Olha só que beleza! Agora ninguém tem desculpa para não assistir Saint Seiya: Soul of Gold.
A Toei Animation fará a exibição do anime via Daisuki – AQUI – tendo legendas em português e claro, tudo isso na estreia mundial que acontecerá no dia 11 de Abril. O esquema de transmissão será similar ao de Sailor Moon Crystal, com um episódio a cada 15 dias, ou seja, um sábado sim e n’outro não.
Além disso, o serviço Daisuki também possui app para Android e iOS, confira AQUI
Enredo
A história se passará em Asgard, pós os eventos da Saga de Hades. Acredita-se que eles reviveram após o Muro das Lamentações, e como? Ainda não se sabe, mas temos Aioria como sendo o primeiro ressurgido e dando de encontro com Hilda e Freya.
Com 13 episódios, Saint Seiya: Soul of Gold tem na direção Takeshi Furuta (Saint Seiya Omega) e para o design de personagens, Motohashi Hideyuki (B’tx e Lost Canvas).
E voltamos com mais uma análise de um dos maiores hypes da atualidade, Tokyo Ghoul. Não é nenhum segredo, mas já avisando. Para você ter um aproveitamento melhor deste artigo, é bom você ter assistido a primeira temporada (confira nosso REVIEW).
Já lançando a pergunta: Você achou esta segunda temporada Root A superior a primeira?
Como de praxe, vamos apenas nos manter com a animação e deixar o mangá de lado na questão comparativa, já que as diferenças nesta sequência foi bem maior que na primeira temporada. Mas voltando a pergunta, a nossa resposta é NÃO! No decorrer do texto, vamos ver do(s) porquê(s).
Urgência e Atropelamento
Uma das questões que podemos abordar é quanto ao gap entre a primeira temporada e a segunda. Será que se este tempo fosse um pouquinho mais longo, teríamos uma melhor qualidade técnica da série? Creio que todos que assistiram, repararam nos altos e baixos da animação – bem maiores que da temporada debut – e sério, algumas cenas de combate pareciam “gifs animados”, sabe daqueles que repetem?
Não sei qual o peso de Shuhei Morita ou estúdio Pierrot nesta questão de animação. Faltava verba? Não dava para comprimir em 10 episódios? E lembrando que o diretor aí já foi nomeado ao Oscar em 2013.
Ritmo e Dinâmica
Na season premiere haviam alguns episódios arrastados e com uma trama que levava um tempo angustiante para se resolver. Isso voltou nesta sequência e elevado ao quadrado. Já no primeiro episódio, mesmo com uma dinâmica bacana e gostoso de assistir, já dava pra sacar que aquela ansiedade em ver o couro comer no fim da primeira temporada, iria ser bem passageira. Sinceramente, foi uma sequência de luta um tanto quanto broxante…
O melhor plot desta temporada é o ataque da Aogiri na prisão de segurança máxima Cochlea, com as melhores e mais excitantes cenas de batalha da série até então, onde destaco para a sequência de Akira e Amon. Já na segunda metade da série, o que parecia que iria engrenar de fato, acabou com uma frustração sem igual. Mais e mais episódios arrastados, enrolados e que a cada mistério que se revelada, duas dúvidas a mais surgiam. O ritmo só retorna a ficar interessante, na dobradinha de episódios no final.
Profundidade Superficial
Antes mesmo de começar a série, já se falava que teríamos mais presença da Aogiri com Kaneki. Mas sério, não desenvolveu nada e quase não sabemos sobre cada um dos membros de lá. E nessa de apresentar e trabalhar com uns 10 personagens a mais que na primeira temporada, ficamos que nem “barata tonta” nas trocas de cenas. Pouca coisa é trabalhada de forma concisa, causando diversas confusões e furos de roteiro durante toda a série. Mas ok, não dá pra crucificar só o roteiro de Chuuji Mikasano.
Ainda falando sobre o tratamento de personagens, o mais absurdo é: Kaneki não é o protagonista da série. Sério, esta temporada o deixa muitas vezes de lado, sofrendo, andando – este último é o que ele mais faz – e parece que o garoto é um personagem suporte. E a Touka? Coitada, foi rebaixada de uma badass para uma emoxinha que choraminga o tempo todo… Ô sofrência paínho ;~~
Uma das cenas mais bacanas desta temporada e pra quem shippa muito com esses dois:
O Lado Humano
Uma das características marcantes de Tokyo Ghoul – e também de Root A – é o tratamento da psiquê humana e de como nós reagimos a morte, perda e a dor. Nesta questão, pelo menos, a segunda temporada traz muitos momentos bacanas, onde novamente temos humanos com ações totalmente bestiais e o contrário também, com ghouls em ações totalmente humanizadas, que destaco aqui uma cena bem chocante com Touka e seu dilema em querer ser mais humana.
E aí ficamos naquela: A CCG trabalha para que seus soldados não “se identifiquem” ou “se apeguem” aos ghouls? Há vários momentos em que Amon reflete quanto as suas ações e as atitudes – em especial do Kaneki – dos ghouls. Quem está certo e quem está errado?
Fotografia + Feeling
Apesar da queda de qualidade em diversos pontos da temporada, a animação tem uns picos de beleza estonteante, vide o último episódio. Além da qualidade técnica e da taxa de quadros por segundo, temos tomadas de câmeras belíssimas e posso citar em especial – e sem spoiler – com a Touka em meio à destroços de uma construção.
Outro ponto forte e bem interessante é a escolha da trilha sonora, que ao contrário da abertura “polêmica”, temos uma escolha bem bacana para as cenas em que elas tocam. E citando mais uma vez o último episódio, há uma grata surpresa, que une bem esta questão da fotografia + trilha sonora.
Touka compõe um dos belos cenários da segunda temporada de Tokyo Ghoul (Imagem Divulgação)
Cliffhanger Final
Não demora muito para sacarmos que o cerne e trama central desta temporada é com relação ao Coruja, suas ambições e seu passado. A temporada Root A trabalha em todos os episódios algumas deixas e dicas de quem pode ser o tal personagem/vilão da CCG em questão, culminando no último episódio, um gigantesco cliffhanger para uma nova temporada.
Com este fato, leva-se a crer que a toda essa “linguiça” e “roteiro arrastado” foi para criar este pano de fundo e diversas cenas estavam lá para tapar buraco. E aí que voltamos naquela: Ou trabalhasse melhor as personagens ou culminava a série em 10 episódios – ou até mesmo em 6 + 6. Mas um fato é, queremos saber o que vai acontecer à partir de agora!
E Agora?
É bem provável que teremos uma nova temporada, mas não dá pra dizer que seria neste ano. Esta terceira temporada seria com acontecimentos alternativos ou paralelos? Continuando a história do autor em Tokyo Ghoul RE? Recentemente saiu a notícia de um OVA que será a adaptação do spin offTokyo Ghoul Jack e um teatro/musical está sendo produzido no Japão. Material não falta e vamos torcer para que a série não acabe “flopando” de vez.
Termino em dizer que esta temporada não representa toda a obra de Sui Ishida e tem muito leite nessa pera. Só podemos torcer para os produtores aproveitarem melhor a obra e dar um respiro para o trabalho e criatividade, evitando assim uma temporada chutada como essa.
Para quem é fã e quer mais porradaria que roteiro, assista! Se você não foi muito com a cara da primeira temporada – e mesmo assim assistiu – tem de ter coragem para essa. Se você procura um roteirinho coeso e fechado, fuja! Se você quer mais Kaneki blindão: fuja². E o principal, se você quer a Touka? Me ajuda a procurá-la e a traze-la de volta!
*E nunca pensei que a música de abertura fosse fazer tanto sentido. Esse jazz-contemporâneo-fusion sem pé e nem cabeça, combina bem com Root A.
A edição de maio da Monthly Shounen Magazine trouxe o que todos esperavam: A segunda temporada de Noragami!
E já adiantou que a nova temporada vai estar com a mesma equipe técnica, dubladores e virá pelo estúdio BONES. Agora, quando? Há rumores para Outubro. Mas vamos esperar ^^
A editora Nova Sampa anunciou novos títulos para o segundo semestre, são eles:
Koroshiya-san
O mangá acompanha a rotina do melhor mercenário de aluguel do Japão: Koroshiya-San. A série escrita por Masahide Ichij possui arte de Chiku. Ao todo são 4 volumes.
Hokori Pride
Do mesmo criador de Super Campeões – Capitão Tsubasa – Yoichi Takahashi conta um pouco de um time da segunda divisão que darão de tudo para chegar até a primeira! São 4 volumes.
Carnaval Glare
Basicamente é uma história recontada de João e Maria, sendo um one-shot lançado em 2013 por Kazuomi Minatogawa. A trama conta como Hansel, que trabalha para uma organização de Caça as Bruxas, irá vingar a sua irmã, morta pelas entidades malignas.
Quem aí tem saudades de Lost Canvas? Na real, o #BELLAN só se interessou de fato nesta mitologia com a série da Shiori Teshirogi.
Ela mesmo foi a responsável por emitir tal mensagem em seu último volume da série Gaiden: “O ano que vem será crucial para Seiya e Lost Canvas”. Qual o sentido disto? :O Uma nova animação?
Lembrando que Lost Canvas é a única série “fora” da Toei Animation e talvez um dos motivos de seu cancelamento nas TV’s é justamente quanto a questão judicial. Quanto a baixa audiência, deve ser balela, só o mangá Canvas + Gaiden, soma-se 38 volumes, 10 a mais que o de Masamu Kurumada!
Como tem CDZ todo ano, seria uma boa ter uma nova temporada de Lost Canvas no ano que vem, não é? Vamos esperar baixar a bola de Soul of Gold e torcer por novidades.
É isso aí, a temporada de Inverno está acabando e próximo dos dias 3 e 4 de Abril, a Temporada de Primavera vai começar de vez, e já adiantamos que é uma das MELHORES de uns anos pra cá.
Selecionamos 8 títulos que fazem sua estreia – series premiere – porquê né, reboots e sequências vamos ter de monte! Para quem quiser e procura um guia completinho e enxuto, recomendamos este site AQUI: Tá em inglês, mas vale a pena 😉
Triage X
Ecchi, Ação, Aventura, Escolar Estreia: 08/04 Episódios: 10 Estúdio: Xebec (Softenni, Hen Zemi, MM!)
Sinopse: Quando a lei não alcança os piores criminosos, a infecção se espalha pela cidade e sua eliminação requer um tratamento agressivo. Nessa hora, entra em campo a organização secreta Black Label, da qual faz parte o estudante Arashi Mikami!
Já conhecido por aqui – mangá lançado pela Panini – Triage X é uma das apostas ecchi para esta temporada, junto com High School DxD. Apesar do estúdio não ter tanto peso, é o momento do mesmo mostrar um trabalho bacana para atrair ainda mais fãs.
Sinopse: O príncipe Arslan, após escapar de uma guerra que devastou seu país, decide reunir um grupo de aliados que almejam o mesmo que ele: vingança. Para isso eles vão precisar formar um exército para vencer os milhares de soldados que invadiram Pals, a terra natal de Arslan, controlados por Lord Silver Mask, que voltou para tomar posse do trono e governar Pals.
A série ainda tem 3 ~4 volumes e já ganhou animação. Tudo por causa do peso da autora, Hiromu Arakawa (FMA, Gin no Saji) e vem com mais uma obra que promete agradar a todos os fãs do shounen tradicional. Com um staff excelente, o anime é um dos promissores a melhor da temporada.
Sinopse: O sonho de Souma Yukihira é se tornar um chef de primeira no restaurante de seu pai e superar suas habilidades de culinária, mas assim que se gradua no ensino fundamental, seu pai, Jouichirou Yukihira, fecha o restaurante para cozinhar nos Estados Unidos. Embora oprimido, o espírito de luta de Souma se reacende pelo desafio de Jouichirou no qual é sobreviver numa escola de culinária de elite onde apenas 10% dos estudantes se graduam. Poderá Souma sobreviver?
Bebendo da água de Love Stage, J.C. Staff tem um trabalho para se firmar entre um estúdio proeminente dessa geração. Ainda que com Shokugeki no Souma as dificuldades não serão tão grandes – talvez seja uma fácil adaptação para as telas – pelo que pareceu nos trailers, ter 24 episódios acabou “genericando” demais os traços e a animação. Mas vamos ver, já que é um dos animes mais esperados da temporada!
Sinopse: Quando criança, Sakura Mamiya desapareceu misteriosamente no bosque atrás da casa de sua avó. Voltou inteira e saudável, mas desde então ela teve o poder de ver fantasmas. Agora uma adolescente, ela só quer que os fantasmas deixem-na em paz! Na escola, a mesa ao lado de Sakura está vazia desde o início do ano letivo. Então, um dia o ausente colega chamado Rinne Rokudo aparece pela primeira vez, mas ele na verdade é alguém que Sakura jamais imaginaria conhecer.
O mangá já vai para seu 21º volume e a animação vai passar na NHK. Isso já mostra que vamos ter mais uma temporada vindo aí. Para a galera que procura um anime casual, bacaninha de ver e quer rir um pouco, este aqui está recomendado. E não dá pra não citar: Outra obra da mestrA mangaká, Rumiko Takahashi!
Owari no Seraph
Ação, Sobrenatural, Mistério, Drama Estreia: 04/04 Episódios: 25 Estúdio: WIT Studio (Shingeki no Kyojin, The Rolling Girls)
Sinopse: Um dia, um vírus misterioso apareceu na Terra, que matou todos os humanos infectados com idade superior a 13 anos. Ao mesmo tempo, os vampiros surgiram a partir de trevas do mundo e da humanidade escravizada. Hyakuya Yuuichirou, um jovem rapaz que, juntamente com o resto das crianças de seu orfanato, são tratados como gado pelos vampiros. Mesmo em cativeiro, Yuuichirou sonha grande. Ele sonha em matar vampiros. Ele sonha em matar todos eles.
Um dos maiores sucessos da atualidade na Jump Square, é um dos animes que o #BELLAN mais espera e que mais está ansioso. Só lembrando que nessa temporada serão 12 episódios e em outubro, Owari no Seraph volta para mais 13. E quanto a animação, e não citando Shingeki no Kyojin, vocês viram o trampo FODASTICO que o Wit Studio fez com The Rolling Girls? Então 😉
https://www.youtube.com/watch?v=r9MwOH8gn5w
Nagato Yuki-chan no Shoushitsu
Romance, Escolar, Comédia, Slice of Life Estreia: 04/04 Episódios: 16 Estúdio: Satelight (Macross Frontier. Basquash!, Shugo Chara!)
Sinopse: Nagato Yuki, a tímida presidente do clube de literatura, nunca foi muito segura de si em torno das outras pessoas. Mas em torno de Kyon, o único menino no pequeno grupo de três pessoas do clube, Yuki encontra-se hesitante ainda mais do que o habitual. Para Kyon, e por seu precioso clube, Yuki deve encontrar sua confiança e deixar que sua verdadeira personalidade brilhe!
Especialmente para os fãs da franquia Suzumiya, o spin-off conta o arco da light novel ‘Suzumiya Haruhi no Shoushitsu‘, mas do ponto de vista de Nagato. Mais um daqueles animes “gostosos” de se ver num domingo ensolarado 😉
Sinopse: Conhecido como “Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru no Darou ka?”, a cidade de Orario possui um enorme labirinto no subsolo. Seu nome estranho atrai excitação, ilusões de honra, e as esperanças de romance com uma garota bonita. Nesta cidade de sonhos e desejos, o novo aventureiro, Cranel Bell, tem o fatídico encontro com a pequena Deusa Hestia. Assim começa a história de um menino que se esforça para se tornar o melhor aventureiro e uma deusa solitária em busca de seguidores tanto na esperança de alcançar seus objetivos e, talvez, ter algum romance ao seu lado.
Que trabalhão heim J.C. Staff? Não sei o quanto pode atrapalhar ou não ter dois animes numa mesma leva – se bem que não sabemos quando foram produzidos de fato – mas é um risco que o estúdio tá correndo nisso aí. Este, pra quem curte um bom RPG – ou mesmo a franquia MAGI – pode se identificar com a série. Aventuras e Muitas Confusões com esta turminha do barulho :p
Sinopse: Ninja Slayer é um drama de ação com elementos de cyberpunk e com temática sobre ninjas que se passa num futuro próximo de Neo Saitama (cidade fictícia baseada na real), onde almas de ninjas foram libertadas. O enredo segue Fujikido Kenji, um assalariado que teve a esposa e os filhos assassinados. Devido a isso, ele busca se vingar daqueles que o enganaram prometendo eliminar todos os traços restantes dos ninjas na Terra.
Este pode ser o anime mais esperado da temporada e carrega um HYPE imenso em questão de sua animação. Normalmente, o estúdio Trigger não deixa a desapontar e teremos um bom trabalho de roteiro – assim esperamos – do light novel escrito por Americanos!
Esta é uma prova de que a criatividade não tem limites. Olha só o que fizeram com o boneco do Goku numa luta acirradíssima contra Broly; E tudo na mesa do quarto de Jordan Tseng!
O SXSW Gaming Awards é uma premiação onde só participam os chamados “jogos AAA” e o interessante é que o evento tem até categoria de “Melhor Personagem”. Esta é a segunda edição do evento, onde no ano passado contou com ‘The Last of Us’ como grande vitorioso.
Neste ano, Dragon Age: Inquisition saiu como o grande vencedor, seguido de ‘Child of Light’, ‘Destiny’ e ‘Middle-Earth: Shadow of Mordor’. Veja só: