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Olha só o que vemos por aqui: A mais nova série do canal CW Flash e Arrow – e que aposta em mais um quadrinho da DC, da linha Vertigo e uma criação de Chris Roberson e Michael Allred.

Sei que muitos aí também acompanham séries americanas, e optei em trazer iZombie por ter agradado e para recomendar a todos que curtem Tokyo Ghoul.

Morrer, faz parte!

A série conta com a protagonista Olivia “Liv” Moore, uma garota prestes a se formar em medicina e que já se encontra no estágio de residência em um hospital. Eis que um dia, ela é convidada por sua amiga a participar de uma festa no porto, mais precisamente num iate. Lá ela acaba sendo atacada por pessoas que ingeriram uma droga, denominada Utopium, cai no mar e acaba acordando na beira da praia. Mas tudo mudou deste então.

Ela volta como uma zumbi, tem fome por cérebros e para saciar sua nova dieta, acaba fazendo trampo num necrotério. Nesta nova vida, ela perdeu seu noivado, diversos prazeres humanos, porém, talvez ela tenha começado a ter um gosto maior pela “vida”, ou algo do tipo…

É nessa que a série começa, num necrotério que faz trabalhos para a polícia – ela e seu amigo, como legistas – e há um detalhe: Quando ela ingere cérebros das pessoas que morreram, Liv começa a ter visões e adquire não só as memórias destas, mas também habilidades! E não é que ela começa a ter mais gosto pela coisa e passa ajudar o policial Clive Babinaux – enganando-o e se passando por vidente – e desvendando os mais variados casos para o departamento de polícia.

Universo Zumbídico

A promessa é ter entre 10 – 13 episódios e pelo fato de estar com boa audiência, iZombie tem de tudo para ser renovada e tem do o “do porquê”. Se você leu o quadrinho, que foi recentemente lançado pela Panini, pode achar que não daria uma boa série live-action ou teria suas dúvidas. Mas abstraia estes sentimentos para esta nova mídia em que se encontra a carismática Liv Moore.

iZombie se destaca pelo sarcasmo, por roteiros fechadinhos – mas ainda sim, os episódios são sequenciais – e por ter uma identidade visual própria. Sabe Scott Pilgrim? Com alguns flertes visuais com o vídeo game? Tem-se um pouco aqui com a união da sétima arte com os quadrinhos na mudança de núcleo ou cena. Isso é bem bacana!

Diferente de muitas séries zumbis e de mortos-vivos, no universo de iZombie existem zumbis na literatura ou cinema, por exemplo. É interessante que a personagem e seu amigo do necrotério Ravi, assistem a filmes para tentar uma solução de cura ou mesmo para aprender mais sobre zumbis.

Já falei o quanto sou apaixonado pela Liv Moore?
A atriz Rose McIver definitivamente encarnou a personagem e é fácil perceber o quanto ela gosta de interpretar Liv, principalmente em momentos da sua “bipolaridade de memória”, que fica a cargo da maior parte cômica da série.

Brainnnnsss

iZombie está com uma ótima média crítica e de audiência para o canal CW e isso reflete que não precisamos nos preocupar num corte prematuro, possibilitando um trabalho bacana da produção. Com isso, mesmo com diferentes direções e roteiristas a cada episódio, esperamos que iZombie continue com sua “pegada descompromissada”, direta e cativante.

Se você procura uma nova série com enredo “fantástico”, mas não procura por uma de super-heróis, pode apostar em iZombie!