Confira abaixo o primeiro trailer legendado de PANTERA NEGRA, da Marvel Studios.
O filme chega aos cinemas brasileiros dia 15 de fevereiro de 2018.
Confira abaixo o primeiro trailer legendado de PANTERA NEGRA, da Marvel Studios.
O filme chega aos cinemas brasileiros dia 15 de fevereiro de 2018.
Ansiosos? Está chegando a hora! A partir de hoje, 12 de junho, novas informações e datas sobre o Black Desert Online no Brasil, estão sendo divulgadas em um novo site oficial. Além disso, no novo site, conteúdos que passarão a fazer parte do game a partir da estreia também são explicados em detalhes, como uma nova classe de personagem.
O Black Desert Online é um dos mais aguardados MMORPGs no Brasil, e já possui milhões de jogadores assíduos no mundo todo, firmando-se como um sucesso internacional. O jogo é uma aventura onde os jogadores possuem controle total dos personagens, que devem realizar qualquer tipo de combinação manualmente, e acontece em um conflito entre duas nações rivais, a República de Calpheon e o Reino de Valencia. Com o melhor programa de personalização online já visto no gênero, o BDO ainda permite a criação de personagens capazes de desvendar mundos, enfrentar aventuras, desafios e perigos para crescer no jogo.
A principal novidade é o acesso antecipado que, para os que possuem o Pacote Lendário, estará disponível a partir de 28 de junho. Além disso, o Pacote Essencial estará disponível para compra à partir desta data. Quem comprou os pacotes Prime ou Limitado também terá acesso antecipado ao jogo nos dias 5 e 9 de julho, respectivamente. O lançamento oficial do Black Desert Online e acesso aos que possuem algum dos demais pacotes do jogo acontecerão no dia de 12 de julho.
A nova classe de personagem que chega com o lançamento oficial, é a classe Domadora. A Domadora é dona de Heilang, uma invocação de Tigre Negro, e personagens da classe podem batalhar e enfrentar inimigos sozinhos, ao lado, ou montados nele. Além disso, apesar de pequenos, seus golpes são pesados e poderosos. Possuem estilo de combate dinâmico e sua estrutura corporal de pequeno porte garante rápida evasão e alta destreza de movimentos, características extremamente vantajosas em combates.
O Black Desert Online possui 32GB e seus pacotes podem ser adquiridos no site oficial da RedFox Games no Brasil.
Para os solteiros, o dia 12 de junho nem sempre chega com a garantia de uma boa companhia, mas esses tempos ficaram para trás. Quem ainda não encontrou sua alma gêmea já pode anotar na agenda: no Dia dos Namorados, você tem um encontro marcado com a Netflix. Mas os casados, enrolados ou em um relacionamento sério não precisam ficar de fora. Por que não passar a noite a três?
Para passar essa data com você, que dedica seus dias e suas noites a esse romance, que é fiel até durante o Carnaval e que troca qualquer balada por uma madrugada no sofá, preparamos uma seleção para que sua noite do Dia dos Namorados seja inesquecível.
Novos episódios de House Of Cards e Unbreakable Kimmy Schmidt podem ser parceiros ideais para este 12 de junho, que cai em plena segunda-feira. Entre os filmes, boas opções são War Machine, com Brad Pitt, Moonlight – Sob a Luz do Luar, vencedor do Oscar® de Melhor Filme e Lion – Uma Jornada Para Casa, que também concorreu ao prêmio da Academia.
E para que perder tempo buscando um encontro de última hora se a quinta temporada de Orange is The New Black entra em cena no dia 9? Se você está buscando mais ação um dia antes da data mais romântica do calendário a Netflix te dá de presente os episódios finais de Orphan Black.
Sozinha ou acompanhada, as situações hilárias da nova temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt são garantia de uma noite muito divertida! Nos novos episódios, continuamos acompanhando a saga de Kimmy Schmidt (Ellie Kemper) em Nova York – e nos esbaldando com Titus Andromedon (Tituss Burgess). Você pode passar esse dia em boa companhia e dando muita risada, mesmo que o sofá esteja vazio.

A quinta temporada de Orange Is The New Black chega à Netflix no dia 9 de junho – bem a tempo do Dia dos Namorados! Piper (Taylor Schilling) e todas as detentas de Litchfield passam por momentos que levam qualquer um das risadas às lágrimas em questão de minutos. Entre nesse carrossel de emoções!

Neste Dia dos Namorados, nada de pensar naquele crush que não responde suas mensagens: pense no Brad Pitt, a estrela de War Machine, filme original Netflix baseado no livro “The Operators: The Wild & Terrifying Inside Story of America’s War in Afghanistan”, do jornalista Michael Hastings. No longa do roteirista e diretor David Michôd, Brad (S2) vive um general norte-americano em diferentes fases da vida.
Moonlight – Sob a Luz do Luar, que foi o grande vencedor do Oscar® em 2017, dirigido por Barry Jenkins, conta a trajetória de autoconhecimento de Black (Trevante Rhodes) nas ruas de Miami. Já Lion – Uma Jornada Para Casa, que também participou da disputa pela estatueta de ouro, nos trouxe de volta Dev Patel em grande estilo, na pele de um jovem que tenta encontrar seu irmão e suas origens.
Chegou a hora de se despedir de Tatiana Maslany, a multifacetada estrela de Orphan Black. A série chega ao fim em sua quinta temporada e a Netflix traz para você com exclusividade na véspera do Dia dos Namorados. Um presente antecipado, para mostrar que nosso compromisso com você é verdadeiro.
Realidade e ficção vêm se confundindo ultimamente, mas Frank Underwood (Kevin Spacey) mandou avisar que também quer você neste Dia dos Namorados. Quem poderia recusar esta intimação direto da Casa Branca? Todos os episódios da nova temporada de House of Cards já estão disponíveis.
A Universal Studios está começando seu novo projeto o “Dark Universe” que trará contos de terror clássicos que foram feitos no século passado. Um reboot dessas histórias realmente chamam atenção, afinal todos gostam de histórias de terror, principalmente envolvendo os clássicos. Fiquem agora com o primeiro desta série, A Múmia.
A Múmia conta a história de uma antiga princesa que ia herdar o trono até o nascimento do filho do rei, envolvida pela cobiça de poder, resolveu fazer um ritual para a vida eterna e trazer o Deus Set, deus da morte na mitologia egípcia, ao plano físico.
Uma bela história de maldição, onde podem fazer inúmeros filmes de múmia, sempre será a mesma linha, é muito difícil explorar algo como maldições egípcias, pois depois que isso surgiu nas tumbas do antigo Egito para valorizar as expedições, não há o que mexer nessa origem.

O roteiro é bom, porém previsível. O diretor Alan Kurtzman tem esse problema – apesar de os recentes filmes de “Star Trek”, “Watchmen” e “A Ilha” serem elogiados – são roteiros também previsíveis.
O protagonista Tom Cruise, que trabalhou com Kutzman em “Missão Impossível 2”, tem a fama de salvar filmes ruins. Entretanto, nesse filme foi aquele herói que salva o dia e a garota que ele ama; de praxe ainda temos a velha múmia amaldiçoada e gananciosa de sempre, mas nesse papel, Sofia Boutella fez muito bem. A atriz argelina mostra sua versatilidade, talento e faz uma bela vilã. Espera-se uma promissora carreira cinematográfica!
A ideia da “Dark Universe” é boa, além de “A Múmia”, também terá “A Noiva do Frankenstein”, “O Fantasma da Ópera”, entre outros (veja mais detalhes AQUI). Porém, se continuar com roteiros previsíveis de herói salva donzela, teremos os clássicos virando verdadeiros fracassos de bilheteria e prejuízo financeiro.
Não há grandes expectativas para esse filme, e esperamos que isso mude daqui pra frente.

Os autobots estiveram, desde sempre, por aqui, defendendo a Terra. No quinto filme da franquia, “Transformers: O Último Cavaleiro”, a história desses robôs, oculta por vários séculos, virá à tona.
Através de novas imagens divulgadas pela Paramount Pictures, é possível ver os transformers atuando em várias guerras antigas da humanidade. Mas, na nova trama, difíceis escolhas serão impostas a eles, que terão que repensar de que lado devem ficar.
No filme, que estreia em 20 de julho no Brasil, nosso mundo entrará em guerra com o deles. A chave para o futuro dos humanos está enterrada nos segredos do passado e a salvação da Terra recai sobre os ombros de uma aliança improvável: Cade Yeager (Mark Wahlberg), Bumblebee, um lorde inglês (Anthony Hopkins) e uma professora da Universidade de Oxford (Laura Haddock). Eles terão que unir forças para encarar uma batalha onde somente um mundo sobreviverá: o dos Transformers ou o nosso.
Com direção de Michael Bay, também estão no elenco: Isabela Moner, Tyrese Gibson e Josh Duhamel, que volta para a saga como o Coronel William Lennox.
JUACAS é a mais nova série original para televisão, uma coprodução da Disney com a Cinefilm e a Chatrone, que estreia em 3 de julho às 19h* no Disney Channel.
Gravada nas praias de Itacaré, na Bahia, JUACAS retrata o universo do surfe tendo como ponto central a etapa do CAOSS (Campeonato Anual de Ondas Super Surfe), uma competição entre várias equipes de surfe, entre elas: os Juacas, os Red Sharks e as Sirenas.
“JUACAS traz a história de superação, da relação entre pais e filhos, dos conflitos pessoais e dos amores. A série reforça também os valores, como trabalho em equipe e hábitos de vida saudável de uma forma simples e divertida através da prática de esporte e o contato com a natureza. Estamos orgulhosos de mais uma aposta regional com talentos locais e de um conteúdo que certamente vai encantar a todos, e com certeza vai gerar uma forte conexão emocional com a audiência”, afirma Cecília Mendonça, Vice-presidente e Gerente Geral de Disney Channels Latin America, da The Walt Disney Company Latin America.
A série traz no elenco principal os atores André Lamoglia, Bruno Astuti, e Marino Canguçú no time dos Juacas; Eike Duarte, Juan Ciancio e Rafael Castro no time dos Red Sharks; e as atrizes, Isabela Souza, Larissa Murai e Mariana Azevedo como as Sirenas; Clara Caldas, como Kika, neta do Professor Juaca, Guilherme Seta e Mateus Mahmoud, como os espoletas Toco e Guga. Entre as participações especiais, estão Suzy Rêgo, como Dona Juma, sempre pronta para curar os males; e Nuno Leal Maia, no papel do Professor Juaca, responsável pelaformação dos maiores surfistas das últimas gerações.
“O personagem do Nuno Leal Maia é o mestre com experiência e sabedoria, que volta para cuidar da equipe, ensinando a paciência de esperar a onda certa, a disciplina do treinamento. E Dona Juma é a mãezona da galera; ela conhece todo mundo, sabe tudo o que está acontecendo; ela é muito sábia, sabe o que falar, e tem sua força feminina intuitiva”, comenta a showrunnere criadora da série Carina Schulze.
Para completar, JUACAS contou também com surfistas convidados, entre eles, o campeão mundial de surf Adriano de Souza (o Mineirinho), Filipe Toledo, Teco Padaratz, Marina Werneck, Matheus Navarro, Pedro Norberto e Picuruta Salazar. Com direção geral de Juliana Vonlanten e produção executiva de Flávio Vonlanten e Aaron Berger, JUACAS é uma coprodução da Disney com a Cinefilm e a Chatrone, e estreia no Disney Channel em 3 de julho às 19h*.
*Horário de estreia sujeito à alteração sem aviso prévio
O quarto filme do Universo Estendido DC resgata as origens de uma das mais famosas e queridas Heroínas dos quadrinhos. Após a apresentação da personagem que deixou os fãs eufóricos em Batman vs Superman, é a vez da Mulher Maravilha estrelar seu filme solo.
Confira também: Fan Box DC Comics de julho traz produtos oficiais e exclusivos do filme da Mulher-Maravilha
Ao contrário de seus correligionários da Justiça – Batman e Superman – o passado de Diana foi pouco explorado no cinema, o que confere à narrativa uma sensação de ineditismo muito bem vinda.
Zack Snyder (Batman vs Superman) assina a história e segue na produção. Patty Jenkins (Monster, 2003) comanda a direção e surpreende, principalmente, nas sequências de ação. O veterano dos quadrinhos Allan Heinberg fica a cargo do roteiro.
Como a maioria das histórias de origem, Mulher Maravilha segue estrutura linear e apresenta, quase que literalmente e de forma bem delimitada, todos os estágios do monomito – a ‘jornada do herói’. A linearidade do enredo, entretanto, não é nenhum demérito – é justamente por se apoiar nessa estrutura narrativa que o filme consegue abordar melhor as nuances das personagens e desenrolar com facilidade os conceitos da trama.
A construção da protagonista encanta de imediato. A jovem Diana, mesmo na infância, já demonstra entusiasmo, bom humor e a determinação que marcam a versão da heroína nas telonas. Já na fase adulta, Gal Gadot (Velozes e Furiosos) dá vida à uma Mulher Maravilha que impõe sua presença e traz o domínio da cena – seja nas relações com outros personagens, seja nas cenas de ação.
O primeiro ato, que se passa na paradisíaca ilha de Themyscira – lar das amazonas – destaca-se tanto pela beleza visual natural quanto pela arquitetura inspirada na Era Clássica. Connie Nielsen (Gladiador) e Robin Wright (House of Cards) desempenham muito bem os papéis das amazonas Hipólita e Antíope – Mãe e mentora de Diana respectivamente.
Em contraste, o segundo ato coloca a heroína no mundo dos humanos em plena primeira guerra mundial. Apresentando a cinzenta Londres do início do século XX e aos horrores da guerra, o filme enaltece o choque de realidades através da visão de mundo da protagonista. Ainda que uma guerreira feroz, Diana é inocente perante as maquinações e mentiras do mundo dos homens.
Chris Pine (Star Trek) como Steve Trevor e Lucy Davis como Etta Candy (The office) se destacam, mas os demais personagens da trama também tem carisma. Os companheiros de Steve, Sameer (Said Taghmaoui), Charlie (Ewen Bremmer) e Chief (Eugene Brave Rock) representam as faces do homem comum por trás do conflito, com seus medos, falhas e virtudes. Apenas os vilões são um ponto de ressalva – como em diversos outros filmes do gênero, acabam mal explorados e com personalidades unidimensionais.
Na fotografia e direção de cena o filme anda mais em linha com os demais títulos do Universo Estendido da DC. Os elementos são trabalhados de forma a fazer alusão à origem da obra com tomadas heróicas e cenas que parecem ter sido retiradas das páginas dos quadrinhos.
Apesar do primeiro ato esbanjar cores vibrantes, a obra segue o estilo consagrado por Snyder em 300 e consolidado no DCEU com Homem de Aço e Batman vs Superman. O uso da iluminação, cores e contraste destacam as tomadas e evidenciam a natureza heróica da obra. Através desse padrão, o destaque fica na natureza sobre-humana das figuras centrais, destacando-as em relação aos demais elementos e personagens.
Diversas composições de cenas são alusões a outras obras – cinematográficas ou não – da DC. O filme conta com comparativos, referências e easter eggs pra deixar satisfeito qualquer fã mais atento. Outra característica presente é o uso em destaque da câmera lenta para detalhar os feitos das personagens. A técnica, entretanto, é utilizada com certa criatividade.
No aspecto sonoro, os efeitos aliados à trilha de Rupert Gregson-Williams conseguem proporcionar a ambientação necessária – Leve nas cenas mais brandas e impactante nas cenas mais pesadas. O compositor estabelece relação com os demais filmes do DCEU ao evocar, em diversos momentos, tons do aclamado tema da Mulher Maravilha (Is She With You?) apresentado por Hans Zimmer em Batman vs Superman.
Agradável e espirituoso, o novo filme da Mulher Maravilha apresenta novas perspectivas e vislumbra um futuro promissor para o universo DC nos cinemas.
Adiantando um pouquinho a temática medieval que faremos no mês de julho, vamos com o filme A Jovem Rainha (The Girl King, no original), já disponível em mídia digital on demand (iTunes, Now, VIVO PLAY e Google PLay) e DVD.
A Jovem Rainha se passa durante o século XVII, com base numa história real e impactante da rainha da Suécia, Cristina I (ou Cristina da Suécia), protagonizada pela excelente Malin Buska – este que possa ser seu primeiro filme de expressão mundial.

Na trama dirigida pelo finlandês Mika Kaurismäki (O Ciúme Mora ao Lado), temos a pequena Cristina como herdeira do rei protestante Gustavo Adolfo e da sua esposa, a princesa Maria Leonor de Brandemburgo, esta que possui pouco afinco com a filha. Como perdera o pai muito cedo, sucedeu o trono aos 6 anos de idade e por ser a única herdeira e mulher, cresceu em volta de muito preconceito e com pouca voz; até atingir a maioridade e começar a confrontar seus subordinados e principalmente a igreja.
Junto à Cristina, temos outros dois personagens que se desenvolvem em torno da jovem. Primeiro, o que praticamente assumiu o posto de “pai”, o conservador Chanceler Axel Oxenstierna, protagonizado por Michael Nyqvist (da série sueca Os Homens Que Não Amavam As Mulheres) e a Condessa Ebba Sparre (Sarah Gadon), por quem se apaixona fervorosamente – o que acaba prejudicando ainda mais sua imagem diante da população.

Diante deste contexto, temos o primeiro ato do filme com a personagem tentando lidar com as situações de forma austera (com pulso firme mesmo), ditando mudanças que mudariam totalmente o curso de seu país, como o fim da Guerra dos 30 Anos e uma aproximação da população com materiais não-sacro, como livros e obras de arte.
Entretanto, quando o longa se aproxima do segundo ato, algumas ações e passagens do tempo começam a ficar um pouco confusas e corridas – o que poderia ser resolvido com uma maior duração, já que ele conta com um pouco mais de 100 minutos e acho que não seria um grande problema para um filme de época, não é mesmo?
Nada que prejudique o andamento do filme – mesmo que de forma heterogênea – o que chama a atenção é de como Cristina lida com seus serviçais, planos de governo, sentimentos afetivos e o principal: do seu intelecto – já que preferia ler livros de ciência ao invés da Bíblia.
Enquanto temos o povo esperando a gratidão de sua rainha e o clero buscando o conhecimento nos livros religiosos, Cristina começa uma curiosa troca de cartas com uma das maiores mentes de sua época e que influencia diretamente nas suas linhas de raciocínio, René Descartes (Patrick Bauchau), católico e mal visto pelos protestantes de Estocolmo.
A jovem rainha era feminista e além de seu tempo, tinha sua própria forma de pensar – e na maioria das vezes era incompreendida – bem como sua orientação sexual ia de frente com o comum e corrente da época. Não deixando o spoiler aqui, mas é fato que a população espera um casamento ou um herdeiro HOMEM para o trono. Com isso, é bem interessante de como ela resolve esta situação.

Acredito que muitos não se lembram (como no meu caso) ou mesmo não viram nos livros de escola sobre a curiosa história da rainha Cristina I – e quanto ao rebuliço que causou na Suécia naquela época.
Confesso que após o filme, fui procurar saber mais sobre os fatos que aconteceram naquela época e fico com uma sensação de satisfação pelo filme provocar este tipo de busca ao conhecimento, despertando a minha Cristina.
Com um andamento rápido, o filme preza pelo seu contexto histórico e destaca-se por um elenco seguro dentro de uma ótima fotografia (vide as tomadas na neve).
*Esta cópia do filme foi cedida pela Sofá Digital via iTunes.