumas coisas.

Borboleta Assassina Pipoca & Nanquim
Hora cortesã, hora assassina | Pipoca & Nanquim | Divulgação: Suco de Mangá

Como cortesã, Kochou é graciosa, delicada e uma verdadeira dama. Suas vestes coloridas e esvoaçantes realmente lembram uma borboleta. Ao mesmo tempo, quando ela põe sua roupa de shinobi vira uma assassina profissional, silenciosa, astuta e sem emoções.

Na verdade, eu menti. Ochou tem uma enxurrada de emoções, ela é muito sentimental, mas sabe abafar esses sentimentos. Ou melhor, sabe cumprir seu dever mesmo diante deles. Pelo menos em algumas situações…

De qualquer forma, Borboleta Assassina é a melhor explicação que existe para ela. Ela é belíssima, linda de morrer (literalmente), mas matará quem for preciso para cumprir seu papel. Acredito que esse nome ilustra bem a dualidade da nossa protagonista.

Pontos fracos e fortes

Agora, vamos falar sobre minhas impressões sobre o mangá.

Gostei da forma que a autora retratou as mulheres, na maior parte do tempo. Elas são sensuais, lindas, mas são fortes, inteligentes e muitas vezes ardilosas. Algumas vezes são indefesas, mas também vilãs malucas.

No entanto, Nagate colocou a Ochou em algumas situações que eu quis jogar o mangá na parede. Diante do seu primeiro amor ela vacila, se distrai e se descaracteriza de tudo que a faz ser essa caçadora tão temida. Claro, isso ilustra esses dois lados que ela vive em conflito, mas em alguns momentos parece não fazer sentido.

Além disso, outro ponto de destaque é que os dois últimos volumes tem cenas de sexo explícito, mas sem ser explícito. Não é um pornô, mas ilustra bem como o sexo excerce uma relação de poder entre os personagens — seja consensual ou não.

Borboleta Assassina Pipoca & Nanquim
Sexo como ferramenta de poder | Pipoca & Nanquim | Divulgação: Suco de Mangá

Em relação à trama principal, tenho duas opiniões. No que diz respeito à caçada aos cristãos, as aspirações dos personagens secundários, as lutas e os assuntos que envolve isso, achei super bem desenvolvido. Tem muita ação, jogos políticos, alianças, reviravoltas, conflitos éticos e, claro, matança.

Além disso, como falei acima, traz uma carga histórica bem grande de acontecimentos reais, como rebeliões, invasões, guerras, enfim. Então, sobre isso, fiquei feliz e angustiada (de um jeito bom) sobre como as coisas se desenrolaram.

Por outro lado, no que diz respeito à história pessoal de Ochou eu me decepcionei um pouco. A autora alongou determinado assunto a história inteira, grande parte do drama da protagonista girava em torno daquilo e no final…. Parece que isso perdeu um pouco a importância. Terminei de ler incrédula por perceber que todo aquele drama não recebeu a atenção que merecia no fim.

Borboleta Assassina Pipoca & Nanquim
Enfrentando seus fantasmas | Pipoca & Nanquim | Divulgação: Suco de Mangá

Considerações finais

Dito tudo isso, vamos analisar Borboleta Assassina como um todo.

O desenho é LINDO, um dos mangás mais lindos visualmente que eu já vi. A Ochou por si é uma deusa maravilhosa e só por isso já merece um lugar nos nossos corações.

Borboleta Assassina Pipoca & Nanquim
Página colorida do terceiro volume, ilustrando a nova roupagem de Ochou | Pipoca & Nanquim | Divulgação: Suco de Mangá

O terceiro volume traz uma nova perspectiva interessante, principalmente no arco dentro do Castelo de Edo, mostrando a Ochou, literalmente, com uma nova roupagem. Também, teve uns momentos cômicos que eu gostei, mas não entendi porque só estavam no final, por exemplo com a Ochou versão chibi.

Além disso, comentei no Primeiro Gole que a autora deu uns tropeços no desenho, com olhos vesgos e proporções distorcidas, mas isso melhorou muito ao longo do desenvolvimento do mangá. Inclusive, conseguimos ver a diferença só olhando as capas dos três volumes, como o traço está muito melhor.

A parte histórica, maravilhosa. Os personagens secundários são interessantes e cativantes, tendo lugares importantes e decisivos. A história se divide em duas coisas, uma muito boa e a outra meio decepcionante.

Veredito

Pesando tudo isso na balança dei minha nota, principalmente por conta desse fim que pareceu ser às pressas. 

Porém, eu nem sei explicar direito o motivo, mas é uma história que desenvolvi um carinho especial.

Talvez pela humanidade tão verdadeira de Ochou, que segue perdida tentando se encontrar e dar o seu melhor, mesmo que pense em desistir de tudo às vezes. Ou por ser uma história envolvente (por exemplo, um dia eu sentei pra ler apenas um capítulo e li quase o volume inteiro) que nos prende na leitura, não sei.

Seja o motivo que for, Borboleta Assassina é uma obra que não existe igual. Sensível, sensual, violenta, melancólica, bela e política, é um pacote completo. Então, eu com certeza recomendo a leitura, seja pra admirar esse traço maravilhoso de Yuka, ou pra se apaixonar por essa cortesã misteriosa. Independentemente do motivo, você não vai se arrepender.

Borboleta Assassina Pipoca & Nanquim
Três volumes numa coleção belíssima | Pipoca & Nanquim | Divulgação: Suco de Mangá

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O que procurar ao escolher um site de apostas esportivas no Brasil

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Imagem Divulgação

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Comemore o Dia de Star Wars com sanduíches personalizados na Empire Plates da Mallory

Sanduicheira Star Wars Dia de Star Wars
Imagem Divulgação

4 de maio é a data em que os fãs de Star Wars se reúnem para celebrar a cultura e honrar os filmes da saga criada por George Lucas. Assim, o Dia de Star Wars é o momento de celebrar essa franquia que se transformou em um dos maiores sucessos da história do cinema.

Sanduicheira Star Wars Dia de Star Wars
Divulgação: Mallory

Para quem quiser comemorar de uma forma gostosa e especial, a Mallory traz a Sanduicheira Empire Plates. O equipamento permite o preparo de sanduíches dourados e crocantes com o logotipo dessa franquia que traz a etrerna luta entre o bem e o mal em um universo interplanetário.

Sanduicheira Star Wars Dia de Star Wars
Divulgação: Mallory

Assim, com placas que estampam nos sanduíches a assinatura de Star Wars e elementos icônicos dos filmes, a sanduicheira tem design moderno. Ela marca o sanduíche com símbolos e imagens dos personagens, sendo uma opção super exclusiva e um item colecionável para quem é fã da série.

Por fim, com 700W de potência e placas antiaderentes, a Sanduicheira Empire Plates Star Wars by Mallory já disponível. Você pode encontrá-la nas principais redes de varejo, em marketplaces e no e-commerce www.mallory.com.br

Então, está esperando o que para comemorar o Dia de Star Wars com o lanche mais estiloso da galáxia?

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Taiwan amplia horizontes e entra no mercado brasileiro de turismo em parceria com a GVA

Taiwan Turismo GVA
Imagem Divulgação

Global Vision Access, empresa de comunicação e marketing em turismo, anuncia um projeto com o Turismo de Taiwan para o ano de 2024 no mercado turístico brasileiro. A iniciativa visa não apenas promover Taiwan como um destino turístico de primeira linha, mas também fortalecer as relações culturais e econômicas entre os dois países. Assim, Taiwan contará com uma assistência integrada das plataformas do grupo GVA, como foco na representação comercial, serviços de comunicação, relações públicas, marketing digital e capacitação de profissionais de turismo.

Sobre o projeto

A GVA atua no mercado brasileiro há 15 anos e há dois anos iniciou sua expansão internacional com a GVA USA, empresa contatada pelo Taiwan Tourism Administration para ser sua representante no Brasil.

Gisele Abrahão, fundadora e CEO da GVA, afirma:

Nossa expansão para os Estados Unidos e presença da Global Vision Access tanto no Brasil reflete um dos pontos fortes da GVA: estamos aptos para atender novas demandas e novos clientes nos dois países. Estamos, passo a passo, conquistando o globo e Taiwan é nosso primeiro cliente da Ásia, continente que faltava em nosso portfólio. Com essa nova parceria, reafirmamos o nosso intuito: de unir e fortalecer o turismo e sua indústria de maneira global. 

A empresa foi contratada para a realização de um trabalho 360, que irá se beneficiar de toda a expertise da GVA em representação de destinos turísticos, o que inclui todo o relacionamento com o trade e os serviços de relações públicas e com a mídia, mas também abrange a qualidade e excelência da plataforma LPM, onde disponibilizará conteúdos em português para o público em geral sobre Taiwan e a inovação da plataforma Bureau Mundo, que irá dinamizar as atividades do cliente.

Ainda pouco conhecida pelo viajante brasileiro, Taiwan apresenta grande diversidade de atrações e infraestrutura de classe mundial, oferecendo uma base sólida para parcerias empresariais e investimentos em um mercado turístico em expansão, e com grande preocupação com o turismo responsável e consciente.

É importante destacar que Taiwan é um destino que prioriza um turismo mais sustentável, algo que prezamos muito em nossos projetos e clientes”, destaca Gisele.

Esse primeiro projeto do Turismo de Taiwan no mercado brasileiro se mostra bastante promissor, oferecendo aos brasileiros uma nova rota de destino que promete não apenas diversidade cultural, mas também oportunidades de negócios.

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Battle Beast lança novo single ao vivo “Master of Illusion”; assista!

battle beast master of illusion
Imagem Divulgação

A banda lança hoje um novo single que é uma versão ao vivo para a faixa ‘Master of Illusion’ retirado de seu último álbum de estúdio Circus of Doom, lançado em 2022. Leia nossa recente entrevista com a vocalista Noora Louhimo AQUI.

A faixa ‘Master of Illusion (Live in Helsinki 2023)’ foi gravada no dia 27 de janeiro de 2023 para um show esgotado com mais de 3000 pessoas no Helsinki Ice Hall, mostrando claramente por que a banda está cativando cada vez mais pessoas. O nova versão ao vivo para a faixa ‘Master of Illusion’ vem acompanhada de um videoclipe arrebatador e pode ser visto logo abaixo.

A vocalista Noora Louhimo comentou empolgada:

“Estamos muito animados em compartilhar com vocês este single ao vivo, celebrando Circus of Doom com os nossos fãs ao redor do mundo.

Nossa turnê este ano é a última chance de testemunhar este espetáculo ao vivo antes de fecharmos este capítulo e seguirmos para o próximo. Espero ver todos vocês na estrada!”

Assista ao novo vídeo ao vivo de ‘Master of Illusion (Live In Helsinki 2023)’ abaixo:

BATTLE BEAST inicia hoje (23.04) sua primeira turnê na América do Sul que começa em Buenos Aires, na Argentina. Confira as datas abaixo:

23 de abril – Buenos Aires, Argentina – Icarus Music Fest
24 de abril – Santiago, Chile – Teatro Cariola
26 de abril – Lima, Peru – C.C.Festival
28 de abril – São Paulo, Brasil – Summer Breeze Festival
29 de abril – Bogotá, Colombia – Ace Of Spades Club

Ingressos para todas as datas acima podem ser adquiridos no SITE OFICIAL.

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Xógum: A Gloriosa Saga do Japão | 5 motivos para assistir a season finale

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão
Imagem Divulgação

O décimo e último episódio de Xógum: A Gloriosa Saga do Japão estreia hoje, terça-feira, 23 de abril, exclusivamente no Star+ e Disney+. A obra é uma adaptação do romance original best-seller de James Clavell.

Assim, a história foca no poderoso líder militar Lord Yoshii Toranaga (Hiroyuki Sanada), que luta por sua vida enquanto seus inimigos no Conselho de Regentes se unem contra ele.

No entanto, o destino de Toranaga muda com a chegada de John Blackthorne (Cosmo Jarvis). John é um capitão inglês que traz consigo segredos que poderiam ajudar Toranaga a mudar o equilíbrio de poder.

Então, os destinos de Toranaga e Blackthorne ficam inextricavelmente ligados à sua intérprete, Toda Mariko (Anna Sawai). Ela é uma misteriosa nobre cristã e a última de uma linha de sucessão desonrada.

Nesse contexto, Xógum: A Gloriosa Saga do Japão, não só é cativante por sua trama épica e intrigante, mas também prende ao longo de seus dez episódios com uma produção impressionante que recria com grande minúcia e autenticidade a era em que se passa.

Portanto, separamos os motivos que tornam a minissérie imperdível, confira!

5Historiadores, colecionadores e outros especialistas no Japão de 1600 assessoraram a equipe criativa

Xógum a gloriosa saga do japão
Imagem Divulgação: Kurt Iswarienko/FX | Moeka Hoshi como Usami Fuji

As gravações de Xógum: A Gloriosa Saga do Japão foi em Vancouver, Canadá. Lá, recrutaram consultores japoneses especializados em diversas áreas para trabalhar com a equipe canadense, resultando em uma colaboração perfeita entre talentos orientais e ocidentais.

Assim, para contar uma história japonesa verdadeiramente autêntica e diante do desafio da falta de material fotográfico da época, a equipe criativa da série trabalhou em estreita colaboração com consultores em todos os aspectos da produção. Desde a seleção de locações que imitam o aspecto que teriam séculos atrás, até os elementos mais simples do cenário e cada peça de figurino.

O time de especialistas incluiu, entre outros, historiadores, colecionadores de arte e antiguidades, além de especialistas em armas e técnicas de combate da época.

4O figurino foi totalmente feito a mão

Xógum A Gloriosa Saga do Japão
Imagem Divulgação: Kurt Iswarienko/FX

A equipe liderada pelo designer de figurino, Carlos Rosário, garantiu que todas as peças de figurino vistas em Xógum: A Gloriosa Saga do Japão fossem feitas à mão.

Dessa forma, pôde-se prestar atenção especial a todos os detalhes, como tecidos, cores, estilo e como eram as costuras e cortes dos trajes.

Assim, trabalhando com tecidos provenientes do Japão, estabeleceu-se uma linguagem visual fortemente baseada no uso de diferentes cores para cada grupo de personagens. Além disso, houve uma ênfase especial aos detalhes do figurino que revelam informações sobre o status social e a influência de cada membro da sociedade japonesa do século XVII.

Entre 85 e 125 pessoas trabalharam para criar milhares de trajes e vestir o elenco durante as filmagens.

3As armas das cenas de combate são autênticas do período Sengoku

Imagem Divulgação: Kurt Iswarienko/FX | Yuki Kura como Yoshii Nagakado

As armas que aparecem nas múltiplas cenas de ação da série são autênticas do período Sengoku, a extensa fase de guerra civil no Japão.

A arma mais comum era o katana, um longo sabre japonês. Também, o wakizashi é muito visto na série, um sabre curto usado em combates dentro de casa para evitar colisões com vigas, portas ou móveis.

Além disso, para recriar as cenas de combate com autenticidade, a equipe de Xógum: A Gloriosa Saga do Japão convocou especialistas japoneses em lutas com espadas e arqueria, artes marciais e armas japonesas. Também foram incorporados dublês de risco japoneses, não apenas para atuar, mas também para orientar e ajudar no treinamento do elenco e dos figurantes.

2Cada membro do elenco recebeu treinamento para aprender os movimentos de gestos próprios da época e do status social de seu personagem

Imagem Divulgação: Kurt Iswarienko/FX | Anna Sawai como Toda Mariko

A maneira como os membros de uma sociedade se move e gesticula está intimamente ligada a um momento e lugar específicos. Então, a equipe garantiu que esses aspectos culturais e históricos ligados aos personagens parecessem autênticos na tela.

No set, consultores treinaram o elenco e os figurantes em vários aspectos. Por exemplo, formas de andar, sentar-se, ficar de pé, trabalhar e interagir próprias do Japão de 1600.

1A filmagem durou nove meses e atravessou todas as estações

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão
Imagem DIvulgação: Kurt Iswarienko/FX | Hiroto Kanai como Kashigi

Dado que a passagem do tempo é central na história de Xógum: A Gloriosa Saga do Japão, era fundamental que os reflexos das mudanças sazonais também fossem evidentes.

Portanto, ao longo dos nove meses de filmagem, a equipe atravessou todas as estações e muitas vezes filmou em horários atípicos para se adaptar à luz natural e aos tons sazonais.

Além disso, com a autenticidade como princípio, Justin Marks (co-criador, showrunner, produtor executivo e escritor) e Marc Laliberté (diretor de fotografia) garantiram que a série não se tornasse uma versão hollywoodiana do Japão feudal, mas fosse o mais neutra e realista possível.

Black Sushi tem cardápio que proporciona vivência sensorial e degustativa na culinária do Japão

Black Sushi
Imagem Divulgação

Rodízio japonês não é tudo igual e nem sempre tem os mesmos pratos e, principalmente, qualidade e experiência. Afinal, o restaurante Black Sushi, que fica na Vila Clementino, na capital paulista é a prova disso. Comandado pelo Chef Mario Tucillo, o restaurante oferece uma experiência diferenciada para os consumidores que adoram a culinária japonesa.

Além de provar da boa gastronomia, o que levou o Black Sushi a conquistar em 2023 o selo Travellers Choice pela TripAdvisor como um dos melhores restaurantes de São Paulo segundo votação popular entre viajantes brasileiros e estrangeiros, o consumidor saboreia pratos com detalhes diferentes, como o sushi black, feito com arroz preto, e até o jou de atum decorado com ouro.

Então, com rodízio a partir de R$ 99, a lista de experiência é bem maior e abaixo alguns detalhes vão dar água na boca.

1 – Sushi Black

Sushi Black Black Sushi
Sushi Black | Imagem Divulgação

Fazendo jus ao nome do restaurante, o cardápio traz o Sushi Black, que tem o shari (arroz temperado) preto com diversos acompanhamentos, desde salmão e outros peixes até frutas ou legumes.

Assim, o arroz japonês é tingido com tinta de lula, um ingrediente natural usado em diversos pratos com frutos do mar para realçar o sabor do alimento. O resultado visual também encanta.

2 – Jou de Atum com ouro

black Sushi
Jou de Atum com Ouro | Imagem Divulgação

Outra experiência que enche os olhos é ver a decoração do Jou de Atum com ouro. O prato é feito no capricho e o ouro utilizado traz requinte para a culinária japonesa. Diferente do ouro utilizado para acessórios, esse é puro e comestível, não sendo absorvido pelo corpo e sem qualquer risco à saúde.

3 – Ostras frescas ou gratinadas

Black Sushi Ostras
Ostras | Imagem Divulgação

Conhece algum rodízio japonês com ostras em todas as suas opções de cardápio? Com procedência certificada diretamente de Santa Catarina, o Black Sushi proporciona essa experiência palatável para o cliente. O consumidor pode saborear a iguaria in-natura (fresca) ou gratinada como entrada, podendo também comer ao longo do rodízio.

A dica do chef é abrir o apetite com esse fruto do mar.

4 – Sushi de Steak Tartare de Wagyu

Black Sushi
Wagyu Steak Tartare | Imagem Divulgação

A experiência com a culinária japonesa continua com o Wagyu, considerada uma das melhores e mais caras carnes do mundo – e ela está no cardápio do Black Sushi. Esse é outro diferencial para o paladar do cliente que pode experimentar o sushi com uma carne saborosa, macia e com uma textura amanteigada, que chega derreter na boca.

O diferencial também continua na sobremesa. o Black Sushi tem diversas opções artesanais, feitas no próprio restaurante e servidas em potes de vidro, que conservam  a temperatura ideal do alimento. Estão inclusos no rodízio banoffee, mousse de chocolate, cheesecake com calda de goiabada, pudim de leite condensado, sorvete, entre outros.

Black Sushi 

  • Rua Pedro de Toledo, 399 Vila Clementino, São Paulo – SP
  • Informações (11) 5082-4288 – (11) 95825-1420 (WhatsApp)
  • www.blacksushi.com.br (confira mais informações e detalhes de funcionamento)
  • Instagram
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Dragon’s Dogma 2 | Review

dragons dogma 2
Imagem Divulgação

Do carismático Hideaki Itsuno, que já trabalhou em Street Fighter e Devil May Cry, Dragon’s Dogma 2 era uma sequência muito aguardada da Capcom e que agora, depois de 12 anos, chegou e agradou os fãs da franquia, com melhorias significativas ao seu antecessor.

O RPG de Ação acontece em paralelo ao seu antecessor e segundo o diretor do jogo, é a concretização de todos os conceitos que gostaria de ter em um mundo medieval próximo a literatura de George R. R. Martin e seu “Crônicas de Gelo e Fogo” (aka Game of Thrones), com a liberdade de “mundo aberto” inspirado em GTA V. Deixei entre aspas, pois logo abordarei como é este “mundo aberto”.

O Mundo de Dragon’s Dogma 2: Uma Jornada de Grandiosidade

O primeiro aspecto que chama a atenção em Dragon’s Dogma 2 é a grandiosidade do mundo apresentado. Apesar de uma certa falta de variedade de ambientes durante boa parte da campanha, o mundo do jogo impressiona pelas suas dimensões gigantescas. Desde florestas até cidades típicas da fantasia medieval, tudo em Dragon’s Dogma 2 é colossal.

No entanto, o conceito de “mundo aberto” aqui é um pouco diferente do que estamos acostumados a ver. Sempre estamos andando em estradas e trilhas, sendo cercados por Rios (que não podemos nadar), florestas densas cercadas ou regiões montanhosas que não podemos escalar. Então, na minha perspectiva, está mais próximo de um cenário de Hellblade do que de GTA V, propriamente dito.

Mas não se iluda com o que falei. O cenário é vasto e você passará horas e horas caminhando e explorando novas regiões do continente – e claro, com muitos perigos. Dos campos verdejantes até os desertos escaldantes, cada região oferece uma experiência única e desafiadora.

Uma das características mais marcantes do mundo de Dragon’s Dogma 2 é a sua imprevisibilidade. Nenhum lugar é realmente seguro, e os jogadores podem ser surpreendidos a qualquer momento por ataques de monstros ou emboscadas de inimigos. Essa sensação de perigo iminente contribui para manter a tensão e a emoção durante toda a jornada, potencializada por jogatinas no período noturno. Quem é que não se desespera com os fantasmas no início do game?

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O Sistema de Combate: Estratégia e Ação em Perfeita Harmonia

Aqui temos uma separação. Para os fãs da franquia que jogaram o primeiro game, ótimo, tivemos melhorias significativas! Para quem nunca jogou e espera algo próximo de um Skyrim, pode se surpreender negativamente. Porém, o sistema de combate acho um dos maiores diferencias e me agrada demais, desde o primeiro.

Um misto de Ação e Estratégia, já que estamos em um grupo de 4 personagens, o sentimento de engajamento é presente o tempo todo e a variedade de classes (vocações) disponíveis permite uma customização profunda, o que dá margem para equipes malucas, funcionais ou totalmente despreparada. Destaco a mecânica de escalar monstros, como dragões e ciclopes, e assim procurar por pontos fracos e áreas que possibilitam infringir mais danos. Bem divertido!

Além disso, o sistema de peões, companheiros de jornada controlados pela inteligência artificial, acrescenta uma camada extra de profundidade tática e com a capacidade de dar ordens e coordenar táticas, os peões tornam as batalhas ainda mais dinâmicas e estratégicas.

Acredito que Itsuno tenha captado da fluidez de Devil May Cry e colocado em prática por aqui e como se não bastasse, a mesma IA bem trabalhada dos nossos peões, também são muito bem empregadas nos inimigos. Muitas vezes somos surpreendidos por ações inusitadas e até engraçadas. Quem é que nunca foi empurrado de um precipício ou capturado por uma harpia? Desespero que chama rs.

dragons dogma 2
Imagem Divulgação

Progressão e Narrativa: Altos e Baixos na Jornada de Dragon’s Dogma 2

No entanto, nem tudo são flores em Dragon’s Dogma 2. A progressão da campanha pode ser arrastada em alguns momentos, especialmente devido à falta de diversidade de ambientes (florestas e regiões desérticas, somente) e às longas caminhadas pelo mapa, já que não há montarias, por exemplo. A alternativa para voltar a cidades já exploradas, é a utilização de carroças e teleporte com Pedra Barca, raríssimas de encontrar e bem caras para se comprar. Use com sapiência.

Ainda sobre sua mecânica de caminhada e exploração, gastamos Stamina mesmo não estando em combate, o que torna morosa sua jornada caso esteja com muita carga e sobrepeso. A dica é administrar bem e deixar o máximo possível de coisas no baú da estalagem.

A história e os personagens secundários do jogo deixam a desejar, com uma trama repleta de clichês e diálogos nem tão inspirados. Há algumas reviravoltas interessantes, mas a falta de conexão emocional com os personagens torna difícil se envolver verdadeiramente com a narrativa. Narrativamente, o as quests secundárias são as mais interessantes, além de que há alternativas de como completá-las e também a possibilidade de falha. Tome cuidado, pois nem sempre você conseguirá voltar o seu save para uma posição segura na trama.

dragons dogma 2
Imagem Divulgação

Aspectos Técnicos 

O visual agrada, mas não é de nova geração. Os cinco anos de desenvolvimento estão condizentes com a época e apesar de ter jogado no PC, me parece um “jogo bonito de PlayStation 4” do que um NewGen PS5, se é que me entende. Quanto a world building, as paisagens naturais e estruturas arquitetônicas das cidades são imponentes, mas nada muito fantasioso e bem próximo do Medieval clássico.

Em termos técnicos, Dragon’s Dogma 2 é honesto mas pesado em sua execução. Houve melhorias e patches logo na semana de seu lançamento, mas a ausência de DLSS 3 com o recurso de Frame Generation, traz um suplício para rodar o jogo a estáveis 60 quadros por segundo, como no meu caso. RE Engine é funcional em grande parte dos títulos da Capcom, mas parece que no “mundo aberto” de Dragon’s Dogma 2, deu uma pesada.

A trilha sonora é estupenda, belíssima e combina demais com os diferentes climas do jogo, seja em combate ou estando numa cidade, variando de acordo com sua temática; um detalhe bacana são os bardos e npc’s que tocam e cantam, deixando nossa jornada bem mais alegre e divertida – pois em muito momentos encaro como dark fantasy, um clima pesado, sabe?

Quanto à monetização, Dragon’s Dogma 2 enfrenta críticas por sua abordagem agressiva às microtransações. Embora muitos itens importantes para a jogabilidade possam ser obtidos durante a campanha, sua escassez artificial pode incentivar os jogadores a gastar dinheiro real para adquiri-los mais rapidamente. Tenho sensações mistas com relação a isto e acho que se fosse reduzido a estética apenas, não haveria nenhuma polêmica.

dragons dogma 2
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Uma Jornada Épica

Em suma, Dragon’s Dogma 2 é uma experiência de jogo verdadeiramente épica, com momentos emocionantes, desafios intensos e uma riqueza de conteúdo para os jogadores explorarem. Enfrentando alguns desafios em termos de progressão e narrativa, ou até detalhes de crafting em um hub do menu totalmente confuso, pode afetar a experiência de alguns jogadores.

Apesar de seus defeitos, Dragon’s Dogma 2 ainda é uma jornada que vale a pena para os fãs do gênero, oferecendo 20 ou 30 horas de diversão, com muito mais prós do que contras.

Com algumas melhorias na performance, Dragon’s Dogma 2 tem o potencial de se estabelecer como um dos grandes nomes dos RPGs de ação do ano, com respiro para mais uma continuação no futuro e solidificando seu lugar no panteão dos RPGs modernos com identidade própria, fruto da mente criativa de Hideaki Itsuno.

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