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10º Ribeirão Preto Anime Fest | Especial Cosplay

10 ribeirao preto anime fest
Foto: @sucodm / @brunobellan

Nem a chuva atrapalhou o evento – e muito menos a empolgação dos cosplayers – este que foi o 10º Ribeirão Preto Anime Fest (RPAF) do ano. Como é um dos eventos que a galera do SUCO mais vai, encontramos diversas figurinhas e é sempre bom reencontrar estas pessoas.

Confira também: 9º Ribeirão Preto Anime Fest | Especial Cosplay

Outro detalhe interessante é que, com essa pausa de Novembro até Março, possibilitou da galera customizar seus cosplays, o que acabou gerando diversos modelitos novos, onde destaco o grupo de Date A Live! Bem legal. Para mais informações, acesse o Site Oficial.

GALERIA 10º RIBEIRÃO PRETO ANIME FEST

Fotos por: @365cosplay

 

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Bloodborne | Primeiro Gole

bloodborne
Bloodborne (Imagem Divulgação)

Depois de algumas horas com Bloodborne, sinto que posso escrever um pouco sobre minhas primeiras impressões do jogo. O que eu posso dizer é que Bloodborne, de fato, é um jogo “souls“.

É um jogo “souls” quando te coloca em pé, sem nenhuma explicação e, se não for atento, pode acabar enfrentando um mundo perigoso e agressivo sem arma alguma.

É um jogo “souls” quando te deixa tenso e nervoso porque não sabe o que te espera atrás da próxima esquina.

É um jogo “souls” quando te faz levantar da cadeira e xingar em voz alta o chefe que acabou de te matar, de novo.

É um jogo “souls” quando mesmo após morrer diversas vezes para o mesmo inimigo, você continua, pois sabe que as últimas três tentativas você só morreu porque tentou escapar para trás, e tem certeza que se rolar para o lado da próxima vez, você consegue.

É um jogo “souls” quando deixa você eufórico andando pela casa, sorrindo, depois de finalmente ter vencido aquele chefe, com aquela sensação de satisfação e superação.

Ainda tem muita coisa pela frente para chegar uma a uma conclusão, mas Bloodborne não é um jogo para todos. Ele continuará desagradando quem não gostou dos jogos da série “souls”.

Mas uma coisa eu posso dizer com toda certeza para quem é fã da série: é uma sensação boa pra caralho jogar um jogo desses pela primeira vez de novo.

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Fairy Tail | Video do Arco de Tártaros!


Mas que belezinha! Um novo vídeo foi divulgado com a nova saga de Tártaros de Fairy Tail. Ainda não sabíamos quando ela estrearia, mas com este último PV, 04 de Abril é o dia do retorno tão esperado ^^

 

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Haikyuu!! Voltará em Outubro


Com mais de 1 ano de espera, Haikyuu!! retornará para sua segunda temporada em Outubro!

O anúncio aconteceu na Shounen Jump semanal junto de outra novidade: Dois filmes de “compilação” também serão lançados. Ou seja, pra galera que não viu e ainda quer acompanhar, pode ver esta versão mais “compacta” do anime de vôlei.

Imagem Divulgação
Imagem Divulgação
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Abril Lançará ‘Lilo e Stitch’ e ‘Monstros S.A.’

E mais mangás pela Abril!

Já que ela prometeu 48 lançamentos para este ano, creio que todo mês teremos novidades. A dessa vez é que num único volume, Lilo & Stitch se junta com Monstros S.A. e tem data de lançamento para até 10 de Abril na região Sudeste e até Julho para demais localidades, por R$ 13,00.

Neste novo e envolvente mangá, você encontra a versão em quadrinhos de Monstros S.A. e Lilo & Stitch, dois dos maiores sucessos da Disney neste século. Os filmes de monstros ganharam uma nova dimensão com Sulley, Mike e a Experiência 626, também conhecida como Stitch. Não há adulto ou criança neste mundo que resista à força e ao charme dessas incomparáveis criaturas. Afinal… no susto e no grito, eles fazem bonito!

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Imagem Divulgação
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Os Novos Títulos da JBC!

O evento Henshin+ que rolou no último dia 21 (sábado) revelou quatro títulos de mangás e mais: O retorno de Marcel Del Grecco à editora, deixando a Nova Sampa, onde ele terá uma nova missão, o Selo Ink, este que cuidará de títulos como Combo Rangers, Henshin Mangá e uma surpresa no 1º de Abril. Vamos aguardar!

The Ghost In The Shell

A JBC prometeu uma edição caprichada do único volume da obra máxima de Masamune Shirow, lançada entre 89 e 90. Há diversos outros mangás e que esperamos que a editora também possa estar trazendo pra gente. Pois então, comprem *-*

Ghost in the Shell se passa depois de 2029, marcado pelo surgimento de uma nova tecnologia que permite a fusão do cérebro à computação, à rede mundial. O ambiente de Ghost in the Shell é cyberpunk ou pós-cyberpunk, porém o autor foca mais nas ramificações éticas, filosóficas e sociais da fusão em massa da humanidade com a tecnologia, o desenvolvimento da Inteligência Artificial e a onipresença da rede de computadores como uma oportunidade para reavaliar assuntos como a identidade pessoal, a singularidade da consciência e o aparecimento do transhumanismo. O filme, séries e mangá derivados cobrem histórias policiais nas investigações da Comissão Nacional Japonesa de Segurança Pública, Seção 9, especializada no combate a crimes perpetrados com uso da tecnologia.

Imagem Divulgação
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Eden – It’s An Endless World

Que belezinha! Um dos mangás mais bonitos EVER que já saiu por aqui – e cancelado pela Panini – está de volta com casa nova. A novidade do lançamento é que ele virá em uma edição “dupla-tanko”, mais ou menos o que aconteceu com Death Note. Dessa vez vai até o fim né!? *-* A obra de Hiroki Endo possui 18 volumes e foi lançado entre 98 e 2008.

A história acontece em meio ao pânico de uma pandemia mundial que mata 15 por cento da população e aleija muitos mais, uma organização secreta, a Propater, derruba a ONU e toma o controle de grande parte do mundo. Um menino e uma menina, criados em um centro de pesquisa virologia abandonado, imune ao vírus, são atacados pelo Propater e fogem. Baseado fortemente na mitologia gnóstica, todos os personagens principais são nomeados com base em divindades gnósticos, e têm funções análogas. *Via Chuva de Nanquim*

Imagem Divulgação
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Chobits

Mais um retorno aqui! E agora com uma das obras mais adultas publicadas pelo grupo CLAMP. Chobits já teve sua versão bem bacana lançada em 2003 e o que vai diferenciar é que virá como tankoubon, totalizando 9 volumes. Imperdível!

Chobits é uma historia de um menino, Motosuwa Hideki, que vai estudar para Tokyo estudar para seus exames. Nesse tempo, pessoas conectão á Internet atraves de Robos chamado Persocons, que parecem com mulheres porém possuem orelhas diferente. Motosuwa realmente quer um, mas infelizmente não tem dinheiro o bastante para comprar um. Uma Noite, ele esta andando para casa, e acha um Persecon deitada em uma pilha de lixo e decide levar-lá para casa. Como se progrediu, o Persecon que Hideki achou é especial, e pode realmente ser um dos Lengendario Chobits, Persecons que tem liberdade propia. Hideki á nome Chii pelo fato de ser a unica palavra que a persecon falar. A historia continua com Hideki ensinando Chii sobre as coisas da vida e sobre o mundo.

Imagem Divulgação
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Terra Formars

Um dos maiores hypes da vez, a JBC está apostando num título novíssimo e em andamento. Com 12 volumes, a obra de Sasuga Yu e Tachibana Kenichi vem sendo serializado desde 2011 na Young Jump. O que isso representa? Tokyo Ghoul tá muito caro? Tá na disputa? 😛  

A história de Terra Formars se passa por volta do ano de 2577, quando os seres humanos, em busca de uma expansão espacial e de um novo lar, decidem preparar uma colonização de Marte. Cientistas mandam para lá criaturas bem conhecidas dos humanos: baratas. A ideia era ter a certeza que tudo em Marte teria o clima perfeito para a adaptação de nossa espécie. Contudo, uma estranha reação fez com que o primeiro ônibus espacial humano que chegou ao local encontrasse com as mesmas baratas mas em terríveis imagens humanoides, com um grande poder de destruição. A missão então vira outra: destruir e matar todas as baratas mutantes. Porém a batalha não será tão fácil quanto esmagá-las com um chinelo.

Imagem Divulgação
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Tokyo Anime Awards 2015 | Confira os Vencedores!

Neste fim de semana rolou o Anime Japan 2015 e foi onde anunciaram os grandes vencedores do ‘Tokyo Anime Awards’. Vamos então conferir:

Animação do Ano – Cinema

Frozen: Uma Aventura Congelante

Frozen (Imagem Divulgação)
Frozen (Imagem Divulgação)

Animação do Ano – TV

Ping Pong The Animation

Ping Pong (Imagem Divulgação)
Ping Pong (Imagem Divulgação)

Prêmio dos Fãs

Gekijouban Tiger & Bunny: The Rising

Gekijouban Tiger & Bunny: The Rising (Imagem Divulgação)
Gekijouban Tiger & Bunny: The Rising (Imagem Divulgação)

Melhor Diretor

Isao Takahata (O Conto da Princesa Kaguya)

Melhor Roteiro / Roteiro Original

Jukki Hanada (No Game No Life)

Melhor Animador

Osamu Tanabe (O Conto da Princesa Kaguya)
Kumiko Takahashi (Mobile Suit Gundam Unicorn)
Itou Nobutaka (Ping Pong)

Melhor Character Design / Mecânica

Takahiro Kishida (Mahou Shoujo Madoka Magica)

Melhor Diretor de Arte

Kazuo Oga (O Conto da Princesa Kaguya)

Melhor Seiyuu / Dublador

Daisuke Ono (Sinbad, Sebastian Michaelis, Daikoku)
Kouki Uchiyama (Kei Tsukishima, Raku Ichijou, Clavis do atual Death Parade)

Melhor Música / Composição

Hiroyuki Sawano (Shingeki no Kyojin, Aldnoah.Zero, Nanatsu no Taizai)

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Dragon Ball: Xenoverse | Review

xenoverse

Dragon Ball: Xenoverse é a nova adaptação para os games da Bandai Namco para a famosa franquia de Akira Toriyama.

Confira também: Elite: Dangerous | Review

Produzido pela produtora japonesa Dimps, a mesma da série Dragonball Z: Budokai para Playstation 2, DBXV é um jogo de luta 3D com elementos de RPG que leva o jogador a revisitar a história do universo Dragon Ball Z.

Em Dragon Ball: Xenoverse, os vilões vencem você! 

O jogo se passa na cidade fictícia de Toki Toki City, que funciona como um HUB para o jogador. Ao iniciar um novo jogo, o jogador será levado a criar um personagem novo, totalmente customizado. O personagem pode ser masculino ou feminino e entre algumas das raças do mangá: humanos, saiyajins, majins, namekuseijins ou da raça do Freeza.

Além da raça, o jogador pode customizar a aparência do seu personagem. Após a criação o jogador é levado por um personagem bem conhecido da série para conhecer a cidade de Toki Toki, aprender o básico do sistema de batalha e finalmente introduzido à história do jogo.

Xenoverse
Dragon Ball: Xenoverse (Screenshot de Divulgação)

Em Toki Toki City o personagem descobre que alguém tem voltado no tempo e mudado a história para pior, derrotando os heróis da série nas tradicionais batalhas do mangá.

Para impedir que isso aconteça, o jogador é chamado para integrar a Patrulha do Tempo e é levado a voltar no tempo para impedir que os vilões vençam, mudando a história original.

Muito embora a história do jogo seja original, a impressão que tive é que foi uma desculpa utilizada para reviver os eventos marcantes do mangá e do anime.

Porém, ao invés de lutar com os personagens tradicionais, durante todo o tempo o jogador controla o seu personagem customizado, lutando ao lado de Goku, Piccolo e companhia. Isso foi uma surpresa, pois estava esperando jogar, ao menos o modo história, com os personagens célebres da série. Mas isso não foi uma decepção, acabei envolvido com eu personagem e gostei de jogar com ele durante os momentos famosos da franquia.

Xenoverse
Dragon Ball: Xenoverse (Screenshot de Divulgação)

Sistema de Batalha

Sendo primariamente um jogo de luta, o foco de Dragon Ball: Xenoverse são as batalhas. Durante a batalha há dois botões para ataque físico, um forte e um fraco, um botão para ataque básico de Ki. Combinar os botões de ataque fraco e forte resultam em combos.

É possível também se defender e arremessar os adversários. As defesas comuns reduzem o dano, mas utilizam sua barra de vigor, mas se o jogador consegue acertar o tempo de defesa com o ataque do inimigo é ativada a chamada “Defesa Simples”. Ao utilizar esse tipo de bloqueio, você deixar o adversário atordoado, além de ganhar uma barra de Ki, dando uma vantagem tática ao jogador.

Já em relação aos golpes especiais, ao contrário da maioria dos jogos de luta, eles não são feitos a partir de combinações de botões. Para soltar os golpes especiais, basta segurar um botão específico (RT no controle do Xbox One) que abre um menu com os golpes previamente equipados. Assim, basta apertar o botão do golpe selecionado.

Igualmente os golpes mais fortes, chamados ataques máximos, funcionam da mesma maneira, mas ao invés de um botão, é necessário segurar dois botões (RT e LT no controle do Xbox One) e apertar o botão do golpe selecionado.

Xenoverse
Dragon Ball: Xenoverse (Screenshot de Divulgação)

Conforme dito, é necessário a equipar previamente tanto os golpes. Para tanto, o jogador precisa primeiro conseguir o golpe desejado, que pode ser comprado na loja do jogo, ganhado ao concluir uma missão ou recebido de um dos mestres do jogo. É possível equipar até quatro super ataques (nos botões A, B, X e Y, no controle do XOne), dois ataques máximos (nos botões X e Y) e uma técnica evasiva.

Utilizar os golpes especiais no meio do combate é uma tarefa simples e natural, mas os ataques máximos nem sempre saem tão facilmente devido à localização dos botões superiores. Para a ativação, tanto dos supers ataques quanto dos ataques máximos, é utilizado a barra de Ki do personagem, que é preenchida ao atacar os adversários.

Além dos ataques há outros botões utilizados para se mover pelo campo de batalha. O seu personagem pode voar e até utilizar sua barra de vigor para correr até o adversário.

Em relação aos campos de batalha, eles são relativamente amplos, podendo ser abertos ou mais fechados. Cada cenário possui várias instâncias que são acessadas através de um portal, que geralmente se ativa com a finalização de todos os inimigos da área.

Xenoverse
Dragon Ball: Xenoverse (Screenshot de Divulgação)

Progressão dos Personagens

Por mais que Xenoverse seja um jogo de luta, há fortes elementos de RPG presentes. Cada personagem tem os seguintes status: vida, Ki, vigor, ataques básicos, ataques especiais físicos e ataques especiais de Ki.

Ao participar das lutas, seja na campanha principal, seja nas paralelas, o jogador recebe experiência e ao passar de nível ganha pontos que podem ser distribuídos para melhorar seus atributos.

Infelizmente a progressão não é tão clara quanto se imagina. Eu tive dificuldades em entender a diferença entre os dois últimos status no começo do jogo e também vi relatos de pessoas que somente descobriram que podiam evoluir seu personagem quando ele já contava com mais de 50 pontos sem distribuir.

Xenoverse
Dragon Ball: Xenoverse (Screenshot de Divulgação)

Além dos pontos ganhos ao passar de nível, os status também podem ser alterados através de equipamentos, que aumentam e diminui determinados conjuntos de atributos. São no total quatro tipos de roupas, partes superiores, inferiores, luvas e botas, além de um slot para acessórios, que geralmente são apenas estéticos e outro para o chamado Alma Z.

As Almas Z são equipamentos que, ao atingir determinada condição na batalha, levam a uma alteração temporária dos atributos do personagem.

Os equipamentos, assim como as técnicas, podem ser obtidos através das missões secundárias, aleatoriamente, ou comprando na loja interna do jogo, com o dinheiro recebido nas missões.

Por fim, existem os mestres, que são os personagens icônicos da série. Ao atingir determinados requisitos o jogador pode pedir para ser treinado por aquele personagem, aprendendo alguma de suas técnicas. Os mestres possuem suas próprias missões, que normalmente se resumem a enfrenta-los de alguma forma, ou trazer alguém item.

Xenoverse
Dragon Ball: Xenoverse (Screenshot de Divulgação)

Modos de Jogo

Ao iniciar o jogo, o jogador pode escolher entre um lobby online, dividindo com outros jogadores ou offline, mas em ambos os modos o jogador deve estar conectado o tempo inteiro. Mesmo no modo “offline” os recursos online estão presentes e a cidade de Toki Toki acaba preenchida por avatares de outros jogadores.

Após a introdução, o jogo é sempre iniciado em Toki Toki City onde o jogador pode escolher as atividades que desejam realizar. Além de algumas missões introdutórias, a campanha principal não precisa ser seguida diretamente, sendo que o jogador pode escolher a hora em que deseja prosseguir, ao caminhar até o local indicado.

Além da campanha principal, há as missões paralelas, que são pequenas quests nos moldes da campanha principal que pode podem ser realizadas em qualquer ordem e quantas vezes o jogador quiser, desde que estejam devidamente desbloqueadas.

As missões paralelas, ao serem completadas, sempre recompensam o jogador com experiência e dinheiro, dependendo do rank que ele atingir no final. Além disso, o jogador pode coletar itens no campo de batalha e receber como loot, de forma aleatória. Ao escolher a missão, o jogador pode visualizar quais são as recompensas que ela fornece, podendo escolher as que mais lhe interessam.

Xenoverse
Dragon Ball: Xenoverse (Screenshot de Divulgação)

Todas as missões paralelas tem um objetivo principal, devidamente marcado, que geralmente se resume a matar todos os adversários, e outros objetivos escondidos, como por exemplo, completar a missão com sem que seu companheiro perca mais que 50% da vida, terminar em determinado tempo ou até mesmo deixar que um companheiro morra (e os fãs de Dragon Ball com certeza sabem do que eu estou falando).

Ao completar os objetivos secundários, o jogador é levado a enfrentar outro inimigo para terminar a missão, recebendo mais pontos para tanto.

Igualmente, essas missões podem ser jogadas offline ou online e o jogador pode escolher fazê-la com qualquer personagem desbloqueado, além do seu personagem customizado. Além do personagem jogável, é possível escolher até dois personagens para lhe acompanhar no seu time, além de algum eventual personagem pré definido que aquela missão específica coloca ao seu lado.

Xenoverse
Dragon Ball: Xenoverse (Screenshot de Divulgação)

Ainda, há um modo de batalha simples, que segue a linha tradicional dos jogos de luta. É possível escolher o modo de batalha, 1×1, 2×2 ou 3×3 e o personagem dentre os desbloqueados e batalhar entre si.

O modo de batalha pode ser tanto para um jogador ou multijogador, seja pela rede ou localmente. Porém para multiplayer local, apenas é suportado batalhas de 1×1.

Conforme dito, o modo história pode ser feito de acordo com a conveniência do jogador, porém, é necessário completar as missões principais a fim de desbloquear novos personagens jogáveis e novas missões paralelas. Ou seja, não é obrigatório, mas se o jogador quiser liberar novo conteúdo é necessário seguir a história principal.

Xenoverse
Dragon Ball: Xenoverse (Screenshot de Divulgação)

Conclusão

Dragon Ball: Xenoverse é um bom jogo de luta, mas que não conta com a complexidade e profundidade de alguns de seus concorrentes. As batalhas divertem, e a busca por itens e pela classificação perfeita nas missões manterá o jogador ocupado por um bom tempo.

Porém, o sistema de luta, embora razoável, não consegue transmitir toda sensação do poder dos lutadores que a série animada passa, chegando a ser frustrante em alguns momentos A história também não é muito memorável, e dificilmente vai ter muito apelo para quem não é fã da série.

Por fim, pode não ser o jogo perfeito para a série Dragon Ball, mas Xenoverse diverte, porém a recomendação é voltada para quem realmente gosta da série. Nesse ponto, criar seu próprio personagem e vê-lo progredir e aprender os famosos golpes como Kamehameha é bem satisfatório. Caso contrário, as chances são que o jogo não vá prender muito o jogador que não está habituado nesse universo.

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