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Depois de algumas horas com Bloodborne, sinto que posso escrever um pouco sobre minhas primeiras impressões do jogo. O que eu posso dizer é que Bloodborne, de fato, é um jogo “souls“.

É um jogo “souls” quando te coloca em pé, sem nenhuma explicação e, se não for atento, pode acabar enfrentando um mundo perigoso e agressivo sem arma alguma.

É um jogo “souls” quando te deixa tenso e nervoso porque não sabe o que te espera atrás da próxima esquina.

É um jogo “souls” quando te faz levantar da cadeira e xingar em voz alta o chefe que acabou de te matar, de novo.

É um jogo “souls” quando mesmo após morrer diversas vezes para o mesmo inimigo, você continua, pois sabe que as últimas três tentativas você só morreu porque tentou escapar para trás, e tem certeza que se rolar para o lado da próxima vez, você consegue.

É um jogo “souls” quando deixa você eufórico andando pela casa, sorrindo, depois de finalmente ter vencido aquele chefe, com aquela sensação de satisfação e superação.

Ainda tem muita coisa pela frente para chegar uma a uma conclusão, mas Bloodborne não é um jogo para todos. Ele continuará desagradando quem não gostou dos jogos da série “souls”.

Mas uma coisa eu posso dizer com toda certeza para quem é fã da série: é uma sensação boa pra caralho jogar um jogo desses pela primeira vez de novo.