A vez agora é do Babymetal, onde apresentarão o mais novo trabalho ‘Metal Resistance‘, com previsão para sair em 1º de abril. De acordo com a distribuidora americana RED, as garotas farão uma participação no ‘The Late Show with Stephen Colbert‘ na semana de lançamento do álbum.
O live action de Astro Boy foi anunciado no ano passado, mas só agora ganha mais informações sobre sua produção.
A criação de Osamu Tezuka irá para as telonas e acaba de ganhar dois roteiristas, onde o site THR divulgou os nomes de Andre Fabrizio e Jeremy Passmore (Terremoto: A Falha de San Andreas). Ainda não há nomes para a direção e muito menos uma janela para seu lançamento.
A produção ficou nos encargos da New Line Cinema (subsidiária da Warner Bros) e na produção executiva estão os nomes de Jason Lust (Animal Logic), Mike Callaghan e Reuben Liber de Ranger7.
O mangá de Yusei Matsui, Assassination Classroom (Ansatsu Kyoushitsu) vai terminar em março, segundo informações da 12ª edição da semanal da Shounen Jump.
Coincidindo com o período de volta às aulas da graduação japonesa, Assassination Classroom está em seu arco final e planeja-se um término na 16ª edição da revista, com 19 volumes e mais de 20 milhões de cópias publicadas só no Japão. No Brasil, o mangá é publicado pela editora Panini.
Sucesso absoluto, o ET amarelão deixará saudades – mesmo querendo destruir a nossa querida Terra – e agora fica a dúvida do que vem por aí na sequência.
Volume 17 de Assassination Classroom (Imagem Divulgação)
Em outubro do ano passado, foi anunciado que um filme animado da série Black Butler tinha recebido sinal verde para ser produzido. Eis que agora, temos a confirmação de que Black Butler: Book of the Atlantic está previsto para sair em algum momento de 2017.
Já está circulando nas interwebs algumas imagens promocionais do que seria quanto a este novo longa animado, lembrando que em 2014 já tivemos uma “continuação” animada para o anime, com Black Butler: Book of Murder.
O mangá de Yana Toboso ainda está em circulação no Japão e já soma 22 volumes. No Brasil ele é publicado pela editora Panini.
E vamos comemorar! Tree of Savior chegará ao país com parceria entre Level Up e IMC Games, a desenvolvedora do jogo.
E aí você pergunta: “Mas como isso funcionará?”
A IMC Games será a responsável pela administração do servidor e pelas configurações do jogo, não tendo trava de IP, ou seja, você pode escolher entre jogar no server BR ou em qualquer outro que desejar, caso você baixe via Steam, por exemplo.
A Level Up se encarregará de localizar o jogo para Português do Brasil, suporte nacional, venda de créditos em Real, opções de pagamento diversificadas (boleto bancário por exemplo), promoções exclusivas. Em breve, mais informações!
A versão chinesa de Ragnarok Online teve seus servidores encerrados, segundo informações do MMOculture.
Ragnarok Online chegou em 2003 na China pela Softworld Beijing, foi transferida em 2005 para a Shanda Games e em 2013, passou para a Kalends (Kunlun Games) que permaneceu até o presente momento.
Nos últimos anos, diversas atualizações foram feitas para alavancar a popularidade por lá – como a inclusão da nova classe Doram – mas não foi possível conter o fechamento de seus servidores. Ainda não sabemos como isso pode influenciar outros países a fechar suas portas para o jogo, como no Brasil com a Level Up Games que está cada vez mais focada em trazer Tree of Savior.
Para um roteirista desenvolver uma história longa, de mais de vinte páginas, é preciso dominar uma série de recursos. Neste curso, o aluno aprende as técnicas e ferramentas necessárias para elaborar e desenvolver roteiros de histórias em quadrinhos mais longas. Além dos fundamentos para contar uma história usando a narrativa dos quadrinhos para webcomics, graphic novels e minisséries.
Carga horária: 32 horas Duração: 4 meses Turmas de sábado, das 9h às 12h
Conteúdo:
* Quais são os elementos característicos da linguagem das HQs
* Análise de clássicos dos quadrinhos
* Como definir o conceito de um projeto de quadrinhos
* Técnicas de criação, construção de personagem, estrutura narrativa e decupagem
* Amarrando tramas complexas
* Criando um conceito original
Raphael Fernandes
Roteirista e editor da Editora Draco e da revista MAD. Ganhou o Troféu HQMixde Roteirista Novo Talento pela HQ policial Ditadura No Ar. Além de participar de diversas coletâneas, livros de RPG e quadrinhos independentes. Foi bem sucedido no financiamento coletivo de Apagão, um quadrinho de gangues em uma São Paulo pós-blecaute.
Se você acompanha pelo menos um pouquinho o cenário nacional de HQ e mangás, com certeza já deve ter se deparado com o trabalho de Felipe Marcantonio e seu XDragoon. Agora o cara vem com seu mais novo projeto Fred Guará numa proposta mais “episódica”, onde não há aquela necessidade de você ter lido o capítulo anterior.
A galera do SUCO acabou conhecendo o trabalho Fred Guará através da plataforma LAMEN, porém, também adquirimos uma versão exclusiva e impressa, o ‘Fred Guará: Edição Especial‘, que ainda pode ser encontrado nas interwebs (com o próprio autor) ou nos eventos especializados – no caso, adquirimos na Comic Con Experience.
Sinopse: Fred Guará é um lobo que comanda uma agência de serviços chamada Lobo Loco, onde são contratados para as mais diversas missões, desde resgates complicados até cuidar de uma creche. Junto com Fred Guará estão mais três agentes na Lobo Loco. Talita, uma jovem que trabalha de faxineira na agência, o amigo gambá Zé Poça e o pequeno ajudante Josué.
Edição Especial
Em um daqueles universos onde temos animais humanizados acontece a história de Fred Guará, mais especificamente na pequena cidade (ou aldeia) Uaná. Ali, temos uma agência faz-de-tudo (sério, de TUDO MESMO) e neste capítulo de Fred Guará: Edição Especial, o protagonista lupino tem de encontrar uma fruta rara e para piorar, num lugar devastado por um ser bestial no passado.
É nessa que a agência Lobo Loco aceita esta empreitada e todos partem numa incrível aventura até a cidade de Jaci. Na comitiva, quem acompanha Fred é a faxineira Talita (a única humana), o ajudante Josué e o gambá beberrão Zé Poça, todos a bordo de uma “kombosa” (Kombi), passando por regiões selvagens e enfrentando seres da nossa querida fauna brasileira, como o grandalhão mico-leão-dourado, Aureo.
Tempero
Se fosse para encaixar Fred Guará numa demografia, com toda certeza seria do shounen; Há muitos elementos daquele herói malandro e que não tem medo de uma boa briga, como também tem aquela equipe por trás dando o apoio em ocasiões diversas, profundidade na história e os momentos de alívio cômico. Outro detalhe pra quem curte mangá de “porradaria” é com relação de que Fred tem um poder contido por quatro selos (nos punhos e tornozelos) e, cada vez que ele tira um deles seu poder e sua sede por sangue aumenta. Isso foi demais! E as causas e consequências do porquê aconteceu isso, vou deixar para que vocês leiam aí ^^
Apesar disso, o “template” de Fred Guará é totalmente brasil, totalmente localizado. Temos a ambientação selvagem, a utilização de animais-símbolo de nossa cultura e o principal, que faz Fred Guará dar ainda mais gosto de ler, que é quanto ao folclore.
Para não deixar de lado as referências, gostaria de citar Nanatsu no Taizai. Se você conhece o mangá nipônico (serializado pela JBC por aqui), vai se identificar com algumas passagens de como por exemplo, o passado “negro” do protagonista Fred, assim como ocorre com Meliodas.