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CCXP 2016 | Arthur Adams é o primeiro quadrinista confirmado!

E já temos a primeira confirmação para CCXP – Comic Con Experience de 2016, com Arthur “Art” Adams, que já ganhou Eisner e já tem um grande destaque nas HQ’s desde 1985.

CCXP – Comic Con Experience 2016 | Primeiro lote de ingressos começa a ser vendido em 8 de abril

Ele estará participando desta edição da CCXP entre os dias 1 e 4 de dezembro na São Paulo Expo e consigo, virá a desenhista Joyce Chin. Arthur Adams já trabalhou tanto com a Marvel e tanto com a DC, fazendo Batman, Superman, Homem-Aranha, X-Men – e a lista segue – e quanto a Joyce, ela está no mercado desde 1995 e passou por diversas editoras desenhando Vampirella, Xena, Tomb Raider e Red Sonja.

Fiquem ligados que ainda esta semana, mais dois anúncios complementarão ainda mais as atrações da CCXP 2016, mais especificamente na quinta e na sexta. Estaremos trazendo para vocês todas as novidades.

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Razer aprimora software com nova função para transmissões de jogos ao vivo

A Razer, líder mundial em dispositivos conectados e software para gamers, lança o Razer Cortex: Gamecaster, uma função para transmissões ao vivo desenvolvida para usuários do Razer Cortex, programa que melhora o desempenho de PCs durante o uso para jogos. A partir de agora, os gamers poderão facilmente gravar e transmitir suas partidas nas principais plataformas online, como Azubu, Twitch e YouTube Live.

Todas as ferramentas e configurações essenciais para transmissões estarão disponíveis durante o jogo em uma discreta sobreposição na tela que some quando não estiver sendo usada. Os jogadores ainda podem usar combinações de teclas para iniciar a transmissão, gravar o jogo, ligar a webcam ou salvar uma screenshot sem perder o foco no jogo.

O Razer Cortex: Gamecaster também otimiza automaticamente as configurações de transmissão para se adequar ao setup da máquina utilizada e à conexão de internet disponível, minimizando os impactos na performance, e permite que os streamers preparem as transmissões manualmente de acordo com suas preferências.

Dez mil pessoas participaram de testes fechados durante o desenvolvimento da ferramenta para que a Razer pudesse oferecer uma experiência eficaz e que permitisse aos jogadores começarem a transmitir seus jogos sem dificuldades e em menos de quatro passos.

“Depois de uma extensa fase beta com grande aceitação dos nossos usuários, estamos confiantes de que o Razer Cortex: Gamecaster é o software de transmissão ao vivo mais intuitivo do mercado”, disse Min-Liang Tan, cofundador e CEO da Razer. “Vários jogadores elogiaram nosso esforço para desenvolver uma solução em softwares de transmissão ao vivo. A participação de cada um foi muito importante para o Gamercaster chegar ao nível que está”.

Existem duas versões do Razer Cortex: Gamecaster e ambas estão disponíveis no Razer Cortex, que já conta com mais de 11 milhões de usuários. A primeira, gratuita, permite aos jogadores transmitirem seus jogos em até 720p sem qualquer inserção na tela ou acima dessa resolução com discreta marca d’água da Razer.

Já com a licença Pro, paga, os usuários têm acesso a ferramentas avançadas de transmissão, como melhor qualidade de imagem e menor impacto no desempenho com o x254 codec, além da opção de criar anotações na tela e ferramentas de chat da Twitch.

O Razer Cortex: Gamecaster Pro poderá ser adquirido em opções de três meses (US$ 14,95) ou um ano (US$ 39,95). Para mais informações sobre o Razer Cortex e para baixá-lo gratuitamente.

Sobre o Razer Cortex

O Razer Cortex é um software gratuito de aumento de performance que funciona como iniciador de games. Com o Razer Cortex os jogadores podem descobrir jogos com os melhores preços, melhorar o desempenho dos seus computadores durante as partidas e salvar seu progresso na nuvem.

O Razer Cortex inclui as seguintes ferramentas:

  • Ofertas – Mecanismo de comparação de preços que mantém o usuário informado sobre promoções, redução de preços e as melhores lojas virtuais. Disponível no Razer Cortex em dispositivos mobile iOS e Android e online (www.deals.razerzone.com)
  • Boost – Aumenta a performance do computador com ferramentas do Razer Game Booster incorporadas ao Razer Cortex.
  • Gerenciador de salvamento de jogos – Realiza backups automáticos e salva dados de progresso na nuvem.
  • Gamecaster – Permite transmitir jogos ao vivo ao simples toque de um botão nas principais plataformas online de vídeo.
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Mulheres que Representam nos ANIMES | Top Suco

Já faz um bom tempo que não realizamos um TOP SUCO. Com o Dia Internacional da Mulher – 8 de março – achamos que seria interessante mais uma matéria dentro deste contexto e trazemos para vocês as Mulheres que Representam nos ANIMES. Lembrando que já realizamos outros tops como Eu Amo Minha Mãe e Garotas Super Poderosas, contendo personagens icônicos deste maravilhoso universo dos animes.

Confira também ’25 garotas que você precisa conhecer nos ANIMES’

Confira também: Garotas Super Poderosas dos Animes | Top Suco

Realizamos uma pesquisa para este TOP SUCO mais que especial. Tudo isso porquê não queríamos apenas uma personagem “forte” ou “poderosa”, mas sim uma personagem com certa representatividade dentro do contexto trabalhado no anime em que se encontra.

Lembrando que já citamos diversas outras personagens em outros tops – principalmente as mais “famosonas” – o que dá um gostinho especial para este Mulheres que Representam nos ANIMES, já que citamos aí diversas personagens pouco conhecidas ou “underrateds”. Sem mais delongas, vamos ao que interessa!

Lady Oscar, da série A Rosa de Versalhes de 1972, merece uma menção honrosa pelas suas características pessoais – tão incríveis que fizeram com que ela se tornasse protagonista de um mangá que a princípio não era para tê-la como tal. Lady Oscar é filha do comandante da Guarda Real, o qual, não conseguindo ter um filho homem para herdar seu cargo, decide criar sua sexta filha como um homem – ensinando-lhe habilidades como combate e luta de espadas. Essa filha é Lady Oscar. Assim, aos 14 anos, ela passa a liderar a guarda de Maria Antoniete. Além de ser excepcional militar, a personagem se destaca pela sua integridade de princípios, mesmo em meio ao universo turbulento da aristocracia francesa, além de ser uma pioneira nas discussões de gênero em mangá shoujo.

Usagi Tsukino, da série Sailor Moon, conhecida e querida de muitos desde a infância no mundo todo, merece uma menção honrosa pelo que representou para jovens mulheres do mundo todo. Quando é incumbida com a missão inesperada de proteger o mundo das forças do mal, Usagi é apenas uma garota chorona, com notas ruins, dificuldade para emagrecer, crushes não-correspondidos e uma série de defeitos, além de fácil de se identificar pelos seus hobbies como ler mangás e jogar videogames. Mas são suas características boas – como suas fortes amizades, sua compaixão e bondade – que a levam a ter sucesso em sua luta e amadurecer, tornando-se uma verdadeira princesa. Assim, Usagi – bem como as demais personagens da série – se destacam pelo desenvolvimento de personagem, e pela sua representatividade para jovens garotas do mundo todo.

10. Rei Ayanami 

O anime Neon Genesis Evangelion sempre foi considerado por si só, uma desconstrução de clichês. Dentro deste contexto, podemos refletir quanto a tópicos como: “fanservice é sempre um ato anti-feminista?” ou mesmo “Seria Evangelion um anime feminista sob a ótica de um homem?”. Para quem não conhece a personagem, ela pilota um mecha gigantesco, luta contra monstros gigantes – denominados angels – e serve como base de pesquisa para sabermos mais sobre a existência da humanidade. Por sinal, ela é MEGA introspectiva e age muito mais com seu lado racional – o que faz muita gente pensar que ela é submissa – e por estar neste limiar de “o que é certo ou não”, ela fica com nossa décima colocação.

9. Youko Nakajima

Construção de personagem. Desenvolvimento de uma mulher e realização de uma vida. Estas são as características básicas de Twelve Kingdoms (Juuni Kokuki), onde temos no início da animação uma frágil personagem domada pela sociedade, habituada ao bullying e que sempre sofreu com suas diferenças, para se tornar a única e memorável Youko. Para quem busca uma história de fantasia protagonizada por uma mulher, está aí nossa recomendação.

8. Sarasa

Apesar do anime (Legend of Basara) cobrir muito pouco dos 107 capítulos do mangá, é gratificante ver uma animação que preza em demonstrar não só o poder feminino, como também a sua atuação de protagonismo, desconstruindo clichês do tipo “a mulher precisa ser salva sempre”, por exemplo. Atualmente é possível comparar Sarasa a uma Furiosa de Mad Max, tudo isso devido a sua capacidade de liderança e de como supera os problemas que encontra, como por exemplo a destruição e perda de seu irmão, culminando na personagem cortar o cabelo e assumir a identidade de seu ente querido, já que ele era considerado a única esperança daquele povo.

7. Sally Yumeno

Poderíamos citar diversas mahou shoujos neste top, mas resolvemos deixar este lugarzinho especial para a querida bruxinha Sally. Um dos primeiros animes a serem produzidos (exibido entre 66 e 68), Sally The Witch mostra a jovem querendo sair do Reino Mágico para viver suas travessuras aqui na Terra. Com toda certeza, um marco para animação japonesa e mundial, junto com sua contemporânea Safiri de A Princesa e o Cavaleiro.

6. Marika Kato

Aqui temos um anime baseado na light novel de Yuichi Sasamoto, denominada Bodacious Space Pirates ou Piratas do Espaço de Mini-Saia. E aqui é que está a pegadinha, pois não deve-se julgar pelo título e vou lhes explicar do porquê. Na história temos Marika, uma estudante que vive em uma distante galáxia e que descobre que seu falecido pai deixou uma grande espaço nave, e quem pode herdar tal transporte é um descendente direto, ou seja, a protagonista aqui. E o que traz de especial? Apesar de ter alguns fanservices e pitadas de sexualização, Bodacious Space Pirates trata sobre o relacionamento entre duas garotas e mais, tudo de forma natural, verdadeira e SEM objetificação. Outro detalhe é que o cast de personagens é feito quase que exclusivamente de mulheres, o que acaba dando referências em como uma comunidade feminina funciona e como uma líder feminina pode surgir diante dos problemas a se resolver numa comitiva estelar.

5. Yukari Hayasaka

Considerada uma heroína, na narrativa josei ‘Paradise Kiss’ de Ai Yazawa – e que se tornou um anime com 12 episódios – temos Yukari, uma garota que acaba vivendo o dia a dia num grupinho de moda da escola Yazawa Gakuen. O que torna interessante a trama é a abordagem dos padrões de estética na sociedade e a identidade de gênero, com a personagem transsexual Isabella. A animação é uma boa para se discutir pontos como “a mulher tomar decisões por causa de um homem, ainda é considerada uma série feminista?” Bom, aí vai nossa dica e qualquer coisa, deixem seus comentários.

4. Nadia la Arwall

Nadia and the Secret of the Blue Water (Fushigi no umi no Nadia) é mais um trampo original da Gainax na lista, agora com uma inspiração em 20 Mil Léguas Submarinas de Júlio Verne, que conta com o character design e diretor de Evangelio, Sadamoto e Hideaki Anno, respectivamente e outro detalhe, tem o argumento do mestre Hayao Miyazaki. O que torna Nadia e seu anime tão especial? Representatividade e protagonismo.

3. Utena

Aqui, o argumento é bem simples: Quando criança, Utena ganhou um anel de um príncipe que lhe salvou e mais, o cara prometeu vir buscá-la para ela viver um conto de fadas. Até aí tudo bem não é? Só que ao invés da garota esperar e se conformar com seu futuro pretendente, ela acaba virando “O Príncipe”, vestindo uniformes masculinos e confrontando todo o tipo de misoginia. Além disso, o anime trata com questões sobre o racismo e identidade de gênero, e o melhor que eu considero a cerejinha do bolo: Desconstrói todo o conceito do “conto de fadas”.

2. Balsa

Apesar de não ser uma série de toda original – baseada no livro de mesmo nome, Seirei no Moribito – temos aqui uma das maiores pérolas da Production I.G. e do diretor Kenji Kamiyama (Jin-Roh, Akira e Blood: The Last Vampire), onde temos a protagonista Balsa em sua jornada de salvar vidas em busca do perdão para seus pecados. Quebrando diversos esteriótipos, temos uma das personagens mais ricas e poderosas – em todos os sentidos – dos animes e quanto a trama, o ponto alto aqui é com relação ao tratamento de diferentes raças e culturas dentro de uma sociedade. *Às vezes tenho a impressão de que Korra é inspirada nesta personagem.

1. Michiko Malandro

E aí, você nunca assistiu Michiko e Hatchin? Não, não é sobre Atchim e Espirro ou algo do tipo, mas sim, um dos animes mais “brazukas” já feitos (até porquê os produtores viajaram até o Rio de Janeiro, Recife e Olinda para terem referências) e conta com uma dupla de protagonistas – daí o nome. Juntas, elas vivem dentro de um contexto que demonstra os abusos da sociedade e seus problemas com o racismo; E aí é que está a magia, em como elas lidam com tais problemas dentro de situações onde a mulher é marginalizada e objetificada por seus trajes.

Tom Clancy’s The Division estabelece novo recorde de vendas

A Ubisoft anuncia que Tom Clancy’s The Division vendeu mais cópias nas primeiras 24 horas de lançamento do que qualquer outro jogo na história da empresa*.

Demos o Primeiro Gole em ‘Tom Clancy’s The Division’, confira o que achamos!

“Estamos muito felizes com o recorde estabelecido por The Division”, disse David Polfeldt, diretor executivo da Ubisoft Massive. “Esse jogo representa o melhor da Ubisoft, contou com máxima capacidade de produção dos times de desenvolvimento envolvidos e se tornou incrivelmente inovador e divertido”.

The Division também quebrou o recorde da Ubisoft de vendas de jogo digital completo em um único dia para todas as plataformas, incluindo PC, Xbox One e PlayStation 4. Com o resultado de The Division, a Ubisoft tem agora três dos quatro jogos (de séries inéditas) mais vendidos na data de lançamento na história da indústria dos games**.

“O lançamento de The Division é uma tremenda conquista para a Ubisoft e demonstra nossa capacidade de criar novas marcas fantásticas e transformá-las em produtos de entretenimento campeões de venda”, disse Yves Guillemot, cofundador e CEO da Ubisoft. “Este é um dia marcante para a história da Ubisoft, mas, ainda mais importante, marca o início da jornada de milhões de jogadores no universo de The Division. Estamos confiantes que eles vão adorar”, completou.

https://www.youtube.com/watch?v=BrEGzaXqufM

Tom Clancy’s The Division se passa algumas semanas após uma pandemia devastar Nova Iorque em plena Black Friday. Um a um os serviços básicos deixam de funcionar e, sem comida e água, a cidade se transforma em um lugar caótico. The Division, uma unidade autônoma de agentes táticos que vivem à paisana, é então chamada para salvar a sociedade e acabar com grupos hostis que tentam tirar proveito da situação. Neste imersivo jogo online de RPG de ação em mundo aberto, detectar os tipos de ambiente é essencial para explorar e progredir, e unir-se a outros jogadores para investigar a origem do vírus e livrar a cidade desta situação é o melhor caminho.

Para saber mais sobre Tom Clancy’s The Division, visite: www.thedivisiongame.com

* baseado em estimativas internas de vendas de Tom Clancy’s the Division em todo o mundo e para todas as plataformas no dia 9 de março de 2016.

** Destiny, The Division, Watch_Dogs e Assassin’s Creed, baseado na NPD, GFK Chart Track e estimativas internas.

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Samurai 7 | Detalhes sobre o novo mangá da JBC

Samurai 7 (Samurai Seven, no original), adaptação para os mangás do celebrado épico do cineasta Akira Kurosawa, chega ao Brasil pela JBC em dois volumes.

Veja o anúncio oficial da editora JBC

Em Os Sete Samurais (Shichinin no Samurai), longa dirigido e escrito por Kurosawa em 1954, humildes camponeses contratam sete ronins (samurais sem mestre) para impedir que violentos saqueadores roubem sua colheita e destruam seu vilarejo. O filme  é uma das produções mais influentes da história do cinema. Em 1960, a fita foi adaptada em Hollywood dando origem ao clássico do faroeste Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven) – cujo sucesso gerou três sequências, uma série de TV e, agora em 2016, uma refilmagem estrelada por Chris Pratt (Jurassic World, Guardiões da Galáxia) e Denzel Washington (O Voo). No auge da febre Guerra nas Estrelas (Star Wars), em 1980, os sete samurais de Kurosawa se tornaram os Mercenários das Galáxias (Battle Beyod the Stars). Até mesmo a Pixar tomou emprestada a ideia do aclamado diretor japonês para criar a animação Vida de Inseto (Bugs Life, 1998).

Mas foi apenas em 2004 que a obra de Akira Kurosawa ganhou sua versão em anime. Produzido pelo Gonzo, estúdio famoso por animações como Blue Submarine No.6, Vandread, Gate Keepers e Samurai Girl – Real Bout High School, Samurai 7 (Samurai Seven) adaptava o longa de Akira Kurosawa para o universo fantástico dos desenhos animados japoneses.

A produção, repleta de efeitos especiais gerados por computador, misturava o Japão feudal da obra original de Kurosawa com misteriosas máquinas gigantescas que saqueiam sem piedade os camponeses. Assim como nas outras produções, os agricultores decidem contratar alguém que os possa defender.

Com o sucesso do anime, que chegou a ser exibido no Brasil pelo extinto canal Animax, foi a vez da renomada editora Kodansha (Sakura Card Captor, Seven Deadly Sins, Sailor Moon, Ataque dos Titãs, Fairy Tail) transpor a série animada para os quadrinhos japoneses.

samurai 7
Samurai 7 (Capa internacional – divulgação)

BANG-BANG À JAPONESA
A versão em mangá de Samurai 7 atualiza a história contada por Akira Kurosawa em seu clássico de 1954. A trama ainda se passa no Japão antigo. No entanto, a alta tecnologia contrasta com o cenário rural. Mesmo os samurais se utilizam de armas modernas para sobreviverem à guerra contra misteriosas máquinas que assola o país.

Nesse panorama, onde passado e futuro se misturam, os agricultores de um vilarejo decidem contratar sete samurais para impedir que gigantescos ciborgues sigam pilhando o arroz que cultivam. E é exatamente esse arroz, sua maior e única riqueza, que servirá de moeda para Kirara, a jovem sacerdotisa da vila, contratar o grupo de guerreiros para defendê-los. Embora incialmente resista ao convite, o experiente samurai Kambei Shimada e também o jovem e destemido Katsuhiro a ajudarão a reunir os guerreiros certos para a missão.

Sob os cuidados do mangaká Mizutaka Suhou, a versão em quadrinhos de Samurai 7 foi condensada em 2 eletrizantes volumes que estão chegando ao Brasil pela editora JBC.

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Hearthstone: Sussurros dos Deuses Antigos é a nova expansão do jogo

Está confirmado! Hearthstone: Sussurros dos Deuses Antigos é a mais nova e terceira expansão do cardgame feito pela Blizzard.

O anúncio veio durante o primeiro dia do Winter Championship da América do Norte de Hearthstone e a previsão é de que o jogo chegue entre o final de abril e começo de maio deste ano. A expansão contará com 134 cartas novas – e temáticas – quatro deuses malignos e antigos da história de Warcraft (C’Thun, Yogg-Saron, Y’shaarj e N’Zoth) e durante o lançamento da expansão, a Blizzard garantiu três packs gratuitos e o deus C’Thun para todos aqueles jogadores que entrarem e participarem desta nova fase do jogo.

No dia 14 de março Hearthstone: Sussurros dos Deuses Antigos entrará no estágio de pré-venda.

 

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‘Samurai 7’ é o novo mangá da editora JBC!

A editora JBC prometeu UM anúncio por semana até seu evento Henshin+ e a grande novidade desta é Samurai 7!

Para os fãs do diretor cinematográfico Akira Kurosawa, este é um mangá que adapta a obra clássica Os Sete Samurais de 1954 por Mizutaka Suhou e conta com SETE capítulos dispostos em apenas dois volumes. Mais detalhes serão revelados pela própria editora. Mais abaixo, vocês conferem o vídeo com o anúncio.

Samurai 7 (Capa internacional - divulgação)
Samurai 7 (Capa internacional – divulgação)
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Hokuto no Ken pode ser lançado no Brasil [RUMOR]

Segundo o site JBox, o mangá Hokuto no Ken pode sair no Brasil!

Bem provável que o título venha pela editora JBC – e que seja confirmado entre os cinco títulos da Henshi+. O mangá de Tetsuo Hara e Buronson é um dos mais pedidos nos eventos pelo Brasil, principalmente em momentos de ‘Mesa Redonda com editoras’. Seria um bom momento para o seu lançamento por aqui?

Publicado entre 1983 e 1988 na semanal da Shounen Jump, o mangá acabou saindo em 27 volumes tankobon e posteriormente em kanzenban com 15 volumes. Nós aqui do SUCO apostamos – se for realmente sair – é de que ele saia no volume mais “pomposo” para as livrarias e num acabamento de luxo.

Vamos aguardar por mais informações, que devem sair em breve.

 

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