Tá. Tudo bem que estava rolando todo um hype antes mesmo da animação sair. E aí que saiu e teve sua temporada finaliza por estes dias (14/12) e consigo levou o título de “Game of Thrones” dos animes.
Entre lágrimas e e posts de satisfação nas interwebs – principalmente no Facebook – resolvi dar uma chance para Akame Ga Kill. Eis que trago então, as primeiras impressões, e na verdade, o que achei quanto ao primeiro episódio da série.
A animação é baseada no mangá de 2010 com roteiro de Takahiro e ilustração por Tetsuya Tashiro, somando até o momento 11 volumes. O shonenzão da Square é publicado na revista Gangan Joker e também já ganhou um spin-off, o ‘Akame Ga Kill Zero‘, com o mesmo roteirista mas com ilustração de Kei Toru. Como já dito anteriormente, a animação manteve aquele padrão de 24 episódios e ainda não se sabe de uma continuação com nova temporada.
Enredo
Akame Ga Kill tem aquele climão de: “Jovem sai do interior para buscar oportunidades na cidade grande“. Parece que isso permeia em todo e qualquer universo, inclusive no da série. É com este objetivo Tatsumi vai até a capital se alistar ao exército local.
Depois de enfrentar alguns inimigos pelo caminho e chegar à capital, acaba se decepcionando. Nada que vê ou vive é o que imaginava. Tatsumi acaba dormindo até nas ruas como um mendigo depois de ser enganado por uma falsária. Nessa de estar nas ruas, uma jovem rica e bela dama o acolhe até sua casa. E é aí que morava o problema. Por trás de todo aquele bom tratamento, um galpão nos fundos do casarão “acolhia” aqueles que a tal jovem dama encontrava na rua. Mas bem, eram todos escravizados e torturados.
Bem, por ironia do destino, uma gangue de “justiceiros da noite” acabam invadindo o local e assassina todos os corruptos e bandidos do recinto. Até que sobra apenas Tatsumi, e agora que entra a tal ironia: A tal farsante que roubou toda a grana do jovem caipira é uma membro desta gangue e ela o convida pra entrar e fazer parte junto à ela. É aí que somos apresentados a Night Raid.
Chamando a Atenção!
Bem, pelo que parece a história vai focar nesta gangue de mercenários/justiceiros. Pelo que parece, tudo o que o tal Tatsumi imaginava quanto a cidade grande, foi deturpada. Corrupção, bandidos e muitos crimes rolam por lá. E com isso, forças especiais como a Night Raid deve agir. Outro fator que chama a atenção são quanto aos nomes dos episódios. Todos tem KILL!
Pelo fator da roteirização ser direta e fluida, a ação fica bem destacada quando aparece. É uma animação bem fácil de assistir e com toda certeza, eu #BELLANvai estar acompanhando e trazendo um review para vocês em breve! Quero saber destas tais mortes e mais sobre Akame lindeza <3… E que bom, não recebi nenhum spoiler até o momento 😛
Pra quem estava na Comic Con Experience, viu no painel o trailer umas duas vezes. Ta certo que o trailer já estava nas interwebs, mas em qualidade bem porca. Finalmente mandaram ver um trailer decente e em HD! Confira só:
Lembrando que o filme sai no terceiro semestre de 2015 e passará pós-eventos de Hades.
Revelado a poucos dias, a Capcom tinha dito que mais novidades viriam no evento Capcom Cup, que reúne os 16 melhores jogadores de Street Fighter do mundo!
Imagem Divulgação / Via Kotaku
Dito e feito. No último sábado (13), um novo vídeo de Street Fighter V foi mostrado com a participação de um personagem novo [surpresa aí. veja no vídeo abaixo]. Logo depois, uma demonstração do game com os monstros Mike Ross e Combofield, jogadores bem famosos no meio dos games de luta.
O Evento
Como já dito anteriormente, o evento reuniu os 16 melhores jogadores de Ultra Street Fighter IV. Em apenas UM MINUTO de partida, milhares de dólares estão sendo disputados. O primeiro colocado leva o prêmio de 30 mil doletas, o segundo fica com 15 mil e o terceiro com 5 mil. A estatueta deste ano ficou com o japonês Yusuke Momochi. (Imagem Abaixo)
*Rumores já apontam que as premiações do Capcom Cup 2015 podem chegar a MEIO MILHÃO DE DOLETAS! Ou seja, já vão treinando aí :3
Imagem Divulgação / Via Kotaku
A partida final de Yusuke, foi contra o jogador de Singapura – e vice do ano passado – Xian. Os detalhes desta partida você confere no vídeo abaixo. Confira a classificação:
O brasileiro Eric Moreira Silva, ou Chuchu, destaque no BGS deste ano acabou perdendo a primeira partida contra Infiltration. O seu adversário, sul-coreano mandava muito de Chun-li. Confira só no vídeo logo abaixo. No final, ele foi derrotado por 2 a 0. Mesmo assim, ele ainda tinha chances e continuou jogando. Ele trocou a usual Sakura por C.Viper, mas infelizmente teve um fim contra o japonês Bonchan que usava um Sagat.
Destiny é a nova franquia de jogos desenvolvida pela Bungie, criadora do megasucessoHalo, e publicado pela gigante Activision, mais conhecida como Publisher da série Call of Duty.
Assim como seu predecessor, Destiny é um jogo de tiro em primeira pessoa, mas que conta com elementos de jogos multiplayer massivos – MMOs.
Falar sobre o jogo é uma tarefa ingrata. Desde o começo Destiny foi concebido para ser uma nova franquia de peso, especulando-se que a Activision tenha previsto investir 500 milhões de dólares na nova franquia ao longo dos anos.
Antes mesmo do lançamento houve um investimento maciço em divulgação que, acrescido da reputação da Bungie por ter criado um jogo que revolucionou os jogos de tiro em primeira pessoa, gerou um hype gigantesco em cima do que ele viria a ser.
Infelizmente Destiny não correspondeu à expectativas criadas, falhando em alguns pontos, mas nem por isso ele é um jogo ruim. Muito pelo contrário, por mais que não seja o jogo perfeito, Destiny acerta em tantas coisas, ou mais, do que falha, tornando um jogo extremamente agradável e viciante.
Destiny (Imagem Divulgação)
História
A história do jogo se passa aqui em nossa galáxia. Em um futuro não tão distante, a humanidade ao explorar o espaço acaba encontrado algo chamado “O Viajante”, que desencadeia nossa Era de Ouro, com a descoberta de novas tecnologias e a colonização dos planetas próximos à Terra.
Porém, com a vinda d’O Viajante, veio também “A Escuridão”, que destruiu as colônias humanas sobrando apenas a Ultima Cidade na Terra. O seu personagem é um Guardião, um guerreiro forjado na Luz do Viajante e que pode usar a Luz como arma contra as forças da Escuridão. Seu objetivo é proteger a Cidade e salvar a humanidade da destruição.
E é basicamente só isso. A história em momento algum do jogo é desenvolvida. Há algumas raças alienígenas nas quais seu personagem luta contra, há duas raças além da humana na parte dos aliados, mas nenhuma delas é explicada e desenvolvida.
Seu personagem é levantado dos mortos sem saber como, por um robozinho chamado Fantasma que você não sabe o que é e tem que atirar em tudo que aparece pela frente sem saber o porquê, até que o jogo acaba com a famosa frase “esta guerra ainda não acabou”.
Há poucas cenas não interativas elas não fazem muito para explicar o universo do jogo. Porém, durante o jogo você pode coletar Fantasmas mortos que desbloqueia um grimório. Neste através dele é possível saber um pouco mais sobre o universo do jogo através de cartas desbloqueáveis.
Matar um determinado número de inimigos ou com uma determinada classe também desbloqueia novas informações. Não é muita coisa, mas dá pra perceber que o potencial ta ai, mas que não foi bem explorado.
Assim, a história é o ponto mais fraco do jogo. Mas onde a história peca, a mecânica brilha.
Destiny (Imagem Divulgação)
Jogabilidade
Como já dito, Destiny é um jogo de tiro em primeira pessoa, mas há também elementos de RPG. O jogador pode criar seu Guardião em três raças distintas, em ambos os sexos, masculino e feminino.
Essas mudanças são meramente estéticas e não influenciam o gameplay em nenhuma maneira. Há diversas opções de customização da face do personagem que, embora não sejam tão detalhadas como Dragon Age, por exemplo, fazem um bom trabalho.
Além disso é possível escolher entre três classes distintas, Arcanos, Caçadores e Titãs. As classes não possuem diferenças gritantes entre si, mas elas estão presentes e da pra sentir a diferença de jogar com cada uma delas.
Embora todas as classes possam usar de forma igual todas as armas do jogo, cada uma delas possuem granada, saltos, golpes físicos e especiais diferentes. Cada classe possui armaduras diferentes também, mas a diferença maior é estética, apesar de haver maior classe de defesa em uma do que outra.
Destiny (Screenshot Divullgação)
Cada classe é dividida em duas subclasses diferentes, cada uma com sua granada, salto, golpe físico e especiais diferentes. A primeira vez que o jogador estiver jogando, a subclasse somente é desbloqueada ao atingir o level 15, mas uma vez feito com um personagem, os demais podem escolher qualquer das subclasses desde o início.
As armas são divididas em três categorias, primárias, especiais e pesadas, cada uma com um tipo de munição diferente. As armas primárias são os Rifles Automáticos, Rifle de Pulso, Rifle de Batedor e Canhão de Mão. As especiais são as Escopetas, Rifle de Fusão e Rifle de Precisão. E as pesadas são os Lança Foguetes e Metralhadoras Pesadas.
Cada uma das armas tem status diferentes e as especiais e pesadas podem possuir três tipos de danos elementais, fogo, arco e vácuo. Cada um desses funciona melhor em um tipo de inimigo.
Além dos tipos, as armas são divididas em categorias, as normais, incomuns, raras, lendárias e exóticas. A partir das incomuns as armas possuem habilidades especiais que são desbloqueadas com experiência e compradas usando lúmen, a moeda do jogo, e materiais coletado nos planetas.
Destiny (Screenshot Divullgação)
As exóticas e lendárias são as melhores armas do jogo, sendo que as exóticas geralmente tem alguma habilidade que diferencia mais das demais armas, mas como lado negativo, você só pode usar uma arma exótica ao mesmo tempo. Se quiser usar um rifle de fusão exótico no slot especial vai ter que trocar seu rifle automático exótico do slot primário.
Já as armaduras são divididas entre capacete, luvas, peitoral, botas e item de classe. Eles também seguem a ordem de hierarquia das armas, podendo ser comum, incomum,raro, lendário ou exótico.
Os exóticos também a mesa restrição das armas, de forma que seu guardião somente pode ter equipado uma armadura exótica. Os itens de classe são diferentes para cada classe e tem função meramente estética.
O modo história funciona por capítulos e sub capítulos. Os capítulos são planetas que possuem um mapa só gigante por planeta, e os sub capítulos são as missões dentro dos diversos espaços desse planeta.
Destiny (Screenshot Divullgação)
Há quatro capítulos distintos com diversas missões. As missões são divididas em principais, secundárias, assaltos e patrulha. Todas as missões podem ser feitas em grupo de até 3 pessoas e os assaltos são missões maiores obrigatoriamente multiplayer que tem um sistema de matchmaking.
Ao atingir o level 20, o jogo muda consideravelmente. A partir daí são desbloqueados os equipamentos lendários e exóticos e seu personagem para de evoluir com experiência. Para chegar ao level máximo do jogo, o personagem deverá conseguir equipamento com o atributo “Luz”.
Quanto maior esse atributo,maior o level, até chegar no máximo de 30. Equipamentos lendários dão no máximo 27 de luz, podendo o guardião chegar até o máximo do level 28. Equipamento exótico dá até 30 de luz, que junto com outros três lendários o leva até o level 29. Para chegar no último level é necessário um equipamento lendário que somente é obtido fazendo a Incursão.
Destiny (Screenshot Divullgação)
A partir do level 20 são desbloqueado as missões heroicas, que são as mesmas missões do modo história, só que com dificuldade elevada. Há uma missão heroica por dia, um assalto heroico por semana e o assalto heroico semanal tem uma versão épica chamada “Anoitecer”. Além disso, a partir do level 24 é desbloqueada a Incursão que é uma missão única para seis jogadores, e também o ponto alto do jogo.
O ponto negativo é que essas missões não possuem sistema de matchmaking, ou seja, elas são feitas para vários jogadores, mas o jogo não forma um esquadrão com as pessoas que querem jogar, você precisa formar seu próprio esquadrão para jogar essas missões acompanhado, o que torna o jogo pouco atraente para quem não tem amigos jogando.
As missões em si seguem basicamente a mesma fórmula: vá até “x”, defenda o local enquanto seu Fantasma analisa “y”, mate “z”. Porém as mecânicas são bem desenvolvidas e recompensadoras. É sempre muito gosto atirar nos inimigos. Tudo é muito bem feito e polido. Com exceção de alguns bugs, principalmente relacionados à conexão, jogar Destiny é sempre muito gostoso.
Destiny (Screenshot Divullgação)
Além do modo cooperativo, há também o competitivo no Crisol. Lá você poderá enfrentar adversários em grupos de 6v6 livre, 6×6 em controle, 3×3 ou free for all. Há também um outro modo mas que é por temporada, e eu não tive a oportunidade detestar até o presente momento.
Muito embora este redator não tenha muita experiência em jogos competitivos online, achei muito agradável o PVP do Destiny. No geral não tive problemas de lags, com algumas exceções e achei relativamente equilibrado, na medida que os benefícios de level são desabilitados. É claro que há armas mais fortes que outras, mas algumas desigualdades gritantes foram corrigidas através de patchs.
Parte Técnica
Na parte técnica o jogo é impecável. Ao menos na versão testada, que é a de Playstation 4. A direção de arte é incrível e os gráficos na nova geração são muito bonitos. Talvez não sejam os mais bonitos, mas são muito agradáveis de ver.
A parte sonora não fica atrás. A trilha sonora é composta pelo veterano do Halo, Martin O’Donnell, e conta com uma música cantada pelo Beatle, Paul McCartney. A trilha sonora original é incrível e se destaca no meio da jogatina. Não foram poucas vezes que eu ou os membros do esquadrão comentamos sobre a música que estava tocando.
Destiny (Screenshot Divullgação)
Os efeitos sonoros são bem convincentes, com belos sons de tiros e explosões. Já a dublagem foi bem controversa. Na maior parte do tempo você vai ouvir apenas o seu fantasma, que em inglês é dublado pelo ator Peter Dinklage, o famoso Tyrion Lannister na série Guerra dos Tronos.
Porém a dublagem não foi das mais bem recebidas. Muito talvez seja pelo fato do personagem que ele dubla ser um robô, mas ainda assim ficou aquém do esperado.
Destiny (Screenshot Divullgação)
Conclusão
Destiny é como uma pedra preciosa bruta. Não tem o valor de uma pedra lapidada, mas o potencial está lá. A história é fraca e as missões repetitivas, mas a mecânica é tão bem trabalhada que te faz ignorar os problemas e continuar jogando vez a após vez.
Não é o jogo perfeito, mas definitivamente vale a pena jogar. Muito embora o jogo possa ser jogado em sua maioria sozinho, ele realmente brilha nas missões cooperativas, de forma que é recomendado jogar com os amigos.
Mesmo que não tenha amigos jogando, há uma comunidade bem grande e é possível achar na intenet diversos parceiros de jogo para se divertir junto.
Curte um jogo de tiro em primeira pessoa? Dê uma chance a Destiny.
Eae blz? Hoje vamos de seinen/ecchi +18, Nozoki Ana. O que é ecchi +18? Você já viu um ecchi? O que diferencia um ecchi “normal” e um +18 é de que o último tem sexo.
E isso não seria hentai? Não, pois não tem órgãos sexuais explícitos na tela; Normalmente colocam um tampão ou simplesmente não são desenhados.
Tá, Vamos Espiar
Publicado na revista Shogakukan, de outubro de 2009 a fevereiro de 2013 pela mangaká Honna Wakou, teve 13 volumes. A história trata sobre Tatsuhiko Kido, um jovem que acaba de mudar-se para um apartamento e ingressar na faculdade. Pela noite, Kido levanta-se e encontra um buraco na parede e quando olha, vê uma garota – Ikuno Emiru – “brincando com si mesma”. Depois de um tempo olhando, ela percebe, vai até o buraco e dá de frente com o olho de Kido; O garoto se assusta, cai para trás e logo depois vai ao quarto da garota se desculpar. Quando a garota atende ele tem uma surpresa: Ela sugere um acordo de dividir o buraco com ele, a Regra do Espiar.
Foi impressionante o desenrolar da historia, a forma que as cenas de sexo são mostradas – com peito, muito peito ^o^ – além da abordagem madura de alguns temas como sexualidade na faculdade. O traçado é bem bacana e bem variado, vale uma ressalta pelos cabelos das personagens femininas que são bem bonitos.
Diferenciado
E se vale ou não a pena ler?
Sim, o desenrolar da trama é muito bom, cheio de altos e baixos, o personagem principal é bem cativante. Um exemplo é de que, quando se lê, sentimos de fato a dor do personagem, o prazer que ele está tendo e isto é raro neste gênero, de fato, vale a leitura.
Há também um OVA feito em fevereiro de 2013. Particularmente não gostei desse OVA, as cenas de sexo não são bem feitas, as vozes não combinam e o protagonista é muito resumido em comparação ao mangá.
Há ainda um live-action produzido este ano (2014), mas este nunca vi então não posso comentar, até o próximo gole!
O evento chega à sua 12ª edição e será realizado em sua tradicional casa, a Universidade Cruzeiro do Sul. Localizada na zona leste de São Paulo, possui acesso fácil vindo de diversas estações do metrô e fica ao lado do Shopping Anália Franco.
Em sua nova edição, o Ressaca Friends, traz pra São Paulo uma festa de natal diferente para os fãs de animes, mangás e cultura POP em geral. O evento reúne milhares de fãs para o último grande evento do gênero no ano de 2014. O evento possui ainda uma ação social de arrecadação de alimentos para que instituições de caridade tenham um final de ano mais agradável. E para que isto ocorra, o visitante colabora doando um quilo de mantimento não perecível (exceto sal, açúcar e fubá) e ainda ganha desconto no preço do ingresso. Aqueles que fizerem a compra antecipada dos ingressos terão a chance de concorrer à uma Câmera Instax Mini 25, que imprime as fotos na mesma hora em que forem tiradas. E todos os participantes poderão levar pra casa um prêmio que será dado pelo Papai Noel, nos sorteios que ocorrerão durante o dia todo no Palco Principal.
Entre seus destaques da programação, teremos o Lançamento do mangá e do novel “No Game No Life” com a presença dos desenhistas e roteiristas Yuu Kamiya e Mashiro Hiiragi, seus autores, que visitam pela primeira vez um evento brasileiro e participarão de sessão de autógrafos e um bate-papo com seus fãs.
No domingo, o evento contará com um super show da banda japonesa Home Made Kazoku, inédita no Brasil, responsável por temas de animes como Naruto e Bleach. A parte musical se completa com a apresentação da banda GATTAI, que vem se destacando no cenário musical brasileiro
Palestras de webcelebridades como Muca Muriçoca e Ronaldo de Azevedo, criador do canal do YouTube Gato Galáctico, e dos narradores Diego “Toboco”,Guilherme “Tixinha”, Gustavo “Melão13” e Gustavo “gstv”, principais nomes do e-Sports brasileiro, e das principais editoras de mangás do mercado nacional (JBC, NewPOP, Nova Sampa e Panini Comics complementam a programação do evento, além de jogos de videogames, área de estandes de quadrinhos, de tecnologia e de souveniers, salas temáticas e praça de alimentação. Imperdível!
E não é só isso, fique ligado no resumo de tudo que acontece no evento:
– Animekê: Nesta atividade, não há lugar para a timidez! Cante bem ou cante mal, a única regra é cantar à vontade. Aproveite essa chance e descubra seu talento ou treine para o disputado Concurso de Animekê, que terá como prêmio Super Headphones!
– Campeonato de Videogames: Espaço onde o público participa de campeonatos de videogames com seus jogos favoritos. Destaque para os consoles PlayStation 3 e 4 (Sony), Xbox 360 e Xbox One (Microsoft).
– Concurso de Cosplay (fantasias): O Ressaca Friends é recheado de atrações dedicadas ao Cosplay como o Concurso Cosplay nas categorias Cos, Play e Grupos, e as seletivas do Yamato Cosplay Cup Brazil, o concurso individual e o Yamato Cosplay World, o concurso em duplas, E a dupla vencedora receberá uma passagem para o Japão.
– Estandes de vendas e institucionais: Espaço da feira destinada à venda de produtos (chaveiros, pôsteres, camisetas, DVDs) ou divulgação de marcas.
– Salas Temáticas: Realizadas em dezenas de espaços exclusivamente reservados aos grupos de fãs, é uma área onde é possível conhecer mais sobre o universo de diversas produções cinematográficas, televisivas e musicais. Destaque também para áreas reservadas exclusivamente a videogames e cardgames.
– KPOP Cover Challenge: A final que vai eleger o melhor grupo de dança cover de música coreana é um dos destaques do Palco Principal do Ressaca Friends.
– Ribbon Fashion Contest: 10 garotas dos mais variados estilos de Lolita, moda urbana japonesa com vestidos inspirados na época Vitoriana, disputam o título da mais bela Lolita do Brasil.
Expectativa de Público da edição 2014
A expectativa de público para o Ressaca Friends 2014 é de 20.000 mil pessoas para os 2 dias de evento, sendo o domingo o dia mais movimentado atingindo 60% do público total. O público, na sua grande maioria jovem, varia entre 08 e 28 anos e com uma crescente participação dos pais e demais familiares.
SERVIÇO
Evento: Ressaca Friends 2014
Data: Dias 20 e 21 de dezembro
Local: Universidade Cruzeiro do Sul – Av. Regente Feijó, 1295 – Tatuapé – São Paulo – SP
INGRESSOS:
Dia 20/12 (sábado)
MEIA-ENTRADA: R$ 25,00
INTEIRA: R$ 50,00
Dia 21/12 (domingo)
MEIA-ENTRADA: R$ 25,00
INTEIRA: R$ 50,00
PROMOÇÃO: DOE UM PACOTE (500g ou 1kg) DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL (EXCETO SAL E AÇÚCAR) E PAGUE MEIA-ENTRADA.
A Comic Con Experience marcou não só por sua grandiosidade de atrações e estandes, mas também por seus cosplays. Estivemos cobrindo os dois primeiros dias de evento – enquanto o #FRANJA participou da quinta e sábado – e colocamos aqui as fotos dos cosplayers que tiramos!
Um adendo é que a quantidade de coisa pra fazer lá era tão grande, que não era possível focar em apenas uma atividade. Esperamos no ano que vem ir com uma equipe ainda maior e trazer mais fotos pra vocês!
O autor Masashi Kishimoto confirmou sua participação na produção de um novo longa da série, previsto para o meio de 2015, algo como Agosto. Ainda não se tem nenhuma novidade ou detalhes sobre tal filme, mas já se sabe que o enredo será focado no personagem Boruto. Lembrando que um novo mangá também está sendo produzido para o ano que vem – em Março – e conterá aproximadamente três volumes. Enredo é focado nos filhos dos protagonistas.
Kishimoto também falou da homenagem que Eiichiro Oda fez. O site OnePieceEx trouxe em primeira mão a tradução:
“Depois de ver a capa do mangá One Piece 766, imediatamente escrevi uma mensagem no LINE (um serviço de mensagens popular usado no Japão) e agradeci Eiichiro Oda pelo seu feito. Não só pela capa, mas também por causa de seu comentário na Revista Weekly Shonen Jump, onde Oda o chamou de seu “Colega, Amigo e Rival” que é como eu pensava sobre One Piece e Oda-san, por todo tempo que fiz o mangá de Naruto. Isso me deixou muito feliz.“
Kishimoto também comentou sobre se ele ele estava “por dentro” de One Piece:
“Se estou por dentro de One Piece? Mas é claro! Afinal de contas, é One Piece! Mas, eu realmente não posso dizer nada mais além disso (risos). Mas se não tivesse existido One Piece, se eu não tivesse visto Oda como um rival, como eu fiz, então creio que Naruto não teria chegado tão longe. Eu obviamente prefiro Naruto, mas One Piece também é um mangá muito especial.“