A espera acabou! Neon Genesis Evangelion, um dos maiores clássicos da animação japonesa, está disponível na Netflix– e com nova dublagem!
A voz do Shinji (Ash e Kuririn), Fábio Lucindo, é o diretor deste relançamento via VoxMundin Audiovisual, além de também redublar os filmes End of Evangelion e Death, todos disponíveis no catálogo.
Sinopse: Neon Genesis Evangelion é uma série de ação pós-apocalíptica que gira em torno de uma organização paramilitar chamada NERV, criada para combater seres monstruosos chamados Anjos, utilizando seres gigantes chamados Unidades Evangelion (ou EVAs).
A conta do TwitterNetflix’s See What’s Next, oficial da plataforma americana que conta as novidades que virão, publicou hoje que a série dinamarquesa The Rain, original da Netflix, que teve a sua segunda temporada lançada em maio desse ano só terá mais uma temporada.
Não foi divulgado quando a terceira temporada será lançada, provavelmente em maio do ano que vem, confira o tweet com o anúncio:
The Rain é a primeira série dinamarquesa original da Netflix. Estreou com oito episódio em 2018, criada por Jannik Tai Mosholt, Esben Toft Jacobsen, e Christian Potalivo e com Alba August, Mikkel Boe Følsgaard, Lucas Lynggaard Tønnesen, Lars Simonsen, Sonny Lindberg, Jessica Dinnage, Lukas Løkken, e Johannes Kuhnke no elenco.
” ‘Nunca se sabe quando sua vida vai mudar.’ Depois que um vírus brutal aniquila a maior parte da população, dois jovens irmãos embarcam numa perigosa jornada em busca de segurança. The Rain, uma série original Netflix”
Os duas temporadas de The Rain já estão disponível na Netflix.
Kevin Feige, diretor da Marvel Studios, diz que o tão esperado Crossover do Homem-Aranha e do Venom, já visto nos cinemas e nos quadrinhos, é possível de acontecer, mas depende da Sony.
A Sony adquiriu os direitos de Homem-Aranha e depois de duas versões do aranhoso fez uma parceria com a Marvel o que permitiu que Peter Parker estivesse no Universo Marvel, mas os personagens “secundários”, como o Venom, ainda pertencem a Sony. Ano passado, o filme do Venom teve opiniões divergentes, mas foram boas o suficiente para que fosse falado de uma sequencia.
Quanto a possibilidade do anti-herói cruzar com Homem-Aranha, Kevin Feige disse para a CinemaBlend que “eu acho que provavelmente é decisão da Sony. O estúdio têm os direitos dos dois personagens e tem Venom em seu Universo [de filmes]. Eu não sei quais são os planos deles para a sequencia de Venom ou se eles irão fazer, mas pode ser possível [Homem-aranha e Venom] em algum ponto”
Como o Homem-Aranha teve sua estreia no Universo Marvel em Guerra Infinita e Venom teve a sua em seu filme solo não sabemos se os eventos de Venom interferem nos filmes da Marvel ou se passa no seu “próprio universo”. Com a ideia de um Crossover, fica a duvida se o Tom Hollland continuará interpretando Peter Parker ou teremos mais uma vez outro ator para o Aranha, como Kevin já deixou claro que essas decisões são feitas pela Sony.
Homem-Aranha: Longe de casa chega aos cinemas no dia 4 de julho
Quase dois meses depois do lançamento, Vingadores: Ultimato está bem próximo de chegar à bilheteria de Avatar.
O longa ainda possui o primeiro lugar no recorde mundial com 2.799 bilhões de dólares de bilheteria mundial, Vingadores está logo atrás com 2.743 bilhões de dólares. Para dar a ajudinha final no pouco que falta, a Marvel irá relançar o filme, agora com mais 6 minutos de cenas exclusivas.
Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, em uma entrevista para a Comicbook falou “Nós iremos fazer isso, não sei se já foi anunciado e eu não sei muito sobre, mas sim nós iremos fazer isso semana que vem.”
Conversando com a ScreenRant para a divulgação de Homem-Aranha: Longe de Casa, Kevin Feige disse que “[O relançamento] não será uma versão estendida, mas uma versão com um ‘empurãozinho’ de marketing com algumas coisas novas no fim do filme. Se você ficar até o final, depois dos créditos terá uma cena deletada, um pequeno tributo e mais algumas surpresas. Isso será na semana que vem.”
Nem a Marvel ou Kevin Feige falaram quanto tempo essas cenas adicionais somaram ao filme mas a rede de cinemas Cinemark americana já atualizou seu site de vendas de ingressos com 188 minutos, com isso teremos mais 6 minutos. Aparentemente, a ‘semana que vem’ que Kevin Feige se refere é dia 28 de julho. O relançamento deverá chegar aos cinemas antes de Homem-Aranha: Longe de Casa nos cinemas do Estados Unidos, mas ainda não temos data certa para o Brasil.
Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas 4 de julho
Sinopse: Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.
A Game XP 2019 aos poucos revela a programação de eSports deste ano, com finais confirmadas na maior tela de game do mundo da Oi Game Arena. O Brasileirão R6 será disputado da seguinte forma: A primeira semifinal será no dia 26 de julho, a segunda no dia 27 e a final no último dia da Game XP, no domingo, dia 28.
Já o Circuito Feminino de Rainbow Six terá suas semifinais na sexta-feira, dia 26, enquanto a grande final será disputada no sábado, dia 27.
Certa vez me perguntaram:
– Que tipo de música você curte?
E eu respondi:
– Curto uns rock japonês esquisito.
– Ah, aquele negócio de Visual Kei né? Não gosto desse tipo de música
e eu precisei responder:
– Esse tipo de música? VK não é um gênero musical…
(silêncio)
– … Como Visual Kei não é gênero musical? O que mais poderia ser?
É muito comum que quem já ouviu o termo Visual Kei cometa o erro de achar que é um gênero musical ou um tipo de moda (como a moda de rua Harajuku ou o estilo lolita), afinal, existem bandas que definem seu estilo como Visual Kei e essa se torna uma conclusão lógica a se tomar. Porém, as controvérsias começam aqui, VK não é um gênero musical, na verdade, bandas Visual Kei podem ser de qualquer gênero, por mais que seja mais comum encontrar bandas de Visual Kei que trafegam pelos gêneros e subgêneros do rock.
Senta que lá vem história
Agora que já sabemos o que Visual Kei não é, vamos começar a entender o que ele é:
Bandas com estilo visual (tradução livre de Visual?/Visual Kei) já existiam algum tempo antes de o termo aparecer oficialmente e elas eram formadas, basicamente, por qualquer Ney Matogrosso japonês que aparecesse fazendo algum som por aí. O termo “Visual Kei” apareceu só nos anos 90 evidenciado pela revista SHOXX que, sem dúvidas, foi fundamental para a consolidação e para a relevância do VK no Japão da época.
Acho que há algum consenso em dizer que a ascensão do VK se deu nos anos 80 e que ele bombou mesmo nos anos 90. Pra conhecer, algumas das bandas que foram importantes pra formar o que chamamos hoje de VK foram Buck Tick, Luna Sea, X-Japan e Dead End.
Muito do que foi o VK nesse momento era inspirado em movimentos sessentistas como o Glam e o Hard Rock, tinha muito som voltado pro Hard e Punk Rock e muito se inspiravam nos visuais e na sonoridade dos movimentos Góticos também.
Motivos pra não tentar classificá-lo:
Muitas pessoas não concordam ou sequer sabem dizer como/quando/porque começou o Visual Kei, então é bem fácil achar por aí informações erradas e pessoas xingando umas as outras por conta disso. Cada pessoa tem uma impressão própria do que é, e as vezes essa impressão pode ser conflitante com a de outras pessoas. Então, tentar classificar como, quando ou porque o Visual Kei começou pode ser uma tarefa muito difícil.
Subdivisões
Como as inspirações eram diversas, acabaram surgindo algumas subdivisões dentro do VK, no geral, são nomenclaturas pouco usadas, mas vale pela curiosidade:
Eroguro kei: eroguro é uma contração de erotic grotesque nonsense (Lit. Absurdo erótico grotesco), que foi um movimento que se iniciou na década de 20 e influencia diversas formas de arte até hoje. Erotic grotesque nonsense, tem suas raízes em movimentos ainda mais antigos como a arte Shunga e tem foco em erotismo, deturpação sexual e decadência, tratando também de depravação, bizarrices e de coisas grotescas. Muito tempo depois, continuou a influenciar as formas de arte com esses temas, como influenciou mangás e animes no Hentai (não ele todo, mas os que envolvem sangue, mutilação e/ou tentáculos) e na música fazendo com que começassem a chamar artistas Visual Kei que tratavam desses assuntos pelo nome eroguro-kei.
Eroguro-kei não define um gênero musical, somente direciona esses temas nas músicas, sendo que as bandas podem ser de qualquer gênero e usar diversos estilos visuais, por mais que seja muito comum que bandas com visuais mais grotescos recebam influência dessa ramificação do visual kei.
É bem comum confundir eroguro com gore, e, apesar de poder existir alguma relação quando olhamos para a parte grotesca do eroguro, não é uma regra nem sequer tem alguma ligação direta.
Oshare kei: literalmente “estilo fashion”, é bem caracterizado por bandas que usam visuais literalmente mais fashionistas um tom acima do que seria chamado de elegante, em português, com certo enfoque em visuais mais coloridos e vistosos. Visualmente, é facilmente comparável ao estilo Decora que é uma das linhas da moda de rua japonesa, não só por conta das cores mas também pelas expressões visuais, vestindo-se de forma divertida, associando elementos considerados infantis e inusitados.
Normalmente o som também é mais colorido e animado, tendendo pra gêneros mais alegres como o POP, pop-rock e linhas mais leves do rock em geral (o que não é uma regra). A tendência é que as músicas tenham conteúdo otimista e festivo, e que seja fácil encontrar elementos dançantes como o tecno.
Kote Kei: Kote Kei, também conhecido como kotevi, é um termo relativamente novo para classificar uma vertente mais antiga de visual kei. Kote Kei seria o sistema clássico (em tradução livre), nesse caso, o termo classifica as bandas oldschool ou as bandas atuais que reproduzem esses estilos mais antigos. Espero não provocar treta em dizer que boa parte das bandas kotevi tem referência em linhas do punk e do glam rock, com apelo forte pro deathrock e o rock gótico em geral. Isso não significa que todas as bandas dos anos 80 ou 90 eram kotevi, porque o termo se refere especificamente a bandas que tendiam a usar visuais mais elaborados.
Aliás, bandas que seguem esse estilo não são exclusividade das décadas de 80 e 90, hoje em dia ainda existem algumas (poucas) bandas que se inspiram nesse estilo e continuam a lançar novidades. Recentemente (em 2017) o Karma (ex-vocalista do AvelCain) começou uma banda nesse estilo, chamada Rands (que começou como um projeto solo, e tomou o nome Rands somente em 2018). E, ainda recentemente, também temos o La’veil MizeriA que começou em 2012.
Também é fácil confundir Kotevi com o chamado Nagoya Kei, mas o Nagoya Kei só se refere a bandas que se concentraram na região de Nagoya (tanto antigamente, quanto hoje em dia), e, pelo fato de as bandas se concentrarem nessa região acabavam por influenciar umas as outras criando algum estilo próprio da região, mas no geral, dá pra dizer que muitas (não todas) das bandas VK de Nagoya dos anos 90 eram kotevi. Sendo uma das principais bandas de Nagoya dos anos 90 o Kuroyume, e de hoje em dia o lynch.
Motivos pra não tentar classificá-lo:
1 – As nomenclaturas das subdivisões do visual kei, em geral, foram criadas pelos próprios fãs, e por isso há muita divergência sobre que banda faz parte de que. Além do mais, muitas bandas não se prendem a fazer somente uma coisa durante toda sua carreira, podendo ser classificada por duas ou mais subdivisões (o que torna essa discussão uma perda de tempo e impossibilita qualquer tipo de conclusão).
2 – Muitos fãs de VK fazem distinção entre as bandas das décadas de 80 e 90 e as bandas que vieram depois dos anos 2000. Até existem pessoas que dizem que depois de 2010 simplesmente não existem mais artistas Visual Kei, porque “perderam sua essência”. Então, tentar classificar uma banda como sendo de algum gênero ou ramificação de VK pode causar alguma discórdia.
Movimento X Gêneros musicais
Mais um dos motivos pelos quais você não deve tentar classificar Visual Kei é pela multiplicidade de gêneros musicais que ele engloba. É muito difícil classificar VK como um movimento independente e esse é um tópico que causa muita treta nesse meio. Pra chamar uma coisa de movimento, implica que essa coisa movimente pessoas por algum motivo comum, coisa que só aconteceu com Visual Kei por volta dos anos 90, quando pessoas que curtiam se juntavam nas ruas de Harajuku, e com poucas bandas especificamente, quando conseguiram lotar palcos importantes como o do Tokyo Dome.
Visual Kei não funciona de forma simples como o movimento Punk que tinha suas ideologias ou qualquer outro. É um pouco mais complicado que isso, afinal, já vimos que bandas Visual Kei podem se classificar como punks, se assim quiserem.
Entre os artistas também há bastante controvérsia, cada um tem uma leitura própria do que é Visual Kei, como ser um estilo de vida ou ser uma forma de expressão geral e/ou alegórica ou simplesmente um jeito de se vestir.
Como exemplo, existem bandas que usam do VK como ferramenta pra sustentar teatralidade em seus conceitos, como o Versaillesou o GRIMOIRE. Outras bandas usam pra criar conceitos de álbum, criando visuais diferentes pra cada lançamento dependendo do conceito do CD, como faz o the GazettE e muitas outras. E existem bandas que simplesmente fazem visuais, sem aparentemente nenhuma ligação direta com artimanhas visuais pra ligar o conceito visual ao conceito musical.
A personalidade japonesa (e como ela se mescla com a cultura musical do ocidente)
Depois de tudo isso, talvez pareça que visual kei é uma coisa bem vazia, mas não é, o que torna VK tão fascinante e o que provavelmente fez com que bombasse nos anos 90 foi a forma como ele imprimiu a cultura japonesa dentro dos gêneros musicais de que fez uso.
O que é mais comum em toda indústria, é que a forma padrão das coisas tenha influência estadunidense e inglesa, afinal os movimentos populares dos anos 50, onde boa parte do que conhecemos por rock hoje em dia tomou forma, começou nesses lugares, então é comum que a cara da música de outros lugares do mundo receba a ação dessas raízes. Quando o rock chegou no Japão, mais especificamente no Visual Kei, as bandas que estouraram não simplesmente reproduziam o que os estadunidenses estavam fazendo, eles incutiram nessa base a própria personalidade e sua carga cultural, alguns deles não se limitando a somente um gênero, mas misturando vários.
Óbvio que isso não foi instantâneo, a incorporação de uma cultura estrangeira leva tempo, sendo que muitas bandas desde aquela época usam bastante do inglês nas composições. Mas vale observar que mesmo o inglês dos japoneses carrega forte influência local. Sendo que, essa influência local é uma das partes mais relevantes (se não a mais relevante) sobre o que é visual kei. Existem bandas japonesas de rock, metal e etc, mas as bandas Visual Kei de rock, metal ou qualquer outro gênero tem um tempero especial que mais nenhuma tem, é essa presença, não só da cultura japonesa, que se mesclou aos movimentos ao longo dos anos, mas também a influência dos próprios artistas Visual Kei que se acumulou com o tempo.
A partir do momento que os artistas que criaram as bases do VK começaram a mesclar diversos gêneros musicais do ocidente às suas particularidades culturais do oriente que o Visual Kei bombou, e teve seu declínio a partir do momento em que os artistas passaram a se industrializar mais e mais perdendo assim o que tornava o Visual Kei tão interessante: a personalidade japonesa, e a forma como ela se mescla com a cultura musical do ocidente.
Motivos pra não tentar classificá-lo: O termo Visual Kei tem sido usado pra nomear um gênero musical (erroneamente ou não) há tanto tempo que provavelmente pode ser considerado um, exatamente por esses fatores de regionalização e personalidade cultural que citei acima.
Um dos maiores nomes dos animes também estará presente em um game para smartphones em breve, One Punch Man – Road to Hero, que está sendo desenvolvido pela Oasis Games.
Os jogadores poderão passar pelos 10 capítulos da história, juntar e fortalecer seus personagens e participar de combates incríveis contra inimigos cada vez mais fortes!
O game chegará para dispositivos Android e iOS e a pré-inscrição do jogo já está aberta, através do link https://url.oasgames.com/csS.
Aggretsuko ou Agressive Retsuko, é um Original Net Animation (ONA), que é uma obra publicada diretamente pela internet, e assim como a primeira temporada, o anime foi transmitido pela Netflix.
Retsuko, de Aggretsuko, é uma personagem da empresa Sanrio, a mesma que criou Keroppi e a Hello Kitty.
O estúdio da segunda temporada se manteve, o Fanworks, assim como o staff, que continuaram com o ótimo trabalho que fizeram no ano passado.
É um anime de comédia e slice of life. Essa temporada contém 10 episódios que já estão disponíveis por completo na plataforma da Netflix desde 14 de junho, uma sexta-feira.
Diferenças: Primeira e Segunda Temporada
Enquanto a primeira temporada de Aggretsuko trouxe questões sobre o dia a dia no trabalho, lidar com chefes abusivos e parceiros de trabalho diferentes e às vezes inconvenientes, a segunda temporada traz um lado bem mais pessoal, nos fazendo refletir sobre nossos sonhos e metas na vida.
Logo no começo, Retsuko tem que lidar com sua mãe, que está pegando em seu pé sobre casamento e parceiros. Ela se sente tão incomodada com a filha solteira, que começa a procurar vários pretendentes e marcar encontros.
Retsuko obviamente se incomoda com a atitude da mãe, e isso nos faz refletir sobre relacionamentos e ser solteiro. Até que ponto é realmente necessário encontrarmos alguém para viver junto? Será que o roteiro da vida deve ser sempre o mesmo: encontrar alguém, namorar, casar e ter filhos?
E vários personagens começam a pensar sobre isso, como as amigas de Retsuko. Gori está à procura de alguém, com medo de viver o resto da vida “sozinha”, enquanto Washimi prefere continuar solteira, pois assim se sente mais feliz e completa.
Novo Funcionário
Além dessas questões pessoais, Retsuko tem que lidar com o novo funcionário da empresa, um recém-formado em contabilidade, que não possui habilidades e acredita que ninguém pode se dirigir a ele de forma mais autoritária, pois é assédio moral.
Essa história de assédio moral ronda alguns episódios do anime, também trazendo o questionamento de como devemos tratar as pessoas, ainda mais aquelas que precisam de apoio em algo novo, como um emprego.
Outro ponto interessante é que agora a Retsuko deixou de lado o karaokê para se aliviar do estresse, começando a encarar seus problemas de frente, mesmo com medo e cheia de dúvidas. Outra lição que podemos tirar dessa história.
Quanto aos pontos “negativos”, os dois melhores amigos e colegas de trabalho da Retsuko, Feneko e Haida, que novamente ficaram em segundo plano.
Não sabemos nada de Feneko, sobre sua vida pessoal, e nem se ela possui algum interesse na vida. Desde a primeira temporada é meio superficial o que sabemos sobre ela.
Haida, um dos personagens mais interessantes, tem pouco destaque na temporada, sendo novamente o amigo legal da Retsuko que gosta dela e faz de tudo por ela. Ele é melhor que isso, e não precisa ser o personagem que só está esperando a Retsuko acordar para a vida e perceber que o cara mais legal está bem ao lado dela. Gostaria de ver uma temporada onde ele possa crescer e ter mais destaque, e ser a luz em sua própria vida, não necessitando de nenhuma mulher para torna-lo feliz.
Aprofundando Personagens
Essa temporada nos mostra o outro lado de cada personagem, como são fora da empresa, se possuem família, o que gostam de fazer no tempo livre, quais são seus pensamentos sobre a vida, suas opiniões, seus desejos e sonhos. Tornou a série muito mais profunda ao trazer vários questionamentos que nós temos na nossa vida, ou passamos a ter após assistir a esses 10 episódios de Aggretsuko.
A primeira temporada já jogou um balde de água fria em nós, nos fazendo pensar. A segunda temporada mantém isso, só que agora é tudo mais pessoal e para alguns, pode ser até difícil.
Por mais que Aggretsuko contenha personagens fofos, que são animais, e seja um desenho, a mensagem que passa para o público é muito valiosa. Após o término do último episódio, nos faz questionar quem nós somos e o que queremos para nossa vida.
Recomendo muito essa segunda temporada, ainda mais para os jovens que estão saindo da adolescência e entrando na vida adulta. Esse anime tem uma lição de vida que poderia ajudar muitos que ainda estão perdidos, sem saber como prosseguir, como viver.