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Confira os vencedores do Brazil Manga Awards (BMA)

Foi divulgado no último Henshin Online, os cinco grandes finalistas do Brazil Manga Awards (BMA) da editora JBC.

O concurso nacional da editora tem como objetivo incentivar diversos artistas em território nacional à lançar suas próprias histórias e ter a chance de ver seu trabalho publicado de forma física (e também digitalmente no Social Comics, como ocorrera com a primeira edição do concurso.

Ainda sem data de publicação, as cinco histórias chegam ainda este ano e os vencedores de mais uma edição do Brazil Manga Awards (BMA), você confere logo abaixo:

Título: Escarra Brasa
Autor(es): Rafa Santos e Wagner Araújo

Título: Chuva de Meteoros
Autor(es): Rafael Brindo

Título: As loucas aventuras Joy Comet
Autor(es): João Eddie

Título: Maria
Autor(es): Fabiano Ferreira
*Conhecido pela galera do SUCO com o mangá SUPER

Título: Träumen
Autor(es): João Mausson

Fonte: Henshin Online

 

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Nijigahara Holograph é o novo mangá da editora JBC

No último Henshin Online desta sexta-feira (5), algumas novidades foram apresentadas pela editora JBC e para surpresa de todos, um novo título foi anunciado: Nijigahara Holograph.

O mangá é uma obra de quase 300 páginas na autoria de Inio Asano, muito bem conhecido por aqui com sua obra Solanin (lançado pela editora L&PM). Para os amantes do seinen psicológico, é uma ótima pedida este novo título que loco desembarca por aqui.

Sinopse: Suzuki é um garoto com problemas. Ele viveu com pais que não se preocupavam a maior parte de sua vida, era excluído pelas outras crianças na sua escola, dono de uma mentalidade cínica e infeliz. Komatsuzaki é um valentão violento, imprevisível, cujo trauma na cabeça o faz agir de jeito misteriosos, ineplicáveis. Arakawa é uma garota dentro dos padrões, normal, que tem um desejo por Komatsuzaki mas nunca poderá tê-lo. Uma professora com apenas um olho bom. Uma mãe que cometeu suicídio. Uma filha num coma sem fim. Tentativas de estupros, extorsões, apelações sexuais e uma esquisita explosão na população de borboletas. Todos esses elementos estão enrolados juntos numa estória que atravessa 10 anos, um conto sobre a escuridão, dor e o apocalipse. E, talvez, só um pouco de esperança e redenção. É uma passagem espiritual entre a malevolência misantrópica do subúrbio da Margem do Rio Kyoko Okazaki e o misticismo assustador de Donnie Darko.

nijigahara holograph capa
Nijigahara Holograph, capa internacional (Imagem Divulgação)

Fonte: Henshin Online, Notícias Anime United

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Sekkou Boys | Primeiro Gole

sekkou boys
Sekkou Boys (Imagem Divulgação)

Olá, pessoal, Chell aqui! Venho hoje trazer o Primeiro Gole do anime Sekkou Boys, animado pelo estúdio LIDENFILMS (Arslan Senki, Terra Formars, Yamada-kun to 7-nin no Majo), que tem sido considerado um dos mais engraçados da temporada, e por um bom motivo: é um anime no qual uma jovem garota torna-se responsável por fazer bustos de gregos famosos falantes virarem idols na indústria do entretenimento do Japão contemporâneo.

Oi? Quê? Como Assim?

Isso mesmo, você que ainda não sabia do que se tratava esse anime não leu errado. Sekkou Boys, que só pela sua premissa já era um dos favoritos da temporada de muitos – afinal, o que é mais zoado do que bustos greco-romanos falantes tornando-se idols? – tem um formato curto, de 7 minutos por episódio, que mas a premissa boba revelou um primeiro episódio surpreendentemente engraçado, com um humor mais inteligente do que eu esperava, sinceramente, e uma boa dose de cultura inútil.

O primeiro episódio abre com uma apresentação que eu chamaria de “digna de Uta no Prince-sama, e perceber esse paralelo me fez rir muito. Eu preciso abrir um parênteses aqui para me referir a algo que nem tantas pessoas sabem – apenas aquelas que já acompanhavam temporadas de anime em 2011 e eram, digamos, bravas o bastante para assistir o primeiro episódio de UtaPri sabem: Quando UtaPri foi lançado, e o primeiro episódio abriu com uma apresentação super colorida e fabulosa de um grupo masculino de idols (no mínimo extravagantes, porém tinham muitas garotas gritando no anime), diferente de tudo que já tinha sido visto em anime até então (lembrem-se que não existia nem Love Live! em 2011, e anime voltado para garotas com uma animação e cores bonitas era algo de outro mundo, quanto mais de um grupo masculino!), todos os espectadores foram ao delírio. Com a beleza da animação, sim, mas também porque era ridículo, e ridiculamente hilário. Bem… o ano é 2016, as coisas no mundo só se tornaram mais ridículas e mais esteticamente atraentes desde então, e agora o que temos na primeira cena de Sekkou Boys é: um grupo masculino de bustos de personalidades greco-romanas falantes em uma apresentação super colorida e fabulosa, com muitos brilhos e muitas garotas gritando. Assim começa o primeiro episódio de Sekkou Boys. Isso provavelmente não foi uma referência tão específica, já que essas aberturas já se tornaram um clichê de anime de idols, mas perceber isso ao assistir o episódio me fez rir muito. (E talvez eu só esteja compartilhando porque posso encher linguiça aqui, afinal o episódio teve *sete* minutos.)

Um pouco mais sobre a trama… 

Pois bem, a história apresentada no primeiro episódio é a seguinte: uma jovem, de nome Miki Ishimoto, é a mais nova funcionária da empresa Holbein Entertainment Inc. A jovem super motivada chega na empresa, que era muito menor do que ela esperava, e já é apresentada como a nova gerente ao chefe. E o chefe pergunta: o que você, uma recém-formada em Artes, acredita que tem em termos de força de vontade e vigor? E ela conta então sua história de dificuldades e drama na sua trajetória em escolas de Arte… em cada escola que passava, ela só podia desenhar uma coisa: esculturas.

Esculturas de diferentes formas e tamanhos, reprodução de esculturas, esculturas, esculturas. Era tudo que ela era ensinada a fazer nas escolas, mas não era isso que ela queria: o que ela queria era desenhar pessoas, mas as esculturas simplesmente surgiam. É muito engraçado vê-la contando isso, especialmente para quem já estudou desenho realista alguma vez na vida, e entende o que é a frustração de ficar copiando incansavelmente até aperfeiçoar as formas quando o que você mais quer é criar. De verdade, achei incrivelmente identificável – mesmo nunca tendo estudado formalmente arte, já aprendi algumas coisas, e levando em conta como Arte é um ramo popular no Japão, creio que muitos espectadores devam se identificar. Enfim, ela diz que aprendeu a ser perseverante por conta dessas experiências, e está pronta para tudo no ramo do show business, um ramo que move corações de verdade de pessoas de verdade!……Menos gerenciar um grupo de idols-estátuas falantes.

Bem, isso não é nem um spoiler, mas ainda assim é muito engraçado ver a cara esperançosa da garota, ao imaginar que vai gerenciar um grupo incrível de idols bonitões, ser ryca e phyna na indústria do entretenimento… se esvaindo e se transformando em um verdadeiro surto ao se deparar com estátuas falantes. É simplesmente genial. Sekkou Boys é genial porque a situação apresentada, ainda que de forma é comédica, é bem realista na sua caracterização (abraço pros geração Y com mais de 20 anos que estão lendo isso aqui agora, já passaram por uma crise profissional e sabem do que eu estou falando!), mas traz uma “solução” fantástica e cômica (estátuas falantes) como o cúmulo do desespero, que convence a protagonista a enfrentar seus monstros pessoais. O fato de ser uma situação fantástica traz uma leveza pra comédia, mas nem por isso ela é bobinha demais.

Bem, em síntese, eu gostei demais do que vi nesse episódio, confesso. E nos três episódios seguintes que já assisti também. E mais do que gostar, eu achei muito bom de verdade. Tanto em termos de enredo quanto do tipo de comédia – que não é aquela comédia japonesa demais para nós, espectadores ocidentais, nem completo nonsense, nem cult demais… é bem razoável, e talvez isso não seja bom para todos os espectadores, mas acho que isso tende a torná-lo mais popular. A animação é razoável para um anime curto de um estúdio não tão grande, e eu gosto bastante da música de encerramento, que é bastante divertida. E, claro, não podemos esquecer do fato de que as estátuas são dubladas por alguns dos grandes dubladores desse universo dos produtos de bishounen feitos pra garotas, como meus queridíssimos Jun Fukuyama, Ono Daisuke e Tomokazu Sugita. Esse fato só melhora, claro, tanto a comédia quanto a qualidade técnica do anime.

Por fim, queria agradecer a quem leu até aqui! Por favor, deixem nos comentários o que estão achando desse anime, se estão curtindo, se faltou falar alguma coisa e etc. Muito obrigada, e até a próxima!~ ?

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Rurouni Kenshin | Mais detalhes sobre a ‘Versão do Autor’ da JBC

A Versão do Autor (tradução literal do título original Japonês) é uma versão alternativa, um universo paralelo, para o início da história de Rurouni Kenshin, e foi criada na ocasião do lançamento do filme live-action para ajudar a promove-lo! Nobuhiro Watsuki teve a oportunidade de revisitar a história e o design dos personagens, dando uma nova cara à série.

O mangá também tem uma história extra, uma pequena “prequel” que conta uma breve aventura de Kenshin antes de conhecer a Kaoru. E ainda várias páginas extras de textos do autor explicando sobre a criação deste especial e o design dos personagens.

A História

A versão do autor de Rurouni Kenshin reconta história de Kenshin Himura sob uma nova perspectiva. Re-conheça Kaoru, Yahiko, Sanosuke e tantos outros, junto com o andarilho mais famoso do mundo dos mangás! E claro que os vilões também estão aqui repaginados.

Especial Rurouni Kenshin – Versão do Autor, é completo em 02 volumes e a 1a edição chega às bancas em fevereiro de 2016, num formato 13,5 x 20,5 cm, cerca de 160 páginas em papel offset por edição, ao valor de R$ 16,50, com distribuição nacional e periodicidade mensal.

rurouni kenshin
Rurouni Kenshin – Especial Versão do Autor #01
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A terra inteira e o céu infinito | Review

A terra inteira e o céu infinito, ou A tale for the time being, foi escrito por Ruth Ozeki e lançado em 2013, traduzido no Brasil em 2014 pela Casa da Palavra, por Débora Landsberg e Daniela P. B. Dias.

Confira também: A Samurai | Review

Em meio a uma busca pelos livros de Haruki Murakami, eis que surge esta opção, com uma capa que me lembrou A Grande Onde de Kanagawa e me levou a arriscar a leitura – que não decepcionou.

O Pacote

Um pacote é encontrado na praia de uma ilha remota no Canadá, carregado pelo mar, protegendo uma lancheira da Hello Kitty com um relógio, cartas e um exemplar do livro À la recherche du temps perdu, de Marcel Proust, que ao ser aberto, revela-se como o diário de Nao.

Nao é Naoko Yasutani, uma adolescente japonesa criada na Califórnia, que decide registrar a história de sua bisavó, Jiko Yasutani, uma ex-anarquista-feminista-romancista, que se tornou uma monja zen budista após a morte de seu primeiro filho durante a Segunda Guerra Mundial (mais o detalhe de ter 104 anos).

No entanto, Nao também oferece em suas páginas a sua própria história com os familiares mais próximos, com relatos do lado menos conhecido e nada confortável da cultura japonesa, em especial sobre os relacionamentos no ambiente escolar.

No geral, é uma história deprimente, porém, também motivante, graças às pílulas de sabedoria lançadas pelas palavras da velha Jiko. Afora o início, enquanto Nao está se apresentando e saindo do foco proposto, a história flui e te induz a continuar, sem cansaço.

E vale a pena ler as notas, para entender o significado das expresssões japonesas que a adolescente usa com frequência.

Nas primeiras páginas, dá a impressão de que a garota é alguma pervertida descrevendo suas fantasias, mas ela mesma adverte que não, e os comentários iniciais são apenas devaneios naturais de uma mente jovem e agitada.

No decorrer de sua narrativa, as histórias ganham vida e densidade, caminhando por temas como xenofobia (ainda que ela seja japonesa, seu sotaque e hábitos americanos são motivos de constantes ataques), suicídio, honra, família, tradição e tempo.

E o tempo em si é um elemento de extrema relevância, uma vez que Nao, cuja pronúncia é a mesma de “now”, busca fortemente o momento exato do “agora”, que a todo instante torna-se passado e ao mesmo tempo é futuro.

Além do fato de o diário ser uma espécie de conversa com um leitor ainda não encontrado, mas esperado. A linguagem é direta e Nao não faz rodeios quando o assunto é de delicadeza maior, com perceptível respeito nos momentos em que fala sobre sua querida Jiko.

Nao e Ruth

a terra inteira e o ceu infinito
A terra inteira e o ceu infinito (Capa)

O pacote em que estava o diário é encontrado por Ruth, escritora residente da ilha, que decide que fará a leitura tentando seguir o ritmo da escrita, um pouco por dia, conforme os acontecimentos vão sendo descritos.

O envolvimento é tanto que Ruth é tomada por uma intensa necessidade de acompanhar e proteger Nao, ainda que não possua ao menos a confirmação da sua existência. Ao mesmo tempo, recebe auxílio do marido, um ambientalista excêntrico com um olhar incomum sobre o mundo ao seu redor, e os demais moradores da ilha, que, como em qualquer comunidade pequena, possuem o velho hábito de se inserir nos assuntos alheios.

As histórias de Nao e Ruth, que se alternam para o leitor, além de serem informativos sobre cultura japonesa, ainda trazem pinceladas de ecologia através das diversas explanações feitas pelo marido de Ruth, filosofias no modo de agir e pensar de Jiko, e física quântica, unindo e misturando as duas narrativas.

Ruth Ozeki, a autora do livro, emprestou seu nome e profissão a uma das personagens principais, e assim como Nao, é japonesa de sangue e canadense de criação, e como Jiko, é monja zen budista.

A terra inteira e o céu infinito é seu terceiro romance e rendeu diversos prêmios como Man Booker Prize (2013), Asian/Pacific American Award for Literature (2014) e International IMPAC Dublin Award (2015), citando apenas alguns.

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Berserk | Novo anime estreia em julho

O site oficial de Berserk postou uma nota de que o novo anime estreará em julho deste ano. A adaptação do mangá de Kentarou Miura, está intitulada como Berserk, simplesmente. Se você ainda não viu o teaser revelado em dezembro, confira logo mais abaixo.

O anime será transmitido inicialmente pela WOWOW e logo em seguida pela MBS. O interessante é que esta mesma nota trouxe a informação – inédita até então – de que o mangá vendeu 40 milhões de cópias no mundo todo! Quem aí está ansioso? *_*

 

Fonte: Anime News Network

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Pokemon GO será mostrado no próximo mês no GDC 2016

Parece que finalmente teremos novidades palpáveis de Pokemon GO.

Foi confirmado que no evento Game Developer Conference 2016 vá rolar uma apresentação do CEO da Niantic (desenvolvedora de Pokemon GO) John Hanke. A apresentação intitulada Catch ‘Em All: Pokémon GO and Real World Gaming, mostrará à todos os presentes como o jogo funcionará pela PRIMEIRA VEZ.

Além dos detalhes de gameplay, informações de desenvolvimento também serão revelados. O evento acontecerá entre os dias 14 e 18 de março.

 

Fonte: Serebii

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Olhos de mangá no programa ‘Mais Você’ da Globo

Mais uma da TV Globo, agora um pouco da moda e das tendências japonesas. O repórter Jhony Sasaki mostrou um pouquinho do visual-kei, loli e lentes de contato especiais que mais parecem olhos de mangá.

Para assistir a reportagem na íntegra, confira AQUI

E você também já viu que o K-POP esteve presente no programa Encontro com Fátima? 

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