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Eu Amo A Minha Mãe! | Top Suco

Fala Galera!
A equipe do SUCO tem o orgulho de apresentar mais um Top Suco!

O Top Suco traz, segundo a opinião dos editores, os melhores representantes das diversas categorias que serão exploradas. Nada mais justo que apresentar as mamães do universo dos animes não é? Sem delongas, curta só as dez que escolhemos! 😀

Originalmente postado no dia 11/05 de 2014; 
Update realizado no dia 10/05 de 2015;

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10. Nadeshiko Kinomoto – Sakura Card Captors

Nadeshiko por DarkFer
Nadeshiko por DarkFer

Não tinha como não citar a querida Nadeshiko, mãe de Sakura que também aparece em ‘Tsubasa: Reservoir Chronicle‘. Seja em sua forma espiritual ou não, não tinha como não se identificar com a pura beleza angelical da donzela de 27 anos e que pelos flashs de memórias de Sakura, também ficávamos sabendo que não era uma boa cozinheira; Mas né, assim como nós, Fujitaka, pai de Sakura não resistiu ao coração sincero da moça, mãe e de certa forma, anjo da guarda de nossa caçadora de cartas.

09. Masaki Kurosaki – Bleach

Masaki por Ricardo9Tomate

Mãe de Ichigo, Masaki às vezes extrapolava com sua excentricidade ou extroversão, mas algo que sempre foi seu maior trunfo: A determinação. Além de ser uma poderosa guerreira e detentora da técnica das Quincy – onde utiliza o arco – ela é protagonista de uma das cenas de sacrifício mais dramáticas do mundo dos animes,  salvando seu próprio filho de ‘Grand Fisher’. É bacana colocar aqui uma de suas citações:

“Se hoje eu não fizer tudo que eu puder por algum motivo e alguém morrer por causa disso … eu não vou ser capaz de me perdoar amanha.” – para Ryuken Ishida

08. Kyoko Honda – Fruits Basket

Kyoko_Honda_1_by_Ikukihiko
Kyoko por Ikukihiko

 Já foi líder de uma gangue – cujo seu apelido era ‘Red Buttlerfly’ – e até mesmo considerada violenta em grande parte de sua vida. Porém, todos sabemos que ela sempre se importou demais com sua família e que lá no fundo de seu coração, ela continha uma bondade muito grande, como por exemplo  por seu filho Tohru. Mesmo aparecendo apenas em flashbacks durante a série, sabemos que ela deixou o seu maior legado para seu filho, a boa educação.

07. Trisha Elric – Fullmetal Alchemist

Trisha por Pure-Ivory

A esposa que todo homem gostaria de ter, ótima mãe, gentil e muito educada, Trisha sempre despertou aquela compaixão enquanto víamos Fullmetal. O que podemos dizer é que Edward e Alphonse deve e muito à que Trisha foi em vida. Um fato interessante é que a seiyuu – dubladora – da personagem, foi a mesma que fez a mãe de Eren, Carla Jaeger em ‘Shingeki no Kyojin’. Curioso não é?

06. Kushina Uzumaki – Naruto

Kushina por nattouh
Kushina por nattouh

 Os olhos mais bonitos da série, a mãe de Naruto ficou conhecida por seu estilo próprio do ninjutsu, seu sangue frio e pelo seu jeito menina-moleca de ser – que o Naruto herdou até demais – e como um membro do clã Uzumaki, tinha um apelido um tanto quanto interessante: Tomate. Assim como a mãe de Ichigo, Kushina é uma daquelas mães que fazem de tudo para proteger seu filho… *Inveja de você Minato*

05. Chi-Chi – Dragon Ball

Chi-Chi por 2MindsStudio
Chi-Chi por 2MindsStudio

Féééra, se Gohan e Goten dependessem de Goku para lhes dar educação, o mundo estaria perdido, não é mesmo? Quem sempre teve que cuidar das crianças enquanto Goku viajava – ou morria – foi a princesa Chi-Chi. Filha do Rei Cutelo, até rivalizava em poder na juventude com o Saiyajin, mas após ter seu primeiro filho, deixou a vida de artista marcial e virou uma dona de casa – talvez a mais poderosa de todas! Muitas vezes Feroz, raivosa, nem com um ‘kaio-ken‘ aumentado em 10x Goku conseguiria driblar a mulher; Ou seja, a mulher que manda em casa.

04. Bellemere – One Piece

Bellemere por medii20

Ela já apareceu em nosso TopSuco ‘Garotas Super Poderosas’, mas não tinha como não colocar uma das mulheres mais fortes em personalidade de One Piece. Diferente de algumas mamães por aqui, ela é a mãe adotiva de Nami e Nojiko, mas né? Sabemos que a verdadeira mãe é a que cria, dá carinho e educação – tá certo que a Nami não é assim, digamos 100% de bondade, mas né? 😀 – fato é que além de corajosa e caricata, tem o “style” mais bacana entre as mamães daqui!

03. Delia Ketchum – Pokemon

Delia por Laurapaladiknight

 Imagina seu filho fazer 10 anos e sair pelo mundo? É o que dona Delia passou na vida e acabou recebendo um Mr. Mime para ajudar nas tarefas de casa depois. A mãe de Ash, sempre se mostrou bondosa, boa dona de casa – apesar de atrapalhada – e uma mulher reservada. Não sabemos muito da vida íntima ou de seus casos amorosos não é? Mas isto não importa, e sim é o que ela passou para o Ash, muita lição de vida, pé firme e determinação, o que ajudou e muito em suas batalhas. Será que nunca rolou algo entre ela e o Prof. Carvalho? :p 

02. Akiko Minase – Kanon

Akiko por plurain

Ahhh Kanon. Não importa a versão que você assistiu, este é um anime que você sempre vai se emocionar. Apesar de que o traço do desenho ser um tanto quanto estranho – ela parece ter uns 12 anos, assim como a maioria dos personagens – ela é o pilar de sustentação de Nayuki. Reservada e atenciosa demais, já que tudo mundo acaba dormindo e comendo em sua casa, Akiko possui um dos espíritos maternais mais bonitos no universo dos animes: Seu sorriso é um dos traços mais sinceros já visto.

01. Sanae Furukawa – Clannad

Sanae por Teruumi

Se você assistiu Clannad e achou um pouco de ‘Belldandy‘ na moça, você não está pirando não. A seiyuu que faz Sanae e a deusa nórdica são a mesma pessoa! Além de toda sua interpretação ‘kawaii‘ da coisa e como um clichê básico em que ela não cozinha lá muito bem, ela ocupa a primeira posição por ser a mãe mais “natural” e real do mundo dos animes. Ora ela tem sua representação maternal, ora tem sua representação como “a mãe bonitona do amigo”, ora ela tem a representação da inteligência e do ensinamento, pois né, ela é professora. Para quem quiser acompanhar mais sobre a mãe/vovó – sim já é vovó também – o arco ‘After Story’ é o recomendado para você, ou claro, se você conseguir algo do Light Novel! 

Menção Honrosa

Mãe de Chrono - Chrono Trigger
Mãe de Chrono – Chrono Trigger

A moradora de Truce é nossa homenagem à um dos maiores RPG’s de todos os tempos, Chrono Trigger! Bem humorada, passa mais tempo com o gato de estimação que com seu próprio filho Chrono, mas sabemos que ela passou uma bela de uma educação à seu filho. Ela até participa de um dos finais do jogo, que até é bem engraçado! Temos aí um desenho do mestre Akira Toriyama e pra quem não sabe seu nome, é Gina!

E para você? Qual sua mamãe preferida? Deixe nos comentários 😉

E claro, já deu um abraço em sua mãe hoje?

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Hibike! Euphonium | Primeiro Gole

hibike euphonium
Hibike Euphonium (Imagem Divulgação)

Primeiramente: Olá, muito prazer! Meu nome é Chell, e eu sou a nova redatora eventual aqui do Suco de Manga. Pra chegar chegando, decidi falar um pouquinho sobre Hibike! Euphonium, uma das minhas estreias favoritas dessa temporada.

Hibike! Euphonium é, em primeiro lugar, um anime produzido pelo estúdio Kyoto Animation. Não irei me ater aos detalhes da produção, mas para quem manja de anime, dizer isso costuma ser o bastante pra gente esperar, no mínimo, um alto patamar de produção e animação. Pois bem – Hibike! Euphonium não é diferente, e tem feito juz maravilhosamente a essa tradição.

A Menina E Seu Bombardino

A história de Hibike! Euphonium começa com uma menina, Kumiko, que entra no ensino médio com a intenção de não tocar bombardino.  É isso: depois de uma experiência triste no ensino fundamental em um clube de música – no qual ela e seus amigos perderam uma competição, o que foi mais triste até para os seus amigos do que para ela mesma – ela meio que decide parar de tocar música, participar de competições de música e, bem, o bombardino não era um instrumento tão legal assim, e ela queria superar esse passado.

Acontece que, na escola nova, ela acaba vendo uma apresentação do clube de música – e não pode deixar de criticá-los – e, por uma série de eventos que envolve uma garota meio tarada e outras colegas de classe, como a fofa “Midori” Sapphire, e a talentosíssima Reina Kousaka, ela acaba entrando em um outro clube de música e fazendo advinha o que? Tocando bombardino.

Os Pormenores E As Pessoas

Não pense você que ela está triste por tocar bombardino. Uma porque, de fato, Kumiko é uma menina razoavelmente resiliente, mas outra porque, bem, ela está com amigos; apesar de ser um anime de música clássica, e se levar a sério nesse sentido – não, esse não é um K-On! da vida e nem tenta ser – acredito que uma de suas temáticas, até o momento, seja explorar o lado humano das criações. Conforme um maestro-professor pouco ortodoxo nos mostra, uma orquestra não é feita de indivíduos que sabem ou não seguir uma partitura, mas de pessoas que, juntas, querem fazer essa partitura funcionar e se tornar música.

Talvez mais importantes – ou não mais importantes, mas com bastante relevância ao longo dos episódios – tem sido os relacionamentos entre os personagens. As personalidades são interessantes; mais do que bem desenvolvidas por si só, e mais do que serem “personalidades fortes”, elas se constituem na interação e nos conflitos, e os relacionamentos vão se formando.

Música E Musicalidade

Em relação à música, é válido colocar que, apesar de Hibike! Euphonium não ser nem o primeiro e, provavelmente, nem o último anime de música – e nem mesmo de música mais clássica: Nodame Cantabile é um exemplo claro – Hibike! Euphonium é, sim, uma ótima demonstração de música através de anime. Através do clube de música, conhecemos instrumentos – sério, você já tinha ouvido falar de bombardino? – e peças clássicas; a música funciona quase como um plano de fundo para os relacionamentos e conflitos que são gerados no clube de música, mas não deixa de ser utilizada de maneira interessante.

O aspecto clássico da música é traduzido visualmente nas cores mais constantes no anime: tons de marrom, vermelho e verde. As cores não são vibrantes, mas sóbrias; talvez esse seja o clima que melhor representa a “monotonia vibrante” da vida escolar daqueles jovens. E não dá pra negar que Hibike! Euphonium é lento, e chega a ser monótono às vezes. Talvez a melhor forma de descrevê-lo seja colocando que este é um anime de introspecção, e não de análise. É difícil dizer realmente o que está acontecendo – acontecem treinos e concursos, e conflitos, e é só? – mas a emoção que ele transmite é muito mais importante do que isso.

Conclusões

Hibike! Euphonium é um anime de música, sim. Mas é um anime de música que vai além da música; ele transmite emoções, sobretudo as emoções do concerto, do conflito entre os jovens músicos e hobbyistas e, enfim, da vida escolar singela porém bela que eles vivem.

Posso afirmar que tenho gostado de acompanhar o desenrolar lento, porém realista, da história, e recomendo a quem gosta de histórias singelas, com uma certa delicadeza emocional e uma estética meiga, à la Hyouka e afins.

ASSISTA AGORA NA CRUNCHYROLL

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iZombie | Primeiro Gole

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iZombie (Imagem Divulgação)

Olha só o que vemos por aqui: A mais nova série do canal CW – Flash e Arrow – e que aposta em mais um quadrinho da DC, da linha Vertigo e uma criação de Chris Roberson e Michael Allred.

Sei que muitos aí também acompanham séries americanas, e optei em trazer iZombie por ter agradado e para recomendar a todos que curtem Tokyo Ghoul.

Morrer, faz parte!

A série conta com a protagonista Olivia “Liv” Moore, uma garota prestes a se formar em medicina e que já se encontra no estágio de residência em um hospital. Eis que um dia, ela é convidada por sua amiga a participar de uma festa no porto, mais precisamente num iate. Lá ela acaba sendo atacada por pessoas que ingeriram uma droga, denominada Utopium, cai no mar e acaba acordando na beira da praia. Mas tudo mudou deste então.

Ela volta como uma zumbi, tem fome por cérebros e para saciar sua nova dieta, acaba fazendo trampo num necrotério. Nesta nova vida, ela perdeu seu noivado, diversos prazeres humanos, porém, talvez ela tenha começado a ter um gosto maior pela “vida”, ou algo do tipo…

É nessa que a série começa, num necrotério que faz trabalhos para a polícia – ela e seu amigo, como legistas – e há um detalhe: Quando ela ingere cérebros das pessoas que morreram, Liv começa a ter visões e adquire não só as memórias destas, mas também habilidades! E não é que ela começa a ter mais gosto pela coisa e passa ajudar o policial Clive Babinaux – enganando-o e se passando por vidente – e desvendando os mais variados casos para o departamento de polícia.

Universo Zumbídico

A promessa é ter entre 10 – 13 episódios e pelo fato de estar com boa audiência, iZombie tem de tudo para ser renovada e tem do o “do porquê”. Se você leu o quadrinho, que foi recentemente lançado pela Panini, pode achar que não daria uma boa série live-action ou teria suas dúvidas. Mas abstraia estes sentimentos para esta nova mídia em que se encontra a carismática Liv Moore.

iZombie se destaca pelo sarcasmo, por roteiros fechadinhos – mas ainda sim, os episódios são sequenciais – e por ter uma identidade visual própria. Sabe Scott Pilgrim? Com alguns flertes visuais com o vídeo game? Tem-se um pouco aqui com a união da sétima arte com os quadrinhos na mudança de núcleo ou cena. Isso é bem bacana!

Diferente de muitas séries zumbis e de mortos-vivos, no universo de iZombie existem zumbis na literatura ou cinema, por exemplo. É interessante que a personagem e seu amigo do necrotério Ravi, assistem a filmes para tentar uma solução de cura ou mesmo para aprender mais sobre zumbis.

Já falei o quanto sou apaixonado pela Liv Moore?
A atriz Rose McIver definitivamente encarnou a personagem e é fácil perceber o quanto ela gosta de interpretar Liv, principalmente em momentos da sua “bipolaridade de memória”, que fica a cargo da maior parte cômica da série.

Brainnnnsss

iZombie está com uma ótima média crítica e de audiência para o canal CW e isso reflete que não precisamos nos preocupar num corte prematuro, possibilitando um trabalho bacana da produção. Com isso, mesmo com diferentes direções e roteiristas a cada episódio, esperamos que iZombie continue com sua “pegada descompromissada”, direta e cativante.

Se você procura uma nova série com enredo “fantástico”, mas não procura por uma de super-heróis, pode apostar em iZombie!

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Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza | Trailer Dublado

Finalmente saiu o trailer dublado em PT-BR e revelando o que todos queriam saber: Se o dublador de Freeza seria o original! E SIM!

O filme já estreou em diversos países no mundo – no total serão mais de 650 salas em 74 países – e por aqui, o longa Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza chega dia 18 de junho! Quero ver todos no cinema heim?

Sem mais delongas, confira o trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=rNP7D4fpb4c

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As Melhores Aberturas da Temporada de Primavera 2015 | Top Suco

Este é um Top Suco especial da Temporada de Primavera 2015. Quais as melhores aberturas? Músicas e composições?

Obviamente não estamos assistindo TODOS os animes EVER da temporada, mas demos uma pesquisada e tentamos ver TODAS – pelo menos 60 – as aberturas desta segunda leva do ano. E como sempre não há muita surpresa: Se anda rolando um hype com o anime, pode ter certeza que a música – de abertura principalmente – influencia na qualidade como um todo da produção. Sem muitas delongas, vamos lá!

* Caso o anime tenha uma segunda abertura e ela seja tão PHODA quanto estas selecionadas, faremos um “update”, com toda certeza! 😉
* Postaremos a abertura/OP via Youtube com o “risco” da mesmas sair fora do ar. Caso saia, você pode reportar com um comentário e consertaremos o link ^^
* Pode ter links “bônus” em cada uma das músicas;

10. Triage X

https://www.youtube.com/watch?v=RgceGngecos

Triage por Saeko Zougou
FULL / COVER

A música condiz muito bem com o que o anime passa: uma roqueragem fervorosa no meio da adrenalina sensual do anime e com toda certeza merece estar em nosso Top Suco. *A posição X foi sem querer :P*

09. Dungeon / Danmachi

Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru no Darou ka?
Is It Wrong to Try to Pick Up Girls in a Dungeon?

https://www.youtube.com/watch?v=L0Ua4vfbvUo

Hey World por Iguchi Yuka
FULL / COVER

Apesar de no início da abertura não representar a que veio, a passagem pela ponte até o refrão dá um gás bem interessante para a canção, culminando num refrão bonito e cativante, com masmorras e monstros!

08. Gunslinger Strato

Vanilla Sky por Mashiro Ayano
CLIPE 

A abertura traz basicamente uma apresentação da cidade e seus problemas, dando um fechamento bem bacana na porradaria entre as personagens e a música acompanha bem esta evolução. Destaque para a interpretação bela de Mashiro Ayano.

07. Yamada-kun to 7-nin no Majo

https://www.youtube.com/watch?v=MoAGO7Xjm6A

Kuchizuke Diamond por WEAVER
FULL

É sempre bacana ver um trampo musical de cordas e percussão. No contexto do anime isso funciona muito bem, dando uma leveza singela e bela para quem assiste.

06. Kyoukai no Rinne

Ouka Ranman por KEYTALK
CLIPE / COVER PELLEK

O clima up dessa abertura é bem confortante e pode tocar quantas vezes quiser a música, que vamos está lá sempre curtindo. Na questão da animação, temos a clássica cena presente em muito shounen: Os personagens principais em cima de um penhasco ou topo de algo, observando um local ou região.

05. Oregairu 2

Yahari Ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru. Zoku

https://www.youtube.com/watch?v=RlpfO4hGx4k

Harumodoki por Nagi Yanagi
FULL / COVER PIANO

A primeira coisa é com respeito a animação, onde temos a construção dos cenários e uma harmonia de azul e rosa muito bacana. Tudo isso é potencializado com a sutileza da voz de Yanagi na música. Tudo combina muito bem e com toda certeza, merece estar em nosso Top! Pra quem curte baixo, reparem também!

04. Kekkai Sensen

Blood Blockade Battlefront

http://www.dailymotion.com/video/x2mpea3

Hello, world! por Bump of Chicken
CLIPE / COVER PIANO

É bem bacana como a música e o “mundo” são apresentados, com diversas montagens e culminando na apresentação das personagens logo após termos um pouco do pano de fundo da série.

03. Owari no Seraph

Seraph The End

https://www.youtube.com/watch?v=Iqy44TXIdiw

X.U. por SawanoHiroyuki[nzk]:Gemie
COVER PELLEK / COVER PIANO

Pra quem não sabe Hiroyuki Sawano é um dos compositores mais bacanas da atualidade, trampando em animes como Shingeki no Kyojin, Aldnoah.Zero e Kill La Kill. Não é de se espantar que nesta nova animação do WIT STUDIO, ele mantenha o mesmo nível de qualidade dos antecessores. A mescla com música eletrônica – o início parece Rammstein – e refrão bombástico, combina muito bem com a animação spoilerizada de abertura. E poxa, até que a interpretação no inglês ficou bacana *-*

02. Arslan Senki

https://www.youtube.com/watch?v=pWZW61DEkug

Boku no Kotoba por UVERworld
FULL

A banda já é bem conhecida no universo dos animes com temas para D.Gray Man, Ao No Exorcist e a segunda abertura de Bleach! Não obstante de sua popularidade, mandaram muito bem com esta canção para a abertura de Arslan Senki.

01. FSN: Unlimited Blade Works

Fate/stay night: Unlimited Blade Works

https://www.youtube.com/watch?v=RdHn3kxjLeY

Brave Shine por Aimer
COVER PIANO / COVER GUITARRA

Bom, acho que qualquer fã da série vai se emocionar com a abertura e canção desta temporada, que já figura entre as melhores de toda a franquia. Quanto a abertura é interessante ver o contraste da vida mundana na primeira metade e com a chegada do refrão, o pau comendo entre nossas personagens preferidas da série. E só de ter o Archer como um dos destaques… já vale <3

 

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Mirror’s Edge | Review

Vamos começar o review enchendo a bola da DICE (Digital Illusions CE) e EA. Mirror’s Edge foi a aposta da desenvolvedora em criar um game que utilizasse todo know-how em FPS com Ação em primeira pessoa, mais especificamente com o parkour. E deu muito certo!

Confira também: Dex | Review

Lançado no fim de 2008 para os consoles e no comecinho de 2009 para PC, o game utiliza o melhor da Unreal Engine 3 e para você que anda preocupado com os gráficos e quer jogar no PC, não se acanhe: Mirror’s Edge tem um ótimo visual, suporte para 1080p e roda em qualquer máquina “mediana” dos tempos atuais.

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A arte em Mirror’s Edge (Screenshot de Divulgação)

Futuro Próximo

Mirror’s Edge se passa num futuro e numa cidade fictícia e utópica – próxima ao que nós vemos em Minority Report? Digo utópica pois o crime é totalmente controlado por um regime ditatorial, com câmeras em tudo que é canto… Para você ter noção, cigarros e álcool são totalmente proibidos, pelo menos publicamente.

A trama do jogo foi escrita por Rhiana Pratchet – filha do eterno e MITO Terry Pratchet – e bem, ela “só fez” a trama de jogos como Bioshock Infinite, Heavenly Sword e os novos Tomb Raider (to incluindo o Rise nessa).

Então já adiantando por aqui, que a história é bem fechadinha, cheia de reviravoltas e surpresas. Mas um adendo: A DICE confirmou na época que a série seria uma trilogia, então não se espante se algumas pontas ficarem soltas.

Voltando para a trama do jogo, nesta cidade totalmente ditatorial, a comunicação fica controlada. Não obstante, temos a lei básica da ação e reação, onde se temos uma sociedade extremamente controlada, teremos uma resistência muito bem estruturada.

É aí que surgiram os runners, pois se não é possível utilizar os meios da telecomunicações, o jeito é entregar da maneira física e pessoal mesmo. Estes runners são pessoas extremamente ágeis, treinadas em combate e o principal: Exímios praticantes de parkour.

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A arte em Mirror’s Edge (Screenshot de Divulgação)

Conspiração

No jogo, você controla a runner Faith Connors que precisa livrar sua irmã Kate de uma acusação de assassinato injusta. Fato é que o jogo se inicia na época de eleições onde dois candidatos disputam o poder pela cidade: O atual Callaghan e Pope, este último prometendo diversas mudanças severas no sistema político e na segurança.

Lembra da acusação injusta da irmã de Faith? Então, no início do jogo Pope é a pessoa assassinada  e você como Faith deve achar provas e livrar sua irmã dessa.

A trama se desenvolve em mais ou menos uns 10 capítulos, onde diversas pistas, projetos secretos e surpresas acabam deixando o plot principal ainda mais “pomposo”.

Um detalhe é que, já que a irmã de Faith trabalha para a polícia da cidade –  apelidados de “blues” – uma teoria conspiratória permeia por todo o jogo e mais: Não há “bonzinhos” na história.

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Os “Runners” de Mirror’s Edge (Imagem Divulgação)

Jogador = Personagem

É muito bacana controlar Faith e não é só na questão da jogabilidade. O ponto alto do jogo é na imersão que temos com o jogo e principalmente com o trabalho do campo visual de Faith.

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A protagonista Faith, em Mirror’s Edge (Imagem Divulgação)

É raro um jogo em primeira pessoa proporcionar sentimentos de adrenalina ou medo em pular de um prédio pra outro. Aqui há muito disso e de fato, parece que encarnamos na personagem principal.

“Tenha fé” ou “Quem acredita sempre alcança” são frases que parecem clichês, mas totalmente aplicáveis ao jogo. Há diversos momentos em que achamos que não vamos conseguir pular de um local x para y, mas não custa tentar não é?

Mesmo depois de alguns saltos frustrantes – e quedas gigantescas – descobrimos a maneira certa de “manobrar” para conseguir tal impulso e aí sim chegar ao destino corretamente.

Espírito de Plataforma

Por ter uma jogabilidade desafiadora numa mecânica simples, Mirror’s Edge traz muito de um jogo de plataforma 3D. Na maioria dos casos só precisamos correr/fugir fazendo os melhores saltos para não acabar na mira da polícia ou de bandidos.

Então já que o combate é bem trivial – e na verdade nem é muito bem trabalhado – e ter um gameplay médio de 4 ~ 8 horas, o fator replay se torna interessante na modalidade em conseguir terminar tal fase em menos tempo, tipo time trial mesmo.

Não há inventário ou itens pelo jogo – é possível pegar algumas armas e dar alguns tiros, mas só – e há apenas um “puzzle” no jogo que é achar 30 maletas escondidas, com 3 em cada fase. Pra quem gosta de explorar é uma boa pedida.

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A arte em Mirror’s Edge (Screenshot de Divulgação)

Project Icarus

O jogo desliza algumas vezes? Sinceramente, bem pouco.
Pra quem busca um pouco mais de ação/FPS pode se decepcionar, já que não há NADA de Battlefield aqui.

Como já dito, os combates e tiroteios são totalmente dispensáveis  – a não ser alguns que estão dentro do contexto da trama – e pode ser frustrante você analisar a IA dos inimigos, já que eles atiram numa mínima fresta que você aparece, dificilmente dão as costas para você e outras ações nada-humanas. *Sem contar a pouca variação de aparência*.

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A arte em Mirror’s Edge (Screenshot de Divulgação)

Outra coisa que pode parecer um “problema” – mas na verdade é o “não foco” – é na quantidade de interação com o mundo. O game resume em chutar portas, apertar botões de elevadores e girar manche para desativar alguma coisa.

Mais uma coisa, mas que na verdade não podemos cobrar algo de um jogo de 2008 é quanto a cidade. Mesmo no meio das ruas, a solidão permeia e quando entramos nos prédios então? Só há inimigos… Que raios de cidade é essa que ninguém trabalha? 😛

Talvez estes são problemas limitados pela época que o jogo foi lançado – mas até que não acredito muito nisso não – ou simplesmente são coisas que não quiseram adicionar, para justamente termos uma imersão maior com a personagem e não perdermos a atenção em nosso caminho.

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A arte em Mirror’s Edge (Screenshot de Divulgação)

Faça Seu Caminho

Boa história, mecânica envolvente e apresentando um modelo de jogo inovador, são as principais características de Mirror’s Edge.

Numa segunda camada, temos uma campanha totalmente orgânica, onde num modelo de plataforma, devemos seguir nossas intuições para achar o melhor jeito de fugir de um local e acreditar que podemos pular de um lugar ao outro.

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Os “Runners” de Mirror’s Edge (Imagem Divulgação)

Na questão visual, ele é impecável até nos dias de hoje. Não se acanhe com o cenário todo “quadrado”, ele é impecável de seu jeito, de seu jeito blocado de ser.

Além disso, temos uma recompensa visual e animada após  completar cada capítulo, com um trabalho de animação 2D em “flash” bem bacana!

Mirror’s Edge é a frente de seu tempo e aguardemos então sua continuação ansiosamente!

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The Testament of Sister New Devil | Review

The Testament of Sister New Devil

Ae galera, voltamos com um dos destaques da temporada passada, The Testament of Sister New Devil (Shinmai Maou no Testament) e tem o porquê né? Ecchi sempre é destaque, aqui, no Japão e no mundo!

Confira também: High School DxD | Review

Já começando com essa premissa da sexualidade, Shinmai Maou é uma daquelas obras que está quaaaaase flertando com o hentai e diferente de DxD, onde os “peitos” são destaque, o foco aqui é a Luxúria como um todo e mais especificamente, o orgasmo. Mais pra frente explico o porquê.

Um quê de DxD

A obra é baseada no light novel de Tetsuo Ueso, ainda em andamento e com  7 volumes já publicados. Além do livro, já tem-se mangás, OVA’s prometidos, SEGUNDA TEMPORADA e uma boa quantidade de figures, tudo o que o fã mais assíduo quer.

O #BELLAN aqui não é muito fã dos “ecchi da vida”, mas creio que como muitos, passou a assistir Shinmai Maou por ser a promessa de um “novo DXD da temporada”.

De fato, tem um pouco de High School DxD sim – como foi falado em nosso Primeiro Gole – mas este anime em questão, peca em alguns momentos em que Rias e todo seu clube de ocultismo brilha. O primeiro deles é com relação aos protagonistas…

The Testament of Sister New Devil
The Testament of Sister New Devil (Imagem Divulgação)

A Família

A série trabalha com uma dupla de protagonista. O primeiro é Toujou Basara, filho de Jin e que tem como missão proteger suas irmãzinhas. O cara até que não sofre o “mal de séries” ecchi, com medo de garotas ou mesmo fugindo delas. Toujou é um garoto colegial centrado, tem suas falhas, possuidor de um grande poder latente e está sempre propenso a proteger quem ele gosta, a sua família.

Nesta família tem suas irmãs e uma delas, a que divide cena: Naruse Mio, uma ruiva que herdou os poderes do senhor dos demônios, do tinhoso! Então o que acontece: Entidades malignas estão atrás dela, em busca de se apoderar de seu poder e sobrepujar o atual lorde das profundezas.

O problema é que este poder está inibido e contido, ou seja, ela não pode usar – nem sempre – seus poderes e seu irmão mais velho, Toujou é o seu protetor.

Nessa confusão toda, além do pessoal que a quer sequestrar e roubar seu poder, há o Clã dos Heróis, um grupo formado para prevalecer a paz na Terra e aí que está o problema: Se ela é um demônio, segundo a premissa desse clã, ela precisa ser exterminada!

The Testament of Sister New Devil
O visual de The Testament of Sister New Devil (Imagem Divulgação)

Banishing Shift

Apesar de Toujou ser um protagonista até que interessante e mostrar determinação e crescimento junto a trama, sua companheira Naruse Mio aparenta ser frágil a série toda. E não falo isso na questão de poder – até porquê ela seria a mais poderosa de todos – mas falo pela construção da personagem.

Em vários momentos há uma crise e um drama açucarado demais por parte dela e sempre… sempre ela demonstra uma fragilidade incontrolável, onde tem que aparecer o Toujou ou qualquer aliado seu para ajudar a garota.

Além disso, diferente de várias personagens com personalidade forte – podemos citar até mesmo a Rias Gremory – Mio é sempre subjugada e não só por Toujou, por quase todos os personagens. Há alguns momentos em que ela consegue vencer este tipo de situação, mas sabe, não convence.

O melhor character concept e design é com Maria. Ela é uma succubus e tem mais ou menos a mesma missão de Toujou em proteger Mio.

A baixinha de cabelos brancos é bem poderosa e a personagem mais pervertida da série, mas apesar dos pesares, sua construção e importância na história aumenta conforme vamos assistindo.

The Testament of Sister New Devil
No fim, as cenas ecchi censuradas, acabam servindo como fator humorístico. (Imagem Divulgação)

Um Demônio em Minha Casa

E se um dia seu pai chega pra você dizendo: “Filho, você ganhou duas irmãzinhas”.  Ok?
E se um dia em seu quarto elas se revelam: Uma é o “filho do capeta” e a outra a luxúria em pessoa, uma succubus. Ok?

Este é apenas o início do harém que o anime proporciona. Conforme se passam os episódios, garotas de todos os tipos acabam se juntando ao harém e casa de Toujou. Quando falo TODOS os tipos, pode incluir seres de outras raças e mundos também.

Então temos uma série com demônios, paladinos da paz e harém? Sim! Estes são os elementos mais palpáveis da série com relação a trama.

Não há profundidade no universo ou mesmo um trabalho muito profundo com os vilões; Provavelmente não será o foco. Shinmai Maou no Testament vai trabalhar com a sensualidade de suas personagens e com situações para dar sentido ao ecchi.

The Testament of Sister New Devil naruse mio
Naruse Mio (Imagem Divulgação)

Eu vou te matar 100 vezes!

A série mantém um bom ritmo nos primeiros e últimos episódios, mas tem uma queda brusca no miolo, explicando o porquê:

1 – Não sei se por culpa da direção ou do plot, Shinmai Maou não convence com sua trama em diversas situações, principalmente com seu “feeling de romance” que parece novela mexicana. É um vem e vai que é um absurdo. Êta Toujou, de onde veio todo esse mel?

2 – Explicações de passados são pouco concisas, principalmente com a história do Toujou no vilarejo dos heróis. Esperamos que trabalhem um pouco mais com isso na segunda temporada;

3 – Há um pacto de Mestre-Servo no anime que nem sempre convence e parece que tá ali só pra dar uma “desculpinha” pro fanservice. Pra galera que pira em cenas ecchi e com orgasmos femininos, vai curtir essas passagens no anime;

O que da pra concluir disso aí é que a série peca em querer explicar e nem sempre é necessário. Será que nas light novel isso também é um problema?

O Testamento

Se você ainda não assistiu, aguarde a versão DVD/Blu-ray – que já deve tá chegando – para as cenas ecchi e nem vou citar como um problema, já que é um trabalho de marketing da produção do anime e com toda certeza eles já planejaram – ou mesmo já fizeram – 24 episódios e dividiram em 2 para aumentar os lucros.

Pra galera que esperava um novo DxD, talvez tenha se decepcionado, principalmente com relação a lutas e numa trama mais consistente. Não é tudo que convence e o que acaba se destacando de fato é o ecchi e fanservice na série. Se você procura exclusivamente por isso, está recomendada!

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Mirror’s Edge | Primeiro Gole

mirror's edge
Mirror's Edge (Imagem Divulgação)

Mirror’s Edge já saiu um bocadinho de tempo, entre 2008 e 2009 e só fui conhecê-lo quando a EA anunciou sua sequência em 2013 na maior conferência de games do mundo, a E3 – veja AQUI.

Foi só que tive cara e coragem – e tem que ter muita pra ficar saltando de um prédio n’outro – para jogar e encarnar na persona e protagonista, Faith.

Trama

No jogo você controla a traceuses – mulher que pratica parkour – Faith. Ela é uma “runner“, uma espécie de mensageiras de telhados, correndo de um lado para o outro da cidade, entregando itens e mensagens para líderes de facções e grupos de resistência.

Até aí tudo bem, mas sua irmã, Kate, acaba entrando numa enrascada e para livrar a sua pele, ela tem que se virar para escapar da polícia e criminosos. E como? Saltando! Se em algum momento do jogo você se meter numa enrascada, às vezes – e digo de novo – às vezes é interessante utilizar armas. Mas lembre-se: O foco do jogo é ser uma “sombra”, evitar ser vista, capturada e escapar de qualquer encrenca que aparecer.

Mecânica Conquistadora

No começo do game há um tutorial. Tá certo que não é sempre interessante começar com isso num modo história, mas depois de um tempo, você vai sacar que é de vital importância saber saltar. Mirror’s Edge pode mesmo parecer um simulador de parkour – só faltou dar umas notas para “manobras” ou melhor “salto” – já que em diversas situações, a dificuldade é tão grande que você pode se frustrar em tentar diversas vezes. Mas né, se a repetição não levar a perfeição, pelo menos um novo jeito de saltar você vai encontrar.

Encarnando Adrenalina

O grande ponto deste jogo é a forma de como você encara seus objetivos. Faith não é uma protagonista que você está controlando, na verdade parece ser VOCÊ mesmo saltando. Em diversos momentos, vibramos quando conseguimos saltar algo desafiador ou mesmo dá aquele friozinho na barriga quando estamos numa localidade alta.

Por ora e com essas primeiras impressões, já posso garantir uma diversão na certa! Aguardem que zerando o game, venho com um REVIEW para aprofundar mais no game! Valeu 😉

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