O festival da cultura japonesa, Rio Matsuri 2019, acontece de 25 a 27/01 no Riocentro, Barra, no Rio de Janeiro e já está em sua 2ª edição.
O primeiro lote dos ingressos começa a ser vendido nesta quarta-feira (28/11) a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) através do SITE OFICIAL. Crianças com até 8 anos não pagam.
O festival acontece em um dos palcos dos Jogos Olímpicos de 2016, o Riocentro, e será uma passagem de bastão do Brasil para o Japão, que receberá as Olimpíadas em 2020, em Tóquio.
Sinônimo de intercâmbio entre as duas culturas, o Rio Matsuri 2019 contará com uma diversidade culinária típica, shows musicais, danças folclóricas, taikô, artes marciais, bonsai, ikebana, workshops de mangá e claro, animes e games!
Serviço
Evento: Rio Matsuri
Datas: 25 a 27/01/2019
Local: Riocentro – Pavilhão 4 – Avenida Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca.
Classificação etária: livre
Ingressos (crianças até 8 anos não pagam)
A Crunchyrollanunciou uma série animada de Blade Runner em parceria com a Adult Swin e a Alcom Television Group. Nomes poderosos do universo dos animes integram a equipe de produção, o que causam alvoroço entre os fãs da obra e de animes.
Sob o título Blade Runner – Black Lotus, o anime será feito pelo estúdio Sola Digital Arts (Ultraman) e a primeira temporada terá direção de Shinj Aramaki (Applesseed) e Kenji Kamiyama (Ghost in the Shell: Standalone Complex). Como produtor, teremos Shiniciro Watanabe (Cowboy Bebop, Samurai Champloo).
Sem previsão de estreia, a obra contará com episódios de 30 minutos. A história se passa no ano de 2032 e vai trazer personagens já conhecidos no universo da franquia.
O romance de ficção que deu origem a este universo é de 1968 e já ganhou dois filmes hollywoodianos: Blade Runner (1982) e Blade Runnner 2049 (2017). Existe ainda um curta-metragem animado, dirigido por Shinichiro Watanabe e intitulado Blade Runner Black Out 2022, lançado também em 2017 (o qual já fizemos REVIEW).
O que dizer dessa obra que mal existe e já nos deixa tão ansiosos?
Uma das premiações “esquenta” Oscar 2019, o Satellite Awards, que encontra-se em sua 23ª edição, acaba de indicar dois animes na categoria “Melhor Animação”, sendo Liz and the Blue Bird e Mirai.
Abaixo vocês conferem todos que estão concorrendo na categoria:
[REVIEW]Ilha dos Cachorros, Fox Searchlight Pictures
Liz and the Blue Bird, Eleven Arts
Mirai, GKIDS Films
WiFI Ralph, Walt Disney
Ruben Brandt, Collector, Sony Pictures Classics
Mirai
Sinopse: Kun-chan um garoto malcriado de apenas 4 anos de idade, mora em uma casa pequena em uma cidade qualquer. Em um determinado dia, Kun-chan conhece sua irmã recém nascida chamada Mirai. Kun-chan sente que Mirai roubou toda a atenção e o amor de seus pais e se sente sobrecarregado por seus sentimentos devido a isso. Certo dia ele encontra com uma versão de sua irmã mais nova Mirai que veio do futuro.
Liz and the Blue Bird
Sinopse: A amizade de Mizore Yoroizuka e Nozomi Kasaki começa a mudar quando as duas são introduzidas ao conto de fadas “Liz and the Blue Bird”. Apesar de terem personalidades bastantes distintas, as duas passam a maior parte do tempo juntas e possuem laços muito estreitos, fortalecidos pelo tempo que compartilham treinando para a banda da escola, da qual as duas são integrantes. No entanto, a imersão na trama do conto levará as duas a refletirem sobre os motivos dessa amizade.
Mais uma novidade para o painel de Game of Thrones ficar ainda mais completo e sensacional na CCXP 2018: Maisie Williams, a Arya Stark, estará no painel da HBO dedicado à série na quinta-feira, dia 6, às 18h30.
A atriz se juntará aos criadores e produtores executivos, David Benioff e D.B. Weiss, e ao ator John Bradley (o Sam) para falar sobre sua experiência em Game of Thrones durante as oito temporadas.
Além do painel, os fãs poderão participar de experiências imersivas no estande da HBO todos os dias do evento, de 6 a 9 de dezembro. Mais informações serão divulgadas em breve.
Para quem ainda não assistiu – ou pretende ver novamente e maratonar – a Netflix estreará o anime Back Street Girls: Gokudolls, que saiu em julho deste ano, na Temporada de Verão 2018, no dia 12 de dezembro.
O anime do estúdio J. C. Staff virá com opção de áudio em português, onde fora dublado no estúdio Vox Mundi, que já trabalharam com Nanatsu No Taizai (Seven Deadly Sins), em São Paulo.
Sinopse: Um grupo de três membros da yakuza falharam com o seu chefe pela última vez. Após arruinarem mais um trabalho importante, o chefe dá duas possibilidades de escolha: Cometer suicídio de forma honrosa, ou irem à Tailândia para se submeterem a uma cirurgia de mudança de sexo, para que assim eles possam virar idols “femininas”. Após um ano inteiro de árduo trabalho para virarem idols, eles finalmente estrearam, e adquiriram logo de cara grande popularidade, mais do que conseguem aguentar. E é nisso que a verdadeira tragédia vai começar.
Um drama americano que conta a história de uma antiga escritora francesa, uma adaptação que se mostrava um tom mais histórico e reflexivo, porém uma bela surpresa acontece, trazendo uma figura importante para a literatura e principalmente pela representação feminina em uma época machista.
Colette não é só uma grande homenagem para a mesma, como passa uma mensagem importante, detalhes históricos sobre a mesma e ainda diverte como um belo blockbuster.
Collete (Imagem Divulgação)
Fazendeira x Escritora
Em tela, Colette é uma fazendeira que vive pelo marido, mas a verdade é que o marido é dependente do grande talento de escritora dela, até ela descobrir que não precisava se esconder por trás de um homem para ser reconhecida.
Além de se descobrir emocionalmente, um filme que traz um grande peso em roteiro e fotografia, desenvolvido com alívios cômicos e a mística de Keira Knightley transformar seu personagem de uma donzela ou uma fazendeira que sonha em casar, para uma batalhadora, forte, independente e sem papas na língua para todos que acham que uma mulher não deveria exercer essa profissão.
O filme é tão divertido que você torce para Colette como se fosse uma super heroína, na vida real e no filme ela se mostra um símbolo para muitas garotas da época, mas criticada pela maioria da alta classe, o que poderia ser um filme cult, ele passou bem longe, na verdade um sessão da tarde maravilhoso para bom apreciador de cinema ou apenas por quem quer um filme divertido.
Collete (Imagem Divulgação)
Alívio cômico na dosagem correta
Um dos pontos que te ganha nesse filme é o alívio cômico em dose certa, escala sem extrapolar e te prende na trama até o fim, é genial trazer essa simplicidade dos blockbusters para um filme de certa forma histórico, as chances de Colette ser um filme mais denso como O Destino de uma Nação ou Mudbound: Lágrimas do Mississipi eram grandes, senão cem por cento, mas ele fugiu por completo dos padrões que a academia gosta, fazendo ele ter uma linguagem mais fácil e ser mais aceito para o público.
O filme mistura ideologias feministas, com a mulher oprimida do século dezoito, com o extremo machismo de terras francesas, o desenvolvimento desse conflito é um fator tão destacado em roteiro que funcionaria sem o alívio cômico, porém por ser um filme profundo com desenvolvimento simples de blockbuster, fez parecer com que o filme fosse muito longo, isso traz alguns bocejos durante a sessão, mas que não estraga a experiência de Colette.
Collete (Pôster Divulgação)
Deve ter indicação ao Oscar
Colette deve ser lembrado nas premiações do Oscar, pelo menos indicado, filme que pode ser visto pelas ideologias feministas, pela diversão ou até pela curiosidade de saber quem foi a antiga escritora, claro com a suspensão de descrença de saber que existe um pouco de invenções comparado a história verídica, mas que pode ser colocado como filme histórico, três gêneros que dificilmente se misturam é a prova oficial de que poderia ser uma catástrofe, mas o resultado foi inverso e se mostrou uma surpresa maravilhosa.
É isso mesmo! Os brasileiros verão Dragon Ball Super: Broly antes mesmo dos japoneses nos cinemas do país.
A Fox Film acaba de confirmar que o longa animado da franquia Dragon Ball chega em 10 de janeiro, ao contrário do dia 18 anteriormente divulgado (ou 19 de dezembro, a data que estreia no Japão).
Vale ressaltar que esta é a mesma data da estreia de Homem-Aranha no Aranhaverso, e uma semana após WiFi-Ralph (que por sinal, já assistimos e o REVIEW deve sair em breve).
Está rolando um evento bem batuta para quem gosta de hambúrguer: a 13ª edição do Burger Fest, que começou em 23 de novembro e vai até 9 de dezembro, com a participação de 150 hamburguerias e a Taverna Medieval, de São Paulo, está participando com duas novas receitas inspiradas nos deuses nórdicos: Odin e Skadi.
Com uma combinação de sabores marcantes, Odin (Imagem de Capa) é feito com pão de brioche, hambúrguer bovino 180 g, cheddar cremoso, bacon fatiado, cebola crispy e maionese de barbecue. Já a segunda opção inaugura a parceria entre a Homemade, marca de geléia com fábrica na região serrana do estado de São Paulo. Skadi é preparado com hambúrguer de javali 180g, rúcula e queijo brie no pão australiano.
Nhummm, deu uma fome aqui! Já queremos passar por lá e provar estas delícias <3
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