No dia 5 de fevereiro a Nintendo Life gravou um vídeo de comparação entre o Bayonetta 2 no Nintendo Switch e no Wii U, pois,segundo a GameSpot o game rodará a 60 frames por segundo no console mais recente da Nintendo.
No vídeo foi possível perceber que na versão do Switch o game possui mais brilho e detalhes gráficos melhorados comparado com a versão do Wii U. Confira o vídeo na íntegra abaixo:
Bayonetta e Bayonetta 2 será lançado em 16 de fevereiro para Nintendo Switch.
Um dos jogos de luta mais aguardados nos últimos tempos, Dragon Ball FighterZ desembarca no Xbox One, PlayStation 4 e PC – e vocês ficam com nossas primeiras impressões quanto ao jogo!
Depois de um pouco mais de cinco horas de jogatina, resolvi escrever um pouquinho do jogo de luta da Bandai Namco, desenvolvido pela Arc System Works, já consagrada em trazer títulos de Guilty Gear e BlazBlue. E já adianto que o resultado é recompensador – e viciante!
Dragon Ball FighterZ (Imagem Divulgação)
Vamos Lutar!
Depois das fases de aventura nos primeiros arcos de Dragon Ball – principalmente com Goku ainda pequeno – a franquia ficou conhecida pelas suas lutas épicas, longas e um nível de poder insano.
Dragon Ball FigherZ é um dos poucos jogos da franquia que conseguiu replicar o conceito da série, munido de uma ótima jogabilidade e modos de jogos gostosos de jogar.
Com personagens de todos os arcos da franquia, de Red Ribbon até os mais recentes de Dragon Ball Super, são 24 opções, dentre elas a inédita e vilã Androide 21, criada sob a supervisão do mestre Akira Toriyama e que deve agradar pelo seu carisma.
Dragon Ball FighterZ (Imagem Divulgação)
Dragon Ball de Todas as Épocas!
O nível dos personagens estão balanceados, como um Goku (Super Saiyajin) que conta com controles básicos e de fácil acesso para qualquer um que não saiba muito sobre o jogo – ou não esteja acostumado com games de luta – e outros de nível médio, como Picolo e Nappa. Este último, como um Goro Daimon em The King of Fighters ou Zangief em Street Fighter, necessita de um conhecimento e uma maior jogatina para conhecer seus comandos e precisar combos.
As animações são um dos diferencias do jogo, buscando o cel-shading 3D, e que muitas vezes você acha que está assistindo um episódio do anime – no Modo História, no caso.
Não obstante, as cenas de luta e especiais, estão belíssimos, com cores fortes e cenas únicas em cada um dos estágios; e para cada um dos Super de cada personagem. Ou seja, a gama de combinações é grande.
Dragon Ball FighterZ (Imagem Divulgação)
Diferentes Desafios
Além dos modos de história e arcade, Dragon Ball FighterZ traz um lobby – um cenário onde você controla um boneco montado por você, a partir de itens que você ganha – e nele é possível escolher diversas maneiras para se divertir, dentro do servidor e dividido por região do jogador.
Para um maior replay do jogador, o game conta com um sistema de recompensas, onde você ganha a moeda Zeni – uma espécie de dinheiro – e que você pode trocar por roupas, acessórios, cartas e tantas outras bugigangas para customizar seu boneco.
Dragon Ball FighterZ (Imagem Divulgação)
Modo História Original
Para quem busca se divertir mais do que o modo Arcade com os amigos ou com lutas virtuais pelo mundo, o Modo História traz 3 tramas originais, todas elas com uma mescla de diálogos (com opções de dublagem em japonês), animações e um mapa onde você decide com quem lutar para progredir no jogo.
De fato, Dragon Ball FighterZ veio para ficar, disputando o lugar dos “gigantes de luta” como Mortal Kombat e Street Fighter. Com elementos de Marvel vs Capcom e Guilty Gear, jogadores mais casuais aos mais hardcore vão se identificar com esta nova promessa de sucesso – e provavelmente o melhor jogo de luta da franquia.
Dunkirk é mais um filme do consagrado diretor Christopher Nolan, da trilogia Batman, Interestelar e A Origem, agora numa temática de guerra e mais “pé no chão” do que costuma fazer.
O longa se passa durante a Segura Guerra Mundial e mais especificamente na evacuação de Dunquerque (ou Dunkirk, na França), onde mais de 400 mil soldados aliados ficaram a mercê das tropas alemãs nas praias, esperando resgate.
A angústia e ansiedade dos soldados em voltar para casa – e não poderem sair da praia (Imagem Divulgação)
Três Perspectivas
Longe da sanguinolência ou vísceras de filmes como O Resgate do Soldado Ryan, Dunkirk trabalha mais o psicológico dos soldados em três perspectivas diferentes: Terra, Mar e Água.
A guerra não é o foco do filme, salvo pelas lindas batalhas aéreas, protagonizadas por Tom Hardy – o melhor personagem do longa – e algumas explosões que desencadeiam cenas dramáticas, o grande destaque é a angústia dos soldados em querer voltar pra casa.
As tomadas aéreas com o mar ao fundo são belíssimas (Imagem Divulgação)
O Som da Angústia
Enquanto temos Hardy nos ares, na Terra temos os jovens Tommy (Fionn Whitehead) e Gibson (Aneurin Barnard), a dupla que protagoniza as cenas mais desesperadoras – e dando aquela sensação de que nunca dá certo, já que se avançam dois passos, regressam três.
Como a Marinha não daria conta de resgatar todos aqueles soldados em Terra, sobrou para os civis usarem suas próprias embarcações – e de fato, foi o quê mais heroico no filme. A perspectiva do Mar é a que mais se desenvolve, tomando os personagens Dawson (Mark Rylance) e Peter (Tom Glynn-Carney) como centrais.
As três perspectivas, mesmo que em tempos diferentes – cruzando apenas no fim do filme – são tomadas pela trilha angustiante de Hans Zimmer. Fica a dica: para uma maior imersão ao filme, usufrua de um bom equipamento de som.
A fotografia em Dunkirk impressiona (Imagem Divulgação)
Guerra é Guerra
Se tecnicamente traz belas cenas e uma fotografia impactante, o destaque fica para os enquadramentos das tomadas aéreas – e o combate. São de tirar o fôlego.
Com um roteiro que faz um belo cruzamento durante o filme, as motivações das personagens podem não empolgar quem não gosta deste gênero de filme. Dunkirk é a prova de que a guerra é uma desgraça. A mensagem foi dada.
Além de Recife, a cantora também vai participar do Carnaval de Salvador, datado para terça-feira (13), e resta saber se ela vai vestir mais alguma característica vestimenta otaku.
Pabllo Vittar de Jessie
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Pabllo Vittar fazendo cosplay de Jessie, da Equipe Rocket de Pokémon, no Carnaval de Recife 2018 (Imagem Divulgação / Revista Quem)
Pabllo Vittar fazendo cosplay de Jessie, da Equipe Rocket de Pokémon, no Carnaval de Recife 2018 (Imagem Divulgação / Revista Quem)
Pabllo Vittar fazendo cosplay de Jessie, da Equipe Rocket de Pokémon, no Carnaval de Recife 2018 (Imagem Divulgação / Revista Quem)
Pabllo Vittar fazendo cosplay de Jessie, da Equipe Rocket de Pokémon, no Carnaval de Recife 2018 (Imagem Divulgação / Revista Quem)
*Em seu Instagram, ela postou um vídeo com a legenda “cadê o James?” e uma foto com a emblemática frase da Equipe Rocket, “decolando na velocidade da luz”.
Com belas canções nos jogos anteriores, Kingdom Hearts e Kingdom Hearts 2, ela volta com a música chamada “Chikai” (??), que significa algo como “juramento” ou “voto”.
É possível ouvir como ficará em inglês, que ganhou um novo título chamado “Don’t Think Twice”.
O que vocês acharam?
Kingdom Hearts 3 será lançado ainda este ano de 2018 para PlayStation 4 e Xbox One. A data definitiva será revelada durante a E3 deste ano.
Como forma de homenagem, o grupo de metal sinfônico holandês, Epica, lançou um EP com quatro músicas bem conhecidas entre os fãs da franquia dos titãs!
A Banda
Pra quem ainda não conhece a banda, o Epica foi fundada por Mark Jansen após sair do After Forever em 2002. Juntando os seus guturais com a jovem – e na época, sua namorada – Simone Simons, a banda foi ganhando forma, toques cada vez mais sinfônicos e técnicos.
Com algumas pequenas reformulações na formação, o tecladista Coen Jansen também é um dos que estavam desde o início, e chegando depois o baterista Ariën van Weesenbeek (ex-God Dethroned) e Isaac Delahaye, que completam este pesado sexteto holandês.
A Surpresa
No fim do ano passado, a banda surpreendeu não só os que os acompanham, como também diversos otakus pelo mundo, principalmente quem gosta das duas coisas – como no meu caso.
A notícia veio à tona pela própria frontwoman Simone Simons, gravando um vídeo especial para os fãs (veja AQUI).
Já do lado titânico da força, o compositor das músicas, Revo – também líder da Linked Horizon se pronunciou sobre o projeto:
“Penso que o mesmo sangue corre nas veias de Epica e Revo. Claro, isso é apenas uma metáfora. Em termos mais simples, ambos herdamos o sangue da música clássica e o sangue da música metal e estou certo de que isso é algo evidente para todos vocês.”
Attack On Titan Songs
Com quatro músicas, temos o início com Guren no Yumiya – que virou Crimson Bow and Arrow, em inglês – que inicia de forma bela e épica, antes dos característicos coros da série.
Seguindo o padrão de lançamento de Attack On Titan, Jiyuu no Tsubasa (Wings of Freedom) e Moshi Kono Kabe no Naka ga Ikken no Ie Datoshitara (If Inside These Walls Was a House), esta última, a grande surpresa do EP, mostrando o lado emotivo da cantora. É a Solitary Ground do álbum.
Pra fechar, a mais nova preferidinha Shinzo wo Sasageyo!, que virou Dedicate Your Heart! e que destaco o insano solo – creio que de Isaac – na segunda metade da música. Insano!
Para quem preferir, o álbum também conta com as mesmas quatro canções sem as vozes principais, mantendo os coros.
The Ultimate Principle tour
EPICA VS Attack On Titan Songs é a banda em sua essência e as composições do Linked Horizon em forma mais metalizada. Com certeza não há nenhuma descaracterização e possivelmente vai agradar todos os fãs da franquia dos titãs. Item essencial!
Aproveitando a deixa, o Epica fará oito apresentações no Brasil, todas com Meet & Greet, trazendo o repertório da turnê mundial “THE ULTIMATE PRINCIPLE” em Belo Horizonte (09/03 – Music Hall), São Paulo (10/03 – Tropical Butantã), Rio de Janeiro (11/03 – Circo Voador), Porto Alegre (13/03 – Opinião), Curitiba (14/03 – Spazio Van), Manaus (16/03 – Teatro Manauara), Fortaleza (17/03 – Espaço Jangada) e Recife (18/03 – Clube Português do Recife).
01. Guren no Yumiya (Crimson Bow and Arrow)
02. Jiyuu no Tsubasa (Wings of Freedom)
03. Moshi Kono Kabe no Naka ga Ikken no Ie Datoshitara (If Inside These Walls Was a House)
04. Shinzo wo Sasageyo! (Dedicate Your Heart!)
05. Guren no Yumiya (Instrumental)
06. Jiyuu no Tsubasa (Instrumental)
07. Moshi Kono Kabe no Naka ga Ikken no Ie Datoshitara (Instrumental)
08. Shinzo wo sasageyo?(Instrumental)
Talvez, um dos filmes menos “blockbusters” entre os que estão concorrendo, ele não se intimida e vem com 7 indicações, que destaco as categorias em Melhor Atriz para Frances McDormand, e na de Ator Coadjuvante, Woody Harrelson e Sam Rockwell – estes três, dominam o filme.
Uma das melhores cenas em Três Anúncios para um Crime, protagonizados por Frances McDormand e Woody Harrelson (Imagem Divulgação)
A Dor de uma Perda
Na trama, temos a personagem Mildred, vivida pela McDormand, em uma de suas melhores atuações na carreira. Ali, na cidade de Ebbing, sofrera com a perda de sua filha, estuprada e brutalmente assassinada.
Como se não bastasse, a polícia local não conseguiu desvendar o mistério e capturar o(s) bandido(s), e sem solução, a mãe indignada, culpa e joga nas costas do delegado Willoughby, vivido por Harrelson, onde paga três outdoor na estrada como forma de protesto e cobrança.
Peter Dinklage e Fortes McDormand em Três Anúncios para um Crime (Imagem Divulgação)
Cidade Pequena, Grandes Consequêncas
O delegado é amado na cidade e as pessoas não levam na boa o que a mãe fizera. Na verdade, levam pelo lado da difamação – e acaba até saindo na TV local.
O roteiro todo estruturado de Martin McDonagh – que também dirige – não para por aí. Ele trabalha com todas as personagens minuciosamente bem, com construções naturais ao longo do filme, uso de flashbacks em momentos oportunos e mais: as motivações são mutáveis, reais e plausíveis.
Como de praxe numa cidade pequena, tudo o que acontece, todos ficam sabendo. Se a mãe badass – que até protege o filho na escola de bulling, batendo nos adolescentes – faz alguma coisa, chega no departamento de polícia; se alguém está doente, ou mesmo com câncer, todos acabam sabendo e pra finalizar, se alguém anda saindo com um anão, vivido por Peter Dinklage (sim, o Tyrion de Game of Thrones), todos vão saber – adicione o ex da protagonista nessa também.
Sam Rockwell é Dixon em Três Anúncios para um Crime (Imagem Divulgação)
Sem Maniqueísmos e Atuações Brutais
Junte todos estes elementos, da construção da personagem, ambientação e de uma pequena cidade, com as incríveis interpretações dos três que citei no início deste artigo.
Não esquecendo, Sam Rockwell, vive o personagem Dixon, um policial carrancudo, caipira e que você sente a maior repulsa até um certo ponto do longa. Deixando o lado maniqueísta de lado, e flertando tanto de um lado quanto para o outro, o personagem acaba sendo o mais carismático dentro do filme – você entende o que ele passou, passa e quer ajudá-lo.
Com um clima pesado, real e perturbador, desvendar o caso parece não ficar mais em primeiro plano, e dá lugar ao que cada uma das personagens lidarão daqui pra frente. Como a mais dura das realidades, Três Anúncios Para um Crime mescla a tristeza de um com a fraqueza do outro, culminando num fechamento ideal para este tipo de longa-metragem.