Setembro de 2024 – A HoYoverse, a marca global de entretenimento interativo, tem o prazer de anunciar sua participação na Brasil Game Show (BGS) 2024, o maior evento de games da América Latina. De 9 a 13 de outubro, os fãs dos amados títulos da HoYoverse, Genshin Impact e Honkai: Star Rail, terão a oportunidade de se imergir em atividades inspiradas nos jogos, experiências únicas e mercadorias exclusivas no estande da HoYoverse (PO05) na Brasil Game Show.
Genshin Impact: Uma Jornada pelas Terras Ardentes de Natlan
Preparem-se, Viajantes! Genshin Impact vai incendiar a emoção na BGS 2024 com a estreia da nova região escaldante, Natlan: a nação dos juramentos situada nas regiões ocidentais de Teyvat. Guiados pela chama, vocês passarão por longos desfiladeiros e vales para chegar à terra onde as tochas ardem, onde todos os fogos convergem. Nos campos flamejantes onde vagam os Saurianos, testemunhem o fim da guerra antiga ao lado dos valentes guerreiros que resistem às trevas.
Com o tema “Recompensas sem precedentes na ardente Natlan”, a experiência no estande deste ano promete ser simplesmente espetacular. Natlan aguarda os fãs com muitas surpresas, então venha explorar o mundo de Teyvat como nunca antes!
As atividades no estande incluem um envolvente sistema de coleta de selos. Os viajantes podem participar de três minijogos e ganhar selos exclusivos para cada atividade concluída. Uma vez que todos os selos sejam coletados, os participantes poderão desfrutar de ainda mais surpresas.
Os participantes no estande terão a oportunidade de ganhar prêmios emocionantes ao participar de várias atividades. Além disso, os visitantes podem ir à Loja Oficial de Mercadorias para comprar itens exclusivos de Genshin Impact e aprimorar suas coleções. Os convidados também terão a chance de interagir com cosplayers representando personagens-chave da mais recente região, bem como outras amadas figuras de Genshin Impact.
Os fãs também podem compartilhar posts no X e no Facebook com suas expectativas e opiniões sobre Genshin Impact na BGS com a hashtag #GenshinBGS2024, para ter a chance de ganhar um ingresso para a BGS em uma data específica! Para mais detalhes, siga @BRGenshinImpact no X e @GenshinImpactPT no Facebook.
Honkai: Star Rail: Embarque em uma Jornada Intergaláctica
Honkai: Star Rail, o RPG de fantasia espacial, vai transportar os Pioneiros na BGS em uma jornada intergaláctica com um estande da Smile.one (um mercado global de recargas) autorizado pela HoYoverse. Na mais recente atualização da versão 2.5, a cativante cerimônia da Dança da Guerra é introduzida com uma grande abertura, acompanhada por formidáveis novos oponentes após uma dramática fuga da prisão em A Prisão Encadeada. Enquanto isso, poderosos aliados como Feixiao, Lingsha e Moze fazem sua estreia, fortalecendo a aventura em busca das estrelas.
Para alinhar com a atual jornada de Xianzhou, o estande no PO05 foi projetado para cativar e imergir os visitantes, apresentando atrações icônicas que ecoam a nau capitânia silkpunk do jogo. Os visitantes serão mergulhados em um ambiente que reflete a estética da fantasia oriental, capturando a essência do reino onde segredos há muito escondidos serão desenterrados. Além disso, o estande servirá como um local designado onde os visitantes podem comprar mercadorias oficiais e interagir com cosplayers, entre outras atividades para todos os presentes.
Certifique-se de seguir os canais oficiais no X de Genshin Impact e Honkai: Star Rail para mais atualizações emocionantes e detalhes sobre as atividades planejadas para a BGS 2024. A diversão não para aqui! A HoYoverse tem muito mais surpresas reservadas para todos os participantes.
Fique atento a anúncios adicionais antes do evento!
A Crunchyroll revelou uma lista cheia de novidades para a temporada de animes de outubro, que contará com mais de 35 títulos. Entre novas temporadas de séries já consagradas e estreias aguardadas, os fãs podem se preparar para um mês emocionante.
Dentre os lançamentos, dez animes terão dublagem em português, garantindo que o público brasileiro possa curtir seus títulos favoritos em seu idioma.
Entre os destaques está a 3ª temporada de Re:ZERO -Starting Life in Another World. O anime volta no dia 2 de outubroe promete mais uma jornada emocionante para Subaru Natsuki.
Além disso, a 2ª temporada de BLUE LOCK, que continua a intensa batalha pelo título de melhor atacante do Japão, chega no dia 5 de outubro.
Já para os fãs de comédias românticas, podem esperar que vem coisa boa aí!
Tying the Knot with an Amagami Sister acompanha um estudante em um dilema amoroso.
Enquanto isso, 365 Days to the Wedding, é uma história sobre dois colegas de trabalho que fingem estar noivos para evitar uma transferência.
Ambos também terão dublagem em português brasileiro. Além disso, uma lista de animes com legenda estará disponível.
Entre os títulos mais aguardados estão Dragon Ball DAIMA, uma nova série da franquia Dragon Ball, DAN DA DAN, Blue Exorcist -Beyond the Snow Saga, e muitos outros que prometem agradar a diferentes públicos.
Dragon Ball DAIMA – Trailer
Por fim, para conferir a lista completa de lançamentos e suas datas de estreia, basta acessar o site oficial da Crunchyroll.
Nesta quinta-feira, 19 de setembro, a animação A Menina e o Dragão chega aos cinemas de todo o Brasil. Com base no romance de Carole Wilkinson, o filme conta com a distribuição da Imagem Filmes e com direção de Jianping Li e Salvador Simó.
Assim, A Menina e o Dragão conta a história de Ping, uma jovem órfã que vive em uma época em que a antiga amizade entre dragões e humanos foi quebrada, e a caça aos dragões se intensificou.
Então, sozinha em uma fortaleza remota, ela encontra um dragão. Juntos, eles partem em uma fuga desesperada em busca de um ovo – o último ovo de dragão – que um poderoso feiticeiro roubou.
O filme acompanha essa jornada cheia de desafios, unindo os dois em uma aventura repleta de diversão e surpresas.
A atriz Bella Chiang é a voz de Ping na versão dublada. Ela já estrelou As Aventuras de Poliana e Escola de Gênios, e é bastante famosa no público adolescente. Ela comenta:
Minha experiência foi incrível e, ao mesmo tempo, desafiadora. Dar a voz para a Ping, uma garota tão destemida, teimosa e corajosa foi trabalhoso! Muitas reações e falas que requisitavam um grande esforço por conta da ação da cena. No geral, eu me diverti muito e foi surreal viver, mesmo que por uma tela, um pouquinho da jornada da Ping.
Com inspiração nas paisagens da antiga China, o filme encanta com sua rica estética visual e personagens profundamente desenvolvidos. Com toques de magia e aventura, a animação promete levar os espectadores a uma viagem emocionante, repleta de descobertas e lições sobre amizade e o verdadeiro significado da força interior.
Então, A Menina e o Dragão tem distribuição da Imagem Filmes e chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta, 19 de setembro.
A partir de amanhã (19), jogadores de PC poderão finalmente desfrutar de God of War Ragnarök, um dos mais aclamados exclusivos da PlayStation, agora disponível nas plataformas Steam e Epic Games. Desenvolvido pela Santa Monica Studio e adaptado para PC pela Jetpack Interactive, o título chega com novidades que prometem aprimorar ainda mais a experiência dos fãs.
A versão de God of War Ragnarök para PC apresenta novos recursos de acessibilidade e gameplay, incluindo a opção de “Dicas de Enigma Reduzidas”, que diminui a frequência de dicas dos companheiros durante a resolução de quebra-cabeças, oferecendo maior imersão para os jogadores que preferem desvendar os desafios por conta própria.
Outro destaque é a audiodescrição de cenas, que oferece descrições detalhadas de eventos visuais junto aos diálogos falados, tornando o jogo mais acessível para jogadores com deficiência visual.
Além dos novos recursos de acessibilidade, os fãs poderão baixar um kit exclusivo de papéis de parede em resolução 4K e ultrawide, banners para redes sociais e alertas personalizados para transmissões ao vivo. Esses conteúdos adicionais estarão disponíveis no site do Santa Monica Studio.
Assista o trailer de lançamento abaixo:
Para mais detalhes sobre o lançamento e os novos recursos, o jogo pode ser encontrado nas lojas Steam e Epic Games, e o trailer oficial está disponível no canal da PlayStation no YouTube.
Prepare-se para embarcar na aventura novel onde você vai ser o próximo IdolPopStar! No dia 3 de outubro I*Chu: Chibi Edition chega para Nintendo Switch pelas mãos da Opera House e PQube. Enfrente o caos de 32 garotos que buscam a fama e ser o melhor idol de todos.
São ao todos 32 personagem em 9 grupos trazendo estilos de musica e performances distintas, com a ação rápida de um jogo de ritmo nas suas mãos. Entre capítulos você vai descobrindo mais sobre cada personagem e sua motivação de ser o número 1!
Seja o produtor, crie o melhor time de garotos da Etolle Vie School e faça o espetáculo! I*Chu: Chibi Edition é um remake que chega para nós no ocidente! Corra e garanta 10% de desconto naNintendoEshop, porém se você gosta a edição física está disponível, confira mais detalhes aqui!
Prepare-se para um banho de tinta pois a DevolverDigital está derrubando nas telas brancas de seu monitor o universo de The Plucky Squire. O Escudeiro Valente, da desenvolvedoraAll Possible Futures, chegou para mostrar o reino de Mojo e suas aventuras:
Uma grande aventura que salta em o 2D dos contos de fadas para o 3D estranho real e repleto de quebra-cabeças e inimigos para você lidar. Sinta na pele, quer dizer nas linhas de Pontinho (Jot) a sua habilidade de saltar entre os quadrinhos e a realidade.
Reescreva a história, salve o reino do malignoEnfezaldo (Humgrump) na plataforma que você achar melhor: PC, PlayStation5,Xbox SeriesX|S e Nintendo Switch a partir de hoje! Embarque nas páginas de O Escudeiro Valente – The Plucky Squire.
Halloween tá chegando! Nessa época do ano passado, resolvi fazer uma maratona com todos os jogos da série Resident Evil (quer dizer, todos os jogos que eu considero bons o suficiente para entrarem numa retrospectiva, ignorando coisas bizarras como Operation Raccoon City). Já em 2024, nós temos a outra grande franquia de horror ressurgindo das cinzas com o remake de Silent Hill 2. Sendo assim, achei por bem revisitar este bastião do survival horror com um olhar mais crítico. Como foi o nascimento da série Silent Hill?
Eu joguei o primeiro jogo da série Silent Hill, lançado em 1999, lá quando eu ainda estava no Ensino Médio, e vou admitir uma coisa: eu TREMIA de medo desse jogo. Quando a excelente trilha sonora produzida por Akira Yamaoka chegava com seus ritmos industriais pesando fortemente na mente dos jogadores, o Renato de 2002 simplesmente desligava o jogo, tamanho o estresse que o compositor traz em sua paisagem sonora.
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No entanto, o Renato de 2024, finalmente jogando novamente o Silent Hill original todos esses anos depois, enxerga uma experiência um pouco mais inconsistente do que era capaz de enxergar lá no passado. Ainda assim, é um jogo potente, que vai numa direção muito diferente do que a maioria dos survival horrors da época costumava ir, principalmente se comparado à trilogia Resident Evil.
Silent Hill acompanha a história de Harry Mason, um pai de família que encontrou sua filha na beira da estrada nas proximidades da cidade de Silent Hill. Quando a garota, Cheryl, completa sete anos de idade, ela pede, do nada, que ele a leve à cidade de Silent Hill para passar férias. No caminho, uma garota adolescente aparece em frente ao carro na estrada, forçando Harry a bater o carro para tentar se esquivar. Ao acordar, percebe que Cheryl não está mais no carro, e então encontrá-la se torna sua principal missão no jogo.
O que mais me chamou atenção, jogando depois de adulto, é o quanto a primeira hora do jogo ainda é impecável. Todo mundo que conhece um pouquinho da história dos jogos de terror vai se lembrar bem claramente da introdução de Silent Hill. Você acorda nessa cidade enevoada, e ao andar alguns passos à frente, vê uma silhueta parecida com Cheryl. Harry chama por ela, mas é ignorado. Você corre em direção a ela, apenas para vê-la sumir para dentro da névoa múltiplas vezes, te guiando em direção a um beco. Daqui pra frente, é só pra trás.
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Ao adentrar um portãozinho para dentro deste beco, a primeira coisa a chamar a atenção é uma poça de sangue e tripas bem à sua frente, sem explicação alguma. Quanto mais pra dentro do beco você anda, mais esquisita vai ficando a trilha sonora e os ângulos de câmera que acompanham Harry. Você passa a ouvir uma sirene à distância. O mundo fica escuro e coisas ainda mais estranhas, como uma cadeira de rodas e uma maca de hospital ensanguentada, aparecem dentro deste beco. No final dele, um corpo ressecado pendurado nas grades e o chão coberto de sangue esperam por Harry, que é imediatamente atacado por três monstros parecidos com crianças, com facas na mão. Sem armas e sem defesa, não adianta nem voltar em direção à saída do beco, pois a realidade não é confiável neste lugar: o beco se fecha e a única saída é ser morto pelas criaturas.
Como a realidade não é confiável, este não é o fim da linha para Harry, que acorda numa lanchonete acompanhado da policial Cybil Bennett. Infelizmente, a presença dela não adianta de nada em termos de esclarecer o que está acontecendo na cidade, já que ela parece estar tão perdida quanto você. Após um diálogo surreal daqueles que apenas o voiceover de jogos de Playstation 1 pode criar, Cybil te dá uma pistola (o que me parece muito temerário vindo de uma policial, mas ok, vamos deixar rolar) e você retoma o controle. Neste momento, uma das cenas mais icônicas do horror do Playstation 1 acontece: ao tentar sair da lanchonete, o rádio que está em cima de uma das mesas começa a emitir estática num volume altíssimo. Ao verificar, Harry é surpreendido por uma espécie de monstro-pterodátilo atravessando a janela.
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A partir daqui, a primeira parte do jogo tem uma jogabilidade e objetivos simples: Harry quer encontrar sua filha explorando a cidade, que é um “mundo aberto” cheio de névoa e monstros. Aqui é onde a genialidade da série Silent Hill está no seu pico.
Em primeiro lugar, a decisão de cobrir Silent Hill de névoa, que é brilhante em unir o útil ao agradável. Qualquer um que estava por aqui quando o Playstation 1 reinava sobre o território dos games vai se lembrar que, apesar do reinado, o hardware do PS1 não era exatamente o mais capaz de criar gráficos super realistas, principalmente em representação de longas distâncias, onde o console simplesmente não era capaz de renderizar muito longe sem sua taxa de quadros cair absurdamente, com seus míseros 33 MHZ de processador e 2 MB de memória RAM. Mas e se os desenvolvedores se inspirassem em “The Mist”, do Stephen King, e cobrissem a cidade de névoa? Assim, temos uma justificativa diegética para não conseguirmos ver um palmo à frente do nariz, temos uma inspiração literária, e conseguimos manter um nível de realismo dos gráficos superior à boa parte da biblioteca do PS1, com a taxa de quadros caindo só pra 15 FPS!
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Quanto ao ciclo de jogabilidade: o jogador conta com um mapa da cidade e está livre para explorar como se fosse um “mundo aberto”. O mapa também é uma mecânica muito importante, pois Harry faz anotações em seu mapa conforme você vai explorando. Ele marca o beco onde fomos atacados pelas crianças, e então este se torna seu primeiro objetivo. Ao chegar no beco, ao invés de encontrar cenas grotescas e crianças assassinas, encontramos um caderno de desenho com os dizeres “para a escola” escritos com a letra de Cheryl. Então, Harry marca a escola no mapa como seu próximo objetivo. Ao tentar alcançar a escola, no entanto, fica claro que as ruas da cidade estão todas bloqueadas por abismos intransponíveis, deixando claro que o “mundo aberto” de Silent Hill não é tão aberto assim. Rapidamente percebe-se que a única passagem para a rua da escola é através de uma casa, cuja porta dos fundos está trancada com três fechaduras, e aí a gente precisa explorar a cidade para encontrar três chaves. Desta forma, toda essa primeira parte do jogo consiste em explorar as ruas desoladas e atmosféricas de Silent Hill procurando o caminho.
Isto é, até entrarmos na escola, que é de longe o ponto mais alto do jogo. Aqui, não somos apresentados a muita construção narrativa da história do jogo ainda, mas temos uma área de dois andares onde temos que resolver múltiplos quebra-cabeças, tanto literais quanto espaciais. Logo na recepção da escola, você já encontra três cadernos escritos em sangue, com três horários no topo e dicas crípticas para avançar seu progresso. Pode parecer um pouco estranho dizer que explorar um prédio todo escuro com vários enigmas que envolvem interpretação de texto e coisas bizarras acontecendo é uma experiência de jogabilidade genial, mas realmente é. (Apesar de que não sei como a molecada fazia nos anos 90 sem traduções e sem saber inglês…)
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Claro que o ponto alto da experiência é que várias bizarrices isoladas vão acontecendo em certos pontos da exploração pela escola, que certamente foram suficientes pra fazer o Renato de 2002 imediatamente desligar o game. Por exemplo, quando entramos em um dos banheiros da escola e claramente se ouve uma pessoa chorando dentro de um dos mictórios. Ou quando o silêncio dá vez a pancadas industriais como se estivéssemos dentro de uma fábrica, sem nenhum motivo aparente para a intensidade extra. Ou talvez quando resolvemos o quebra-cabeça da torre do relógio e ouvimos a sirene novamente, indo parar no mesmo pátio, porém com a escola totalmente transformada, seus pisos normais trocados por grades sobre um abismo interminável. Ou a sala dos armários…
Mas porque digo que a escola é o ponto alto da experiência? Logo após matarmos o lagartão, monstro principal da escola, o mundo volta ao estado enevoado do início, e ouvimos um sino de igreja na distância. Ao alcançarmos a igreja no nosso mapa, encontramos Dahlia Gillespie, e a narrativa do que aconteceu para justificar todas as bizarrices que já vimos até então toma o centro das atenções, e aí é que sinto que a experiência se perde um pouco.
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O que o resto do jogo nos conta? Bem, senta que lá vem história. 14 anos atrás, a cidade de Silent Hill contava com um culto religioso liderado por Dahlia Gillespie, culto este que dominava a população da cidade através da venda de uma droga alucinógena e altamente viciante chamada White Claudia. O plano do culto é (e prestem atenção nisso) conjurar o arcanjo Samael. Para tanto, Dahlia faz um ritual para engravidar, e, através de magia negra, fazer com que a criança nasça com a alma do arcanjo. No entanto, o ritual dá errado, e a criança, Alessa, nasce apenas com “metade” (???) da alma de Samael. Para controlar totalmente os poderes da menina e impedir que ela se tornasse uma adolescente desobediente, Dahlia põe fogo na criança, sabendo que o poder do arcanjo não permitiria que ela morresse, e através de controle do vício na droga, a mantém sob cuidados da enfermeira Lisa Garland.
Com este controle, Dahlia bola o plano de ter mais uma criança com a segunda metade (???) da alma de Samael, e é bem sucedida. No entanto, sofrendo com a culpa de cuidar de Alessa, Lisa rouba a criança e a abandona na beira da estrada, onde nosso heroi Harry a encontrou sete anos atrás. Com o tempo, a garota passa a pedir ao pai para ir para Silent Hill, e assim chegamos no início do jogo. A garota adolescente da qual Harry tenta desviar na introdução é Alessa, e ao se encontrarem, as duas almas das garotas se fundem e finalizam a junção da alma de Samael, criando realidades alternativas onde o jogo todo se passa. O restante do jogo, então, é basicamente composto da tentativa de Dahlia de fazer Samael renascer, e o boss final é a representação do arcanjo Samael renascido.
Essa explicação toda pareceu meio enrolada? Pois bem, essa é a minha explicação detalhada depois de terminar o jogo duas vezes. O jogo em si é beeeeeem mais complicado que isso, com diálogos em inglês quebrado, personagens agindo de maneira misteriosa, e cortes de realidade enviando Harry rapidamente entre Silent Hill enevoada e Silent Hill “pesadelo”. E tudo isso pra contar uma história onde todas as coisas sobrenaturais e bizarras que acontecem são explicadas através de um culto de seres humanos comuns querendo conjurar uma figura bíblica para… o que, especificamente? Vai saber.
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Por isso, acho que a segunda metade do jogo vai ficando cada vez mais desinteressante, juntando essa narrativa convoluta com a abundância de armas e munições que o jogo te dispõe, se você explorar com vigor. Elimina-se qualquer tipo de desafio e de aprofundamento na narrativa do jogo. Ainda assim, não é como se não houvessem momentos maravilhosos na segunda metade do jogo. A passagem pelo hospital é tão atmosférica quanto a exploração da escola, as transições entre realidades nas ruas são extremamente bem feitas para o hardware do PS1, e a ansiedade que a trilha sonora impõe ao jogador (especialmente com o zumbido bizarro quando estamos viajando entre o hospital e a loja de antiguidades, senhor amado) é muito opressiva, perfeita para o sentimento de horror que Silent Hill quer evocar.
Finalmente, Silent Hill é o clássico atemporal de horror que esperamos? De muitas formas, sim. Mas é especialmente um ponto de partida importantíssimo para o que se tornaria a era de ouro dos survival horror, o período do Playstation 2, de 2000 a 2007, onde os grandes clássicos da série realmente se encontram.
Silent Hill 2 Remake sai no dia 8 de outubro. Faça sua pré-compra na Steam e na PlayStation Store.
Sucesso de público, a superprodução “Aladim e a Lâmpada Mágica – O Musical” volta em cartaz no Teatro Gazeta, em São Paulo. O espetáculo para toda a família já tem seus ingressos à venda para a próxima apresentação no dia 21 de setembro.
O estrondoso sucesso das Arábias está de volta ao Teatro Gazeta em uma superprodução para única apresentação, com grande elenco e mais de 50 figurinos.
Em um canto longínquo da Arábia, encontra-se Agrabah, um reino místico e misterioso. Em meio a inúmeras lendas, a mais grandiosa será vivida nas areias deste lugar. Poderia um ladrãozinho ser na verdade um diamante bruto? E uma simples lâmpada velha poderia ser o lar de um poderoso gênio? E uma jovem princesa, será que poderia se aventurar pelo mundo em um tapete voador? Esfregue a lâmpada e embarque nessa noite na Arábia com muita música e magia.
No elenco estão Felipe Hideky como Aladdin, Camila Vergasta dando vida a Jasmine, Dyego Antonini no papel de Gênio, Max Gracio como Jafar, Bruno Sperança no papel de Iago, Conrado Helt como Sultão, e os atores Akim, Ariadne Okuyama, Davi Tostes, Eduardo Montoro, Vinicius de Jesus e Yasmin Barbosa integrando o Ensemble.
O espetáculo tem direção musical de Di Angelo, direção cênica e coreografias de Leonardo Aroní, texto e versões de Ella Dalcin, cenografia e figurinos de Rodrigo Gomes e produção de Dos Clássicos Produções.
O musical fará única apresentação dia 21 de setembro, às 16h, no Teatro Gazeta. Os ingressos já estão à venda na Sympla.
Ingressos: R$60,00 (meia entrada) e R$120,00 (inteira)
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Duração: 1 hora e 15 minutos
Classificação indicativa: Livre
Tem direito a meia entrada: estudantes, maiores de 60 anos, pessoas com autismo e seu acompanhante, portadores de necessidades especiais e seu acompanhante, jovens de baixa renda inscritos no Cad Único e doadores de sangue com carteirinha.
Crianças até 24 meses, no colo dos adultos responsáveis, não pagam.