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Love In The Hell | Review

Como já dito anteriormente em nosso Primeiro Gole, a Editora JBC vai lançar Love In The Hell (Jigokuren) o título por aqui em 2015. Qualquer mudança ou detalhes sobre a edição, estaremos colocando aqui quando lançar.

Confira também: Love In The Hell | Primeiro Gole

Love In The Hell é um mangá de Reiji Suzumaru e foi lançado em 2011 na revista Comic High! e fechou com três volumes e 18 capítulo.

Quanto a revista, ela é famosa por despontar trabalhos do gênero seinen como Chu-Bra, High School Girls e Kodomo no Jikan. Quanto ao autor Reiji, não há nenhum trabalho conhecido (uma pena), pelo menos não deu pra achar nas interwebs. Porém em seu twitter, dá pra acompanhar diversas imagens e desenhos bacanudos! Saca só: Twitter do REIJI.

Capa de Love In The Hell, lançado pela Editora JBC (Imagem Divulgação)
Capa de Love In The Hell, lançado pela Editora JBC (Imagem Divulgação)

Protagonismo

Começando a falar sobre os personagens principais, vamos com o núcleo da obra, Rintaro Senkawa, ou para os mais íntimos, Rintaro “Sem Calça”. Isso tudo porquê, quando o cara cai no Inferno, ele tá todo peladão. E para a diabinha não ficar olhando as suas partes íntimas, ela acaba amarrando seu iPod pra tampar a “beluguinha“.

Rintaro herda todas aquelas características dos personagens “Taro” do mangá (Keitaro, Kintaro, Eitaro, etc). Ora tarado, ora muito besta, ora é desacreditado com a vida ou com seus atos.

Porém, com o passar dos capítulos, suas melhores características acabam se sobressaindo e até o meio da série, sua personalidade acaba ganhando cor e você se identifica com várias passagens e atos do cara aí.

O interessante de Love In The Hell é que o relacionamento/romance entre Rintaro e a diabinha Koyori é bem light, se for considerar o ecchi da coisa. São pouquíssimos momentos – mais no início da obra – que a conotação sexual entre os dois é mais evidenciada.

Após um tempo de convívio entre os dois, um sentimento mais “profundo” acaba surgindo entre os dois, o que acaba fortalecendo ainda mais o laço da dupla, na verdade, mais pro lado de Rintaro.

E o lance de ficar peladão? Bem, no Inferno as coisas funcionam um pouco diferente. Para conseguir dinheirinhos por lá, é necessário pagar com SOFRIMENTO! No Pain, No Gain. Simples assim. É engraçado pois o Rintaro aí demora pra conseguir dinheiro suficiente para uma mísera peça de cueca.

Dominadora

Koyori é a “engrenagem” da série, ela é quem diz o que pode ou não fazer lá pelo inferno. Na verdade, é quase todo episódio que ela tem que tirar o Rintaro de alguma enrascada.

A diabinha de 17 anos acabou de se “formar” e agora tem Rintaro como seu primeiro trabalho. Já de cara notamos que ela é afinzona do protagonista e desde então, ela faz de tudo – ou quase – para deixá-lo fora de perigo. Uma pena que Rintaro nem sempre retribui.

Vestindo sempre roupas erotizadas, ela tem duas armas principais: Uma clava de ferro espinhosa e um chicote. Ela não mede esforços com Rintaro e se ele lhe faltar com vergonha ou desobedece-la, chibata nele!

O interessante é que no Inferno você pode morrer quantas vezes quiser – ok, não precisa querer – que no outro dia você está vivinho e novo em folha. São vários momentos do mangá que Rintaro acaba perdendo os membros, cabeça e órgãos estripados.

Capa de Love In The Hell, lançado pela Editora JBC (Imagem Divulgação)
Capa de Love In The Hell, lançado pela Editora JBC (Imagem Divulgação)

Personagens Secundários

O enredo do mangá é estritamente focado no núcleo de Rintaro. Raramente temos alguma cena com outros personagens. Ou seja, todos os personagens secundários tem algum tipo de contato com o protagonista da série.

Um fator que chama atenção no roteiro de Reiji é de que mesmo aqueles personagens que apareceram uma vez ou outra em algum capítulo, vão ter um plot ou participação especial lá pra frente. Em especial, com o Volume 3, são diversas cenas que remontam acontecimentos passados para montar o plot final.

Com isso, vemos a preocupação em estar sempre reciclando personagens e não adicionando novos à trama. Provavelmente Reiji já pensou em Jigokuren como uma obra bem fechadinha e com seus personagens já contados na mão. Ao escrever e ilustrar, só foi dando mais cores as personagens conforme foram aparecendo.

Ambientação

Love In The Hell se passa no inferno. Seria um inferno o qual você imagina? A brincadeira com o subtítulo “Rintaro também não conheceu o outro mundo por querer” é com YuYu Hakusho, já que os mundos até que são parecidos. Aquele esteriótipo de diabo humanizado – marcado por rabo ou chifres – está presente a todo momento, próximo ao Makai de Togashi e  tantas outras obras.

O que há mais em comum? O inferno tá mais pra um universo paralelo/espelhado que outra coisa. Lá a galera trabalha, ganha dinheiro, há crimes, mortes e possuem diversas cidades.

O que pode mudar é aquela ambientação de estar sempre num ecossistema rochoso. *Lembra algo tipo Grand Canyon*. A diferença é que toda aquela construção rochosa é ilustrada de uma forma mais peculiar e pervertida. Todo cenário tem alguma alusão com o falo masculino, inclusive as construções citadinas.

Capa de Love In The Hell, lançado pela Editora JBC (Imagem Divulgação)
Capa de Love In The Hell, lançado pela Editora JBC (Imagem Divulgação)

E todo inferno é assim? Não! 

Afinal, por Rintaro ser um pecador “de leve”, ele acabou caindo no nível mais superficial infernal.

Em Love In The Hell há mais um nível, chamado de Abismo. Ao contrário do primeiro, o Abismo abriga criaturas terríveis e inimagináveis. Ali sim, todo tipo de capetão, com formas bizarras e tamanhos colossais.

Há apenas um momento do mangá que somos transportados pra lá. Uma pena; Dá pra ficar com gostinho de “quero mais”.

Voltando ao dinheiro, são duas formas de conseguir: Sangue ou Trabalho. O bacana é que o trabalho por lá só dura três meses. Isso mesmo, após este período o pecador deve procurar outro e depois outro.

Isso vai obrigar futuramente com que ele opte apenas por sofrer e receber seu dindin. Há outras formas ilegais, como lutas e apostas; E nessa o Rintaro até manda bem. Senti um pouco de falta desse lado shonen do mangá!

Pecado Capital

Denominado “período de expiação”, este é o tempo que o pecador ficará no inferno até pagar por todos os seus pecados. Isso é pago com dor e sofrimento, ou seja, nada daquelas mortes mais “diretas”. Vale mais ficar enfiando um prego entre a unha e o dedo que levar uma machadada decapitante.

Por Rintaro ser um extremo medroso e frescurento, obviamente que ele vai buscar formas alternativas de pagar seus pecados. De uma forma ou de outra, ele sempre tenta burlar o sistema, o que sempre dá errado e vai lá a Koyori ter que ajudar o rapaz. E qual seria o principal pecado que Rintaro cometeu?

É aí que está a cereja do bolo. Você acaba devorando o mangá todo até saber qual foi a causa de ele estar no inferno. Pois de fato, Rintaro não é uma pessoa má. Porém, como a própria Koyori diz: “matar uma formiga conscientemente, já faz com que seu nível de maldade seja bem grande na balança da boa índole”.

E porquê não sabemos logo de cara o que raios Rintaro aprontou? É porquê ele não se lembra!

Questões Técnicas

Reiji compilou muito bem os três volumes. O que dá pra perceber é uma queda de rendimento no miolo, onde somos apresentados alguns capítulos do cotidiano infernal, o que acaba deixando o plot principal totalmente de lado.

De nenhuma forma isso afeta a maestria do mangá, mas talvez poderia ser melhor aproveitado a união da ambientação com o plot principal.

Quanto ao traço, as personagens são muito bem estilizadas e desenhadas. O trabalho de character design é de longe o mais bem empregado por aqui, ao contrário do cenário. Muitas vezes há apenas rochas…

Do lado escritor do autor, ele manda bem e não há pontas soltas. As diversas janelas abertas no início da obra são fechadas – mesmo que no fim – e o que fica solto é mais na questão de filler mesmo, como: “Como é o Abismo?” 

Por fora do traço e roteiro, o que mais chama a atenção em Jigokuren é a ideia de juntar comédia + romance + gore + masoquismo + inferno. Apesar de que muito destes termos estarem sempre juntos, a forma de como foi unido e tratado é de bom grado.

Para deixar a história fluida, ele não se aprofundou em questões mais ocultistas ou filosóficas. Ele deixou o seu jeito superficial, o que possibilitou uma ótima dinâmica de leitura.

Love In The Hell (Imagem Divulgação)
Love In The Hell (Imagem Divulgação)

Céu ou Reencarnação

Depois de pagar todos os seus pecados, o que você escolheria? Voltar ao mundo real ou pro Céu?

Esta é uma das questões levantadas e de que Rintaro vai ter de decidir. É uma grata surpresa no fim da série todo o desenrolar que envolve seu “pecado capital” até sua decisão final.

Talvez a cereja do bolo de Love In The Hell está com seu final emocionante. Ou seja, se você começar a ler, TERMINE! Seria um desperdício dizer Não.

Love In The Hell é um seinen sarcástico, com pitadas ecchi, humor negro e o melhor: Diversas tiradas com o mundo hipócrita, faz da obra de Reiji Suzumaru uma boa pedida pra você adquirir com a JBC. Claro, se você se identificar com tudo o que foi dito aí! ^^

Site Oficial

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Naruto Ultimate Ninja Storm 4 | Trailer

E finalmente, depois do teaser-gameplay que postamos por AQUI, foi revelado o primeiro trailer definitivo do jogo ‘Naruto Ultimate Ninja Storm 4’. Confira logo abaixo:

ATUALIZAÇÃO: Trailer em 1080p

https://www.youtube.com/watch?v=fTmvyW6GtFY


 

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Onani Master Kurosawa | Primeiro Gole

onani master kurosawa
Onani Master Kurosawa (Imagem Divulgação)

Eae blz? Vamos de seinen, com Onani Master Kurosawa! Ele é um doujinshi, mas o que seria isto? São mangás de publicação sem revistas e produção independente, muita vezes volumes únicos.

Onani Master Kurosawa (também conhecido por Masturbation Master Kurosawa) foi escrito por Ise Katsura e desenhado por Yokota Takuma e foi composto por 4 volumes, divididos em 31 capítulos lançados entre 2007 e 2009.

Do Enredo

Kakeru Kurosawa é um garoto do ensino médio que tem a prática de se masturbar no banheiro feminino da sua escola. Uma prática bem estranha né? o.o’ Então… um dia se masturbando encontrou uma garota chamada Aya Kitahara na saída do banheiro e após dar uma desculpa bem esfarrapada do que fazia por lá, ele vai embora.

No outro dia ele volta ao banheiro para sua prática e ela pede um favor a ele. Qual favor? Se eu contar perde a graça, pois é a cereja que vai começar o bolo da historia, então leia! 😀

O Que Faz Prender À Obra

O que mais impressionou em Onani Master Kurosawa, foi a semelhança com o traço de Takeshi Obata (Death Note, Bakuman), o que acabou apelidando a série de “Fap Note“. Vale o destaque para o sombreamento e a expressão dos personagens.

E se pelo inicio vale ou não a pena ler? Sim, a trama leva muitos aspectos de bullying escolar, drogas e relacionamentos. Se você é estudante e curte mangás, leia. Se curte seinen, leia, vale a pena!

Por Victor Nunes

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Comic Con Experience 2014 | Diário de um evento

Caipirada na Capital

É bem por aí. Saímos do interiorzão paulista 6h00, pra tentar chegar no local do evento as 9h00. Não deu muito certo… e pra variar nos perdemos, entramos no rodoanel e passamos por TODA ABC PAULISTA, até chegar ao local, quase 10h00 da manhã! Ok, na sexta-feira, isto não se repetiu e fizemos o percurso na metade do tempo. Enfim, vamos ao que interessa.

Paramos o transito para tirar uma foto dessa galera ae! Shingeki no Adventure
Paramos o transito para tirar uma foto dessa galera ae! Shingeki no Adventure

Como a própria organização disse, a proporção tomada do evento era esperada para daqui 3 anos. Mas nem mesmo isso intimidou a turma do Omelete/Chiaroscuro e mandaram muito bem no espaço, horário e na bela escolha de atrações para o evento. A expectativa em se tornar o maior evento nerd/geek da América Latina se confirmou e reuniu mais de 80 mil pessoas nos quatro dias.

Com estes números, segundo o release oficial, a CCXP se tornou a maior primeira edição de um evento realizado no Brasil.

“Nosso objetivo é mostrar para o público e para as empresas que temos condições de ter um mercado profissional de cultura pop. Sempre fomos fãs dos eventos similares de outros países e queríamos que o Brasil tivesse a sua comic con. Conseguimos. O evento foi um sucesso”, afirmou Pierre Mantovani, sócio da CCXP durante a cerimônia de encerramento no auditório principal do evento.

A CCXP já tem data confirmada para 2015: será entre de 3 a 6 de dezembro.

Espaço

No mesmo local que é realizado o Festival do Japão, a Comic Con Experience ficou “limitada” ao espaço interno. Não leve isso como algo depreciativo, o local fechado é BEM GRANDE e foi muito bem ocupado pelos 70 expositores.

Sinceramente eu/nós e grande parte do público não imaginava a belezura da estrutura que viu por lá. Para quem foi no Brasil Games Show, dava pra ter mais ou menos uma noção. Estandes muito bem montados, altos e cada um com sua atividade exclusiva. O interessante é de que as empresas não se preocuparam em deixar apenas com as booth babes características: Se preocuparam em caracterizar e deixar as garotas mais próximas do universo exposto.

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A pre-estreia mais aguardada do evento! #hobbit

Painéis

Esperamos estar com uma equipe maior em 2015. Afinal, ficou o #FRANJA na Artists Alley e eu #BELLAN bizoiando o evento e tirando foto dos cosplays. Como a quantidade de atrações e atividades era gigantesca, foram dois painéis que acompanhamos: Édgar Vivar e Sean Astin!

Mas mesmo antes destes começarem no primeiro dia do evento (dia 4, quinta-feira), fomos apresentados ao trailer de Saint Seiya: Soul of Gold na íntegra e com exclusividade no ocidente. *Já está oficialmente liberado e com qualidade HD, você confere AQUI*.

Édgar Vivar
Um dos painéis mais emocionantes do evento, já que não fazia muitos dias que Bolaños (O Chaves) havia falecido. Em meio a homenagens e um pouco da história de vida do Sr. Barriga, o que chamou a atenção foi um vídeo de bastidores, feita com uma Super 8. Outro destaque do painel foi com uma pergunta de alguém do auditório quanto: “O elenco do Chaves viajava toda América, mas nunca veio ao Brasil. Porquê?” Por causa do idioma. O elenco não falava português e Bolaños não queria dublagem ou  tradução. :/

Sean Astin
“Goonies Never Say Die!” Diferente do painel que rolou no sábado com Brad Dourif (Língua de Cobra), este aqui foi mais sobre a carreira de Sean. Mas claro, ele também revelou algumas coisas bem interessantes sobre como trabalhar com Peter Jackson e com todo elenco de O Senhor dos Aneis. O ponto alto do painel foi o juramento Goonie – #BELLAN chorou aqui :'( – e de revelar que Goonies 2 vai rolar nas telonas! *-* Até sugeriu que fosse rodado aqui no Brasil, na Amazônia! haha

Business Summit

Lembrando que nossa cobertura foi nos dois primeiros dias de CCXP (Quinta e Sexta), o #BELLAN deixou a sexta-feira separada para curtir o bate papo “empresarial” do evento. Confesso que gostaria de ter me dividido em 4, para curtir TUDO que havia no evento, já que passaria o dia todo por aqui. Entre os mais focados na parte do marketing e produção de conteúdo, um que marcou e chamou a atenção foi o ‘A Indústria Brasileira de Games’. 

Ao contrário do que se pensa, a indústria gamistica no Brasil ainda engatinha. Enquanto o mercado de consumidor aqui é um dos maiores do mundo, o de desenvolvimento ainda carece em muitos aspectos. A falta de interesse, investimento governamental ou mesmo na má administração das empresas de games, mantém o Brasil bem atrás dos polos mundiais. Porém, este cenário pode mudar nos próximos anos com a pesquisa da POLI/USP – e outras universidades – e que em conjunto à Abragames,  visam fomentar e organizar todo o nosso cenário de desenvolvimento de games.

A Experiência 

Uma coisa em comum com todos que entravam no local: Qual era a primeira coisa que chamava a atenção? As Armaduras em tamanho real da Tamashii Nation!

Foi muito gratificante ver miniaturas e figures que normalmente vemos só pela internet. Além das dezenas de Saint Seiya, Dragon Ball e One Piece, tinha do nosso querido Jaspion + Macgaren, universo CLAMP e com uma exposição abrangendo desde Sailor Moon até os mais novos sucessos como Shingeki no Kyojin e No Game No Life.

Já dito anteriormente e reforçando: Havia muita coisa pra fazer por lá. Cada estande, expositor dava aquela experiência do “algo a mais”. Desde pré-estreias e trailers exclusivos, bonecos e itens que você só encontraria por lá, fazendo você querer voltar no outro dia pra aproveitar o que não conseguiu, principalmente quem estava querendo comprar algumas HQ’s e Mangás.

Alguns itens adquiridos pelo #FRANJA
Alguns itens adquiridos pelo #FRANJA

Área de alimentação foi interessante, por dois motivos: Podia encontrar não só Fast-Foods, mas como uma steak house e uns três Food Trucks. Pra muierada que curte doce, havia algumas barraquinhas por lá também! 😀 O segundo motivo é quanto a ambientação. Não sei porquê raios, o tema era Dinossauro. Enfim, havia algumas decorações, alguns dinos – no estande da Omelete também – e áreas montadas com base em ecossistemas. Até aí ok. Mas o mais interessante é que a VOZ do evento era de Wendel Bezerra, como GOKU!

Ou seja, Dino + Goku, me senti no universo Dragon Ball. *Ok, não sei se alguém foi tão longe assim :P* Mas voltando ao “Goku”, ele falava coisas como: “Não corra pelo evento.” Poxa, aí você ta lá comento de boa, e ouve e né? Como não respeitar, é o Goku cara! 

E falando em desenho, 218 quadrinistas/ilustradores estavam por lá, inclusive o #FRANJA lançando Frank Dead. A lista com todos eles, você confere por AQUI. Dava pra ficar perdido naquele mundarel de artistas… O #BELLAN está eternamente grato em ter encontrado Don Rosa <3 *lágrimas*

don rosa
Eu e Don Rosa (esquerda) – Criador de ‘Saga do Tio Patinhas’

E quanto aos cosplays? Local totalmente climatizado – alguns momentos dos painéis e pela noite, estavam bem frios o.o’ – o que possibilitou um agradável feeling pra galera que se caracteriza com costumes bem quentes. Quanto a quantidade, quinta e sexta havia uma quantidade considerável – postamos a cobertura AQUI – mas pra quem pode comparecer no sábado e domingo, pode curtir o ápice do evento neste aspecto. O vídeo que a galera do ANIMAFF fez ficou muito bacana, curta só:

Foi Épico?

Com certeza sim e creio que para a organização também. Com 13 anos curtindo centenas de eventos, nunca teve algo do naipe CCXP por aqui. Se a tendência é sempre melhorar, não dá nem pra imaginar o que vem por aí no ano que vem. Como a Yamato vê isso com seu Brasil Comic Con? Esperamos que as datas agora sejam resolvidas, não próximas e de que o foco de cada uma seja bem diferente.

Se há algum contra? Talvez melhorar a qualidade sonora/acústica dos painéis. Ora estavam baixos demais. Porém, se colocassem num volume alto, atrapalhava as palestras no auditório Business Summit.  De resto, foi FODA! m/

Bom, para não estender muito, tentamos explorar alguns pontos por lá. Mas lembrando que tinha MUITA coisa! Hollywood Treasure, LOLzinho pra galera, youtubers andando na boa por lá – e o MUCA agitando como sempre – galera da época Dragão Brasil lá na Devir, Turma da Mônica representou e muito no evento. Enfim… Se for o caso, traremos uma pauta mais específica sobre alguma atração de lá 😉

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Green Blood | Primeiro Gole

green blood
Green Blood (Imagem Divulgação)

A editora JBC lançou este mês, na Comic Con Experience, o 1º volume do maravilhoso mangá ‘Green Blood’ e como a galera do Suco pirou demais nele, nós não poderíamos deixar de fazer um Primeiro Gole!

O enredo da série é genial, porém é bem diferente do que estamos acostumados a ver em mangás, pois ele demonstra muita violência, miséria e atrocidades, ele demonstra até onde a natureza humana pode chegar, ou seja, ‘Green Blood’ mostra a verdadeira realidade do nosso mundo. Outro fator interessante é o modo que a história é contada, cheia de reviravoltas e mistérios; sempre deixando um gostinho de quero mais; até parece que você está ali, junto com os personagens vivenciando a história. Fazia tempo em que eu não me interessava tanto assim por um mangá . A história até lembra um pouco as HQs do Batman, mas sem as máscaras e a justificação moral.

A arte de ‘Masasumi Kakizaki’, autor do mangá, é MA – RA – VI – LHO – SA, cada personagem tem traços distintos. A arte acompanha o enredo: nas cenas tensas, as feições se transformam de maneira condizente; e nos momentos violentos, o autor não sente receio de desenhar e nem suaviza ferimentos, e isso acompanhado do enredo adulto, explica o fato de ‘Green Blood’ ser um mangá para maiores de 18.

O encadernado do mangá é muito lindo e custa R$ 14,50 , mas seu preço compensa, pois ele vem com páginas de ótima qualidade e algumas coloridas, sem contar os desenhos que sã0 “verdadeiras pinturas”!

*Lembrando que o mangá já está encerrado e conta com 5 volume (apenas o 1º volume contém paginas coloridas).

Vale ou não a pena?

Vale muito, mas muito a pena você comprar esse mangá, eu não vou spoilar, mas já no final do primeiro volume, você fica boquiaberto, espantando, curioso, tenso, pensando no que  vai acontecer em seguida, pois a historia dá uma baita reviravolta, que você não esperaria que acontecesse tão cedo.

Além do mais ‘Green Blood’ é do mesmo autor de ‘Rainbow: Nisha Rokubou no Shichinin’, que é um dos melhores mangás/animes de todos os tempos, inclusive já apareceu em dois ‘Top Suco’, ‘Melhores animes’ e ‘Melhores aberturas’, ou seja, ‘Green Blood’ é uma obra de arte!

Não vale a pena se você tiver menos de 18 anos!! HAHAHAHA

Bônus:

Por que o mangá se chama Green Blood ( Sangue Verde)? Não, não é porque ele mata marcianos!

Resposta: Porque se trata da invasão irlandesa nos territórios americanos. A Irlanda tem a cor verde como símbolo do país, logo os irlandeses possuem o “sangue verde” (figurativamente falando).

*Assim que sair os cinco volumes do mangá, ele volta aqui para uma Review!

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Naruto Ultimate Ninja Storm 4 | Gameplay Teaser

Depois do anúncio da Bandai-Namco do game ‘Naruto Ultimate Ninja Storm 4’ para PS4, Xbox One e PC, o jogo de luta finalmente ganhou um pequeno teaser – repetitivo – do seu gameplay. A desenvolvedora já garantiu diversos modos de jogo e será SIM possível batalhar offline. Outro adendo é de que o jogo vai adaptar algumas passagens dos mangás ainda não vistas no universo Naruto de games! Bora esperar!

Curta só o Madarinha lindo <3 

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9º Campinas Anime Fest | Especial Cosplay

9º Campinas Anime Fest Especial Cosplay
Foto: @sucodm / @365cosplay

Estivemos no 9º Campinas Anime Fest, realizado no dia 7. Por este e outros motivos é que não pudemos comparecer ao último dia da Comic Con Experience.

Porém, o evento de sampa nada afetou o do interior paulista, visto que era a final do Circuito Anime Fest. Já aproveitando, parabenizamos Tea Mazaki por mais esta conquista!

Você pode conferir aí os mais de 100 cosplayers que vimos por lá. Bem, como sempre, reforçamos que nosso horário de fotografar é entre as 15h ~17h mais ou menos, já que antes, estamos lá na Oficina de Mangá! 😀

Fotos por: @365cosplay

GALERIA 9º CAMPINAS ANIME FEST

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Dragon Ball Z Fukkatsu no F | Visual de Gohan é Revelado!

Já havíamos noticiado a data de Dragon Ball Z: Fukkatsu no F e de que o vilão seria Freeza AQUI. Mas agora saiu o primeiro sketch do GOHAN. O primeiro além daqueles personagens já revelados e que estão no link postado aí. Olha só aí na imagem abaixo 😀

dbz
Imagem Divulgação

A paz chegou na Terra. No entanto. No entanto, os restos do exército de Freeza, Sorbet e Tagoma chegam no planeta. Seu objetivo é reviver Freeza com as esferas do dragão. Seu desejo covarde for concedida, o “F” que planeja sua vingança contra os Saiyajins é revivido…!

Uma ficha técnica já foi divulgada também, olha só:

Director: Tadayoshi Yamamuro
Scripts: Akira Toriyama
Character Design: Akira Toriyama
Color Key: Teppei Hotta
CG Director: Kai Makino
Director of Photography: Yousuke Motoki
Production Manager: Kazumi Fujioka
Special Effects: Naotake Oota
Animation Director: Tadayoshi Yamamuro
Music: Norihito Sumitomo
Distributor: Toei Animation
Distribution Assistance: 20th Century Fox Japan

O cast de Seiyuu/Dubladores já saiu também, mas ainda não foi atrelado a que personagens cada um fará. Saindo, postamos por aqui 😉

Pra quem ainda não viu o teaser até agora, vai aqui:

Fonte: ANN 

 

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